The Blood of Olympus
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O Labirinto da Morghul

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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por Arya Doprav em Seg Dez 22, 2014 11:35 pm



Dubito, ergo cogito, ergo sum.

“Tudo o que recebi, até presentemente, como o mais verdadeiro e seguro, aprendi-o dos sentidos e pelos sentidos: ora, experimentei algumas vezes que esses sentidos eram enganosos, e é de prudência nunca se fiar inteiramente em quem já nos enganou uma vez.” - René Descartes.
***
A escuridão se tornou parte da minha rotina e isso não era nenhum incomodo. Na verdade, já tinha até me acostumado, de certa forma. Meu corpo estava leve, como se estivesse flutuando no meio do nada, tudo estava negro. A primeira vez que usei esse tipo de “transporte” até cheguei a achar que estivesse morrido... Depois de algum tempo, você nem percebe a diferença. Logo eu sentia os pés se fixando em algo, que eu supunha ser o chão. A visão voltava a “funcionar”, não perfeitamente. Eu apenas conseguia distinguir duas orbes brancas me encarando. Palmas ecoaram no local e luzes se acederam. Minha visão ofuscou por pequenos segundos até observar com mais afinco o lugar. O deus estava a minha frente e pude perceber outras silhuetas ao meu lado, provavelmente os campistas que haviam aceitado o desafio. Não me importei em saber quem estava ali. Minhas íris curiosas trataram de analisar o antigo hospício que Phobos apontara. Um sorriso delineou meus lábios, mesmo sabendo que nada de bom me aguardava. O homem seguiu com seus “recados” individuais. Não tardou em chegar minha vez.
- Parece que vocês tendem a querer testarem a si mesmas, não é? - Disse o deus. Eu entendi que eu estava inserida naquele “vocês”. E, sinceramente, não me agradou nenhum pouco. Não me encaixo em generalizações. E Phobos estava muito enganado se achava que aquilo era um teste para mim. Era muito mais que isso. E ele logo descobriria... – Você, como uma ceifadora nata, deve saber que existem destinos piores que a morte, não é mesmo? - O típico sorriso sádico envolveu a boca do homem. Eu já imaginava o que vinha em seguida. Um arrepio percorreu todo o meu corpo e a sensação do refeitório voltara, mas não permaneceu por muito tempo. Sem dúvidas eu sabia que existiam coisas mil vezes piores que a morte. Coisas que fazem as pessoas implorarem pela morte a ter que vivenciá-las. – Exatamente. – Ele disse, finalizando nossa conversa particular. Inspirei calmamente, fitando-o, enquanto este proferia mais e mais palavras. Logo uma forma sombria se posicionou a minha frente.
- A Morghul chama o campeão dela, ela chama por um bravo semideus ou semideusa para levá-la ao calor das guerras e batalhas que encontrar. Toquem o ombro da sombra a sua frente, e boa sorte. – Foram as últimas palavras que ouvi de Phobos, antes que eu fizesse como o mandado. Fui engolida pela negritude, ansiosa para saber o que me esperava naquele manicômio...
***
... As pálpebras tentavam se erguer lentamente. Como se eu estivesse entrado em uma espécie de sono. Sinto meu corpo contra algo sólido, só então percebo que estou deitada. Impulsiono o corpo para frente, erguendo-me. A capa negra ainda me cobria, escondendo minha identidade, mas Phobos sabia muito bem que era eu. A foice ainda presa na diagonal das costas, a adaga no cós e as outras armas se mantinham escondidas nos acessórios do corpo. Uma luz fraca tentava iluminar, não com muito sucesso, a sala. Mas eu conseguia enxergar com certa nitidez as coisas ali. Organização era o que faltava no lugar. As mesas e cadeiras estavam viradas, como se um temporal tivesse passado no local, meus olhos percorreram cuidadosamente a região entre os móveis e me aproximei de uma das paredes rabiscadas, eram inúmeros os dizeres em línguas diferentes que havia no lugar. Provavelmente obra dos antigos moradores. Meus dedos se arrastaram por algumas palavras grosseiras e meus pelos se eriçaram. Aquele era um retrato de mentes humanas enlouquecidas... Ah, a loucura... Inexplicavelmente insana. Quantos retratos a mais eu presenciaria naquele hospício? Estava disposta a descobrir.
Para quem não é acostumado, o silêncio daquela sala poderia ser assustador. Porém, não me adéquo nesse padrão. Minha visão foi direcionada para uma porta envolvida por uma luz verde que piscava, como em cenas de filmes de terror, onde as luzes piscam para te deixar mais nervoso. A placa de latão enferrujada com a escrita: Nível 1 – Distorção.
Caminhei sorrateiramente, parando em frente à porta. Inspirei profundamente, enquanto os dedos envolviam a maçaneta gélida. Já dizia o filósofo Heráclito: “Nós não podemos nunca entrar no mesmo rio, pois como as águas, nós mesmos já somos outros.” Sua famosa frase indicando que mudanças são inevitáveis... E quando esse torneio terminasse ou eu saísse dali, com certeza não seria mais a mesma.  
Empurrei a porta, um ranger irritante ecoou e uma luz mais forte tomou conta da minha vista. Aos poucos fui analisando o novo ambiente. Eu não esperava algo agitado ou uma batalha e não estava enganada. Deparei com um corredor longo, lâmpadas muito distantes uma das outras. O que fazia o ambiente ter partes iluminadas em formato de cones, outras apenas com penumbras e ainda as que eram opacas, e não se via nada. Era como se eu estivesse em uma rua e os postes só iluminassem parte dela, sendo um enigma o que poderia haver no resto. No fim do corredor existia outra placa, com uma curva para direita ou para a esquerda.
- Vamos lá, Doprav. – Retirei a foice das costas, ajustei-a ao tamanho original. Afinal, um semideus nunca pode andar desarmado. Então comecei a caminhar, achando muito estranho nada acontecer. Quer dizer, nada aconteceu até eu piscar. Pois assim que o fiz, eu estava no início do corredor novamente. Franzi o cenho e tentei de novo. Mas o mesmo ocorreu. A terceira tentativa foi à base de corrida. Mas era impossível não piscar. E toda vez que eu o fazia, voltava ao início. Era nítido que Phobos estava brincando com a minha mente e a placa que eu li minutos atrás gritava em meus ouvidos isso. Olhei fixamente para o lugar. – Isso só pode ser uma ilusão... Minha visão está me enganando, minha mente está me iludindo. – Sussurrei, enquanto meus neurônios trabalhavam para achar uma solução. – Esse corredor não deve existir... E se existe, ele não é assim. Preciso me livrar dessa distorção. – Prossegui falando comigo mesma... Como em um estralar de dedos uma luz brilhou no meu consciente. Poderia não dar certo, mas se eu não tentasse, jamais sairia daquele lugar.
Recoloquei a foice nas costas. Olhei o bracelete de ouro em meu braço, as pequenas pedras refletiam seus brilhos coloridos. Retirei-o e logo um arco azul gelo cristalino se materializava em minhas mãos. Cada pedra era um tipo de flecha. Peguei uma lazulis e a flecha se formou. Aquela era uma flecha de luz. Exatamente o que eu necessitava para testar meu plano. Eu armaria o arco e então soltaria a flecha, sua luz é intensa, o que impediria Phobos de acabar sumindo com ela em um dos pontos opacos do corredor. E a flecha em si, serviria para me mostrar se aquele corredor era real, se ele tinha aquele tamanho, se ele era possível de atravessar. Meu objetivo era que a arma desfizesse a distorção. Afinal, eu não conseguiria atravessar o suposto corredor sem piscar. Contudo, eu poderia ficar sem piscar enquanto a flecha o atravessava. E ainda tinha mais uma coisa que me fazia usar tal artifício, queria saber se ainda existiria algo a mais no corredor, algo além da ilusão. Se existisse, era muito provável que a flecha revelasse. Por fim, eu caminharia segurando minha adaga, dessa vez de acordo com as coisas que a arma me revelou...  
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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por Phobos em Ter Dez 23, 2014 2:18 am

Paul Foster

O semideus começa a andar com os olhos fechados, tateando a frente e usando de seus poderes para tentar evitar qualquer emboscada que viesse pelo caminho, e isso começa a funcionar. Ele anda aproximadamente 15 metros do corredor, sem que voltasse para o início do mesmo, mas de repente sente algo estranho passar próximo ao seu braço, quase como um vestido de mulher que encosta suavemente em si.
Antes que pudesse se defender, alguma coisa segura o mesmo pelas duas canelas, e começa a fazer o mesmo com seus braços, arranhando-o com garras afiadas. Mentalmente ele escuta gritos e risadas maléficas enquanto mais e mais mãos começam a segurá-lo, impedindo-o de avançar os outros 15 metros do corredor.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => 0
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Solução do Problema => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
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Perda Fixa => -3

ESTADO MENTAL => 97% (Calmo)
2 ações com sucesso para o próximo nível.

Annabeth Chase

Annabeth fechou os olhos e começou a andar lentamente pelo corredor, o coração batia levemente acelerado a cada passo que ela dava. Ao pronunciar as palavras em grego antigo, as áreas escuras entre uma luz e outra piscaram com outra luz mais forte, mas a garota não viu por estar com os olhos fechados.
Assim que atingiu mais ou menos a metade do corredor, o ataque das mãos se iniciou contra elas. Mãos que saiam do chão, do teto e das paredes, segurando o cabelo, as canelas, os braços da garota e arranhando a mesma, como se não quisesse que ela saísse dali. A mesma foi salva dos gritos mentais pelo seu escudo mental que, mesmo num nível iniciante, protegeu a mesma contra esse ataque.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => -1
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Solução do Problema => -1
Interação Semideus/Labirinto => 0
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Becka Klasfox La'Fontaine

Mesmo depois de tirar a conclusão brilhante de sua mente insana, e ter encontrado uma resposta para aquele pequeno enigma, a garota não se contenta em atravessar o corredor, armando seu plano com as mesas e cadeiras que ela encontrou por ali, e deitando-se sobre uma das mesas.
No entanto, após desafiar o deus e de fato ter resolvido o enigma, a garota não se mexeu e não atravessou o corredor, permanecendo deitada sobre a mesa. O Labirinto não se mexeu nem sumiu, muito menos o corredor fez alguma coisa. Ele permaneceu ali na frente da semideusa, como que desafiando a mesma que testasse a sua ideia.

Notas e Estado Mental:
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Solução do Problema => -1
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James Lane

O filho de Hécate foi inteligente, e após algumas tentativas, ele finalmente tenta fechar os olhos e andar pelo corredor, contando apenas com seu cajado para que não batesse em algo ou não acabasse indo contra a parede.
Mas quando se encontra prestes a entrar na segunda metade do corredor, as mãos aparecem das paredes e começam a segurá-lo com firmeza, arranhando cada parte de seu corpo. Uma delas, que saía do teto, arranca o cajado da mão dele com violência e joga o objeto para trás, quase no começo do corredor. Os gritos e risadas invadem a mente do rapaz, deixando o mesmo meio desnorteado, sem conseguir se mexer até que cuidasse daqueles problemas.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => -1
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Solução do Problema => -1
Interação Semideus/Labirinto => 0
Ação => 0
Perda Fixa => -3

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Isabella Fields

Isabella fez algumas tentativas falhas de atravessar o corredor antes que tentasse finalmente parar de ver o corredor, fechando os olhos , com a mão esticada na frente como se estivesse procurando algo, ou para evitar bater numa parede invisível. Mas a garota não esperava o que estava prestes a acontecer.
Logo que pisou na metade do corredor, uma das mãos esqueléticas saiu do teto e agarrou o seu pulso, puxando a garota para cima com violência. Seguindo o momento, outras mãos saíram das paredes e do chão, arranhando cada centímetro da garota e puxando ela com violência, ao mesmo tempo que os gritos torturantes invadiam sua mente e acabavam com a sua concentração, impedindo a mesma de prosseguir até o fim do lugar.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => 0
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Solução do Problema =>-1
Interação Semideus/Labirinto => -1
Ação => 0
Perda Fixa => -3

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Alexia Z. Watts

A ideia da Rainha das Amazonas era perspicaz, sem dúvida, mas a garota tinha esquecido alguns pontos essenciais do local onde ela estava. O poder impregnado naquele manicômio era algo além de apenas Phobos. Era algo que ia além de um simples truque mental. Ao pegar a adaga e jogá-la contra o ar, o mesmo vai parar a uns sete metros do local, caindo com um baque metálico no chão. O corredor continuava com seus eternos trinta metros, e nada tinha mudado.

Notas e Estado Mental:
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Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Solução do Problema => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
Ação => -2
Perda Fixa => -3

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Dimitri Romanov

Após algumas tentativas que terminaram apenas num looping eterno de ir e voltar pelo corredor mal iluminado, a cria de Zeus começa a botar sua cabeça para funcionar. Ele de certa forma chega numa solução interessante para o enigma, mas seu maior erro foi permanecer parado ao resolvê-lo. O garoto  fica no lugar onde está, olhando para o corredor, mas o mesmo permanece ali também, imóvel, com o mesmo tamanho que estava anteriormente.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => 0
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Solução do Problema => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
Ação => -2
Perda Fixa => -3

ESTADO MENTAL => 95% (Calmo)
3 ações com sucesso para o próximo nível

Tessa S. Henz

A filha de Poseidon teve a ideia mais ousada e ao mesmo tempo trabalhosa de todas, se envolvendo numa bolha de água para se prevenir de ataques mentais. No entanto, a bolha que a garota criara era apenas H2O puro e simples, sem nenhuma propriedade mágica que afastasse a peça visual que afetava a mesma. Dessa forma, quando ela avança pelo corredor, assim que pisca se vê novamente no começo do mesmo, ainda dentro da sua bolha de água.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => -1
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Solução do Problema => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
Ação => -2
Perda Fixa => -3

ESTADO MENTAL => 94% (Calma)
3 ações com sucesso para o próximo nível

Arya Doprav

A tentativa da semideusa filha de Poseidon foi audaciosa e muito inteligente. No momento que a flecha saiu de seu arco, ela voou até o fim do corredor, perfurando e fincando-se na placa de latão no fim do mesmo. No caminho, ele ilumina cada canto escuro do corredor, sem revelar nada impressionante, o mesmo estava vazio e silencioso. Em contrapartida, a garota não tinha saído do começo do corredor. Ela estava perdendo o precioso tempo dela, tinha que ser rápida agora que sabia que o corredor de fato tinha 30 metros.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => 0
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Solução do Problema => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
Ação => -2
Perda Fixa => -3

ESTADO MENTAL => 95% (Calma)
3 ações com sucesso para o próximo nível

--//--

AVISOS IMPORTANTES, LEIAM:
Alguns posts foram penalizados por estarem AFIRMANDO que suas ações deram certo, ou até mesmo afirmando que passaram para o próximo nível. Não façam isso, serão penalizados novamente! Postem a sua ideia e como você pretende continuar SE a sua ação der certo, como por exemplo fez o Paul, Annabeth ou Arya, e eu direi se a mesma deu certo ou não.
Além disso, não desconsiderei ações que são parecidas, pois as maneiras de se passarem pelo corredor são muitas. No entanto, se ocorrer situações iguais no decorrer do Labirinto, tentem achar outras soluções.
Além disso, o prazo para postar no Labirinto diminuiu. Agora vocês terão 4 dias para postar depois que eu o fizer. Isso teve que ser feito para que o evento não durasse quase dois meses inteiros e se tornasse algo cansativo.
Qualquer dúvida sobre a avaliação ou sobre algo do evento, me mandem MP.
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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por James Lane em Ter Dez 23, 2014 3:22 pm







James Athur Lane
"Η δύναμη είναι μόνο ισχύς.

Estava com os olhos fechados caminhando rapidamente, com o cajado inclinado para frente usando-o para evitar que eu topasse contra algo repentinamente e acabasse por me machucar desnecessariamente. Ainda que estivesse caminhando rápido, ainda era cauteloso com cada passo, até que após andar por alguns instantes, sinto algo agarrar meus tornozelos me desequilibrando e mais dessas coisas surgem e começam a agarrar minhas pernas e braço, evitando com que eu caia, embora não deva ter sido esse o objetivo. E sentindo melhor as coisas que me agarravam pelos braços, percebo que são mãos. Dou golpes com o cajado, tentando livrar-me das mãos que me agarram, mas ele é arrancado de minhas mãos e os gritos começam. Ensurdecendo-me a cada vez que soavam altos e estridentes, penetrando fundo em meus ouvidos e marcando-se em minha mente, me fazendo imaginar os mais dolorosos tipos de tortura.
Com isso, não consigo pensar por um longo momento, até estar mais adaptado aos gritos. Embora as mãos continuem a me agarrar e a me arranhar, mal sinto, pois o que realmente me incomodava, era os gritos, fazendo meus ouvidos e minha cabeça doerem. Quando consigo ao menos pensar um pouco mais claramente, uma ideia surge em minha cabeça. Logo quando as mãos haviam começado a me agarrar o cajado fora arrancado de minhas mãos, o que significava que eu talvez pudesse abrir os olhos e continuar no mesmo lugar ou eu poderia abrir os olhos e estar de volta ao inicio do corredor, mas o que aconteceu com meu cajado após ele ser arrancado da minha mão, me incomodava não saber o que havia acontecido com ele após ser arrancado de minhas mãos, mas evitei abrir os olhos, receando ver à que corpos pertenciam as mãos, pois até o momento, eu só estava sendo impedido de continuar meu caminho. Sinto uma das mãos, apertar meu pulso e leve um beliscão gelado do meu bracelete. Começo a mexer as mãos para libertar o pulso e ativar o arco, e ter algo para me defender, esquecendo rapidamente do cajado. Contorço-me nas mãos, tentando me libertar à força. Viro e nessas contorções, viro o rosto e acabo sem intensão, abrindo um dos olhos, quando minha cabeça estava virada para trás e os fecho novamente, rapidamente, mas apenas essa visão, foi suficiente. Agora sei que se eu olhar para trás, não vou voltar, mas foi outra coisa que me chamou a atenção. Meu cajado estava jogado a metros de distância, perto da porta. O feitiço salta de minha boca, enquanto viro o pulso entre as mãos que me seguravam e aponto o dedo indicador, para o local aonde o cajado havia caído, enquanto as palavras saltam da minha boca.
-∲Veni ad Me!
Digo o feitiço, apenas para recuperar o cajado, enquanto tento ativar o arco e usá-lo para me libertar, batendo nas mãos que me agarravam com ele e se eu conseguisse o cajado, ajudaria ainda mais. Caso conseguisse me libertar, correria o mais rápido para o fim do corredor, sem olhar, mesmo que topasse contra a parede.


Poderes, habilidades e armas:

Feitiço do grimório: ∲Veni ad Me: Com estas palavras contanto que o jovem semideus aponte para o objeto que deseja, este irá vir até este sem pestanejar.

*Arco Magico: Consiste em um arco de material escuro, tende-se a crer que seja ferro estígio. A corda da arma é de tom claro, quase transparente. Em toda a estenção do arco vê-se o nome do filho da Magia entalhado. As flechas são magicas, surgem ao esticar da corda, as mesma são envoltas por uma aura negra que é capaz de aumentar em 5% o dano causado no oponente. [Transforma-se em um colar para as garotas e em um bracelete para os rapazes.]

Cajado : Aqui o filho de Hécate deve escolher entre um cajado ou uma varinha para realizar suas magias. Ambos são feitos de uma madeira escura (geralmente ébano) intrincada, com uma pedra colorida na ponta. A cor da pedra varia (assim como os olhos dos filhos de Hécate) de acordo com o humor do semideus.

Nível 1
•Natureza mágica: Filhos de Hécate conseguem fazer magias desde o primeiro nível, conseguindo usá-las para ataque normalmente. Todos os seus poderes são considerados ataques mágicos.

Nível 2
•Maestria em Magia: Ao alcançarem esse nível, as proles da deusa da magia, gastarão menos pontos de Energia quando utilizarem uma habilidade relacionada a magicas.


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A criança perdida na escuridão agora implora por sua alma que estará em chamas. Não se pode fazer mais nada; as trevas a espera, pois ela já esta no circulo. O demônio irá possuí-la e não haverá nada que conseguirá salvá-la daquilo que já esta previsto!

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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por Becka Klasfox La'Fontaine em Ter Dez 23, 2014 6:28 pm



Não foram erros. Foram escolhas

Mesmo sabendo que aquilo não era real Phobos se recusava a revelar o obvio o que fez a garota bocejar mais um pouco vendo que nada acontecia, estava chato permanecer ali mas se ele queria ação era o que teria, um sorriso se formou nos lábios de Becka enquanto ela emburrava a mesa para longe  e pegava a cadeira quebrando sobre a perna até esta ficar apenas a parte que seria o acento, as pernas e encosto já longe de si aos quais ela chutou para o lado.

Analisou o tamanho da coisa em suas mãos não era bem uma prancha mas ia servir, então colocou a peça sobre o chão, vestiu as luvas negras e sentou-se sobre o pedaço de madeira quebrado fazendo videiras a prenderem sobre o mesmo uma prancha improvisada, estralou os dedos algumas vezes e prendeu os cabelos num rabo alto de cavalo enquanto encarava a porta com a placa em cima pensando em suas possibilidades.

-Bem se quer da maneira difícil, acho que teremos de quebrar algumas coisas ou causar uma pequena turbulência nessas paredes- Sua voz denotava o tom malicioso enquanto espinhos cresciam nas laterais de sua prancha improvisada no intuito de manter qualquer coisa longe enquanto ela se concentrava, seu plano era simples e falho porem eficaz.

Trata-se de uma ilusão vamos vencer pela inteligência e agir rápido, pensou a garota sua ação basicamente se dividia em etapas básicas a primeira já realizada com sucesso travava-se de analise do conteúdo, separar o que é real do que não é e impedir que aquilo a afetasse, não funcionava de olhos abertos então a fenda seria amarrada em seus olhos logo depois que os cabos de bronze celestial se prendessem a porta.

De suas luvas nasceriam os fios de bronze celestial, cortam qualquer coisa mas também são uteis para se criar uma armadilha perfeita ou uma estrutura perfeita, essas se prenderiam a porta de maneira firme, e quando isso acontecesse ela faria os cabos a içarem como um guincho com a prancha sobre a porta como um esquiador que desse a montanha, os olhos estariam vendados mas tudo que tinha que fazer era seguir reto na maior velocidade possível estilhaçando tudo a sua frente até quebrar a bendita porta ou estar nela para poder passar ao outro lado.
-Vamos ver como se brinca tio- Riu como louca dando inicio a sua brincadeira infantil.


POST: 000 NOTAS: AquiCOM: Aqui


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Spoiler:
♦Luvas da Ilusão - Um par de luvas negras que permite ao seu dono criar diversos fios afiados de diversas cores que podem cortar quase tudo, o filho de Dionisio pode usar esses fios para criar “cenários” tão perfeitos que enganariam até mesmo um deus e assim criar diversas armadilhas para seus oponentes.

♦Sementes Explosivas - É uma sacola de pano verde em que se encontram algumas dezenas de sementes de uvas. Essas sementes quando são plantadas na terra se tornam como minas terrestres, explodindo quando qualquer um o tocar.
Spoiler:
Poderes:
- Videiras Intermediária  - Você já pode estar usando videiras para o ataque e defesa. Não protege de ataques muito fortes e o ataque não causa muito dano.


Quer ser feliz? Seja louco, sorria sempre mesmo sem motivo. Meu estilo de vida liberta minha mente.Enquanto houver um louco, um poeta e um amante haverá sonho, amor e fantasia. E enquanto houver sonho, amor e fantasia, haverá esperança.
❄️
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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por Tessa S. Henz em Ter Dez 23, 2014 7:00 pm


Algumas vezes se acertava de primeira, já outras simplesmente se deixava ser enganado por aquilo que se acreditava ser uma opção plausível. Admitir um erro nem sempre significava estar satisfeito com ele. Então, eu admitia que minha tentativa havia sido fajuta, no entanto era difícil aceitar que eu poderia estar sendo deixada para trás, pelos demais semideuses. Soltando um suspiro desalentando, fiz com que a bolha deixasse de me envolver, ao passo em que pensava em uma nova solução para meu problema iminente. A água de fato não seria suficiente para acabar com a ilusão que dominava minha mente, o que me levava a pensar que talvez meus poderes não seriam de grande ajuda, pelos menos não naquele nível do labirinto ao qual eu me encontrava. Haviam muitas opções a serem levadas em conta, mas nenhuma delas se quer se passavam por minha mente mais de uma vez, sem que eu me visse de volta ao inicio de tudo.

–Vamos Tessa! O que você esta deixando passar?- murmuro em um sussurro destinado a mim mesma. Talvez a benção a mim dada por tio Zeus fosse de ajuda naquele momento, mas mesmo assim eu não via como bolas de energia poderiam por fim a uma ilusão. Minha mente era a chave para o fim, portanto era nela que eu deveria concentrar toda minha atenção. Seria deveras interessante se uma bolha de água pudesse defender meus pensamentos limitando a ilusão a uma única parte deste, mas isso não seria possível. Infelizmente para mim, eu não obtinha nenhum poder especial.  Vejamos, o que Emmanuelle faria se estivesse em meu lugar? Ou melhor o que eu iria fazer agora que eu obtinha a certeza de que minhas habilidades não seriam palhas para a distorção. Phobos era o deus do medo, e o medo não obrigatoriamente seguia um único caminho. Uma fobia podia ou não ser utilizada naquele momento, e o que mais era próximo ao medo do que o lado obscuro da vida.

Naquele momento eu me encontrava em um impasse. Eu poderia aceitar a força do meu lado que dizia que apesar de todas as contradições minhas bolas de energia seriam a grande chave para a razão, ou eu poderia seguir a parte de meu ser que ditava aos gritos que a única forma de acabar com aquilo que me impedia de continuar, era aceitar a escuridão e fazer dela minha grande amiga. Em um gesto despreocupado, transformei meu rabo de cavalo em um coque alto. Meus pensamentos se encontravam a mil, enquanto meu corpo ansiava por alguma ação. Sentando-me sob o chão gelado, cruzei as pernas e iniciei um cantarolar. Minha mente absorvia o ritmo da canção adaptando-se a minha nova situação. “A escuridão pode ser facilmente combatida pela luz, no entanto quando se encontra em um local que por muito tempo foi lar do medo e da agonia, não há como combate-lo diretamente. É isso, devo me unir a ele.”- refleti enquanto um breve sorriso dominava meus lábios.

Impulsionando meu corpo para cima, voltei novamente a minha posição inicial. Como eu imaginara o corredor estava a minha frente sem nenhuma mudança. Observando o corredor atentamente, eu buscava gravar cada um de seus detalhes até onde eu pudesse vê-lo. –Vamos lá!- murmurei dando-me por satisfeita com a observação que de fato não obtinha muita coisa a ser desvendada além de sua largura. Fechando meus olhos, dou um primeiro passo a frente. - When you feel my heat look into my eyes it’s where my demons hide, it’s where my demons hide- meus olhos continuavam fechados buscando impedir que a distorção mental se apoderasse deles, ao passo que de meus lábios se retiravam a canção que ao meu ver se encaixava perfeitamente naquele momento. Eu não obtinha a mínima ideia se passos me lavariam a algum lugar, se é que eles eram passos de verdade. Minhas ações eram guiadas por alguém acima de mim. Nesse caso, tio Phobos.

Eu não sabia nem se estava andando no fim das contas, quanto mais se chegaria ao fim daquilo. Minhas emoções precisavam se manter controladas, e a musica de certa forma fazia isso, como a água.  -Don’t get too close, it’s dark inside, it’s where my demons hide, it’s where my demons hide- a cada novo verso, um novo passo sem direção era dado. A incerteza tentava me corroer, ao mesmo tempo em que eu a mandava para longe buscando confiar em meus instintos, a única coisa minimante confiável naquilo tudo.A sorte estava lançada, que os deuses estivessem ao  meu favor e a loucura não  me pegasse por completo antes do tempo pré estabelecido para chegar ao fim de toda aquela loucura.


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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por Arya Doprav em Ter Dez 23, 2014 10:21 pm



Dubito, ergo cogito, ergo sum.


Arco armado, flecha posicionada, postura ereta... Não tardou para a arma escapulir por entre meus dedos. A flecha percorreu toda a extensão do corredor, iluminando perfeitamente cada ponto escuro. Um barulho estranho ecoou quando a mesma se afincou na placa de latão no fim do lugar. Nada foi revelado, tudo permanecia intacto. Se minha visão estava sendo iludida, não seria com aquele gesto que algo mudaria. Foi apenas perda de um tempo, o qual eu não tinha. E ficar parada ali não rira adiantar em absolutamente nada. Sinceramente, preferiria estar enfrentando algum monstro temível. Mas que emoção teria? Eles já fazem parte da minha rotina. Não necessito usar tanto a mente enquanto estou tentando decapitar uma criatura. Porém, a situação em que me encontrava exigia muito mais esforço mental. Precisava me livrar daquela distorção e ainda arranjar um jeito de me proteger fisicamente. Afinal, quantas “surpresas” ainda seriam reveladas? Não acredito que sejam poucas.
Quando decidi entrar neste torneio, convenci minha própria pessoa que enfrentaria coisas totalmente diferentes das quais estou acostumada. Estava em um manicômio, um labirinto que guardava memórias de loucuras assustadoras, de agonia, de sofrimento, de dor... Uma infinidade de coisas negativas. Phobos escolheu tão bem sua “arena”...
Algo me impulsionava a fechar as pálpebras e caminhar, mas eu não faria isso. Não andaria dessa maneira em um lugar que eu não conhecia. O problema é que eu não podia olhar para o corredor, pois a ilusão permaneceria. Os dedos faziam um batuque fraco no tecido grosso que me envolvia, fiquei observando meu próprio gesto e arregalei os olhos no momento que outra ideia se fez em meu consciente.
Se um dos meus sentidos me enganava, outro poderia me ajudar. Puxei as laterais do pano que cobria parte da minha cabeça, obrigando-o a impedir minha visão lateral. Concentrei-me o máximo que pude, esperando que gotas d’água me envolvessem criando uma cúpula a minha volta, ela seria mais que útil para a defesa de supostos ataques que poderiam ocorrer, apesar de eu achar difícil que ocorressem. Entretanto, seria incipiência não me precaver.
Depois da defesa pronta, eu colocaria minha mão esquerda na parede, enquanto a direita desembainharia a espada marinha. Minhas íris se focariam apenas em um lugar: a mão. O tato seria meu guia. A capa impediria a vista lateral, não deixando que o corredor fosse visualizado por mim. Por fim, eu caminharia o mais rápido que conseguisse, atenta a qualquer presença que tentasse se aproximar.
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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por Alexia Z. Watts em Seg Dez 29, 2014 12:21 am


LEARN TO CONTROL YOUR FEAR AND GET RID OF IT
O labirinto está fazendo-me perder a paciência, embora conseguir tal proeza não fosse tão difícil. O local tem realmente toda aquela extensão e isso ficou bem claro quando minha adaga foi lançada ao ar e deslizou pelo chão do eterno corredor. As coisas realmente estão confusas agora. Não é um truque mental? Então tem mais coisas por ai... tem uma magia além daquela que prega peças em nossas mentes. Não posso perder tempo. Tenho que bolar um plano. Corro e pego a adaga no corredor, voltando para início logo em seguida, o que me faz soltar um palavrão em latim. Estou ficando irritada com essa brincadeira, preferiria mais enfrentar minhas fobias personificadas. Já que o local estava pregando uma peça em meus olhos, vamos com a ideia de mante-los fechados... Mais seria muito fácil se fosse assim, fácil demais para um deus louco que quer diversão. Pode ter um ataque, e mesmo que não tenha, preciso estar preparada. É isso que eu aprendi em quatro anos de acampamento. Sou um arma de matar tudo que ameaça, como uma cobra... E mesmo que não possa ver, isso não quer dizer que não aja ameaças.

Começo a preparar o terreno. Faço surgir uma neblina ao meu redor, que é bem espessa e consegue me ocultar bastante e as coisas ao meu redor, se algum monstro aparecer não poderá me ver ou atacar antes que eu sinta sua presença e seja capaz de me defender. Tenho sentidos aguçados, o que facilita se o ataque for físico, mas se for mental, o que farei? Cruzo os braços, forçando a minha a mente a se lembrar de algo que pode ser útil. Será que eu tenho algum tipo de escudo mental? Hm... acho que não. Penso mais um pouco... não posso enfrentar um corredor que brinca com minha mente sem a tê-la protegida. - Obrigada, Hylla - eu sussurro e solto um suspiro de alívio logo em seguida. Nós amazonas temos um poder peculiar, que poucas das nossas sabem, mas que a antiga rainha, Hylla, havia me contado. É uma espécie de contrafeitiço, que é meio que anula qualquer poder passivo que venha nos atingir. Usarei esse para ataques mentais. Será que existe mais alguma forma de me preparar para qualquer coisa que vier em seguida? Se sim, nada vem a mente agora. Bem, estou pronta. Tiro o meu tridente da bolsinha de contas e o transformo num escudo que se molda em meu corpo. Fecho os olhos e com a espada em mãos, avanço correndo com toda a velocidade e maestria de uma guerreira. Posso atravessar o corredor bem rápido, e embora não esteja de olhos abertos sei que tudo não se passa de um borrão cinzento. Caso algo venha me atacar mentalmente, usarei o contrafeitiço, e caso algo venha me atacar fisicamente, estou com um escudo corporal e espada, sem falar na neblina que me ocultava. Meus instintos me guiam para o caminho certo pelo corredor, de forma que não bato na parede ao correr. Apenas continuo o correr e rezo para que tudo seja suficiente.



Armas e Poderes:

Neblina: Você poderá fazer com que neblina surja em sua volta desnorteando seus inimigos.
Sentidos Aguçados: Sua audição, visão e olfato estão mais aguçados.
Contrafeitiço I - Um ataque que é capaz de anular algum poder do alvo. Nesse nivel você só pode anular poderes passivos

- Espada Longa de Inflamada: Custo [60 Dracmas] [Uma espada longa de ouro imperial e que inflama ao desejo do dono. O fogo fica acesso durante 2 turnos e precisa de apenas 1 para acender novamente.] - não está inflamada.

-Kit de Camuflagem - Um kit completo de camuflagem, que permite que as donzelas que o utilizarem possam se mesclar ao ambiente perfeitamente, sendo identificadas somente com muita atenção ou por outros meios que não sejam a visão comum, sem nenhum bônus. Se parada, funciona melhor. Acompanha kit infinito de tinta camufladora, colchonete das cores verde e preto para ocultação, roupas do mesmo aspecto e uma corda da mesma cor, além de uma bolsinha de contas verde-militar encantada que pode carregar vários itens em seu interior, além disso contem os dardos das amazonas esses podendo ser lançados e envenenar o inimigo.

Cinturão -  O cinturão é a maior força e poder da rainha, pois ele duplica a quantidade de poderes dela dando mais força, velocidade e habilidade a quem o possui, e ajuda a controlar os poderes.

•Trident Snake – Um tridente feito completamente de ouro imperial que consegue assumir a forma de uma das duas diferentes armas: Espada de Água (Uma espada que absorve a umidade do ar para atirá-la em forma de jatos de água) Bubble Shield ( Um escudo transparente que pode se transformar em uma bolha que cobre todo o corpo do filho de Netuno o protegendo completamente).


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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por Paul Foster em Seg Dez 29, 2014 10:36 pm

Nível 1 - A Distorção
Fechar os olhos para se atirar na aventura funciona. Meus pés caminharam por um bom tempo, considerando a situação, antes que eu sentisse o primeiro “porém” em meu plano infalível. Eu não pude sentir a aproximação do que quer que fosse, mas algo me tocou – ou pelo menos me fez senti-lo – e antes que eu pudesse me armar, atacou minhas duas pernas, arranhando-as com garras afiadas. O mesmo aconteceu em seguida com o meu braço. Era difícil caminhar e até mesmo se mover, mas tinha de haver uma solução.
“Mental ou físico?” pensei, tentando desvencilhar meus braços e pernas das garras.
Não podia ser mental, pensei. Eu não me lembrava de nenhum som que pudesse me causar problemas, meus olhos estavam bloqueados e minha mente preparada para algo, buscando problemas internos que não chegaram. Mesmo que assombrações ou fantasmas, eram coisas do plano físico.
Eu não podia arriscar sofrer muito tempo, as feridas causadas eram reais, eu as sentia mesmo sem vê-las. Concentrei meu poder nas sombras abaixo das construções, bem abaixo, invocando duas mãos de sombra que possuíssem meu tamanho. Elas apanhariam ou bateriam no que estivesse ali, afastando os problemas caso eles fossem fantasmagólicos ou físicos.
Obviamente, isso seria apenas um teste.
Caso funcionasse, tentaria terminar mais rapidamente o restante do percurso, sempre tomando cuidado com o final, a fim de não sofrer danos por falta de cuidado, com a espada na mão e a mente atenta usando de outros poderes para não ser atingido (como intangibilidade).
Se não funcionasse, era realmente uma ilusão e eu tentaria chutar e me mover com força, tentando afastar eles da minha mente e seguir o caminho também com mnais pressa e mais cuidado.
Poderes:

✝ Mãos do Inferno. A partir de sombras, mãos surgem ao seu redor para ajudá-lo, assumindo tamanhos variáveis.
✝ Intangibilidade Intermediária. Agora consegue diminuir a densidade da metade do corpo por completo.
Hades – 18 anos – Britânico –Gêmeo Grego – Guardião do Medo
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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por Isabella Fields em Ter Dez 30, 2014 1:09 am

Everybody Wants To Rule the World
Acting on your best behaviour Freedom and of pleasure Nothing ever lasts forever, everybody wants to rule the world---------


Isabella pensará que já tinha conseguido passar do primeiro nível, nos seus cálculos sabia que tinha andado pelo menos metade do corredor, porém Phobos não a deixaria prosseguir assim tão facilmente. Enquanto já comemorava mentalmente,  a filha de Nyx se descuidou por um segundo e piscou os olhos. -Mais que droga!- disse ao fechar os olhos rapidamente na esperança que seu descuido passasse despercebido, mais já era tarde.

No mesmo momento algo agarrou seu pulso esquerdo a puxando para cima com violência, fazendo com que sua cabeça batesse no teto deixando a menina atordoada por alguns segundos, antes que pudesse fazer algo mais mãos agarram-na, deixando Bella sem movimento. Quando voltou a si,  pode sentir o que a estava segurando, pareciam ossos, talvez sejam esqueletos, não poderia saber ao certo já que ainda estava com os olhos fechados. Tentou pegar sua espada, mais a mesma havia caído no chão assim como sua mochila.

Se isso já era demais, o deus quis brincar ainda mais com a filha de Nyx. Gritos agonizantes penetraram a mente da garota de forma continua fazendo-a gritar em desespero, não escutava nada além de sofrimento e pedidos de ajuda dos antigos moradores do manicômio, tudo que queria naquele momento era sair correndo daquele lugar horrível e se esconder.  "Calma Bella, tente pensar em outra coisa"  A menina tentou esquecer que estava presa por esqueletos e lembrou-se de coisas boas e calmas, do acampamento, dos seus irmãos e de seu pai.

Quando enfim estava mais calma e os gritos de socorro não passavam de sussurros torturantes, a menina se concentrou em apenas uma das mãos e falou a ordem: -Solte-me!- disse meia receosa, não sabia ao certo se iria funcionar, era apenas uma ideia...mais para sua sorte a mão esquelética que segurava sua mão direita a largou, deixando a livre para pegar sua espada. Passou a mão pelo chão com dificuldade, estava fazendo muito força para conseguir tão feito, até que conseguio achar a mesma, não pensou duas vezes, cortou rapidamente os braços que a seguravam, ficando assim livre para seguir pelo resto do corredor.

A filha de Nyx tateou o chão para recolher o resto de suas coisas, certificou-se de que seus olhos continuariam fechados pondo uma venda improvisada feita de uma tira rasgada de sua blusa, segurou com firmeza a sua espada de titânio e seguiu correndo pelo resto do corredor, na esperança de que mais nada acontecesse. -Sem surpresinhas Phobos, por favor!-






nada a declarar





Poderes:

☪    Fala morta ☪    Nyx também é a deusa dos mortos, sendo assim aqueles que vieram dela podem comunicar-se com aqueles que já se foram.


From suffering arise the strongest spirits
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Re: O Labirinto da Morghul

Mensagem por Phobos em Qua Dez 31, 2014 1:32 am

James Lane

James consegue usar a sua magia para trazer seu cajado até a sua mão novamente, depois de muito tempo atordoado pelos gritos que impediam o garoto de pensar com clareza, e também consegue livrar o pulso e ativar seu arco, batendo nas mãos esqueléticas que o seguravam com vontade e firmeza, e logo ele cai no chão. Sem parar pra pensar, ele segura seu cajado e corre na direção do fim do corredor, ainda de olhos fechados, os gritos ficavam mais fracos até que sumiram completamente.
Num determinado momento, o garoto topou contra algo duro e caiu de costas no chão, deixando o arco e o cajado caírem ao seu lado. Pensando que tinha topado contra a parede, ele olha para a frente, mas o que vê é um grande espelho, parado bem no meio do corredor, impedindo sua passagem. Ele se levanta calmamente, olhando para o próprio reflexo, até que o seu outro eu no espelho dá um sorriso sádico. A imagem do espelho tira uma adaga longa de bronze de algum ponto atrás das costas e lentamente faz um corte na bochecha, que imediatamente depois é sentido pelo próprio garoto real, que faz ele dar um grito de dor. Seu reflexo continua a se auto-flagelar, cortando lentamente o braço, as pernas e o peito, sem tirar o sorriso sádico do rosto.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => -1
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Solução do Problema => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
Ação => 0
Perda Fixa => -3
Perda de Energia => 5

ESTADO MENTAL => 91% (Calmo)
1 ação com sucesso para o próximo nível

Becka Klasfox La'Fontaine

A ideia da filha de Baco era complexa, porém muito inteligente, e partindo da sua engenhoca mirabolante, a garota conseguiu um belo impulso para o corredor sobre a sua prancha cheia de videiras, atravessando os 15 primeiros metros do corredor  em questão de segundos. No entanto, as mãos fantasmagóricas tinham ordens expressas de impedir a passagem a qualquer custo, e para parar aquela prancha  muitas mãos saíram das paredes e do teto, indo de uma ponta a outra formando uma espécie de parede. A prancha foi parada com um baque surdo de ossos e carne sendo cortados, e a engenhoca tombou de lado, fazendo um buraco na parede de mãos e fazendo a garota cair no chão.
Antes que ela tivesse tempo de se levantar e correr, as mãos que tinham sobrevivido aos cortes se agarraram as pernas dela e começaram a puxá-la para trás, arranhando sua panturrilha e coxa. Os gritos mentais começaram assim que a primeira mão tocou a garota, atrapalhando os pensamentos dela e a fazendo ficar surda momentaneamente.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => -1
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Interação Semideus/Labirinto => -1
Solução do Problema => 0
Ação => 0
Perda Fixa => -3
Perda de Energia => 5

ESTADO MENTAL => 88% (Calma)
2 ações com sucesso para o próximo nível

Tessa S. Henz

Tessa se concentrou por um tempo, tentando encontrar outra saída que não fosse a que rondava a sua mente. No final, entretanto, chegou na conclusão de que apenas se não visse a ilusão, conseguiria passar daquele corredor. Como a ideia não lhe era agradável,  a garota seguiu com os olhos fechados pelo corredor, cantarolando uma música para acalmar seus nervos enquanto o fazia. Mas ao atingir a metade do labirinto, as mãos esqueléticas surgiram e rapidamente a seguraram pelos pulsos e pernas, arranhando elas e a prendendo naquele lugar. Ao mesmo tempo, o ataque de gritos e choros mentais começou, fazendo com que a garota perdesse noção do que fazia ou de onde estava por breves minutos.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => -1
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
Solução do Problema => 0
Ação => 0
Perda Fixa => -3

ESTADO MENTAL => 90% (Calma)
2 ações com sucesso para o próximo nível

Arya Doprav

Apesar de sua ideia parecer que terminaria num completo fiasco, a filha de Poseidon pensou em algo que outros semideuses esqueceram. Fechar os olhos não era a única forma de não ver o corredor. Levando toda a sua atenção apenas para um ponto fixo, a garota se distraiu do corredor e, dessa forma, não foi pega pela ilusão contínua que estava ali. Ao completar a primeira metade da caminhada, a garota percebeu pelo canto do olhar um movimento estranho saindo da parede, mas até mesmo seu reflexo aguçado não foi o suficiente para se preparar a tempo.
As mãos esqueléticas saíram das paredes e tetos, no começo arranhando com raiva contra aquela bolha que impedia a sua passagem. Quando perceberam que não conseguiriam furar aquela barreira feita de água, elas simplesmente começaram a se juntar numa espécie de parede, de forma que a garota não pudesse continuar a não ser que fizesse algo com aquele obstáculo.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => 0
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
Solução do Problema => 0
Ação => 0
Perda Fixa => -3
Perda de Energia => 5

ESTADO MENTAL => 92% (Calma)
2 ações com sucesso para o próximo nível

Alexia Z. Watts

A amazona tenta ser o mais cautelosa possível, levando em conta os perigos que poderiam aparecer pelo caminho, e tenta se proteger de todas as formas possíveis. Assim que estava pronta, ela fecha os olhos e começa a correr pelo corredor. Mas, mesmo com a neblina que estava ao redor da garota, ela não pôde impedir o súbito agarrão que tomou nas pernas quando alcançou a metade do corredor, já que assim que a primeira mão foi triscada pelo pé da garota, as outras imediatamente se chacoalharam no ar até encontrar a pele da semideusa e a agarram com vontade. Por estar correndo, ela cai de cara no chão, perdendo por um momento sua espada, que parou logo na sua frente, no alcance da sua mão. Ela precisava se livrar das mãos que a agarravam e a arranhavam se quisesse continuar até o fim do corredor.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => 0
Realismo => 0
Movimentação NPC/Player => 0
Interação Semideus/Labirinto => -1
Solução do Problema => -1
Ação => 0
Perda Fixa => -3
Perda de Energia => 5

ESTADO MENTAL => 90% (Calma)
2 ações com sucesso para o próximo nível

Paul Foster

Paul lutou inicialmente contra as mãos que o seguravam, tentando se livrar pelo menos para invocar as mãos usando as sombras que moravam embaixo do manicômio para auxiliarem a ele. As sombras agarravam as mãos esqueléticas e as quebravam com facilidade, soltando o garoto depois de alguns segundos. Assim que ele sentiu que nada mais o prendia, o garoto correu, tentando alcançar o fim do corredor. Mas quando se aproximava do corredor, ele percebeu que a placa sumia lentamente da sua visão, e no lugar da mesma a sua própria imagem começava a se refletir num espelho que tomava toda a extensão do corredor.  No começo ele olhou ao redor, tentando ver se havia outro corredor ou algo do gênero, e quando voltou a cabeça notou que a sua imagem não tinha se mexido junto com ele, como era de se esperar. Ela olhava fixamente para ele, com um sorriso sádico que o garoto não se lembrava de nunca ter dado na vida, um sorriso assustador. A imagem levou as próprias mãos até o pescoço e começou a apertá-los com vontade, e o próprio semideus no real sentiu a traqueia se fechar, impedindo a passagem de ar por ali. Ele cai de joelhos, tentando respirar com força enquanto sente a vida esvaindo de seu corpo. Ele precisava decifrar aquele enigma. Como passaria? O tempo corria.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => 0
Realismo => -1
Movimentação NPC/Player => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
Solução do Problema => 0
Ação => 0
Perda Fixa => -3
Perda de Energia => 10

ESTADO MENTAL => 93% (Calmo)
1 ação com sucesso para o próximo nível

Isabella Fields

A filha de Nyx estava em apuros, e por não ser tão grande quanto os outros campistas, ela foi erguida do chão, tornando uma tarefa fácil para as mãos esqueléticas arranharem ela até que a mesma morresse ali. No entanto, ela contava com algo que os outros campistas não podiam contar. Ela podia se comunicar com as mãos, já que elas pertenciam aos mortos antigos daquele lugar abandonado. Assim que ela deu a ordem as mãos pararam de segurar a garota, fazendo com que ela caísse de joelhos no chão, e ficaram paradas estáticas, como se estivessem congeladas. Isabella não perdeu tempo e correu até o fim do corredor, mantendo os olhos fechados, mas assim que murmurava as palavras, ela bateu em algo frio que a jogou para trás, fazendo ela cair no chão e abrir os olhos, esperando ver a placa de bronze. Mas o que viu foi um grande espelho que impedia sua passagem por ali. Naquele espelho estava a sua imagem, porém não sentada como ela estava, e sim de pé. Estava mais pálida do que o normal, e tinha um sorriso assustador em seu rosto, olhando fixamente pra ela, sem piscar.
Antes que a garota pudesse pensar em fazer algo, ela notou algo escorrendo pelo nariz da imagem. Sangue descendo, passando por seus lábios. E ao mesmo tempo, o sangue desceu pelos lábios dela, fazendo ela sentir o gosto de ferro. De repente, algo invadiu a boca dela e ela fez o que qualquer humano normal faria, cuspiu fora contra o chão. Mais sangue. Ela olha para o espelho e percebe que a sua imagem permanecia parada, com aquele sorriso sádico no rosto, mas sangue saía de cada orifício da garota, pelos olhos, nariz, boca e ouvido, e a própria filha de Nyx começava a engasgar com o sangue que saía de si, vendo o chão ficar cheio do líquido vermelho. Ela precisava fazer algo, antes que perdesse muito sangue.

Notas e Estado Mental:
Ortografia/Gramática => 0
Realismo => -1
Movimentação NPC/Player => 0
Interação Semideus/Labirinto => 0
Solução do Problema => 0
Ação => -2
Perda Fixa => -3

ESTADO MENTAL => 89% (Calma)
2 ações com sucesso para o próximo nível

Annabeth Chase

Sem post por parte da semideusa. Seguir instruções do post anterior.

Notas e Estado Mental:
PERDA TOTAL

ESTADO MENTAL => 85% (Calma)
2 ações com sucesso para o próximo nível

Dimitri Romanov

Sem post por parte do semideus. Seguir instruções do post anterior.

Notas e Estado Mental:
PERDA TOTAL

ESTADO MENTAL => 85% (Calmo)
2 ações com sucesso para o próximo nível

--//--

Avisos Importantes:
Para Paul, Isabella e James ~> Só existem duas saídas para o enigma do espelho. Tentem encontrá-las ou morram tentando...
Voltamos a normalidade quanto aos prazos dos posts. Portanto, a menos que tenham um motivo para que eu estenda o prazo (e se tiverem, me mandem MP COM ANTECEDÊNCIA), vocês devem postar até o dia 04/01/2015, 23:59.
Qualquer dúvida, me mandem MP. Boa sorte.

Ranking por Estado Mental:

1º - Paul Foster (93%)
2º - Arya Doprav (92%)
3º - James Lane (91%)
4º - Alexia Z. Watts (90%)
4º - Tessa S. Henz (90%)
6º - Isabella Fields (89%)
7º - Becka Klasfox La'Fontaine (88%)
8º - Annabeth Chase (85%)
8º - Dimitri Romanov (85%)


Última edição por Phobos em Qua Dez 31, 2014 12:09 pm, editado 1 vez(es)
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Re: O Labirinto da Morghul

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