The Blood of Olympus
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Em busca da rosa perdida- OP para Louise

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Em busca da rosa perdida- OP para Louise Empty Em busca da rosa perdida- OP para Louise

Mensagem por Zeus em Sex Dez 12, 2014 3:33 pm


Um simbolo de amor proibido
Não eram um casal perfeito, daqueles de cinema. Brigavam muito, ficavam um tempo sem se falar e nesse intervalo ainda rolava uma guerra de indiretas, cada um querendo ser o dono da verdade. Mas no fundo eles sabiam que tudo era joguinho bobo de orgulho, e que por trás das caras fechadas e bicos não se aguentavam de saudade. Tudo bem se eles passavam uma imagem de cão e gato, mas uma coisa é certa… Eles se amavam mais do que qualquer coisa. Um romance escondido que deveria ser considerado proibido, de um lado a deusa virginal da sabedoria e do outro o rei dos sete mares, um juramento na calada da noite e um pequeno fruto, um amuleto deixado ao mundo mortal com uma corrente de proteção. Perdido o objeto que deveria ser o símbolo de união agora poderia causar grande destruição. Convocada a Heroína que buscaria o pingente partiu em uma jornada sem volta, da qual não saberia se poderia retornar.
Spoiler:

Regras
*Narre desde o inicio da missão. O pingente se encontra atado em uma corrente de ouro, trata-se de uma rosa branca polida, que na verdade é um objeto de extremo poder.
*Você deve entrar ao menos dois monstros durante sua jornada
*Você foi convocada por Afrodite para resgatar a correntinha que Poseidon deu a Atena milhares de anos atrás , ela  foi roubada por Anfitrite ex esposa de Poseidon e se encontra dentro do palacio do oceano comandado por ela, um mar que deverá ser definido e escolhido por você.
*Minimo de 40 linhas e sabemos que você é capaz  de fazer melhor que isso
*Você terá 21 dias para postar a partir da data de hoje: 29/11/2107
*Boa sorte.


Lorde Zeus
Zeus
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Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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Mensagem por Quione em Sab Maio 02, 2015 3:44 pm

REMOVIDA PARA RECICLAGEM


xιόνη
winter
is coming
Quione
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Deuses Menores
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Mensagem por Vênus em Qua Nov 29, 2017 5:16 pm

Restaurada para Louise.


Vênus, love's lady
..
diva, déesse de l'amour et de la beauté ♦️
Vênus
Vênus
Deuses Olimpianos
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Mensagem por Louise S. Mitchell em Sab Dez 09, 2017 9:37 pm





Ela não era virgem? Que babado!

 


- Por quê? – Perguntei enxugando uma lágrima que rolava no meu rosto. – Eles formavam um casal tão bonitinho. – Completei lançando olhares para os outros a minha volta, todos concordando. A revista havia chego na sua última página, horas de lazer com meus irmãos acompanhando uma novela estilo mexicana, que a personagem principal era uma megera ignorante, entretanto a melhor pessoa no mundo. – Vou descansar minha beleza, esse final me deixou triste e oca de sentimento. – Afastei-me entrando no chalé de Afrodite e indo direto para minha cama. Você só sabe aproveitar o conforto de uma boa cama quando se fica trancada semanas com Circe em uma ilha.

Deitei-me pronta para fechar os olhos e voar pelas terras de Morfeu feito uma borboleta, mas tudo o que consegui foi visualizar com um canto de olho uma figura. - SAINTE MÈRE DU CIEL. – Gritei assustada. Projetada por um holofote no canto do chalé próximo a entrada do spa, encontrava-se uma mulher. Bem, deveria ser uma mulher pelas curvas perfeitas, o vestido decotado e um cheiro de rosas que eu conseguia sentir mesmo estando metros de distância. – Quem...? Zeus, você é? – Perguntei me sentando rapidamente e tentando raciocinar onde havia deixado meu chicote ou minha espada. O holofote se movimentou passando a imagem de que realmente era somente uma aparição e que a pessoa provavelmente estaria em outro lugar.

- Louise? – A voz tão sedosa que quase me derreti esquecendo que poderia ser uma inimiga. – Preciso que encontre o símbolo de amor, roubado há muito tempo. O oceano e a sabedoria se enlaçam e protegem. O rancor furtou por inveja, deves ir ao seu domínio e liberar a benção de proteção novamente.

- O rancor o quê? Quem roubou o oceano inteligente? – Perguntei sem entender absolutamente nada, apenas que a figura deveria se tratar de uma deusa. Somente eles adoravam essas charadas, talvez por parecer que eles não estavam pedindo abertamente a nossa ajuda. Eu sabia que a qualquer momento surgiria aquela oportunidade de provar o meu valor ou morrer tentando. Só havia um motivo pelo qual eu tentava me especializar em alguma coisa, tornar-me forte, as missões. – Olha, não estou entendendo nada vossa senhoria deusa, poderia dizer mais explicado.

- Busque o cordão que Anfitrite roubou de Poseidon e Atena. – Bufou a voz e então desapareceu, porém sem antes deixar uma rosa vermelha no lugar onde se projetava a sua imagem. Aquela flor me encheu de terror, pois aquilo era marca de somente uma pessoa. Afrodite havia parecido para mim pela primeira vez e eu nem ao menos tinha parado para observar se o meu nariz era igual ao dela, porque era a única explicação. Aos poucos após o grito alguns campistas do amor invadiram o chalé e então eu expliquei o que havia acontecido. Nunca pensei que eles poderiam ter tão unidos, afinal eu não ajudaria se estivesse na posição deles. A nova líder do chalé havia feito bastantes mudanças positivas.

Primeiro fui levada para a sala de arquivos do acampamento. Não era bem uma biblioteca, apenas um lugar onde os filhos de Atena armazenavam os seus conhecimentos. No início os filhos da sabedoria não queriam ajudar, mas ao ouvir o relato sobre Atena está envolvida na minha missão tornaram-se mais receptíveis. – Calma um de cada vez. – Pedi quando todos começaram a jogar livros na minha frente e explicar a história inteira. Enquanto os filhos de Atena me metralhavam com contos, lendas e pontos de vista próprios, alguns de meus irmãos foram atrás do outro lado envolvido.


***
       

Foram dois dias de pura união, pelo menos as proles de Afrodite. Havia coisas que precisam ser resolvidas antes de partir. Quem conhece a Anfitrite sabe que como ex-mulher do deus dos mares ela pode se encontrar em qualquer parte do mundo já que o planeta é mais composto por água do que terra. Após organizar minuciosamente as bagagens de partida, deixei o acampamento. Quíron havia me aconselhado a levar um filho de Poseidon comigo, mesmo que a missão fosse dada diretamente a mim, resolvi que em algum momento ele poderia ser útil.

- Partindo! – Exclamei ao ver o carro entrando em movimento. Argos levaria a mim e a filha de Poseidon chamada Lisa á estrada mais próxima. – Então... – Abri um mapa oceânico. – A última vez que se teve relato de alguém ter visto esse colar foi próximo ao oceano Atlântico, então acredito que nos limitamos a apenas três. – Enquanto eu falava apontava com o dedo nas regiões aquosas. – Atlântico, Índico e Pacífico. – Olhei para fora do carro. – É muita coisa. Você não tem nenhuma habilidade que possa nos ajudar? Tipo olhar para o mapa e saber aonde deveremos ir? – Ao ouvir a resposta negativa abaixei a cabeça e comecei a me arrepender por ter aceitado aquela missão.

Argos nos deixou no limite da cidade e então partiu deixando duas semideusas sozinhas. Havíamos trago algum dinheiro e no próximo caixa eletrônico eu retiraria mais alguns. Quando nos aproximamos do caixa, uma faísca surgiu no meu cérebro e então lembrei-me de algo. – Existe um feitiço. – Gritei. Ao observar olhares curiosos de outras pessoas resolvi que seria melhor cochichar. – Tem um feitiço que aprendi na ilha de Circe, não sei como funciona direito, mas podemos tentar. – Retirei mais alguns dólares e coloquei na mochila. Eu havia levado minha adaga pendurada na cintura, o chicote e enrolado no meu braço em forma de pulseira o bastão/varinha. Lisa havia trazido comida e alguns mapas, sem tratar de um contato de sua mãe com embarcações para alugar. – Temos que ir para perto da água. – Falei. Eu não sabia como funcionaria, o lance de ser feiticeira era tão recente que mal tive oportunidade de realizar alguns feitiços solos, só nas práticas.

- Me dê o mapa. – Segurei o mapa. – Preciso de um pouco de água. – Olhei para o lado atrás de possíveis olheiros. - Pode conseguir para mim? – Lisa assentiu e então quando a água assustadoramente levitou até a minha mão, apanhei um pouco e joguei sobre o mapa. Fechei os meus olhos tentando me concentrar. – Fica de olho. – Eu não fazia idéia de como era o colar, portanto ficava difícil me concentrar no objeto. Resolvi que procuraria chegar mentalmente o mais perto do presente, então visualizei Poseidon (Eu o havia visto tantas vezes no chalé dos seus filhos no acampamento em forma de estatua) e Atena que foi mais fácil por suas proles serem orgulhosas em exibir suas imagens. Na minha mente Poseidon entregava algo para Atena que desastrada deixava cair em um oceano e então um enorme vulto marítimo capturava o presente e fugia. - Hanta Cortis Eram, Hanta Corcits Eram. – Formulei o encanto e abri os olhos. O mapa estava normal assim como antes exceto por um detalhe, a água havia sido concentrada toda em apenas uma região. – Oceano Índico. – Disse eu e Lisa ao mesmo tempo.  

Com o dinheiro compraríamos uma viagem de avião para a Arábia Saudita. – Deixe comigo. – Falei me dirigindo ao terminal e encarando a vendedora. – Boa tarde. – Saudei colocando um excesso especial de doçura na minha voz que em breve viraria um charme. – Preciso de duas passagens para a Arábia. – Olhei para o itinerário de voo. – Meu pai Louis Santinni está nos esperando para uma gravação de um filme, não temos passaporte aqui, mas não precisa não é mesmo? É um homem famoso e você ficaria grata em ajudar a sua filha e sobrinha. – Depositei o dinheiro no balcão e sorri. – Muito obrigada. – Sinalizei para Lisa que nesse momento estava pálida como papel e com um olhar de culpado. – Vamos rápido porque meu charme não dura muito. – A verdade é que experimentaria o meu novo poder unido a um dom das feiticeiras, então esperava que funcionasse a longo prazo. – O que? – Perguntei ao ouvir uma pergunta de Lisa sobre ir por água e medo de avião. – Você quer mesmo ser atacada pela deusa invejosa logo agora? Vamos invadir a casa dela, querida. Ela já deve saber e também deve ter preparado uma festinha de boas vindas. – Sorri. – Adoro festas. – Passei pelo detector de metal e ao perceber que o mesmo iria apitar, modifiquei a névoa no guarda para que ele não visse a luz vermelha. Continuei concentrada até Lisa está ao meu lado. – Obrigada. – Sorri para o guardo e pisquei um olho. – Que delícia, ele.

As horas de voo foram tranquilas se não for contabilizada o nervosismo de Lisa ao meu lado me espetando, me segurando o tempo inteiro. Simplesmente fechei os olhos e procurei descansar o meu máximo, os dois feitiços mais a habilidade herdade de minha mãe havia me cansado um pouco.

O avião aterrissou muitas horas depois. Era noite na cidade e assim como acontece com os países desérticos fazia frio. Lisa e eu nos dirigimos ao hotel mais próximo e dormiríamos aquele noite para seguir viagem assim que amanhecesse. – Precisamos de um mapa da cidade. – Falei enquanto devorava um hambúrguer vegetariano com suco de uvas. – Se você fosse uma deusa do mar e resolvesse ter um lugar só seu para esconder suas coisas, onde você iria esconder? – Perguntei para Lisa, porém ao mesmo tempo eu mesma me respondia... Um lugar onde fosse discreto.  


***

Quando o dia surgiu estávamos descansadas e prontas para a ação. Enquanto eu escolhia a minha roupa e ajeitava a minha maquiagem, Lisa saiu para comprar café e um mapa. Quando ela retornou voltamos a conversar sobre o plano. – Ela já deve saber que estamos indo, então se prepare para monstros aquáticos. Ela não mudou o colar de lugar e nem escondeu novamente, deuses são orgulhosos demais pra achar que podem ser vencidos, então temos essa vantagem. Não sou uma perita em batalha, então quando ela começar será você a responsável por vencer. – Após finalizarmos tudo, deixamos o hotel. A cidade era linda e o sol escaldava minha pele. – Esqueci do protetor solar. – Eu vestia agora um short jeans com uma bota, a camisa de botões e mangas curtas estava amarrada no meu busto, então minha barriga quase pálida seduzia as pessoas por onde passávamos. – Sim, estou super acostumada em ser gostosa. – Respondi á filha de Poseidon sobre atrair atenção masculina em excesso.  

