The Blood of Olympus
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A ilha amaldiçoada..

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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Hazel C. Baümler em Seg Fev 16, 2015 2:15 pm

Hazel sentia que tudo aquilo daria uma imensa dor de cabeça a ela mais tarde. Todas aquelas pessoas se achando as líderes e donas do pedaço. Como se ela precisasse de um novo Quiron em sua vida. Não, ela definitivamente não precisa ouvir nenhum deles. Aquilo a estava irritando imensamente. Sendo assim, Hazel decidiu que não faria absolutamente nada. Assim que se retiraram da barreira natural, ela se jogou na grama esverdeada posteriormente se recostando em qualquer arvore que viesse a encontrar.

Se eles oferecessem alimentos a ela, obviamente ela aceitaria, claro que antes iria verificar se não estava envenenado ou algo do tipo. A mesma coisa ela faria com a água. A impressão que Hazel obtinha era que tudo naquele lugar obtinha um veneno especial, estilo branca de neve. Bom, quando tudo estivesse pronto ela se deitaria para dormir e esperava que nenhum imprevisto viesse a acorda-la. A noite era uma criança, ela só esperava que essa criança não chorasse em seu ouvido.  
Armas:
*Espadas Espartanas: espadas de bronze banhadas no sangue de Phobos. A aura emitida pelas duas espadas é capaz de fazer os inimigos de quem as empunha relembrar seus mais intensos e obscuros medos. Pode ser unida, formando apenas uma arma.
*The Colt: essa pistola é feita com um metal especial que lhe garante a indestrutibilidade, seu tambor possui capacidade para 13 balas [após os 13 disparos é necessário esperar 2 rodadas para reutilizar a arma que se recarregará sozinha]. As balas são de ferro sagrado e podem ferir tanto humanos como monstros.


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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Seg Fev 16, 2015 2:35 pm


Survivor
Sorrir não significa que você esta bem. Apenas que você é forte o bastante para suportar.

Emmanuelle rangia os dentes a cada passo que dava, parecia que algo havia lhe penetrado a perna que ardia a cada passada que dava, seus braços, no entanto não paravam um minuto sequer no intuito de se livrar daquela tarefa tortuosa o mais rápido que conseguia, o suor pingava de sua testa e um suspiro de puro alivio escapou de seus lábios assim que sentiu o vendo fresco batendo contra a face quando desabou na grama macia, em fim livre da mata fechada, mal conseguia acreditar que haviam conseguido, que seu plano suicida obtivera o êxito desejado.

Por fim levantou o tronco, mas ao mover a perna uma dor aguda lhe atingiu e ela pode ver o ferimento exposto a fazendo soltar um gritinho aguniado pela dor, não podia acreditar como era tão tola, o veneno escorria da ferida aberta e parte da calça deveria agora pertencer a outro mundo, pois o rasgo era grande, o garoto se aproximou dela lentamente e quase como um mantra a garota recuou rastejando para trás- Não toque em mim!- Ameaçou cerrando os dentes sua cabeça deu um giro- Se afaste! se não quiser uma faca em seu coração! Não estou brincando- Rosnou mal humorada vendo Ailee se aproximar e o garoto retirar-se para junto da irmã.

Manu prendeu os cabelos em uma trança lateral enquanto Ailee a olhava em completo espanto- É eu sei, está um pouco feia- Murmurou terminando de amarrar o cabelo que grudava a testa, tudo que queria no momento era afundar-se em um lago de água cristalina e de lá não sair por um longo tempo- O que está fazendo, não vai arrancar minha perna filha de Hades - Gritou a olhando com a espada na mão enquanto colocava as mãos em frente ao corpo numa tentativa falha de proteger-se- É uma ordem não ouse desobedecer a sua tenente ou será punida!- Mordeu o lábio segurando o grito, estava acostumada a dor, mas aquele corte em especial a estava queimando por dentro e por fora.

