The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

[Trama Pessoal] O Inicio da Jornada

Ir em baixo

[Trama Pessoal] O Inicio da Jornada Empty [Trama Pessoal] O Inicio da Jornada

Mensagem por Olivier H. Crow em Dom Dez 01, 2019 5:28 pm

Aqui será contada a forma como Olivier chegou ao acampamento, e o motivo dele permanecer como um indeterminado. É apenas uma trama pessoal, com a finalidade de deixar oficializado a história inicial do semideus.
Olivier H. Crow
Olivier H. Crow
Sem grupo
Sem grupo


Voltar ao Topo Ir em baixo

[Trama Pessoal] O Inicio da Jornada Empty Re: [Trama Pessoal] O Inicio da Jornada

Mensagem por Olivier H. Crow em Ter Dez 03, 2019 2:06 pm

Era uma noite sombria em Morrisville, uma cidade pequena no estado de Nova York. O clima estava tempestuoso, como se algo de muito ruim se aproximasse. As lâmpadas do hospital piscavam a cada momento, sempre que Marien gritava em sua maca. Portas batiam com a força dos ventos, que mais pareciam querer derrubar a estrutura do local, mostrando tamanha ira. A mulher já estava em trabalho de parto desde tarde, porém os médicos não tinham terminado de preparar a sala de cirurgia. Mesmo com tais imprevistos, o nascimento daquela criança não corria risco algum.

Tudo foi feito da forma mais rápida que puderam, apesar da demora, e logo a morena fora levada para a sala de operação com fortes dores. O pai da criança não jazia presente, o que deixou todos por ali um tanto indignados, sem saber bem o que pensar. Ainda sim, sendo muito bem tratada, a grávida seguiu rumo ao seu parto, já com todas as roupas para a operação.

Não foi nada fácil, os médicos levaram horas e horas procurando a melhor forma de retirar aquela criança, mas parecia que de alguma forma ele não queria nascer. Os ventos se tornavam cada vez mais fortes, irritados com tamanha demora na aparição daquele bebê, e muitas coisas chegaram a voar pelo interior do hospital.

O tempo se passou e, enfim, Olivier nasceu. Sua mãe, ainda fraca sobre a mesa de operação, percebeu quando o clima do lado de fora do hospital se acalmou, o que deixou até mesmo os médicos impressionados com aquilo. O pequenino era bonito, com seus três quilos e quinhentos e uma cabeleira de dar inveja a muitos. Seu choro foi inevitável ao receber um tapa do médico, que procurou desafogar suas vias aéreas. Tal ação por parte daquele homem resultou em um estrondo repentino, um sopro forte que fez as portas baterem com força, como se algo estivesse repreendendo aquela ação. Ninguém sabia, mas ali nascia mais um dos muitos semideuses da terra.

Passado-se alguns dias se recuperando, a mulher ouvia uma voz masculina e áspera falando em sua mente. — Você não pode ficar com ele, leve-o até o orfanato da cidade, lá ele estará mais seguro. Não quero que você se machuque também por causa do nosso filho. — Tais palavras soaram mais como uma ordem, vinda de um velho conhecido da mulher, aquele que lhe deu um filho.

— Não pretendo deixar meu filho…, quero dizer, nosso filho. — Ela se negou, porém vendo o resultado de sua ação. — Você não entendeu, isso não é um pedido, não é uma sugestão, isto é uma ordem! Descumpra e você verá o quanto posso ser cruel. — Naquele momento e mulher sentiu seu corpo inteiro estremecer, percebendo que não tinha escolha a não ser acatar as ordens do Deus.

Sim, ela amava seu filho, no entanto o fato de estar naquela pequena cidade, longe de tudo deixaria-a em perigo. Fora isso, o pai do bebê queria que ele ficasse naquele orfanato, acompanhando o desenvolvimento daquele garoto, para saber se o mesmo era digno de ser reconhecido. Com isso, assim que saíram do hospital, ambos seguiram até o tal orfanato.

Lágrimas escorriam pelos olhos de Marien, sem serem contidas em momento algum. O bebê em seu braço foi deixado na porta de entrada da construção, envolto a um cobertor grosso dentro de uma cesta de palha. Ela tocou a campainha, notificando a presença de alguém na porta, após dizer algumas poucas palavras, e deixando seu colar junto da criança. — Eu te amo Oli, saiba disso, a culpa não é minha. — Com isso ela partiu, deixando um pequeno bilhete colado na cesta. ”Cuide bem dele, seu nome é Olivier Hosemberg Crow, filho de um dos Deuses.” O nome da divindade não foi escrita, talvez por que ela não queria que soubessem quem era o pai daquele menino.

