The Blood of Olympus

Palácio de Poseidon

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Palácio de Poseidon  Empty Palácio de Poseidon

Mensagem por Narrador Principal em Ter Mar 04, 2014 7:07 pm


Palácio de Poseidon

 O palácio de Poseidon é um local submerso, é feito de conchas e pedras preciosas aquáticas e muito ouro, foram construído pelo povo de Atlante, por dentro,as paredes são azuis e há na entrada uma sala de visitas decorada com conchas e os lustres de cristais,as poltronas da sala são de tecidos raros,há também no chão da sala um tapete com estampas do tridente de Poseidon, seguindo em frente há um corredor que leva até as salas de reuniões dos soldados do reino aquático e dos protetores do castelo.
Seguindo em frente ao corredor voltando das salas de reuniões, se encontra o arsenal do castelo,na porta do arsenal, tem uma pintura do tridente de Poseidon, entrando no arsenal, há várias espadas e qualquer outra arma, mas em uma parede separada, emoldurada e pintada com o azul mais pura do Oceano, há em pessoa o tridente de Poseidon.
Saindo do arsenal, encontramos indo para a direita o quarto de hóspedes (apesar de quase nunca haver visitas), e logo depois um lugar onde só os filhos de Poseidon podem ir:
A sala reservada, um lugar tão bonito que os filhos de Poseidon não conseguem descreve-la, ela tem um tom azulado fantástico e pinturas de Oceanos por toda parte, no tapete a um encanto em que se você olhar para o tapete, vera aquilo que mais quer na vida realizado.



Palácio de Poseidon  GLXPmOr
Narrador Principal
Narrador Principal
Deuses Olimpianos
Idade : 25
Localização : Por ai
http://bloodolympus.forumeiros.com

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Mensagem por Helena Rodis Katsaros em Seg Mar 28, 2016 9:22 am

Feliz Páscoa, dragãozinho
Pelo Grosso


A Líder dos Ceifadores abriu os olhos lentamente, recebendo os primeiros raios de sol. Não havia dormido realmente, apenas havia deixado seu corpo em uma espécie de torpor. Haviam dias que a menina não dormia, e sentia que nos próximos dias precisaria fazer isso. Levantando-se da cama, a morena olhou em volta e percebeu que nenhum ceifador se encontrava no Chalé aquela hora. Havia levantado tarde demais? Ou nenhum havia passado a noite no Chalé? Bem. A cama de Cody parecia estar desarrumada,como se ele tivesse acabado de levantar. – Proles de Ares... – resmungou baixinho ao começar a caminhar pelo Chaé, para fora do quarto. Porém, antes que saísse, percebeu um papel dourado grudado na porta. – Mas, que diabos? – murmurou caminhando até o referido papel e o pegando em mãos. Eraum papel extremamente leve e bonito, moderno. Era dourado com escritas em prateado, que pareciam reluzir. "Palácio dourado num reino enigmático, os segredos revelados pelo rei tornado. ". Pelo jeito, no lugar dessa charadahavia um Dragão e um ovo, com uma boa recompensa. Helena respirou fundo, estava cansada dessa charadas como da última vez, os cupidos. Mas, como não tinha nada melhor pra fazer, decidiu ir atrás disso. Palácio dourado..Haviam apenas dois deuses que possuíam palácios fora do Olimpo. Hades e Poseidon, e bem, o palácio de Hades não era dourado, Helena imaginou.

Enfiando o papel dentro do bolso da calça, Helena colocou seu bracelete de cristal no braço e puxou sua capa, logo a vestindo antes de respirar fundo. – Vamos lá. – disse baixinho antes de fechar os olhos e concentrar as sombras do Chalé ao redor de seu corpo.Em poucos segundos, Helena se teletransportou entre as sombras até o Palácio do deus dos Mares. Tudo lá estava brilhante e bonito, como o bilhete. O palácio era enorme e reluzente, e Helena pôde ver ao redor o mar em volta das belas paredes transparentes. O som era característico de uma praia, a água dançando preguiçosamente ao redor. Caminhando o mais silenciosamente que podia, a morena olhava atentamente ao redor, procurando o maldito dragão. Uma coisa colorida chamou a atenção da Ceifadora, e a garota virou-se rapidamente prendendo a respiração. Um enorme dragão colorido dormia pesadamente alguns metros de si. Sua cabeça era um pouco achatada,e um olho ficava de cada lado de sua cabeça, como um pássaro. Sua cauda era tão enorme quanto seu corpo, possuindo vários espinhos.

Helena sem tirar os olhos dele, deu uns quatro passos para trás e elevou um pouco o braço, tirando o rubi de dentro de seu bracelete e apertou em punho, conjurando dois clones de si. Tais clones ficaram um de cada lado do dragão, e Helena usaria isso para tentar enganaro dragão. Estava invisível por causa de sua capa, então ficaria sempre frente ao ponto cego dele. – Distraiam ele. – ela sussurra para os clones, que começam a gritar e pular, chamando a atenção do dragão. Helena nunca em sua vida havia ficado frente à um dragão, e o que viu a assustou um pouco. A enorme criatura se levantou balançando o corpo colorido e bonito, virando a cabeça em todas as direções e grunhindo, balançando a enorme cauda e despejando uma rajada de espinhos em direções aos clones. Como eram intangíveis, nada sofreram. Helena por sua vez, teve que acordar de seu torpor e fez com que suas asas saíssem de seu corpo, ainda com a capa. A garota amaldiçoava os deuses mentalmente enquanto levantava voo à centímetros do chão, já vendo o ovo brilhante.

Helena antes de fazer quaquer coisa, iria conjurar vuns 20 zumbis que se ergueram e começaram a atacar o dragão. Helena sabia que não iria adiantar muito, mas precisaria de todas as distrações possíveis. Ácido era jorrado da boca do dragão, e Helena precisou respirar fundo antes de olhar para cima. Usaria sua super velocidade para voar o mais alto que conseguisse, ficando longe do alcance do dragão, e iria usar a velocidade mais uma vez para voar até o ovo. No meio do caminho, um espinho passou de raspão pela Ceifadora, atingindo sua perna direita, a fazendo cair. Não sentia dor por causa da adrenalina que sentia. Puxou a perna ensanguentada, xingando os deuses em voz alta agora. Sua única ideia foi se teletransportar novamente para perto do ovo, segurá-lo entre os braços e se teletransportar novamente para o Acampamento. O ovo brilhante e pesado reluzia em seu colo, enquanto Helena o depositava sobre sua cama. –Maldito seja. – respirou fundo, saindo do Chalé em direção à Enfermaria.

Poderes:

ʡ Silenciosos – Quando os Ceifadores se mechem eles não fazem barulho os deixando menos propícios a ataques de monstros.

ʡ  Deadbody – Como um “corpo morto” você é imune à venenos e qualquer ação natural (fome, sede, dormir) ou induzida (bebidas ou alimentos, sem exceção, não terão efeitos no seu organismo).  

ʡ Sem Medo - Todos tem medo, de fato, mas os ceifadores sabem o quão psicológico o medo é. Desta forma eles são imunes ao medo criado por um inimigo, só o sentem quando a própria natureza o cria.

ʡ Hipercinese – Esta habilidade permite que o seu cérebro processar o movimento muito mais rápido do que as outras pessoas. Essa capacidade lhe permite melhores reflexos e excelente pontaria com armas de longo alcance ou com objetos atirados, bem como prever uma determinada trajetória.

ʡ Umbrocinese III – Capacidade de transportar-se entre as sombras, indo de um lugar a outro. [ -10MP por teleporte]

ʡ Necromancia III - Esta habilidade lhe permite invocar um exercito de 20 soldados zumbis mais fortes e rápidos que os esqueletos da Necromancia II. Carregam consigo espadas e escudos mais resistentes. [-20 MP]

ʡ Visão da Morte III – Agora você não precisa mais tocar o chão, levitando a alguns centímetros. Sua velocidade é aumentada para 100Km/H.

Anjo da Morte II A partir desse nível, as asas dos filhos de Thanatos adquirem resistência a ataques mágicos e elementais, podendo ser usadas como escudo em último recurso pelo filho de Thanatos. As asas bloqueiam completamente ataques de inimigos com mesmo nível, e reduzem o dano pela metade caso o nível seja maior. Ataques físicos não poderão ser defendidos. Além disso, os semideuses agora passam a ter maior agilidade quando em voo, facilitando combates e afins, além de aumentarem o limite de altura para 50 metros acima do ponto de partida.


Itens usados:

Capa da Morte -> Uma capa que pode cobrir o corpo todo do filho de Thanatos. Ao usá-la, o mesmo se torna invisível pelo tempo que a usar, mas note que a mesma não camufla seus passos, nem oferece proteção alguma, sendo feita de uma espécie de seda tão lisa que desliza como água por entre os dedos.

Rubi encantado: Um anel com um grande rubi a enfeitar, moldado do mais puro bronze. Capaz de quando usado para fins de luta e defesa criar duas copias idênticas do semideus repetindo gestos, fala, vestes causando confusão no oponente.



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Helena Rodis Katsaros
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