Gritou alto mordendo o próprio braço quando o álcool tocou sua pele, era doloroso porem um grande alivio, alguns respingos de sangue adentrando sua língua a fazendo cuspir, enquanto olhava a irmã ao seu lado lhe dando apoio enquanto a prole do mundo inferior trabalhava- Quase não doeu- Resmungou rangendo os dentes enquanto desabava de costas no gramado, não conseguia se por de pé nem tinha forças para tal, mas passou a mochila a uma das proles, ali dentro tinha uma barraca e alguns poucos suprimentos que poderiam usar na calada da noite, repousou a cabeça sobre o colo da gêmea sendo levada pelo sono.
armas:

♛Weapon Blood♛: Trata-se de um arco de material avermelhado, indestrutível. Este possui entalhes de flocos de neve por toda a sua extenção. A aljava da arma é de couro e suas flechas são realmente poderosas. Suas pontas possuem um veneno que faz com que o local afetado por esta perca mais sangue do que perderia em um ataque comum. No topo do arco encontra-se um pequeno topázio roxo, dentro dele esta escrito: Emmanuele.

Adaga de Ares  - Uma adaga banhada nos mais nobres sangues de todas as guerras, que quando usada pelo semi-deus  aumenta em 50% sua força



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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Athena em Seg Fev 16, 2015 2:58 pm

A aventura começa...

Alivio era a palavra que melhor definia o grupo em si, apesar das oito horas presentes dentro de mata fechada, estavam vivos, as feridas na pele praticamente em tratamento, mas o veneno já não os deixava correndo riscos, Emmanuelle pegou no sono instantes depois de ser tratada por sua companheira de caçada já curada pela noite, esta seguiu pela mata juntamente a Amelia em busca de suprimentos, por viverem ao ar livre estavam acostumadas a viver com pouco, a sobreviver na natureza e sabiam exatamente o que deveriam fazer para se manter ao menos naquela noite, as garotas foram espertas ao retirar agua das plantas, tomando cuidado para não se ferir ou ter a pele perfurada pelo veneno, conseguiram as sementes das frutas e algumas raízes ainda puras então retornaram ao acampamento. Adam por sua vez constatara não ter conseguido nada com nada, não existia um ser vivo no local, nem animais, nem humanos, nada, apenas os nove semideuses e um muito mato.

Não demorou muito para boa parte do grupo adormecer, com fome e sede mesmo com os poucos suprimentos obtidos, pela manhã deveriam explorar o local a procura de pistas, e talvez então resolver o mistério, uma densa nevoa cobria o acampamento, e ao acordar pouco enxergavam, quando a nevoa se dispersou no entanto duas pessoas do grupo já não se encontravam presentes, a filha de Hermes juntamente a princesa da França não pertencentes mais aqueles caminho, nada encontraram ao redor da mata, nem muito adiante, chamaram, berraram seus nomes, mas não obtiveram respostas, e no chão onde antes duas semideusas repousavam apenas uma marca estranha, negra, alguns pelos de animal negro, e respingos de sangue. Naquele momento eles obtiveram uma única certeza, não estavam sozinhos...

Informações aqui! leiam:

-NÃO AFIRMEM NADA OU TERÃO SÉRIOS PROBLEMAS A PARTIR DESSA ETAPA!

-Instruções especiais as duas jovens desaparecidas, vocês postam normalmente nessa rodada, a partir da próxima se não obtiver uma separação especial para ambas no entanto não precisarão realizar nenhum postagem até que eu peça.

-Restante do grupo procurem prosseguir sua viagem não irão encontrar nenhuma das proles desaparecidas por um longo tempo, elas foram selecionadas cuidadosamente por suas postagens a seguir outro caminho.

-Prazo? Vocês tem até as 16:00 do dia 17/02 para realizar as postagens ou terão um destino nada agradável.

-É permitido que ajudem uns aos outros como citado acima, vocês são um grupo e duas cabeças pensam melhores do que uma.

-Minimo de 10 linhas por post, menos que isso irei desconsiderar sua ação.

