The Blood of Olympus
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The Game - O Massacre

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The Game - O Massacre

Mensagem por Afrodite em Ter Ago 18, 2015 1:22 pm


O ínicio do Massacre
A deusa da Lua observou enquanto um a um os semideuses se aproximavam. Alguns estavam relutantes, davam dois passos e ponderavam. Outros vinham confiantes, com expressões sérias e calculadas, decididos de representar seus deuses. Ártemis continuava em silêncio, esperando enquanto Dionísio bebia seu vinho barato, dando ordens impacientes a semideuses que estavam exitantes. – Vamos logo, seus vermes. Não temos o dia todo! – dizia apontando para os retardatários.

Após mais alguns minutos, os vinte corajosos semideuses estavam ajoelhados perante os dois deuses, e em suas cabeças rondavam os perigos e desafios que enfrentariam...mas o que era o risco de morte frente á oportunidade de representar seu deus perante todos os semideuses e perante todos os deuses? Ártemis fechou o pergaminho e respirou fundo, temendo pela vida de todos. – Muito bem. Que os deuses a qual estão representando possa os abençoar. – com essas palavras, cada semideus pode sentir um calor diferente os envolvendo, sabendo que seu pai ou mãe divino estavam olhando por eles, orgulhosos pela decisão de cada um. Dionísio bufa e revira os olhos, balançando as mãos impaciente. – Chega dessa ladainha. Todos vocês terão essa noite para arrumarem suas coisas em seus chalés. Poderão apenas levar uma mochila com uma garrafa d'água, duas armas e nada de mascotes! Esses bichos nojentos...  – revirou os olhos, bebericando mais de seu suco de uva  – Agora vão. Quero ver a todos na floresta de manhã cedo. Quero ver quantos desistirão nesse meio tempo. – disse com malícia, vendo todos se afastarem em direção aos chalés. – Então Ártemis. Quer conhecer a Casa Grande ? .

[...]

A manhã logo veio, e com ela Apolo apareceu no Acampamento Meio-Sangue. As filhas de Afrodite estavam em êxtase com a presença do deus do Sol. Os semideuses que se candidataram a representar os deuses em um jogo perigoso já estavam se aglomerando na floresta. As ninfas e espíritos da Floresta já cochichavam entre si, quase que como "apostando" entre elas quem sairía vivo de lá. Apolo e Dionísio se aproximaram dos semideuses, com expressões suaves e bem tranquilas, diferentemente das expressões quase aterrorizadas dos jovens.– Que pena que todos estão aqui. Mas bem. Temos uma surpresa. Dez de vocês irão para outro lugar, ficando dois grupos. Quem sobreviver em cada grupo, irão lutar entre si até a morte . – o deus do vinho se delicia com aquela palavra e Apolo tomaa frente. – Au revoir, semideuses. – Dez semideuses viram uma luz intensa brilhar, tal luz quase os cegou, os forçando a fechar os olhos e proteger o rosto. Num instante, tais semideuses sumiram, deixando os outros dez na Floresta sem entender muita coisa.


Revendo agumas informações sobre o evento:


- Será um evento grande, com 20 semideuses podendo ser inscritos, logo não tem prazo para término, mas será ATEMPORAL pelo fato de ter muitos semideuses inscritos.
- O evento se iniciará na floresta, com apenas um tópico criado por Afrodite, aonde todos os 20 já inscritos postarão, mas a partir do segundo post, um novo tópico será criado por mim, aonde 10 dos 20 semideuses serão levados para outro cenário, e vamos dividir 10 para Afrodite e 10 para mim, que no final restará apenas um para ambos, o vencedor será decidido através de um PvP (Qualquer dúvida sobre isso, MP-me)

Regras:


- Todos os semideuses devem lutar entre si, alianças até podem ocorrer por um instante, mas só pode restar apenas um, então não será uma aliança permanente.
- É permitido o uso de Poderes PASSIVOS e ATIVOS.
- Armas poderão ser levadas, mas apenas DUAS de seu arsenal.
- Todos os semideuses ganharão DRACMAS, LEVEIS E PRESENTES.
- Para se inscreverem, basta fazer a ficha que logo postarei aqui embaixo.
- MASCOTES ESTÃO PROIBIDOS DE USO!
- BENÇÃOS JÁ OBTIDAS TAMBÉM ESTÃO PROIBIDAS DE USO! (Poderes ATIVOS já estão liberados e TODOS poderão usá-los e muitos tem poderes BEM PODEROSOS e MAIS PODERES, então, não tem porque as bençãos também serem liberadas, vamos deixar um jogo justo. Qualquer crítica, RECLAME COMIGO!)
- Como os três grandes deuses estarão jogando contra vocês, as regras podem mudar no decorrer no evento, como também podem surgir novas regras e etc...
- Cenários mudarão constantemente, como 20 de vocês se iniciarão na floresta e 10 irão para outro tipo de cenário.
- Os cenários mudarão constantemente, de acordo e vontade de nós: Afrodite e Dionísio.
– Morrerá o semideus que desobedecer alguma regra imposta de um deus no decorrer do evento

Sobre o primeiro post:


– Vocês deverão narrar desde o momento que escolherão participar do evento, escolhendo as armas e como passaram o resto da noite. Depois chegando à floresta. A narração de Dionísio e Ártemis não devem ser ignorados.
– Deverão deixar claro tanto no post quanto em spoiler quais armas levarão: Lembrando que são apenas DUAS armas
– O prazo para postarem é até: 20/08 às 23:59
–Após todos postarem, o próximo post será feito em tópicos diferentes, conforme os grupos foram separados.

Semideuses separados:

Os semideuses que ficarão com Afrodite :
- Tessa
- Appril
- Joe
- Becka
- Amélia
- Gregory
- Arthur
- Theodore
- Gena
-Thomas

Os semideuses que ficarão com Dionísio e foram levados para outro cenário::

- Arya
- Emmanuelle
- Annabeth
- Catherine
- Helena
- Klaus
- Luuk
- Faye
- Penélope
- Amber






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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Penélope Köller em Ter Ago 18, 2015 6:38 pm


Breaking Dawn

Algo só é impossível até que alguém duvide e acabe provando o contrário
Eu ainda custava acreditar que tinha cedido a tamanha infâmia, nem força física obtinha e mal sabia controlar os poderes que possuía, o pouco tempo no acampamento não me permitira ter a experiência necessária para o que queriam que eu enfrentasse. Dentre tantos jovens eu seguia encolhida mais no fundo, tentando passar despercebida aos demais e notoriamente em silencio, pude distinguir entre os semideuses características que denunciavam não apenas força, mas conhecimento, e de certa forma isso me assustava em demasia. A capa cobria meu corpo impedindo o vento de deixar a pele gelada, e de certa forma me mantinha protegida, de alguma estranha maneira também me fazia sentir melhor, como se com aquilo a chance de ter as costas acertadas por um punhal a qualquer momento diminuísse gradativamente. O trajeto fora longo, porem não cansativo, o que mais incomodava naquele ambiente eram os gritos do deus do vinho embriagado mais a frente, como se fosse o rei do Olimpo quem pronunciava suas palavras, tinham garotas mais alegres na fila, alguns mais ameaçadores, tantos rostos distintos em meio aquela multidão.

Suspirei baixo ao ajoelhar-me diante de ambos os deuses quando o caminho chegou ao fim, escutava as instruções atenta enquanto sentia o brilho de mãe envolver minha pele, de certa forma um grande conforto para uma pessoa que se tachava de fraca como eu. Rezava mentalmente pedindo aos deuses que me ajudassem ao menos daquela vez, não era de pedir muita coisa, sequer fazia as oferendas diretamente no jantar, apenas seguindo o costume de jogar boa parte da janta na lareira como os demais. Levantei-me minutos depois quando fora liberada pelo diretor dos meio sangues a seguir para o chalé, e pelo restante da tarde me peguei perdida em pensamentos por mais de uma vez, apenas aguardando o momento da partida enquanto começava a ajeitar minhas coisas. A noite chegou rapidamente e naquela noite não permaneci a fogueira como os demais, tratei apenas de me deitar sobre o estofado macio uma ultima vez, tentando assim aproveitar uma ultima noite de sono em um lugar confortável antes do massacre da manhã seguinte.

...

Eu acordara cedo, tão cedo que duvidava que estivesse realmente com os olhos abertos, atenta a tudo e todos pude sentir o sol contra os cabelos aloirados na manhã iluminada, um leve sorriso preenchendo meus lábios com a sensação de algo quente contra o corpo. Seu sorriso se desfez no momento em que viu os deuses exaltados, os cochichos de toda parte percorriam o acampamento a deixando um tanto tremula, a adrenalina correndo por seu corpo deixando os pelos dos braços arrepiados. Ao seu lado uma morena trançava o cabelo com flores campestres enquanto uma segunda se encontrava jogada sobre a cama, como se não estivesse prestes a dar a vida para seu pai ou mãe divino, era simplesmente apavorante e totalmente insano, mas ao mesmo tempo me intrigava de um jeito a deixar tudo mais emocionante, a adrenalina correndo solta por minhas veias. Pisquei os olhos atordoada no momento em que a luz tocou meu rosto, não resisti em levar a mão contra o rosto tentando me lembrar das ultimas palavras do deus sol antes de tudo desaparecer, meu coração batia acelerado e eu não sabia o que aguardar a partir dali.

Mochila:

*Manto mágico: Uma capa que pode cobrir todo o corpo da prole da deusa do amanhecer, ou ser um mero colar com um medalhão de ouro imperial. Essa capa atrapalhar qualquer captação do semideus como cheiro e sons, além de ter uma camuflagem natural com qualquer ambiente. Sua outra característica é a resistência de um colete à prova de balas, logo você recebe o impacto dos ataques, mas não cortes ou perfurações.

*Vestaous: Anel feito de ouro sagrado , que possui três mini chamas de tamanhos diversificados. A primeira chama a esverdeada ao toque faz com que o anel se transforme em uma espada de tamanho mediano causando ferimentos de fogo na pele de do oponente do vestal, a segunda chama de cor avermelhada faz com que o anel se transforme em uma arma da dor, as balas dessa arma faz com que um veneno queimante se impregne na pele da pessoa, a terceira chama, azulada faz com que a arma de transforme em dardos tranquilizantes e paralisantes. Independente da onde esteja a arma, ela sempre responde o chamado de seu dono voltando ao seu dedo.






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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Convidado em Ter Ago 18, 2015 7:36 pm





"Taste your blood / Taste your fate / Swallow your pride / With your hate"


Quando entrei para a equipe dos Ceifadores, sempre soube que, uma hora, Thanatos iria atrás da minha própria alma. Não existe escapatória para mortais, sejam humanos ou semideuses. A morte sempre chega para todos, sem exceção, e meu estilo e meu desprezo por tudo e todos não me salvariam de forma alguma.

Eu já sabia disso. E quando a oportunidade de entrar num jogo cujo nome incluía "Massacre", não hesitei em seguir em frente. Agora ali estávamos, no mínimo vinte semideuses encolhidos contra o frio implacável da noite, andando na direção de dois deuses. Deixei que os semideuses se aglomerassem á frente e dei a eles dois passos de dianteira. Dessa forma eu poderia acender o meu cigarro e fumar tranquilamente... E claro, avaliar meus futuros "alvos". As ameaças? Ali estava Arya Doprav, deslizando no meio da multidão, silenciosa, bela e mortal como eu a conhecia. Ela provavelmente não me pouparia desta vez, e eu com certeza não cruzaria o caminho dela, manteria uma distância boa e segura daquela assassina. Appril também estava no meio da multidão, seus olhos espertos também avaliavam cada um, e fiz um esforço para fugir do mesmo. Apesar de quase sentir meu coração fraco e quase-morto bater um pouco mais rapidamente ao olhá-la, lembrando de uma festa que parecia distante, agora ela era minha inimiga, e uma muito forte.

O restante? Presas fáceis. Mataria um por um. Um sorriso cobriu meu rosto enquanto eu soltava a fumaça no céu da noite e parava atrás do aglomerado de semideuses. Eu realmente queria poder arrancar a cabeça de Dionísio, mas não queria ser transformado em uva antes de toda a batalha começar, então simplesmente escutei ele me xingar com a raiva reprimida. Com as palavras de Ártemis, um calor estranho se espalhou pelo meu peito, e foi para cada extremidade do meu corpo, me esquentando por completo. Olhei para o alto com um sorriso de desprezo no rosto. "Depois de tanto tempo deixando que eu me virasse, agora você olha por mim? Quero que você queime nas profundezas mais sinistras do Tártaro, seu maldito ingrato" Pensei, jogando o cigarro no chão e pisando nele. Assim que Dionísio deu as instruções finais, virei minhas costas para o público rapidamente e comecei a andar depressa, procurando as sombras para que ninguém focasse a visão em mim por muito tempo, fazendo meu caminho para o chalé dos Ceifadores, mas não entrei nele.

Ágil como um gato, subi do parapeito da janela e, com um pulo alto, agarrei o teto, içando-me para o alto. De lá, observei calmamente a cada semideus fazendo seus caminhos para os chalés. Vez ou outra o vulto de Arya passava pela minha visão, mas nunca conseguia focá-la, o que me fez dar um sorriso divertido. Ela realmente era boa nessa coisa. Depois de mais de uma hora, deduzi que a garota já tinha entrado no quarto e pego o que queria. Desci do telhado agilmente, como tinha subido, e entrei no chalé, indo na direção dos meus pertences. Primeiro enchi minha garrafa com água, pegando minha antiga mochila do Alice in Chains e colocando o líquido lá dentro, depois coloquei minhas Poções de Camuflagem lá dentro também. Troquei minhas roupas pelas roupas mais negras que eu pude encontrar, ou seja, uma calça confortável e elástica preta, a camisa leve da mesma cor e, claro, o sobretudo vermelho que dava o toque final de estilo mortal. Por fim, deixei minha adaga e minha foice por cima da cama e olhei para elas. Qual levar? Depois de alguns minutos, peguei a foice e coloquei-a nas costas, jogando a adaga de volta num canto. Poção? Check. Foice mortal e estilosa? Check. Água? Check. Matança? Começaria em breve.

