The Blood of Olympus
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[CCFY] - Um Sacrifício na Alvorada

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Mensagem por Julian Morthigan em Qua Nov 20, 2019 10:45 pm

— And my soul from out that shadow that lies floating on the floor; shall be lifted, nevermore! — Julian recitava mais uma vez os últimos versos do “Corvo”, de Edgar Allan Poe, sem sucesso. Ele suspirou e desabou na poltrona ao seu lado. Já faziam semanas que estava treinando seu monólogo interpretativo de seu poema favorito, mas nunca parecia estar bom o suficiente, nem perto disso.

Sentiu o peito arder enquanto a frustação tomava conta de si, o que estava acontecendo? Nunca tivera problemas em interpretação, ainda mais com coisas que tanto amava. Agora que estava no acampamento, tinha tempo para se dedicar às suas artes mais ainda, mas parecia que havia regredido.

E não eram apenas as artes dramaturgas. Esses dias, ao pegar um exemplar de A Divina Comédia para ler, percebeu que seus olhos não conseguiam se focar nem por um instante na leitura. Lia mais de 3 parágrafos seguidos sem perceber como não havia digerido nada de nenhum deles, sua mente a quilômetros de distância.

Pegou o livro de poemas e retomou pelo que deveria ser a vigésima vez hoje aos versos que eram o centro de sua atenção. A dramática narrativa do amante que perdeu sua amada parecia extremamente sem sal em sua versão. Ele reclinou-se na poltrona, jogando o livro sob a cabeça cobrindo seus olhos e engoliu em seco quando um pensamento digno de pesadelos passou em sua cabeça. Será que estaria perdendo seu talento?

Seus pensamentos negativos foram interrompidos por uma voz conhecida. — Uau, você ainda está nisso? — Exclamou a dona da voz, sentando-se em uma cadeira próxima. Ele tirou o livro dos olhos e observou a pessoa que entrava. Era Àstrid, sua meio-irmã, e ela trazia consigo uma Coca-Cola expresso em uma mão e um drink na outra, aproveitando que os filhos de Dionísio eram os únicos com permissão de possuir tais bebidas no acampamento. — Aqui. Você vai precisar de cafeína se vai ficar tanto tempo assim insistindo nisso. — Ofereceu enquanto bebericava seu drink

Julian resmungou, pegando a bebida e abrindo-a. — Isto é inconcebível! Como é possível praticar em tal grau a mesma ação e continuar deplorável nela? — Indignou-se ele após beber alguns goles, colocando as mãos na cabeça em sinal de frustração. — Dê-me uma golada deste. Preciso de um pouco. — Pediu ele, apontando para a bebida nas mãos da irmã.

— Ah, não. Você precisa se manter sóbrio se quiser fazer isso certo. —
Ralhou ela, afastando o copo de perto dele. — Além do mais, esse aqui é meu.

Ele resmungou, contentando-se com seu refrigerante. Àstrid suspirou, aproximando-se dele e deixando o copo em um criado-mudo. — Escuta, você está a muito tempo fazendo a mesma coisa. Sua cabeça está a mil. Você precisa descansar um pouco e focar em outras coisas. — Ela pensou um pouco antes de apresentar uma feição animada. — Tive uma ideia! Que tal uma festa hoje?

Julian se ajeitou na poltrona, com os cotovelos nos joelhos e as mãos apoiadas na cabeça. — Eu acho que não estou em ritmo pra festa hoje... — Àstrid levantou uma sobrancelha. Isso não era algo costumeiro vindo dele. — Certo, você definitivamente precisa descansar. Da próxima vez que te ver, quero você animado, hein?

Ele concordou com um breve aceno de cabeça e um sorriso apagado. Talvez ela tivesse razão, precisava descansar. Assim que a irmã deixou o quarto, apagou as luzes e colocou a coberta em cima da cabeça, tentando descansar. Após uma boa meia hora de viradas para o lado e resmungos, resolveu que não era esse tipo de descanso que precisava, já fazia um tempo que não conseguia dormir bem e não era agora que conseguiria. Levantou-se e foi dar uma volta

Ponderou um pouco sobre suas decepções. Atuar era seu modo de expressar seus sentimentos, era como mostrava seu interior para as pessoas sem precisar se expor, estar vulnerável. Ninguém prestava atenção em um ator ruim, ninguém se emocionava com sua expressão, ninguém demonstraria compaixão e simpatia pela identificação que sentia ao ver uma bela tragédia. Só de pensar nisso, sentiu um ardor enorme em seus braços que ia direto para o peito e terminava em um aperto no estômago.

Então, uma possibilidade que nunca havia passado pela sua cabeça veio à tona, estava doente, é claro! As dores de cabeça ao tentar se concentrar, o ardor e dor terrível no peito, a agitação que sentia, tudo indicava que deveria ir à enfermaria.

Por sorte, hoje o lugar estava calmo. Alguns poucos pacientes com ferimentos pequenos recebiam doses de néctar, e alguns curandeiros cuidavam de semideuses acamados. Esperou até que fosse atendido por um curandeiro que estava ali. Tinha olhos azuis muito bonitos e cabelos acastanhados. Com um sorriso gentil, ele se apresentou.

— Olá, meu nome é Phoenix e serei seu curandeiro, como poderei te ajudar hoje?

Julian pigarreou, pensando sobre como explicar a situação para o que lhe oferecia ajuda. —  Não pude deixar de perceber que ultimamente venho sido atingido com uma péssima enfermidade. É muito incômoda e não me permite realizar minhas tarefas cotidianas.

O curandeiro assentiu, demonstrando atenção às suas palavras. — Você poderia descrever o que sente?

— Naturalmente. — Começou Julian, pensando nos principais sintomas. Descreveu a ele a sensação constante de frustração e impaciência, o tremor e agitação, os apertos no estômago, os braços que pareciam estar em chamas. Phoenix anotava tudo em uma prancheta com um semblante pensativo, e Julian aguardava ansiosamente seu diagnóstico.

Subitamente, a mente do curandeiro pareceu se clarear. — Entendo... — Iniciou ele, deixando a prancheta de lado e olhando profundamente nos olhos do paciente. —O que você acha que é uma doença física, na verdade, é uma situação que só pode ser resolvido aqui.— Ele apontou para a cabeça de Julian, que levantou uma sobrancelha, com um semblante confuso. Phoenix riu gentilmente, procurando uma explicação mais direta.

— Está tudo muito novo e genérico ainda, não posso te dar um diagnóstico, mas você parece estar muito estressado e ansioso. — Julian mordeu os lábios, preocupado, ele não poderia se dar ao luxo de ter algum problema assim. — Não vou te dar remédio algum, mas vou te recomendar esse chá, vai te ajudar com os nervos e com o sono.

— Além disso, te indico fazer outras atividades nas quais não se frustre tanto. Volte aqui semana que vem, quero ver o seu progresso. Espero que consiga relaxar e distrair a mente nesse meio tempo. — Ele sorriu docemente e escreveu algo em um papel, entregando-o à Julian. “Valeriana”, dizia ele. Poderia pegar o chá todos os dias, uma vez de manhã e uma de tarde na enfermaria.

Sua cabeça estava confusa ao sair de lá. Nunca tinha pensado que poderia ter algum problema psíquico. Ele já havia interpretado diversos personagens assim, os seus livros e poesias favoritos se tratavam disso, e tinha paixão pelos personagens problemáticos, mas não tinha ideia de que era tão irritante isso na vida real e não romântico como nas narrativas.

Pensou bem no que Phoenix havia lhe dito. Se distrair, fazer outras atividades...por um lado, essa ideia era frustrante. Não poderia fazer isso, tinha tarefas a fazer. Deveria concluir o monólogo e treiná-lo até conseguir ter sucesso!

Porém, por outro lado, sentia uma vontade absurda de seguir os conselhos do curandeiro. Sentia algo que nunca havia sentido em sua vida, sentia-se solitário. Sempre havia tido a companhia de companhias amorosas, vítimas de seus flertes. Sempre estava com alguém ao seu lado, festejando, ou estava curtindo a própria solidão, mas ultimamente se sentia extremamente carente, e não conseguia mais aproveitar esses flertes como antes. Sua cabeça não estava mais do mesmo jeito que costumava estar.

Suspirou quando caminhava, pela primeira vez se sentia descartável e vazio. O mal-estar e a dor no peito começaram a tomar conta de si de novo. Quando se deu por si, seus passos haviam o levado até a floresta. Sentiu uma brisa em seu rosto, refrescando-o. As árvores grandes impedindo que o sol chegasse até ele, fazendo com que o ambiente fosse agradável mesmo sendo gelado.


Um sorriso formou-se em seu rosto ao ver uma bela videira enroscada em uma árvore. Sentou-se na sombra da árvore e fez com que um belo cacho de uvas maduras se formasse sobre ela, fazendo com que a videira descesse devagar até ele. Ele pegou as uvas e comeu uma por uma, se deliciando com o doce aroma e aroma que dela escorria.


Ele suspirou. Por um momento, havia até se esquecido de suas aflições. Ele gostava da floresta. Apesar de ser um lugar perigoso, era seu segundo lugar preferido do acampamento, exceto pelo anfiteatro. Lá era relativamente calmo, era fresco, bonito, poético, e, se desse sorte, poderia até mesmo se encontrar e dançar com lindas ninfas que por ali viviam. Ele as amava, e ele poderia dizer que elas também sentiam no mínimo simpatia por ele.


Julian olhou para cima, pronto para fazer com que mais um cacho de uvas surgisse, quando ouviu um grito feminino. Ele levantou-se rapidamente, atentando-se para a direção do barulho. Saiu correndo em direção a ele, tentando distinguir o motivo daquele grito. No meio do caminho, parou para pensar, e se fosse uma armadilha? Algum monstro que imitasse gritos femininos, talvez? Mas tirou a ideia da cabeça, se fosse esse o caso, estaria caindo de cabeça na armadilha.

Felizmente, ou não, não se tratava disso. Se deparou com um grupo de duendes, que atormentavam algumas dríades. Eles puxavam seus cabelos, tentavam rasgar seus vestidos e até mesmo jogavam pedras nelas. Julian sentiu a mesma sensação de quando se frustrou com a poesia, seus braços ardiam em chamas e seu corpo estava tremendo em agitação, mas dessa vez o sentimento não era frustração, e sim raiva.

Ele grunhiu, colocando a mão no pingente em forma de lança que mantia em seu pescoço. Prendeu seus longos cabelos e fez com que a arma voltasse a seu estado normal. Ainda tremendo, indignado com o modo com que os duendes tratavam as pobres criaturas da natureza, ele se lançou contra eles, batendo a lança contra o corpo do primeiro, que soltou um guincho antes de se explodir em um monte de ícor.

— Ei, saca só! —
Um deles disse, apontando para Julian. — Aquela moça tá tentando acabar com nossa festa!

— Moça nada, é só um afetado! — Berrou outro, que estava agarrado nas costas de uma dríade. — Vamos acabar com a dele então!

Ao dizer isso, todos os gnomos deixaram as dríades e pularam para cima dele de uma só vez enquanto as dríades aproveitavam e corriam, escondendo-se. Deveriam ser dezenas de pequenos seres mordendo, arranhando e puxando sua pele de uma só vez. Julian tentava os golpear com a lança-machado, ocasionalmente acertando um ou outro, que guinchavam em dor, mas a maioria continuava a ataca-lo sem dó.

— Argh! — Berrava Julian, contorcendo-se de dor. Ele manipulava as vinhas, prendendo alguns gnomos no chão para que pudessem ficar imobilizados, ficando assim mais fáceis de serem executados. Mesmo assim, eles eram muitos. Mesmo com alguns gnomos imobilizados, ainda havia muitos em cima dele, impedindo-o de se mover e de atacar os seus alvos.


Sua pele queimava pela dor dos arranhões e das mordidas, e os gnomos se divertiam a suas custas. — Como é magro, da até para dançar! — Gritou um deles, pulando em suas costas até sua cabeça. Julian grunhia em frustração, usando todas as suas forças para golpea-los, mas eram muitos. — Céus, não hei de conseguir! — Clamou Julian, chutando um gnomo que agarrava sua perna. Ele encarou o céu, que começava a se pôr, e focou naquela bela visão. Seus olhos se fecharam, que jeito estupido de morrer. Pelo menos conseguiria ter uma última maravilhosa visão.

Subitamente, sentiu uma força misteriosa tomar força de seu corpo. Se sentia mais forte, muito mais forte e recuperado, era como se a luz do sol tivesse sido transportada para si. Abriu os olhos e olhou para si mesmo. Estava brilhando, uma luz tão forte que seria capaz de cegar alguém que se aproximasse muito. Os gnomos gritaram e caíram, levando as mãos aos olhos, atordoados.

Raízes cresceram do solo, desequilibrando os gnomos atordoados e os chicoteando. Julian levou dois dedos à boca e assobiou, não demorou muito para que um belo e enorme tigre aparecesse, rugindo e afugentando as criaturas travessas, que desesperadamente corriam, gritando por socorro. O gigante felino de pelo lustroso correu, as perseguindo até que estivessem totalmente fora de vista, e nem seus gritos fossem ouvidos mais.

Ao se ver totalmente fora de perigo, Julian perdeu seu brilho. As raízes se recolheram para a terra. O tigre desapareceu, e o filho de Dionísio desmaiou, desabando sobre a terra fria. Uma a uma, as dríades que estavam escondidas se reuniram ao redor dele. Passaram a mão sobre a sua cabeça, acariciando-o, esquentando seu corpo frio como forma de agradecimento. Elas sabiam o que aconteceria quando ele despertasse.

Fizeram uma cama de folhagens para ele, e o descansaram ali. Após algumas horas, Julian acordou, com a presença de lindas mulheres em sua frente. Ele piscou os olhos repetidas vezes e os esfregou, para ter certeza de que não estava alucinando.

— Julian. — Disseram elas, em uníssono. — Somos as deusas do entardecer, e temos uma nobre missão para ti.

Uma delas entregou-lhe um belo cajado, com galhos e runas ligadas à natureza. — O jeito com que protegeu as dríades, foi nobre e respeitoso. Nós valorizamos muito, e pedimos a você, se não aceita ser um de nossos guardiões.

Ele estava boquiaberto. Afinal, fazia pouco tempo que estava no acampamento, e já havia lhe sido concedida uma honra daquelas. Não queria recusar de jeito nenhum, entretanto. Ainda chocado. Agarrou o cajado, sentindo um poder tomando conta de si ao recebe-lo. As deusas do entardecer sorriram antes de desaparecer.

O filho de Dionísio fechou os olhos, tentando se recordar de tudo que havia acontecido. Quando os abriu, estava em seu dormitório. Teriam as deusas o transportado para lá? Seu cajado estava com ele, e não sentia mais os machucados de antes, causados pelos gnomos. Ele bocejou, mesmo tendo dormido por um tempo, ainda estava exausto.

Deitou-se. Apesar de tudo, estava feliz. Gostava das ninfas e da natureza, e protege-la o tranquilizava. Mesmo quando se sentia sozinho, agora entendia, que, enquanto tivesse as forças da natureza por perto, nunca estaria sozinho.


Poderes usados:
Dionisio:
Nível 1
Nome do poder: Perícia com Tirsos e Lanças I
Descrição: A prole do deus dos vinhos possui, naturalmente, uma habilidade com Tirsos e Lanças, entretanto - mesmo que sejam destaques natos, nesse nível, sua habilidade ainda é muito crua.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de Tirsos e Lanças.
Dano: +5% de dano, caso acerte o golpe.

Nível 2
Nome do poder: Empatia natural
Descrição: Assim como o seu pai, o filho de Dionísio/Baco é capaz de sentir a natureza ao seu redor e entender os seus sinais, sabendo assim quando algo está errado ou quando algum perigo se aproxima.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: São naturalmente perceptivos e conseguem entender pelos sinais da natureza (floresta ou animais), quando algo está prestes a acontecer, sua empatia lhes permite planejar ataques mais facilmente, pois acabam esperando por um ataque sempre que este está prestes a acontecer.
Dano: Nenhum


Nível 5
Nome do poder: Videiras
Descrição: Pode controlar as videiras quase que de acordo com sua vontade. As trepadeiras geradas por você podem produzir um cacho de uva e chegar a sete metros de comprimento. Além disso quando passar próximo a plantação de uvas essas ficarão mais vivas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: As plantas perto de você crescem mais rapidamente, as frutas amadurecem, e as flores se abrem, isso ainda permite que você ganhe +5% de força em seus poderes ativos relacionados a natureza e o controle da mesma.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Vinhas I
Descrição: Possui a capacidade de fazer brotar vinhas/videiras de solos férteis ou não, além de adquirir um breve controle sobre elas que podem prender qualquer oponente ou até mesmo exalar um aroma para reanimar plantas recém mortas através da força mental. Os filhos de Dionísio/Baco iniciam com a habilidade de controlar apenas videiras já existentes, podendo aumentar seu tamanho até os pés do inimigo ao desenvolvê-la em uma velocidade maior.
Gasto de Mp: 15 MP por turno usado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Podem fazer as videiras reanimar as plantas, ou se enroscarem aos pés dos inimigos, dificultando sua passagem, mas essas ainda são finas e podem facilmente serem rompidas, o que faz com que sirvam apenas de distração ou atraso.


Hespérides:
Nome do poder: Cura vespertina I
Descrição: Durante a tarde, o que está associado às deusas que regem o grupo, o guardião consegue recuperar suas energias mais rápido. Não só isso, ele também se torna capaz de se curar através da luz do período. Entretanto este último fator só ocorre se estiverem em contato direto com o ar livre e luzes da tarde. Só pode ser usada a cada 3 turnos;
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 20 de HP e MP.
Dano: Nenhum

Nível 1
Nome do poder: Raízes da esperança
Descrição:  Estando em um lugar fértil, o guardião é capaz de invocar á ajuda de raízes. Tais raízes crescerão ao redor do alvo, em um total máximo de quatro raízes de 1 metro cada. Podendo utilizá-las para mobilizar o adversário ou atacar como chicotes, duram por dois turnos ou até serem destruídas. Podem atacar um único alvo por vez e só podem ser invocadas uma vez a cada três turnos.
Gasto de Mp: 5 por cada raiz invocada
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 dano cada raiz que acertar

Nível 3
Nome do poder: Brilho tardio
Descrição: Ao estar em perigo, o guardião pode fazer com que todo seu corpo brilhe intensamente em uma coloração avermelhada. O brilho fará com que todos aqueles que olhem em sua direção, tenham sua visão ofuscada durante uma rodada. A luminosidade ainda emite um intenso calor naqueles que ousem aproximar em uma distância de dois metros, fazendo com que a pessoa sinta a ilusão de que sua pele está queimando, assim não suportando se aproximar mais. Pode ser utilizado três vezes por missão/evento.
Gasto de Mp: 15
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Assobio invocador
Descrição: Ao emitir um agudo assobio com a boca, o guardião das Hespérides é capaz de invocar um animal comum que possua relação com seu progenitor divino (Poseidon = cavalo, Ares = um javali ou cão... consultar o narrador para que informe quais animais poderá ser invocado para cada deus). O animal pode tanto ajudar em combate, quanto ser utilizado para outros fins, como montaria. Seja como for, após três rodadas o animal despertará sua consciência e irá embora, esteja no meio de sua tarefa ou não.
Gasto de Mp: 15 por animal invocado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Observações:
Foi considerado como se as guardiãs tivessem dado os poderes antes de Julian ter pego o cajado, no momento em que começou a brilhar
NOTAS AQUI

— Ross
Julian Morthigan
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Guardiões das Hesperides
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[CCFY] - Um Sacrifício na Alvorada Empty Re: [CCFY] - Um Sacrifício na Alvorada

Mensagem por Hades em Qui Nov 21, 2019 8:45 pm


Avaliação

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP – 4.000 dracmas – 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 30%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 4.000 XP + 3.200 dracmas + 8 ossos  +  Entrada no grupo

Comentário:
Em alguns pontos da missão há informações equivocadas, pois não é possível consumir álcool dentro do Acampamento sem que seja contrabandeado e não há exceções p/ filhos de Dionísio nesse sentido. Além disso tudo foi resolvido de forma bastante simples, então gostaria que você estivesse fazendo uma das missões fixas do grupo para garantir sua permanência. O prazo é de um mês.
Hades
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Deuses Olimpianos
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Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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