-Duvidas mp. Boa sorte!
Avisos importantes e observações gerais:

*Adam cometeu um serio erro ao afirmar encontrar um javali, primeiramente por não prestar atenção em minhas postagens, logo de incio avisei que a existência de animais na ilha não existia, não existe barulho e nem vida selvagem até que quebrem a maldição, ou seja não vai conseguir caçar.

*Existe uma regra básica que desde o primeiro post deixei clara que dizia o seguinte EM HIPÓTESE ALGUMA AFIRMEM SEUS MOVIMENTOS, estamos claramente contradizendo essa regra, Ailee afirmou conseguir as frutas e a bebida, Amelia idem, Adam do nada consegue um animal, Mackenzie afirmou que eles trouxeram água, e assim vai, não repitam esse erro se não quiserem ser punidos, são tentativas que eu avaliarei e não que vão acontecer porque vocês afirmaram acontecer.

*A partir de hoje os prazos terão um tempo maior por questões offs, se forem rápidos eu serei rápida.

*Sugiro que comecem a ler e muito, pois eu enigmas não serão nada fáceis, se quiserem descobri-los terão que analisar cada detalhe cuidadosamente, prestem muita atenção as minhas postagens e de seus colegas, as vezes um pode notar uma coisa mais do que outro.

*Sem mais, duvidas mp.


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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Liv Herondale Belluz em Seg Fev 16, 2015 11:56 pm


O rum havia acabado.

Não tinha muito que fazer a não ser dormir para tentar enganar o estômago que começava a roncar, apesar das poucas sementes de frutas e água compartilhadas pelas beatas da caça. O que não era lá muito difícil, convenhamos, eu estava exausta e como assumi o primeiro turno de vigília, era minha vez de descansar enquanto outro tomava o posto, apenas deitei sem me preocupar muito com onde e mal fechei os olhos, já estava em sono profundo. Tive o que se chama de sono conturbado, acordei algumas vezes com a garganta sedenta por um pouco de álcool, mas a consciência me dizia que não teria nada daquilo por um bocado de tempo então voltava a dormir. Estava ridiculamente sóbria, o que complicava ainda mais as coisas, uma leve dor de cabeça começava a pulsar e me deixar irritada, assim como o enjoo que me faria vomitar se de fato houvesse algo em meu estômago além do maldito suco gástrico. Ressaca, eu estava no meio de uma maldita ilha pirata que fedia a morte, tendo uma droga de ressaca. – Por mil tártaros, azar pouco é bobagem. – murmurei baixinho para não acordar os outros semideuses, quando senti um incômodo odor de enxofre. “Essa droga de abstinência confundindo meus sentidos.” Pensei atribuindo o cheiro a meu estado de náusea, porém não me lembro de ter fechado os olhos outra vez, porque a última coisa que vi antes de apagar por completo foi um borrão negro disforme e não posso dizer se foi real ou algum tipo de alucinação.

Trecos:
* Tênis Alados: Um par de all star preto e de cano médio. Aos olhos dos mortais é apenas um tênis, mas ao dos semideuses e seres mitológicos é um tênis com asas brancas, que são capazes de fazer o semideus voar. Os sapatos crescem de acordo com o pé do semideus, portanto nunca ficaram apertados. As asas do sapato só aparecem quando o dono ordena.

* Caduceu celeste: Caduceu que permite que o dono consiga fazer abalos sísmicos fracos, conseguindo fazer um tremor em um raio de 30 metros.


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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Adam Köhler Bradshaw em Ter Fev 17, 2015 4:45 am



Meu estomago roncava, pouco havia comido. Encostei-me em uma árvore, sentindo as pálpebras aos pouco se fecharem em meio aquele cansaço que me consumia. Lentamente percebi tudo escurecer, apagando por completo. Estavam todos completamente apagados em meio aquilo, parecia que nada havia acontecido e estávamos no acampamento como sempre. Em meio ao sonho, parecia tudo tão diferente. Imaginava-me em minha cama com cobertas quentinhas, ainda sendo atormentado pelo Luquizinho e Death pedindo para que os leva-se para passear no meio da madrugada, sempre era assim.

Abri vagarosamente meus olhos, olhando em volta percebendo que todos ainda dormiam tranquilamente. Aquilo me tranquilizava um pouco, logo voltando a fechar meus olhos apagando novamente no mesmo lugar aonde eu me encontrava, uma leve brisa bateu contra minha pele fazendo que um sorriso brotasse em meu rosto, lembro do acampamento "Espero poder voltar ao acampamento. Como será que a Tessa está? Não a vi acordada quando voltei, espero que esteja bem..." Murmurei mentalmente um tanto confuso de não saber o por que de estar tão preocupado com a menina. Era tudo tão confuso para o jovem necromante, estava tudo uma verdadeira desordem, desejando um pouco do rum da menina que havia sido usado na perna da líder das caçadoras para ajuda-la. Por fim, apagando novamente ali ao perceber que não havia nenhum sinal de perigo.




Coisinhas:

*Arco e flecha de rosas infernais: Um arco longo feito de madeira negra, que na verdade são caules de rosas negras, possui alguns espinhos espalhados por toda a sua extensão e dependendo da pericia do dono pode atirar até três flechas em direções diferentes. Vem com uma aljava com 25 flechas que tem o aspecto de uma rosa e um veneno forte nas pontas, sempre que acabam 25 novas aparecem. [Vira um colar negro com um pingente de escolha]

§ - Glove of Darkness - Uma luva feita da escuridão, pelo próprio Érebus, a mesma contem \\\\\\\\\\\\\\\"escuridão\\\\\\\\\\\\\\\" assim, sempre que o necromante do mesmo desejar escuridão sairá da mesma, para que ele controle tal coisa, podendo materializar e moldar como quiser. (Sempre que utilizar sente fortes dores de cabeça)



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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Ailee Song Cha em Ter Fev 17, 2015 10:55 am

Ailee YongHwa
A barreira


Sempre que Ailee dormia à noite por mais exausta que estivesse, parecia que um tumulto invadia sua cabeça, vozes e mais vozes gritando como se a menina não tivesse o menor direto a uma boa noite de sono. Mas ali, ao contrário do esperado, a filha de Hades mal se deu conta de ter adormecido quando acordou absolutamente descansada, sem conseguir enxergar meio palmo a frente por causa de uma forte nevoa. A noite foi tranquila como se estivesse anestesiada e contraditoriamente, os mortos que ali haviam não pareciam ter o menor interesse em se comunicar, pelo menos por hora. – Estranho. – murmurou esfregando os olhos, ouvindo a voz de Martus falando sem parar, sem conseguir vê-lo em meio à névoa. Não sabia se haviam outros campistas por perto, portanto não podia respondê-lo, mas as coisas que ele dizia a deixaram preocupada e louca para fazer um bocado de perguntas. – A louca do rum e uma outra, filha de Eros simplesmente sumiram, procurei pelos arredores assim que notei o desaparecimento, mas nem sinal delas, você precisa ver as marcas que ficaram onde elas estavam... – ele não conseguia parar de falar e a caçadora não conseguia parar de tentar enxergá-lo.

“Se ainda tivesse minhas habilidades.” Pensou tateando o chão em busca das outras caçadoras, talvez juntas pudessem descobrir algo sobre o desaparecimento. A névoa começou a se dissipar, Ailee cutucou Manu e Amélia assim que as encontrou e contou-lhes sobre os desaparecimentos. – A filha de Eros e a de Hermes não estão aqui. – disse antes de correr para onde ambas dormiam, observando com pavor as marcas negras, alguns pelos pretos de animal e respingos de sangue presentes ali. Aproveitou que os outros saíram em busca delas, chamando seus nomes e procurando pelo perímetro para conversar com Martus. – Pode me dizer o que aconteceu enquanto estávamos dormindo? – perguntou ao fantasma, que a fitava com uma rusga na testa. – Não senti nada, nenhuma presença, estava concentrado vendo você dormir quando a névoa chegou, achei estranho e fui conferir se os outros campistas estavam bem, foi quando dei pela falta das duas. – o ouviu dizer completamente frustrado. – Como assim você não sentiu nem viu nada? Por mil fúrias, você não dorme, é sua obrigação ficar atento! – Ailee falava visivelmente alterada, o temor pelo que pudesse ter ocorrido às semideusas ausentes a deixou com uma sensação de incompetência que ela tanto desprezava. – Ailee, eu estava preocupado que algo pudesse acontecer a você, não sou babá de todo mundo, estou morto e este lugar me deixa com vontade de tirar você daqui antes que o pior aconteça. – ele dizia tentando se explicar, a menina respirou fundo, abaixando a cabeça. – Desculpe, não posso culpá-lo, só estou frustrada por não ter previsto isso. – murmurou tentando colocar as ideias no lugar, para fazer as perguntas certas. – Alguma pista pelas redondezas? Pegadas, cheiros, qualquer outra coisa além daqueles pelos negros de animal? – perguntou ouvindo-o responder seus questionamentos, enquanto assentia com a cabeça em compreensão. – Obrigada Martus, não sei o que faria sem você. – murmurou vendo os outros campistas retornarem de suas buscas, sem nenhum sinal das duas ausentes. – Eu acho que estão vivas, não senti suas mortes, mas posso estar enganada, esta ilha confunde os sentidos. – Informou enquanto tentava organizar as informações passadas pelo fantasma e por cada um deles, precisavam de um plano, ao que parece, a floresta estava tentando separá-los, o que significava que, talvez, juntos pudessem representar alguma ameaça. – Acho que a única forma de vencer é mantermos o grupo coeso. – comentou fitando o orvalho que cobria a relva, umidade que mascarava qualquer vestígio da noite anterior.

Armas:
*Mini elmo do terror: Elmo semelhante ao do Deus dos Mortos. Deixa o usuário invisível por um período de tempo (definido pelo narrador) e causa terror nos adversários

*Espada de Ferro Estígio: Nas mãos de um filho de Hades é perfeita em precisão e dano. A cada golpe feito em monstros a espada converte o dano do monstro em energia e vida para quem a usa





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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Athena em Ter Fev 17, 2015 2:48 pm

Prazo Adiado para 18/02/2015 a pedido de Amelia por problemas off


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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Lori T. Köller em Qua Fev 18, 2015 10:57 am



I need a little piece of time!

Problemáticos e tolos pensam na vida como nada além de uma passagem infeliz com a qual um costume qualquer, uma ação qualquer nada pode fazer por si ou por qualquer pessoa. Os gélidos corações nada mais são do que peças a serem moldadas, homens são como pedras em nossos caminhos prontas para serem chutadas para longe, mulheres não são a exceção.

A coisa toda era muito simples a visão de Lori. Ela não obtinha basicamente nada para se importar. Primeiro por que se os ET's quisessem tê-los atacado o teriam feito assim que eles houvessem colocado seus pés naquele local. Segundo por que a morte era apenas uma passagem, se ela morresse naquele local ela nem mesmo veria qual seria seu fim. E além do mais, a garota não se considerava do tipo fraca que corria dos desafios por motivos bobos. A garota por ventura aceitou a água a ela oferecida bem como alguns poucos pedaços de fruta desidratada.

A garota não estava acostumada com aquele tipo de comida, no entanto engoliu-a após mastigar bem, seu estômago vazio necessitava ser enganado no fim das contas. A feiticeira recostou-se em um local sob a grama esverdeada e esforçou-se para dormir. Mesmo que a jovem houvesse pensando que não conseguiria dormir em um local estranho, seus olhos se fecharam em um sono repleto por pesadelos onde seus colegas eram levados para longe por sombras negras que pareciam zombar de todos eles. Quando os olhos da feiticeira se abriram para um novo dia, praticamente nada poderia ser avistado em meio a névoa que parecia cobrir todo o local.

Lori mordeu seu lábio inferior levemente buscando qualquer coisa que pudesse servir como ponto de referência, aos poucos a névoa ia dando espaço ao dia e as pessoas. Lori ainda desnorteada pode ouvir quando a filha de Hades anunciou que duas pessoas do grupo já não se encontravam presentes. A feiticeira arqueou a sobrancelha esquerda ao ouvir que uma das pessoas era Mackenzie, o que teria ocorrido com sua companheira. Tomando impulso, a garota seguiu em direção aonde havia visto Mackenzie pela ultima vez. Sangue e pelos enegrecidos encontravam-se sob o local.

Estariam lidando com algo estilo Chapeuzinho Vermelho ou seria com algo estilo a Bela e a Fera? Um pequeno aperto se formou na garganta da jovem ao passo em que ela tirava a conclusão que até então todos deveriam ter chegado. Não estavam sós. Seja lá o que houvessem acordado com sua chegada, definitivamente não era boa coisa. Planos deveriam ser traçados, novos caminhos deveriam ser seguidos. Não havia tempo a ser perdido. Estando os deuses ou não ao seu lado, ela daria o melhor de si, por que apesar de aceitar a morte como certa, estava disposta a lutar por sua vida.
Armas e Poderes:

*Manto mágico: Uma capa que pode cobrir todo o corpo da prole da deusa do amanhecer, ou ser um mero colar com um medalhão de ouro imperial. Essa capa atrapalhar qualquer captação do semideus como cheiro e sons, além de ter uma camuflagem natural com qualquer ambiente. Sua outra característica é a resistência de um colete à prova de balas, logo você recebe o impacto dos ataques, mas não cortes ou perfurações.
*Varinha/Cajado - As feiticeiras de Circe tem o total arbítrio para escolherem entre uma varinha ou um cajado quando aceitas pela mesma como sua seguidora. Sendo estes feitos de uma madeira extremamente escura, mergulhadas em ouro branco. Estas armas tem a finalidade de reduzir os gastos de energia durante a conjuração de uma magia/feitiço, e, amplia os danos feitos pelo mesmos. Torna-se um bracelete quando não usado.

THANK YOU SECRET!
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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Hazel C. Baümler em Qua Fev 18, 2015 6:15 pm

Hazel se sentia um pouco melhor após a noite de sono. Na percepção da prole de Phobos, uma noite conseguindo evitar pesadelos, era uma noite em que ela conseguia dominar seus poderes em definitivo. Então em parte naquela manhã ela não se sentia completamente de mal humor. Pelo menos não até que ela viu estar dominada pela névoa, sem qualquer escolha descente que pudesse ser pronunciada. A cada instante aquele lugar ficava mais irritante para a jovem Hazel, ela ouvira as palavras da caçadora mesmo não as tendo compreendido. Nada ali valia a pena ser escutado, ou compreendido.

Um antro de magia negra era de fato o que aquilo parecia parecer.Soltando um bufo impaciente a garota retirou as colegas que se interpunham em seu caminho antes de avistar o sangue e a pelagem negra no chão, no local aonde antes Mackenzie se encontrava adormecida. Seria o senhor tempo anunciando que o tempo de calmaria se fora e que chegara o momento das coisas serem levadas a serio? Hazel não obtinha a mínima ideia, mas se havia algo que ela de fato compreendia era que daquele momento em diante os inimigos seriam revelados. 
Armas:
*Espadas Espartanas: espadas de bronze banhadas no sangue de Phobos. A aura emitida pelas duas espadas é capaz de fazer os inimigos de quem as empunha relembrar seus mais intensos e obscuros medos. Pode ser unida, formando apenas uma arma.
*The Colt: essa pistola é feita com um metal especial que lhe garante a indestrutibilidade, seu tambor possui capacidade para 13 balas [após os 13 disparos é necessário esperar 2 rodadas para reutilizar a arma que se recarregará sozinha]. As balas são de ferro sagrado e podem ferir tanto humanos como monstros.


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Re: A ilha amaldiçoada..

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