The Blood of Olympus
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Salve Pomona One Post para Dusk

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Salve Pomona One Post para Dusk

Mensagem por Vênus em Ter Set 08, 2015 10:36 am


Salve Pomona

Pomona por vezes é uma deusa muito distraída, perde as coisas fácil, deixa outras para trás, dessa vez não seria diferente. Em uma pequena ilha no mar de monstros existe um jardim, feito pelas mãos da deusa é um dos mais belos recantos presentes no mundo. Tal local é guardado por um dragão de aparência mediana, o qual não deixa nenhum mortal, monstro ou semideus se aproximar. Isso se deve ao fato do jardim conter uma pequena arvore com o fruto da vida, uma romã pequena que concede imortalidade aqueles que degustarem dela, dessa forma deve ser guardada a sete chaves. Porem em uma brincadeira de muito mal gosto Hecate enfeitiçou o dragão, fazendo com que este se voltasse contra sua dona. Pomona chamou ajuda, pediu as Hespérides um jovem herói para que derrotasse e trouxesse seu dragão a tona, visto que já tinha tentando de tudo para conseguir resguarda-lo, mas simplesmente não conseguia, e agora também encontrava-se presa em uma caverna, onde a fera não saia da entrada impedindo a deusa de se locomover. Sendo acalmadores de feras e protetores da ordem natural, é dever dos guardiões salvar Pomona. Prowler foi encarregado da tarefa, devendo viajar pelo mar proibido, derrotar o dragão, e resgatar a deusa.

Instruções e Regras:

*Mínimo de 40 linhas e sabemos que pode fazer mais do que isso.

*Você tem 21 dias a partir da data de hoje (25/07/2018), caso não cumpra o prazo sem aviso prévio a missão será cancelada.

*Narre desde o inicio, como acordou o que houve como recebeu a missão, toda criatividade vem de você.

*Sua missão é simples, vá até o mar de monstros na ilha de Pomona, encontre uma maneira de chegar até lá, derrote o dragão, mas sem mata-lo, deve achar uma maneira de quebrar o feitiço de Hecate, salve a deusa e retorne ao acampamento.

*Deve enfrentar no mínimo 2 monstros antes de chegar a ilha de Pomona.

*Leve quantas armas quiser, seja criativo, pode criar NPC’s.

*Duvidas MP.

*Boa Sorte



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Re: Salve Pomona One Post para Dusk

Mensagem por Juno em Ter Jan 02, 2018 12:01 pm

Missão cancelada

• Pelo cancelamento, Dusk perde 30 pontos na barra de conduta e fica impossibilitado de pedir missões por um mês.

• Movido para reciclagem



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Re: Salve Pomona One Post para Dusk

Mensagem por Prowler em Qui Jul 12, 2018 7:57 pm


Pomona in danger, Save the Goddess
The trick of Trivia, the enchantment of the dragon
Suspiramos fortes, aliviados. Nossas roupas sujas e encharcadas de suor, além de esfoliações em alguns de nós, demonstravam o terrível embate que havíamos finalizado. Downey era um dos que mais precisava de descanso. Após cair no olhar do vácuo do oponente, ele mal conseguia respirar, relembrando as visões do inferno que o inimigo o fez passar. Na verdade não imaginei que enfrentar um andarilho da noite fosse uma tarefa tão complicada. Como defensores das fronteiras entre os mundos, assim que soubemos que uma criatura conseguiu escapar das terras inferiores, as Hespérides convocaram um pequeno grupo de guardiões para levar o oponente de volta as suas origens.

— Tivemos sorte de apenas um ter conseguido escapar. — bufou Brad, um dos guardiões mais experientes de todo o grupo. Em tese, ele seria o líder daquele esquadrão de quatro semideuses. — Esses monstros são muito poderosos. Que bom que tínhamos Prowler ao nosso lado. — colocou, assentando-se sobre uma rocha. Meu companheiro sabia que em uma floresta, como era o caso do Parque Nacional Everglades, uma prole de Ceres daria vantagem naquele terreno.

— Apenas fiz a minha parte, como todos vocês. — disse, ajeitando meus itens ao corpo.

— Sim, você fez. Mas devo admitir que ultimamente os guardiões tem falado muito bem sobre você, semideus. Quem sabe esteja destinado a feitos maiores em nossa vigília. — complementou Seahard, prole de Arcus, ao tempo que ajeitava as costas de Downey sobre uma árvore, permitindo que descansasse.

— Seahard, contate lady Héspera e informe sobre nossa posição.— pediu o mais velho dentre meus colegas. — O Sol já nasceu e eu conheço um ótimo restaurante em Miami para tomarmos café da manhã. Daqui para lá gastaremos uma hora. — comentou sorridente, imaginando as delícias produzidas no mundo mortal.

Sem demora, o filho do Arcus tratou de criar um pequeno arco-íris à sua frente utilizando de sua energia e logo pediu para que sua mãe o colocasse em contato com nossas mentoras. Assim sendo, comunicamos nosso estado e o sucesso em nossa missão, o que infelizmente não terminava nossos serviços por ali.

— Parabenizo a todos pelo sucesso, ultimamente as fronteiras deste mundo tem sido mais violadas que de costume. — iniciou Héspera, com sua imagem falhar vez ou outra. — Entretanto temos mais dois problemas que precisam da nossa atenção urgentemente. — disse a rainha das Hespérides.

— Em que podemos ser útil, minha senhora? — indaguei, tomando voz entre o grupo.

— O primeiro problema está em Naples, perto de onde estão. Necessitamos reforços para outro grupo de guardiões, o esquadrão está enfrentando uma praga de basílicos nas localidades. Ao chegar lá eles passarão todas as informações necessárias, mas adianto que a situação é crítica e há muitos feridos por lá. — colocou a senhora do crepúsculo.

— Tenho experiência em lutar contra esses répteis malditos, avise-os que chegarei até o amanhecer. Seahard irá comigo, isso facilitará nossa comunicação. — pôs Brad, tomando conta da primeira tarefa.

— Sendo assim, Prowler e Downey serão responsáveis por salvar Pomona. Ela está em sua ilha, no mar de monstros, e é muito importante que vão imediatamente até lá. — ordenou a senhora das Hespérides. — Até onde ela nos falou, seu dragão foi encantado, provavelmente por Trívia. A besta era responsável por guardar uma romãzeira, que semelhante a nossos pomos, concede vida eterna aos que comerem o fruto dela. Agora a fera está tentando atacar Pomona, que permanece escondida em uma caverna. Precisamos retomar a consciência da criatura sem matá-lo e também salvar a deusa dos pomares. — adicionou.

— Sem o dragão para proteger o fruto, qualquer que queira comê-lo teria o momento oportúno. — disse, ciente daquela situação. — Porém acredito que Downey não está em condições de batalha, minha lady. A mente dele ainda se recupera do olhar do andarilho, fora os diversos danos causados em seu corpo. — expliquei, ao tempo que todos olhávamos para o semideus descansando ao pé de um carvalho.

— Isto é um mal sinal. Conseguimos uma embarcação de um antigo guardião que faz viagens perto do mar de monstros. Ele iria levá-los até perto e concederia um bote para que pudessem seguir viagem. Mas ele sairá de Miami ainda hoje, não conseguiremos trazer ninguém tão rápido para a cidade. — falou a moça vespertina, preocupada com a situação.

— Se me permite, minha senhora, deixe Prowler tomar conta da situação sozinho. — tomou voz Brad, como alguém com tempo suficiente no grupo para tal. — Se bem me lembro, a árvore que possui tal romã fica em um jardim, cultivado pela própria Pomona. Fora isto, toda ilha é um recinto totalmente florestal, ninguém melhor que ele para um ambiente deste tipo. — finalizou.

— Se for de vossa vontade, lady Héspera, posso fazer isto. Tive minha experiência com um dragão verde recentemente. Mesmo que ele tenha me dado uma pedra alegando ser um ovo e me ludibriado, consegui competir de igual para igual com ele. — relembrei, trazendo à memória minha batalha contra Green Oak.

— Sim, eu tenho ciência disto. — falou, suspirando forte por um momento. — Tudo bem, faremos como sugerem. Eu permitiria que outro fosse com você, mas os semideuses que estão em Naples estão indefesos. Brad, leve Downey contigo, enviarei alguns guardiões filhos de Febo para a região. Deve ser o suficiente para tratar os feridos. — ordenou, com todos nós a acenarmos positivamente. — Já você, Prowler. Deve ir até a cidade de Miami, especificamente no porto. Procure pelo capitão Edgar Rashford, ele saberá o que fazer. — finalizou, desejando boa sorte a todos e se despedindo.

Fazia mais de um ano que eu havia sido contemplado com o cargo de guardião, desde o início sempre fui colocado como um prodígio. Embora fosse bom ao meu ego, eu sabia que as Hespérides esperavam sempre que eu desse conta do recado e eu com certeza não as desapontaria. Partindo daquela reserva, me dirigi até o porto de Miami, em mais ou menos duas horas de caminhada. Eu deveria falar que ainda estava desgastado da batalha contra o andarilho, mais ainda após aquele longo trajeto a pé, porém me restava forças suficientes para realizar qualquer mandado.

Assim que cheguei aos portos, tratei de me informar com alguns trabalhadores do cais onde eu poderia encontrar o citado capitão. Eles me passaram que ele seria o responsável por um navio cruzeiro, que zarparia algumas horas mais tarde. Me dirigindo até a comitiva que entraria na embarcação, me deparava com o nome do trans-atlântico, S.S. Golden Apple, o que claramente soava como uma referência ao grupo que eu participava. O navio era enorme e possuía diversos compartimentos, muito mais parecendo um bairro que algo do tipo. Para alguém criado em um bosque como eu, a visão daquela estrutura metálica era realmente absurda. Imaginava surpreso quantos caberiam ali, fora trabalhadores e lojas que poderiam haver dentro dele.

— É lindo não é? — questionou-me um homem, em meio à multidão, percebendo meu deslumbre ao ver aquele cruzeiro.

— É magnífico. — coloquei simplesmente, continuando a olhar a estrutura daquele objeto gigantesco.

— Primeira vez em um trans-atlântico? — indagou-me novamente.

— Sim, minha primeira vez. — respondi, voltando o olhar mais atentamente ao estranho. Ele deveria ter seus cinquenta anos de idade, com alguns fios brancos a contrastarem seus cabelos negros. Segurando uma bengala, ele vestia um uniforme de marinheiro, com algumas estrelas ao peito esquerdo. — Aliás, sabe onde posso encontrar o capitão Edgar Rashford? — perguntei, imaginando que ele deveria ter ideia de quem era.

— Está falando com ele, guardião. — falou, com um enorme sorriso ao rosto. — Reconheceria essa mochila em qualquer lugar do mundo. Afinal, durante muitos anos foi-me um item inesperável. — adicionou, apontando para minha bolsa, presente de minhas mentoras. — Assim que eu a vi, no meio de tanta gente, sabia que era um de meus companheiros. Vamos, entre. Temos muito a conversar. — pediu-me, me levando até as escadas e liberando minha entrada para seus subordinados.

Edgar mancava um pouco, embora não fosse algo tao perceptível a uma primeira vista. Até chegar em meus aposentos, ele revelava ser filho de Netuno e um antigo legionário da primeira coorte. Segundo Rashford, durante seus anos como guardião, ele enfrentou perigos surreais e que o fizeram ganhar o respeito de nossas mentoras. Porém, certa vez, durante uma batalha contra alguns Equicephs, ele teve seu peito penetrado por uma lança e por pouco não faleceu imediatamente. Sem tempo para que um curandeiro de Esculápio chegasse, uma prole de Vulcano fez um coração mecânico paliativo e transplantou em Rashford. O que ninguém esperava era que o item robótico se aliasse totalmente ao corpo do semideus, antes de fazerem um novo coração que atendesse totalmente a demanda normal. Se tentassem retirar aquele órgão genérico matariam ao guerreiro imediatamente, ao menos foi o que ele me contou. Desde então, o antigo guardião ficou impossibilitado de lutar e sofrer fortes emoções, assumindo os negócios turísticos da família e fazendo favores para as Hespérides sempre que elas necessitavam.

No fim das contas a história de Edgar acabou tendo um final feliz. Muitos guardiões faleciam no decorrer de nossa vigília, sem a chance de montar uma família ou desfrutar de outros prazeres da vida. E embora desde cedo eu acreditasse que esse seria meu destino, ter conhecido Louise me fez refletir sobre se um dia seria necessário morrer em combate. Não que eu falhasse com meu dever ou colocasse-o abaixo de minha amada, mas por hora eu imaginava se eu não poderia conciliar os dois sem muitos problemas.

O restante do dia foi agradável. Me alimentei bem e pude ter um excelente descanso, o que me deu tempo de ajeitar meus itens precisamente. Uma boa noite de sono, adicionado à frutas e verduras frescas repuseram minhas energias daquele fatídico trabalho. Já sobre o mar, pude confraternizar um pouco mais com Edgar, que me contou inúmeras histórias de seu tempo como guardião, além de me passar coordenadas e informações de minha missão. Entretanto, como toda calmaria na vida de um semideus, era chegado o momento da tormenta e eu esperava estar pronto para ela. Um dia de viagem foi o necessário para que o S.S. Golden Apple se aproximasse do triângulo das bermudas, onde eu enfrentaria meu destino mais uma vez.

— O bote está preparado no convés. A gasolina no motor deve ser o suficiente para que chegue na ilha de Pomona. — alertou-me, após ter me instruído basicamente sobre como navegar aquele bote motorizado.

— Não tenho palavras para agradecer seus serviços, Edgar. — coloquei, com todas minhas armas em posição.

— Diga a Héspera que eu continuo sendo um bom servo de nossa causa. — falou, apertando minha mão e dando-me um abraço. — Lembre-se, não haverá como resgatá-lo ou retornar para buscar-te. Assim que entrar no mar de monstros estará por conta própria. Desejo-lhe boa sorte! — exclamou uma última vez, instruindo a seus serviçais para liberarem a pequena embarcação.

Já na canoa, segui meu rumo, ligando o motor como instruído e partindo pelo alto mar, vendo nitidamente Rashford desejar estar em minha pele, ao olhar minha despedida no convés. Para alguém que passou tantos anos servindo às Hespérides, eu imaginava o quanto ele gostaria de reencontrar aquele caminho, até mesmo pelo jeito de relembrar suas memórias. De qualquer maneira, eu estava o representando e faria de tudo para que sua ajuda valesse a pena.

Após velejar por mar adentro, percebia uma certa aura a cercar aquelas águas. Claro que um lugar conhecido como mar de monstros me reservariam surpresas hora ou outra. Como um defensor da ordem e das fronteiras, tentei ao menos ficar atento e me manter preparado a qualquer empecilho futuro. Poucas horas passadas, eu percebia que a gasolina do motor já estaria em sua metade, o que significava que eu deveria estar perto de meu ponto alvo, segundo as dicas de Edgar. Foi neste exato momento que eu percebi o quão perigoso era para um semideus estar presente ali.

As águas, antes calmas e serenas, começaram a movimentar-se mais forte, gradativamente. Não havia de ser uma tempestade, visto que aquela manhã possuía um céu claro e limpo. Os círculos no mar logo começaram a se tornar um redemoinho, me fazendo perder o controle total de minha embarcação. Olhei para o centro do círculo e percebi que dentes se erguiam por entre a água. Eu já havia ouvido história daquele ser, Caríbdis. Não seria uma criatura com a qual eu conseguiria conversar, muito menos lutar. A fera estava em seus domínios e era conhecida por devorar qualquer estranho que ousasse adentrar seu reino. Para minha sorte, eu era um guardião e estava preparado para aquela situação. Respirei forte, antes de erguer voo como um falcão peregrino. Dos céus eu vi a criatura engolir aquela embarcação, imaginando por um instante que se eu não tivesse aquela habilidade, provavelmente morreria sem poder sequer brigar.

Nos ares, voei por poucos minutos antes de avistar duas ilhas, ambas semelhante ao que me falaram sobre as terras de Pomona. Segundo as coordenadas passadas por Rashford, seria realmente por ali que eu encontraria meu destino. Se por um acaso eu caísse na ilha de Circe, esperava que falar o nome de Louise me protegesse de ser transformando em um porquinho da índia. Pousando sobre a terra, voltei a minha transformação em homem e coloquei meus itens em posição de batalha. A andada da praia até o adentrar da floresta não demorou muito, no fim aquela região não era tão grande. Graças a minha comunicação vegetal, obtive informação das árvores sobre como chegar ao jardim da deusa romana dos pomares. Sempre muito prestativas com minha ascendência, as plantas do lugar me indicavam o trajeto na outra ilha, sendo aquele recinto apenas uma terra subjacente a ela. Para minha surpresa, entretanto, não haviam apenas vegetação naquele lugar.

Aproveitando uma pequena nascente de água, ajoelhei-me para bebê-la, antes de seguir a viagem para a próxima ilha. Nesse momento então, vi duas figuras gigantes saindo de detrás da mata. Meu escudo foi imediatamente ativado em meu pulso esquerdo, ao tempo que em um reflexo o ergui contra as feras, antes de ser chutado por um deles. Embora o golpe tivesse atingido meu broquel, a força foi suficiente para me erguer do chão e me fazer cair um metro atrás, já que o inimigo pegou impulso para fazer isto. Dando uma cambalhota, me ergui, já com meu bastão em posição de combate. Ao observar o que estaria enfrentando, percebo duas criaturas tipicamente peculiares: lestrigões, armados com suas clavas. Eles deveriam ter mais ou menos cerca de dois metros de altura e como normal das espécies, eram bastante musculosos.

— Sou Prowler, guardião das Hespérides. Sugiro que voltem de onde vieram, do contrário serei obrigado a fazê-los recuar. — orientei, imaginando que a ofensiva dos oponentes seria um prelúdio de suas intenções.

— Eu não sei o que é um Prowler, mas sei que é um semideus, sinto seu cheiro de longe. — murmurou a criatura, demonstrando sua pouca capacidade de inteligência. — Faz muito tempo que não vemos um por estas bandas. Será o nosso almoço. — bradou, vindo em minha direção.

Eu não poderia esperar menos, tendo em vista o primeiro movimento dos oponentes. O aviso havia sido dado e mesmo que evitasse travar lutas desnecessariamente, aquela seria uma batalha que eles me fariam ter. Os inimigos tentaram me atingir com suas armas de madeira, me fazendo recuar e executar acrobacias defensivas. Graças ao meu corpo acrobático e meu treinamento em saltos, eu esquivava com êxito dos ataques das feras, ainda auxiliado pelo ambiente, que fortalecia minhas capacidades físicas.

Sabendo que não deveria demorar por ali, tratei de partir para a ofensiva o quanto antes. Percebendo um ataque vindo de cima para baixo de uma das criaturas, joguei o corpo para o lado, golpeando-o no rosto em um contra-ataque preciso. Atordoado, percebi o primeiro oponente recuar, ao tempo que em um chute giratório eu acertava as costelas do segundo. Percebendo não ter tanta efetividade, aproveitei o impulso para golpear o mesmo com meu bastão em seu queixo. Em mais ira ainda, os inimigos voltaram a tentar acertar-me com suas clavas, sendo necessário eu bloquear os ataques com meu escudo em diversos momentos, forçando meus joelhos para não sucumbir a força dos impactos. Os movimentos das bestas logo se mostraram sistemáticos e repetidos, me dando ainda mais vantagem no combate. Rolando na grama, entre os dois, golpeei a ambos com meu bastão. O seguinte ataque consistiu em mais ataques com minha arma, lesando inicialmente suas faces e depois seus abdomens. O xeque-mate veio com um giro duplo no ar, com o bastão atingindo duas vezes as mandíbulas dos lestrigões e os jogando no chão, inconscientes.

Terminado aquele embate, deixei-os vivos, já que não haveria necessidade de destruí-los. Sem mais pestanejar, tomei meu rumo, indo em direção à ilha de Pomona. Chegando ao outro lado da praia, percebi que o outro montante de terra encontrava-se a uns cem metros de distância, sendo assim, apenas tratei de nadar aquele pequeno espaço e logo retomar ao solo, já na seguinte ilhota. A partir de ali, eu deveria ter cuidado totalmente, visto que os perigos de outrora seriam nada, se comparado as habilidades destrutivas de um dragão.

Assim como anteriormente, a vegetação, também vasta por ali, me guiou por um trajeto simples, me confirmando que ali se encontraria o jardim da deusa citada. Ciente do que deveria fazer, fui sorrateiro, me esgueirando-me por entre a mata, esperando que o draconiano não me avistasse de supetão. Para facilitar isto, disfarcei meu cheiro de semideus com minhas habilidades divinas e logo continuei minha caminhada, rumo ao jardim. A vista da romãzeira era celestial, eu deveria admitir. Na verdade, todo o jardim, repleto de flores e tomates, parecia uma canção divina. Embora eu soubesse o poder que aquela fruta poderia ter, me detive a questionar onde estaria a fera protetora dele. Foi neste momento que um rugido ecoou por todo o ambiente. Avistando uma caverna mais a frente, vi o erguer aos céus da criatura reptiliana.

Voando sobre os jardins, o dragão protetor daquelas plantações me avistou em campo e logo partiu em minha direção. De alguma maneira, seu subconsciente ainda parecia ter obrigações com a fruta sagrada, visto que ele não me lançou fogo de cima, para não atingir o vegetal. Ainda assim, logo que desceu, a criatura se pôs a frente do romã e em um rugido, cuspiu seu jato de chamas contra mim. Nada pude fazer, se não criar uma barreira mágica ao meu redor, que defendeu-me do sopro do oponente.

Seria uma tarefa complicada. Eu deveria vencer a fera, sem matá-lo e ainda zelar pelo patrimônio da deusa, que deveria estar escondida por ali. Diferente de Green Oak, que lançava veneno, aquele ser disparava fogo, cujo minha resistência era menor. Sem tempo para planejar algo efetivo, a besta logo correu em minha direção e quebrando minha barreira, me estapeou com violência. Pondo meu escudo à minha frente, diminuí o impacto do golpe, o que ainda foi suficiente para me jogar longe ao chão. Puxando o ar novamente, o draconiano cuspiu novamente seu fogo contra mim, ao tempo que rolei com uma acrobacia para o lado, tentando escapar das labaredas, mas ainda sendo pego parcialmente em uma parte do ombro e das costas.

Iniciando uma canção, tinha como propósito diminuir a movimentação da criatura, assim que ela a ouvisse. Dado à distância e minhas habilidades naturais, que fortaleciam meu poder, o dragão logo perdia boa parte de seus movimentos, ficando com bastante dificuldades de se locomover. Logo, aproveitando-me dessa situação, fiz brotar do chão raízes imensas e grossas, que se enrolaram no oponente e começaram a apertá-lo. Aproximando-me então, lancei três golpes com meu bastão em sua face, utilizando toda minha força, na expectativa que ele recobrasse sua consciência. Entretanto isso apenas irou ainda mais o monstro, que buscou força dentro de si e rompeu as raízes com brutalidade. Livre dos efeitos das canções e de minha prisão, a fera mais uma vez tentou esbofetear-me, desta vez comigo saltando para trás e fugindo da ofensiva. Com agilidade, o draconiano virou seu corpo rápido e com sua cauda conseguiu me atingir, me jogando contra a romãzeira e quase me deixando inconsciente.

Graças onde eu havia caído, esperava que o inimigo não cuspisse suas chamas em mim. Mas isso não impediu o mesmo de vir em minha direção e tentar abocanhar-me de uma vez. Com a visão turva e ainda com o corpo debilitado, pensei rápido e fiz esporos saírem do meu dorso, formando uma coloração roxa no ambiente. Tais esporos, invadiram o boca do dragão antes que ele me devorasse, fazendo-o tossir desesperadamente e frear sua ofensiva. Com o inimigo tão perto de mim e o vento ao meu favor, eu sabia que aquelas pequenas unidades que saíam de meu corpo iriam parar no organismo do dragão. O que ele não antecipou foi que tais esporos o fariam pegar no sono assim que começassem a fazer efeito. Com a criatura adormecida, a deusa dos Pomares saiu de seu refúgio e veio em minha direção. Percebia quem ela era pelas vestes e pelo símbolo dos pomares estampado sobre a toga.

— Você o matou? — questionou Pomona, aproximando-se de mim.

— Apenas adormecido, mas não irá durar muito. — respondi, ajeitando o corpo e me levantando. — Sou Prowler, filho de Ceres e guardião das Hespérides. Vim atender seu pedido de resgate. — apresentei-me, já em pé, mas com o corpo bastante lesado.

— Aproveite esse momento para retirar o anel da cauda dele. — pediu-me a divina. Com precisa e agilidade, tratei de fazer, entregando o grande item à própria deusa. — Trívia colocou quando ele estava adormecido e isso o fez ficar ensandecido, uma brincadeira de muito mal gosto, aliás. Sem ele, meu dragão deve voltar a normalidade. — explicou-me.

Com o draconiano a abrir os olhos, tomei uma posição defensiva, ao tempo que não imaginava se realmente havia sido aquilo o motivo de sua loucura. Mas assim que viu sua senhora, o ser reverenciou-a e demonstrou estar em sua normalidade. Com meu objetivo realizado, descansei um pouco naquele recinto, com Pomona a me trazer alguns tomates, cultivados por ela mesma. Explicando a situação para seu servo, após me servir, a deusa romana pediu que a criatura voasse comigo até o continente, onde deveria me deixar em um lugar seguro, enquanto ela mesma comunicaria as Hespérides sobre meu desempenho e a situação.

Ser um guardião exigia muito de mim, mas isso era algo que eu gostava. Porém sabendo da história de Edgar, comecei a imaginar o dia em que não teria condições de erguer meu bastão novamente. Bem, seria uma reflexão para outro dia, depois de todas aquelas missões seguidas, por uma primeira vez na vida eu realmente desejei um bom descanso.

Poderes:
Passivos:
Comunicação Vegetal
Descrição: Por ser filho da deusa da Agricultura e plantas, você consegue conversar com as plantas, arvores, e com qualquer vegetação da floresta mentalmente, sendo muito útil em coleta de informações e coisas do tipo. Essa habilidade consiste em fazer com que o filho de Deméter possa se comunicar com espíritos arbóreos mentalmente, podendo pedir informações sobre algo que passou por ali, ou qualquer outro tipo, responderão com vontade e felicidade, pois saberá que estará ajudando o filho da deusa da natureza e agricultura.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Descendente da Natureza III
Descrição: Ao estar em um ambiente onde a natureza prevalece, tais como campos, fazendas, florestas, pântanos... O filho de Deméter/Ceres se sentirá mais confortável e seguro de si, tendo mais domínio de seu próprio corpo. Isso acontece, pois, os atributos corporais em ambientes naturais tornam-se melhores.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de velocidade, força e agilidade
Dano: +15% de dano em golpes físicos

Corpo acrobático II
Descrição: As Hespérides fazem a dança das horas, no caso modificando o tempo de estadia solar de acordo com as estações. Pelos longos treinamentos e graça natural de seus corpos, os guardiões são capazes de realizar acrobacias com grande esmero, tendo mais chances de desviar através de esquivas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de chance de esquivar-se de um ataque.
Dano: Nenhum

Contra-ataque II
Descrição: Um bom guardião não é aquele que possui apenas poderosos ataques, já que quase sempre quando se protege algo, é atacado primeiro. Aperfeiçoando suas técnicas, desenvolveram uma brutal capacidade de contra-atacar. Ao fazerem tal ato, os danos de seus ataques são melhorados, assim como sua velocidade e capacidade de movimentar o corpo agilmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 30% em velocidade e destreza ao realizar um contra-ataque.
Dano: 30% dano extra caso o contra-ataque seja efetivo.
Extra: Os bônus só funcionam em ações de contra-ataque.

Perícia com escudos II
Descrição: Uma boa defesa, às vezes, garante o sucesso de uma missão. Os guardiões, que na maioria das vezes precisam defender algo, treinam o uso do item em questão justamente para garantir que serão efetivos na defesa propriamente dita.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 20% na guarda utilizando algum escudo (não funciona para os escudos mágicos).
Dano: Nenhum
Ativos:
Metamorfismo completo
Descrição: As ninfas Hespérides dominam os poderes do metamorfismo, abençoando então os guardiões com a mesma habilidade. Nesse nível, esses semideuses são capazes de fazerem seus corpos tomarem a forma completa de um animal, desde que não esteja extinto e possa viver no ambiente em que estiver.
Gasto de Mp: 50 + 20 todo turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A transformação dura 3 turnos

Camuflagem III
Descrição: Graças a sua conexão com a natureza, a prole dessa deusa consegue se camuflar perfeitamente na natureza. Já podendo ser chamado de mestre da camuflagem, agora consegue usar esse poder em zonas urbanas. Porém, ainda consegue camuflar apenas mais uma pessoa além de si mesmo.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +85% de chances de não ser descoberto por causa da presença divina.
Dano: Nenhum
Extra:Nenhum

Barreira mágica I
Descrição: Sendo a proteção uma das funções dos guardiões, eles são capazes de criarem barreiras feitas puramente de magia. A barreira criada com essa habilidade cobre uma área de até 10 metros ao redor do guardião e é estática, não podendo ser movida depois de criada. Atacar de dentro da barreira acarreta na destruição dela, sendo necessário pensar bem se for utilizar a habilidade em uma batalha.
Gasto de Mp: 25
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A resistência da barreira é contada como HP. Cada escudo mágico possui 200 de HP. Somente uma barreira pode estar ativa por vez e ela dura 3 turnos.

Canção das árvores
Descrição: Os guardiões são capazes de produzir um belo cantar, fazendo com que os seres que estiverem em um raio de quinze metros e que escutarem seu cântico, fiquem quase completamente paralisados como árvores durante um turno. Os afetados ainda podem se mover, mas com bastante dificuldade. Apesar da canção ter alcance de som comum, o efeito paralisante só funciona de perto, explicando os quinze metros).
Gasto de Mp: 20
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A habilidade em um intervalo de 5 turnos para ser utilizada de novo

Revolta silvestre
Descrição: Nesse nível, o seguidor das Hespérides se torna capaz de usar a própria natureza para lhe ajudar em suas batalhas. Desde que esteja em um terreno fértil, ele é capaz de invocar raízes imensas de árvores que avançam em uma linha horizontal (que, de ponta a ponta, chega a 30 metros). Se uma ou mais pessoas forem pegas pelo ataque, além do dano massivo pela força dos membros da natureza, também ficarão presas entre as raízes.
Gasto de Mp: 60
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 80

Esporos II
Descrição: Efeito sonífero. Trata-se de um tipo de esporos que quando lançados ganham a característica de uma rala névoa roxa, fazendo com que aquele que a inale seja induzido ao sono profundo por um curto período de tempo. O ataque de esporos não pode ser (naturalmente) direcionado com precisão, sendo assim ele fica a mercê das condições do ambiente podendo afetar inimigos ou até mesmo aliados.
Gasto de MP: 45
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Fica impossibilitado de ação de ataque ou defesa por dois turnos, onde o primeiro descreve o sono e o segundo o despertar.
Dano: Nenhum
Habilidades:
Perícia Acrobática - Saltos
Descrição: Treinar a técnica de diversos saltos deu ao semideus a experiência necessária para aplicá-lo nas mais diversas situações, inclusive em combate ou durante a fuga. Com essa aula, você pode justificar movimentos mais complexos em sua narração, além de ter melhorado a sua condição física com o treinamento recebido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% agilidade, flexibilidade e equilíbrio
Dano: Nenhum

Observações:
- FPA de Prowler
- Em minha última CCFY foi negado um ovo de dragão ao meu personagem, considerei então que Prowler saiu com uma pedra, enganado pela criatura. Essa história explica a experiência do semideus com as criaturas.

Itens:
• Bindweed [Um escudo leve de metal, em formato circular, de cinquenta centímetros de diâmetro. Em sua frente, alguns espinhos pontiagudos possibilitam ser usado para contra-ataques. Atrás, uma empunhadura fixa o item no antebraço do usuário | Efeito 1: O escudo transforma-se em um relógio, quando não ativado | Efeito 2: Quando utilizado em meio campesino ou florestal, o escudo torna-se mais resistente | Aço | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

Apple Peel [Capa medieval feita de fios de ouro imperial, celulose e seda. Possui uma coloração marrom semelhante ao tronco de macieira, traços de ouro semelhantes a galhos secos de árvore e as bordas assumem a coloração das folhas em cada estação (verão = verde, outono = laranja, inverno = marrom, primavera = verde claro). | Efeito 1: A vestimenta possui capuz e protege o guardião de efeitos referentes ao clima, de modo que eles não sintam nenhum incomodo devido alteração de temperatura. Efeito 2: A capa ainda é capaz de fazer o semideus ficar camuflado em meio a natureza, desde que o mesmo não se mova. | Resistência Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendário. | Presente de Reclamação dos Guardiões das Hesperídes.]

Backpack [Mochila escolar feita de couro e com feichos dourados no formato de maçã. O utensílio é capaz de ser utilizado para carregar armas, roupas, cadernos, frascos de poções e o que mais for necessário para a sobrevivência do guardião. | Efeito 1: Ao enfiar a mão no bolso principal da mochila, seu usuário é capaz de retirar de seu interior uma maçã dourada, muito parecida com as existentes no jardim das Hespérides. A maçã pode ser atirada como uma granada, soltando uma fumaça tóxica que faz aqueles que a inalarem ficarem enjoados, não conseguindo efetuar movimentos que não sejam para se defender durante uma rodada. Pode ser utilizado uma maçã a cada três turnos. | Resistência Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendário. | Presente de Reclamação dos Guardiões das Hesperídes.]

Burgeon • [Um Katar composto por um bracelete negro e uma adaga dourada. A lâmina pode se esconder dentro do bracelete ou reaparecer quando o usuário faz um movimento específico. O bracelete possui um design atual e pode facilmente passar despercebido em meio a sociedade, como se fosse um acessório de moda. Efeito 1: Resistência a magia de ilusão, qualquer poder de ilusão, medo ou charme lançado contra o portador dessa arma, terá o efeito reduzido em 50%. Efeito 2: Sempre retorna ao bolso do dono na forma de um dracma com desenhos especiais que lhe trazem lembranças únicas para o seu personagem. O desenho sempre muda, nunca é o mesmo. (Não é possível acrescentar outros efeitos a essa arma). | Bronze Celestial | Espaço para 2 gemas | Alfa | Status: 100% Sem danos | Necessário nível 10 para domínio completo da arma | [Épica | Evento Cidade dos Monstros]

Velociraptor Linha Prime [ Tênis esportivo feito para promover conforto, estimular a movimentação e ajudar o semideus em batalha ou treino. Não têm um estilo específico, já que muda de acordo com as vontades e preferências do dono | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +30% de velocidade ao portador. | Tecido mágico resistente e outros | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

• Bastão [Arma feita inteiramente de madeira, com um metro e cinquenta de comprimento, mas ambas as pontas revestidas em metal para aumentar o dano de impacto. | Madeira e BS | Efeito: Comum | Não apresenta suporte ou espaço para gemas | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]

• Panic [Couraça de armadura que protege todo o peitoral, barriga, e costas do usuário(não acompanha outras peças de armadura). Possui espinhos longos nos ombros, e o desenho de um rosto em fúria no peitoral, além de um design bárbaro e acabamento bruto. | Ferro| Causa medo em qualquer semideus inimigo dentro de um raio de quinze metros, tornando-os hesitantes em combate. Dessa maneira, nenhum inimigo será capaz de atacar o usuário dessa armadura, a não ser que este seja atacado primeiro. Desse modo, a iniciativa do combate será sempre do portador do | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]

Bungee Masculino [ Um cinto com uma corda extensível que se adapta ao tamanho e preferência do dono. A fivela da versão masculina tem o formato retangular. | Efeito 1: Ao acionar um dispositivo na lateral da fivela, uma corda (similar a uma corda de escalada) sai da fivela do cinto, e a ponta, que é como uma pequena garra de metal, se prende ao primeiro obstáculo que encontrar, possibilitando uma escalada ou impedindo uma queda. A corda se estende no máximo 50 metros. | Efeito 2: Muda de cor e aparência para que sempre combine com o que o semideus está vestindo | Materiais diversos | Sem espaço para gemas | Gama | 100%, sem danos | Mecânica e mágica | Comprado na loja “Ferreli & García - Mode et Style”]




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Re: Salve Pomona One Post para Dusk

Mensagem por Circe em Sab Jul 21, 2018 12:33 am


Avaliação

Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP que pode ser alcançado: 10.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSA: 10.000 (+50%) = 15.000 XP + 10.000 dracmas.

Comentários:
Sua escrita é extremamente envolvente, guardião, me prendeu do início ao fim e eu adorei ler. Parabéns e continue assim!


Atualizado e Movido.


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Re: Salve Pomona One Post para Dusk

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