[...]


O orfanato Half Blood Refuge era mais que um lar para os filhos dos deuses, era como um pequeno observatório de alguns dos deuses. Muitas daquelas crianças não chamaram muito a atenção de seus pais no ato de seus nascimentos, e foram mandados para lá no intuito de serem observados pelas divindades, no intuito de saberem se as crianças eram dignas de receber sua reclamação. Olivier era uma dessas crianças.

Muitas das crianças eram reclamadas logo ao completarem seus dezesseis anos, alguns até mesmo um pouco antes, mes sempre sabendo quem eram seus pais. Raro era o semideus que permanecia como indefinido, e quando acontecia eram reclamados ao chegarem mais ou menos aos dezessete.

Ao longo dos anos o jovem se mostrou ser bastante gentil com seus companheiros de orfanato, sempre prestativo e se colocando ao lado dos mais frágeis, procurando ajudá-los a passar por aquilo. Era claro o quanto o garoto tinha um bom coração, e isso deixou seu pai um tanto desapontado. O garoto foi taxado por seu pai como fraco, sem futuro e indigno. Isso fez com que o Deus pusesse um selo divino em seu corpo, negando os poderes que era dele por direito, e assim renegando a existência do adolescente.

Tal feito quase levou o garoto a morte, pois após receber o selo seu corpo entrou em um estado febril muito alto. Seu espírito, sua carne e todo o seu ser procurava combater aquela magia, mas de nada adiantou. Um dos filhos de Hécate, que ajudava a cuidar do lugar, foi o responsável por manter aquele garoto vivo, usando todo o seu poder para que o corpo não entrasse em colapso até se acostumar com o selamento.

Com isso, não tendo seus poderes aflorados aos dezesseis, e sem ter sido reclamado, o garoto permaneceu no orfanato, ajudando os demais a cuidar das crianças que chegavam algumas vezes na porta do lugar.

Dias e mais dias se passaram e junto deles a febre do garoto, que vagarosamente sumia. Não se sabe se foi a mais pura sorte, mas muitos acreditaram que foi devido ao esforço feito pelo mago que cuidou do caso. Este, após tanto desgaste, acabou falecendo. Sim, o filho de Hécate deu sua vida para que Olivier pudesse permanecer vivo. E disso o garoto nunca esqueceria.

[...]

Um barulho estrondoso foi ouvido do lado de fora do orfanato, chamando a atenção de todos os que viviam nele. Os responsáveis se dirigiram ao exterior da construção, procurando saber o que tinha acontecido. Foi então que gritos desesperados, grunhidos e estrondos foram escutados por quem ainda estava dentro do local.

Poucos dos que tinham saído conseguiram retornar, pegando todas as crianças ali presentes e levando até uma parte do orfanato até então desconhecida por muitos. Oli estava entre eles, sem entender o que estava acontecendo. O garoto de dezoito anos questionou um dos cuidadores, mas não obteve respostas.

Em meio a correria uma das paredes caiu sobre algumas das crianças, as prendendo sob os destroços. O moreno avançou até elas, no intuito de ajudá-las, mas um colosso se colocou sobre as pedras, pisoteando quem quer que estivesse sob ele. Crow arregalou seus olhos, surpreso com o que via. Era um ciclope. Seus músculos paralisaram, impedindo-o de agir.

A monstruosidade sorria com sua clava banhada em sangue, preparando-se para fazê-lo de vítima. A criatura então desferiu um golpe de cima para baixo contra o garoto, visando esmagá-lo sem dó, mas um dos cuidadores o salvou, pegando ele rapidamente e o tirando do ponto onde a arma acertaria. — Oli, se recomponha. Estamos sob ataque, este lugar não é mais seguro, nos encontraram. Me ajude a levar essas crianças até a sala que fica lá embaixo. Ande. — Sem conseguir dizer uma só palavra, o semideus se levantou com dificuldade, voltando a correr o mais rápido que conseguia com as outras crianças.

A estátua no centro do corredor deu lugar a uma escadaria, que seguia ao subterrâneo do lugar, onde havia uma sala bem ampla. Assim que chegaram todos puderam notar um espelho gigante no fundo do cômodo, perguntando-se para que servia aquilo. Olivier escutava as vozes desesperadas de outras crianças mais acima, não tendo como ajudá-las. Sentiu-se completamente impotente, e naquele momento percebeu que não conseguiria fazer nada apenas tentando conversar ou resolver pacificamente. No entanto, sem nenhuma habilidade de combate, nada podia fazer.

O líder do orfanato conseguiu encontrá-los, tendo um olhar triste em sua face. — Andem logo, eles estão avançando, logo estarão aqui. — Sua voz transmitia tamanha preocupação com o que aconteceria, e naquele instante um clarão iluminou a sala.

As crianças se surpreenderam com o que viram. Diante do espelho, puderem vê-lo brilhar intensamente, e depois transmitir a imagem de um outro lugar. Ninguém entendia o que era aquilo, mas aos poucos notaram que se tratava de uma passagem. Um dos cuidadores começou ultrapassá-los pelo portal, tentando ser o mais rápido possível.

Quando Oli foi o único a ter que passar um estrondo aconteceu. Monstros começaram a descer a escadaria, aparecendo diante dele, do líder do orfanato e alguns dos cuidadores presentes por ali. Mais uma vez o corpo do jovem paralisou, vendo os demais começarem a lutar.

A adrenalina por sua vez começou a surtir efeito, fazendo com que o moreno retomasse controle sobre seus membros. No entanto, o líder do lugar o segurou firme e o empurrou para o espelho, deixando um sorriso triste aparecer em seus lábios enquanto dizia suas últimas palavras. — Foi bom te conhecer Oli, seja um bom garoto e cuide de si mesmo e de todos os que ama. — Dito isso tudo ficou um breu.

De uma hora para outra o meio sangue se viu em meio a um acampamento, não conseguindo mais ver o interior do orfanato. Vários outros campistas o rodeava, observando a quantidade de criança que tinha acabado de aparecer. O centauro também apareceu, com um olhar surpreso. — Mas o que está acontecendo aqui? — Oli era o mais velho entre as crianças, e foi ele quem tentou explicar, usando poucas palavras. — Somos do orfanato Half Blood Refuge. Fomos atacados por uma horda de criaturas, e o líder do orfanato precisou evacuar o local, enquanto tentava junto com os cuidadores, nos proteger. Acho… que estão mortos. — O olhar do centauro se tornou sério, observando todos os presentes. — Não fiquem assim, quero que vão para o chalé de Hermes, todos vocês, Cuidaremos do resto. — Com seu comando final, todos foram levados até o chalé dito.

A cria divina se sentia mal, não tinha conseguido ajudar ninguém, não teve forças para lutar e nem para salvar vidas, e isso o corroeu por dentro. Não se sentiu merecedor de estar vivo, e por tanto se viu obrigado a mudar seu futuro. Naquele momento decretou, não seria fraco novamente, e lutaria se algum dia fosse necessário.

Considerações:
Sim, deixei o nome do pai de Olivier em sigilo, justamente porque nem ele sabe quem é, e porque pretendo mantê-lo indefinido por ora. Tenho toda uma trama por trás disso.
Magias Usadas:
Passivas:
Ativas:
Itens Levadas:
Olivier H. Crow
Olivier H. Crow
Sem grupo
Sem grupo


Voltar ao Topo Ir em baixo

[Trama Pessoal] O Inicio da Jornada Empty Re: [Trama Pessoal] O Inicio da Jornada

Mensagem por Melinoe em Ter Dez 03, 2019 11:53 pm


Olivier

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 1.000 XP - 1.000 dracmas
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 38%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 860 XP + 860 dracmas

Comentários:
Olivier, sua trama parece ser bastante interessante e curiosa. Achei muito interessante mesmo a existência de um orfanato para semideuses, e até seria legal que esse local tivesse sido um pouco mais explorado. Afinal, é um refúgio para semideuses órfãos ou abandonados, então existe uma concentração grande de poder, logo, muito mais suscetível a ataques de monstros, como o que é relatado, mas apenas quando o personagem tem seus 18 anos.

Mas partindo para os outros pontos da avaliação, encontrei erros de concordância e períodos confusos, cenas que vão e voltam em parágrafos diferentes, o que prejudicou, por vezes, a construção do meu raciocínio. E também há um pouco de incoerência em alguns pontos, o que traz um pouco de dificuldade à compreensão do todo.

Contudo, a trama é realmente interessante e criativa, e espero vê-la sendo mais explorada, assim como espero descobrir em breve seu parentesco divino.

Qualquer ressalva ou questionamento, sinta-se à vontade para me contatar através de MP.

Atualizado por Macária
Melinoe
Melinoe
Deuses Estagiários
Deuses Estagiários


Voltar ao Topo Ir em baixo

[Trama Pessoal] O Inicio da Jornada Empty Re: [Trama Pessoal] O Inicio da Jornada

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum