The Blood of Olympus
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Londres

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Londres

Mensagem por Héstia em Dom Mar 02, 2014 11:17 am


Londres

Londres. Uma belíssima cidade histórica e encantadora que leva seu visitante a ama-la sem pensar se quer duas vezes em seu clima frio. Estando em Londres não esqueça de visitar a London Eye, a Torre de Londres e dar uma boa olhada no imenso relógio Big Ben.
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Héstia
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Re: Londres

Mensagem por Convidado em Seg Nov 02, 2015 8:53 pm





"Gott weiss ich will kein engel sein"
Engel, Rammstein



Quando eu era pequeno, costumava acreditar que as pessoas que morriam na verdade só estavam fingindo. Que elas fechavam seus olhos e dormiam, cansadas demais pra sequer respirar. Fatigadas demais pra responder a chamados desnecessários daqueles que os amam. Achava que eles apenas precisavam de um tempo. "Logo eles vão abrir os olhos, e então todos tomaremos um belo gole de whisky, eu escondido pela minha idade!". Por muito tempo eu via a morte dessa forma quase infantil e besta, para conter o meu medo. Aquele medo simples e puro, algo que nenhum ser humano é capaz de evitar: A morte. "A grande aventura final", como diria um velho sábio. Que bela aventura, não é mesmo? Você simplesmente morre, e então seu corpo apodrece e vira carne de verme embaixo de sete palmos de terra, num cemitério no centro de uma cidade pequenina e insignificante.

Depois que vi tantos companheiros do clã morrendo, aprendi a aceitar a morte como ela era. Algo terrível, mas belo ao mesmo tempo. Algo libertador. Sair desse mundo sujo, hipócrita e completamente caótico, para um lugar cheio de luz e vida e alegria e amor e paz... Parecia algo tão bonito, que até mesmo eu tinha deixado meu medo de lado. Nessa época, me tornei o grande ladrão que era antes de entrar no Acampamento. Fazendo missões e roubos por todo o globo, ganhando dinheiro, não importava a dificuldade da empreitada, eu sabia que, de algum modo, conseguiria atingir meu objetivo, ou morreria tentando.

E eu sabia porque tinha eles ao meu lado. Tanto Mary quanto Mark. Não havia polícia que podia nos deter. Não existia um local seguro o suficiente para nos parar. O que nós queríamos, nós tínhamos. Ponto final. Não existia câmera que Mark, apenas com seus equipamentos, não conseguisse hackear, nenhum sistema de defesa que ele não conseguisse driblar. Não havia janela ou muro alto o suficiente para os grandes saltos de Mary, seus movimentos perfeitos e complexos. Os dois irmãos tinham me acolhido como um deles. E assim fora por muito tempo. Eles tinham me ajudado quando meu tio morrera. Quando desapareci, eles continuaram me procurando, até me encontrarem, já transformado no assassino frio e cruel que sou hoje. Não me abandonaram ao saberem que era filho de um deus, seguidor de um deus da morte grego.

Tudo isso parecia culminar para este momento. Parecia que todos aqueles furtos, roubos e espetáculos juntos... Tinham me levado a esse ponto. Onde eu me encontrava não sozinho, mas com o coração sangrando. Era como nos velhos tempos... Eu no meio, Mary do lado esquerdo, Mark do lado direito... Ambos abaixo de mim... Uma placa de pedra polida grande estava bem no meio, na minha frente, onde as frases que pouco significavam agora podiam ser lidas perfeitamente:

"Aqui jazem os irmãos Mark e Mary del Fiori, ???? - 2015. Que Deus possa lhes oferecer um lugar ao seu lado, e que seus espíritos encontrem paz entre as nuvens do céu"

Um grito rouco e quase gutural escapou da minha garganta, junto com um soco que foi de encontro a lápide defronte a mim. Os dedos protestaram de dor, e os cortes começaram a sangrar quase imediatamente. "Então é isso?! Por que você levou eles, Mestre?! O que eu fiz pra merecer isso?!" Gritei contra os céus, as lágrimas descendo pelo meu rosto junto com a leve garoa que começava a cair dos céus. Mas nenhuma resposta veio. Pelo menos no momento. Longos segundos se passaram, até que o som de passos chegou aos meus ouvidos atentos, calmos, retidos, calculados... Os passos de um assassino profissional e antigo.

- Eles não tiveram escolha, Klaus. E nem eu tive. Eles precisavam ser levados... E foram.

Mil respostas passaram pela minha cabeça atormentada, mas continuei calado, o olhar fixo num pedaço de grama retorcido, constantemente regado pela chuva de lágrimas. Até que a pergunta escapou por entre os dentes cerrados.

- Quem os matou? Me deixe matá-los... Me deixe rasgá-los...

A mão fria como a de um morto encostou em meu ombro direito, e o súbito arrepio comum em momentos como aquele subiu pela minha espinha.

- A vingança não trará seus amados amigos de volta, Klaus... Nem trará paz ao seu coração...

- Se você não me ajudar, eu os caçarei sozinho. E vou torturar cada um deles lentamente antes de matá-los... Ou morrerei tentando.

- Você não vai morrer, porque eu não ordenei que morresse, Maltz. - O aperto em meu ombro apertou de leve, denunciando que tinha ido um pouco longe demais. - Você vai encontrá-los. E irá assassiná-los friamente. Eles se escondem num prédio, no centro de Londres, foi abandonado por estar quase ruindo. Ninguém entra naquele lugar sem que eles saibam... Mas certas leis não se aplicam á morte.

O hotel em questão apareceu como um flash na minha cabeça, e o coração apertou ainda mais ao lembrar das palavras de Mark: "Dizem que aí dentro escondem uma fortuna dos mafiosos... Um dia vou entrar aí". "Que idiotice, Mark..." Balancei a cabeça em negação, enquanto me levantava do chão, olhando uma última vez para a lápide das últimas pessoas que eu tinha amado no mundo. Thanatos já não mais me encostava no ombro, mas eu podia senti-lo ali, ao meu lado, sua foice pronta como a minha estava.

Era hora da vingança.

~~//~~

Um relâmpago cortou o céu e logo depois encheu o ar com seu estrondo, iluminando por breves segundos as sombras que eu me escondia, logo do lado da porta de entrada para o hotel abandonado. Duas horas observando. Aquela era a entrada, mas eles tinham uma espécie de senha, sussurrada para um guarda que destrancava a porta por dentro. Eu podia simplesmente chutar a porta e matar o guarda, mas preferia apenas matá-lo. Fazer uma entrada triunfal era mais o meu estilo. Só precisava de uma ajudinha de fora.

E naquele exato momento, a ajudinha chegava. Atravessando a rua, olhando para os lados de forma nervosa e pouco discreta. Um novato. Um novato que acabaria com todos ali dentro. Ele se aproximou da porta e parou bem ao meu lado, sem me notar encostado na parede. O homem bateu três vezes na porta, de forma rápida.

- Sim?

- Não. - Respondeu.

- Mas essa é uma senha de merda, não acha? - Sussurrei assim que ouvi a porta sendo destrancada.

Infelizmente para ambos os envolvidos, já era tarde. Primeiro a adaga entrou pelas costelas do novato, e usei seu corpo agonizante para barrar a porta, impedindo o guarda de fechar. Assim que ele hesitou, chutei com força a porta, fazendo ele cair de costas no chão. Seus olhos se arregalaram ao me ver andando na sua direção, mas ele não teve tempo de gritar. Pisei com força na garganta dele, e ele imediatamente começou a se debater, sangue saindo da boca pro chão.

O efeito da confusão foi imediato. Portas eram escancaradas ao longo do corredor, e homens e mulheres saiam de seus quartos, todos armados com armas mortais e alguns ousavam levar facas. Uma fração de segundos foi o necessário para pegar o corpo pesado do guarda já morto embaixo de mim e colocá-lo na minha frente. O som ensurdecedor de tiros e depois o nauseante de balas contra o corpo flácido. Fui andando lentamente, com calma, não expondo parte alguma do corpo. Apesar de algumas balas passarem de raspão pela perna e braço, a dor não me incomodava. Eu era um assassino nato. Imparável.

Finalmente alcancei a primeira porta. Chute no peito, passei a adaga na garganta dele. Virei-me para o homem do outro lado. Com um movimento já treinado das costas junto com as pernas, a foice se desprendeu do local onde ficava nas minhas costas, e fez um corte horizontal no peito do inimigo, que, pego de surpresa, deixou a arma cair. Joguei o guarda para a frente, interrompendo por um momento os tiros. Dois frascos caíram do meu bolso, e um nevoeiro denso se formou quando eles atingiram o chão. Imediatamente me joguei para o quarto ao lado, no exato momento em que os tiros começavam a voar pelo corredor, junto com o som de gritaria.

E então o silêncio tenso. Eles achavam que eu estava morto. Tolos. Olhei para baixo e já encontrei meu corpo invisível. Ele agia sozinho. Voltei para o corredor e andei silenciosamente por ele, passando por todos os mafiosos que olhavam com as pistolas e metralhadoras apontadas para o corredor, tensos. Seus corações batem rápido. O de Mary não bate mais. Assim que cheguei nos últimos quartos, comecei a matança outra vez. Tapei a boca da mulher e cortei sua garganta. Antes que a companheira pudesse avisar, a adaga voou contra a sua boca aberta, cravando ela na porta. O barulho chamou a atenção dos outros quatro a frente. Eles não podiam me ver. Me abaixei como uma cobra e comecei a deslizar abaixo deles, até os últimos. Repeti o processo. Os dois que sobraram tentaram correr para a saída. Um foi morto por uma adaga voadora. O outro tropeçou no primeiro e caiu de cara na própria arma, que disparou um tiro acidental. Curioso o destino.

Recuperei as adagas pacientemente e subi, de andar a andar, 5 ao todo, a matança se repetia. Os gritos invadiam os meus ouvidos mas eu não os ouvia. O sangue espirrava em meu rosto e na minha roupa, mas eu não me importava. Meu corpo e minha vingança eram um só, eles se mexiam na pura vontade de simplesmente dilacerar carnes e ossos e tendões e veias daqueles malditos traidores assassinos. Até que finalmente, atingi o último andar. Esse, apesar de ter muitas portas, estava aparentemente vazio. O que me interessava era o fundo do corredor, com uma porta dupla e decorada, com os dizeres "Gerência" numa placa logo acima. Calmo. Sem pressa. Andei devagar e abri a porta.

Não haviam dez mil soldados me esperando, atirando em mim com tudo que tinham. Nenhuma recepção calorosa.

Havia um homem, calmo, contido, sentado na mesa, as mãos entrelaçadas me olhando fixamente como se eu fosse um boneco que ele queria muito comprar com seu dinheiro sujo. Atrás da mesa, abraçadas e encolhidas contra a janela fechada, uma mulher ruiva abraçava uma criancinha, que chorava em soluços.

- Bom. Você veio me encontrar. - Disse o homem, com uma voz rouca e normal, como se fosse uma conversa casual entre amigos.

- Você tinha dúvidas que eu viria? - Perguntei, no mesmo tom que ele.

- Claro que não. Seu amigo deixou bem claro que você faria isso. Ele disse... Como era mesmo, Char? Ah sim... Que você iria cortar o meu pescoço com um estilete cego.

- A ideia parece sedutora... Mas não tenho um no momento.

O silêncio caiu sobre a sala, apenas quebrado pelo choro contido da garotinha nos braços da mãe. Até que o homem outra vez o quebrou.

- Posso lhe oferecer um whisky? Talvez uma taça de vinho?

- Vou beber algo um pouco mais doce, senhor.

- Ah, por favor, me chame de Ryan.

- Vou te chamar de cadáver. - Respondi, num tom perigoso, ao qual ele riu.

- Ora, quanta audácia! Veja, meu caro, você matou cada um dos meus homens lá embaixo, uma verdadeira matança... Não existem saídas para mim nesse quarto. Você venceu! Eu já estou morto e enterrado, se me permite. Que mal faria tomarmos um vinho juntos?

Rápido e silencioso como o vento, saí do lugar que estava e voei contra o pescoço de Ryan, virando ele contra a parede, a adaga brilhante e suja de sangue de vários outros homens encostando na garganta morena dele. A voz saiu sibilante e baixa.

- Cale a boca, seu assassino nojento e frio.

- Não!

Meu olhar caiu para a dona da voz. A garotinha tinha aparentemente saído dos braços da mãe, que me olhava aterrorizada. A criança também me olhava, meio assustada e meio determinada, como se já não tivesse tanta certeza de que aquilo tinha sido a melhor ação.

- Deixa o meu pai em paz!

- Mary, volte pra sua mãe! Agora!

Imediatamente eu soltei o homem, olhando a criança atentamente. Os olhos verdes. O cabelo loiro e crespo caindo no rosto. O jeito determinado e altivo, apesar do tamanho pequeno e do seu medo penetrante. Seu nome...

- Ma... Mary?

A garotinha continuou me olhando.

- Seu nome... É Mary?

- Deixe-a em paz.

Como a quebra de um encanto, voltei a olhar para o homem atrás de mim, agora de pé.

- Não a machuque. Eu matei seus amigos. Foram minhas ordens. Deixe-as ir.

A fúria voltou a queimar meu estômago repentinamente, e a energia foi lançada em dose única e sem controle num soco, que fez o homem desmontar e cair no chão. Outro grito da criança, mas fiz o melhor que pude para ignorar.

- VOCÊ NÃO DEIXOU ELES IREM, SEU HIPÓCRITA IMUNDO! VOCÊ TIROU DE MIM TUDO QUE ME RESTAVA!

O homem virou-se de frente pra mim, seu nariz torto e sangrando. Ele não ria, nem estava nervoso. Estava apenas calmo.

- Eles tentaram roubar o que era meu. Eu protegi aquilo que eu amo, meu amigo. Me mate por isso, mas eu lhe imploro. Deixe minha mulher e minha filha viverem.

Apesar da fúria ainda queimando em meu estômago, outro sentimento começava a subir lentamente por todo o meu ser. Culpa. Mágoa. Nojo. Repulsa. O que eu tinha feito? Que tipo de monstro eu havia me tornado? Mark e Mary nunca iam querer isso! As lágrimas tomaram meus olhos de súbito, e logo escorreram pela minha face. Finalmente a mente voltou a funcionar, não por impulso da raiva, mas pela inteligência e análise rápida. Pensamento Maltz, como chamamos no clã. Levantei o homem pelo colarinho e o fiz ficar de pé. Não precisei pedir para que ele me olhasse. Ele era corajoso o suficiente para faze-lo sem que eu pedisse.

- Ryan, me perdoe. Por tudo que eu e meus amigos fizemos a você. Não devia ter matado seus capangas... Eles não tem culpa de segui-lo.

O homem me fitou em silêncio.

- Vou deixar sua filha viver. No entanto ela virá comigo. - Os olhos do homem se arregalaram. - Porque o lugar dela não é aqui. Ela é pura demais para viver com uma prostituta mafiosa. E você não vai corromper e matar outra Mary enquanto eu estiver vivo.

A respiração de Ryan foi aumentando, a ponto de parecer que ia explodir, até que ele finalmente parou, e seus olhos voltaram a me fitar calmamente.

- Creio que não haja outra escolha... E não vejo dúvidas em seus olhos... Não existe pessoa melhor para cuidar de Mary...

Soltei o colarinho do homem e andei para trás.

- Você tem cinco minutos. - E sai da sala imediatamente, fechando as portas de madeira atrás de mim.

Assim que o clique da porta soou, deslizei lentamente para o chão, até me sentar. E ali, prostrado no corredor de um local onde uma carnificina aconteceu, chorei.

E chorei.

E chorei.

Finalmente me controlei e voltei a abrir a porta do quarto. Ryan estava abraçado com sua mulher e filha. A garotinha me olhou, agora com um misto de curiosidade junto com o medo. Ela olhou para o pai, quase que implorando.

- Mas... Vocês vão ficar bem?

Ryan olhou para mim, mas não retribui seu olhar. Meus olhos estavam no homem atrás deles dois. O homem que me olhava fixamente, com um misto de pena e satisfação. Satisfação por saber que seu seguidor tinha aprendido a lição. Que tinha crescido.

- Vamos, Mary... Ele vai cuidar de você agora. - Ambos, pai e mãe, beijaram a filha e a abraçaram outra vez. - Nós amamos você, minha pequena... Agora vai.

A garotinha, mesmo hesitante, veio andando na minha direção. Ao olhá-la, meu coração se enchia de paz. Mary vivia naquela outra Mary. Ela podia muito bem ter acordado do caixão, apenas alguns anos mais nova...

- Qual o seu nome? - Ela perguntou hesitante.

- Klaus. - Respondi. - Prazer em conhecê-la, Mary... Me espera lá fora, tá bem? Do lado da porta. - Disse, olhando nos olhos dela, com um sorriso. - Eu já vou sair.

Ela apenas acenou com a cabeça e, sem olhar para trás, saiu, fechando a porta. Voltei a olhar para a mulher dele.

- Ela não precisa...

- Eu não vou viver sem minha Mary. - Respondeu a esposa, com um tom proeminente de francês. Apenas concordei com a cabeça.

- Foi um prazer conhecer você, Klaus. Cuide bem de Mary. - Disse Ryan, enquanto eu me aproximava, a foice na mão direita.

Mas eu não respondi. Thanatos apertava minha mão contra a foice. Eramos um naquele momento. Ceifando a vida de duas pessoas que, por mais sujas que pudessem ter sido em vida, tinham sido uma das melhores que eu já havia conhecido.

~~//~~

Abri a porta com cuidado e a fechei com os pés atrás de mim. A chuva tinha acabado, mas a garoa não cessava. Deixei que os pés de Mary tocassem o chão, massageando os braços por ter que carregá-la por cinco andares.

- Pode abrir os olhos agora.

A garota abriu os olhos lentamente, olhando para trás, para a porta fechada do hotel.

- Será que o Gunther tem algum chiclete? - Perguntou, indo até a porta. Eu rapidamente, mas de forma gentil, peguei a mão dela.

- Na verdade ele não tem. Eu pedi, mas ele falou que tinha acabado. - Respondi.

- Oh não... Ele fica muito bravo quando não tem chiclete de menta. - A garotinha olhou lá para cima, para a última janela. - Eu vou ver eles de novo, Klaus?

Respirando fundo, eu me ajoelhei na frente da garotinha, olhando fundo nos olhos dela. Olhando nos olhos de Mary outra vez.

- Todos vamos, Mary. E nós vamos comer muito nos campos, eu e você e eles, juntos. Eu prometo.


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