The Blood of Olympus
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「✿」 Memento Mori — NW.

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Mensagem por Nerezza Wiëtzmann em Seg Nov 25, 2019 8:29 pm

A editar.


chaosi
she was a fast machine, she kept her motor clean, she was the best damn woman I had ever seen. she had the sightless eyes, telling me no lies, knockin' me out with those american thighs.
Nerezza Wiëtzmann
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Mensagem por Nerezza Wiëtzmann em Ter Nov 26, 2019 12:55 pm

IMPORTANTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!:
GENTE
Eu postei essa CCFY ontem dentro do prazo da promoção, lá pelas 23h da noite — inclusive tenho testemunhas —, mas por algum motivo o post não estava mais aqui hoje quando abri o tópico. Acho que foi algum erro ou bug, mas ele foi apagado. Espero que considerem. :c

we don't care, we're driving cadillacs in our dreams

I. DOG DAYS ARE OVER — OR NAH;

Dresden, Alemanha. 1999.

Brienne Wiërtzmann era uma mulher poderosa em muitos sentidos. Dotada de boas maneiras e de uma lábia inestimável, não era a toa que conseguiu se envolver com a política da pequena cidade alemã. É claro, com seu talento, ela poderia ir bem além — talvez conseguisse chegar até mesmo à primeira-ministra —, mas seu interesse ia bem mais além do que os olhos ingênuos do povo ariano. Não, seu objeto de maior desejo se encontrava bem ali. Em Dresden.

Havia alguns anos que ela e Hans Wittelsbach, um homem rico e de grande influência, criaram uma parceria e um projeto. Foi em 1985 que a Iniciativa Wittelsbach nasceu — obviamente, Brienne preferiu manter seu nome intacto —, e envolvia o misterioso trabalho de colecionar semideuses e legados que tivessem parentesco com Éris. Certamente, Brienne mesma era filha de Ares, enquanto Hans era uma cria da Discórdia. Juntos, criaram uma espécie de orfanato naquela mesma cidade, onde passaram a abrigar jovens semideuses para fins de interesse próprio.

Geralmente, as crianças eram retiradas de seu berço ainda sem ter a consciência de quem eram, e eram criadas como irmãs sob o teto da generosa mansão, recebendo tudo do bom e do melhor. Assim, meninos e meninas de todo o mundo, minuciosamente selecionados, assumiam o sobrenome Wittelsbach. E eram treinados em segredo, para serem máquinas de matar. Aos poucos, foram construindo uma seleta classe de crianças que condizia com o que procuravam e seguia uma rigorosa dieta de treinamentos imposta pelos tutores contratados — agentes de alta confiança. O objetivo era usá-los para obter poder; dentro do país, e, depois, no mundo. Mas ambos, Brienne e Hans, sabiam que aquilo era uma questão de tempo. Obviamente, tinham aqueles que se destacavam — assim como aqueles que davam muito trabalho.

Mas foi em 1999 que Brienne teve uma surpresa. Não esperava que Perséfone, uma velha conhecida de uma adolescência semidivina, reaparecesse depois de algum tempo. Brienne ainda guardava na memória o romance inteiramente carnal que tivera com a deusa da primavera no auge de sua juventude, trazendo na ponta da língua o gostinho de nostalgia e de displicência. Também não esperava que a deusa aparecesse na forma de um homem de cabelos longos, traços asiáticos e feições suaves. Mais uma vez, experimentaram dos prazeres que a carne podia proporcionar, e nem de longe a mulher desconfiou das reais intenções de Perséfone.

Uma flor,
recheada de espinhos.
Uma flor,
descontente em seu jardim.

Dela, nasce o caos.
Dela, nasce a luta,
a vitória,
a derrota,
a guerra.

E a sua perdição.

Frases sussurradas em meio a lamúrias de prazer; o sexo mascarando a dor do destino que se abatia. Dois meses depois, Brienne descobriu que estava grávida.

Sabia muito bem o que aquilo significava. Sua criança herdaria a aura guerreira por conta de seu pai, Ares; mas seria inteiramente uma pequena flor primaveril. Brienne, durante toda a sua gravidez, acreditou que o melhor a se fazer era criar a criança longe de tudo aquilo, ou, quem sabe, mandá-la para o acampamento no qual cresceu, sem saber quem eram seus pais de verdade. Talvez aquele fosse o melhor futuro a se dar para um bebê não planejado — e indesejado.

Quando nasceu, a pequena menina recebeu o nome de Nerezza. Brienne, entretanto, não teve a imediata coragem de mandá-la para longe de uma forma tão desprotegida, embora soubesse que aquilo seria um atraso nos seus trabalhos e projetos junto a Hans. A criou próxima a si, mesmo tendo de administrar outras crianças em treinamento exaustivo. Nesta época, Maxwell Wittelsbach, o semideus mais forte que tinham adquirido até então, dava seus problemas. Era um garoto tímido e contido demais, mas que se tornava rebelde para não fazer o que considerava errado. Mas o errado era o certo, quando o comando era dado. Brienne não se atrapalhou com o garoto na época — não, Wertz, um de seus melhores agentes, cuidaria dele em paz.

Enquanto isso, a pequena Nerezza crescia, mostrando-se igualmente passiva como sua mãe achou que fosse. Ela gostava de brincar com as crianças menores do Instituto, as que ainda não haviam iniciado seu treinamento, e chorava quando era separada das que já haviam começado. Nerezza não entendia exatamente como aquilo era possível, nem por que motivo era necessário. Queria apenas manter seus amigos, não que eles fossem tirados de si e sequer olhassem na sua cara toda vez que passasse perto deles.

Por diversas vezes, Hans insistiu para que Brienne abrisse uma exceção e colocasse Nerezza na Iniciativa Wittelsbach, mesmo que a pequena não fosse legado de Éris. Mas a mãe não conseguia ver o potencial que a filha tinha.

[ … ]

Dresden, Alemanha. 2004–2006.

Foi quando Nerezza completou quatro anos, naquele dia das bruxas de 2004, que as coisas começaram a ficar estranhas. A criança aparentemente começou a ter crises de amnésia frequentes, e os empregados, agentes, a mãe, o “tio Hans” e até as outras crianças pareciam relatar coisas que Nerezza sequer poderia pensar em fazer. Era como se alguns dias, e talvez semanas, se apagassem de sua memória, mas ela continuava ali.

Depois de cinco meses de visitas ao psiquiatra, Nerezza foi diagnosticada com Transtorno Dissociativo de Identidade, e sua outra personalidade era de uma peculiaridade única — Vênus Wittelsbach, como gostava de chamar a si mesma, de acordo com as outras crianças.

Quando Nerezza saía do holofote para dar lugar a Vênus, a pequena não parecia querer medir suas ações. Usava sua força desregrada para brigar, e desde cedo mostrava-se espetacularmente boa em quebrar a cara de outras crianças sem nenhuma dó. Alguns agentes a incluíam em suas aulas e treinamentos combativos, apenas para não deixá-la no ócio, e ela se mostrava excelente — e, novamente, também demonstrava diversão quando machucava os colegas, e quando era parabenizada por isso.

Brienne foi chamada para observar a filha treinar despretensiosamente contra algumas crianças, e ali pôde ver, quase que perfeitamente, uma exata cópia de si mesma — com apenas cinco anos, Nerezza (ou melhor, Vênus), parecia ser implacável enquanto aprendia combates corporais. Aquele momento foi, de fato, necessário para culminar na decisão final de sua mãe.

Apesar de tardiamente, Nerezza seria aceita no programa e iniciaria seus treinamentos o quanto antes.

Quando Vênus saía do holofote, Nerezza assumia. Mas a menina era extremamente arredia quanto aos treinamentos, e gostava de ficar na sua. Fazia o que lhe era mandado, mas se sentia mal por machucar aqueles que haviam sido seus amigos. Muitos pareciam extremamente machucados, embora todos os ferimentos e hematomas sumissem na primeira visita que fizessem aos curandeiros do instituto. Aos poucos, todas as crianças foram se afastando da pequena filha de Perséfone — não porque Nerezza os machucava, mas porque Vênus parecia se divertir quando o fazia.

Foi quando completou seis anos que Nerezza — naquele momento, era Vênus — foi posta à prova. A pequena foi trancada na sala de treinamentos junto ao garoto-problemático, Maxwell. Naquele momento, ele já tinha doze anos e parecia quebrado, extremamente quebrado. E sádico de uma forma que somente Vênus poderia compreender — embora, para ela, aquilo fosse uma realidade, enquanto que, para ele, aquilo não passasse de um muro.

Lutem. Só poderão sair desta sala quando um dos dois estiver desacordado. — era a voz do agente Wertz, aquele que tanto Nerezza quanto Vênus sabiam muito bem tratar-se do homem especializado para cuidar de Maxwell, já que ele era um caso à parte.

Vênus pareceu se animar com aquilo. Afinal, gostava de lutar; gostava de se banhar em caos e de violência; gostava de sentir a pancadaria reluzir contra o chão no qual seus inimigos caíam; gostava de sentir contra o punho a carne sendo abatida. Preparou-se para colocar em prática tudo o que havia aprendido até então — e, ainda, contra um dos semideuses mais fortes que o instituto já havia presenciado. Tinha em mente que Maxwell era filho de um dos três grandes, mas aquilo não era motivo para intimidar a filha de Perséfone. Apenas a incitava mais. Queria ganhar.

Mas o garoto não parecia querer papo. Jogado, melancólico, manteve-se sentado o tempo inteiro. Ele estava sem camisa, e Vênus podia ver, claramente, as cicatrizes se espalhando por seu peito e costas, algumas esbranquiçadas, e outras ainda vermelhas, como se fossem recentes. Aquilo fê-la querer rir; um riso alto e infantil, uma gargalhada gostosa. Mas se conteve, mantendo um sorriso cínico ao se aproximar do rapaz.

Acorda, garoto. Eles disseram pra gente brigar. — Apesar da tenra idade, a fala de Vênus não era infantilizada. Ao contrário de Nerezza, que ainda mantinha uma parcela de sua infância intacta dentro dos padrões morais que aprendeu a seguir sozinha, e pelo que era ensinada na escola fora do instituto, Vênus mantinha-se quase como uma adulta.

Não enche, pirralha — foi a única fala do rapaz.

Aquilo por si só já havia enchido a paciência de Vênus, que era pavio curto. A garota odiava ser posta à prova e sequer mover um músculo por conta da incompetência de seu adversário. Não, queria poder; queria mostrar para a mãe, para os agentes e para todas as outras crianças que aquele moleque de Hades era uma fraude, e que era ela quem merecia o título de semideusa mais forte daquela porra.

Não me diga que você está com medo? — a vozinha da filha de Perséfone era carregada de uma ironia pesada, irritante e desprezante. Ela se aproximou mais ainda, de modo que ambos ficaram sob a luz da única lâmpada fraca a iluminar de forma pálida aquele âmbito. Foi quando Maxwell ergueu o rosto para si, os olhos negros de traços asiáticos, tais como os seus próprios. Vênus sorriu arteira. — O filhinho de Hades amarelou?

Foi quando a garota pensou que o rapaz avançaria contra si. O corpo já estava tenso na espera da primeira pancada, os reflexos ágeis prontos para se desviar de qualquer golpe fatal. Esperou ansiosamente, quase que de forma obsessiva. Mas a luta não veio. No lugar disso, Maxwell permaneceu olhando-a com aquela expressão dura, irascível.

Eu tenho pena de você, garota tola — a frase a deixou momentaneamente desnorteada, uma expressão de confusão tomando-lhe a face. Não entendeu o que ele queria dizer, até que Max voltou a abrir a boca. — Achando que precisa mostrar serviço para eles — e riu, uma risada fria e sem diversão, enquanto apontava debilmente para a porta trancada. — Você não passa de uma bonequinha substituível para eles. Você age como um cachorrinho que é mandado fazer truques. Sem questionar. — Neste ponto, Vênus deglutia as palavras que ele soltava e começava a ferver. Um fervor de ódio, frase após frase servindo como uma adaga fria contra o seu pescoço, dilacerando a pele. — No fim, você vai ser esquecida. E eu continuarei a ser o melhor.

Não precisou que mais nenhuma palavra fosse dita. Não, não quando ela estava por inteiro em surto. Era como se toda a sua pior fase maníaca se acumulasse naquele momento de raiva no qual Vênus avançou contra Max, os punhos cerrados e revestidos por uma energia totalmente caótica. Eram seus poderes de legado se manifestando de forma ativa pela primeira vez, e o primeiro soco equivalente a uma marretada foi desferido bem no maxilar do rapaz. Primeiro o filho de Hades caiu da cadeira, mas não teve tempo de se recuperar para revidar.

Vênus era mais rápida e tinha maior força. E estava irritada. Extremamente irritada. O corpo da criança de seis anos se chocou contra o do adolescente de doze quando ela se jogou contra ele no chão, os socos ainda sendo desferidos cegamente em qualquer que fosse o ponto. Hematomas se espalhavam sobre a pele pálida do semideus do submundo enquanto a filha de Perséfone batia. E batia, e batia. Um golpe especialmente violento acertou a têmpora de Maxwell, um filete de sangue escorrendo contra a pele rompida, e o levou à inconsciência automaticamente.

Mas Vênus não parou. Continuou socando, socando, socando e socando. E ela só queria matá-lo.

Ela não sentiu, mas os agentes invadiram a sala e a tiraram à força de sobre ele. Seu surto não parou por aí, e ela precisou ser sedada para que fosse devidamente contida. Vênus foi isolada. E, com ela, Nerezza.

[ … ]

Dresden, Alemanha. 2007–Dias atuais.

Nerezza foi presa na solitária. Disseram-lhe que receberia os mesmos tratamentos que Maxwell recebera, para que ficasse contida e aprendesse a se comportar. O problema era que a maior parte do tempo era Nerezza quem estava no comando, todas as vezes em que ia para aquele lugar escuro e cheio de torturas. Vênus não aparecia, apenas quando estava fora dali.

O treinamento tornou-se massivo, mas ela não podia mais interagir com as outras crianças. Lentamente, tornou-se solitária e cheia de cicatrizes psicológicas. Vênus frequentemente culpava Nerezza por ser tão fraca. Nerezza culpava Vênus por ser descontrolada. Passou a infância naquele limbo de sofrimento e apatia; e também o início da adolescência, quando passou a ser mandada em missões pelo projeto. Jamais era colocada junto a Maxwell.

Com o passar do tempo, era quase impossível distinguir Vênus de Nerezza, ou vice-versa. Tornaram-se cúmplices para trabalharem melhor. Vênus aprendeu a controlar os surtos enquanto Nerezza aprendeu que a vida não era feita de arco-íris e chocolate. E com isso levavam a vida.

Até que veio a rebelião. E, no centro dela, Maxwell.

Foi quando Nerezza foi retirada de seu covil isolado. O instituto destruído, as crianças em fuga. Alguns agentes mortos. Brienne estava morta, igualmente. Hans, o “tio”, a retirou de sua prisão e lhe incumbiu de apenas um trabalho.

Cace-o. Torture-o. Mate-o. Faça isso como se sua vida dependesse disso.

E, de fato, dependia. Nerezza tinha certeza de que seria caçada e morta caso não cumprisse a ordem de ir atrás de Maxwell. Foi mandada para os Estados Unidos, sendo acolhida no antigo lar de sua mãe. Tinha de agir novamente em sociedade, controlar Vênus e sua sede de sangue.

E, acima de tudo, tinha de encontrar o filho de Hades.

ADENDOS:
CCFY feita no intuito de conseguir a reclamação de Perséfone com legado em Ares. A trama é entrelaçada com a do personagem Maxwell Wittelsbach. Você pode conferir a história na ficha dele clicando aqui.
PODERES CITADOS / ARES:
ATIVO
Nível 1
Nome do poder:  Punhos de ferro
Descrição: Ao concentrarem suas forças nos punhos, os filhos de Ares/Marte conseguem fazer com que uma aura avermelhada circunde suas mãos fechadas, sendo capazes de desferirem socos com a força de um martelo feito de ferro. O efeito possui duração de duas rodadas, sendo que também protege a mão do semideus, não deixando que a mesma se machuque.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP


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Mensagem por Macária em Qua Nov 27, 2019 4:44 pm


Nerezza

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP –  4.000 dracmas – 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 5.000 XP –  4.000 dracmas – 10 ossos + reclamação e item.

Item:
• Porco espinho [Um bastão de ferro que lembra vagamente à forma de um taco de baseball. A princípio, não parece ter nada de especial, mas não se engane, ele é mais perigoso do que aparenta. | Efeito 1: Quando a mão do portador se fecha ao redor desse bastão, faz com que sua estrutura seja coberta por espinhos que lembram pontas de prego, bastante afiadas. Essas pequenas laminas tem o intuito de transforma a arma em um verdadeiro objeto de terror e tortura, o que faz com seus inimigos sofram mais e sintam ainda mais dor. | Bronze celestial |Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]



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