The Blood of Olympus
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{CCFY} Adélia Harcourt

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Mensagem por Adélia Harcourt em Seg Nov 25, 2019 10:12 pm

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Mãe:
Hécate
Legado: --
Grupo: --


Adélia Harcourt

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Healer
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Mommy's pride
Adélia Harcourt
Adélia Harcourt
Filhos de Hécate
Filhos de Hécate

Idade : 24

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Mensagem por Adélia Harcourt em Seg Nov 25, 2019 10:15 pm



Nyx's Legacy


Melancólicas nuvens flutuavam pelo céu noturno do acampamento quando Adélia se mantinha acordada no chalé de Hécate. O vento forte rodopiava do lado de fora e emitia um assobio fino na janela, tirando completamente o sono da curandeira. Como se não bastasse, ela sentia que seu desempenho na enfermaria e no Hospital de Asclépio não estavam sendo dos melhores. Todavia, ninguém imaginava os verdadeiros motivos que faziam a semideusa estar daquela forma, exceto ela.

Há algumas semanas, logo depois de ter voltado do labirinto de Dédalo, Harcourt passou a ter sonhos constantes com um homem, este que nunca havia visto na vida. Ele estava desacordado dentro de um quarto de hospital, o que lhe encasquetava mais ainda. Sua expressão era suave, como se ele estivesse apenas esperando que o ceifeiro lhe viesse buscar.

Naquela noite não foi diferente. Dormiu um pouco e foi direcionada ligeiramente para o cômodo branco que o moreno estava. Desta vez, duas enfermeiras conversavam sobre o estado físico do homem, comentando que ele não duraria muito tempo se não encontrassem alguém que tivesse o sangue compatível ao dele.

Adélia sempre soube que os sonhos dos semideuses estavam regados de informações privilegiadas, isto é, mostravam o futuro ou algo que o herói precisasse saber. O problema de tudo, é que a ruiva não conseguia entender o que as suas visões queriam dizer, então, naquela noite, preferiu observar mais o lugar.

Se sentindo uma intrusa no ambiente, a garota permaneceu até encontrar alguma pista de quem se tratava e de onde ele estava. A ficha médica informava que era um indigente, mas ela pôde ler um nome escrito na fronha que guardava o travesseiro. De início ela não entendeu, mas conseguiu gravar o nome sem sua cabeça.

Um solavanco a fez dar um salto na cama, fazendo seu coração acelerar por conta do susto. Tentou gritar, mas algo prendia seus lábios de um jeito que não a permitia fazer seu desejo. Abriu os olhos e deu de cara com uma mulher de longos cabelos vermelhos e dona de um par de seios avantajados. Tragou ar para dentro dos pulmões na tentativa de se acalmar e isso aconteceu. Ela conhecia a mulher, simplesmente porque era sua mãe, logo soube que não deveria temer.

— Mãe?! - Proferiu a semideusa assim que a divindade descobriu sua boca. — O que faz aqui?

— Adélia, vim assim que soube do que aconteceu. - A deusa parecia um pouco preocupada.

— O que aconteceu? - Questionou a garota.

— O homem dos seus sonhos, ele precisa da sua ajuda. - Respondeu.

— Quem é ele? - Perguntou ao sentar-se sobre a cama fofa.

— Descobrirá em breve, mas é sabido que você precisa ajudá-lo.

— Como posso ajudar quem eu não conheço?

— É o seu trabalho como curandeira, minha filha, é o seu trabalho ajudar os necessitados.

— Mas mãe...

— Agora eu preciso ir, sabes que eu nem deveria ter vindo. - Informou e deu de ombros. — Boa sorte, filha!

A semideusa colocou as mãos em frente aos olhos e viu a não viu o lampejo de luz avermelhada que Hécate se transformou antes de desaparecer do chalé de seus filhos. Adélia não dormiu o resto da noite, apenas ficou martelando o nome que havia visto na fronha do hospital, imaginando centenas de planos para descobrir onde ele ficava.

Assim que amanheceu, a ruiva saiu do chalé e foi até o chalé nove, destinada em conversar com algum filho do deus ferreiro e descobrir mais sobre a instituição médica. Yuki, um novato que acabara de chegar, foi quem ajudou a semideusa a entrar na internet para encontrar o endereço. Uma careta cobriu o rosto da moçoila quando descobriu que seria no estado do Texas, mas mesmo assim resolveu atender ao pedido de sua mãe.

Voltou ao chalé e aprontou seus itens, visando carregar apenas o necessário para a viagem. Colocou tudo na bolsa artesanal de cor roxa e lilás e ativou o poder de seu colar, abrindo um portal exatamente para o lugar desejado, o famoso Houston Methodist Hospital.


Não durou mais que um piscar de olhos, Adélia reapareceu numa viela ao lado do hospital onde o homem de seus sonhos estava internado. A curandeira pegou um jaleco que estava dentro de sua bolsa e colocou por cima da roupa que usava e, depois disso ela entrou no prédio arrumando os cabelos, deixando-os em um coque.

Ela foi rápida e adentrou num corredor com poucas pessoas. Sem perceber uma encruzilhada, Harcourt deu de cara com uma enfermeira, a mesma mulher que havia estado em seu sonho. — Desculpe-me, enfermeira, estou distraída hoje. - A morena encarou a curandeira com um jeito astucioso. — Você não trabalha aqui, não é? - Ela foi direta e realmente sabia que a moça não pertencia ao grupo de trabalhadores da instituição. A enfermeira era a líder daquela ala e conhecia os trabalhadores dali.

— Não, eu gostaria de doar sangue. - Respondeu a ruiva tentando manter sua mentira.

A enfermeira não acreditou, mas havia um paciente precisando de sangue, logo ela não podia perder a oportunidade, principalmente quando o banco de sangue do hospital não estava em seu melhor momento. — Tudo bem, pode me acompanhar.

A enfermeira levou a filha de Hécate até o banco de sangue e tratou de cuidá-la atentamente, não tirando os olhos da menina. — Como é o seu nome? - Perguntou a morena, tentando saber mais da curandeira. — Adélia. - Disse a ruiva ao abrir e fechar a mão do braço que a agulha estava fincada e sugando o sangue. — Adélia Harcourt.

— E qual a verdadeira razão de estar aqui? - Questionou.

— Sou estudante de medicina e sei o quanto é importante a doação de sangue. - Respondeu quase sem pensar.

A enfermeira arqueou a sobrancelha e assentiu. O tempo passou e logo a doação havia acabado. — Ótimo gesto o seu, agradeço pela atitude. - Disse antes de acompanhar Adélia até o hall. — Sinto muito não poder acompanhá-la, preciso voltar aos meus afazeres. Com licença.

A semideusa sorriu e rapidamente observou a enfermeira. Fatuus! - Conjurou e rapidamente a funcionária foi atingida pelo feitiço. Ela rodopiou e colocou as mãos na cabeça, tendo retardos nos pensamentos e no raciocínio. — Enfermeira, você está bem? - Perguntou a filha ruiva ao levá-la para o banheiro feminino.

Ao tocá-la, A mente de Adélia voltou algumas horas no tempo e pôde visualizar as salas onde a enfermeira havia estado, inclusive a do homem de seus sonhos. Um leve dor atingiu sua cabeça e e rapidamente soube onde deveria ir. — Está melhor? - Perguntou.

— Preciso sentar. - Respondeu a enfermeira atingida pelo feitiço e Harcourt a ajudou a sentar na tampa do sanitário. — O que aconteceu? - Questionou ainda atordoada.

Deep in the meadow, under the willow. - Não era a voz mais afinada, mas serviu para fazer a morena adormecer. A bed of grass, a soft green pillow. Lay down your head, and close your sleepy eyes. And when they open, the sun will rise...

Percebendo que a mulher apagou, Adélia saiu do banheiro e seguiu para o quarto visto na visão passada e no sonho.

[...]

Para a sua sorte, o quarto estava vazio e ela pôde entrar. Signati! - Encantou a fechadura da porta para que trancasse e encarou o homem pálido e desacordado. Era possível notar a fragilidade dele e o corpo quase sem vida. — Quem é você? - Perguntou, mas não obteve uma resposta. — Por que você aparece nos meus sonhos?

Lembrando do que acontecera há alguns minutos, Adélia caminhou até o desacordado e pousou a palma na testa do homem. — Eu preciso de respostas! - Falou e fechou os olhos. Respirou fundo e liberou a mente dos pensamentos desnecessários e focou no homem, visando saber mais de sua vida enquanto ainda estava sadio.

Ela imaginou um cadeado entre ambos e, com os pensamentos, ela destrancou. Aos poucos as imagens foram aparecendo e Adélia voltou muito mais do que apenas horas, mas sim anos e, para ter mais exatidão, foram dezoito.


