The Blood of Olympus
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A ilha amaldiçoada..

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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Lori T. Köller em Sab Fev 14, 2015 5:54 pm



I need a little piece of time!

Problemáticos e tolos pensam na vida como nada além de uma passagem infeliz com a qual um costume qualquer, uma ação qualquer nada pode fazer por si ou por qualquer pessoa. Os gélidos corações nada mais são do que peças a serem moldadas, homens são como pedras em nossos caminhos prontas para serem chutadas para longe, mulheres não são a exceção.

Lori sentiu-se frustrada por cerca de cinco segundos antes de por fim deixar tudo de lado e seguir em frente. Não havia sentindo em ficar se lamuriando pelo leite derramado ou melhor por algo tão sem importância quanto um erro. A magia era totalmente mutável e a que havia naquele lugar era muito poderosa. Ela viu o estranho pergaminho e estranhou que a garota embriagada não tivesse perdido a vida para transmitir aquela mensagem. Talvez ela fosse importante afinal de contas. Mordendo seu lábio inferior brevemente, a garota ouviu a historia que o pergaminho contava.

-Mas parece ter algo faltando- murmurou a feiticeira rodando a varinha em sua mão esquerda antes de transferi-la para a direita. Lori ouviu o plano da possível ET que obtinha uma cópia idêntica ao passo que ouvia os temores provindos de Hazel.  -Vamos tentar ué!- murmurou a garota dando de ombros. Um plano era um plano. Mesmo que não viesse das pessoas que menos se imaginava. -Bom posso ficar em qualquer lugar que me colocarem- constatou a garota por fim seguindo em direção aos demais companheiros de aventura. Que tudo começasse afinal, sem sombra de dúvida as coisas poderiam se tornar bem interessantes por ali. 
Armas e Poderes:

*Manto mágico: Uma capa que pode cobrir todo o corpo da prole da deusa do amanhecer, ou ser um mero colar com um medalhão de ouro imperial. Essa capa atrapalhar qualquer captação do semideus como cheiro e sons, além de ter uma camuflagem natural com qualquer ambiente. Sua outra característica é a resistência de um colete à prova de balas, logo você recebe o impacto dos ataques, mas não cortes ou perfurações.
*Varinha/Cajado - As feiticeiras de Circe tem o total arbítrio para escolherem entre uma varinha ou um cajado quando aceitas pela mesma como sua seguidora. Sendo estes feitos de uma madeira extremamente escura, mergulhadas em ouro branco. Estas armas tem a finalidade de reduzir os gastos de energia durante a conjuração de uma magia/feitiço, e, amplia os danos feitos pelo mesmos. Torna-se um bracelete quando não usado.

THANK YOU SECRET!


A queen of sun (...)


“I admit that I ain't no angel, I admit that I ain't no saint -- I'm selfish and I'm cruel and I'm blind. If I exorcise my devils, well, my angels may leave too. When they leave they're so hard to find...”
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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Athena em Sab Fev 14, 2015 6:11 pm

Barreira Natural

Finalmente as cabecinhas começaram a funcionar, e trabalhando juntos conseguiriam chegar ao outro lado, seu trabalho seria árduo, e levariam horas a fim sem descanso, comida ou agua, as gêmeas de Poseidon seguiam a frente juntamente a filha de Hades Ailee, cortando galhos e plantas sem parar, o suor escorria por suas testas, mas se ousassem parar um minuto se quer, seriam engolidas pela floresta, ao meio seguiam Adam juntamente a Lori e Amelie, seriam eles a linha de defesa caso alguém atacasse, e atrás vinham Hazel, Liv e Mackenzie impedindo o crescimento da mata fechada, dessa forma alcançavam metade do caminho, a mata os devorando furiosamente, galhos rasgando sua pele, o sangue pingando no chão, um sacrifício de dor necessário para obter o sucesso, o mistério mais próximo do que o esperado.

Um sacrifício de sangue... sem dor não poderás passar, o esforço a de vir a calhar...

Informações aqui! leiam:

-Primeiro desafio lançado, molinho molinho, obviamente o que vocês procuram está atras da barreira natural, não é algo comum então não pensem que sera fácil, seu primeiro desafio é encontrar uma maneira de passar pelo muro, lembre-se que não devem em hipótese nenhuma afirmar seus movimentos, quem define se sua ação deu ou não certo sou eu, a narradora.

-Com relação a armas, bem vocês terão direito de escolher apenas duas que estão dispostas em seu arsenal, na ficha de personagem, sendo esta de preferencia uma de ataque e uma de defesa, apenas isso, e devem ser colocadas em spoiler ao final de seu post.

-Prazo: Vocês tem até uma da manhã dessa madrugada para postar ou serão eliminados logo na primeira etapa.

-É permitido que ajudem uns aos outros como citado acima, vocês são um grupo e duas cabeças pensam melhores do que uma.

-Minimo de 10 linhas por post, menos que isso irei desconsiderar sua ação.

-Como bem podem ver seus poderes estão anulados, ou seja não percam seu tempo tentando usufruir de seus dons, a partir desse momento todos se encontram na mesma situação.

-Duvidas mp. Boa sorte!


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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Liv Herondale Belluz em Sab Fev 14, 2015 7:23 pm

Eu sabia que a rainha das beatas ia tomar a frente da situação, na verdade eu quase a beijei na boca por ter feito isso, alguém precisava colocar ondem naquele bando de desnorteados, eu inclusa. – É isso aí, caçadora, eu vou atrás retardando a planta enquanto vocês cortam. – falei erguendo o caduceu, esperando o povo se organizar. Abrindo o caminho foram as filhas de Poseidon e a filha de Hades, no meio os inúteis e atrás eu, uma filha de Phobos e uma de Eros, sendo literalmente comidas pelo mato que voltava a crescer. Tentávamos manter o ritmo e o vigor, mas observamos o espaço interno inevitavelmente diminuir aos poucos, nos deixando no que parecia uma réplica em miniatura do metrô no horário de pico. A diferença é que no metrô lotado você ganha no máximo uma encoxada (ou enrabada, chame como quiser), enquanto que ali espinhos e galhos rasgavam minhas coxas.  – Se eu ficar cheia de cicatrizes vou ter que assaltar o banco central de Nova York para pagar o cirurgião plástico. – comentei erguendo o caduceu pelo que parecia ser a bilionésima vez, para tocar o solo e provocar mais um tremor. A situação caminhava para o nível sardinha em lata, torcia para que chegássemos ao outro lado antes do nível moedor de carne, onde virávamos picadinho de semideus. O muro estava cada vez mais furioso, não queria ser vencido e seu tempo de reação parecia diminuir a cada novo golpe. – Galera, dá pra apertar o passo aí? Já tô ficando sem oxigênio. – murmurei consciente de que elas deviam estar completamente exaustas cortando aquele emaranhado verde e marrom. “Se eu já estou com cãibras...” Pensei segurando firmemente a garrafa de rum com a outra mão, posicionando-a contra o peito como um tesouro precioso, tentando evitar que o mato em fúria a destruísse e levasse o restinho que eu estava guardando para fazer um brinde à travessia. – Não tem mais rum pra você, muro mal agradecido. – retruquei rindo alto, minhas pernas pareciam quentes e os cortes doíam, mas a adrenalina me deixava excitada, como filha de Hermes, escapar era minha especialidade e eu tinha que a obrigação de arrumar um jeirto de sair daquela ilha de Lost pirata, nem que isso me custasse os braços e as pernas.

Trecos:
* Tênis Alados: Um par de all star preto e de cano médio. Aos olhos dos mortais é apenas um tênis, mas ao dos semideuses e seres mitológicos é um tênis com asas brancas, que são capazes de fazer o semideus voar. Os sapatos crescem de acordo com o pé do semideus, portanto nunca ficaram apertados. As asas do sapato só aparecem quando o dono ordena.

* Caduceu celeste: Caduceu que permite que o dono consiga fazer abalos sísmicos fracos, conseguindo fazer um tremor em um raio de 30 metros.


Vem com a Liv, delícia!
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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Ailee YongHwa em Sab Fev 14, 2015 8:09 pm

Ailee YongHwa
A barreira


Ailee observava a destreza da tenente em definir postos e tarefas, no fim das contas, tudo ficou decidido meio que como a semideusa havia previsto. Assumiu a linha de frente com a caçadora e sua irmã, sem prestar muita atenção nos outros seis semideuses que se seguiam, cada qual executando sua função para o grupo. – Vai Ailee, você consegue! Força nesse braço! – ouvia o fantasma dizer feito uma espécie de líder de torcida, só que sem os pompons e as minissaias. Riu baixinho se permitindo imaginar o fantasma em trajes de cheerleader. “Nem assim ficaria feio.” Constatou enquanto cortava bravamente tufos de folhas e galhos espinhosos, que caíam dolorosamente sobre seu rosto, braços, pernas e até mesmo abdome. Suas roupas já estavam rasgadas e a menina tentou não pensar no fato da lateral de seu sutiã estar à mostra. Estava calor e queria poder pedir a Martus que se pusesse sobre ela, com sua aura fria e sem vida para refrescá-la um bocado. Uma das piores coisas de ter gente por perto era não poder falar com ele, sentia-se tentada a responder cada provocação, cada alerta, cada charada e piada dita pelo amigo, mas já havia feito doutorado em ter fama de louca amaldiçoada e tentava a todo custo afastar a fama de si.

Seus braços queimavam, principalmente o esquerdo. A menina era canhota e estava forçando principalmente o lado com o qual tinha mais aptidão e destreza, a ponto de sentir o latejar do ácido lático se depositando nas fibras musculares, exaustas e completamente doloridas. – Você não vai nos derrotar. – ameaçou o muro ao mesmo tempo em que escutou um clac, e logo seu pescoço e ombros foram cobertos por ondas de cabelos ruivos longos e lisos. “Maldita hora para arrebentar o elástico.” Constatou seu azar bufando e cortando os galhos espinhosos com ainda mais avidez, o sangue grudava em sua pele misturado ao suor e o cheiro de ferrugem estava nauseante, ignorou o próprio olfato, assim como os alertas do fantasma sobre o garoto que estava no meio estar "relando" nela. “E tem como não relar em alguém neste espaço tão ínfimo? Isso contraria as leis da física.” Pensou dando mais um passo para frente, mas sentindo algo puxá-la para trás pelos cabelos.

– Aigo! – exclamou esticando o braço ao limite de um estiramento, para não parar de cortar por nem meio segundo, o tempo era precioso, vital. – Alguém, meu cabelo! – gritou para os três que estavam no meio, sentindo a cabeça soltar-se após um golpe rápido da flecha de Amélia cortar os tufos, liberando-a. – Amador. – sussurrou para o muro, que na cabeça dela havia feito aquilo de propósito. A verdade é que nada tiraria mente fértil da caçadora que aquilo era algum tipo de vingança pela ameaça que fez, que a propósito havia aumentado grandemente o desconforto. - Ailee, não pare, não desista! - Martus continuava dizendo. - Hey, desencosta dela! - ele esbravejava para o tal Adam, atravessando as pessoas, mantendo-se em movimento no espaço que já ficava cada vez mais escasso. Havia agora sangue, suor e cabelos tomando conta do rosto, ombros, braços e costas da menina, além dos cortes e da exaustão, sem falar na sede, que era tanta que se via capaz até mesmo de beber o precioso [e provavelmente amargo] rum da filha de Hermes sem pestanejar.

Armas:
*Mini elmo do terror: Elmo semelhante ao do Deus dos Mortos. Deixa o usuário invisível por um período de tempo (definido pelo narrador) e causa terror nos adversários

*Espada de Ferro Estígio: Nas mãos de um filho de Hades é perfeita em precisão e dano. A cada golpe feito em monstros a espada converte o dano do monstro em energia e vida para quem a usa





Ailee Yonghwa
Saranghae saranghaeyo, geudaereul saranghaeyo maljocha mothagoseo geudaereul geureohke bonaenneyo. Mianhae mianhaeyo nae mari deullinayo dwineuseun nae gobaegeul geudaen deureul su isseulkkayo, saranghaeyo.
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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Adam Köhler Bradshaw em Dom Fev 15, 2015 3:02 am



A voz carinhosa da menina me fez não me sentir tão mal afinal, com certeza já me sentia mais disposto a tentar novamente. Os lábios generosos da menina tocaram minha pele, fazendo com que eu corasse quase sentindo minha pele arder em brasas de vergonha um pouco mais incentivado a tentar ser útil para o grupo. As crias de Poseidon junto a outra menina tomaram a frente cortando os galhos que voltavam a crescer rapidamente, voltando a crescer rapidamente machucando-me com alguns cortes não muito graves em meus braços.

O suor começava a escorrer pelo meu rosto descendo pelo meu corpo até os cortes dos galhos, causando uma enorme dor no local, fazendo com que uma careta se formasse em meu rosto. Ignorava totalmente aquilo, voltando a me focar no que eu tinha de fazer que era proteger as pessoas de qualquer ataque surpresa de monstros. Meus olhos percorriam ao derredor do local, atento a qualquer movimento enquanto escutava os murmurios de dor das meninas que seguiam na frente, uma expressão um tanto irritadiça tomava conta de minha face observando aquilo, não gostava de ver as pessoas feridas em minha frente. Mas aquilo parecia inevitável naquela altura do campeonato.

Ouvi a voz de umas das meninas que estava encarregada de cuidar dos ataques de monstros, dando um pequeno sorriso, mostrando um pouco de preocupação com a prole de Poseidon, observando o esforço que as meninas da frente, e da parte de traz exerciam para abrir caminho escutando as queixas da filha de Hermes, fazendo com que um sorriso surgisse em meus lábios apertando o passo para que ela não continuasse a falar sobre aquilo, ainda mais no estado em que ela se encontrava. O plano estava a dar certo, aquilo me aliviará, chegará a pensar que os deuses estavam a ouvir minhas preces, mas não sábia ao certo se era isto mesmo, pois tudo aquilo poderia vir a mudar em um instante. Preferia deixar que tudo aquilo rolasse para depois que sais-se dali cantas-se vitória contra o muro que voltava a se defender.

A cada passo uma sensação estranha percorria meu corpo, sábia que não era algo muito bom, até por que aquele lugar não parecia ser um parque de diversões com muitos brinquedos. Parecia mais com um cemitério, aonde diversas pessoas perderam suas vidas. Cocei minha nunca observando em volta, vendo que quando mais nós caminhávamos, mas longe parecíamos estar do final daquela floresta um dos galhos voltaram a se formar acertando meu braço de raspão, fazendo com que eu suspirasse de dor, continuando a caminhar ignorando a dor do ferimento atento a qualquer movimento do muro que nos cercava.

Coisinhas:

*Arco e flecha de rosas infernais: Um arco longo feito de madeira negra, que na verdade são caules de rosas negras, possui alguns espinhos espalhados por toda a sua extensão e dependendo da pericia do dono pode atirar até três flechas em direções diferentes. Vem com uma aljava com 25 flechas que tem o aspecto de uma rosa e um veneno forte nas pontas, sempre que acabam 25 novas aparecem. [Vira um colar negro com um pingente de escolha]

§ - Glove of Darkness - Uma luva feita da escuridão, pelo próprio Érebus, a mesma contem \\\\\\\\\\\\\\\"escuridão\\\\\\\\\\\\\\\" assim, sempre que o necromante do mesmo desejar escuridão sairá da mesma, para que ele controle tal coisa, podendo materializar e moldar como quiser. (Sempre que utilizar sente fortes dores de cabeça)




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baby you're no good cause they warned me bout your type girl, i've been ducking left and right. baby you're no good, think i fell for you. you got me puttin' time in, time in, nobody got me feeling this way. you probably think i'm lying, lying, i'm used to bitches comin' right 'way. you got me touchin' on your body, to say that we're in love is dangerous, but girl i'm so glad we're acquainted
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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Dom Fev 15, 2015 9:55 am


Survivor
Sorrir não significa que você esta bem. Apenas que você é forte o bastante para suportar.

Tomar a frente não era sua primeira escolha quando fora convocada, mas alguém ali teria de fazê-lo ao menos tinha consigo suas companheiras de caçada, e juntamente a estas estava à pessoa que mais lhe importava na vida, sua irmã gêmea, seu pedaço de si Tessa. Seguindo a frente do restante do grupo juntamente a irmã Manu começou o processo lento de cortar a floresta, era irritante e dolorido, as folhas ricocheteavam seu rosto lhe rasgando a pele a cada passo, e simplesmente não existia uma maneira de prosseguir mais rápido.

Não ousou olhar para trás uma única vez, temia não ter conseguido ir muito longe, mas acreditava estarem obtendo algum sucesso durante sua caminhada conturbada e dolorida, o calor dentro da mata estava se tornando sufocante e a fizera lembrar da noite quente que passara na California durante sua busca por constelações desaparecidas, cada coisa que passara durante aqueles anos a tornaram mais e mais experientes. Ailee ao seu lado tinha parte da roupa rasgada, e o cabelo cortado por Amelia por um acidente recente, enquanto sua irmã permanecia seria cortando o mato o mais rápido possível.

Emmanuelle soltou um gritinho quando um galho acertou em cheio sua bochecha, a ardência na pele a fez cerrar os dentes, e o sangue começou a pingar no chão, o que quer que a barreira estava protegendo devia ser muito importante para tanto sacrifício de quem ousasse passar por ali, ainda assim a tenente sabia que se parassem todos eles seriam engolidos pela floresta, e acabariam mortos e esquecidos, mais um passo, mais força no braço, a garota agora tinha uma nova determinação, ela os tiraria dali, e assim sendo pôs-se a trabalhar mais rápido, precisavam sair dali.



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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Lori T. Köller em Dom Fev 15, 2015 10:26 am



I need a little piece of time!

Problemáticos e tolos pensam na vida como nada além de uma passagem infeliz com a qual um costume qualquer, uma ação qualquer nada pode fazer por si ou por qualquer pessoa. Os gélidos corações nada mais são do que peças a serem moldadas, homens são como pedras em nossos caminhos prontas para serem chutadas para longe, mulheres não são a exceção.

As coisas nem sempre funcionavam da forma em que se esperava a princípio. Estando na linha do meio, a espera de um ataque que poderia ocorrer a qualquer momento, a feiticeira sentia a dor, e via o sangue que escorria tanto de seus braços quanto dos braços de seus companheiros. Sua força era tamanha e surpreendente até a si mesma. As pessoas em que antes Hazel havia temido estar confiando erroneamente naquele momento aos olhos de Lori pareciam minimamente confiáveis. Talvez nem todos os ET's fossem mal como ela sempre pensara. Julgar antes de conhecer era um erro comum.

Os galhos tocavam sua pele sem piedade, parecendo extremamente zangados com a invasão. Sempre atenta, Lori não se deixava enganar pelo muro natural. A aventura a cada nosso segundo ficava mais próxima de ser iniciada de fato. Lori mal poderia esperar por isso. Como diziam os sábios, aqueles que sabiam onde procurar sempre conseguiam encontrar algo que os pudesse satisfazer na imensidão do mundo. A feiticeira esperava que de fato encontrasse ali algo que pudesse ser bom para ela. Querendo ou não aventuras que se inciavam com uma convocação nem sempre acabavam bem. 
Armas e Poderes:

*Manto mágico: Uma capa que pode cobrir todo o corpo da prole da deusa do amanhecer, ou ser um mero colar com um medalhão de ouro imperial. Essa capa atrapalhar qualquer captação do semideus como cheiro e sons, além de ter uma camuflagem natural com qualquer ambiente. Sua outra característica é a resistência de um colete à prova de balas, logo você recebe o impacto dos ataques, mas não cortes ou perfurações.
*Varinha/Cajado - As feiticeiras de Circe tem o total arbítrio para escolherem entre uma varinha ou um cajado quando aceitas pela mesma como sua seguidora. Sendo estes feitos de uma madeira extremamente escura, mergulhadas em ouro branco. Estas armas tem a finalidade de reduzir os gastos de energia durante a conjuração de uma magia/feitiço, e, amplia os danos feitos pelo mesmos. Torna-se um bracelete quando não usado.

THANK YOU SECRET!


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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Mackenzie L. Martinez em Dom Fev 15, 2015 10:35 am

Diz pra mim o que eu já sei..

A princesa empenhava-se em manter os galhos longe de seus companheiros. No entanto a coisa se tornava a cada segundo mais difícil. Não era assim tão complexo prever que dali a pele de Mackenzie já não sairia ilesa. Não que a princesa de fato se preocupasse com essas coisas. Era obvio que sua aparência sempre fora motivo de ostentação tanto para seus familiares, quanto para suas irmãs que eram idênticas a ela com a única diferença de obterem uma altura diferenciada. Mackenzie era a mais baixa das três e por vezes a mais responsável.

Não era errado a garota pensar que sua aparência muitas vezes a fizera ser julgado como uma garota sem inteligência. No entanto a princesa era o que se poderia dizer um pacote completo e simplesmente odiava ser julgada unicamente por sua face. Suas irmãs talvez não se importassem, mas Mackenzie sentia a fúria domina-la a cada palavra de escarnio dirigida a seus pensamentos mais diferenciados. Sua espada cortava tudo aquilo que Hazel e Liv não conseguiam cortar, ao passo em que os galhos tentavam prender seus braços. Lutar. Era isso que Mackenzie estava disposta a fazer.
Armas:
Loving Arc - Uma réplica do próprio arco de Eros. Este é feito de ouro branco com detalhes coberto de bronze celestial, sua corda é coberta pela mais pura prata, é bastante elástica e jamais arrebenta. O arco materializa flechas mágicas assim que o filho de Eros toca na corda, sendo que as flechas possuem duas propriedade, uma é fazer com que pessoas fiquem apaixonadas ( durante 3 turnos ) pela primeira pessoa ou coisa que ver, e, a outra é que a flecha pode causar danos. A flecha materializada é toda feita de uma mistura de ouro branco e bronze celestial, sendo sua ponta um rubi vermelho no formato de um coração, tornando-a totalmente mortal. Quando não utilizado o arco se transforma em uma pulseira com um pingente no formato de coração. [Indestrutível] [Caso o semideus perca, o item volta ao seu pulso depois de um turno].
Scarlet Sword - Uma espada relativamente grande feita de bronze celestial e ferro estígio, tornando-a fatal. Sua coloração é Scarlet, lembrando do vermelho da paixão. Na empunhadura há pequenos rubis de enfeite. Sua lâmina possui 110 centímetros e a empunhadura 20 centímetros. Se torna o item que o semideus desejar.


Mackenzie Cather Lefebvre Martinez

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Re: A ilha amaldiçoada..

Mensagem por Hazel C. Baümler em Dom Fev 15, 2015 10:44 am

Hazel conseguia sentir os sentimentos conflitantes das pessoas ao seu redor e principalmente conseguia sentir o medo e a raiva que emanava da barreira natural a sua volta. Aquela de fato era uma coisa estranha aos olhos da prole de Phobos. A garota nunca antes havia sentido um medo tão latente provindo de algo tão estranhamente vivo como uma plantação maluca.Exatamente por conseguir sentir tudo aquilo que as flores sentiam, os ataques da plantação eram mais fortes em si do que Hazel poderia ou queria admitir tanto para si quanto para os outros.

Como diabos os poderes herdados de seu pai divino poderiam estar trabalhando contra ela com tanta ferocidade. Parecia até que queriam que ela os utilizasse ali, contra a barreira. Mas Hazel sabia que seria em vão, assim como sabia que as gotículas de sangue que começavam a dominar o chão seria um lembrete constante do que eles haviam conseguido vencer. Ao lado de Mackenzie a jovem Hazel dava passadas para trás ao passo em que tentava não se sentir sufocada estando bem diante do muro fechado.  
Armas:
*Espadas Espartanas: espadas de bronze banhadas no sangue de Phobos. A aura emitida pelas duas espadas é capaz de fazer os inimigos de quem as empunha relembrar seus mais intensos e obscuros medos. Pode ser unida, formando apenas uma arma.
*The Colt: essa pistola é feita com um metal especial que lhe garante a indestrutibilidade, seu tambor possui capacidade para 13 balas [após os 13 disparos é necessário esperar 2 rodadas para reutilizar a arma que se recarregará sozinha]. As balas são de ferro sagrado e podem ferir tanto humanos como monstros.


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Re: A ilha amaldiçoada..

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