The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

[CCFY] Iron Flower

Ir em baixo

[CCFY] Iron Flower  Empty [CCFY] Iron Flower

Mensagem por Newt Flower em Ter Nov 26, 2019 11:41 pm

Newt Flower

- Tópico destinado a trama pessoal de Newt Flower.
- Memórias de seu primeiro ano
- Treinamentos pessoais e relações
- Crescimento pessoal
- FPA

Newt Philip Flower nasceu no Kansas, filho de um agricultor com a deusa Deméter, cresceu numa fazenda de flores e grãos com seu pai e avós paternos. Foi para o acampamento meio-sangue poucos dias antes de seu 15° aniversário. Tem a aparência de seu pai com a personalidade de sua mãe, com um desejo latente em proteger outros.


News Philip Flower
Filho de Deméter
Rastreador
Blood and War
Newt Flower
Newt Flower
Filhos de Deméter
Filhos de Deméter

Idade : 17

Voltar ao Topo Ir em baixo

[CCFY] Iron Flower  Empty Re: [CCFY] Iron Flower

Mensagem por Newt Flower em Ter Nov 26, 2019 11:50 pm

Nasce uma flor

[Postagem Atemporal – 15 anos]
[Acampamento Meio-sangue – Setembro, 27]
Todos os dias acordávamos e limpávamos razoavelmente o chalé antes do café da manhã, íamos para o pavilhão comer e em seguida para a plantação de morangos fazer a manutenção do mesmo. Isso até que o horário das primeiras aulas chegasse, onde cada um de nós [filhos de Deméter] fossemos para nossas devidas instruções. Foi exatamente daquele jeito que eu passei o meu primeiro mês, mas diferente dos meus irmãos eu não era muito comunicativo, nem mesmo entre eles. Isso porque eu demorei muito para me adaptar, apesar de fazer tudo conforme as regras do local eu não me sentia à vontade e a ideia de ter irmãos de uma mãe que nunca vi me deixava zangado.

Acredito que essa foi a minha primeira dificuldade, aceitar meus irmãos e o restante dos semideuses como parentes e os amar de maneira verdadeira. Meu pai sempre me considerou um garoto bondoso e gentil, mas naquelas semanas nem eu estava me reconhecendo, e como poderia? Eu sabia que meu pensamento estava me fazendo perder momentos especiais ao lado dos meus irmãos, uma relação que poderia realmente dá certo devido a natureza gentil de nossas personalidades. Não me leve a mal, em nenhum momento os tratei mal, eu apenas preferia ficar longe deles e não iniciar conversas, me isolando completamente.

Depois de dois meses eu comecei a ter dificuldade em acompanhar as atividades, em especial, as que exigiam um nível físico mais avançado. Além disso Deméter era uma deusa não combatente e isso fazia de nós subestimados entre os demais semideuses e eu notava pelas brincadeiras que faziam. Tinha impressão que a única função que podiam nos dá era sermos agricultores e manter o rendimento do acampamento com as vendas dos morangos. Eu gostava do campo e me sentia bem, mas ser julgado como menos que outros me incomodava, talvez o meu ego estivesse ferido em saber que não era especial ao ver tantos outros jovens ali.

Realmente era um paradoxo, receber um presente em ser um semideus ao mesmo tempo que isso era o causador de todos os problemas. Mudar-me para o acampamento era a decisão certa para proteger meu pai e avós, mas isso não queria dizer que era fácil ou simples, deixar sua vida e amigos para trás e encarar um futuro novo que jamais sonhou em ter. Era um doce com um véu no final, e por isso era complicado aceitar tudo, receber muita informação e escutar histórias incríveis de um mundo que até então desconhecia, assim como histórias assombrosas. No acampamento e para todos os semideuses nada era fácil ou alegre demais.

[Acampamento Meio Sangue – 19 Anfiteatro, Novembro, 20]
A noite estava trazendo consigo uma pequena garoa, Adeline, minha meia-irmã de 13 anos estava ao meu lado para assistirmos uma batalha musical entre os filhos de Apollo, era um dos poucos eventos que gostava de ir assistir. Ela estava bem animada, com seus cabelos encaracolados loiros presos com uma tiara de flores que ela mesma tinha feito naquela tarde, ela chegou dois meses depois que eu e vivia me seguindo. No começo eu não gostava, mas ela era como um raio de sol e me deixava com sentimentos mais leves, talvez fosse por ela que comecei a ver os outros como irmãos.

Começaram a apresentação e batíamos palmas. – Olha, quem você acha que vai ganhar? Eles parecem nem se esforçar não é? – Questionava ela sempre olhando para eles, e eu não sabia o que responder. – Eles têm um talento natural, vai ser um bom show! – Sorri para ela e ficamos em silêncio até o final da apresentação. [...] Um menino chamado Mattews quem ganhou e houve uma grande comemoração, ele era o mais queridinho pelos demais semideuses e Adeline o considerava muito formoso. – Para onde foi o outro? – Ela queria saber do outro filho de Apolo.

Enquanto eu erguia a cabeça para procurar para onde ele foi ouve uma explosão do lado de fora, isso nos assustou e ouve correria para irem ver o que estava acontecendo. – Fique perto de mim! – Segurei a mão dela e saímos dali tentando não ser engolidos pelos outros semideus. Ao sair dali tentava ver o que estava acontecendo, ouvi alguém dizer que era próximo da barreira. – Vai para os chalés com as outras crianças! – Falei para ela segurando a faca de bronze que recebi quando cheguei. Mas a menina não queria largar minha mão, e eu acabei cedendo e deixando ela ficar próxima de mim.

Corremos para onde tinha fogo e fumaça bem perto da barreira mágica que protegia o acampamento inteiro e foi quando eu vi dois lestrigões lutando com os semideuses que chegaram mais rápido. Eles não estavam dentro da barreira, mas havia duas pessoas caídas ali próximo, deveriam ter seguidos semideuses até ali. – Não se preocupe, eles estão fora da barreira. – Adeline estava tremendo, eu não era um lutador ou combatente, mas a situação fazia todas as minhas células vibrarem ao lembrar da minha própria história ao chegar ali. – Espere aqui! – Larguei sua mão e corri para onde os corpos caídos estavam, era um sátiro e uma menina de idade parecida com Adelina.

Me abaixei e notei que o Sátiro estava meio acordado. – Não se mova tanto! Está no acampamento agora! – Outras duas semideusas chegaram ali, uma delas eu conhecia da enfermaria. – Temos que levar eles para dentro da barreira, aqui não é seguro! – Ela me falou e em seguida me pediu para levar o sátiro, que era bastante pesado diga-se de passagem. Eu tentei apoiar ele nos meus ombros e fomos ao chão mais uma vez, as duas meninas já levavam a indefinida para dentro e eu lutava para levantar o sátiro até que Adeline chegou. – Eu ajudo! – Ela falou.

Fiquei nervoso com ela ali, mas ao mesmo tempo que feliz de ver como ela era corajosa também, apesar de pequena ela me ajudou a equilibrar o peso dele. – CUIDADO – ouvimos um grito e eu  olhei para trás, um pedaço de tronco vinha em nossa direção lançada por um dos monstros ali. Não daria tempo de desviar do mesmo e naquele tempo eu não sabia usar meus poderes e nem Adeline. Ela nos empurrou para o lado com o corpo do sátiro caindo sobre o meu, rolamos o morro abaixo e eu perdi de vista a pequena. Bati a cabeça em algum lugar e quase perdi a consciência, tudo passou a ficar turvo e um zumbido tampou meus sentidos.

Onde estava Adeline? O sátiro? Tentava ficar em pé enquanto escutava o grito dos demais semideuses, estava com uma péssima sensação. Alguém ficou perto de mim pedindo para que eu não fizesse tanto esforço e eu lutava para manter a consciência, mas não consegui. [...] Ao acordar ainda estava deitado sobre uma terra fofa, mas do lado de dentro da barreira, eles tinham me carregado até ali para poder avaliar a situação, os monstros tinham sido derrotados e o sátiro estava sentado ali contando um pouco da perseguição até o acampamento. – Onde está Adeline? – Foi a primeira coisa que eu perguntei, ainda com a voz rouca.

A menina que era uma das enfermeiras falou que ambas as meninas já tinham sido levadas para a enfermaria. Eu estava com medo de perguntar como Adeline estava, preferia ir até a enfermaria saber por conta própria. Com dificuldade fiquei em pé, o sátiro de nome Chuck também tinha que ir e foi comigo, eu era guiado por uma das meninas mais velhas, pois ainda estava tonto. Era a primeira vez que via alguém chegar no acampamento daquele jeito, com monstros até o limite do acampamento, eu mesmo tinha sido perseguido por um, mas ver no limite era a primeira vez.

Ao chegarmos me fizeram sentar e um curandeiro cuidou do meu machucado na cabeça, mas eu mal prestava atenção, o medo começou a dominar meu corpo. – Onde está Adeline, ela…ela...– As palavras se prenderam na minha garganta, como eu poderia perguntar algo tão doloroso? – Ela se machucou bastante, mas está viva! – Respondeu com gentileza a moça que me ajudou, foi quando eu sorri aliviado sentido meus olhos arderem. Acabei lagrimando um pouco antes de limpar o rosto, eu não queria ser tão emotivo, mas a emoção era forte depois de minutos de terror.

[Acampamento Meio-Sangue, 14h, Chalé de Deméter – Dezembro, 15]
Depois do que aconteceu ali Adeline eu fiquei bastante pensativo com a vida no acampamento, eu sabia que precisava treinar mais minhas habilidades e era uma questão de sobrevivência. Além disso, minha convivência com outros filhos de Deméter tinha melhorado bastante, conversar com eles sobre coisas incomuns, e quem me ajudou bastante foi a pequena Adeline. Outra coisa que melhorou foi minha vontade de aprender a combater, queria evitar o que tinha acontecido ali, sabia que a única forma era me tornar mais forte e por isso passei a frequentar as aulas com mais interesse em aprender.

No entanto, eu me sentia muito acanhado no meio de outros semideuses mais fortes e mais experientes que eu, todos pareciam saber muito e isso me deixava travado. Adeline falou com Danilo, um filho de Deméter mais velho que eles e mais experiente, e ele concordou em passar umas dicas. O que logo tornou-se um encontro com filhos de Deméter mais novos e Adeline estava radiante ao organizar tudo, eu apenas apoiava a menina que parecia ser a mais forte de todas nós em personalidade. – O que está aprontando? Quando ele vai poder falar conosco? – Perguntava sentado perto da porta no nosso chalé.

– Ele precisa ir, mas assim que voltar vai ficar um tempo para nos ensinar as coisas. Eu estou bem animada porque os outros parecem animados com isso, acho que vão se sentir mais a vontade. – Ela comentava ao se sentar ao meu lado. – Teve que ir? Para onde? – perguntei curioso, o mais curioso era que Adeline conhecia mais pessoas que eu ali. – Ele é um rastreador, procura crianças e as traz para o acampamento. Ele sabe lutar porque precisa trazer eles em segurança, igual os sátiros, sabe? Parece ser perigoso! – Ela comentava enquanto pegava sua caixa com miçangas para fazer seus colares de flores.

Rastreador? Eu já tinha ouvido falar sobre isso, mas ainda não entendia bem como isso funcionava, mas a ideia de trazer em segurança era algo que eu me interessava. – Como se vira rastreador? – Adeline não sabia dizer, mas eu sabia que naquele nível eu não poderia fazer muita coisa, mas foi naquele momento que nasceu uma vontade de ajudar outros dessa forma. Estava na cara que eu não era nenhum guerreiro ou grande herói, mas depois do que vi com Adeline e tantas outras histórias, eu podia fazer mais que cuidar da plantação, eu podia ser mais.

E por isso fiquei ansioso para conhecer o rastreador e meio irmão!

Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]
Observação:
Essa é a primeira parte da história de Newt, quando ele começou a se adaptar ao acampamento e seu interesse em ser um rastreador. A história vem em algumas partes para não ficar corrida. Segue um tempo atemporal da idade atual, que irá evoluir até o presente.



News Philip Flower
Filho de Deméter
Rastreador
Blood and War
Newt Flower
Newt Flower
Filhos de Deméter
Filhos de Deméter

Idade : 17

Voltar ao Topo Ir em baixo

[CCFY] Iron Flower  Empty Re: [CCFY] Iron Flower

Mensagem por Hefesto em Qui Nov 28, 2019 9:38 pm


Newt

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida:  4.000‬ XP – 4.000‬ dracmas
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 25%

Recompensa obtida: 3.600‬ XP – 3.600‬ dracmas

Comentários:
A história foi boa. Você conseguiu detalhar quase tudo. Senti falta de alguma descrição a mais na batalha, mas fora isso você foi bem. Tome cuidado com seu texto, pois vi muita repetição de palavras, principalmente "eu". Você chegou a escrever essa palavra mais de cinco vezes em apenas um parágrafo.
Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


Voltar ao Topo Ir em baixo

[CCFY] Iron Flower  Empty Re: [CCFY] Iron Flower

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum