The Blood of Olympus
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The Game - O Massacre

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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Arya Doprav em Qua Ago 19, 2015 8:25 pm



Massacre... Ou será massacrado.  



Tempo é necessário, é vital. Todos precisam vez ou outra para libertar a mente de qualquer prisão. Não sei se voltar para o Acampamento fora a melhor escolha, mas eu estava lá, passo por passo aproximando-me do meu antigo lar, enquanto linhas irregulares e brilhantes cortavam majestosa e assustadoramente o céu. Situações como aquelas já nem me eram incomuns, para alguém que já passou por tantas provas, alguns raiozinhos pareciam nada ou simplesmente mais um sinal de que coisa boa não haveria de vir. Uma estrela pareceu se desprender do céu e se deslocar em minha direção, pisquei algumas vezes achando que alguém estava querendo fazer uma pegadinha, mas o ponto luminoso não desaparecia, apenas ganhava um tamanho maior, obrigando-me a semicerrar os olhos até esta passar poucos metros acima de minha cabeça. Virei o rosto, acompanhando o objeto até não estar mais ao alcance da visão. E segundos depois o chão balançou sutilmente acompanhado de um estrondo que ecoou longe.
De repente inúmeros semideuses começaram a esbarrar em meu corpo, seguindo comandos de uma voz que se assemelhava a de Quíron. De relance pude notar alguns rostos conhecidos moverem-se entre a multidão. Mas que diabos estava acontecendo? Eu só iria descobrir se os seguisse. Girando sobre os calcanhares, tratei de caminhar sorrateiramente atrás dos campistas. Cheguei a tempo de presenciar a deusa da caça esmurrando o braço do deus do vinho. Aquilo foi quase divertido. Ártemis pegou um papiro das mãos de Dionísio e pôs-se a falar. As palavras não tinham muita inovação, era basicamente mais uma vez os deuses usando os semideuses como marionetes. Um evento de sangue, esforço e honra. Quantas vezes já passei por isso? Difícil dizer. Mas nunca seria exagero mostrar esforço para meu progenitor.
Não sei se foi a melhor opção ou se meu impulso por lutas falou mais alto. A questão é que quando percebi já estava indo na direção dos deuses, sem demonstrar qualquer expressão facial, freei os passos perante ambos e meus joelhos encontraram o solo.
- Muito bem. Que os deuses a qual estão representando possam os abençoar. – A voz da mulher foi suave e uma pequena sensação percorreu delicadamente meu corpo. Abençoar... Era isso que eu realmente estava querendo acreditar, apesar de saber que é mais fácil eles fazerem ao contrário. Dionísio tomou “agradavelmente” a palavra para si, dando as próximas instruções.
Pois bem, nada muito complexo. Apenas retornar ao Chalé e organizar as coisas... Já no cômodo nada estava diferente. Os lençóis de cama estavam organizados da mesma maneira que deixei, alguns objetos pessoais ainda na mesma posição de tempos atrás. Retirei a mochila das costas e esta logo afundou em parte da cama. A coisa mais sensata a se fazer era tomar um bom e demorado banho, não há nada melhor que sentir a água renovando cada pedaço de meu ser. E assim foi feito. Uma nova Arya saia minutos depois do banheiro, minhas costumeiras roupas negras no corpo e um par de botas sendo calçado em seguida. Os cabelos foram presos de maneira que um coque surgiu ali, algo rápido e prático. A parte mais complicada foi escolher apenas duas armas, sendo que havia um pouco mais que isso a minha disposição.
“Você não tem dúvidas que vai me levar, não é?” A voz grave e ao mesmo tempo feminina ecoou na minha mente. “Oras, sabes que eu e você precisamos disso.” Sussurros inteligíveis ficavam em um plano de fundo, enquanto a Morghul se comunicava. Minhas íris encontraram a arma que emitia um brilho fraco e tenebroso sobre a cama, os dedos da mão direita envolveram seu cabo, erguendo-a do colchão. No momento do contato um pequeno choque deslizou por meu corpo, deixando-me com sede... De sangue.
- Não tenho dúvidas. – A frase escapou baixa e convicta de minha boca e a espada que conseguira no Labirinto do Medo fora posta firmemente no cós da calça. Depois de muito ponderar, decidi-me pela outra arma: o pequeno Anel de Sea na minha mão esquerda. O resto de meu arsenal foi todo guardado cuidadosamente no quarto. Uma garrafa fora cheia de água e colocada em uma mochila menor, que logo fora ajustada em minhas costas.
Olhei novamente para a cama, eu não precisava dormir, mas teria vantagem se o fizesse. Então resolvi cochilar rapidamente e depois perambular silenciosamente pelo Acampamento até o horário que fora definido pelos deuses... Quando se está pensando muito, as horas correm e não foi diferente comigo. Os primeiros raios luminosos cruzaram o Camp e meus passos me conduziram até a floresta, onde um pequeno aglomerado se formava. Foi então que pude ver minha irmã e sua gêmea, fazia tempo que não as via e aquele não era o momento para cumprimentos, sem falar que eles não faziam meu estilo. Percebi outros rostos conhecidos, dentre eles alguns ceifadores. Mas não me importei, apenas segurei o cabo da espada em meu cós e fitei o céu, enquanto Dionísio falava algo.
Agora era hora de puro foco, cortar as inutilidades e seguir com afinco meu objetivo. Somente pude escutar a voz de Apolo antes de uma luz incomum preencher minhas íris misteriosamente, não tive outra opção a não ser usar o dorso da mão livre para esconder a visão. Então senti meu corpo ficando estranho.  

Armas levadas:
~> Espada Morghul: Uma espada feita a partir de puro medo e fobia, não tendo uma lâmina conhecida. Os ataques feitos por esta espada só podem ser bloqueados por armas de Ferro Estígio. Além do dano normal, um corte feito por esta espada faz com que o oponente seja invadido por um medo penetrante, que o faz perder a concentração. A espada constantemente se comunica com o seu dono, dando conselhos ou simplesmente dizendo coisas para deixar seu portador maluco. Qualquer um que segurar esta espada que não for seu dono sofrerá com as vozes da Morghul, ficando louco em poucos segundos.
*Anel de Sea: Um anel que deixa o semideus invisível por quanto tempo o mesmo desejar, nem mesmo os mais perigosos monstros consegue avista-lo ou senti-lo em uso do anel da invisibilidade. O mesmo também serve como um escudo especial quando tocado no lugar correto. Sempre retorna ao dono.

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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Thomas Wayne em Qui Ago 20, 2015 2:46 pm


Me abraça e me dê um beijo, faça um filho comigo...



Não esperava mais pisar no acampamento Meio-sangue, muito menos nas condições exigidas por Lupa. A loba não deu escolha alguma para mim ao receber a informação dos deuses, de que um evento pela honra dos três grandes, ou melhor, para massacrar alguns semideuses aconteceria na floresta do acampamento grego. Por não ter passado ainda por nenhum treinamento na casa dos lobos, muitas ainda não consideravam com bons olhos minha presença no acampamento Júpiter, agora seria vencer e ser aclamado pelos romanos,ou morrer e acabar com minha miserável vida.

Junto com alguns integrantes da terceira coorte, uma delas sendo minha problemática meio-irmã Becka, com a "singela" proteção dos deuses viajamos até Long Island.

Por mais que fossemos bem recebidos, o chalé de Dionísio aparentasse estar mais aconchegante do que em minha época morando naquele lugar, e vinho não faltava ao nosso bem-prazer. Contudo o fato de estar perto do Senhor D. causava repulsa, vontade de socar aquele deus até que fosse destruido por sua fúria.

[...]

A noite logo chegou e com ela um momento ainda maior de desprazer. Ao lado de Gena e Becka, cheguei ao seio da floresta, onde um considerável número de outros semideus olhavam para Ártemis, a bela porém máscula deusa da lua e caça, e meu maldito pai diretor da instituição grega. Notando as palavras malucas e algumas estupidezes feitas por minha meio-irmã, por mais puto que estava com aquela situação [Pau na bunda desse Dionísio, por que o velho não morre carai?] não conseguia deixar de sorrir em alguns momentos, podia dizer certamente que nutro certa simpátia pela garota.

Tendo de ajoelhar perante ambas divindades, a ada instante curvado aos pés do deus do vinho meu estômago contorce, uma ácida sensação nauseante toma conta de minha garganta e com muito custo consigo segurar a vontade de vômitar.

[...]

Após uma ação inusitada e louca de Becka, ouvir as regras e paquerar algumas filhas de Afrodite para tentar relaxar, estava de volta ao chalé de meu progenitor. Pouco conseguiria dormir por tanta tensão em minha mente e corpo, entretanto como não relaxar e práticamente desmaiar após beber uma garrafa inteira de vinho e festejar com os animados moradores das proles de Dionísio?

[...]

Com o raiar do sol era acordado por um jato de água fria sobre o rosto. Atrasado em relação aos demais semideuses que rumariam em direção á morte, ao menos pela graça de meus dons naturais, não possuia resquícios de ressaca.

Arrumando em uma mochila os poucos pertences que poderia carregar [Poucos? Véi é apenas uma garrafa d'água, esse maldito que escreve minhas histórias é um retardado], anexo em meu punho esquerdo minha pulseira dourada, e em meu pescoço noto a comum presença de minha melhor companheira, a espada envenenada que se transforma em colar.

Acompanhando as garotas romanas de volta até a floresta, a brisa quente daquele período do dia acaricia meus cabelos negros, esvoaçando meus fios lisos. Vestido com a camiseta roxa do acampamento Júpiter, tênis preto de corrida e uma bela calça camuflada em tonalidades cinza, suspiro ao novamente encontrar a presença de meu pai.

Ao lado de Dionísio, que diga por sinal que estava falando igual uma puta velha e gorda, Apolo sorria para cada um dos presentes. Seriamos divididos em dois grupos, o que não chegava a agradar minhas expectativas. Após um clarão providênciado pelo deus solar, alguns segundos se passaram até meus olhos reacostumarem com a luminosidade da floresta. Ao meu lado a filha de Vulcano e minha meio-irmã davam de ombro. Estar ao lado delas foi um tanto quanto animador, apesar de questionar se aquilo seria obra de Dionísio querendo ver seus filhos lutarem entre si até a morte.

Apertando ambos os punhos, cerro os dentes e olho ao redor, notando o sembante de cada um dos campistas que permaneceram junto a mim. Não tendo mais o que pudesse fazer, apenas aguardo algum sinal, o massacre em breve aconteceria e não pelos deuses, talvez tão pouco pela glória romana, minha maior motivação naquele cenário seria lutar pela minha própria vida.

Legenda:

Fala Thomas
[Quebra da quarta parede]

Equipamentos:

*Espada Banhada em Vinho Sagrado - Metade prateada e metade roxa, ela tem o poder de fazer o vinho que passa por seu material (cujo nunca desaparece e é sempre renovado) envenenar o inimigo num simples corte que penetra o corpo inteiro. Sem contar a dor do corte, que queima em contato com a pele, o oponente sofrerá um envenenamento que só parará após três rodadas de veneno circulando. Se transforma em Colar com Pingente de Espada.

* Chicote das Vinhas - Chicote inquebrável feito das vinhas abençoadas do próprio deus. Este chicote possui um leve veneno, que pode paralisar somente a parte em que ele encostou. Transforma-se em uma pulseira dourada.

* Mochila com uma garrafa d'água.
Poderes e habilidades:

Passivos:
Nenhum utilizado
Ativos:
Nenhum utilizado
Observação:
- O narrador citado pelo personagem sou eu.
- Vamos dançar todos nu, todos nu \o/



That justice accompanies freedom!
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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Luuk Köhler Bradshaw em Qui Ago 20, 2015 5:06 pm


Remember me for centuries....

Todos os seres vivo possuem pelo menos um defeito, não é mesmo? Uns têm mais, outros menos, mas ninguém escapa de pelo menos um. De Jong assim como várias pessoas dentro do acampamento, não tinha apenas um defeito, mas sim vários, que diariamente ele mesmo notava e aos poucos ia tentando corrigir. Por que eu estou falando essas coisas sem sentido? Bem, foi por causa de um dos seus piores defeitos, o ego sobrelevado, que Luuk entrou num maldito torneio semelhante aos jogos vorazes, ou seja, o risco de morte era evidente. Soltou o ar comprimido em seu pulmão, aos poucos relembrando exatamente o momento no qual realizou sua inscrição.

"Flashback On"

Ele estava deitado no anfiteatro, apenas observando a bunda das gatinhas, digo, a atuação exímia das filhas de Dionísio, que ensaiavam em um canto isolado do local, quando de repente uma enorme estrela florescente caiu do céu, partindo o chão do lugar e levantando uma imensa quantidade de vapor, De Jong sabia muito bem quem eram os culpados por tal estrago.

- Deuses... - murmurou o demônio de Nyx revirando os olhos. - Sempre tão descuidados.

Luuk escutou atentamente as instruções dos dois deuses que ali estavam e de início não pensou em inscrever-se, mas depois de ver algumas pessoas criando coragem, inclusive filhos de Afrodite, decidiu adentrar no tal torneio, se é que aquilo de fato era um torneio. "Vou ganhar essa droga e provar que sou muito melhor que esses vermes." pensou em silêncio enquanto flexionava seus joelhos reverenciando Ártemis e Dionísio, finalizando sua inscrição.

"Flashback Off"

O holandês agora acomodava suas coisas dentro do chalé de Nyx, que como sempre estava gélido e vazio. Observou todas as suas armas, tentando definir qual levaria para o massacre, até que por fim apanhou sua adaga, brincando um pouco com ela e deslizando o dedo pela lâmina afiada, aquela era uma arma linda, perfeita para qualquer situação. Jong vestiu sua capa, que ajustava-se perfeitamente no corpo magrelo dele, guardou uma garrafinha de água numa mochila pequena e finalmente "apagou", afinal de contas ninguém é de ferro.

---Ü---

- Droga... - murmurou o filho de Afrodite rapidamente penteando seus cabelos rebeldes para trás, para variar um pouco o garoto estava atrasado. Apanhou uma maça enquanto passava pelo refeitório e saiu correndo em direção a floresta, onde todos os outros semideuses o aguardavam.  

Assim que chegou, o holandês tratou de identificar alguns rostos conhecidos, o que não foi muito difícil. Acenou para Joe, Amélia e Arthur, os dois primeiros eram irmãos do garoto, enquanto o último era um devoto de Nyx, assim como Luuk. Olhou de relance para Manu e seu grupo de irmãs, aquela "panelinha" iria dar trabalho, com certeza. Antes que o magrelo pudesse identificar mais alguém, uma luz forte foi emitida, forçando-o a semicerrar os olhos. "Droga, por que não trouxe meus óculos de Sol?" pensou esboçando um sorriso.

Armas:

Capa da Noite: A capa de seda negra, extremamente leve e confortável, pode parecer apenas uma questão de vaidade... Mas a roupa, abençoada por Nyx, possui a propriedade de armadura, podendo reduzir até 50% do dano total causado em seu usuário, além de tornar o demônio praticamente invisível de noite. (Para a invisibilidade o portador deve deixar bem claro que usa essa habilidade, mas dependerá também do narrador - em casos de missão, PvP ou MvP - se sentir convencido de que você está usando direito o presente. Caso esteja, poderá se esconder até seu próximo ataque ou até o narrador achar que falhou com sua descrição) - Só pode ser retirada pelo dono.

Adaga demoníaca: A arma curta - feita de uma mistura de ferro estígio e aço comum - é tão letal para homens quanto para monstros. Envolta em energia negra, a adaga, tem a habilidade de causar pequenas dores a mais e uma sensação de desnorteamento em seu alvo. Além do mais, pode se facilmente arremessada, já que esta volta para seu dono em apenas um turno. Quando não utilizada transformasse em um anel negro com pequenos pontinhos brilhantes. - Indestrutível - {By Nyx}

Poderes:

NO POWERS, ONLY RANGERS
Thanks Abbs


Última edição por Luuk De Jong em Qui Ago 20, 2015 7:17 pm, editado 1 vez(es)


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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Tessa S. Henz em Qui Ago 20, 2015 5:22 pm


Era simplória e até mesmo semelhante a forma como um dia que obtinha absolutamente tudo para ser perfeitamente comum, tornava-se algo totalmente especial. De todas as memórias que eu obtinha em minha mente maluca e complexada, todos os belos dias haviam se tornado algo imensamente complexo. Primeiro o labirinto, depois a ilha, todos haviam me fornecido presságios parecidos. Não havia dificuldade de compreensão, eu fora a responsável por partir em cada uma daquelas aventuras e pra ser honesta comigo mesma não me arrependia de nenhuma delas. Trovões tomavam o seu naquela manhã, não que aqueles raios pudessem perpassar a camada de proteção que o acampamento obtinha, no entanto aquele era um dos dias em que um filho de Poseidon devidamente ajuizado saberia que não deveria arriscar-se pelos céus.

A inquietação era palpável por todo o acampamento, era como um presságio de que vinha algo inusitado por ali. Os deuses deveriam estar em algum tipo de reunião massante para resolver o destino de algum herói errante, ou talvez Zeus apenas estivesse feliz em uma de suas escapadas dando de presente a Hera mais um chifre, e ao mundo mais um filho do "paizão dos deuses". Grande parte dos semideuses que encontravam-se no acampamento naquele dia, concentravam-se no Anfiteatro, por insistência de meus irmãos energúmenos eu havia seguido até lá, no entanto a cada instante eu sentia uma imensa vontade de enforca-los devido ao tédio crescente em meu corpo. Eu honestamente não me sentia paciente o suficiente para continuar ali por muito mais tempo, escutando intrigas sem noção dentre os inimigos semi declarados.

Sentada confortavelmente na arquibancada mais baixa, pude avistar em detalhes quando do céu uma estrela florescente caiu bem no centro do anfiteatro, tornando-o ainda mais precário do que era anteriormente com uma rachadura no local. Como macacos treinados, aos montes semideuses de todos os níveis e chatices adentravam o local empurrando-se para tentar ver melhor o que ocorria. Meus olhos reviraram-se em desaprovação ao passo em que Artémis dava inicio ao seu monologo.  "Então é isso? Um massacre. Pelo visto algumas grandes e poderosas crianças do Olimpo querem se divertir"- refleti esboçando um pequeno sorriso de canto. Aquela era uma ideia interessante, acabar com alguns monstros, detonar alguns semideuses e sair por ai alegre e descontraída. E, a maneira de conseguir adentrar aquele simples e sanguinário evento era tão ridiculamente fácil que seria loucura não faze-lo. Humilhante? Talvez, no entanto facilmente feito.

Impulsionando-me para cima, segui em direção a deusa da caça, prostrando meus joelhos no chão e curvando-me levemente. A coisa havia sido feito, era questão de preparar o que seria levado e me preparar para o que estaria por vir. Novamente, as palavras de Ártemis pareciam ter um efeito calmante, enquanto Dinísio tendia a demonstrar que o pior de si era verídico bêbado pançudo. Meus olhos reviraram-se ao passo em que meus pés me levavam ao em direção ao meu chalé. O tempo era curto, eu teria de arrumar minhas coisas antes de poder por fim começar o desafio que se iniciaria. Adentrando chalé, iniciei minha preparação, eu não tinha problemas muito grandes em escolher as armas que eu levaria nem em preparar uma mochila simplória para  me ajudar no local aonde iriamos ir.  Pegando minha mochila de cor negra, adicionei a ela uma garrafa de água e coloquei-a sob as costas.

Meu cinto magico rapidamente se  juntou a minha confortável roupa de treinos. Calça jeans negra, camiseta alaranjada do acampamento, alls-star também negro e cabelos presos em uma trança bem feita. Meu dedo automaticamente passou pelo anel fino dilapidado em três pequenos tridentes. Ele seria perfeito para me ajudar nas coisas que provavelmente estariam por vir. Jogando-me na cama, deixei que meus olhos se fechassem por alguns instantes. O tempo parecia passar rapidamente, quando se tinha algo interessante a se fazer. Fiz minha higiene matinal rapidamente, verificando se estava levando tudo o que necessitava antes de seguir em direção a floresta, o ponto de encontro. Chegando ao local, pude deparar-me com alguns semideuses já presentes, prostrando-me em um canto afastado, esperei para ouvir as palavras de Apolo e Dionísio, desde que aparentemente seu castigo de poder apenas beber coisas sem álcool seu teor de lucidez parecia menor.  

Dez semideuses foram-se ao passo que dez continuaram ali. Eu estava razoavelmente preparada para meu primeiro desafio era só esperar que ele viesse. Aliados eram feitos, amigos uniam-se contra inimigos em comum. Seria uma diversão imensa. Dois grupos de pessoas iriam lutar entre si,a morte era o único destino daqueles que continuassem por ali, alguns durariam mais tempo, outros menos, bastava saber quem seriam fracos, quem seriam fortes e principalmente quem seria capaz de conseguir desafiar a si mesmo. Eu vivera o suficiente para saber que seria tolice não planejar algum tipo de proteção logo de inicio. Caso eu sentisse a necessidade de proteção meu corpo se envolveria em uma cúpula de água que me protegeria de qualquer ataque físico e mental. Como diria Effy, que os jogos vorazes comecem.
Armas e Poderes:

Cinto Magico: Um cinto resistente de couro revestido em prata, com um fecho de ouro e um grande e desajeitado paralelepípedo de metal do lado oposto. Pouco maior que um palmo, com cinco gemas roxas em baixo relevo enfeitando. Ao ser examinada com cuidado, é possível destacar o objeto do cinto, e ele é praticamente indestrutível. Ao falar a palavra de comando Zimios, o usuário se teleporta para o lugar em que estiver seu foco, o cinto permite tele transporte apenas por duas rodadas em missão ou luta, caso tente usa-lo outra vez além dessas o semideus irá parar em um local aleatório podendo facilmente tornar-se a vitima em vez do agressor. Além disso tem um compartimento secreto que lhe permite retirar objetos pequenos de dentro, pode ser útil para guardar coisas que ache necessária, esse compartimento é embutido, não pode ser visto, ao ativar a fivela de paralelepípedo uma pequena caixa surge, e dentro desses ficam os objetos.

Invisible Heart- uma espada dilapidada em ferro estígio,  ao tocar na pele de um semideus faz com que veneno paralisante adentre sua pele. Além é claro das feridas normais. Em descanso, o objeto se transforma em um fino anel, com três pequenos tridentes. Ao toque do tridentes do meio, o corpo da semideusa se torna total e completamente invisível, tanto para monstros quanto para demais semideuses, o cheiro e o caminhar são camuflados pelos sons e cheiros do local aonde o semideus se encontra. Ao tocar os três tridentes, o anel se transforma na espada.

Poderes:
Cúpula d’água – Você se envolve nesta cúpula e fica protegido contra qualquer ataque físico, sonoro, magico ou de veneno.


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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Qui Ago 20, 2015 11:05 pm




O Fim depende do Inicio



Sou apenas eu a conhecedora dos abismos que existem dentro de mim

O lago parecia mais brilhante naquela noite, era meados de agosto e o verão já começava a dar as caras em Nova York, mesmo não sendo de total agrado de quem dormia sobre a relva. Trançando os cabelos, sentada sobre uma rocha qualquer se encontrava uma bela morena, seu olhos verdes profundamente perdidos na imensidão negra das aguas do lago, a lua reluzente sobre o céu deixando um leve brilho prateado ao redor de seu corpo. Os dedos trabalhavam rapidamente enquanto as demais caçadoras caminhavam ao seu redor até que a ruiva mais nova senta-se ao seu lado questionando-a sobre os pensamentos que andavam circulando sua mente- Algo está prestes a mudar, não me pergunte como sei, apenas sinto que algo grande está para acontecer- Murmurou ao fitar os olhos castanhos de Ailee, de uma forma profunda que jamais fizera antes, não bastava olhar seus olhos para desvenda-la, Manu não era uma garota fácil de ser compreendida. Uma corça passou a frente de ambas, saltando pelo lago a irradiar luz, algumas caçadoras soltaram risadas baixas enquanto a tenente saltava da pedra caminhando graciosamente por entre as demais. Reuniu o grupo já pronto para a partida e assim que os primeiros indícios do sol se fizeram presentes não tardou a guia-las pela floresta.

Lady Ártemis convocara suas caçadoras por breves minutos, mais a frente a donzela caminhava persistente com o arco a posto, a lua já desaparecendo no mar distante dando lugar ao deus sol que reinava sobre a terra. Galhos quebravam sobre seus pés e ainda assim nem mesmo o animal mais simplório seria capaz de notar a presença das criaturas graciosas a caminhar pela floresta, belas damas trajando vestidos de batalha e sandálias gregas, era engraçado pensar que tal grupo seria o sonho de qualquer olhar masculino, por mais breves os instantes que fossem. As horas passavam rapidamente e quando alcançaram a colina meio sangue aquela manhã Apolo já despertara por completo, causando um leve desconforto sobre a pele de Emmanuelle, pequenas queimaduras se instalando pelo corpo. Respirou pesadamente, não pelo cansaço da longa jornada, mas por mais uma vez ter retornado aquele infame lugar que tantos pesadelos lhe trouxeram. Na floresta sentia-se um espirito livre, já ali um bichinho enjaulado a mercê dos deuses.

Na colina meio sangue o tumulto se instalara, era engraçado ver como vários dos proles dos deuses do olimpo se ajoelhavam diante de sua senhora, Manu observava a todos com um meio sorriso, discreta em suas ações enquanto se movia cuidadosamente entre os demais, vendo um a um se postarem diante da deusa. Surpreendeu-se com algumas facetas conhecidas, olhos brilhantes e verdes como os dela, Arya e Tessa. Sua gêmea parecia confiante, enquanto a irmã mais nova perdia-se em pensamentos como de costume, era de praxe vê-la assim, sempre serena e vazia, mais fazia do que falava. Observou curiosa alguns outros semideuses, até mesmo Amélia juntar-se ao pequeno grupo, foi quando notou que também devia estar no meio daqueles seletos jovens, que tipo de garota seria ela se não o fizesse? A tenente então observou suas caçadoras temerosa, antes de caminhar até a deusa da lua ajoelhando-se a sua frente como sempre fizera, pronta para os desafios que se sucederiam dali para frente. Dionisio era o mais patético dentre os deuses, em sua humilde opinião apenas duas coisas era um exímio conhecedor, sendo uma delas beber e a outra reclamar como um velho agourento. Revirou os olhos para suas palavras mal colocadas enquanto se afastava do grupo sem ao menos dirigir as palavras as irmãs, seria no mínimo doloroso faze-los.

A tarde, como descreve-la? Tentativas falhas de afastar-se dos campistas curiosos que insistiam em se aproximar da floresta, onde as jovens de Artemis armaram acampamento a fim de sentirem um tanto mais confortável. O lago por si só já lhes proporcionava certo conforto o que de fato agrava muito as jovens donzelas- Manu?- A voz de Ailee ressonou como uma antiga cantiga em seu ouvido o que a fez virar rapidamente de encontro a filha de Hades, já passava das nove da noite e a madeira queimava com a fogueira acesa recentemente, lobos deitados as pedras enquanto as demais sentavam-se a sua volta conversando banalidades quaisquer. Notou a presença distinta dentre suas guerreiras e curiosamente a observou a distancia, Faye era mais nova dentre as irmãs que possuía, descoberta a pouco que pertencia aos filhos de Poseidon, uma rara pedra preciosa perdida entre os demais. Ocupou o assento ao seu lado sobre olhares calculados das demais, e dando de ombros passou a observar as chamas queimando sobre o luar. Perdida como se encontrava só notou a voz ressonante da irmã quando está tornou-se em um timbre perceptível a ela, capaz de tirar-lhe o torpor momentâneo que tomava conta de todo seu corpo- Qual foi a pergunta?- Questionou virando-se para ela querendo transparecer mais do que realmente podia, os mistérios da vida que ela ainda não era conhecedora, mas que nem mesmo a tenente das caçadoras poderia lhe revelar, não dependia dela, não mais.

Fitou o céu, a coloração as nuvens escuras de tempestade, o que indicava uma provável briga entre os deuses, ou talvez uma comemoração rodeada de apostas de um possível vencedor. Suspirou baixo calculando a melhor resposta a lhe dar, pensava mais do que falava o que muitas vezes deixava as pessoas deveras confusas a seu respeito. Optou por fazer uma leve careta revirando os olhos ao imaginar seu pai em uma possível briga com a deusa da sabedoria, a probabilidade disso acontecer era realmente gigantesca- Guarde suas preocupações para o dia de amanhã, precisa de repouso se quiser estar bem disposta- Murmurou sem tardar-se as respostas, podia ser um tanto dura na maioria das vezes, principalmente com as pessoas que considerava sua família, ainda assim era assim que as fortalecia, para no tardar não ter que assisti-las beirando a morte. Tal pensamento lhe fez estremecer, fazendo os pelos do corpo arrepiarem-se enquanto a jovem se afastava para floresta, o ambiente que mais lhe agradava no momento. È engraçado o quanto a vida é capaz de te pregar uma peça, em um momento está tudo bem e no segundo seguinte tudo desaba contra sua cabeça, e a força é tamanha que facilmente poderia ser confundida com um tsunami. As sensações que lhe assolavam podiam ser descritas como confusas e avassaladoras, e até mesmo encostas naquele velho tronco de arvore na floresta lhe causou certo desconforto, e nesse momento Ailee surgiu. Saída das sombras como uma princesa de trevas a ruiva observou-lhe curiosa, seus olhos castanhos exibiam uma faceta que demonstrava saber mais do que deveria, e esta não tardou a lhe questionar-lhe de maneira pitoresca, diretamente como sempre fazia – É engraçado não é? Já viu como a lua se posiciona no céu quando algo grandioso está para acontecer?- Começou a morena tentando enrolar a amiga que recostou-se ao seu lado a fitando- Ande, diga o que assola seus pensamentos- Estralando os dedos a filha de Poseidon encarou as folhas balançando no topo das arvores, o vento gelado tocava seu rosto e a pouca luminosidade não a incomodava- Não se trata de pra onde eu vou amanhã Ailee, nem mesmo da morte pois não a temo, ela sempre esteve comigo, a minha frente como uma aliada, caminhamos juntas desde meu nascimento e já cheguei a desafia-la infinitas vezes, mais do que sou capaz de contar-Começou confundindo a si mesma com as palavras, tão profundas que seriam capaz de não pertencerem a ela- Sabe porque estou indo não é?- Virou-se então para melhor amiga.

Deixou o corpo escorregar por sobre o tronco sentando-se na terra da floresta, e ali sobre o chão colocou a cabeça entre os joelhos, sentindo-se novamente uma garotinha perdida em uma ilha no alto mar. Recordou-se dos momentos em que mais se sentiu sozinha e aflita, mas nada disso se tratava dela mesma, nunca foi por si e sempre por terceiros- È por elas que estou indo, por que ver minha irmã morrer seria o mesmo que condenar-me a morte, somos como imãs, opostas que se completam, sempre foi assim e já não vejo minha vida sem ela, mesmo que saiba que um dia terá que partir, Martus é pra você o que Tessa é pra mim, um espirito como eu, porque sou só eu a conhecedora dos abismos que existem dentro de mim, eu tenho medo Ailee, sempre tive, mas não posso deixar que os demais vejam- Respirou fundo erguendo-se de novo, então endireitou os ombros estralando os músculos do corpo- Vá dormir princesa dos fantasmas, tenho algo a fazer antes do amanhecer- Dizendo isso partiu em meio a densa floresta, correndo pelos arvoredos e rochas para um lugar que há muito não encontrava.

Poderia descrever um capitulo inteiro sobre aquela bendita noite, regada de lembranças das quais nem ela mesmo podia suportar. Tudo que posso lhe contar no momento é que ela se encontrava no mínimo diferente, e naquela manhã ao postar-se ao lado dos demais campistas observando Apolo foi que entendeu o que devia fazer. Em sua mochila poucas coisas se encontravam, não era necessário uma grande quantidade de adereços para alguém que vivia apenas com o básico e sabia se virar com a menor quantidade possível de alimentos e objetos, aquilo apenas iria atrasa-la. Arya encontrava-se ao lado direito de seu corpo afiando uma espada como se sua vida dependesse daquele estranho objeto, mal sabia ela que uma arma nem sempre poderia salvar sua vida, conhecimento era mais importante, uma estratégia bem bolada, e não de fato o poder obtido em meios as lutas ganhas, de que valia uma vida se nem mesmo podia compreende-la? Seu olhar percorreu o campo mais uma vez, analisando cada um dos presentes com extrema cautela, a partir daquele momento já não podia vê-los como amigos ou companheiros, nem mesmo velhos conhecidos, apenas como adversários que queriam seu sangue, e a todo custo iriam tê-lo, mas não antes dela cumprir a que veio, não poderia passar por cima de quem era apenas para agradar aos deuses.

Seus olhos verdes pararam por um minuto em Faye, sua postura pequena e até mesmo assustada mostrava o quanto ela estava temerosa com sua situação, ao contrario de Arya que encontrava-se extremamente confiante, já Tessa parecia pensativa, assim como ela pouco falava, mas seu temperamento denunciava o quão afetava se encontrava com a situação. Breves palavras foram o que bastaram para o sumiço de sua irmã, a razão pela qual por anos lutara desaparecera diante de seus olhos, de certa forma sentia-se raivosa por tê-la perdido de vista, mas sabia o que precisava fazer dali, derrotar um a um caso quisesse recuperar aquela que mais amava na vida, e manter as outras duas no mínimo a salvo. Fitou Ailee uma ultima vez e um mínimo sinal de cabeça a fez compreender que a jovem cuidaria de sua morada enquanto estivesse longe, então encarou Arya ao seu lado, não precisava de palavras, quando seus olhos se encontraram uma única vez a aliança foi feita, dali pra frente seriam uma dupla, da qual nem mesmos garras mortais seriam capazes de alcançar.

armas:

♛Weapon Blood♛: Trata-se de um arco de material avermelhado, indestrutível. Este possui entalhes de flocos de neve por toda a sua extenção. A aljava da arma é de couro e suas flechas são realmente poderosas. Suas pontas possuem um veneno que faz com que o local afetado por esta perca mais sangue do que perderia em um ataque comum. No topo do arco encontra-se um pequeno topázio roxo, dentro dele esta escrito: Emmanuele.

Cinto Magico: Um cinto resistente de couro revestido em prata, com um fecho de ouro e um grande e desajeitado paralelepípedo de metal do lado oposto. Pouco maior que um palmo, com cinco gemas roxas em baixo relevo enfeitando. Ao ser examinada com cuidado, é possível destacar o objeto do cinto, e ele é praticamente indestrutível. Ao falar a palavra de comando Zimios, o usuário se teleporta para o lugar em que estiver seu foco, o cinto permite tele transporte apenas por duas rodadas em missão ou luta, caso tente usa-lo outra vez além dessas o semideus irá parar em um local aleatório podendo facilmente tornar-se a vitima em vez do agressor. Além disso tem um compartimento secreto que lhe permite retirar objetos pequenos de dentro, pode ser útil para guardar coisas que ache necessária, esse compartimento é embutido, não pode ser visto, ao ativar a fivela de paralelepípedo uma pequena caixa surge, e dentro desses ficam os objetos.








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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Catherine L. Von Price em Qui Ago 20, 2015 11:25 pm


De encontro ao desconhecido
Recomponha-se, não deixe que uma derrota te torne mais fraco, não permita que uma palavra faça com que se sinta inútil, esqueça os erros, guarde as melhores e piores lembranças como experiências.<./div>

O dia tinha tudo para ser perfeito, não fosse o comunicado grotesco logo pela manhã, o aroma dos morangos invadia minhas narinas enquanto caminhava em meio aos vales a observas as criaturas alegres tocando flautas. Ninfas apareciam o tempo todo e os mais novos tratavam de roubar as pequenas frutas colocando-as na boca sem nem mesmo tomar cuidado de lavar. Era engraçado observar as pequenas plantas ganhando vida perto de mim, pareciam dançar cada vez que se encontravam na presença de uma prole de Demeter. Foi quando algo prendeu minha atenção, um movimento estranho na colina do acampamento. Ao observar melhor pude ver Dionísio com alguns poucos semideuses ajoelhados a sua frente, enquanto a voz de Lady Ártemis entoava algum anuncio qualquer. Apurei os ouvidos a fim de entender melhor do que se tratava, foi quando alguém me empurrou para frente me fazendo chocar contra um garoto qualquer- O que está acontecendo?- Murmurei fitando os olhos de um de meus irmãos que me explicara acidamente o comunicado.

Torci o nariz desgostosa com a situação enquanto me aproximava para analisar mais de perto. Uma voz ressonava em minha cabeça, me desafiando a prosseguir com aquele desafio e aceita-lo de maneira voraz mesmo sabendo que não entendia o que estava prestes a acontecer. Senti meus joelhos cederem diante dos deuses e sem perceber fora abordada a fazer parte do massacre. Meus olhos se arregalaram quando notei o que tinha feito e que as consequências de meus atos seriam realmente alarmantes, se falhasse o castigo seria a morte, e eu não sabia se estava pronta para abraçar Hades no mundo inferior. Engoli seco ao me levantar liberada por Dionisio caminhando entre tropeços por entre olhares curiosos. Respirava fundo tentando acalmar as batidas do coração acelerado tentando entender no que diabos eu acabara de me meter. Ainda podia sentir a pele queimando, no local em que Demeter tocara ao abençoar-me para o que seria um grande banho de sangue.

Ocultei-me na praia pelo restante do dia, apenas pensando no que aconteceria caso falhasse diante da situação estabelecida, os pelos macios da Pantera em meu colo de certa forma tranquilizavam minhas veias sanguinas, mesmo que os batimentos ainda estivessem acelerados. Quando a noite caiu não fiz muito mais se não adormecer em meu chalé, a noite seria longa e o dia seguinte não seria muito melhor, repousei a cabeça contra o travesseiro a fim de descansar o que conseguia, as vestes e armas do dia anterior já se encontravam devidamente separadas no bidê ao lado da cama. Quando acordei na manhã seguinte me vesti rapidamente, equipando-me do necessário antes de deixar ao chalé. Observava os campos e adornos que completavam cada detalhe do meu lar, enquanto procurava não pensar que talvez nem voltasse a ve-lo. Respirei fundo ao colocar-me com os demais campistas na colina, aguardando o que aconteceria dali pra frente.Quando Apolo chegou reluzente os minutos simplesmente pularam de um lado a outro, não me permitindo saber o que faria dali pra frente, ou o que esperar daquele singelo momento. O sol tocou-me o rosto e eu soube que tinha sumido, e que em algum lugar algo estaria esperando por mim, e para me matar.
Armas:

-> Manto Protetor: Como o manto de Nyx, pode virar uma armadura completa quando precisares e lhe deixa invisível a noite podendo ser transformada em qualquer roupa como um disfarce.(Prêmio Caça a Bandeira)

✽ Surreal - Espada que mede cerca de 75 cm. Sua lâmina é de ferro estígio, esta adquire uma tonalidade diferente conforme a estação do ano. Ao matar alguém, toda a sua estrutura torna-se negra. A espada emite um odor forte, referente ou ao cheiro muito doce das flores de Perséfone. Ao sentir o odor, caso seja doce o inimigo irá enjoar, perdendo 10 HP por turno.

JESS ♥



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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Gena Harden Fewan em Qui Ago 20, 2015 11:54 pm

Algumas coisas tendiam a ser extremamente divertidas. Ao meu ver, passar algum tempo no acampamento grego era uma forma de aprendizagem que poderia ou não me ajudar nas coisas que poderiam vir em minha direção nos próximos meses. Todos ali ao meu ver, era deveras animados, como se constantemente procurassem por algo diversificado para fazer, isso talvez fosse o ponto fraco deles, ninguém que tendia a cair em diversão eterna era bom o suficiente para derrotar uma pessoa que passara toda sua vida em treinamento constante. Lupa teria uma sincope ao conhecer alguns daqueles semideuses, bom talvez não, ela deixara Becka adentrar o acampamento Júpiter no fim das contas.

Conversando com algumas das proles do correspondente grego de meu pai divino, eu observava atentamente as pessoas que ali se prostravam, era como  se rixas de meses a fio fossem ser resolvidas naquele momento. Trovões podiam ser ouvidos por todos, como um aviso de algo novo por vir. O anfiteatro que era o local aonde eu me encontrava naquele momento, era até medianamente grande, no entanto a arquitetura grega predominava ali, diferente de como ocorria no Júpiter, gostávamos de nos reunir para discutir os problemas, ali todos pareciam ser amigáveis em demasia para fazer tal coisa. Algo parecido com uma estrela cadente dominou o anfiteatro fazendo com que duas pessoas viessem a ocupar seu lugar. Dionísio, o deus do vinho e Ártemis a deusa da caça iniciaram suas palavras conforme mais gregos vinham a ocupar o lugar.

Conforme a deusa nos deixava a par do novo evento idealizado pelos deuses, com mais vontade eu me via de participar de tal coisa. Eu estava convicta de que aquela era minha chance de provar a mim mesma de que eu era capaz de fazer absolutamente tudo que Peter tendia a dizer que eu não era. Foi então que ela apareceu, minha louca e bêbada. -Bando de imprestáveis, não aguentariam um dia em nosso acampamento- murmurei em resposta a seus gracejos apesar de acreditar que a bebida havia subido a sua cabeça de vez. Becka caiu ao chão em meio a sua histeria, bem no momento em que a deusa pronunciava que aqueles que quisessem participar do evento deveriam ajoelhar-se. Seguindo os movimentos de Becka ajoelhei-me aceitando aquele desafio. Fraqueza de espirito não era bem uma característica que poderiam delegar a mim.

 Quando por fim, recebemos instruções para seguir para nossos chalés, e arrumar nossas coisas para o dia seguinte. Apoiei Becka e segui em direção ao local aonde havíamos sido hospedada. O chalé de Hefesto, era um local particularmente adorável, eu recebera meu próprio quarto no subterrâneo. Pegando a mochila que eu trouxera do acampamento Júpiter, adicionei a ela, uma garrafa de água, e as duas armas que eu poderia levar. Soltando um breve suspiro deitei em minha cama, e deixei que o despertador me acordasse no dia anterior. A manhã viera com rapidez, provavelmente uma benção do deus sol. Meus passos eram rápidos conforme eu adentrava a floresta. Dionísio novamente estava ali, acompanhado de Apolo. Ambos nos passaram mais algumas poucas instruções, antes de dez campistas desaparecem sob uma luz. O massacre teria seu inicio então.
Armas levadas:
*Canivete Mágico: Um canivete que tem três opções: uma faca, uma chave de fenda ou um alicate. No canivete há um botão que quando pressionado pode transformar cada opção em uma arma de verdade ou até mesmo fazer a arma voltar a ser um canivete: a faca em um machado de madeira e metal de trinta centímetros com uma lâmina bem afiada, a chave de fenda em um taco de metal de um metro e o alicate em um tesourão de vinte centímetros feito de cobre.

*Manto protetor - o manto protetor faz com que a semideusa adquira intangibilidade media. O corpo da semideusa pode também mesclar-se ao ambiente não permitindo que as pessoas a reconheçam com facilidade.
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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Afrodite em Sab Ago 22, 2015 9:59 am


A quem atacar?
Os dez semideuses que restaram encontraram-se sozinhos na foresta, confusos e com receio. Nada aconteceu por alguns minutos, apenas Apolo os olhava com um olhar penetrante e... perigoso. – Pra vocês, é um adeus. – o deus do Sol gargalha excitado enquanto batia as palmas e outra luz irrompia, tomando conta dos corpos dos semideuses, os esquentando tanto que tiveram a sensação de estarem sendo queimados vivos. Não conseguiam enxergar nada além de uma forte luz, e se não tomassem cuidado ao segurar suas mochilas, as mesmas se perderiam.

Num segundo próximo, ainda sentiam o calor queimar suas peles, mas o Sol não era mais Apolo, e sim o que estava suspenso no céu. Não viam mais as árvores nem as ninfas da floresta. Estavam em um deserto, um grande e quente deserto. O so castigava sem dó a pele dos semideuses ali presentes, mas... como procurar ajuda se todos estavam presos dentro de enormes jaulas? Os deuses riam ao ver os semideuses presos como animais para o abate,e tavez os fossem. Olhavam confusos e tentavam em vão escapar daquelas grossas e impenetráveis grades antes que o Sol acabasse com cada um por desidratação.

Após alguns minutos, perceberam que ago estava errado com a areia frente as suas jaulas. Cinco grandes buracos começaram a se formar, como se estivessem sugando a areia pro fundo, mas a areia não sugaria os semideuses, não por enquanto. O que surgiu de dentro da areia fora algo maior. Cinco monstros: Uma Mantícora, um Cérbero, uma Quimera, uma Harpia Infernal e um Leão de Neméia.  Cada monstro estava posto frente a duas jaulas, e seus olhos não estavam normais. Estavam vermelhos e nenhuma pupia se via. Estavam com sede de sangue, sede de sangue divino. – Semideuses. – a voz cantada de Apolo ressoou por todo o deserto. – Vocês terão uma escolha. Ou enfrentam o monstro que estiver a sua frente, ou enfrentará o semideus a qual o monstro está frente a jaula. – os semideuses sentiram como se Apolo estivesse sussurrando isso próximo ao ouvido deles, e precisariam decidir o que era mais fácil – ou menos mortal –. Enfrentar o monstro ou enfrentar um irmão de acampamento?  Assim que se decidissem, as jaulas sumiriam, deixando o semideus com sua escolha. Matar ou morrer?

- Tessa 200 HP/200 MP x Appril 200 HP/200MP –  Mantícora - 500 HP/500MP

- Joe 200 HP /200MP x - Becka 200HP/200MP – Quimera 500HP/500MP

- Amélia 200HP/200 MP x - Gregory 200 HP/200MP – Cérbero - 500 HP/500MP

- Arthur 200HP/200 MP x - Theodore 200HP/200 MP – Harpia Infernal - 500 HP/500MP

- Gena 200HP/200 MP X -Thomas 200HP/200MP – Leão de Neméia -500HP/500MP

Regras:

   - Todos os semideuses devem lutar entre si, alianças até podem ocorrer por um instante, mas só pode restar apenas um, então não será uma aliança permanente.
   - É permitido o uso de Poderes PASSIVOS e ATIVOS.
   - Armas poderão ser levadas, mas apenas DUAS de seu arsenal.
   - Todos os semideuses ganharão DRACMAS, LEVEIS E PRESENTES.
   - Para se inscreverem, basta fazer a ficha que logo postarei aqui embaixo.
   - MASCOTES ESTÃO PROIBIDOS DE USO!
   - BENÇÃOS JÁ OBTIDAS TAMBÉM ESTÃO PROIBIDAS DE USO! (Poderes ATIVOS já estão liberados e TODOS poderão usá-los e muitos tem poderes BEM PODEROSOS e MAIS PODERES, então, não tem porque as bençãos também serem liberadas, vamos deixar um jogo justo. Qualquer crítica, RECLAME COMIGO!)
   - Como os três grandes deuses estarão jogando contra vocês, as regras podem mudar no decorrer no evento, como também podem surgir novas regras e etc...
   - Cenários mudarão constantemente, como 20 de vocês se iniciarão na floresta e 10 irão para outro tipo de cenário.
   - Os cenários mudarão constantemente, de acordo e vontade de nós: Afrodite e Dionísio.
   – Morrerá o semideus que desobedecer alguma regra imposta de um deus no decorrer do evento

Informações importantes:

– Terão QUATRO dias de prazo para postar. Se atrasarem, sabem o que acontece né?
– As jaulas possuem 3m de comprimento e 2m de altura
– Além de morte em combate, poderão morrer de desidratação ou desnutrição. A garrafa d'água que vocês tem poderão os salvar se usarem bem. Cada gole fará com que 20 de HP seja acrescido, podendo ao todo dar 5 goles durante todo o evento.
–Todos terão o mesmo tanto de HP, mas os níveis são diferentes. Escolham se preferem atacar o monstro ou o semideus ao seu lado.
– Não AFIRME seus movimentos, você está planejando fazê-lo apenas. Qualquer afirmação sofrerá consequências.
– Poderes e habilidades SEMPRE em spoiler no final do post, dividos em Ativos e Passivos.
– Qualquer dúvida ou reclamação, me contate por MP ou whatsapp quem tiver, ANTES QUE A RODADA TERMINE. Depois que a rodada terminar, não aceitarei reclamação nenhuma.
Nesse post já poderão atacar. Ou o monstro, ou o semideus. LEMBRANDO: Se o semideus A escolher atacar o monstro e o semideus B escolher atacar o semideus A, o semideus A terá que se proteger dos dois. Por isso pensem bem, e alianças são permitidas nesse caso. Boa sorte !
- Quem tem o poder de conjurar ou se virar com água, não poderá usar dessas habilidades para encher a garrafinha ou afins. A água que você conjurar não subirá seu HP. Apenas os cinco goles da garrafa. Mas, ta água poderá ajudar a não desidratar sim, apenas não subirá o HP.

Sistema de PvP:


– Poderão ter apenas DOIS ataques e UMA defesa por post.
– De resto, são as mesmas regras do evento em si.
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Re: The Game - O Massacre

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