The Blood of Olympus
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Niveis de Pavor - Missão OP para Silena Beauregard

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Niveis de Pavor - Missão OP para Silena Beauregard

Mensagem por Deimos em Sab Jan 03, 2015 3:15 pm


NIVEIS DE PAVOR


O frio comandava toda a Nova York, Silena havia partido a dois dias do acampamento em direção a um manicômio, onde segundo um garoto do acampamento havia uma energia estranha sendo emanada de lá. A filha de Afrodite saiu sem conversar com Quíron ou qualquer outra pessoa, apenas pegou suas armas e partiu.
Durante as noites em que dormia, a bela garota tinha sonhos estranhos, sonhos dos quais a deixavam mais e mais atormentada. Via as pessoas a qual amava sendo torturadas dolorosamente. Charles encontrava-se em uma sala dentro de uma bolha de ar, diversos tubos estavam ligados a esta e a cada dois segundo uma gota esverdeada caia de cada um e tocava a pele do rapaz, causando queimaduras de segundo e terceiro grau.
Ao adentrar o prédio quase caindo aos pedaços do manicômio às portas fecharam-se, estas que a pouco eram de madeira tornaram-se de aço, assim como as janelas tornaram-se de aço impenetrável. Uma risada ecoou por todo o ambiente, e então a assombrosa voz. ”Sua mente agora será meu parque de diversões. A cada nível desse prédio novas surpresas te aguardam. Que os jogos comecem, jovem filha da beleza.”

OBSERVAÇÕES:

☠ Missão one post, então lhe darei duas semanas para efetuar a postagem (17/01);
☠ Sua missão é voltar ao seu passado, quando todos, exatamente todos, chamaram-na de traidora. Ira reviver todos os seus piores pesadelos dentro do manicômio;
☠ São seis andares, a cada andar o nível de dificuldade aumenta, por favor, não faça nada banal. Lembre-se que deve sofrer, pois és Deimos que brinca com sua mente;
☠ Armas/Poderes/Benções em spoiler;
☠ Use e abuse da sua criatividade;
☠ Minimo de 80 linhas no word;
☠ Boa sorte.
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Re: Niveis de Pavor - Missão OP para Silena Beauregard

Mensagem por Silena Beauregard em Sab Jan 03, 2015 7:31 pm



Os passos eram suaves e com cautela. Silena permanecia em um silêncio profano, carregava somente aquilo que lhe era sustentável, pois seu caminho não era algo que pudesse ser feito com uma bagagem de primeira mão.
Sussurros vibravam a seu lado, em memória a missão de Nemêsis, que ainda suplicava em vingança em sua cabeça. A cada centímetro podia sentir, o medo parecer à sua frente, contornando seu caminho até o manicômio. Parecia um lugar tão distante, embora emanasse uma fonte sobrenatural que a tocava por dentro.
Encontrara o prédio, alto e esbranquiçado. Havia janelas por toda parte, com pequenas barras que a faziam parecer mais janelas de uma prisão. A porta era alta e de ferro, parecia pesada. Silena sentira o frio na ponta de seus dedos ao toca-la, empurrando-a para poder adentrar o lugar.
Os olhos cintilaram com o branco que invadira sua visão. Estava em uma sala ampla, totalmente branca. Havia um pequeno balcão a frente, e alguns bancos espalhados por todo o local. Era um cenário melancólico que a fazia enrijecer. E então uma voz surgira ao ar, fria e severa, tomando um humor negro irritante.
”Sua mente agora será meu parque de diversões. A cada nível desse prédio novas surpresas te aguardam. Que os jogos comecem, jovem filha da beleza.”
Então tudo clareou. Os sonhos, os sussurros, Nemêsis.
Uma porta abriu-se. Silena não havia a notado desde então. De lá saíra uma silhueta feminina, usando uma armadura de bronze celestial. Os cabelos negros estavam dispersos por baixo do capacete, mas olhos azuis eram perceptíveis. Um sorriso surgira aos lábios de sua cópia—Chronos é nosso lar. Chronos é nossa salvação.
Silena segurara as lagrimas que ameaçavam cair sobre seus olhos. Sua cópia aproximou-se de leve—Somos o traidor. Aceite sua verdadeira forma, Silena Beauregard.
Puxara a flor que pendia sobre seu braço e logo um chicote abriu-se aos seus dedos. A filha de Afrodite permaneceu intacta. Então percebera. Aquilo era apenas uma miragem. Por de trás daqueles olhos familiares, havia um monstro que a pregava uma peça. Como um bicho papão.
- Não sou uma traidora—Disse confiante, embora seu interior estivesse em suplicação. Então avançara em encontro a segunda Silena.
Entretanto, a imagem sumira diante seus dedos. Silena viu-se apavorada. A porta que antes estava aberta, fechou-se sobre um estrondo, chamando-a atenção.
O mundo pareceu escurecer à medida que seus passos deslizavam em direção a porta. Esta revelou-se abrir-se para uma escada estreita e de madeira. Parecia estar desgastada pelo o tempo, e rangia a cada pequeno aperto que Silena pressionava contra ela.
Traidora. A voz permanecia a seu ouvido, sussurrando enquanto ela subia. Chronos é nosso lar.
Outra porta revelou-se, esta em um tom rosa, com um coelho de pelúcia pendurado, velho e fedido, com um de seus olhos faltando. Silena recordou do pequeno objeto de sua infância, que deixara cair quando sua casa incendiara.
De repente estava em seu antigo quarto. A mesma cama rosa, ao canto. O armário da mesma cor, com alguns personagens de desenho animado colados. O baú de brinquedos e seus desenhos na parede. Parecia o mesmo. Na pequena cama havia uma forma humanoide, encolhida sobre um choro repentino, baixinho e quase inaudível.
Silena aproximou-se, tentando não fazer qualquer barulho. Seus dedos envolveram o edredom da Hello Kitty, puxando-o lentamente. Não havia nada lá. Um sangue escuro surgira nos lençóis brancos, dissipando para toda a cama. Ouvira gritos ao lado de fora e correra em direção a outra porta.
Revelou um largo corredor, parecendo não terminar nunca. A segunda Silena estava parada em meio a ele, engolida pelas sombras que a cercavam. Em suas mãos havia um machado reluzente, tomado pelo o mesmo sangue escuro que revelara-se na cama. Traidora, a voz sussurrou. Veio muito antes de Chronos, muito antes.
Uma menininha passou por baixo de seus braços, com um coelho nas mãos. Passou por entre sua cópia como se ela nem estivesse ali, e choramingou em silêncio. Um fogo emergiu da escuridão, aproximando-se da pequena a cada instante. Silena tinha que salva-la, precisava salva-la.
Correu na mesma direção, ultrapassando a segunda Silena como se ela fosse um fantasma, e a fazendo evaporar. A pequena menininha permanecia em frente ao fogo, atordoada, embora não fosse perceptível seu rosto. A filha de Afrodite a agarrou sobre os braços e trouxe para trás, em desespero.
- Me mostre a saída—Gritou em desespero. A criança apontara os dedos para o fogo.
Só pode ser brincadeira, Silena pensara consigo. Entretanto, mergulhou sobre as chamas flamejantes carregando a criança. Caíra sobre um elevador escuro, ainda podia sentir o peso em seus braços. Um choro recomeçara, e a garota tentara o máximo acalma-la.
Quando o elevador abriu-se novamente, uma trilha de cadeiras emundou sua visão, e vozes interromperam seus pensamentos. A criança saltara de seus braços e correra para frente. Silena então percebera que estava em uma plateia de circo, porém os telespectadores não pareciam muito...vivos.
Ao meio do palco havia uma silhueta alta e musculosa, com um sorriso confiante ao rosto, Charles. A filha de Afrodite deslizou por entre as arquibancadas e atingiu a ponta do palco, onde podia estar mais atente ao que o garoto tinha para dizer. Ele sorriu de maneira fria, parecendo um cadáver—Senhoras e Senhores! É uma honra apresenta-los nossa queria, majestosa, original e única...Traidora!
Todos aplaudiram e gritaram em sua presença. O Charles, não, a cópia do Charles, estendera suas mãos para ela, convidando-a a subir ao palco—Vamos fazer um jogo de perguntas, madame.
Silena subira ao palco, embora estivesse muito incerta de seus movimentos, O medo tornava as coisas piores, contorcendo seus músculos e empurrando as lágrimas que não ousava deixar cair. O suposto Charles abrira novamente o sorriso, e sentira uma pontada de tristeza—Como sente-se ao trair todos os seus amigos e juntar-se a Chronos? A saída é pela porta ou pela janela? Quantos buquês de flores gostaria em seu enterro?
Não fazia sentido, nenhuma das perguntas fazia sentido.
Correra em direção ao fim do palco, onde a pequena silhueta da criança aparecia novamente. Atrás dela havia a segunda Silena, em seu sorriso macabro de sempre. Desista, traidora. Aceite seu passado.
- NÃO—Gritou em agonia, achando a porta que a levaria para o quarto andar. Correu escada acima, enquanto o rosto esquentava-se ao medo. Então seu corpo começou a esfriar, e outra porta derrubou.
Tudo era preto e branco. As árvores que contornavam o lado esquerdo do cemitério de Oregon, as pequenas tumbas posicionadas em uma sequência padrão, e os buquês de flores que ali foram deixados por seus entes queridos. Mais à frente havia três caixões, lado a lado, e a segunda Silena permanecia agachada sobre eles, chorando em desespero.
Traidora. Ela soluçava. Olha o que os tornou. Você os queimou.
Elizabeth e George Beauregard, acompanhados do pequeno Bennet Beauregard. Que fiquem em paz.
O coração apertou-se. Não era sua culpa que os pais haviam morrido. O fogo havia surgido do nada, contornado toda sua residência e tirando a vida daqueles que costumava a amar. Mas Silena não havia os matado, de modo algum.
Como se lesse seus pensamentos, a sua cópia virou-se em sua direção. Você os matou por dentro, você os traiu. Traímos todos, Chronos é nosso lar.
- Talvez você tenha traído, mas não eu—Silena empurrou-a para longe e correu ao outro lado da rua, onde a única casa encontrava-se, e então abria sua porta.
Mais uma escada e o quinto andar surgiu.
Estava em meio ao acampamento meio-sangue, um ano atrás. Um ar melancólico pairava sobre o lugar. Annabeth, Percy e Clarisse a olhavam em desaprovação. A seus pés havia um corpo imóvel, com seus cabelos negros bagunçados. Charles.
Por instinto, correra em direção ao garoto e as lágrimas soltaram-se com facilidade. Virou-o na sua direção e um grito a fez afastar-se com rapidez. O rosto de Charles estava queimado pela a metade, e o outra parecia em decomposição. Annabeth ajoelhou-se ao seu lado, com o rosto pálido e mortífero—Por que você fez isso? Porque nos traiu?
Continuou a chorar. A pequena silhueta da segunda Silena contornou-se até o chalé de Afrodite e entrou ao lugar. Silena correra em sua direção, em desespero. Não surpreendeu-se ao encontrar mais uma escada.
O sexto andar era completamente normal. A sala era ampla e branca, continha cadeiras estufadas ao redor, e estantes aos cantos, contendo pequenos frascos vazios. Rachaduras imergiam das paredes, e pequenos galhos de árvore ameaçavam escorregar para fora.
A sua frente havia a pequena criança, ainda de costas. E atrás a segunda Silena.
A criança virou-se lentamente, com sutileza, como se estivesse dando tempo para a semideusa preparar-se para o que veria. Seu corpo caíra para trás em um resvalo, ao ver a si própria com um coelho de pelúcia nas mãos, entretanto, parecia morta, esquecida.
Traidora, a segunda Silena sussurrou. Entregue-se a seu passado, entregue-se ao seu verdadeiro eu.
Levou as mãos para a cabeça e encolheu-se ao chão frio. As lágrimas escorregaram em sua face, embaralhando sua visão, enquanto os gritos soluçavam em sua garganta—Não, não. Por favor, pare com isso. Eu lhe imploro, pare com isso. Por favor. Eu não sou uma traidora. Por favor.
- Mas você é—Uma nova voz pairou a sua frente, masculina, embora suave—Entregue-se ao passado ou lute contra ele.
Silena levantou-se, e trouxe seu chicote para perto de si. A sua frente havia um monstro peculiar.
- Como sente-se ao trair todos os seus amigos e juntar-se a Chronos? A saída é pela porta ou pela janela? Quantos buquês de flores gostaria em seu enterro? —O monstro repetira as perguntas do terceiro andar.
- Parei—Silena murmurava em agonia—Pare com suas perguntas.
O monstro riu, enquanto as sombras envolviam-no e uma espécie de roupa—Responda, ou nunca irá sair.
Ficou em silêncio. Não parecia fazer sentido em sua cabeça aquelas perguntas. Silena recordou-se de quando costumava a deitar-se sobre a área no fim do dia, acompanhado de seu pai. Ele a observava de canto e ria, “A saída é pela porta ou pela janela?” dizia ele, até que a pequena menininha pudesse responder.
Seu pai a pegava no colo e apertava contra seu peito. Dizia baixinho qual era a resposta certa, para que ela nunca esquecesse.
Então ela encarou o monstro, ainda não podendo o distinguir. Apontou seu chicote em sua direção—Eu não me juntei a Chronos, eu o traí, ajudando meus amigos.
Uma risada percorreu todo o local—Continue.
- Eu não quero buquês ao meu enterro, pois heróis não são enterrados da mesma maneira—Ela dizia, confiante.
Um silêncio predominou-se.
- A saída é pela porta ou pela janela? —Repetiu o monstro, em desdém, parecendo furioso.
Um sorriso surgira em seus lábios rosados—Pela porta.
Silena recordava-se das palavras do pai nitidamente. “Traidores saem pela janela. Heróis pela a porta”. Assim, ela avançou contra seu inimigo.
Uma esfinge.
Seu tronco era dourado e peludo, reluzindo em plena luz. As asas eram longas e pontiagudas, viradas em direção a Silena. O rosto era horrendo e humano, com olhos cobertos por um verde musgo que não lhe parecia nada humanoide. Ao seu redor, a sala tornou-se a colina do acampamento, e corpos queimavam a todos os lados. O maior medo de Silena, que o fogo destruísse o que havia conquistado em tão pouco tempo.
As lagrimas invadiram sua face mais uma vez, porém nesta não lutou para conte-las. Deixou que o medo mergulhasse em seu corpo, controlasse seus movimentos. O chicote balançou ao seu lado e sentiu os pés movimentarem-se.
O corpo jogou para as alturas, e voltou novamente ao solo, trazendo o chicote até a região do pescoço do monstro, cortando-o profundamente. A esfinge não parecia contente com sua nova cicatriz e relinchou para Silena. Cinco exporás abriram-se em seu chicote.
O monstro abriram a boca e avançara contra a semideusa. Por fim quase perdera o braço, entretanto, desviara-se com rapidez, jogando uma de suas exporás sobre o pescoço da criatura, afundando sobre sua carne viscosa. Arranhões haviam formando-se sobre seu braço esquerdo, onde os dentes afiados da esfinge lhe haviam acertado.
A criatura levara suas patas para o peito de Silena e a empurrara ao chão. O fogo subia ao seu lado, embora não tivesse a total certeza se ele era real, podia sentir o calor que a exprimia por todos os lados. O monstro estava em cima de si, abrindo sua boca à medida que suas presas soltavam-se para fora.
Colocara seu tronco para cima e empurrara o monstro ao lado, jogando suas exporás em direção a sua barriga. A esfinge relinchou em dor, e suas garras foram em direção ao rosto da filha de Afrodite, formando uma cicatriz fina que atravessava sua cara, com sorte, não seus olhos.
As unhas alongaram-se até tornaram-se laminas afiadas. Silena ignorara a dor que crescia em sua face, tornando sua visão turva. Enfiara as unhas no pescoço do monstro, apertando-o contra o chão. Sua expressão tornou-se variável, embora seu interior estivesse lutando para derrubar a dor antes que esta a derrubasse.
A criatura virou-se com força, empurrando Silena ao lado. Um rosnado percorreu sua garganta, ele inclinou-se para trás em modo ofensivo. Suas patas traseiras impulsionaram-se e com um pulo ele veio em direção a semideusa. Silena sabia que tinha de agir com rapidez.
Cinco.
O monstro estava próximo demais.
Quatro.
Não seria rápida o suficiente pra desviar.
Três.
Seu chicote não poderia causar muito dano naquela distância.
Dois.
Ela não tinha outra opção.
Um.
Enfiou suas unhas afiadas sobre o pescoço da criatura e assistiu enquanto uma nuvem de flocos dourados caíam ao seu redor.
O peso caiu em seus ombros, enquanto a dor percorria todo o seu corpo. Tinha de chegar ao primeiro andar novamente. Esforçou-se para ficar de em pé e correra em direção a porta onde havia vindo.
Passou pelo o acampamento, onde Annabeth, Clarisse e Percy permaneciam ao mesmo lugar, com seus olhos desfocados e os rostos mortíferos. Desceu para o cemitério, este já vazio. Chegara ao circo, onde Charles permanecia intacto e a plateia ao mesmo modo, como em um filme de terror paradoxo. O próximo andar era seu pequeno quarto de infância. Ignorou os choros da criança sobre o cama e descera ao primeiro.
Sua segunda cópia permanecia ao canto, com seus olhos seguindo-a a cada movimento. Silena deixou uma última lagrima escapar antes de compreender o que havia acontecido a si mesma na última hora. O pânico irradia em suas costelas, a fazendo sentir-se pequena e miúda. Deimos.
- Não serei um de seus outros joguinhos, Deimos—Gritara, embora não soubesse se o deus poderia ouvi-la—Agora conhece meu maior medo, e os pânicos que com ele permanecem.
Abrira a grande porta da frente e correra em direção a liberdade. Enquanto o manicômio tornava-se cada vez mais distante de seus sentidos, a exaustão tomava conta de seus membros. Silena sentia-se exposta e usada, membro de um jogo qualquer. Um pião aos deuses.
Tomava rumo ao acampamento, levando suas armas pertos a si, com medo de que outro deus aparecesse em sua frente, procurando prazer em divertir-se com o sofrimento da filha de Afrodite. Tentando mudar sua mente. Mas Silena não era uma traidora.
armas e poderes:
*Chicote Vênus - um chicote longo negro feito de couro trançado. Seu cabo é adapta-se ao punho de seu dono, facilitando o manejo, formando uma rosa vermelha cintilante. A ponta do chicote se abre em vários seguimentos e cada um tem uma pequena espora vermelha em formato de coração. Se o inimigo for do mesmo sexo, o golpe do chicote tem o dano dobrado
♥ Perícia com chicotes e Correntes – Os filhos de Afrodite, sem mesmo nunca ter usados, sabe usar os chicotes e correntes demasiadamente bem.
♥ Ataque do cisne – Os filhos de Afrodite dão um pulo alto e ataca o inimigo com chutes ou com alguma arma que estiver em mãos.
♥ Unhas afiadas iniciante –® Prolongando um pouco as unhas, estas ganham a resistência de uma lâmina.



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Re: Niveis de Pavor - Missão OP para Silena Beauregard

Mensagem por Deimos em Sab Jan 03, 2015 8:20 pm


AVALIAÇÃO

Houve bastante conteúdo, para quem efetuou a postagem em tão pouco tempo você saiu-se bem e surpreendeu-me, cria de Afrodite.
Porém nem tudo é beleza, visualizei em seu textos alguns erros de ortografia e de coerência, falta de atenção com toda a certeza.
Esperava mais terror, mais pavor e mais medo, porém dou-me por satisfeito temporariamente.

Ganhos:
Adagas Duplas: [Consiste em um par de adagas cujo a lamina é negra e expele uma aura de tons arroxeados intensos. Em uma das laminas há os dizeres “Traições serão sempre traições...” e na outra vê-se a continuação da frase “Não importa o tamanho, ou finalidade.” Quando ativas o punhal de tal arma envolve-se na mão do seu portador, desta forma sendo impossível de desarma-lo. A cada corte profundo que faz no oponente, ambas as adagas retiram 5% da sanidade total dele.]
400 xp;

Perdas:
40MP pelos poderes ativos;
50HP pelos danos psicológicos;
60HP pelos danos físicos;

ATUALIZADO

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Re: Niveis de Pavor - Missão OP para Silena Beauregard

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