The Blood of Olympus
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Warrior queen of only seventeen❞

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Warrior queen of only seventeen❞

Mensagem por Kaya Elizabeth Crawford em Seg Dez 29, 2014 6:31 pm


these words are knives

Kaya Elizabeth Pallas Crawford
15.01.1996, Manchester - 18 anos
Estados Unidos, Nova Iorque, Long Island
Filha de Ares, 3º ano no Acampamento
➹ Personalidade; Kaya julga-se uma decepção, um caso que deu tremendamente errado e que não tem mais volta. Têm incontáveis defeitos e fraquezas,  mas luta constantemente para que eles não a façam desistir de si mesma. Tem um orgulho colossal, pedir perdão às vezes se torna um  compromisso irrealizável  porque Kay acredita que nunca está errada; possui medo de tempestades, aranhas e uma fobia inexplicável de abismos e precipícios, mas é corajosa para coisas que um número escasso de pessoas são capazes de fazer. Tem um sério problema em fazer amigos, não coleguinhas, amigos que vão estar ali quando necessita-se deles; mamãe costumava dizer que sou exigente com as pessoas, e é a pura verdade, é difícil eu gostar de alguém à primeira vista. É extremamente impulsiva, inconsequente e irresponsável, não diria bipolar, seu humor varia de acordo com as situações do dia-a-dia, porém se acontecer algo que a deixe muito brava, vai  emburrar o resto do dia. Possessiva ao extremo, tornando-se até um pouco paranoica quando está com ciúmes (não divide nem chocolate).



➹ História; No dia 20 de agosto de 1996, a família Pallas Crawford foi presenteada com o nascimento de duas lindas crianças gêmeas, filhos de Annie Pallas Crawford – a executiva mais velha e quem cuidava atualmente dos negócios da família, fazendo-a explodir no sentido econômico – chamadas de, respectivamente, Kaya e Kaira Pallas Crawford. A festa no chalé corria muito bem, estava a todo vapor, com músicas da época e danças divertidas e engraçadas da família. Por todo lugar podia-se ver que todos se divertiam. Parentes, amigos, conhecidos e até os próprios vizinhos celebravam o nascimento das gêmeas.
A verdade por trás do nascimento das gêmeas era um segredo que somente Annie e o pai das crianças sabiam. Para o restante da família, ela havia se apaixonado - em uma de suas viagens de negócios - por um executivo chamado Aaron e ao voltar para Califórnia, carregava no ventre duas sementes do futuro da família. Após o nascimento das filhas, Aaron desapareceu sem deixar rastros, deixando as duas crianças pálidas de olhos e cabelos escuros crescerem sem um pai. Sem ter explicação exata para os acontecimentos e o surgimento das crianças, a família aceitou tal teoria como a mais provável, mesmo que não compreendessem o desvio de conduta de sua filha prodígio. Porém ante todos os fatos, Kaya e Kaira não eram comuns, muito menos meros mortais. O verdadeiro pai das crianças não era Aaron, o executivo misterioso e sim Ares, o deus da guerra que havia se encantado pela natural segurança em si mesma, o modo talentoso e amável para com as outras pessoas e como qualquer deus teria poder, seduziu a mulher até conseguir tomá-la para si em seu leito.

Conforme os anos se passavam, Kay e Kar mostravam-se verdadeiras herdeiras dos genes que puxaram de sua mãe, aos cinco anos eram bilíngues – por necessidades de comunicação de sua cidade – possuíam domínio completo em italiano e em espanhol. Aos sete anos possuíam domínio em mais duas línguas, eram elas: russo e francês. Mas foi em um dia de verão em que tudo começou a dar errado na vida de Kaya...

Ela não tem certeza de como essa briga começou (os especialistas chamaram isso de negação por trauma), mas em um momento as duas irmãs gêmeas estavam brincando e no momento seguinte estavam dando chutes, socos, empurrões, puxões e coisas que nem precisamos comentar. Gritos e xingamentos chamaram a atenção da mãe, Annie – que milagrosamente estava em casa e correu para a base das escadas pensando que seria só um grito de: “Comportem-se!”, e as coisas voltariam a ser a paz de minutos antes... Um grande erro de sua parte. Em um momento de raiva, Kaya não considerou sua força um pouco maior que a da gêmea e com um empurrão próximo demais da escada, fez a mais baixa descer rolando escadaria abaixo e... Parando com o pescoço, braço esquerdo, perna direita e cabeça dobrados nem um pouquinho num ângulo normal.

Após o acidente com Kaira - que veio a falecer antes da ambulância chegar à casa, em menos de dez minutos – Annie entrou em uma depressão. Trancou-se na suíte e de lá saia poucas vezes, às vezes comida era deixada na porta e no dia seguinte só metade dela estava lá. Dois meses se passaram assim. Até que um dia, a filha – agora única - desistiu de esperar. E contrariando Ronald (o psicólogo que a acompanhava a todo lugar desde o dia do acidente, contratado por sua avó), esmurrou a porta até que ela abrisse. Com um prato com algumas comidas leves, frutas e suco, Kay entrou no quarto, a expressão seca. Encontrou a mãe encolhida no canto mais afastado com uma faca prateada nas mãos.

— Mãe... Coma alguma coisa... Você precisa... — Ela sussurrou no tom mais calmo possível, o que era um pouco difícil controlar sua raiva naquele momento. Mas sua mãe não estava normal. Tampouco com saúde mental. A menina se aproximou um pouco mais, mas tudo que Annie fez foi levar a mão aos ouvidos, gritar, espernear, gemer e continuar com os olhos arregalados e fixos em um único local, que a menina não conseguiu distinguir qual era. Qualquer um que visse sua mãe assim estaria chorando, e foi isso que ela tentou fazer para amolecer a mãe. Bem, somente tentou. A fúria que sentia pela mãe era tão grande que não conseguiu expressar sentimentos que realmente queria mostrar, mas que não eram dela.

— O que o pai iria falar se te visse assim? — Murmura em um tom de quem sente dor em cada palavra, o que na verdade nunca sentira, nem quando brigara com Kar anos atrás.

As palavras pareceram surtir o efeito errado em Annie . A mulher parou de gritar e passou a apontar a faca para o fruto do próprio ventre. Lágrimas rolavam brilhando na face da moça. E as palavras ríspidas, gélidas e mortais foram proferidas:

— Ares. — Pronunciou como se fosse uma maldição que deveria ser esquecida em algum canto — Aquele deus desgraçado não fez nada por mim! Emprenhou-me com duas malditas crias! Duas pragas! Duas garotas que atraiam monstros para minha vida! Para minha casa! Para minha família! E você é a maior dos monstros! Empurrou a inocente da sua irmã escada abaixo! Você, Kaya Elizabeth, é que é o verdadeiro monstro. — Ela vomitou as palavras, com desprazer e nojo em sua voz. A jovem sentiu-se como um réptil. Um frio percorreu seu sangue e ela ficou mais pálida do que antes, ficando quase transparente. O coração falhou. O sangue gelou como se tivesse sido transformado em nitrogênio líquido e o coração falhou as batidas. A cada grito, a mulher de cabelos negros e pele branca enfiava a faca em seu próprio corpo. Perna, cintura, pescoço, braço, e em todos os cantos que conseguia. Sangue vermelho vivo misturado ao negro de hemorragia escorria por praticamente todo o corpo da mãe. A bandeja caiu com os alimentos da mão da garota, e ela correu até a mãe, sem escolha. A única coisa que conseguiu fazer foi observar a morte lenta e dolorosa da mãe. Embora não quisesse, lágrimas quentes escorriam por seu rosto. Era isso que ela era. Um monstro. Uma criatura anormal.

Nem haviam se passado um mês do enterro a irmã gêmea - Kaira – e lá estava a herdeira Crawford novamente no cemitério enterrando outro parente próximo: a mãe. Não demorou muito para que ela começasse a escutar os burburinhos. “A criança é amaldiçoada!”, “Ela fez com que a irmã cometesse suicídio!”, “Não! Foi ela mesmo que empurrou!”, “Ela fez um pacto com o demônio! Matava a irmã e a mãe e conseguiria o dinheiro da família!” e piores iam ficando. A cada comentário, o coração de Kaya tornava-se menor, como se estivesse sendo compactado em uma máquina de pressão. Ela não tinha nenhuma expressão no rosto, e tentava manter-se firme e dura como pedra, mas por dentro ela se desfazia em névoa e lágrimas.

Anos depois, ela encontrava-se em uma rotina simples: em casa dormia, comia, se trancava em seu quarto escutando “pop, pop punk e rock” e escrevendo em uma espécie de diário. Os anos que se passaram, ela era rodeada de uma infelicidade, desprezo, raiva, mágoa e por ai seguia a lista de sentimentos ruins que atormentavam a mente e coração da mesma. Não posso esquecer-me de comentar que a menina pegou a mania de cortar-se e fumar para tentar aliviar a dor que os sentimentos ruins lhe causavam. E em uma dessas tentativas, um dos cortes acabou indo forte demais e por consequência desse fato, Kay acabou indo parar no hospital.

Enquanto estava no hospital, durante a noite que passou lá, ela teve a experiência... Mais sobrenatural, empolgante, assustadora e estranha de toda a sua vida. A irmã, vestida com um vestido negro e longo – Kay sentiu uma pontada de inveja – apareceu sentada na cama em que repousava. Ela a observava curiosa. Possuía o mesmo rosto que tinha quando morreu. Com a voz infantil e fina, ela sussurrou: “Kay? Tenho que ser rápida. A culpa não foi sua.” Ela piscou mais lenta do que o normal, para certificar-se de que aquilo tudo não era uma miragem ou um pesadelo. A irmã havia desaparecido. Recostou-se na cama e adormeceu.

No dia seguinte foi liberada. A única mudança foi o cuidado para não deixar os cortes fundos por ter certo receio de ficar em hospitais. Não conseguindo tirar a aparição da irmã da cabeça, desistiu que não ficaria mais naquele chalé que possuía tantas lembranças fixas dela. Durante o dia encheu uma mochila com algumas mudas de roupa, um pouco de dinheiro, pegou seus cartões, os enfiou na carteira e deixou a mochila no canto. Jogou-se na cama e se permitiu pegar no sono. No dia seguinte, acordou antes do amanhecer. Sem se importar com coisa alguma, levantou e foi tomar um longo banho. Ao terminar vestiu uma roupa totalmente negra, calça jeans, camisa de uma banda qualquer de rock, jaqueta de couro negro opaco, apanhou as chaves do Dodge Charger 1970, a mochila e deu um adeus ao chalé.

Passou umas duas semanas na estrada antes de encontrar um garoto moreno, aparentemente da mesma idade que a sua, pedindo carona. Mesmo sabendo que era estupidez, ofereceu carona a ele. Nas primeiras cinco horas poucas palavras foram trocadas e ela sentava-se desconfortável, e jurava avistar uma criatura estranha perseguindo o carro, mas por via das duvidas apenas acelerava mais o carro e isso deixava Thomas (nome do garoto que veio a descobrir depois de estar com o menino duas horas ao seu lado) um pouco nervoso.

— Eu devo estar cansada... Estou vendo há quase uma hora vultos atrás do carro. — Murmurou ela depois de esfregar os olhos e ajustar os espelhos do carro.

— Deve ser. Não me importa que acelere mais. Na verdade, acelere mais. Bem mais. — O tom de voz dele era preocupante, enquanto olhava para trás e avistava a sombra de um minotauro se formando a uns metros de distancia. Ela pareceu não notar o fato de que Thom parecia um maníaco olhando compulsivamente para trás e para os lados. Engoliu em seco e começou a ditar o caminho que Kay deveria seguir. Após duas horas fazendo isso, ela relaxou e desatou a falar sobre assuntos aleatórios, iniciando uma conversa até que divertida sobre coisas diferentes uma das outras. Ao entrarem em um caminho de pedra, Thom ditava o caminho, passaram por uma grande casa e chegaram a um local com uma espécie de arco grego, ela conseguiu ler em outro idioma (talvez grego?): “Acampamento Meio-Sangue”. Ele murmurou com um sorriso de alivio quando eles desceram do carro e atravessaram o portão, ambos exaustos:

— Bem-vinda a sua nova casa.
Ela ergueu uma sobrancelha e percebeu que o garoto tirava as calças. Desviou o olhar, visivelmente desconfortável. Quando olhou novamente, percebeu que ele tinha pernas peludas... de bode?



➹ Primeiro e segundo ano no acampamento; À editar.




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Re: Warrior queen of only seventeen❞

Mensagem por Kaya Elizabeth Crawford em Seg Dez 29, 2014 7:13 pm


TREINOS

OPEN

- 25.03.2014 Destroçando bonecos de palha; 92xp.
- 18.04.2014 Acabando com uma filha de Afrodite; 100xp.
- 24.04.2014 Ensinando Spark à não comer carne humana; 88xp.
- 13.05.2014 Fazendo uma filha de Dionísio sangrar; 84xp.




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