(...)

Dormir era algo dispensável para qualquer ceifador, por isso refiz meus passos para o teto do chalé com a mochila e a foice nas costas, e lá fiquei observando a lua e as estrelas se movendo lentamente. Vez ou outra via um vulto andando pelo acampamento, e ficava em alerta. Não sabia se meus inimigos eram honrosos, e um ataque surpresa não era algo incomum em situações complicadas. Mas nada aconteceu, e logo o dia chegou. Antes de qualquer chalé ser aberto ou qualquer barulho de movimento chegar aos meus ouvidos, pulei do teto do chalé, caindo com um joelho no chão dobrado e a palma da mão estirada, o mínimo de barulho possível. Fiz meus passos para a floresta de modo rápido e furtivo. Ocasionalmente olhava para trás, sabia que tinha alguém me olhando, mas não via ninguém. Não havia sinal de vivalma por ali. Sentei-me no pé de uma árvore e acendi outro cigarro, vendo o tempo passar com a fumaça que saía de mim.

Depois de muito tempo, os semideuses começaram a chegar, um por um. Mantive contato visual com cada um deles por muito tempo, exceto por Arya, que cumprimentei com um aceno de cabeça. Tinha certeza que ela já estava ali a um bom tempo, mas com certeza só se mostrava agora. Finalmente Dionísio e Apolo apareceram, e o deus do vinho deu as instruções finais para os semideuses. Depois da fala final de Apolo, uma luz, no começo fraca, mas logo forte demais para continuar olhando, apareceu na minha frente, e eu percebi que era um dos dez. Fechei os olhos calmamente com um sorriso no rosto, deixando o cigarro cair no chão displicentemente.

Era hora do show.

Armas Levadas:
*Foice da Morte - Uma foice forjada no rio estige, onde sua foice queima onde toca. Algumas podem ser abençoadas por Thanatos e terem poderes como invocação de fantasmas infinita, que não afeta a saúde do usuário. Caso alguém que não seja ceifeiro tente manuseá-la sem permissão, sofrerá uma dor agonizante.

*Poção de Camuflagem - Quando essa poção é jogada no chão, uma densa neblina é criada no local.


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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Helena Rodis Katsaros em Ter Ago 18, 2015 7:54 pm


Massacre
A guerra é um massacre entre gente que não se conhece, para proveito de pessoas que se conhecem, mas não se massacram.

Antes eu estava apenas no Refeitório observando os outros semideuses comerem, já que eu mesma não precisava comer, e no instante seguinte estava parada com a multidão de semideuses no Anfiteatro ouvindo dois deuses falarem. Um deles era o Senhor D., a outra era Ártemis, a deusa da lua. E o desejo de representar meu pai – e chefe – cresceu como uma erva daninha em meu peito, e claro que, sem pensar duas vezes, me encaminhei com passos firmes até perante os deuses, me ajoelhando e inclinando a cabeça para baixo, em sinal de reverência. Mal conseguia respirar com tamanha pressão de representar meu pai. Eu podia ver outros ceifadores também se prostrando, mas eu era a única ali Ceifadora e filha de Thanatos. Fechando os olhos, eu respiro fundo ao sentir um calor emanar ao meu redor, e um cheiro forte de enxofre. Com um sorrisinho, agradeço meu pai mentalmente, sabendo que ele estava comigo naquilo.... e bem, se eu morrer, com certeza ele me receberá em seu reino.

Ouvindo o Senhor D. com seu jeito bem gentil de se dirigir a nós, levanto-me batendo a terra das roupas, lançando um olhar mortal a todos os companheiros de jogos. Sabia que no final, eu morreria ou eles morreriam... São eles ou eu. Seguindo as ordens do deus do vinho, volto para meu chalé, sem me preocupar com água ou qualquer daquelas baboseiras, afinal, não preciso disso para sobreviver. Sentada em minha cama e com o olhar para fora da janela, passei a noite afiando minha adaga, sem dormir.

Na manhã seguinte, carregando uma mochila com apenas um item dentro: Uma capa negra herdada de seu pai. Sua foice negra estava pendurada em seu pescoço em força de colar. Meu cabelo estava preso em um coque bem firme no alto de minha cabeça, com cinco grampos, para não ter perigo que meu cabelo me atrapalhasse durante o evento. Meus passos eram rápidos em direção a floresta, mal me importando com os insetos que também se dirigiam até lá. Não aguentava de ansiedade enquanto via Apolo e Dionísio se aproximando. Apertando fortemente a mochila em minhas costas, fecho os olhos com raiva, protegendo o rosto com os braços e sentindo meu corpo estremecer com a mudança repentina de ares.

Armas levadas:


A Foice Lendária -> Uma réplica da foice carregada pelo próprio Thanatos. A arma, apesar de uma cópia, é tão mortal quando a original, sendo feita de ferro estígio e o cabo de um material indefinido, negro e indestrutível. Cada vez que um oponente morrer por um golpe dado por esse arma, seu portador é curado em 5 HP. Semideuses que não tiverem o sangue de Thanatos e tocarem na foice terão a palma da mão queimada imediatamente. Se transforma num colar com um pingente de foice quando não está sendo usado.

*Capa Negra: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 40% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode.  




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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Becka Klasfox La'Fontaine em Ter Ago 18, 2015 8:12 pm




A conotação de diversão era o oposto de tudo aquilo fato. Rebecka caminhava por entre os semideuses afobados extremamente entediada, ainda naquela manhã despencara sobre os gregos como se fosse a rainha das amazonas, de uma forma expendida ao invadir seu acampamento montada em um elefante. Atraia olhares para si mais do que o esperado, e muitos a tacharam de louca logo de cara, podia decifrar suas expressões com apenas um olhar, e ria internamente de tanta tolice que a maioria exalava. As proles de Afrodite segurando um espelho no lago a deixava enojada, a futilidade era tamanha que a filha de Baco acreditava que se “acidentalmente” as empurrasse contra o lago essas dariam um piti gigantesco. Seguia deliciada o deus do vinho mais a frente, caminhando sobre as reclamações da afiliação contra posta ao seu acampamento, Dionísio deveria ser mais divertido, ao menos ela imaginava que sim, o pançudo andava resmungando, coçando a barba enquanto bebia vinho, este que no momento era o maior objeto de desejo da loirinha que sorria apenas esperando o momento certo de atacar. Ao seu lado um garoto escandaloso pulava resplandecente, por vezes ela o comparara com uma gazela, ou um flamingo talvez. Fazia pequenas plantas brotarem do chão, visgos e ervas daninhas apenas para ver um ou outro tropeçar, o dia nem estava começando e todo mundo resmungava como velho caquético.

Contou mentalmente quantos seriam seus oponentes, raros os romanos que candidatam-se para lutar, ainda mais de sua coorte, na verdade pode distinguir apenas um deles entre os demais, que para sua surpresa teoricamente era seu irmão. Um sorriso cresceu em seus lábios ao ver o medo estampado nos rostos de muitos ali, mas o que mais adorava em tudo aquilo era ver sua antiga inimiga entre os presentes, ou poderia dizer aliada? Arya não perdera tempo em elimina-la em um antigo torneio, agora a garota desejava profundamente dar o troco ao desperta-lhe seus desejos mais insanos, tinha o poder necessário para deixar a jovem no mínimo louca com sonhos eróticos, tudo que ela não iria querer ver. Sorriu mais ainda ao ver quem se encontrava ao seu lado, uma de suas irmãs, Tessa também estivera naquele monte de loucura de Phobos, mas assim como ela fora descartada facilmente – Oh me desculpe- Sorriu com malicia ao tocar o ombro de alguém com quem trombara mais a frente, a garota lhe olhou torto enquanto Becka gargalhava divertida. Alguém tocou-lhe o braço lhe pedindo que se controlasse, ao virar-se pode deparar-se com Gena sua melhor amiga ao seu lado, tinha por um momento esquecido que ela também fora parar ali- Hora deixe de ser chata, parece meu pai grego resmungando o quanto somos inúteis, como se ele fosse muito melhor desfilando com aquela pança nojenta por ai- Gargalhou mais ainda estralando os dedos das mãos.

Sentou-se no gramado assim que fora liberada daquela coisa irritante e rotineira, não estava ali para excursão e sim para mais um evento idiota criado pelos deuses patéticos do olimpo. Arrancava pedaços de grama enquanto observava os demais ajoelhados diante dos deuses- Ai sua vaca- Gritou com a amiga quando esta a puxou pelo braço a fazendo ajoelhar-se ao seu lado. Fuzilava Gena com o olhar enquanto ouvia o discurso do deus sobre mortes e alguma coisa mais a qual ela não prestou atenção, não estava realmente preocupada quanto a isso, e sim no fato de transformar a ilha em um tipo de festa com orgias secretas, poderia ser divertido no fim das contas colocar alguma diversão na cabeça dos demais. Quando por fim o deus concluiu sua explicação os liberando a jovem não tardou em correr até ele dando-lhe um selinho nos lábios e roubando o vinho das mãos do deus- Tchau Gorducho fofinho- Piscou para o pai saindo rebolando ao ver o rosto dele ficar vermelho.

O dia foi um tremendo tedio, entre pegadinhas bem boladas e conversas jogadas fora as horas se passaram rapidamente, e quando a lua resplandeceu no céu aquela noite Becka viu-se sentada em meio aos demais campistas saboreando um doce branco e fofinho. Observava as chamas queimarem na fogueira enquanto perdia-se nas lembranças bem vivas do local a qual chamava de lar. Lembrava-se bem do cheiro da campina, dos templos e das casas de banhos, das flores na trilha de pedras, e da cachoeira das Ninfas, tudo era tão diferente dali, onde o local cheirava a morangos e todo mundo parecia mais vivo, de certa forma entendia o motivo dos romanos serem melhores treinados, eram soldados e não brinquedos na maior parte do tempo- Olha aquela ali- Murmurou pra Gena apontando pro lado com a cabeça, uma garota se olhando no espelho com tamanha concentração que chegava a doer os lábios, concentrada em passar batom vermelho sobre os lábios rosados- Saca só- Murmurou risonha fazendo plantinhas pequenas brotarem ao redor dos pulsos dela puxando a mão para baixo no momento que está ia de encontro ao rosto, fazendo a jovem pintar as bochechas de vermelho e soltar um grito alto de raiva- Que idiota- Murmurou rindo mais ainda chegando a cair do tronco de tanto gargalhar.

Ela só percebeu ter adormecido quando na manhã seguinte despertou no chalé de Dionísio com os demais irmãos gregos a olhando com uma faceta curiosa- Quem me trouxe pra cá?- Questionou pulando pra fora da cama ao fitar um dos mais novos- Sua amiga, depois que você deu uma festa, tirou foto do diretor Quiron com bobs nos cabelos, pregou um rabo de burro na cabeça de um filho de Hermes e o fez contrabandear todas essas garrafas de vinho, também dançou em cima de uma mesa no refeitório e deixou metade do chalé de Athena bêbado- Disse meio confuso enquanto os demais riam- Eu fiz tudo isso?- Perguntou abrindo um sorriso alegre- Show!- Gritou correndo para forma do chalé vestindo a primeira coisa que encontrou na mochila a qual equipara na noite anterior. Apolo chegara brilhando como sempre em sua carruagem, os óculos de sol caiam do nariz enquanto ele fitava os semideuses com um sorriso que era simplesmente de tirar o folego.  Becka se aproveitara ao pegar uma garrafa de vinho bebendo do gargalo logo de manhã, Gena a xingara de bêbada batendo na testa da amiga que nem se importara com seu comentário- Não fico bêbada, mas posso deixar você assim- Murmurou apontando o dedo pra ela enquanto ouvia de esguelha os deuses pronunciando-se – Ai seu viado vai me deixar cega- Murmurou pra Apolo quando este fez vários do grupo brilharem como vaga lumes pelo solo, até desaparecem, com ela apenas metade restara, e entre eles Arya para seu desgosto não se encontrava. Deu de ombros bebendo mais um gole de vinho enquanto encarava o pai com cara de poucos amigos, esperando o massacre começar.
armas:
♦Luvas da Ilusão - Um par de luvas negras que permite ao seu dono criar diversos fios afiados de diversas cores que podem cortar quase tudo, o filho de Dionisio pode usar esses fios para criar “cenários” tão perfeitos que enganariam até mesmo um deus e assim criar diversas armadilhas para seus oponentes.

♦Sementes Explosivas - É uma sacola de pano verde em que se encontram algumas dezenas de sementes de uvas. Essas sementes quando são plantadas na terra se tornam como minas terrestres, explodindo quando qualquer um o tocar.





Quer ser feliz? Seja louco, sorria sempre mesmo sem motivo. Meu estilo de vida liberta minha mente.Enquanto houver um louco, um poeta e um amante haverá sonho, amor e fantasia. E enquanto houver sonho, amor e fantasia, haverá esperança.
❄️
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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Annabeth Chase em Ter Ago 18, 2015 10:02 pm

Duvide do que vem fácil. E não desista do que é difícil.

O anuncio aquela manhã despertara a atenção da jovem filha de Athena, que mais uma vez se via diante de um desafio exorbitante, parecia que o mundo dos deuses ficava a cada dia mais intrigante. Annabeth suspirava enquanto observava os deuses parados na colina esperando ansiosos por seus candidatos que um a um se apresentavam ajoelhados perante os deuses. Seus olhos cinzentos repararam nos adversários que tomavam lugar a frente, intrigada com o fato de nenhum de seus irmãos ter se apresentado como um deles. De certa forma sentia que não era dever de nenhum dos mais novos, quanto mais os recém reclamados participarem daquele massacre e com um suspiro pesaroso colocou-se de joelhos diante de Dionísio assim como o restante de seus companheiros, era agora um dos semideuses a ser massacrado em um lugar qualquer. Seus pensamentos vagavam tranquilos por lembranças do passado, desde a mais pesarosa guerra entre os mundos a mais difíceis batalhas que enfrentara. Os gigantes, os titãs, o clone criado em um labirinto de loucos, tudo a levara até aquele momento, sentia-se pronta apesar de temerosa. Estremeceu ao sentir a pele irradiar com a presença de sua mãe, de alguma forma sabia que a deusa da sabedoria encontrava-se orgulhosa de sua escolha.

Escutou as explicações atenta pegando o máximo de detalhes que pudessem denunciar mais do que lhe aguardava, mas não encontrou muitas palavras que pudesse entregar o que os deuses esperavam dela naquele momento. Ao ser liberada deixou os deuses resmungões para trás, não sem antes olhar a deusa da lua crescente, lembrando-se de Thalia e da época em que pensara em tornar-se recruta da deusa, algo que jamais voltaria, pois ela se encontrava apaixonada. Retornou aos braços de Percy que beijou-lhe a testa de maneira terna questionando-lhe o motivo de sua escolha- Ah males necessários cabeça de algas, não me faça perguntas que se eu te responder você não vai entender- Rio a loira bagunçando os cabelos do namorado, seguindo com ele para uma caminhada na praia. A prole de Athena passara a tarde caminhando pela praia na companhia de Percy, mas seus pensamentos ainda vagavam pelo mundo e pelo passado, ou pelas decisões que deveria tomar dali para frente, de certa forma sabia o que a esperava, e que o perigo a todo momento encontrava-se a espreita, mas não o temia como deveria, tão pouco o subestimava.

Mais a noite recusou a oferta de ficar na fogueira, se quisesse estar bem disposta na manhã seguinte necessitava ao menos de repouso. Seguiu tranquila para o chalé de Athena ao despedir-se da prole de Poseidon com um sorriso, e mesmo deitando-se cedo sua cabeça encontrava-se a mil, o que de fato não lhe agradava por completo. Nem mesmo percebeu quando pegou no sono, tarde da noite, apenas deu-se conta do fato na manhã seguinte ao agradecer mentalmente sua mãe por não ter tido um sonho qualquer, para semideuses um sonho jamais é apenas isso, sempre representando uma brecha de maldade de algum ser das trevas. Respirou fundo vestindo-se como sempre, shorts jeans e a camisa laranja do acampamento meio sangue. Prendeu os cabelos loiros em um rabo de cavalo e calçou os all star, fitou então a lamina em sua escrivaninha e o boné sobre a cabeceira, optando por leva-los consigo naquela jornada, nada melhor do que as armas de que tanto gostava para sentir-se de alguma maneira segura dentro daquela floresta.

Caminhou sem pressa pela campina do acampamento, observando os sátiros tocarem flauta pelos campos de morango, e os campistas mais novos iniciarem as rotinas de treinamento, alguns jogando vôlei, e outros apenas fazendo tarefas pelo estabulo. Sorriu ao ver Silena sobre um Pégaso branco mais acima, dando aulas de equitação as crianças mais novas. Ao avistar os deuses respirou fundo segurando o colar de contas sobre o pescoço, uma para cada ano em que estivera no acampamento, e esperou pelas instruções que se seguiram dali para frente, analisando com cuidado cada um dos oponentes, em busca de possíveis fraquezas vindas dos demais, não as encontrou e já esperava por isso.  As ultimas palavras vieram com a conotação de um adeus e junto a elas o sol tocou-lhe o rosto, deixando os olhos queimarem com a sensação de ardência nem podendo vislumbrar uma ultima vez a colina que chamara de lar, sem entender o que aconteceria a partir daquele momento.
Armas Levadas:

Armas e Poderes:
*Adaga de Coruja - Adaga feita de bronze celestial, é leve e maleável e possui uma lâmina curta extremamente afiada, o punho é decorado com uma coruja e ela sempre retorna a mão do usuário.

*Bone de invisibilidade-Um boné dos NY Yankees
Feito com tecido com fios sagrados e abençoados pela deusa da sabedoria, sendo feito especialmente para Annabeth. O boné é capaz de absorver as partículas de luz do local, desviando-as e tornando o usuário invisível pelo tempo que ele desejar.



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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Theodore W. Börtzler-Rose em Ter Ago 18, 2015 11:15 pm



Diga-me, você sangra?


Ser escolhido pela própria deusa da vitória para representa-la em uma competição, parece pouca pressão? Isso por que ainda não contei o melhor, tal deusa é minha mãe. Mal havia acordado, ainda estava deitado em minha cama quando a deusa apareceu. Não tendo nenhuma companhia que pudesse nos atrapalhar, já que meus meio-irmãos estavam ainda adormecidos ou em algum outro lugar do acampamento, cheguei a pensar estar louco ao ver a deusa em sua pequena forma alada, chegava a parecer uma das pequenas fadas do filme Peter Pan.

Em seu ar de elegância e esbanjando confiança, Nice pediu para que fosse seu representante em um cruel e sanguinário evento que estava prestes a acontecer. Não sabia se ficava feliz ou não, se era amado ou odiado pela deusa, apenas não pude recusar o convite, algo dentro de mim ansiava por um momento como aquele, certamente minha vida apenas faria sentido ultimamente se estivesse em meio a uma competição.

[...]

Como descrever o restante de meu dia? Infestado por um sentimento de aflição e ansiedade, minha mente não se decidia entre sentir medo ou prazer. Não desejava morrer em hipótese alguma, muito ainda tenho para viver e duas irmãs dependem de mim. Mal conseguindo aproveitar as refeições, em momento algum parei de pensar no destino que estava por vir.

Muitos eram aqueles que desejavam ver a prole de Nice perder, um filho da vitória derrotado e completamente fracassado. Alguma minoria desejava ver em ação um dos filhos daquela deusa, talvez a meia dúzia restante ou menos torcia para que orgulhasse minha progenitora.

Um banho de mar relaxou meu corpo, levando em suas ondas a tensão existente em meu ser, ainda era pouco para o que estava por vir.

[...]

Não tendo escolha além de acompanhar os demais competidores e futuros mortos, em meio a noite escura de belo luar prateado ali estava eu, em pé diante de dois deuses em meio á floresta. Nenhum dos presentes era alguém conhecido, alguns vinham diretamente do lendário acampamento romano, outros apenas talvez preferiam gastar seu tempo com companhias "mais interessantes".

Tendo de ajoelhar em meio ao solo terroso e levemente umedecido pelo sereno noturno, um tanto quanto encantado fiquei ao poder presenciar a aparição de Ártemis, uma deusa tão bela que meu corpo desejava tentar corrompê-la. Apesar de um sorriso bobo e malicioso se formar em meus lábios, foco meu pensamento no evento em si, ouvindo atentamente cada uma das instruções.

O ar frio balanço meus cabelos loiros, voltar na manhã seguinte naquela floresta, seria ali o local do tal massacre? Pouco se importando para os demais, voltava ao meu chalé, sentia Nice ao meu favor e pouco acreditava que algum deles detinha um apoio como o meu.

[...]

Durante aquela noite em que os chalés estavam iluminados pelo brilho prateado do luar, pouco conseguia descansar, ao menos Cherry, minha doce irmã mais nova estava lá, acariciando meus cabelos e citando frases aleatórias de motivação. As frases em si são tão péssimas quanto a ideia de não mais poder aproveitar aqueles carinhos, não podia culpar aquela quase sempre insuportável garota, meu amor por ela é tamanho que não poderia estar mais realizado em passar minha última noite de vida ali, em seus braços.

[...]

A manhã seguinte se tornou um tanto quanto agitada. Cercado por Apple e Cherry, mal pude arrumar meus pertences. As duas irmãs, empolgadas e receosas de não mais verem meu rosto com vida, organizavam uma pequena torcida organizada, enquanto em minha mochila apenas colocava uma garrafa d'água.

Por mais desejoso que pudesse estar em contemplar a presença de Apolo a qual estava fazendo tantas semideusas gritarem enlouquecidas, minha preparação sem dúvida alguma era mais importante. Cobrindo cada centímetro de meu corpo com o manto herdado de minha mãe, logo notava que a bela peça de seda a qual emite um belo brilho dourado, assumiu a forma de meu antigo uniforme de beisebol do time "Pittsburgh Pirates". Podendo dizer que estou pronto apenas após colocar anexado em minha roupa "Heaven", cautelosamente comecei minha jornada em direção á floresta.

[...]

Ao chegar no mesmo local em que na noite anterior contemplei a face divina de Ártemis, a deusa caçadora, em seu lugar vislumbrava com a aparição de seu irmão gêmeo. Aos poucos cada um dos competidores chegavam, em sua grande maioria com maior torcida e armas mais poderosas do que as que carregava. Não dando muita importância para aqueles detalhes, acabo pisoteando a grama abaixo de meus pés, caso demorasse mais iria acabar morrendo de ansiedade.

A voz de Dionísio, ou Senhor D. começava a irritar minha mente, sorte que o barulho dos cochichos produzidos pelas dríades abafou boa parte de seu falatório. O deus solar, após o término de toda ladainha produzida pelo deus das orgias, emitia um intenso brilho. Não sendo levado junto com os dez campistas que formariam um grupo secundário em algum lugar, ainda estando na floresta olho nos olhos de cada um daqueles que permaneceram, mesmo que pudesse fazer amizade com algum deles, naquele momento todos eram inimigos. Esperando algum sinal para que realmente toda a emoção fosse iniciada, permanecia parado, que a deusa da vitória acompanhasse meus passos.

Armas e equipamentos:


✧ Manto da Vitória: Manto de seda que emite um certo brilho dourado. É, na verdade, uma armadura grega impenetrável. Apenas o filho de Nice pode retirá-lo e o manto só funciona com seu legítimo dono. Para qualquer outra pessoa, é apenas um manto comum. Caso o semideus queira, ele se transforma em uma roupa comum, porém, não deixa de emitir o brilho dourado. [Vestindo em forma de roupa]

✧ Heaven [Espada Elemental do tipo katana feita do elemento gelo. É feita de bronze celestial, e sempre que quiser ela poderá aparecer. [Embainhado na cintura]

✧ Mochila com uma garrafa d'água.

Podees e habilidades:

Passivos:
Não se aplica

Ativos:
Não se aplica


Vai sangrar!!!
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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Joe McDean em Qua Ago 19, 2015 12:24 pm

Can U fell my hot sex
heart stop beating?

Eu estava no Rio, longe de todos os outros semideuses. Todos estavam nervosos por conta da reunião que estaria ocorrendo no momento lá encima, no Olimpo, mas eu preferi me afastar de todos e fazer um piquenique com meu namorado na beira das águas doces. Seria um encontro perfeito, se eu não estivesse disputando beleza com algumas Ninfas. Nós estávamos rodeados das meninas espíritos da natureza, e aquilo me irritava profundamente, pelo menos eu podia mostrar para elas que minha beleza é indescritivelmente DIVINA.

O tempo passou e eu e Louis vimos uma estrela brilhante cair do céu no Acampamento, na direção do Anfiteatro. – Love, vamos lá... O Acampamento pode precisar de minha ajuda! – Falei pro meu namorado entrelaçando nossos dedos, ele apenas fez que sim com a cabeça a corremos para o local.

Chegamos em questão de segundos e única coisa que me preocupava era ver o Senhor D. falando a beça no ouvido os semideuses. Apenas revirei meus olhos e sorri debochado. Uma menina ruiva estava do lado do deus do vinho, e segurando seu arco e flecha, eu pude notar que era Ártemis. A deusa começou a falar e estava propondo um torneio apenas para semideuses corajosos, afim de honrar os Olimpianos. Um massacre estaria prestes a começar, e eu, bem... Eu não posso deixar de dar o MEU CLOSE né? – Amor, torça por mim... Assim que eu voltar te darei uma noite de prazer... – Falei lambendo meus lábios sensualmente e dando um beijo molhadinho e romântico na boca do meu namorado. Caminhei em direção aos deuses e me ajoelhei, honrando aos deuses.

Demorou alguns minutos para que vinte semideuses tomassem coragem a ponto de dar sua vida aos deuses, eu estava preparado, e não tinha medo algum, sou muito competitivo e não fujo por nada de batalhas, mesmo sendo um filho do amor e preferir a paz. Pude sentir um calor intenso envolvendo o meu lindo AND maravilhoso AND excitante corpinho gostoso que é o meu, me causando alguns arrepios. Dionísio deu as ordens, e assim foi feito, caminhei até meu amor e lhe dei um beijo na testa, o puxando pela mão em direção ao meu chalé.


– X –


Passei a noite inteira ao lado do meu namorado em minha cama, no chalé X. Foi uma noite do tipo maravilhosa, fiz até um sexo super carinhoso para quebrar a tensão e a ansiedade. Também não transei muito para não ficar muito cansado, até fiquei um pouco meio estressado por não fazer o sexo maravilhoso e selvagem que eu preferia. Mas a manhã logo veio e agora era a hora de honrar meus queridos e amados deuses. Me maquiei lindamente para o torneio, estava tão belo quanto a minha mãe, sem contar que meu cabelo estava em um brilho tão intenso que ardia meus olhos azuis ao ver meu reflexo. – I’m sexy boy! – Falei rindo bobo, colocando sobre minha cabeça meu diadema. Peguei meu super kit de primeiros socorros e prendi em minha cintura, pelo menos ali não corria risco de perder, mas mesmo que eu o perdesse, ele sempre aparece novamente por ser abençoado por meu mestre Asclépio e ser imperdível. Lancei beijos voadores para todos de meu chalé e caminhei em direção à floresta.

Como sempre fui um dos últimos a chegar, pelo fato de eu ter que me embelezar todo, fazer o que, atraso é meu hobby e eu não posso mudar isso. Dionísio e o gostoso do Apolo já estavam presentes, colocando ordem, mas a única coisa que eu pude fazer é morrer de tesão ao ver o delicioso deus do sol. Meu namorado que me perdoe, mas eu juro que queria um ménage junto com aquele divino Deus. Dionísio fala suas últimas palavras e Apolo toma a frente, brilhando tão intensamente que fez com que eu fechasse meus olhos. Ao olhar em volta, dez semideuses sumiram.

Assoprei minha franja e respirei fundo, sorrindo simpaticamente. Olhei todos os semideuses presentes e dei um sorriso para minha Best friend do acampamento, Appril. Mandei um beijinho voador para a mesma e me aproximei de Theodore, sorrindo amigavelmente e – Relaxa gatão, não vou te machucar... Ter uma prole da vitória ao meu lado parece ser bastante legal... – Falei sorrindo, jogando meu charme e beleza para o semideus, enquanto de canto olhava algumas vezes para a devota de Hera.

Equipamentos/Armas:
❥ Arco Cupido - Arco com uma Aljava de flechas infinitas que nunca erram o alvo, se transforma em um Diadema ou um Colar.

♣ Kit de Primeiros (e Segundos) Socorros – Kit super-mega completo. Contém comprimidos para febre, gaze, curativos, xarope para tosse, analgésicos, bisturis pequenos para incisões externas, seringas, algumas agulhas, linha, pomadas e cremes para cicatrização e cura, algumas poções regeneradoras perfeitas para a Técnica de Cura e Ressuscitação, ataduras e muito mais. Apresenta-se numa maletinha pequena com a típica cruz vermelha, tudo feito de plástico, mas surpreende no tamanho e capacidade de transporte formidável e ampliado magicamente. O melhor de tudo: além de imperdível e indestrutível, todo seu conteúdo nunca acaba.

Thanks Lari @ CG



Δ 666
Δ Aphrodite
Δ Asclepius
Δ My anaconda DON'T!

sexy boy!

♥️ ♣️ ♦️ ♠️
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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Faye E. Price em Qua Ago 19, 2015 5:42 pm





O céu parecia inquieto naquele singelo inicio da manhã, nuvens se moviam de formas estranhas como se viesse tempestade, entretanto nenhuma gota de chuva caia sobre o acampamento. Muitos se questionavam se havia alguma coisa errada e até mesmo o Sr. D. parecia se preocupar com aqueles sinais. Os poucos minutos que se passaram não poderia ser diferente a não ser que Dionisio não se encontrava no acampamento e que deixara Quíron no controle enquanto estava de passagem pelo Olimpio. Os boatos sobre os deuses não estarem satisfeitos não parava de crescer a cada momento o crepúsculo matutino se espalhava e o sol vinha a subir mais ao céu, não sabia se devia temer ou apenas não pensar nas consequências, não poderia ser um dos motivos de discussão afinal há pouco tempo mal sabia da existência do meu pai. O Sr. D.  já voltara e mantinha um sorriso um tanto satisfeito, parecia tranquilizado e um tanto perverso por algum pensamento que passava por ele, tentei não me concentrar naquele deus e seu vinho, sua filha, Becka contava algumas historias gargalhando ao decorrer das falas engraçadas, uma voz alta chamou minha atenção – Ei seu monte de músculos, acha que tenho medo de você? – Dizia uma garota filha de Ares. – O derrubo em um piscar de olhos cabeça oca!

- Vai latir em outro canto, está saindo espuma de sua boca encrenqueira. – Começava a voz de um filho de Apolo a se elevar. De outro canto um devoto de Hera destacava suas palavras quase que cuspindo na do filho de Atena – C.A.S.A.M.E.N.T.O! H.O.N.R.A! – Contudo o filho de Atenas revidava com – C.O.N.H.E.C.I.M.E.N.TO! Seja estratégico projeto bonequinho de bolo.- Não sabia para que lado olhar, Becka ainda contava algo sobre virar um tigre ou algo assim, outro trovão veio dos céus estremecendo até mesmo o chão. – Acha que devemos temer? – Minhas voz era baixa com um tanto de receio a pesava, olhei para Manu que mantinha seus olhos fixos nas chamas da fogueira no centro, olhei para Tessa que continuava sua conversa com Arya e por fim voltei a encarar a Emmanuelle – Manu... – Ela parecia acordar de um trance – Oi, o que me perguntou, Fada. – Suspirei, ela devia ter muito o que pensar, minha meia irmã tinha bastante coisas para pensar sobre as caçadoras, afinal era a líder e de certo modo queria provar a ela e a deusa Artemis que eu era capaz de honra-la. – Perguntei que. Sobre esse tempo estranho deveríamos nos preocupar?

Ela fez uma careta revirando os olhos, não sabia se isso queria dizer, “Faye não se preocupe esses deuses são loucos que isso não é nada demais”, ou “Corra, se esconda, isso não é um treinamento!”, sei que ela nunca falaria assim, mas o significado poderia ser o mesmo se ela dissesse um sim ou não.

Entretanto, sem ao menos poder ter uma resposta vinda dela eu acabava de receber a resposta de minha pergunta e ela não vinha de quem esperava, estava muito mais além disto, agora sem muito pensar estava eu entre os vinte ajoelhados perante os deuses, a deusa da lua, Artemis nos observava conforme cada um se ajoelhava, Dionisio bebericava seu vinho resmungando seu blábláblá que todos estavam de certo modo acostumados. Todos que estavam ali de dois um, eram dois ou então queriam provar para seus pais o quanto poderiam ser heroicos, a falta deles poderiam nos deixar carente a esse ponto, alguns mantinham um brilho no olhar. A única conclusão que me vinha era o simples fato de serem tão egocêntricos ao ponto de deixar seus próprios filhos se matarem para a gloria deles, pior seria que meu próprio pai, um dos três grandes concordava com aquilo. Um calor me envolveu, era estranho descrever, mas se aproximava de uma sensação de um abraço, não físico, mas a satisfação era a mesma como meu peito se enchesse de orgulho da atitude que eu tomava honrando o nome de meu pai.

O céu escurecia sobre nossas cabeças e novamente o crepúsculo vinha a aparecer, o crepúsculo vespertino trazia consigo a noite e as estrelas, aqueles milhares de pontinhos brilhantes. O falatório não parava após o anuncio e olhares aumentavam em cima de cada um que se ajoelhava na frente de Artemis, preferi apenas da uma passada próximo a fogueira, não poderia deixar um desespero ou mesmo a ansiedade tomarem conta de mim, minha mãe sempre dizia que minha ansiedade não era natural e devia a manter controlada. Uma comemoração acontecia do lado de fora a frente do Chalé da prole de Ares, pulavam, gritava e comemoravam não se importando com os que estavam em volta, era um evento que agradava a cada um deles o que seria meio lógico que eram filhos do deus da guerra. Pelos deuses isso era alguma estratégia de deixar os adversários cansados ou irritados? A manhã veio mais rápido do que cai no sono, desejava está descansada elétrica como se tivesse tomado uns 10 energéticos mais uns 20 cafés extra forte, porém estava como toda a manhã: sonolenta.  Dedilhei meu cordão conferindo se estava devidamente preso em meu pescoço, o anel jamais deixaria sair de meu dedo, conferi antes de me erguer da cama.

Com uma alça da mochila pendurada no ombro contendo uma garrafa d’agua tomei a direção da floresta acompanhando os demais, observava cada um que se dirigia na mesma direção. Puxei a presilha do bolso da calça prendendo meu cabelo assim que parei junto aos demais em um “rabo de cavalo”. Não poderia me arrepender, dizia para mim mesma, cruzando os braços. A nossa frente naquela manhã estavam dois deuses, o Sr. D. que não era uma grande novidade compartilhar seu carinho extremo por todos em suas pequenas palavras doces que diretamente ou indiretamente não importava tanto, nos queria mortos, e Apolo o deus do sol que realmente possuía uma grande beleza deixando algumas garotas eufóricas, suas palavras foram curtas, minhas mãos pareciam suar e um clarão veio em meus olhos.


Armas:

*Espada Marinha:Espada de dois gumes com o fio em perfeito estado (sempre se restaurando na água) , tem 1m cumprimento e 10cm de largura de lâmina. 15cm de cabo. Lâmina toda revestida com prata e bronze celestial, nunca enferruja e encrustada no meio dos metais há um pedaço de alga marinha na cor verde. Seu cabo é prata revestida com madeira, musgo e couro de cavalo, dando flexibilidade apenas para filhos de Poseidon/Netuno. Em descanso toma a forma de um cordão de couro com um pequeno pingente prata na forma de peixe. Sempre retorna ao pescoço do dono

*Anel de Sea: Um anel que deixa o semideus invisível por quanto tempo o mesmo desejar, nem mesmo os mais perigosos monstros consegue avista-lo ou senti-lo em uso do anel da invisibilidade. O mesmo também serve como um escudo especial quando tocado no lugar correto. Sempre retorna ao dono.





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Re: The Game - O Massacre

Mensagem por Gregory Cotton Clark em Qua Ago 19, 2015 7:10 pm




A small long shot


Eu fitava meu reflexo diante do espelho do banheiro, meus olhos estavam gélidos como se a vida já tivesse ido embora do meu corpo, isso era verdade eu já não tinha mais tanta vida quando os semideuses comuns, por mais que meus olhos tivessem a aparência de cansaço meu corpo estava em plena forma. Essa era uma das grandes vantagens de ser um ceifador, não precisar dormir, comer e entre outras coisas.  

Enchi as palmas de minhas mãos com um pouco de água e joguei contra meu rosto, fitei novamente o reflexo e limpei minha arcada dentaria com a língua. Respirando fundo segui até minha cama e peguei minha capa, envolvi meu corpo com a mesma e segui para fora de meu chalé, senti o vento correr ao redor de meu corpo quando me transformei parcialmente em minha forma ceifadora.

Segundos, foram o máximo que levou do chalé de Hécate até a beira da floresta. Campistas estavam reunidos por todas as partes, em uma parte mais central encontravam-se os outros 19 combatentes. Dionísio como sempre um amor de pessoa. Gritava com os campistas chamando-os de quase todos os nomes possíveis, mas seu favorito era: Vermes. Por mais que aquilo fosse ofensivo eu gostava, Dionísio tinha lá seus charmes. Ártemis tão bela, senti um calafrio na barriga ao olhar para a deusa.

Retirei o capuz que cobria meu rosto e assumi minha forma humana novamente, semideuses sorriam e alguns se abraçavam fazendo alianças, um sorriso se formou no meu rosto e vieram as palavras na minha mente: Não passam de um bando de falsianes. Contudo, se eu quisesse sobreviver por algum tempo teria que me juntar a alguém que não fosse tão fraco e nem tão forte.  

Percorri meus olhos por toda a extensão, havia alguns semideuses que nem sabia que existia outros que eu já conhecia e sabia que seriam pesos pesados, incluindo minha amada amiga Vyollet, só de pensar em ferir alguém que eu amo fez minhas traquéias se fecharem por um segundo e quase perdi o fôlego. Mas nesse campo de batalha já não deveria existir amigos, colegas ou irmãos de clã, era tudo ou nada.


Suspirei e segui caminhando. Vi uma linda jovem, quando eu digo linda eu quero dizer linda mesmo. A menina tinha aquele ar de viúva negra, sabe? Mortal, mas bela. Aproximei-me da jovem com um sorriso sutil, fiz um gesto cortes ao perceber que ela era uma caçadora.

- Olá minha jovem, gostaria de se aliar com um ceifador? Prometo que não se arrependerá. – Dei uma piscada para a jovem usando um pouco do meu charme.

Rezei em silencio para que ela não quisesse que eu fosse sua caça e não um aliado. O tempo pareceu correr e logo os primeiros raios de sol surgiram, Apolo com todo seu charme que me deixava enojado apareceu dando saudações aos campistas suicidas. E foi ai que tudo começou a ficar realmente serio, um grupo de semideus sumiu feito mágica, e realmente era mágica. Olhei para Amélia e sorri.

- Que os jogos comecem docinho.

Poderes: PASSIVOS:


ʤ - Beleza sombria: [És tão belo que causa ciúmes a qualquer filho de Afrodite, sua beleza deixa qualquer homem ou mulher aos seus pés.]

ʤ - Resistencia magica: [O semideus possui uma resistência a magias de nível até três vezes maior que o dele. Também terá menos gasto de energia ao utilizar um encantamento.]

ʤ - Presença poderosa: [O semideus possui uma áurea negra que envolve seu corpo a mesma faz com que qualquer monstro de nível igual ao dele se afaste de sua presença.]

ʤ - Cinco sentidos: [O semideus possui os cinco sentidos três vezes mais aguçado do que os outros humanos, podendo sentir cheiros e ver coisas numa distancia de até oito metros, ouvir até mesmo o mais baixo som, ter a sensibilidade de sentir a presença de coisas muito antes de tocar sua pele e sentir o gosto mais profundo de qualquer coisa que comer.]

ʡ Silenciosos – Quando os Ceifadores se mechem eles não fazem barulho os deixando menos propícios a ataques de monstros.

ʡ  Deadbody – Como um “corpo morto” você é imune à venenos e qualquer ação natural (fome, sede, dormir) ou induzida (bebidas ou alimentos, sem exceção, não terão efeitos no seu organismo).  



Poderes: ATIVOS:

ʡ Visão da Morte I – Uma nevoa negra toma conta de seu corpo formando sobre todo o seu corpo uma capa negra. Sua velocidade máxima chega a 60Km/H.

ʡ Visão da Morte II – Agora sua carne se torna transparente, revelando os ossos do ceifador. Tornando-o mais parecido com o esteriótipo de morte.


Armamento::


*Arco Magico: Consiste em um arco de material escuro, tende-se a crer que seja ferro estígio. A corda da arma é de tom claro, quase transparente. Em toda a estenção do arco vê-se o nome do filho da Magia entalhado. As flechas são magicas, surgem ao esticar da corda, as mesma são envoltas por uma aura negra que é capaz de aumentar em 5% o dano causado no oponente. [Transforma-se em um colar para as garotas e em um bracelete para os rapazes.]

*Capa Negra: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 40% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode.


.

valeu @ carol!



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Gregory Cotton Clark
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Re: The Game - O Massacre

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