Pelas folhas amarelas nas árvores, era possível perceber que o outono havia chego. A relva era coberta por uma camada fina de folhas e galhos secos. A lua estava cheia, mas as poucas nuvens que sobrevoavam Las Vegas não deixavam que sua luz clareasse a noite.

— Espero que me entenda algum dia, filha. - a voz masculina chamou atenção da Ruiva que assistia tudo sem ser vista. — Isso é para o seu bem!

O homem atravessou uma pracinha e colocou o cesto recheado com um embrulho de cobertas sobre um banco. Ele sentou-se ao lado e, antes de mostrar o que havia no balaio, chorou baixo, mas suficiente para que Adélia visualizasse as lágrimas escorrendo.

O homem abriu um espaço e Adélia se aproximou, percebendo a presença de uma criança. Ela soltou um gemido quase como um soluço, assustando-se com uma recém-nascida que dormia tranquila.

Mas nada lhe assustou mais do que a voz de Hécate que se aproximou. — Então você fará isso mesmo?! - ela tinha a mesma aparência de quando Adélia viu no chalé, mas algo estava diferente, como se alguma coisa lhe cortasse o coração. — Sim. Ela terá mais chances de chegar à maioridade longe de mim.

— O futuro é inevitável. Um dia ela correrá riscos e poderá ser o seu fim. - Falou a deusa. — Com você ela aprenderia a se defender.

— Eu já tomei minha decisão - retrucou ele — aliás, você nem deveria estar aqui. Sabe melhor do que eu que os deuses não podem interferir na vida de suas proles.

— Eu sou mãe, não posso simplesmente ignorar meus filhos.

— Então a ampare enquanto ela não souber o que realmente é. - Proferiu ao encarar a criança. — Agora no dê licença.

Hécate não respondeu, apenas desapareceu num lampejo de luz que ninguém visualizou. O moreno encarou a filha novamente e agarrou sua mão pequenina. Acertou um beijo no dorso e sorriu, deixando uma pequena marca de nascença ficar visível.

O coração da ruiva disparou assim que viu a marca avermelhada de forma abstrata na região. Com pressa moveu o braço na direção do rosto e visualizou a mesma marca, com menos vermelhidão, em seu próprio dorso. Um calafrio lhe percorreu a espinha de forma agressiva. — Agora tudo faz sentido. - Cochichou e deixou algumas lágrimas caírem.

— Lúcio?! - A voz conhecida atingiu seus ouvidos no momento que uma segunda mulher apareceu.

— Meredith! - Retrucou seu pai logo que viu a mulher que criara Adélia se aproximar. — Pensei que havia desistido.

Com sua expressão malandra, a meretriz sorriu. — Não, nós temos um trato, não?

— Temos sim - respondeu — me promete que cuidará bem dela?

Com um sorriso falso ela assentiu. — Cuidarei como se fosse minha...

Aos poucos a visão foi se desmanchando em uma fumaça esbranquiçada, até que a ruiva piscou e se viu no quarto de hospital. Seus olhos choravam enquanto seu coração lutava para não despedaçar.

Deu um passo para trás e lembrou da casa onde cresceu, ou melhor, do porão onde foi criada. Lembrou dos homens que a possuíam sem seu consentimento. Lembrou das surras que levou de Meredith. Todas as coisas ruins que passou voltava a à tona. — Não! Sai de mim! - Gritou pondo as mais na cabeça.

As cenas de estupro ficavam cada vez pior, até o dia que a menina rasgou o rosto de um homem com o garfo. Naquele dia ela não apanhou apenas de Meredith, mas também do grandalhão que a queria possuir.

Mannaz

A palavra surgiu em sua mente como se alguém estivesse lhe informando algo e a curandeira rapidamente lembrou de suas runas. — Claro, como não pensei antes?!

Chorosa, Adélia buscou em sua bolsa um saquinho de pano com várias plaquinhas com desenhos de runas, até que encontrou a runa Mannaz, a mesma que ela usava pra colocar a cabeça no lugar. Desde que descobrira os poderes das runas, a bruxa as usava para manter a sanidade, assim não sofria tanto com as lembranças do passado.

Com força, Lia apertou a placa de madeira, até que ela brilhou sutilmente e fez efeito em seus pensamentos conturbados. Mas ela continuou triste e com uma dose de raiva.

— Por anos eu sofri na mão de uma estranha enquanto você vivia sua vida de merda! - Ela estava nervosa e isso ocasionou seu choro.

Deixando o ódio falar mais alto que a razão, Adélia passou a mão nos aparelhos e os desligou. — Me desculpe, senhor! - Fechou os olhos e rezou para o deus da medicina, sabendo que ali assinara sua sentença.

De repente, a mão do homem desacordado agarrou seu dorso de forma rápida que quase a fez gritar.

Desculpe!

A voz em sua cabeça surgiu novamente e, em seguida, o homem sorriu, mas se mantinha desacordado. Adélia sentiu um beijo na mão e a aparelhagem que aferia os batimentos cardíacos apitou, avisando que o corpo não respondia mais. Ele estava morrendo. O braço do moreno perdeu força e caiu sobre a cama, fazendo a garota chorar mais ainda.

Me chamo Lúcio, sou filho de Nyx,
mas o meu orgulho maior foi tê-la como filha.
Quíron sabe de mim, diga que parti.
Adeus, Adélia!


Um pequeno aglomerado de gente se fez presente e tirou Adélia de seu estado de choro. As mulheres perguntavam se tinha alguém no quarto, mas a menina não respondeu nada. A voz da enfermeira que esbarrara foi ouvida chamando os seguranças. Era hora de partir.

Com seu colar, Harcourt abriu um portal para o acampamento e deixou o quarto para trás. Patefacio! - Conjurou antes de desaparecer, destrancando a porta do quarto para que os médicos prestassem um último atendimento ao seu pai.

Adélia Harcourt estava devastada e, de certa forma, exonerada de suas atividades como curandeira.

• Duplicador de XP [Ao ganhar este bônus o player receberá o dobro de XP em uma postagem de sua escolha. | Uso único, some do perfil após uso. | Achados de Dédalo.]

• Missões nas quais os alunos/graduados atuem na área de seu curso dão o bônus de +30% de XP e duplicam os dracmas. Não basta utilizar os poderes aprendidos no curso em quaisquer narrativas, é necessário atuar de modo mais intrínseco à sua área de formação.
Informações e Recompensa:
• Adélia tirou uma vida por conta da raiva e do ódio, o que faria Asclépio lhe exonerar dos curandeiros. Se for o caso, aceito maldição, sei que toda ação gera uma reação.
• O objetivo da missão foi fazer Adélia ser reconhecida como Legado de Nyx (sei que não poderá ser completo e estou de acordo).
Poderes UNR:
1º Semestre
Nome do poder: Anatomia Humana e Semidivina
Descrição: Ao iniciar os estudos em Medicina, o estudante de Nova Roma aprende sobre a anatomia (humana e semidivina), passa a compreender os sistemas do corpo humano, como funcionam, o que pode impedir seu bom funcionamento e quais são as alternativas para tratá-los. No caso dos semideuses, aprendem como o DNA divino interfere na constituição do ser humano, doenças e enfermidades que são comuns aos semideuses e como tratá-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Passivos:
HÉCATE
Nível 1
Nome do poder: Detector de Magia
Descrição: Filhos de Hécate/Trivia sentem quando se aproximam de uma natureza mágica - seja outro filho de Hécate/Trivia, um feiticeiro, item mágico ou criatura que esteja sob o efeito de algum encantamento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre sabem quando estão na presença de outra pessoa com magia, item, ou monstro.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Descendente da Magia III
Descrição: Você andou praticando? O resultado do seu esforço e do seu treinamento lhe fizeram um feiticeiro experiente, e agora sua magia além de ter ficado mais forte, lhe tornou um bruxo experiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 20% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +15% de dano se os feitiços acertarem.

Nível 18
Nome do poder: Resistência a Magia
Descrição: O semideus possui uma resistência a magias de nível igual, ou até dois níveis acima do seu. Ex: Se o filho de Hécate/Trivia estiver no nível 10, níveis abaixo o afetarão menos, ou equivalentes, e pessoas até dois níveis acima dele, no caso nível 12, também terão um efeito menor. Acima disso, o filho de Hécate/Trivia ainda recebera todo o dano.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer magia ou feitiço lançado contra o filho de Hécate/Trivia, possui um efeito de 50% menor do que em outros semideuses.
Dano: Nenhum

Nível 30
Nome do poder: Clarevidência III
Descrição: O dom chegou ao seu ápice. Você apenas se sente cansado - desde que o use com moderação - e pode ver de forma mais definida o futuro além de poder voltar para qualquer momento do passado, além de agora exigir apenas plena concentração.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

CURANDEIROS

Nível 1
Nome do poder: Imortalidade
Descrição: No momento em que um semideus se une a Asclépio/Esculápio, seu corpo jamais irá envelhecer, tornando-se resisten a doenças - como gripes, febres etc. -, não mais podendo falecer por causas naturais (doenças) ou velhice. No entanto, caso o curandeiro sofra um golpe fatal durante uma batalha, ele morrerá. Esta é a única forma de interromper a vida de um curandeiro de Asclépio/Esculápio.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Mãos gentis
Descrição: Suas mãos são leves e delicadas para tratar de feridos. A dor que você causa é mínima, e você saberá muito bem como colocar ataduras, talas, bandagens, torniquetes e etc. no lugar correto, do jeito correto, e com o mínimo de tempo e dor possível.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aura apaziguadora
Descrição: Um bom curandeiro tem que apaziguar o coração dos feridos e familiares, portanto você possui uma aura pacifista que acalenta os corações dos enfermos e familiares.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: O poder irá apenas funcionar caso o indivíduo esteja possuído.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Percepção energética
Descrição: Todos os corpos são constituídos de energia, os curandeiros tem a capacidade de perceber essa energia, onde ela está mais forte ou mais fraca, assim como se essa energia está danificada ou não segue seu fluxo normal. Dessa maneira, um curandeiro pode perceber que há algo de errado com a energia vital de alguém
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Permite perceber e localizar onde a energia vital está sendo perdida ou danificada, mas sem muita precisão. Pode notar que existe uma energia negativa ou interrupção da fluidez da energia em um braço ou no tórax.
Dano: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Conhecimento de anatomia
Descrição: O corpo humano não é um segredo para você, o nome de cada veia e por onde ela passa, levando o que pra onde, cada ínfimo detalhe dos músculos, ossos e demais tecidos são conhecidos por você.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Consegue tratar o paciente com maior precisão.
Dano: Nenhum.
Extra: – 10% de chance de causar danos colaterais na hora de tratar ferimentos.

Nível 5
Nome do poder: Perícia com materiais hospitalares I
Descrição: Agulhas, estetoscópios, pinças... as principais ferramentas médicas não são um mistério para você, será capaz de manusear ferramentas hospitalares, exceto as ferramentas cirúrgicas com precisão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 10% de eficácia em tratamentos que envolvam esses materiais.
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Doador universal
Descrição: Os curandeiros podem doar sangue para qualquer semideus sem causar nenhum tipo de reação adversa, além disso, o sangue dos curandeiros possuem propriedades curativas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 5% de HP e MP para quem for transfundido com sangue do curandeiro.
Dano: Nenhum.
Extra: Os curandeiros não ficam casados ou sofrem qualquer efeito colateral por doar sangue.
Feitiços:
HÉCATE
Nível 2
Feitiço: Signati
Descrição: Usado para lacrar/trancar quaisquer fechaduras ou portas.
Gasto de Mp: - 20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Com certo treino, pode ser usado de forma não verbal.

Nível 9
Feitiço: Patefacio
Descrição: Usado para destrancar quaisquer fechaduras.
Gasto de Mp: - 30 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Apenas verbal.

Nível 23
Feitiço: Fatuus
Descrição: Esse feitiço causa um retardamento de raciocínio de seu oponente. Porém seu efeito irá durar por apenas dois turnos.
Gasto de Mp: - 30 de MP por turno.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Apenas verbal.
Ativos:
Nível 10
Nome do poder: Voz de Morfina
Descrição: O curandeiro poderá amenizar a dor de seus pacientes cantando uma melodia qualquer, inclusive induzir um paciente ao sono e ao coma induzido, mantendo-o num estado de dormência, como se o mesmo houvesse ingerido morfina.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Induz estado de sonolência e inibe a dor.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum
Runas:
Mannaz
Posição normal: Provoca uma clareza interior, paz espiritual e aproximação com o mundo espiritual (dura um turno ao ser ativada).
Invertida: Provoca bloqueios e falta de confiança (dura um turno ao ser ativada).
Itens:
• Mione's Bag [Uma bolsinha feita de camurça, cetim e algumas miçangas. O camurça é num tom de roxo intermediário, não sendo forte ou claro, já o cetim é lilás, o que forma uma combinação estética muito interessante. É um item de aspecto envelhecido, mas que faz Adélia lembrar de partes boas de sua infância. Uma corda lilás foi passada entre alguns ilhós, assim é possível abrir e fechar a peça, dando um efeito ainda mais rústico. Tem uma alça feita da mesma corda lilás com um comprimento ótimo que pode ser colocada em um ombro ou transpassar no corpo. | Efeito 1: Graças as runas Wunjo, Kenaz e Gebo, o item tornou-se uma bolsa mágica capaz de carregar qualquer item que passe por sua entrada de 50 centímetro de diâmetro. Além de manter o peso equilibrado, ela está sempre se renovando, assim sempre tendo mais espaços. | Efeito 2: Por ter, em seu interior, a runa Sowelo, o item se regenera caso seja danificado, mas isso só acontece após o tópico encerrado. Não corre o risco de perder objetos caso se rasgue, fure ou tenha qualquer outra danificação. | Efeito 3: Para que nenhum item se perca dentro da própria bolsa, foi colocada a runa Ansuz que serve para que a dona consiga puxar os itens de dentro, tendo que usar as palavras: Ansuz + nome do objeto. | Camurça e Cetim | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Mágica | Encantado por Adélia]

• Saquinho de Runas [Saquinho feito de um tecido mágico especial e extremamente macio. Dentro dele estão dispostas 24 runas de madeira pequena que podem ser utilizadas para invocar coisas ou criar rituais. | Efeito 1: As runas dentro dele aumentam a chance de sucesso em rituais ou criação de feitiços em 20%, podendo ser utilizadas de maneira criativa pelos portadores de magia. Efeito 2: As runas possuem propriedades mágicas e quando a peça de madeira é atirada contra um inimigo seu poder (descrito no grimorio do fórum) é ativado automaticamente. Ex: Runa Jera, faz com que o campo fique completamente iluminado. | Material mágico | Sem espaço para Gemas | Resistência Beta | Status: 100% Sem Danos | Atenção: Só funciona com personagens portadores de magia | Evento um Reino de Contos de Fadas]

• Drac [Um colar feito inteiramente de ouro imperial com um pingente de duas faces que lembra bastante um dracma. De um lado há as siglas do acampamento que faz parte e na outra face possui o nome do dono.| Efeito 1: Ele esconde em 75% a presença semidivina do usuário, permitindo que ele passe despercebido por monstros e use até mesmo tecnologia mais avançada. Monstros superiores e mais poderosos ainda conseguem reconhecer o usuário do colar como um semideus, mesmo que leve um tempo para distinguir a aura. | Efeito 2: Este colar aumenta o dano de ataques físicos e com armas em 35%, além de aumentar a probabilidade de este acertar o oponente em 30%. | Efeito 3: Sacrificando 50 pontos de MP, o colar abre um portal para qualquer lugar que o semideus deseja ir, por dois turnos, dando tempo para levar consigo até duas pessoas. | Efeito de ligação: Caso o semideus perca o adorno, após um turno ela retorna para o mesmo.| Ouro Imperial | Sem espaço para gemas | Beta| 100% sem danos | Mágico | Encantado por Adélia]
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Adélia Harcourt

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{CCFY} Adélia Harcourt Empty Re: {CCFY} Adélia Harcourt

Mensagem por Hefesto em Qui Nov 28, 2019 1:13 pm


Adelia

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 20.000‬ XP – 20.000‬ dracmas + Legado de Nyx
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 17%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 50.440‬ XP – 38.800‬ dracmas + Legado de Nyx

Comentários:
Os únicos descontos foram em relação a alguns erros de ortografia e digitação que encontrei no texto, mas sua história foi muito boa. Como você mesma sabe, toda ação tem uma reação, então segue aqui a sua maldição:

Nome da Maldição: Fúria de Asclépio
Descrição: Por ter matado alguém sem estar em situação de vida e morte, Adélia, além de ser expulsa dos curandeiros, atraiu a fúria de seu ex-patrono. De agora até o momento em que se redimir com o deus, todos os poderes curativos de Adélia terão sua eficácia reduzida em 50%, mas ainda assim mantendo o mesmo gasto de MP de antes. Uma CCFY cumprindo algum favor para Asclépio poderá retirar essa maldição.
Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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{CCFY} Adélia Harcourt Empty Re: {CCFY} Adélia Harcourt

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