Paramos no centro da cidade onde havia apenas um caminho para ser seguido; o Golfo Pérsico. Alugamos um carro e durante três horas fomos sacolejadas para todos os lados possíveis, a ponto de no final da viagem eu mal conseguir sentir minha bunda. – Me sinto descadeirada. – Falei para Lisa. – Então... é aqui. – Aqui era algo bastante distante, pois o Golfo Pérsico fazia divisa com o Irã, o que significava que eram milhas de água sem saber onde começava ou terminava. A sorte foi que Lisa teve a brilhante ideia de fazer um rápido mergulho e buscar informações com as criaturas marítimas. Voltando minutos depois completamente seca e com notícias não muito agradáveis.

O castelo estava fortemente protegido por criaturas marítimas, os guardas estavam todos em seus postos. Além disso, havia outro pequeno problema, eu não conseguia respirar de baixo d água o que fazia com quem a missão fosse preocupante. – Perguntou se há alguma caverna subaquática ou algo parecido? Não acho que Anfitrite deva ter deixado o colar em seu castelo correndo o risco de Poseidon descobrir e ir pegar a qualquer momento. – Olhei para Lisa. – Seu pai é o mestre dos mares, você acha que se pode esconder alguma coisa dele no seu próprio domínio? Precisamos de um novo feitiço. – Disse olhando a minha volta. – E de um barco.  

Minutos depois estávamos em uma pequena embarcação a motor. O capitão havia sido convencido a me ajudar de uma forma bastante inocente, claro que eu deva ter oferecido meus serviços sexuais de forma indireta, mas era tudo para uma boa causa. – Por ali. – Apontei usando o meu extinto, algo que havia se aprimorado bastante, sem tratar da leve conexão mágica que aquelas águas me passavam. Eu simplesmente conseguia sentir a magia e um objeto criado por deuses carregava uma grande quantidade dela. O barco navegava nas regiões onde meus pelos do braço se ouriçavam mais. Lisa por outro lado usava seus talentos aquáticos, havia sido uma ótima ideia ter a trago. Retornei novamente a minha memória anterior, buscando Poseidon e Atena e um presente que alguém roubava. Quase me joguei no mar, mas era apenas um reflexo de um ataque. – Estamos sendo atacados. – Gritei. – Devemos está perto. – Olhei em volta observando criaturas do oceano. Se Anfitrite havia mandado seu exército, significava que o objeto estava por perto, mas onde?

A névoa poderia esconder muitas coisas, aprendi isso com Circe. Mesmo após você ser reclamado e inserido no mundo mitológico havia magias poderosas que embaralhavam até as mentes mais fortes, só que feitiços mentais não funcionavam muito comigo. Limpei a minha mente olhando para todos os lados e então uma pequena ilha surgiu. Na verdade parecia mais um pequeno punhado de terra com algumas árvores, difícil para alguém mesmo sozinho viver. – Ali. – Apontei. O barqueiro já começava a se sentir incomodado, existe um limite que se pode enganar a mente humana e eu nem sabia o que ele estava vendo, apenas que os monstros nos atacando poderiam ser golfinhos.  

***

A ilha era menor ainda de perto e assim que fomos deixadas, o nosso marinheiro partiu nos chamando de nomes nem um pouco agradáveis. – E eu que achei que a sombracelha dele fosse bonita. Babaca! – Eu me preparava para dizer algumas ofensas pra o barco que se distanciava, mas uma onde forte de poder passou por mim, algo que eu nunca havia sentido antes, nem mesmo diante de Circe. – Deve haver algo abaixo dessa ilha, vai. – Ordenei ao se aproximando rapidamente pela água. Quando imergiu pensei ser uma pegasus, mas era um cavalo totalmente diferente. Seu corpo era divido entre metade cavalo e metade rabo de peixe. Escondi-me atrás de uma árvore, mas sabia que o meu cheiro logo iria me entregar. A criatura deixou a água mostrando que não se importava, o nariz para o alto inspirava o ar. E eu que um dia achei aqueles cavalos bonitinhos. Lisa não estava por perto o que indicava que eu estava sozinha naquela batalha. Retirei a adaga da cintura e esperei o momento certo. Quando o hipocampo passou por mim simplesmente deixei o meu esconderijo com um grito para me encher de coragem, porém tudo o que consegui foi atrair a sua atenção e ser atacada com uma de suas patas.

Meu corpo foi arremessado vários metros, se eu fosse uma humana comum eu estaria morta. Eu estava totalmente arranhado e uma dor cruciante brotava no lugar onde eu havia sido acertada. Estiquei minhas mãos sentindo pequenas pedras e madeiras ao meu redor e os fazendo levitar e então atirei sobre o monstro. Era apenas uma distração, enquanto eu invocava uma bola de energia branca. Lancei a bola sobre o hipocampo o pegando desprevenido e então parti para o bom e velho ataque estilo semideus. A adaga presa em minhas mãos, desferi vários cortes no ar em sentidos diagonais e horizontais. Nenhum pegou realmente, mas serviu para afastar a criatura um pouco mais da água. Perseguida como contra-ataque olhei ao meu redor procurando uma região de batalha, subi em uma árvore o mais rápido que pude e então ceguei os seus olhos com a minha névoa. Havia virado noite para a criatura, eu havia sumido de seus olhos e nem mesmo seu olfato me localizava. Só havia árvore e pedras.

Quando o hipocampo percebeu que havia sido enganado já era tarde. Eu pulei da árvore com a adaga em punhos e cai justamente em cima das suas costas como uma verdadeira montadora. – Quieto cavalinho. – Agarrei-me na crina do animal e então com a mão livre cortei o seu pescoço como se estivesse matando um frango. Rompendo alguma veia importante que eu não sei dizer qual era o líquido jorrou enchendo minha adaga com um cheiro estranho e logo eu estava caída sobre um animal morto. Esperei que ele virasse poeira, mas não aconteceu. Talvez algum outro semideus tivesse sentido pena, mas eu era Louise Sarah Mitchell e poucas coisas me traziam emoções de remorso. Nada no mundo é capaz de me fazer me arrepender de qualquer coisa que eu tenha feito de ruim, sou desapegada a crenças sobre bem e mal.

Lisa retornou minutos depois enrolada em cipós e quase rasgada. Ela havia achado uma caverna, mas precisou lutar para voltar à superfície e os monstros não respeitavam muito que ela fosse filha de Poseidon. Juntas mergulhamos, havia uma bolha em volta do meu rosto que me impedia de me afogar, os filhos dos três grandes sempre me assustavam. A caverna não ficava muito longe e assim como o hipocampo que eu havia derrotado os outros monstros não haviam se desintegrado. Chegamos na caverna comigo totalmente encharcada, ela poderia ter feito alguma coisa mas decidiu que eu deveria ter tomado um banho. – Espere. – Olhei em volta e invocando Atena e Poseidon na minha mente. O presente agora estava naquela caverna escondido em algum lugar. -  Hanta Cortis Eram, Hanta Corcits Eram. – Algo brilhou na minha mente, um desenho e então um buraco quase imperceptível. Abri os olhos e então fui até as paredes, buscando algo parecido. Encontrei um desenho idêntico e então abaixo sobre um pequeno buraco um pedaço de pano com algo envolvido.

Segurei o embrulho e ameacei abrir quando senti outra onde de energia. Todo semideus sabe que determinada magia de deuses poderiam desintegrar facilmente um corpo mortal, então simplesmente resolvi que não me importava a curiosidade, já estava com ele e agora era hora de entregar para Afrodite.  

Voltamos para a pequena ilha onde Lisa com bastante custo encontrou uma madeira grande o suficiente para criar uma embarcação improvisada. Com a minha ajuda, amarramos pedaços de cipós velhos e madeiras velhas que pudessem boiar na água. A filha do deus dos mares era boa naquilo e tanto que quando colocamos a canoa na água, ela boiou sem nenhum problema. Controlando a correnteza os mais rápido que pudesse. Ela se esgotaria em breve e então ficaríamos perdidas no mar, portanto tive que novamente voltar ao meu momento egoísta. Havia dois poderes fantásticos de Circe e Afrodite que ambos se completavam, tornando-os mais eficazes. Concentrei meu poder na minha voz e enquanto tocava o seu ombro, pronunciava quase que baixinho. – Você consegue, Lisa. Você é a filha mais forte de Poseidon e isso de nos levar de volta para a cidade é muito fácil para você. Você não vai esgotar a sua energia assim tão fácil. – Repeti várias e várias vezes aquela mesma frase. A semideusa já estava pálida, o corpo gelado e provavelmente desmaiaria. – Não desiste, não agora.

- Um barco! – Gritei vários minutos depois e então vi Lise escorregar pelos meus braços e cair no meu colo completamente apagada. Ela morreria em breve e precisaria de ajuda, peguei o seu braço e coloquei sobre a água e fechei os meus olhos. “Poseidon, me ajude. Não deixe a sua filha morrer, afinal estávamos em uma missão para recuperar algo que também era seu.” Implorei ao deus dos mares. A cor de Lisa começou a voltar ao normal, mas ela não acordou. “Obrigada”. – Aqui. – Sinalizei para o barco.  

Fomos transportadas para o barco e contei uma história bastante ordinária de que havíamos sido abandonadas pela embarcação passada por um cara maluco e que a minha prima ao ver a ajuda ficou tão emocionada que desmaiou. – Ela sempre desmaia quando sofre algo assim. – Cochichei. – E ela está mais sensível ainda depois que descobriu que está grávida. – Fomos deixadas no centro da cidade, onde chamei um táxi até o aeroporto. A semideusa acordou minutos depois ainda fraca, mas sobreviveria. – Você foi fantástica e salvou a minha vida. – Não agradeci, mas aquelas palavras era quase um agradecimento.

***
 
Fizemos todo o trajeto de volta com muitas mentiras, eu sempre fui muito boa em contá-las. Quando o avião aterrissou em solo americano novamente, respirei aliviada. Lisa havia dormido a viagem inteira, a missão havia sugado a sua energia. Deixamos o avião e fomos para um ponto de táxi. Estávamos esperando ansiosas quando vi uma imagem translúcida passar por mim. – Afrodite. – Falei para a minha companheira. Juntas seguimos a imagem de uma mulher pálida até um beco recorrente.

- Devolva-me o colar. – A voz era suave e ao mesmo tempo firme. Lisa puxava a minha camisa de um jeito assustador, encarei-a e ela sussurrou com os lábios. “A-T-E-N-A”. Eu sabia que aquilo poderia acontecer. Atena era uma deusa virginal e talvez não quisesse que o colar fosse achado pois pelas histórias que eu sabia Poseidon e ela nutriam um profundo desprezo um pelo outro.

- Corre! – Tentei dizer para Lisa, mas ao olharmos para a passagem estávamos cercadas. No início parecia apenas adolescentes punk com péssimos gostos para a moda, mas então a nevoa se dissipava fazendo-os parecer o que realmente eram; esqueletos. Brandi o meu chicote ao chão quando eles se desmontaram e então osso por osso se uniram se transformando em apenas uma criatura, grande e assustadora. – Eles podem fazer isso? – Perguntei assustada. A filha de Poseidon já havia recolhido a sua espada e já tinha partido para a batalha, só faltava apenas eu me decidir. – Que seja. – Corri para direção do enorme esqueleto e então acertei o meu chicote no seu braço, o enrolando e puxando com uma enorme força. Fui arrastada e meu corpo tombou com uma lixeira. – Que nojo. – Lisa acertava golpes atrás de golpes, mas nenhum parecia fazer efeito aparentemente. A criatura sempre se reconstituía novamente. Nas aulas no acampamento eu havia visto algo parecido, mas não me lembrava naquele momento. Os seus pontos fracos e fortes. Eles eram imortais e imunes a danos físicos. – Isso!

- Se afaste Lisa. – Enrolei minhas mãos e magia e então arremessei uma bola de energia sobre ele. O esqueleto se afastou com o golpe me provando que eu estava certa. Mirei duas novas bolas o acertando em seu peito, a criatura era tão grande que não dava para errar. – A perna. – Lisa golpeou com a sua espada na perna arrancando um pedaço repulsivo de osso. Peguei o meu chicote e então joguei sobre o osso trazendo-o para mim. – Agora corre. – E então corremos loucamente pelas ruas. E no primeiro carro de táxi que vimos, entramos. Foi levada até a região montanhosa próximo do acampamento, onde continuamos o restante da viagem a pé.

***

- Claro que não, ele era um gato. – Eu estava agora sentada sobre uma poltrona com os pés mergulhados em água morna e uma máscara de pepino no rosto para aliviar o estresse da minha pele. As proles de Afrodite estavam toda a minha volta ouvindo as histórias da minha missão. – O colar? Era uma rosa branca linda que vi de longe quando entreguei para Quíron. Ele me garantiu que Afrodite iria saber que o objeto tinha sido recuperado, mas se ele é confiável simplesmente eu não sei. Ele pode querer o colar para seduzir alguma égua por ai. – E assim caímos na risada.  
       




Itens Usados:

- Faca de Bronze celestial

- *Chicote Vênus-um chicote longo negro feito de couro trançado. Seu cabo é adapta-se ao punho de seu dono, facilitando o manejo, formando uma rosa vermelha cintilante. A ponta do chicote se abre em vários seguimentos e cada um tem uma pequena espora vermelha em formato de coração. Se o inimigo for do mesmo sexo, o golpe do chicote tem o dano dobrado.

• Cajado do Falcão [De aparência comum o cajado parece, caso analisado de forma não exatamente minuciosa, ser feito de madeira, porém é possível encontrar algumas rachaduras – que na realidade são desenhos de runas – e um brilho metálico através das mesmas. | A arma se torna uma pulseira fina com um pequeno pingente de falcão – animal símbolo de Circe -.|  A arma, em sua fabricação divina, foi feita de uma forma que permite a portadora da mesma a ativa-la, a fazendo ter um gasto menor na quantidade de MP (- 30%) durante dois turnos, podendo ser ativada apenas uma vez por missão/mvp/evento etc. Sendo que, ao ativar qualquer das runas existentes no cajado as mesmas irão durar um turno a mais. | Arambarium e Madeira. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Feiticeiras de Circe.]
Poderes e Habilidades:

Passivos - Afrodite:

Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com Chicotes I
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus possui um manejo elevado com chicote e, além disso, é totalmente hábil em fazer manobras incríveis e incomuns com o mesmo, podendo envolver um membro específico do corpo de seus adversários com o chicote para comprometer sua respectiva movimentação. O semideus será bom com o manejo da arma, mesmo sem nunca a ter utilizado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no Manejo de Chicotes.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nome do poder: Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus possui certa afinidade com as adagas, uma arma delicada, simples, que em suas mãos se torna mortal. O filho de Afrodite/Vênus costuma repelir armamentos mais pesados, por isso a adaga o atrai com mais facilidade. E mesmo que ele nunca tenha se utilizado de uma, conseguira maneja-la com certa facilidade. Nesse nível, ainda apresenta alguns poucos erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manejo de Adagas.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nome do poder: Eterna Boa Forma
Descrição: A boa forma que você possui não confere apenas belas curvas, no caso das meninas, ou músculos definidos, no caso dos meninos, mas também confere certa agilidade e destreza para se esquivar de alguns ataques. Isso permite que você ganhe certa facilidade em se esquivar, ou defender em ataques diretos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de defesa, esquiva e agilidade.
Dano: Nenhum
Ativos - Afrodite:

Nome do poder: Charme I
Descrição: Os filhos de Afrodite/Vênus têm grande capacidade da persuasão, afinal, é impossível resistir aos pedidos de alguém tão carismático.  Neste nível o poder está começando a se desenvolver, portanto só funciona com semideuses e monstros mais fracos.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode usar para enganar ou persuadir alguém a fazer o que você quer, por exemplo, fazer um inimigo se voltar contra um aliado dele mesmo. Porém, só funciona com pessoas de nível inferior ao seu.
Passivos - Feiticeira de Circe:

Nome do poder: Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em lutar com adagas. Essa arma é comumente usada em rituais de magia, e isso de certa maneira atrai o semideus, o fazendo se sentir curioso. Vai saber empunhar a arma mesmo sem nunca ter colocado as mãos em uma, sentindo-se extremamente confortável ao ter ela em mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio da arma.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus atingir o oponente.

Nome do poder: Persuasão
Descrição: Circe é uma Deusa bastante persuasiva e manipuladora, suas palavras soam como veludo e são capazes de enevoar os sentidos até mesmo da mais inteligente das criaturas. E, como seguidoras de tal Deusa, as feiticeiras são dotadas de palavras persuasivas, no entanto não no mesmo nível que Circe. Conseguindo, por exemplo, que peguem um copo d'água ou, em meio a uma batalha, seus aliados sejam mais estimulados a lutar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Atração pelo mistério
Descrição: As feiticeiras de Circe são naturalmente misteriosas, atraentes e discretas. Isso faz com que outros semideuses se sintam curiosos em relação a elas, atraídos pela aura de mistério que lhes rodeiam, querendo chegar mais perto e descobrir mais. Isso faz com as feiticeiras consigam enganar os inimigos, ou encanta-los, podendo faze-los acreditar em coisas que não são reais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Feitiços e poderes relacionados a ilusão e charme ganham bônus de força de +10%.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Feiticeira II
Descrição: Agora sua magia está mais forte, seus feitiços ficaram ainda melhores, mais potentes, podendo causar estragos consideráveis contra seus inimigos, já consegue realizar mais feitiços, e os deixou ainda mais fortes e poderosos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força em feitiços (poderes ativos).
Dano: +10% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Ativos - Feiticeiros de Circe:

Nome do poder: Telecinese I
Descrição: Como seu corpo está conectado interiormente a magia, ao concentrar-se a feiticeira é capaz de levitar pequenos objetos usando-os para atira-los contra inimigos ou até mesmo traze-los até você. Nesse nível só consegue levitar objetos mais leves como pequenas pedras, pedaços de madeira ou livros.
Gasto de Mp: 5 MP por turno usado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O dano é contabilizado de acordo com o uso da telecinese, pois pode ser uma habilidade ofensiva ou defensiva.

Nome do poder: Manipulação de Nevoa
Descrição: Como todos sabem semideuses são encobertos por uma nevoa que envolve o mundo mortal e o oculta de olhares daquilo que é real ao que não é, muitas vezes distorcendo mentes o fazendo ver algo que não existe. Feiticeiras desde cedo aprendem a controlar a nevoa desse mundo podendo usa-las ao seu favor. São capazes de apenas enganar pessoas com mentes inferiores a sua (de nível menor ou igual) podendo faze-las ver algo que desejem permitindo-lhe uma fuga rápida.
Gasto de Mp: - 10 de MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode enganar os inimigos por um turno, o suficiente para permitir a fuga da feiticeira.

Nome do poder: Chamas de Energia
Descrição: A feiticeira pode concentrar parte da energia magica nas palmas de suas mãos, formando esferas ou chamas de energia branca. As chamas se assemelham ao fogo comum, e causam uma ardência consideravelmente semelhante, porém, também sugam energia natural, podendo causar um estrago considerável.
Gasto de Mp: 15 MP por bola de energia
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 20 HP por bola de energia
Extra: Nenhum

Feitiço: Hanta Cortis Eram, Hanta Corcits Eram.
Descrição: Serve para localizar amuletos, talismãs ou armas mágicas.
Gasto de Mp: - 20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua minguante, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Apenas verbal.
Observações sobre a missão:

* Lisa é uma NPC filha de Poseidon. Todas as habilidades utilizadas por ela são de níveis 9 ou inferior.
* Desejo utilizar a minha benção a seguir - Fantasminha da Fortuna – O fantasminha da fortuna decidiu que te deixaria um pouco mais rico, assim sendo, na próxima postagem efetuada por você, seus dracmas serão duplicados! Mas, lembre-se que essa promoção é valida apenas para sua próxima postagem, então não esqueça de colocar esse pequeno bônus em spoiler ao fim dela, ou o mesmo acabara sendo perdido completamente.
     




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Mensagem por Baco em Ter Dez 12, 2017 12:41 pm


Louise S. Mitchell
Sua missão foi bastante engraçada, semideusa. Falo como algo bom, antes que entenda errado. Duas coisas me chamaram a atenção negativamente: revisão e falas. Muitos errinhos de digitação ficaram evidentes, então sugiro que dê uma revisada quando a postagem for muito grande assim. E teve também o fato de Lisa não falar nada durante toda a missão. Isso deu a impressão de que ela era algum tipo de mascote com a qual Louise conversava.

Tirando esses pontos negativos, você se saiu muito bem. Na verdade, me diverti bastante com a leitura de tão agradável que foi. Você sabe como por personalidade em seus textos e isto ficou evidente aqui. Até mesmo a maneira como Afrodite agiu me encantou. Por fim, ressalto também que sua luta contra os monstros foi bem feita, apesar dos pesares e complicações. Então no geral seu resultado foi excelente, minha querida, meus parabéns!

Louise S. Mitchell recebe 5.000 XP + 50% = 7.500 XP e 5.000 x 2 = 10.000 Dracmas

Atualizado.



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