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O Hospital de Fauno

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Mensagem por Juno em Qui Ago 23, 2018 9:02 pm


Hospital de Fauno




O Hospital de Fauno é um hospital universitário de Medicina Veterinária, que homenageia o deus da vida selvagem em seu nome e com uma estáta na recepção. Localizado na cidade de Nova Roma, o hospital é vizinho ao Campus da Universidade, onde os alunos de veterinária podem realizar alguns atendimentos e aprender tanto quanto em sala de aula. Médicos Veterinários formados também têm seus consultórios neste local e podem prestar atendimento aos mascotes dos semideuses.

Os semideuses podem trazer seus mascotes para receber atendimento. O espaço é sofisticado e dotado de alta tecnologia, sendo capaz de receber diversas espécies de animais, sejam comuns ou mitológicos. O Hospital de Fauno tem bloco cirúrgico, ambulatórios diversos, dependendo do porte do animal, espaços para recuperação e terapia, pet shop, além de salas de recreação para filhotes (ou nem tão filhotes assim).

Informações
• Médicos veterinários formados pela UNR podem criar um tópico para ser seu consultório. A cobrança de valores para o atendimento deve ser combinada previamente com eles;
• Alunos de veterinária da UNR podem postar aqui para realizar atendimentos simples. Essas postagens contam para a realização do semestre;



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Mensagem por Elena C. García em Sab Ago 25, 2018 12:49 pm



O Hospital de Fauno


Eu estava me sentindo uma criança quando ganha uma roupa nova e bonita. Trajada com jaleco branco, onde meu nome estava bordado na altura do peito, calças brancas e sapatos claros, fazia minha primeira visita ao hospital veterinário. Guiada pelo professor Elliot, a turma do sexto semestre de Medicina Veterinária estava visitando as dependências do Hospital de Fauno a fim de conhecer o lugar onde em breve estaria exercendo sua profissão. Ainda naquele semestre os alunos estariam ali prestando auxílio ou estagiando com os veterinários formados.

— Esse é Fauno, ou Pã para os gregos. Ele sempre estará aqui para recepcioná-los - o professor disse, apresentando a estátua que estava logo na entrada do prédio. O deus da vida selvagem era o patrono daquele lugar. Ainda que não fosse mais uma entidade viva, a lembrança dele sempre o faria viver um pouco em cada um.

O professor continuou guiando a turma, cumprimentando as funcionárias da recepção e da triagem e apresentando-as para nós. A seguir, acompanhamos Elliot por um corredor à esquerda e chegamos até os ambulatórios. Eles eram separados de acordo com o tamanho dos animais atendidos e a natureza deles - para não colocar animais predatórios junto a outros indefesos.

No momento em que a turma passou por lá, um veterinário estava tratando o ferimento na asa de um pégaso. O equino estava bastante fragilizado - mais psicologicamente do que fisicamente -, então o médico também ia conversando com ele para acalma-lo. O professor deve ter pensado em se aproximar e perguntar se a turma podia acompanhar o tratamento, mas percebeu que isso faria mal ao animal e prejudicaria o bom andamento dos procedimentos médicos. Dessa forma, apenas assistimos um pouco da cena de longe e seguimos para outras partes do hospital.

Através de uma parede de vidro, observamos uma parte do bloco cirúrgico, extasiados com a quantidade e qualidade técnica dos equipamentos que compunham aquele setor. O penúltimo lugar a ser visitado pela turma foi a área de recreação. É claro que a vontade de todos ali era ir correndo agarrar um filhotinho, mas não seria sensato, já que as mamães deles também ficavam ali e não iam gostar de desconhecidos na volta de seus bebês. Além disso, o objetivo da aula era apenas conhecer o lugar.

E, por fim, deixamos o prédio principal e fomos até um espaço com acesso externo. Tratava-se da Pet Shop, um lugar também cheio de animais lindos que foram levados ali para um banho relaxante e cuidados estéticos. Ali fomos autorizados a brincar um pouco com os mascotes e auxiliar no atendimento até o horário final da aula.

— Depois façam um pequeno relatório sobre o que viram aqui e pesquisem a história do hospital - o professor disse, antes de dar o período como encerrado.





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Mensagem por Elena C. García em Sab Ago 25, 2018 12:50 pm



Ajudando no Hospital


A turma do sexto semestre de Medicina Veterinária estava de volta ao Hospital de Fauno para participar de atividades práticas e receber avaliação por elas. E o mais interessante é que não seria o professor Elliot que nos daria nota, mas o veterinário supervisor do setor ao qual fossemos destinados. A escolha de quem iria para onde era completamente arbitrária, não se considerava particularidades de cada aluno, mas se esperava que nos saíssemos bem em qualquer ocasião.

Estávamos na recepção do Hospital, onde a estátua de Fauno parecia assistir toda a cena com interesse. os médicos veterinários que atuavam no hospital estavam ali também, e o professor destinava cada um dos alunos para acompanhar um diferente profissional.

— Elena Castillo García - o professor anunciou, anotando minha presença para então dizer quem seria meu supervisor naquele dia. — Dra. Anne Rustings - anunciou, apontando com a ponta da caneta para mim e para ela, como se estivesse nos apresentando informalmente.

Assenti com a cabeça e deixei o grupo de alunos, seguindo a profissional pelo caminho indicado por ela. Contornamos a recepção e seguimos por um corredor à esquerda, para logo em seguida adentrar a primeira porta à direita. Era preciso admitir que estava bastante curiosa e ansiosa com o que estava por vir. Anne iria abrir mão de um pouco de suas tarefas para dividi-las comigo naquele dia, e meu desempenho era importante não apenas pela avaliação final da atividade, mas também para manter tudo funcionando dentro dos conformes.

— Elena, não é? - ela perguntou para ter certeza, recebendo minha confirmação. — Olha, lamento informar que eu não lido diretamente com os pacientes. Normalmente os alunos que ficam comigo detestam essa atividade - ela disse enquanto levava a mão ao trinco da porta, o que aumentou exponencialmente a minha ansiedade para saber o que teria do outro lado daquela divisória.

Era uma sala administrativa comum, bastante familiar com as que tínhamos na Amazon. Dois computadores e um balcão compunham a sala, mas o principal era a parede cheia de prateleiras, preenchidas por pastas.

— Esse setor se chama Arquivos de Fauno e eu sou a responsável por ele. O que fazemos aqui é cuidar dos prontuários de cada paciente e cuidar para que os ambulatórios recebam os prontuários certos - ela informou, enquanto meus olhos passavam pela parede, bastante surpresa com a quantidade de arquivos que havia ali. Se havia um para cada paciente, eram pelo menos mil que haviam ali.

— Sua tarefa hoje será ajudar a organizar os prontuários, para mantermos as informações de cada paciente arquivada e catalogada aqui - ela disse. O tom de sua voz parecia desanimado ou pouco confiante. Era, sim, uma tarefa delicada, trabalhosa e que exige atenção, o que os alunos não gostavam de fazer. Na primeira visita ao hospital, certamente preferem estar no centro da ação em algum ambulatório, no centro cirúrgico, ou até mesmo na pet shop, para ter contato com os mascotes que eram atendidos ali. Mas eu não me importava com aquela atividade, pois sabia que seria aprenderia ainda mais lendo os prontuários.

Anne continuou me explicando como funcionava a organização daquele setor, e seu tom de voz ia se tornando mais animado conforme percebia meu sincero interesse em conhecer mais sobre o setor e a forma como as coisas funcionavam ali. Os prontuários eram organizados de acordo com o nome do dono do mascote, seguido pelo nome e espécie do animal. Todos eram, também, cadastrados através do sistema do computador. E era através desse sistema que os prontuários eram localizados pelo seu número de identificação. Tal como em um sistema de biblioteca, bastava procurar pelo nome do dono ou do mascote para descobrir a localização do prontuário - guiando-se pelo número da prateleira é seguindo a ordem alfabética.

Todo começo de tarde e manhã, Anne recebia dos ambulatórios a solicitação de uma lista de prontuários dos pacientes que seriam atendidos, e ela era responsável por encaminhá-los corretamente e também recebê-los e guardá-los no fim de cada atendimento. Outras vezes alguns veterinários pediam o prontuário de um atendimento que não estava agendado ou que necessitava de alguma atualização. — Prontuário sai e prontuário volta - ela disse enfaticamente.

Naquela manhã, aprendi a fazer o cadastro de pacientes no sistema do Hospital de Fauno, guardei alguns prontuários que haviam sido devolvidos do Ambulatório A e também ajudei Anne a separar os prontuários para o turno seguinte. Envolvida naquelas atividades, nem percebi o momento em que o turno terminou e o professor passava pelas salas para dar a atividade como encerrada e falar com o profissional que havia supervisionado a tarefa.

— Obrigado, Elena. Aguarde lá fora com os seus colegas - ele disse, com uma planilha e caneta em mãos, para conversar com Anne sobre meu desempenho na atividade. Coisa que, infelizmente, eu só saberia no final do semestre como havia sido.





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Mensagem por Luna Minn em Sab Ago 25, 2018 9:16 pm

aulas
6º SEMESTRE

Conhecer uma área hospitalar era sempre animador para mim, especialmente sabendo que ali estaria o meu novo local de trabalho, junto com os diversos outros, fora o mundo todo. Ser curandeira e veterinária talvez não fosse uma ideia muito esperta, afinal, eu trabalharia com cura além do que eu já trabalho. Talvez algo relacionado à artes fosse mais divertido para mim naquele momento, fazia um bom tempo desde que deixei de desenhar flores para escrever prontuários e relatórios, e aquele simples fato me incomodava um pouco.

- Esse é Fauno, ou Pã para os gregos. Ele sempre estará aqui para recepcioná-los. - Nosso novo professor explica assim que pisamos na frente do Hospital do Fauno. Este deus em especial tinha uma história bastante bonita, mas ao mesmo tempo, extremamente triste. Como uma boa filha de Perséfone, eu ainda acreditava que era possível trazer a natureza de volta à vida, assim como eu estava fazendo com alguns semideuses que nos deixaram momentaneamente.

Os ambulatórios estavam movimentados o suficiente para que todos estivessem ocupados demais para se preocuparem com a nossa presença, portanto, passamos pela área de confusão um pouco mais rápido do que esperado, afinal, seria um incômodo enorme alguém ficar em cima enquanto as pessoas trabalhavam, seguindo imediatamente para a próxima parte do passeio.

Continuando com a visita guiada pelo professor Elliot, passamos por cada uma das áreas do tal hospital, apesar de a área cirúrgica ser muito interessante e diferente do que eu estava acostumada, era ainda, apenas uma área cirúrgica. No momento em que estávamos passando por aquela específica área, noto o método de aproximação e tranquilização usada por um veterinário que cuidava de um pégaso, usaria aquilo mais tarde, sem dúvidas.

Área de recreação me deixa especialmente animada, era tão fofo observar o instinto materno e a reação de cada um dos meus colegas diante tanta fofura que começo a rir e observar mais de pertinho no vidro que separava o corredor da área de descanso tanto das novas mamães, quanto dos novos animaizinhos que acabavam de nascer. Mas, o que eu estava realmente ansiosa para ver era o tão comentado pet shop, prática que experienciei algumas vezes em treinos instruídos pela própria rainha das Amazonas.

O aroma gostoso do perfume dos animais recém banhados preenchia todo o ambiente, trazendo uma sensação de conforto e animação entre todo o grupo. Com a permissão do professor, a turma toda se dividiu entre os animais para ajudar na limpeza, enfeite, brincadeiras, entre várias outras atividades que poderiam ser feitas ali, porém, como sempre, alguém tinha que terminar com a diversão, e daquela vez com o fim da aula não foi diferente. - Depois façam um pequeno relatório sobre o que viram aqui e pesquisem a história do hospital. - Com aquilo, o final da aula foi anunciado, e enfim, fomos liberados para seguir com nosso dia e nossos afazeres. A primeira coisa que eu faria era chegar em casa e escrever meu relatório, depois de claro, contar para as crianças e Isaac como foi.


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Mensagem por Luna Minn em Dom Ago 26, 2018 7:27 pm

helping
6º SEMESTRE

O dia tão esperado que ajudaríamos no mais novo hospital veterinário, o Hospital do Fauno finalmente havia chegado. Abri mão de todos os meus afazeres e adiantei muitas outras coisas dentro de casa e também no Hospital de Asclépio para estar ali naquele dia. Diferente dos meus colegas de classe, peguei o plantão da 3:00 da manhã. Elliot, nosso professor do semestre sabia da minha experiência com hospitais, prontuários e emergências, afinal, eu era responsável por um, portanto minha tarefa fora um pouco mais pesada do que a dos demais.

- Luna Minn? - Ouço alguém dizer da recepção e rapidamente minha atenção que antes estava focada em coelhinhos brincando animados dentro de uma gaiola, provavelmente consulta de rotina, se voltava para o médico veterinário que estava designado para me mostrar o que deveria fazer. - Você vai ficar na área de recreação. Temos uma cesariana para fazer hoje na madrugada e creio que você será essencial como ajudante cirúrgica. - A voz era firme, porém de certa forma acolhedora, ele parecia perfeito para acalmar animais que estavam passando por momentos de tensão.

- Me chamo Carl, aliás. - Dou um sorriso animada e ao mesmo tempo ansiosa para colocar a mão na massa. De todos os partos que eu já fiz, todos foram naturais, seria interessante assistir ao e assistir o momento da cesariana. - Então vou te acompanhar na sala de cirurgia, certo? Os materiais não são tão diferentes dos humanos, são? - Eu estava curiosa, isso é fato, mas estudara o que era o que dos instrumentos e apesar da curiosidade, também estava confiante. Durante todo o nosso caminho, Carl havia me explicado o processo de uma cesariana, quais instrumentos eu deveria dar em cada situação e também, como eu deveria me comportar dentro da sala, as precauções de higiene e conforto para o animal. Basicamente, tudo o que eu estava acostumada a fazer no Hospital de Asclépio, só que com animais.

Após me trocar, vestir as roupas adequadas, higienizar as mãos, vestir luvas cirúrgicas e todo o resto do equipamento de proteção e higiene, sou chamada para dentro da sala. Em uma equipe de duas pessoas que deveriam ficar dentro da sala junto com o médico cirurgião, ouvimos todas as coisas que poderiam acontecer durante aquela cirurgia, que era de risco já que o potro estava com o cordão umbilical enrolado no pescoço, algo comum de se acontecer, mas infelizmente, extremamente perigoso para o animal.

O que mais me espantou: a cirurgia seria em um cavalo imenso. Os equipamentos enormes mantinham o cavalo que agora estava dopado e devidamente posicionado. Me familiarizo com o ambiente e então olho no relógio, tínhamos trinta minutos antes de o efeito da anestesia passar, o que era pouquíssimo tempo, mas considerando que doses mais altas poderiam ser vitais à égua, o melhor era agir mesmo rápido. Começo a rezar mentalmente para Asclépio, precisava pedir por sua ajuda para não me confundir na hora de entregar um equipamento errado em momentos críticos.

E então, a loucura começa. Eu havia estudado sobre aquilo, mas nunca havia presenciado, então, aquele era o único motivo por eu estar tão nervosa. Sigo cada uma das instruções no momento que me era requisitado, enquanto isso, o meu colega auxiliar cuidava dos preparativos para o filhote. Vez ou outra coloco a mão em um instrumento que não é o que me foi pedido, mas rapidamente encontro o correto, entregando-o nas mãos já manchadas de sangue do veterinário. Meus olhos curiosos acompanhavam os passos, era interessante ver as camadas de pele cortadas, era interessante ver o filhote de movendo na placenta ainda não cortada, e então, o potro finalmente nasce e é desligado da mãe, não consigo não sorrir por baixo da máscara, afinal eu compreendia como aquele momento era importante.

Meu colega pega o animal, provavelmente já acostumado com a parte pós parto, e então, o processo de cicatrização começa. Diferente das cesarianas normais, a feita por semideuses não era feita sem o uso de magia alguma. Ajudo o médico a segurar a barriga fechada para que ambas as partes ficassem juntas o suficiente para o processo de reconstrução de tecido seja mais fácil e rápida. Em poucos minutos o ferimento aberto já não existia mais além do simples e fino corte rosado sobre o couro de pêlo raspado. - Como está o potro? - Carl pergunta ao outro auxiliar que cuidava do animal recém nascido com um banho de banheira rápido, apenas se livrando do excesso de sangue e então, o enrolava em uma toalha, secando-o. De longe eu via o cordão umbilical praticamente em momento de cair, eles eram realmente muito bons, um dia, eu queria ser igual ou quem sabe, melhor.

- Tudo bem com ele, vou levá-lo para o berçário e chamarei a equipe pós-operatória. - O jovem fala se retirando da sala com o potro no colo, ele parecia estar totalmente confortável mesmo com aquele peso todo, me deixando bastante surpreendida. - Luna, se puder ir limpando os materiais que usamos, já vai ser de grande ajuda. - E então, me retiro da sala levando comigo uma bandeja cheia de instrumentos de metal cirúrgico cobertos por sangue do animal. Parando na pia de preparação logo ao lado e iniciando a limpeza cuidadosa e detalhista, usando e abusando do meu poder de higienização para cada uma das peças, afinal, seriam utilizadas outra vez com outro animal.

Aproveito para também jogar fora todo e qualquer vestuário de proteção e higiene que utilizei anteriormente. Quanto aos equipamentos, como de costume, foram colocados na higienizadora, e aquilo que não dava para ser utilizado mais, fora jogado fora no lixo hospitalar. - Está liberada, obrigado pela ajuda, Minn. - Carl já também livre de qualquer coisa que estivesse relacionado à cirurgia agora aparecia pela porta e imediatamente depois, desaparecia. Para ser sincera eu estava satisfeita e muito feliz com o que eu havia visto e feito, me sentia contente que pude acompanhar tão de perto à uma cesariana equina. Deixo o hospital com um sorriso no rosto, mal podia esperar para fazer o meu relatório e contar para os meus colegas e meu professor sobre a minha experiência, e claro, queria contar o quanto antes para Isaac e meu filhos como o potro era fofo.


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Mensagem por Emmanuelle S. H. Henz em Dom Out 13, 2019 12:36 pm




Molly
Companheiras de alma

O humor de Molly não estava dos melhores. Ela sabia que precisava ficar mais forte para se equiparar as criaturas que ultimamente residiam em Nova Roma e com a tecnologia avançada disponibilizada na Fantastic Beast’s, a loba ficava cada vez mais para trás.

Manu tinha ido à loja junto a companheira para selecionarem os itens que lhe dariam habilidades extras para garantir sua segurança, mas Molly não gostara da parte do plano em que teria de passar por uma “operação”. Não passava de um implante e poderia ter sido feito em casa com os cuidados certos, mas Manu sempre fora cautelosa e Molly, como sua companheira de alma não poderia ser exposta a tal risco.

Fora por isso que a garota decidira que levaria o animal ao veterinário pela manhã, com os itens necessários para fazer mudanças drásticas em seu corpo, tornando-a mais resistente, veloz e poderosa do que já era.

— Não me olhe assim, já conversamos sobre isso — Manu resmungou ao perceber a careta raivosa de Molly em sua direção.

“Esse lugar fede” — A loba reclamou.

— Eu sei, cheiro de hospital não foi feito para ser agradável — Devolveu ela.

Molly resmungou alguma coisa e teria completado seu pensamento mal-educado se seu nome não tivesse sido chamado naquele momento. As duas foram encaminhadas a uma das salas fechadas no consultório, onde Molly foi erguida sobre uma maca para passar pelo exame inicial enquanto Manu explicava a jovem doutora o que queriam. Elas fariam o implante de duas joias no corpo da loba, e Molly iria beber de duas poções, o que a deixaria em observação por pelo menos uma hora para ver se o efeito não seria reverso em seu organismo.

— Me informaram de que não era perigoso e o procedimento era simples — A filha de Poseidon completou. — Mas fiquei receosa de fazer sozinha em casa — Explicou rapidamente, entregando a veterinária a sacola com os itens mágicos.

— Cuidado nunca é demais quando estamos lidando com a vida — A garota que examinava Molly comentou, fazendo Manu assentir de maneira sorridente antes de se afastar para observar.

O procedimento não durou mais do que 20 minutos. A doutora fez com que Molly bebesse dos líquidos mágicos e deixou que ela descansasse por um tempo enquanto trocava breves informações com Emmanuelle, que aguardava paciente a garota terminar. Molly então foi deitada de lado e examinada mais uma vez antes de ter as joias implantadas sobre seu corpo, uma sobre o peito e a outra sobre a pata esquerda. A doutora garantiu que ambas não trariam desconforto a mascote, mas Manu ficou encarando a loba aguardando sua própria confirmação antes de confiar no que a veterinária dissera. Molly o fez de bom grado e um sorriso nasceu nos lábios da morena.

— Agora é só aguardar, pode leva-la para casa e a deixe por perto, se perceber qualquer mudança a traga imediatamente que verei o que posso fazer — A mais velha assentiu rapidamente antes de apertar a mão da doutora e ajudar Molly a descer da maca antes de saírem dali.

Itens a serem retirados da mochila, utilizados nessa postagem e que se tornaram habilidades:

Gelado – Frasco com poção azulada, é possível observar que seu interior pequenas bolhas se formando. Tal poção torna suscetível ao mascote receber poderes referentes ao elemento água, ou ao elemento gelo (optativo), ou seja, ao dar essa poção ao mascote, ele se torna 70% mais resistente ao elemento, além de poder produzi-lo. O mascote que beber essa poção ganhara +5 poderes relacionados ao elemento, entre o nível 11 e o nível 15. Tais poderes serão criados pelo player a quem o mascote pertence, devem seguir as regras de criação do mascote do fórum e serão acrescentados apenas ao seu mascote, no campo de descrição. Essa poção não funciona em mascotes com o elemento oposto. (É necessário realizar uma postagem descrevendo as mudanças do mascote depois do uso dessa poção, o uso incorreto dessa poção, pode fazer com que o mascote perca um nível de lealde, tornando-o mais esquivo e desconfiado. A poção pode provocar dor).

• Poção do crescimento [Líquido arroxeado preso a um frasco de cristal transparente com quantidade suficiente para uma única dose. | Efeitos: A mascote que beber dessa poção ganhara a habilidade de expandir o corpo, tornando-se uma mascote de montaria, independente de seu tamanho original. | Uso único, some após ser ingerido. | Comprado no Fantastic Beasts] – A mascote que beber essa poção não poderá utilizar a poção reversa, ou seja, a de encolhimento.

• Joia Defensora [ Uma pedra triangular e esverdeada, que deve ser implantada ao peito da criatura. |Efeito: Concede a mascote a habilidade de criar escudos protetores em volta de si e expandi-los pelo campo a sua volta, protegendo todos que estiverem dentro deste (limite de 5 metros a partir do centro). O escudo tem resistência a ataques físicos, e tem resistência beta. Gasta 50 MP para ativação + 10 MP por turno para manter o mesmo. | Se a joia for destruída, o efeito é automaticamente cortado | Esmeralda | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado no Fantastic Beasts]

• Joia Bestial [ Uma pedra amarela que deve ser implantada na pata esquerda da criatura. |Efeito: Aumenta a resistência física do mascote em 30%. | Citrino | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado no Fantastic Beasts]
Kyra



Emmanuelle Sophie Hayes Henz
She smiles and the world changes color
Emmanuelle S. H. Henz
Emmanuelle S. H. Henz
Filhos de Poseidon
Idade : 24
Localização : Seguindo em frente..

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