The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

O colar e a caverna- Missão Op para Kyros A. Weisen

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

O colar e a caverna- Missão Op para Kyros A. Weisen

Mensagem por Melinoe em Seg Jan 12, 2015 11:28 pm


O cemitério permanecia silêncio, enquanto a escuridão inundava sua volta, e os mortos sussurravam aos ouvidos daqueles que mal podiam ouvir. Havia um túmulo peculiar posicionado em meio ao território, com sua tampa disposta ao lado. Adentro, uma escada seguia por dentre uma caverna tenebrosa, estendendo-se por todo o cemitério, e saíndo em outra tumba, ao outro lado.
A caverna era repleta de magia, criando armadilhas, barreiras e labirintos, impedindo aqueles que iam até lá por motivos óbvios. O colar de Melinoe, aquele em que lhe dava acesso ao lado espiritual em quem o colocasse ao pescoço. A questão é que ele havia sido roubado por uma criatura do tártaro, e isto aumentara a ira da deusa, que escolhera ir por si própria ao encontro de um semideus, em meio à noite, que adormecia em sua cama no chalé de Hades.
- Acorde—Sussurrou Melinoe, enquanto os olhos da criança abriam-se.
informações:
- Uma arma de defesa e uma de ataque
- Mínimo de 80 linhas.
- Narre o diálogo com Melinoe e como chegara ao cemitério, e assim inicie a missão.
- Ao fim, Melinoe esta a lhe esperar ao outro lado do cemitério, na saída. Narre entregando o colar a ela e voltando ao acampamento.
- O labirinto é magico, portanto lembre-se de narrar armadilhas e ilusões que apareçam a sua frente. Ao longo de sua trajetória, encontrara com fantasmas que o ajudaram na localização da criatura, mas também o levarão a armadilhas.
- O monstro fica em sua criatividade, mas lembre-se, ele roubou o colar de Melinoe, portanto não deverá ser fácil de derrotar.
- É de extrema importância que sentimentos e descrições sejam colocados no texto.
- Poderes e armas ao fim do post em spoiler
- Prazo de postagem: 19.01



Did you fell the dakness through your mind? That felling, that felling is me
avatar
Melinoe
Deuses Estagiários
Deuses Estagiários

Mensagens : 36
Data de inscrição : 28/08/2014

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O colar e a caverna- Missão Op para Kyros A. Weisen

Mensagem por Kyros A. Máximos em Qui Jan 15, 2015 12:44 pm


Aquele que enfrenta monstros deve tomar cuidado para não se tornar um. E quando se olha muito tempo pro abismo, o abismo de olha de volta



Death is near


NOTES
Coloque algo aqui

VESTINDO
Roupas comuns

ONDE
camp

COMPANIONS
None



Não que fosse um grande fã de dormir, mas odiava ser acordado, e sempre que era acordado, ficava de mau humor. Claro que, em certas ocasiões, sabia manter a calma, principalmente quando quem o acordava era um superior, e, naquele momento não foi diferente.

Assim que abriu os olhos azuis o encarando no escuro do quarto. Seus olhos tonalizaram-se em um tom roxo enquanto a cria de Hades se levantava, agora podendo observar melhor na escuridão da noite, viu a silhueta de uma mulher. Arqueou a sobrancelha, mas se acalmou um pouco, embora não tivesse abaixado a guarda.

- Quem é você? - perguntou enquanto andava em direção ao interruptor. A imagem a sua frente o acompanhou com os olhos, mas parecia estar calma.

- Eu sou Melinoe, e vim te pedir um favor. - o garoto parou de andar e arqueou a sobrancelha. Não era sempre que se via um deus no seu quarto.

- O que seria?

- Um dos meus itens, meu colar, foi roubado por um necromante. - disse por fim, agora prendendo completamente a atenção do semideus, que se sentou na cama, ouvindo atentamente a história – Não é um simples colar, esse colar dá acesso ao mundo espiritual, pra quem quer que o use.

- Ele virou um necromante que pode usar espíritos? - Kyros perguntou, agora bem mais curioso com a aventura que com toda a certeza se seguiria. Perguntava-se como o ser havia realizado a proeza de roubar um item da deusa, mas apenas balançou a cabeça, jogando esse pensamento para os confins do subconsciente.

- Exato, e isso é uma afronta, ele precisa ser parado. - e então olhou nos olhos do filho de Hades – E você irá pará-lo.

- Tudo bem, apenas me diga pra onde devo ir, e o que precisa ser feito. - falou com convicção, e a deusa deu um sorriso leve, que o semideus não pode ver graças a escuridão do quarto. - Só aguarde um momento por favor. - o garoto então pegou sua espada de ferro estígio e se virou para ela, confiante – Estou pronto.

A mulher estalou os dedos, e, pela primeira vez, o garoto fez uma viagem nas sombras. Sentiu suas partículas serem destruídas e reconstruídas em outro lugar, enquanto sentia tonteira, agora o luar iluminava melhor o lugar, e Kyros pode se ver num cemitério.

Uma das lápides estava entreaberta, dando passagem para escadas que desciam até desaparecerem na escuridão, o garoto olhou profundamente do abismo, mas logo desviou o olhar. “quando se olha muito pro abismo, o abismo te olha de volta” lembrou-se de algo que sua tia dizia. Balançou a cabeça, voltando a prestar atenção na deusa.

- Só irei lhe ajudar agora... boa sorte, cria de Hades. - e então desapareceu na noite, deixando o garoto sozinho. Ficou por alguns segundos indeciso sobre o que fazer, até que, confiantemente, começou a dar os primeiros passos em direção ao labirinto.

Sentiu uma presença sinistra sobre si, algo que, em situações normais, o faria dar a volta e voltar alegremente pra casa, acender a lareira e ter uma vida muito longa e feliz, mas sabia que não tinha aquela escolha no momento, e tudo que podia fazer era continuar andando.

Com o tempo as escadas acabaram, e o semideus se viu seguindo um corredor. Agora começou a seguir com mais cautela, e, alguns passos depois, acionou a primeira armadilha. Ouviu um ruido acima de suas cabeças e rolou pra frente, e no segundo seguinte, pedras grandes o suficiente para esmagá-lo bloquearam a passagem.

- Acho que não dá mais pra voltar. - suspirou cansado, e voltou a andar, não sabendo que estava a ser observado por alguém. Chegou então num tipo de sala, com dois caminhos, ouvia um som agoniado, na verdade pareciam ser várias pessoas. Todas elas simplesmente brotaram das paredes, zumbis. O garoto segurou a espada com mais força, contando os monstros ao redor dele.

Dez criaturas com a pele em decomposição, fediam. O filho de Hades passava a considerar as criaturas, talvez fossem apenas ilusões, ou aquilo fosse um teste do necromante. Os monstros se aproximavam cada vez mais, e Kyros tomou sua escolha.

Partiu para cima do primeiro monstro, cortando sua cabeça em dois com a lâmina. O monstro caiu, enquanto um líquido preto saia de sua cabeça. Se aquilo era uma ilusão, o necromante deveria ser realmente poderoso.

Agora que sabia o que enfrentava avançou contra seus inimigos. Uma das regras de combate que havia aprendido, era que, quando se está lutando sozinho contra um número grande de inimigos, deve se manter sempre em movimento, era exatamente o que fazia ali, fincou a espada na cabeça de um dos zumbis e correu até o outro, fazendo um corte profundo em seu pescoço, e então cortando sua cabeça no meio.

Chutou o rosto de um e fincou a espada na cabeça de outro, não ficava parado ali. Os zumbis mal o atacavam, e sempre que tentavam eram apenas dentadas inúteis, ou tentativas bobas de agarrar o menino. Suas peles estavam tão podres que foi fácil eliminar todos. O garoto fincou a espada no ultimo deles e parou, olhando em volta, respirando fundo.

Só dez deles, aquilo havia definitivamente sido um teste. Estava ofegante, mas ainda podia continuar. Guardou a espada suja com o tal liquido preto na bainha, e prosseguiu, parando na frente dos dois caminhos. Odiava aquela indecisão, odiava ter que escolher.

- Siga esse caminho. - disse um fantasma próximo a ele – te levará exatamente a onde quer chegar.

- Não, siga o meu caminho! Ele mente. - disse outro fantasma, ah, como aquilo irritava a cria de Hades. Ele fitou os dois, que discutiam na sua frente, tentando persuadi-lo. Estalou o dedo indicador com o polegar.

- Eu não gosto de ser enrolado. - os fantasmas podiam sentir uma aura negra sobre o garoto, e se assustaram. Seus olhos arroxeados davam uma impressão mais assustadora ainda sobre o garoto – Eu ordeno que me digam. - Ele era bom em intimidar, ainda mais aquelas criaturas do submundo, a maioria dos fantasmas deveria reconhecê-lo como seu superior, e naquela situação era útil.

Os dois fantasmas apontaram para o caminho da esquerda, Kyros arqueou a sobrancelha para eles, que trataram de confirmar a história.

- Falamos sério. - ele não confiava naqueles fantasmas, então bateu a palma da mão no chão, gerando curiosidade. E então, dois esqueletos surgiram, ajoelhados para o filho de Hades.

- Cada um vá por um caminho, e retorne se não houver nenhuma armadilha. - os esqueletos assentiram e cada um foi por um caminho. O semideus ouviu o som de algo sendo quebrado, provavelmente de milhares de ossos, e um dos esqueletos veio pelo caminho da direita – Algo a reportar? - ele balançou negativamente a cabeça – Certo, pode voltar. - e o esqueleto voltou ao mundo dos mortos – Esquerda, né?

- Bah, não é como se fosse sobreviver ao necromante. - disse um dos fantasmas – ele vai trucidar você.

- É, pode até ser, mas antes eu vou acabar com você! - o filho de Hades disse aquilo de forma tão intimidadora que os fantasmas sumiram. Suspirou e avançou pelo caminho da direita, e continuou a andar por um bom tempo, até que viu a primeira ilusão.

O chão se transformou em lava, e apenas algumas plataformas estavam disponíveis, ele teria que saltar de uma em uma. Tomou o cuidado para não pisar na lava, ainda que tudo aquilo fosse uma ilusão. Saltou de plataforma em plataforma até sair dali.

Suspirou aliviado assim que colocou os pés em terra firme, e prosseguiu. Não sabia exatamente o que esperar, mas sabia que não podia ser nada fácil. Começou a andar, por quanto tempo estava ali? Horas, dias, semanas? O tempo parou de fazer sentido, assim como o espaço, horas se sentia extremamente apertado, outra hora se sentia mais pesado, como se sua massa tivesse aumentado gravemente, começou a sentir sede, calor, frio, fome.

Parou de andar e balançou a cabeça levemente, qual era seu nome? Fez um esforço mental absurdo para se lembrar, tentou não entrar em pânico, tinha um propósito ali, e precisava cumpri-lo... ou será que não? Porquê estava ali? Tinha algo a ver com um colar?

Parte do seu subconsciente porém, sabia exatamente o que ele precisava fazer. O cérebro começou a receber energia, tentava reganhar o controle.

- Kyros? Kyros... desista. - uma voz profunda e assustadora invadiu sua mente, queria confundi-lo – Você não tem pra onde voltar, lembra? Você não tem um lar. - lembrou-se do tempo em que vivia com a tia, nunca havia se sentido em casa ali. - Não te querem. - Finalizou, enquanto o garoto se colocava de joelhos, colocando as mãos na cabeça. O menino olhou para frente e avistou dois pontos verdes, brilhando na escuridão – Venha até mim, não precisam de você no acampamento. - o garoto levantou a cabeça assim que ouviu a palavra acampamento, as memórias fluíram de volta em sua mente, e o semideus se libertou da batalha mental que estava ocorrendo.

- Não ouse falar assim do meu lar. - disse no tom mais irritado que podia – E não se atreva a entrar em minha mente novamente, maldito.

A presença que sentia ali sumiu, assim como os pontos verdes. O garoto por hora estava sozinho.

Balançou a cabeça negativamente duas vezes, e respirou fundo, não permitiria que alguém brincasse com sua mente e saísse impune. O garoto continuou a andar, e por algum tempo não foi incomodado, porém, aparentemente, o necromante havia achado o garoto divertido, pois depois de alguns minutos, o garoto entrou numa sala vazia.

- Qual é o jogo dessa vez? - perguntou enquanto olhava em volta, então tudo clareou, e o garoto viu uma mulher de cabelos negros sentada, virada de costas para ele. Se aproximou relutante, com as mãos envolvendo o cabo da espada. - Olá? - parou a poucos passos atrás dela. Não houve uma resposta. Ele se aproximou mais e colocou a mão no ombro – Senhora, você está bem?

A mulher virou a cabeça, e Kyros recuou dois passos, reconhecia aquela mulher de fotografias, mas nunca havia a visto pessoalmente. Os dois pares de olhos azuis se encontraram, e a mulher sorriu docemente.

- Ah, Kyros... você não aprende. - riu, enquanto se aproximava –você é realmente um inútil.- o garoto paralisou, assustado com aquilo. A mulher, porém, estava com um sorriso macabro no rosto. - Você podia me fazer um grande favor e sumir... mesmo depois da morte você insiste em me atormentar!

O garoto deu dois passos para trás, olhando nos olhos da pessoa a sua frente, aquela era definitivamente sua mãe, era exatamente como na única foto que tinha dela. Respirou fundo, aquilo era uma mentira, o necromante estava brincando com sua mente, sabia disso.

A mulher então começou a descascar, a carne e a pele apodreceram e ela virou um ser basicamente esquelético. Kyros suspirou aliviado, aquilo seria muito mais fácil para enfrentar.

Ela saltou em direção a ele, que deu m passo para o lado, desviando das unhas podres da mulher, e abriu um corte na lateral do corpo dela, se afastando.

- Você cometeu um grande erro necromante. - disse enquanto avançava contra ela, arrancando uma das mãos, o peso da batalha apenas diminuía em suas costas, aquilo, por fim, era só um monstro deformado.

Fincou a espada na cabeça da mulher, e o esqueleto se dissolveu em poeira. Aquele labirinto estava exigindo muito dele, quanto mais tempo ficasse ali pior seria. Começou a avançar com velocidade pelo corredor, sabia que já deveria estar próximo.

Dois esqueletos se ergueram da terra, mas não foram páreos para o filho de Hades que, num movimento só, quebrou seus crânios com a espada. Continuou a correr, sabendo que estava muito próximo, até que chegou em uma sala.

Essa sala não era diferente das anteriores, era grande e oval, mas haviam algumas tochas iluminando acompanhado de velas, havia um livro enorme no centro, e alguém o lia. O ser encapuzado ainda não havia notado o filho de Hades, que apenas continuava a olhar em volta.

Viu vários corpos mutilados em um canto, alguns provavelmente foram feitos de experimentos, já que haviam vários cortes nos mesmos. Se perguntou o que o necromante de fato queria com o amuleto de Melinoe.

- Ah, você chegou. - disse num tom nada surpreso, Já esperava que Kyros conseguisse passar pelos desafios. O necromante ergueu a cabeça e o filho de Hades arregalou os olhos. Haviam vários pedaços de pele de pessoas diferentes espalhados pelo rosto do necromante, algumas partes mais claras, outras mais escuras, aquilo era assustador. As órbitas porém, estavam vazias, apenas dois pontos verdes brilhavam ali. - Eu já me perguntava quando pele nova chegaria, acho que fizeram a gentileza de mandar você direto pra mim.

O filho de Hades sacou a espada lentamente, sem tirar os olhos do necromante, aquela era uma luta na qual ele não podia vacilar. O inimigo riu, e então três zumbis brotaram da terra, não eram como os anteriores, cada um deles carregava uma espada enferrujada.

O necromante andou até um tipo de trono e se sentou ali, com um sorriso no rosto.

O primeiro zumbi avançou contra ele, trocaram alguns golpes com a espada mas Kyros o chutou no peito, ele deu dois passos para trás e Kyros fincou a espada na cabeça dele na brecha. Avançou contra outro, fazendo um corte profundo no seu pescoço e o empurrando para o chão, de forma que aquele não poderia ser mais uma ameaça.

Cortou a cabeça do último que havia ficado de pé e fincou a espada na cabeça do que havia levado um corte no pescoço. A espada estava completamente suja com aquele líquido, mas o filho de Hades estava mais preocupado com o necromante, que havia se levantado.

- Hora de tomar meu corpo novo. - a pele falsa que ele vestia começou a queimar, junto com a roupa. Tudo queimou até sobrar um esqueleto, mas este era diferente dos outros. O monstro criou duas chamas verdes na mão e avançou contra o filho de Hades, jogando as duas bolas de fogo contra o rapaz, que conseguiu desviar por pouco.

O necromante se aproximou, erguendo as mãos que foram bloqueadas pela espada. O monstro sorria novamente, havia muitas cartas em sua manga. Abriu a boca e uma névoa negra começou a sair com um cheiro de enxofre. O garoto agora não podia ver nada.

- Uma pena eu não poder te ferir muito. - ele avançou contra o semideus, que o bloqueou. O monstro voltou para a névoa, se encobrindo. O garoto começou a pensar em uma estratégia, algo que poderia usar, mas as constantes investidas do necromante o impediam de pensar.

O garoto começou a se movimentar pela névoa, procurando o monstro enquanto se esquivava de seus golpes. Criou então um pequeno abalo sísmico, que fez com que o necromante perdesse a concentração e a névoa se dissipasse.

- Achei. - avançou contra o necromante, cortando sua mão esquelética fora. O monstro se afastou, tentando criar a névoa novamente, mas Kyros fincou a espada em seu ombro, quebrando mais alguns ossos – Eu não vou deixar.

Foi empurrado pelo necromante e caiu, o monstro se aproximou dele rapidamente e Kyros bateu a mão com força no chão, chamando alguns esqueletos, e chutou o monstro no joelho, fazendo com que ele caísse. Os esqueletos mesmos brotaram da terra mais uma vez, e seguraram o monstro enquanto Kyros se levantava. O mago empurrou os esqueletos para longe, e criou fogo em suas mãos, em uma tentativa desesperada para, por fim, aniquilar o semideus.

O garoto não deixou que as chamas o tocassem, esquivando dos socos flamejantes do inimigo. Usou a brecha de um dos socos para se aproximar e fincar a espada no tórax, pouco abaixo do coração. O esqueleto viu a brecha que precisava, e tentou acertar o filho de Hades com a bola de fogo, porém foi segurado pelos esqueletos invocados, e agora percebera que não poderia vencer o filho de Hades.

Seu corpo todo ficou envolto em chamas, destroçando os esqueletos enquanto ele avançou contra o semideus com toda sua força. O garoto desviou da maioria dos seus golpes, mas um deles o acertou, fazendo com que fosse em direção a uma parede.

O necromante já se achava vitorioso, quando o garoto se levantou, mal estava machucado. O filho de Hades o olhou, com os olhos em tom arroxeado novamente, agora estava preparado para o golpe final.

- Minha vez. - e sorriu, avançando contra ele, mirando vários golpes em seu tórax. O esqueleto só pode recuar com a surpresa, colocando as mãos em frente ao peito para se proteger, mas a cria de Hades por fim cortou seus braços.

Chutou o monstro em direção ao chão, o mesmo estava incapaz de se levantar conforme o semideus se aproximava.

- Não vai ter problema se eu te matar, não é? - se aproximou e fincou a espada onde ficava o coração do monstro, e ele começou a gritar, esperneando e falando em idiomas antigos que o garoto nunca havia ouvido, e então se transformou em poeira, deixando apenas um colar prateado junto a poeira.

- Era isso que eu estava procurando? - pegou o colar e o guardou no bolso, quando ouviu um estrondo, o labirinto estava desabando. Olhou para uma grande porta de madeira, a única ali presente, e correu na direção dela, a madeira estava tão velha que foi fácil para o filho de Hades quebrá-la. Continuou a correr até ver o brilho da lua, e por fim, saiu no exato momento em que a saída desabara, estava ofegante. Olhou para trás, uma caverna bloqueada com pedras.

- Vejo que conseguiu. - a deusa apareceu de repente fazendo com que o garoto apontasse a espada para ela alarmado. Assim que percebeu quem era a abaixou, curvando levemente a cabeça.

- Me perdoe. - disse educadamente enquanto tirava o colar do bolso. - Aqui está o que queria, mylady.

- E o que aconteceu com o Necromante? - perguntou arqueando a sobrancelha, olhando para a cabeça curvada do filho de Hades

- Morto, juntamente com o labirinto. - ainda estava com a cabeça curvada, mas a levantou apenas para ver o sorriso da Deusa. A mesma estalou os dedos e, então, apareceram no chalé de Hades novamente.

- Você fez bem em me servir, semideus, irei me lembrar disso. - Disse por fim, num tom mais sério – Aqueles que são leais sempre acabam por viver. - dizendo isso sumiu, enquanto o semideus se deitava na cama exausto.

Havia sido uma noite tão longa que, por fim, conseguia adormecer em paz, sem o risco de ter qualquer sonho.

Item levado:
Espada de Ferro Estígio:Nas mãos de um filho de Hades é perfeita em precisão e dano. A cada golpe feito em monstros a espada converte o dano do monstro em energia e vida para quem a usa

Poderes usados:
Passivos:

✝ Aura Sombria. Os filhos de Hades deixam a impressão de que são perigosos e sombrios e raramente se entende o que eles estão sentindo só de olhá-los. Muitos se afastam de seu caminho por ter essa sombra que parece pairar ao redor deles.

✝ Aparência Cadavérica:A pele do filho de Hades é pálida e fria como a de um cadáver. Seus olhos, na escuridão, se tornam roxos e brilhantes. Essa aparência, diante de alguns monstros mais fracos, causa medo e os obriga à hesitar.

✝ Maestria com armas de ferro estígio: O filho de Hades é capaz de manusear armas feitas de ferro estígio como se estivesse treinado séculos com ela.

✝ Nobreza: O filho de Hades possui a aura da morte, portanto será reconhecido por qualquer criatura do Submundo como seu superior. Isto não quer dizer que eles irão se curvar sob o semideus e obedecê-lo. Mas sim, irão hesitar em atacá-lo, talvez até fugir de medo.

✝ Penumbra: Quando na escuridão, o filho de Hades tem todos os seus sentidos aguçados, principalmente a visão. Seu ataque aumenta e seu nível de percepção também.

Ativos:

✝ Geocinese Iniciante. Capacidade de controlar o elemento terra, levitando pequenas rochas e a própria terra, fazendo o chão tremer o suficiente para derrubar ou instabilizar o inimigo.

✝ Submissão: Invoca Esqueletos que servem/protegem o usuário. Há cada 1 level, o tempo de vida dos esqueletos no mundo humano aumenta em 1 turno. Só podem ser usados 2 vezes por missão.



Obra de @LYRA

Kyros A. Máximos
Sem grupo
Sem grupo

Mensagens : 32
Data de inscrição : 09/01/2015

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O colar e a caverna- Missão Op para Kyros A. Weisen

Mensagem por Melinoe em Sab Jan 17, 2015 6:23 pm



Esperava um tanto mais de tortura, entretanto, você me surpreendeu filho de Hades.
Recompenças:
250xp’s
200 dracmas
-20 de MP e -20 de HP
Item:Soul Ghost: [Uma adaga de ferro estágio com um cabo de couro. Pertencera a um antigo guerreiro da Grécia Antiga, que após sua morte, ficara aprisionado junto a arma. Seu nome funciona como um comando para acionar seu espirito, que ajuda seu dono em meio a batalha][Dura uma rodada]

Atualizado por Afrodite.



Did you fell the dakness through your mind? That felling, that felling is me
avatar
Melinoe
Deuses Estagiários
Deuses Estagiários

Mensagens : 36
Data de inscrição : 28/08/2014

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O colar e a caverna- Missão Op para Kyros A. Weisen

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum