The Blood of Olympus

[MF] Aleksi Vehanen

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Mensagem por Convidado em Ter Nov 12, 2019 12:03 am



Tópico destinado às Missões Fixas de Aleksi Vehanen no evento de Halloween.




Convidado
Anonymous

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[MF] Aleksi Vehanen Empty Re: [MF] Aleksi Vehanen

Mensagem por Convidado em Ter Nov 12, 2019 6:46 pm

MISSÃO FIXA — EVENTO HALLOWEEN
"UM SÁTIRO/FAUNO ENGRAÇADINHO"

Era realmente comum Aleksi se sentir meio deslocado em ocasiões como aquela. Chegara ao local há um bom tempo e no exato momento continuava sozinho; preferira se estabelecer em um canto mais obscuro e isolado do salão principal, onde o foco da agitação ocorria. Acompanhado da inseparável bebida — pasmem, um generoso copo de refrigerante pela metade —, ele observava com certa estranheza o mar indistinto de silhuetas fantasiadas, espalhadas por todas as direções. Não importava quem fosse — deuses, semideuses ou quaisquer outros seres —, o desconforto na presença de terceiros permanecia o mesmo desde a infância. O rapaz nunca foi dado a formalidades e tampouco tentava buscar maneiras de socializar, nem mesmo diante dos próprios descendentes de Ares, seus meio-irmãos. Fazia parte da sua natureza singular, afinal.

Porém, ainda assim, por algum motivo Aleksi decidira comparecer ao recente evento, na Escócia. Talvez, o meio-sangue refletia, estivesse inconscientemente mudando e se tornando mais acessível, ou então fora apenas seduzido pela possibilidade de se divertir enquanto curtia uma boa música. — Dane-se, isso não importa — resmungou para si mesmo de repente e logo afastou tais pensamentos. As feições continuavam pouco amistosas conforme seus olhos insistiam em vasculhar o ambiente soturno ao redor. Então, num determinado instante, não muito longe do loiro, seus ouvidos captaram o estranho tumulto provocado por um grupo de semideusas que pareciam se queixar do fato de que um sátiro insolente tivera a audácia de importuná-las com cantadas estúpidas. A prole de Ares escutara superficialmente as palavras delas, mas foi o suficiente para deixá-lo um tanto irritadiço; detestava sujeitos inconvenientes, é claro.

Nessa hora, ele finalmente passou a avançar e se misturar, deixando o espaço onde estivera a partir do início da festa. Começou a se embrenhar em meio às pessoas, assumindo um aspecto vigilante e desconfiado à medida que se aprofundava na área de maior agitação. Lá, tempos depois, ao passar por uma turma formada de campistas em suas fantasias excêntricas, registrou novos protestos, dessa vez partindo de três destes rapazes, que reclamavam, coincidentemente, de um "sátiro maldito" — segundo um deles — que rondava por ali e certamente furtara suas bebidas quando estavam distraídos. Não pode ser mero acaso, pensou Aleksi, retomando o trajeto em direção à mesa na qual se via os comes e bebes. Ao alcançá-la, pôs-se a examinar as diversas opções dispostas, e aí, nesse átimo, sentiu alguém puxar o copo de bebida em sua mão no intuito de pegá-lo, sem sucesso. O loiro reagiu imediatamente: virou-se às pressas e conseguiu agarrar de modo firme o braço do meliante.

Então é você, hm? O sátiro que tá perturbando o pessoal da festa. Não vê que as pessoas estão se irritando com a tua presença? — falou, deixando evidente sua impaciência através de um tom hostil, embora não gritasse. — E daí? O que pretende fazer, meio-sangue? Me deixa! Alguém tem que animar esse lugar, ora! — retrucou o sátiro numa voz esganiçada, expondo um largo sorriso cínico e, por fim, conseguindo se desvencilhar do aperto de Aleksi. — Agora não me enche! — Dito isso, a criatura badernista deu-lhe as costas e afastou-se depressa, balançando o bastão que carregava no ar, ao passo que esbravejava palavras desafiadoras, claramente a fim de conseguir toda a atenção possível e acentuar a indignação dos campistas. — Tsc. Que babaca. — Aleksi suspirou profundamente, terminou de beber o refrigerante e seguiu no encalço do sátiro, acotovelando-se entre os campistas durante a perseguição. Tanta gente em volta dificultava a tarefa, e o campista somente pôde apanhá-lo após minutos de caça. Por fim, avistou-o assediando outras semideusas — elas se mostravam visivelmente incomodadas.

O filho de Ares, àquela altura já desprovido de bom senso, chegou-se arquejando de raiva por trás do sátiro e fincou os dedos na parte traseira do seu pescoço antes de sussurrar de forma ameaçadora em seu ouvido: — Cansei dessas brincadeirinhas infantis. Você vem comigo. — Sem esperar reação, valeu-se do vigor que possuía para conduzi-lo à força no sentido da saída do palácio, mesmo com a criatura se debatendo. Praticamente ninguém percebia o que se sucedia, pois a fraca iluminação do salão transformava a cena em algo limitado e incompreensível. Ao final de tudo, Aleksi praticamente arrastara o sátiro, que insistia em resistir, à área externa, lançando-o no assoalho adiante. — Droga, cara. Você passou, e muito, dos limites. Será que não percebe? Por que não dá uma volta em algum outro lugar? — O semideus, com seus 1,87 m e estatura consistente, manteve-se inerte na entrada, impedindo que o menor retornasse à festa, caso tentasse. — T-Tá, pode ser... Acho que já aproveitei o bastante — sussurrou o sátiro, intimidado enquanto se erguia do chão, os olhos surpresos mirando o semideus. — Ótimo. Dê um tempo. E se quiser entrar de novo, trate de se comportar, ou não terei a mesma paciência. — Aleksi ignorou qualquer possível resposta; de súbito, regressara ao evento, largando o sátiro em sua próprio peso na consciência.

MISSÃO:
Um sátiro/fauno resolveu que seria uma boa ideia causar tumulto na festa, por isso, começou a roubar bebidas enquanto seus donos estavam distraídos, dar em cima das semideusas e ficar balançando seu bastão no ar enquanto esbravejava. Você, cansado daquela situação toda, resolveu ir falar com o sátiro em uma tentativa de acalmar os ânimos antes que as coisas tomassem um rumo mais agressivo.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 2.500XP – 3.000 dracmas – 3 Ossos
Convidado
Anonymous

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Mensagem por Maisie De Noir em Ter Nov 12, 2019 10:03 pm


Aleksi


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 2.500XP – 3.000 dracmas – 3 Ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 2.500XP – 3.000 dracmas – 3 Ossos

Atualizado por Hefesto.
Magnólia recebe 200XP e Dracmas + 2 ossos



LOVE
Maisie De Noir
Maisie De Noir
Líder dos Celestiais
Idade : 21
Localização : Palácio Celestial

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Mensagem por Convidado em Sab Nov 16, 2019 12:04 am

MISSÃO FIXA — EVENTO HALLOWEEN
"CÔMODOS MALUCOS"

Logo após ter lidado com o inconveniente sátiro de momentos antes, Aleksi retornara ao epicentro do evento no salão principal do castelo. Nada havia mudado naquele ambiente. A aura vibrante da festa continuava entusiasmando as pessoas ali presentes, como se nenhuma adversidade fosse capaz de abalar a intensa excitação dominando todo o recinto. Curiosamente a prole de Ares parecia ser o único indivíduo sem muito interesse diante do que se sucedia; definitivamente não tinha o dom de socializar e sentia claras dificuldades em conseguir usufruir ocasiões feito a de agora. Apesar disso, ele avançou alguns passos e ingressou superficialmente na legião de semideuses fantasiados em volta. Então parou, soltando um suspiro enfastiado enquanto lançava o olhar austero em várias direções. — Preciso sair daqui... Chega desse climinha irritante — expressou por meio do seu característico resmungo.

Influenciado pelas próprias palavras, o rapaz decidiu prosseguir marchando adiante, não para se misturar aos participantes da festa e curtir a agitação generalizada, mas no intuito de atravessar o salão e alcançar o cômodo seguinte. O trajeto até lá, evidentemente, mostrou-se árduo; atravessar um mar de gente extasiada nunca era fácil. Porém Aleksi pôde de valer da sua estatura atlética e simplesmente percorrer o caminho repleto de obstáculos, esbarrando em quem ousasse se colocar à frente dele. Ao final da difícil tarefa, o semideus enfim se deparou com uma ampla porta dupla, abriu-a e em seguida despontou num aposento à parte, notavelmente mais sossegado que o anterior, com apenas alguns campistas à vista. Adentrando o novo local, de repente o loiro se pegou observando com evidente interesse as particularidades daquela área do castelo, e, tomado de súbita curiosidade, uma inesperada vontade em explorá-lo surgiu de imediato. — Melhor do que gastar meu tempo naquela agitação toda.

Aleksi, a essa altura, estava convencido de que iria passar as próximas horas peregrinando pelas dependências daquele lugar. A alguns metros de onde se encontrava, via-se uma escada em espiral que aparentemente conduzia a outro andar. Ele decidiu iniciar a andança por aquele trecho. Sem delongar, atreveu-se a subir os extensos degraus, que, estranhamente, levaram-no a uma enorme porta solitária de madeira com um enigmático símbolo cravado no centro. — Hm... Será que... — pousou a mão na maçaneta e girou-a; a porta se abriu com um rangido e ofereceu a imagem de um corredor silencioso e obscuro — ...é, tá aberta. — Semicerrou os olhos e espiou o espaço tenebroso na dianteira, considerando-o excepcionalmente inusitado. Ainda assim, ele se rendeu à indiscrição e precipitou-se adiante. Na sequência, a porta fechou-se com um estrondo atrás de Aleksi, e a partir desse instante o rapaz experimentou uma notável mudança na atmosfera em torno de si. Quanto ao cenário, era deplorável: nitidamente menosprezado, camadas de poeira envolviam as paredes rachadas do excêntrico corredor; e haviam roupas, jornais repicados e móveis revirados pelo assoalho.

Por fim, o meio-sangue avistou a silhueta de um homem pálido, baixo e careca, utilizando vestes de paciente, irromper de uma das inúmeras portas dali, rindo histericamente e correndo no sentido contrário até desaperecer de vista, como os fantasmas dos filmes de terror tendem a fazer. — Ei! Quem é você? E que lugar é esse?! — Não obteve resposta. — O que um meio-sangue estaria fazendo por aqui com aquela fantasia? É Halloween, mas... — Repentinamente, a compreensão da realidade em que se encontrava o atingiu. Analisando sensatamente o panorama, enfim deu-se conta, com uma forte pontada de surpresa, de que o lugar onde estava atualmente se assemelhava deveras a uma ala psiquiátrica; sim, de fato, um típico manicômio abandonado — corredor estreito, portas sequenciais, janelas completamente gradeadas. Na verdade, não apenas recordava um manicômio, TRATAVA-SE de um, e não o castelo no qual a festa acontecia. E aquele indivídio enlouquecido que correra para longe quase agora definitivamente não era um semideus. — Merda... Onde eu vim parar? — Não conseguia ocultar o tom aflito ao se expressar. — Vou dar o fora daqui. Esse lugar me cheira a problema. — Então virou-se. Nessa hora, um arquejo lhe fugiu, pois a porta que o guiara àquele antro simplesmente sumira, substituída por uma parede de um branco encardido e descascada.

Ótimo! ÓTIMO! — vociferou; a velha impaciência retornara. Aleksi, exibindo sua fisionomia irascível, voltou-se para o corredor sombrio, e rapidamente chegou à conclusão de que a única solução plausível seria vasculhar o lugar. Sabia que estaria acompanhado de presenças excêntricas, como o indivíduo grotesco de segundos atrás, porém não se intimidou. Intrépido, pôs-se a atravessar a passagem sem demonstrar hesitação, cruzando durante o trajeto portas fechadas em cujas fachadas se faziam notar números que determinavam os quartos de cada paciente, supunha. Após vencer boa parte do percurso, e prestes a desembocar num cruzamento com mais dois corredores — idênticos ao primeiro; eram, aliás, nomeados Corredor Um, Dois e Três —, ouviu um urro estridente vindo detrás, alarmando-o, e quando direcionou o rosto na direção do responsável pelo ato insano, avistou uma mulher corpulenta, bastante alta, com os cabelos negros desgrenhados na cabeça. Ela encarava Aleksi de maneira ameaçadora, os dentes maltratados à mostra num sorriso ensandecido. — Você vai morrer, você vai morrer...! — a perturbada mulher passou a repetir incansavelmente em brados constantes e raivosos.

Mas o que...? — A despeito da bizarrice da cena, o instinto afiado do semideus manteve-o firme na posição e fê-lo exprimir: — Você claramente não passa de uma desvairada. — Isso desencadeou a fúria dela; a enorme figura da mulher correu desajeitadamente em seu sentido, os braços à frente do corpo, as mãos em garras. Porém antes de alcançá-lo, ela se jogou no sujo assoalho e foi tomada por um choro convulsivo. — Sai daqui! SAI! — a insana berrava de forma descontrolada. Aleksi encarava um tanto apreesivo; agora desejava mais do que nunca encontrar a saída. Portanto aproveitou a chance de afastar-se e em seguida se dirigiu a outro corredor — o Dois. Ao adentrá-lo, deteve-se já no princípio: avistara um grupo de cinco pacientes posicionados no meio do caminho — três homens e duas mulheres, todos dotados de aparências doentias. Entre eles, o sujeito baixo e careca de outrora, que no momento lhe oferecia um largo sorriso desdentado. — B-Bem-vindo, novo p-paciente! — gaguejou antes de ceder a um riso exaltado. — Q-Quer sair daqui, n-não é? — Seus colegas, tão alucinados quanto ele, davam risadinhas zombeteiras. — Contudo... S-Só UMA das portas d-desses corredores... podem t-te libertar. Precisa a-adivinhar qual delas é a correta! Ou f-ficará preso eternamente... como n-nós.

Um outro louco — rapaz de estatura mediana, rosto fino e circunspecto, manifestou-se: — Sim, sim... Preso e torturado — a voz rouca e feroz proferiu. Dando ênfase ao que dissera, arrancou das costas do colega ao lado uma navalha banhada em sangue; estivera cravada ali por um bom tempo, pelo visto. Ele a expôs a Aleksi, que reagiu com tal observação: — Entendo. Vocês estão mortos... e esse lugar já não existe mais — murmurou, não podendo evitar a perplexidade que vivenciava. — S-Sim! Desde 1973, p-para ser exato — anunciou o mais baixo. — Seja como for — retomou o semideus —, eu vou achar a maldita porta, então me deixem em paz! — Em resposta à determinação do rapaz, eles passaram a mesclar risos e gritos coléricos, além de aplaudi-lo num gesto sarcástico. A prole de Ares não quis perder mais tempo dialogando com fantasmas de um extinto manicômio; em vez disso, pôs-se a correr em disparada por toda a extensão do Corredor Dois, onde os cinco espíritos de pacientes permaneciam, a todo instante provocando e ameaçando o semideus. Aleksi buscava se ater às portas, já que uma delas seria seu método de fuga. No entanto, embora utilizasse da força bruta a fim de forçá-las, todas estavam decididamente trancadas e pareciam iguais, distinguindo-se apenas pelos números. — Maldição!

Outra leva de risos e gritos ecoaram no restrito espaço, e o loiro notou, pasmo, que um número maior de pacientes surgia, alimentando o tumulto vigente. Agora ele avançava ao Corredor Três, mas justamente quando estava prestes a chegar nele, a mulher grande e histérica do Corredor Um saltou sobre o rapaz; ambos caíram atracados. — Hey! Me larga! — bradou o meio-sangue, lutando para se desvencilhar. A doente mental se limitava a esbravejar e tentar capturar o pescoço de Aleksi, que precisou reunir todo o ímpeto para empurrá-la e chutá-la na altura da barriga. Com um lamento de dor, ela se pôs a chorar copiosamente de novo. O semideus então ergueu-se e às pressas passou a examinar as portas do Corredor Dois. Nenhum diferencial nas que tentou abrir. — Não há saída! Nada! — Ao final, sentindo o desespero começar a vir à tona, lançou-se de volta ao Corredor Um, onde tudo se iniciara. Neste, duas fileiras enormes de pacientes aterradores, em cada flanco da passagem, miravam-no e sorriam debochados com seus sorrisos diabólicos; alguns até apontavam o indicador a Aleksi e gritavam "Morra, intruso!" cheios de agressividade, repetidamente. Logo suas vozes formaram um coro infernal; tornavam-se agudas e penetravam o âmago do semideus, que não suportou e caiu de joelhos no assoalho, as mãos tampando os ouvidos.

Parem! Eu já não aguento mais! — As feições dele se retorciam em completa agonia. A balbúrdia de gritos, ameaças e risos dos pacientes fantasmas foram se convertendo numa sinfonia horripilante. Aleksi fechara os olhos e se perdia em seu estado desesperador. — Argh! Droga, droga...! Não vou suportar, eu... — Suspirou profundamente para o que viria a seguir: — CHE-GA! — Nunca antes havia dado um brado tão violento. Seja como for, ele finalmente reabriu as pálpebras: não via ninguém. Destampou os ouvidos; pleno silêncio. Ao final do Corredor Um, a porta pela qual ultrapassara no castelo estava bem ali, intacta. Teria sido tudo uma grande ilusão? Não quis saber. Visivelmente abalado, o meio-sangue levantou-se e se apressou no sentido da porta cujo símbolo enigmático ainda pairava em evidência na superfície de madeira. Aleksi agarrou firmemente a maçaneta gélida e virou-a. O gemido da porta se abrindo acelerou seu coração, e, sem raciocinar direito, o semideus se lançou para fora. Súbito, situava-se novamente no limiar da escada do castelo por onde subira antes de chegar àquele ambiente hostil. — O que foi... tudo aquilo? — Ofegando densamente, desceu os degraus cambaleando, e no recinto próximo ao salão principal, posicionou-se sentado num canto, claramente chocado. — Dane-se esse castelo.

MISSÃO:
O castelo é um tanto mais complexo do que aparenta. Algumas portas podem te levar para lugares aleatórios como manicômios abandonados, igrejas caindo aos pedaços, outros castelos ainda mais tenebrosos e vários lugares que já foram esquecidos pelos homens. Sem querer, você foi para um destes lugares e ao tentar retornar descobriu que a porta não te levava de volta. Agora precisa enfrentar os perigos do lugar desconhecido e encontrar um meio de retornar para o lugar de onde veio.
Requisito – Mínimo nível 8.
Recompensas até: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.
Convidado
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Mensagem por Koda Smith em Sab Nov 16, 2019 8:43 pm


Aleksi


Valores máximos que podem ser obtidos


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Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 6.000XP – 6.000 dracmas – 6 Ossos

Atualizado por Hefesto.
Koda recebe 200XP e Dracmas + 2 ossos



Πολεμιστής σοφίας
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Localização : Mais perdido que filho de Olimpiano no Dia dos Pais

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Mensagem por Convidado em Seg Nov 18, 2019 12:39 am

MISSÃO FIXA — EVENTO HALLOWEEN
"A TRAVESSIA"

Depois de todo o desgaste físico e psicológico ocasionado pelos aspectos enigmáticos do castelo, Aleksi se convenceu de que seria melhor dar um tempo longe dali. Ele testemunhara coisas absurdas minutos antes, capazes até de deixá-lo um tanto desorientado, e agora pretendia reorganizar os pensamentos em um ambiente menos temível. Portanto ergueu-se do chão — onde estivera sentado desde que deixara a sala amaldiçoada no andar superior —, seguiu à saída do recinto e irrompeu novamente no salão principal — a essência do evento, ainda em pleno entusiasmo. Voltou a atravessar o amontoado de semideuses fantasiados a fim de alcançar a varanda. Quando enfim chegou lá, permitiu-se inspirar o bem-vindo ar noturno, buscando através do gesto trazer um pouco de sossego para si. De certo modo funcionou. — Maldito lugar — murmurou ao sentir um quê de tranquilidade envolvê-lo. — Eu devia ter permanecido no Acampamento. Não sei o que deu em mim para ter essa ideia tola.

Um longo suspiro lhe fugiu. Sem achar algo mais interessante a se fazer nesse exato instante, encostou-se no balaustre próximo, os cotovelos apoiados na superfície firme e gélida de pedra, e a partir daí seus olhos passaram a contemplar distraidamente as particularidades da área externa do castelo, sobretudo o amplo e impecável jardim, metros adiante da prole de Ares. Mesmo sob o céu inóspito daquela noite obscura, o local revelava-se fascinante, e o rapaz viu-se completamente seduzido pela bela paisagem em evidência. Tanto que, num dado momento, decidiu se encaminhar na direção do espaço decorado por exuberantes plantas e flores. Quando se viu rodeado pelo deslumbrante cenário, uma sensação de calmeza se abateu sobre Aleksi. — É impossível estar presente nesse lugar e não se sentir realizado, hm? Concorda? — A voz, desconhecida aos ouvidos do semideus, provocou-lhe um estranho arrepio, mas ainda assim ele disparou o olhar no sentido de quem proferira tais palavras.

Atrás do rapaz achava-se um sujeito de estatura mediana, franzino, presumivelmente beirando os vinte anos, com parte do corpo encoberto por um manto negro puído. Seu rosto possuía uma palidez incomum; os lábios eram secos e sorriam levemente. — Talvez... Acho que sim — Aleksi replicou, sem conseguir deixar de observá-lo à sua maneira indagadora. A intuição aguçada despertava-lhe a desconfiança; tinha um pressentimento singular a respeito daquele indivíduo. — Não me leva a mal, mas... Quem é você? A gente se conhece? — questionou a prole de Ares, sempre pragmático na forma de agir. O recém-chegado alargou ainda mais o sorriso nessa hora, desviou a vista às nuvens esparsas acima e se permitiu um breve silêncio. — Sou como você, ora. Um meio-sangue — respondeu enfim, num tom brando e despreocupado. — Na verdade, era. Agora eu não passo de um... espírito errante. — E riu da própria declaração. — Me chamo Jacob. Ou Jake, se preferir. — Súbito o espírito pôs-se a fitar Aleksi de um jeito firme, insistente. — Filho de Apolo, nascido aqui mesmo, na Escócia, nas proximidades desse castelo. Morto estupidamente em combate numa missão que julgava descomplicada.

Sopros uivantes do vento frio investiam incessantemente contra eles. A temperatura caíra substancialmente desde a aparição do pretenso Jacob. Aleksi, aliás, meneara a cabeça em concordância à manifestação do falecido meio-sangue, e não conseguia deixar de ruminar no quanto aquele lugar continuava a surpreendê-lo; primeiro uma visita inesperada a um manicômio abandonado ao ultrapassar uma bendita porta no castelo, e agora um diálogo no jardim com um espírito vagante. — Jake, huh? Sou Aleksi, filho de Ares. E se permite dizer... Acho que você não deveria estar aqui, no mundo dos vivos. Estou certo? Aos mortos, como se sabe, cabe o devido julgamento — o loiro expressou calmamente. Nisso, uma drástica mudança ocorreu nas feições de Jacob; de repente pareciam irritadiças. — Pois eu me nego! — ele contestou enfaticamente. — Me sinto vívido por aqui, e... além disso, ainda estou à espera dela. — Aleksi arqueou uma das sobrancelhas, tomado de evidente curiosidade. — Quem? — ousou questionar. — Eileen, ora. Minha... Eileen. Preciso reencontrá-la. Eu ainda a amo! — A prole de Ares de imediato assimilou a circunstância: Jacob era uma alma em conflito que se negava a partir do plano terreno devido a um antigo amor — e Eileen era quem lhe mantinha preso.

Há quanto tempo aguarda? — o semideus quis saber. — Dez anos — Jacob retorquiu sem hesitar, acrescentando: — Ela é uma mera humana, não semideusa, nascida na Irlanda, mas vivendo desde pequena aqui na Escócia, onde nos conhecemos antes de eu partir para o Acampamento e assegurar minha morte anos depois. Tsc. Ela adorava lilases... como estes. — Fez-se um breve silêncio, repleto de intensidade, enquanto o espírito aproximiva-se das rosas e inalava sua doce fragrância. — E sim, a Eileen está viva, sei disso. Posso sentir. Mas isso não muda o fato de que devo esperá-la... e só partir de vez ao plano espiritual ao tê-la ao meu lado! — Aleksi nada disse a princípio; ocupou-se em refletir e digerir tais revelações. Só após algum tempo ele deu continuidade à conversa: — Como veio parar aqui? Digo... Nesse castelo. Hoje. Agora. — Jacob, de costas para o meio-sangue, sussurrou a resposta: — Como eu disse, costumava morar nessas redondezas. Então pressenti a presença concentrada de vocês, semideuses, e decidi comparecer à festa de Halloween como um simples... espírito. Irônico, não? — E virou-se a Aleksi.

Compreendo — o loiro exprimiu, simulando um sorriso fraco. — Seja como for, Jacob... Você precisa partir. — Como de costume, impunha-se de forma direta. Aquilo suscitou no espírito um semblante pasmado, quase ofendido, porém Aleksi não apresentou nenhum sinal de sensibilidade no decorrer da cena. — Entenda: Eileen certamente terá uma vida longa pela frente. Uma vida feliz, cheia de realizações; marido, filhos e todos esses clichês. Se você realmente a ama, guarde-a em seu coração e aceite seu próprio destino como uma alma nômade. Abandone o âmbito dos vivos. Não deixe-a prendê-lo aqui. Enterre seu passado e siga aonde pertence. — A face de Jacob refletia a dor pungente de alguém cujo grande amor se reduziu a algo insignificante. A força das palavras de Aleksi penetraram-lhe extraordinariamente o âmago, e o espírito permitiu que a desilusão viesse à tona por meio de um choro baixo e lamentoso. — C-Como...? Não consigo... imaginar uma vida sem ela, em qualquer lugar possível. Eu... eu... — esforçava-se em prosseguir, todavia os soluços se mostravam sérios obstáculos. — Aceite a dura veracidade dos fatos. A vida é penosa às vezes, até para os mortos.

Uma longa pausa se instalou entre eles em meio à interação. Aleksi preservava sua expressão austera, observando um ponto qualquer da paisagem; Jacob, por outro lado, fixara o olhar no chão e carregava no rosto uma fisionomia concentrada. — Você tem razão — o espírito emitiu inesperadamente, parecendo mais estável ao recuperar-se do choro. — Durante todos esses anos de espera, sempre tive a esperança de que Eileen se juntaria a mim em algum momento, numa nova jornada, porém... percebo que tudo não passou de um ato egoísta da minha parte. Ela... não mais me pertence. Preciso aceitar a realidade. — Eis uma grande demonstração de maturidade, embora a aflição ainda permanecesse notória em cada palavra exposta. — Portanto, vou partir. Creio que... Hades esteja me aguardando há um generoso tempo. — Nesse ponto, Aleksi, silente, pôs-se a examiná-lo de modo significativo. — Obrigado, prole de Ares. Nunca antes eu havia tido uma conversa assim com outro semideus. O que você disse era tudo o que eu precisava ouvir. Sua transparência abriu meus olhos para a verdade. Agora... devo ir. Adeus, Aleksi! Adeus! — Logo a silhueta fantasmagórica de Jacob passou a desvanecer como grãos de areia numa ventania. O plano terreste já não lhe pertencia. — Adeus, Jacob...

MISSÃO:
Há criaturas que não estão felizes com a própria morte e por isso acabam presas no plano terreno, sem nunca passar pelo julgamento para saber qual o destino de sua alma. Você encontrou um destes fantasmas e agora tem que argumentar com ele para que ele cruze ao reino dos mortos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensas até: 3.000 XP – 3.000 Dracmas –  3 ossos
Convidado
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Mensagem por Melinoe em Seg Nov 18, 2019 3:44 pm


Aleksi

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 3.000 XP – 3.000 dracmas – 3 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
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Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 3.000 XP – 3.000 dracmas – 3 ossos

Spoiler:
Achei muito inteligente a forma como lidou com o fantasma. Parabéns!

Atualizado por Hefesto

Melinoe
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Mensagem por Convidado em Qua Nov 20, 2019 10:32 am

MISSÃO FIXA — EVENTO HALLOWEEN
"O LABIRINTO"

Ainda no suntuoso jardim, Aleksi dispensou um suspiro pesaroso após Jacob, o espírito errante, decidir partir à trajetória pós-vida dos mortos. "Inferno... O que mais poderia me acontecer nesse bendito evento?", a prole de Ares refletiu, não sem razão — os imprevistos foram tantos, afinal. Primeiro, o sátiro badernista em meio à agitação da festa minutos antes; logo depois, o surpreendente — e amaldiçoado — aposento no interior do castelo; agora, por fim, a alma vagante que se negara a abandonar o plano terreno e seguir ao espiritual por causa de uma antiga paixão. Analisando todos esses estranhos e consecutivos ocorridos, Aleksi tinha a impressão de que aquela noite havia lhe reservado exclusivamente as mais absurdas eventualidades — o que reforçava seu desejo de retornar ao Acampamento. Estar ali definitivamente não era uma circunstância adequada a um sujeito impaciente como ele. O rapaz havia sido precipitado quando decidira, por alguma razão misteriosa, participar do Halloween na Escócia.

Porém, de qualquer modo, o meio-sangue assumia a responsabilidade pelo próprio erro, além de compreender que suas queixas não trariam solução alguma. — Whatever. Em breve tudo isso vai estar acabando — concluiu então, para em seguida começar a se afastar do jardim e percorrer um trecho de terra que guiava à margem direita do castelo, buscando passar o tempo andarilhando sem destino específico. Aleksi deixava-se levar e nem sequer se atentava aonde se dirigia, mas isso tampouco importava. Estava distraído com pensamentos diversos. Quando voltou a si, posteriormente, achava-se numa área deserta e peculiar. De fato intrigante. Logo à sua frente pairava a curiosa estrutura do que se assemelhava a um labirinto — via-se uma única entrada na extremidade esquerda do amplo muro; decerto conduzia a rotas complexas e traiçoeiras mais afundo. — Hm... Seria esse o tal labirinto? — As palavras foram um mero reflexo das lembranças que preencheram a mente do semideus. De imediato recordara-se dos insistentes alertas de Quíron e do senhor D. a respeito de um labirinto nas proximidades do castelo.

Bem, agora estou prestes a conhecê-lo. — Dito isso, Aleksi avançou de maneira decidida, movido unicamente pela audácia de contrariar os conselhos dos seus superiores. Só não fazia ideia de que, no fim das contas, eles tinham toda a razão ao orientar os semideuses a respeito daquele lugar. Ora, mal o filho de Ares adentrara o misterioso ambiente, súbito foi traído por um segmento de terra que, de modo absurdamente repentino, cedeu e engoliu o rapaz enquanto este tentava atravessá-lo. Tudo se sucedeu rápido demais, diga-se de passagem. Aleksi não perdera os sentidos na queda profunda, contudo sentia-se desorientado e apenas aos poucos recuperava a totalidade da percepção. — Merda. O que... aconteceu? E onde eu vim parar? — ouviu-se dizer enquanto o olhar alarmado percorria o obscuro lugar em busca de respostas. Sentia o ar carregado de umidade, e a vista naquele antro era parca devido à ausência de luz. Apenas acima do meio-sangue, vários metros à distância, havia uma sugestiva réstia de claridade do luar, indicando que ele despencara dali. Precisava retornar. — Escalando, sim — constatou o óbvio. — É o único jeito.

Levando isso em consideração, a seguir ele passou a tatear a parede terrosa adiante de si, procurando pontos de apoio para ajudá-lo na iminente subida. Porém, no momento em que se ocupava nessa tarefa, seus ouvidos captaram uma série de estranhos ruídos conjuntos surgindo detrás; soavam como murmúrios sibilos convidativos, capazes de despertar certo receio nele. Nessa exata hora o semideus sentiu o instinto aguçado se manifestar e portanto apressou-se em dar meia-volta no sentido dos sons. — Será que...? Não, não pode ser... — Estreitou as pálpebras e forçou a visão a fim de averiguar o panorama avante de forma mais nítida. Assim Aleksi deparou-se com uma ameaçadora horda de cobras, todas o encarando através dos seus pequenos olhos cintilantes e desafiadores. — Essa é a pior noite da minha vida. Definitivamente. — O rapaz manteve a atenção fixa nas criaturas à medida que retirava do cós da calça uma faca de caça. Nesse instante o anel em seu dedo refulgiu, e a faca que portava em mão repentinamente converteu-se numa longa espada cuja lâmina, de tão impecável e perfurante, resplandecia naquela escuridão. — Hora de lidar com alguns vermes.

Uma das cobras se pôs a rastejar-se em céleres movimentos ondulantes, indo ao encontro da prole de Ares no intuito de investir suas presas cortantes na carne do semideus. No entanto, Aleksi não demonstrava qualquer sinal de apreensão; em vez disso, revelava nas feições uma espécie de satisfação crescente pelo simples fato de estar em combate. Eis uma das particularidades de ser filho do deus da guerra. O rapaz deixou que a cobra se aproximasse apenas o suficiente para que esta entrasse no alcance da Rage — a fulminante espada —, e então desferiu um golpe veloz e preciso, cortando a cabeça da criatura numa rapidez sobre-humana. Esguichos de sangue irromperam da parte decepada e lambuzaram parcialmente a espada do semideus — que adquiriu uma intensa aura vermelha, tornando-se ainda mais poderosa em força e extensão —, seus braços e seu rosto. — Quem será a próxima? Ah! Quer saber? Venham todas de uma vez! — Foi como se as criaturas tivessem compreendido a provocação, pois todas vieram em marcha uniforme contra Aleksi, que permanecia instigando pela sede de batalha.

Valendo-se da sua incrível força e habilidade, realizava seus ataques à maneira eficiente de um guerreiro de alto nível. Os cortes que executava por meio da espada eram impetuosos e não davam chances para que as cobras conseguissem contra-atacar. — Tsc! Desapareçam da minha frente! — Os inimigos caíam mortos numa sequência terrível, preenchendo o solo de sangue e corpos que davam seus últimos espasmos antes da vida se esgotar inteiramente. Aleksi, em pouquíssimos minutos, conseguira varrer todas as ameaças que haviam-no cercado. Na verdade, quase todas. A certa altura, metros adiante dele, algo se moveu. A princípio ele não pôde enxergar de forma precisa, todavia conseguiu ouvir o ruído de um enorme corpo se arrastando preguiçosamente e aproximando-se. Então percebeu, com evidente espanto, que a massa negra à sua frente não era somente obra da escuridão — tratava-se de outra criatura, infinitamente maior em comparação às que aniquilara. "Mas é claro... Tudo faz sentido", deduziu em pensamento. Dera-se conta de que exterminara simplesmente os filhotes do verdadeiro problema daquele buraco: a cobra de tamanho descomunal que agora se colocava na frente do filho de Ares com a clara intenção de devorá-lo num gesto de vingança.

Foi mal ter matado suas crias, tá? Em minha defesa, só tava tentando me proteger. — A ironia envolvendo a fala de Aleksi era quase palpável. Ele esboçava um sorriso cínico ao passo que encarava destemidamente a criatura. — Agora... que tal acabarmos logo com isso? — Por fim o semideus inspirou profundamente, ergueu a espada ensanguentada ao alto numa imagem imponente, e, num brado feroz, exprimiu a seguinte ordem em grego: — Levantem e lutem! — Como resultado daquilo, cinco guerreiros esqueletos foram brotando da terra, ganhando seus contornos e transformando-se em silhuetas armadas — lanças, espadas e escudos lhes forneciam vigor e exuberância —, visivelmente prontas para combate. — Agora avancem! Matem a criatura! — Todos os cinco esqueletos partiram em disparada à cobra, desferindo ataques vorazes contra o inimigo, que mesmo desnorteada, reagiu abocanhando um dos servos de Aleksi, o qual tentava desesperadamente escapar da bocarra da criatura. Nisso, o filho de Ares aproveitou a brecha e também avançou; com sua desenvoltura atlética, conseguiu efetuar um salto exorbitante, visando alcançar o alto da cabeça do seu adversário. Obteve êxito.

Ao cair, posicionara a lâmina da espada para baixo, perfurando uma área do crânio da criatura, fazendo-a vacilar, e por pouco não tombar. Nesse meio-tempo, os esqueletos persistiam em obedecer ao comando de Aleksi e atacavam-na brutalmente, sem cessar, abrindo cortes violentos no oponente, que sangrava demasiadamente. — Terminem o serviço — proferiu o semideus, que afastava-se da barbárie e retornava à longa parede por onde subiria a fim de atingir a saída. O anel que portava novamente cintilou, e a ampla espada que empunhava reduziu-se ao formato de uma faca, que Aleksi guardou de novo no cós da calça. — Hora de sair daqui... e voltar pro Acampamento. — Mesmo transpirando e arquejando excessivamente, o meio-sangue não mostrou resquícios de exaustão no instante em que fincou as mãos robustas nas rochas da parede que serviriam de suporte à escalada. Apesar da considerável altura, ele forçou-se a galgar todo o árduo percurso, subindo gradativamente até que, no final da duradoura empreitada, encontrava-se deitado de bruços no assoalho gélido do labirinto, ofegante. — Eu jamais vou participar de outra festa de Halloween... Pra mim, chega. — Com um quê se esforço, levantou-se. Por sorte, o rapaz não se aprofundara tanto no labirinto, e encontrar o caminho para fora dali não seria o pior desafio por que passara àquela noite.

Missão:
Você achou que era sim seguro entrar no labirinto, mesmo contra tudo que Quíron e o senhor D. disseram, acontece que você acabou pisando em uma parte oca e a terra cedeu, te jogando diretamente para sabe lá deuses onde. Como se tudo isso não fosse ruim o suficiente, há uma enorme cobra ao dormindo ao seu redor e ela tem filhotes que estão acordados e muitíssimo afim de te usar como refeição. Ops.
Requisito – Mínimo nível 10.
Recompensas até: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos

Item/arma utilizados:
• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Rage [Espada longa, com cerca de um metro de comprimento e largura consideravelmente grande. É tão afiada que um mero toque é capaz de causar ferimentos, possuindo setenta centímetros da ponta à base. Abaixo da base, a guarda da arma é o entalhe da cabeça de um javali, feita em ferro e com dois rubis em seus olhos, aparentemente foscos e apagados. O punho é feito de madeira, e seu design permite que a espada seja segurada com uma ou duas mãos – embora a força exigida seja bem maior caso seja empunhada com apenas uma. | Madeira e bronze celestial | Quando o dono da espada entra em combate, as joias do javali começam a brilhar em um tom intenso de vermelho. Sempre que a espada causa dano em um inimigo, ela suga parte da vida retirada – 25% - e passa para o portador, caso este esteja ferido, restaurando assim parte da sua vida | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

Poderes:
Passivos:
Nível 1
Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Sexto Sentido
Descrição: Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares/Marte sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (como sons) esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão, durante um único turno, pressentir o inimigo se aproximando, podendo saber de onde o ataque virá, e se preparar para ele.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Velocidade Atlética
Descrição: Um bom combatente sempre está preparado fisicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra levam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15% de chance de conseguir se esquivar, pular, e saltar em uma luta com inimigos mais fracos, ou mais lentos.
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Sanguinário
Descrição: Ares/Marte ama ver o sangue de seus inimigos jorrando de seus corpos, sendo esse um inevitável atrativo das guerras. Ao ser tocado pelo sangue de um inimigo, ou por algum fluído vital que se assemelhe ao sangue (Ents - seiva, deuses - icor e etc), o filho de Ares/Marte recupera parte de sua energia e força, ficando com ainda com mais vontade de ferir inimigos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +10 HP e +10 HP
Dano: Nenhum
Extra: Pode ser utilizado uma vez a cada 3 turnos.

Nível 16
Nome do poder: Força II
Descrição: Os filhos de Ares/Marte ficam ainda mais fortes conforme desenvolvem seu treinamento, sua força sempre foi superior aos demais campistas, mas isso se torna um destaque muito vantajoso conforme ele se desenvolve, cresce e treina.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força
Dano: +10% de Dano se o ataque do semideus atingir.
Ativos:
Nível 4
Nome do poder: Duplo Alcance
Descrição: Ao estar suja de sangue e nas mãos do filho de Ares/Marte, uma de suas armas é coberta por uma aura vermelha, que duplicará seu alcance (Uma espada de 40 centímetros passaria a "ter" 80 centímetros, e etc). A arma em si não é alongada, apenas a aura que a reflete com tamanho maior, de modo que ao acabar o efeito e a aura sumir, a arma volta a ter seu tamanho normal. Cada ativação é válida apenas para uma arma, e o efeito perdura durante duas rodadas.
Gasto de Mp: 15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O efeito dura duas rodadas, depois precisa gastar +15 MP pra ativá-lo de novo. 10 de dano extra.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Guerreiros Derrotados
Descrição: Assim como mostrado na série, os filhos de Ares/Marte ao erguerem uma de suas armas em direção ao alto, conseguem - com um grito em grego/latim cujo significado seja "Levantem e lutem" - invocar da terra cinco guerreiros esqueletos, que estarão equipados com uma lança, uma espada e um escudo, todos feitos de bronze celestial. Cada guerreiro possuirá 100 HP, e obedecerão apenas aos comandos proclamados pela prole do deus da guerra.
Gasto de Mp: 25 MP por guerreiro invocado.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Conseguem tirar até 5 HP por golpe que acertarem com suas armas.
Convidado
Anonymous

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Mensagem por Hemera em Qui Nov 21, 2019 1:37 pm


Aleksi

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos

Status:
HP:250
SP: 220

Atualizado por Macária.

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Mensagem por Convidado em Seg Nov 25, 2019 8:56 am

MISSÃO FIXA — EVENTO HALLOWEEN
"O MONSTRO DO LAGO"

A fuga do labirinto não havia sido de fato um desafio à perspicácia de Aleksi, como ele próprio imaginara. Nem mesmo as criaturas que enfrentara no tenebroso covil destas, momentos antes sob a superfície, suscitaram nele algum tipo de transtorno físico ou emocional — na verdade, aniquilá-las talvez tenha sido o ponto alto do evento ao filho de Ares. Mas todos esses acontecimentos não mudavam o fato de que Aleksi estava saturado daquele lugar. Se o intuito de ter ido à Escócia fora a busca impensada por algum tipo de diversão, a fim de fugir da rotina fastidiosa, o rapaz precisava admitir que falhara miseravelmente. Ali ele encontrara apenas situações inusitadas, no pior sentido possível, desde o princípio. Seja como for, nesse exato instante o semideus se encontrava numa caminhada solitária de volta ao castelo, as mãos enfiadas nos bolsos da calça — se negara a utilizar fantasia —, munido de um semblante despreocupado. Aproveitava o deleitável ambiente noturno para vaguear sem pressa, desfrutando do tempo livre e explorando as particularidades dos arredores.

Agora, por exemplo, depois de optar por um trajeto diferente pelo qual viera, o loiro avançava a passos vagarosos rente a um lago admirável que servia de espelho ao fulgor do luar. Mas foi durante essa travessia aparentemente sossegada que uma nova circunstância excepcional passava a se desenrolar, e os instintos aguçados do rapaz logo se manifestaram em alerta. Tudo começou com uma imagem no mínimo intrigante. Não muito ao longe, flutuando a poucos metros da beirada do lago, a prole de Ares se deteve e avistou um barco abandonado sobre a limpidez da água. O olhar astuto de Aleksi, percebendo a estranheza daquilo, fixou-se nele, tentando assim distinguir quaisquer detalhes que pudessem esclarecer as possíveis causas de se ter um barco negligenciado num lugar feito aquele. De onde estava, o loiro pôde enxergar itens diversos apoiados na proa e também nas laterais do casco de madeira, dando a entender que alguém o utilizara recentemente. Tal suposição se mostrou verídica quando, à distância, o ressoar de gritos suplicantes se fez ouvir insistentemente.

Deveras afastada da margem, podia-se entrever a silhueta de uma pessoa em pleno desespero, parecendo se debater para evitar submergir na água traiçoeira do lago. Afogamento ou não, de repente Aleksi se sentiu invadido por uma sensação de dever e obrigação, como se coubesse a ele arrancar o indivíduo em dificuldade daquela situação deplorável. — Tsc...! Outro problema para o babaca aqui resolver — o semideus proferiu, claramente tomado de impaciência; afinal, tinha a impressão de estar sendo tragado constantemente a situação adversas. Além disso, o filho de Ares não poderia se dar ao luxo de raciocinar a respeito das suas próximas ações — precisava agir imediatamente. Julgando absurdo a mera possibilidade de tentar buscar ajuda de terceiros — esta alternativa lhe cruzara a mente —, o rapaz enfim se pôs em desempenho. Com incrível desenvoltura, executou um mergulho impulsivo, e, mesmo sentindo a água gélida lhe envolvendo, iniciou o percurso nadando até o desconhecido. Devido ao vigor e à resistência do semideus, o espaço entre ambos diminuía gradativamente, sem parar.

Conforme se aproximava do sujeito atormentado, Aleksi finalmente reconheceu suas feições em meio ao caos vigente: assim como ele, tratava-se de um campista. O ímpeto e perseverança do loiro fizeram-no então alcançar rapidamente o outro semideus, que continuava a se debater de maneira descontrolada. — Ei, se acalma! Vou te tirar daqui! — Aleksi, sem o menor sinal de delicadeza, ignorou os movimentos convulsos do garoto e firmou as mãos à força no tecido da camisa encharcada dele, na altura do tronco, esforçando-se para trazê-lo consigo à orla. Arduamente os dois iam se deslocando, bem devagar, no sentido do barco e da margem. — M-Monstro... no lago! Tenha cuidado! — conseguiu bradar o menor ao recuperar parte da sensatez, apesar de permanecer inquieto. — Monstro...? — O filho de Ares indagou com um quê de perplexidade. A resposta, no entanto, veio da maneira mais literal possível. Quando ambos estavam muito próximos de atingir o barco, uma espécie de tentáculo, viscoso e frio, enrolou-se na perna direita de Aleksi, promovendo um aperto severo ao passo que o puxava. — Merda! Que porra é essa?! — O semideus, sobressaltado, lutava e tentava resistir, em vão. Seu corpo foi sendo tragado à área profunda do lago pela misteriosa criatura. — Continua nadando! Foge daqui! — vociferou ao campista que salvara.

O adolescente, embora atingido por um pavor indescritível, obedeceu à ordem da prole de Ares e obrigou-se a prosseguir sozinho, mas não à margem para fugir; ele seguiu ao barco. Pelo visto, tinha algum tipo de plano insano no intuito de ajudar Aleksi, que a essa altura achava-se suspenso no ar pelo tentáculo em torno da sua perna, remexendo-se de cabeça para baixo. Precisava reagir. A Rage, sua espada longa propícia às batalhas, continha a aparência de uma faca de caça devido à habilidade do anel Arsenal, e estava firmada na cintura da calça do semideus, que empunhou-a subitamente. — Seu maldito! — gritou à visível criatura — um ser grotesco idêntico a um polvo, de estatura descomunal, digno dos contos de Lovecraft, cuja silhueta parcialmente imersa produzia uma sombra assustadora no lago em virtude do seu tamanho. — Eu vou acabar com você...! — A mencionada faca então retomou o aspecto original da arma, convertendo-se numa espada extraordinária. Com ela, Aleksi desferiu um corte profundo e arrebatador na carne do tentáculo, decepando a ponta que o mantinha cativo e portanto caindo de volta à água. Ao mergulhar, procurou se afastar a todo custo dali, deslocando-se na direção contrária à da criatura.

O propósito era chegar até o barco ou a margem e, se possível, enfrentar o inimigo num âmbito que não fosse o aquático, dada a inegável desvantagem que teria — eis por que Aleksi se obrigava a mover-se tão depressa. Mas a meio caminho de atingir o objetivo, novamente se viu fisgado — dessa vez na cintura — por um segundo tentáculo que voltou a envolvê-lo e erguê-lo no alto, apertando-o cada vez mais violentamente. Nessa hora o loiro ainda portava a espada em mão e pretendia usá-la a seu favor, quando uma saraivada de flechas passou a atingir o tentáculo que o prendia. O campista que se safara do monstro graças a Aleksi estava no barco, segurando um arco à medida que ainda disparava suas flechas, todas acertando em cheio o alvo. O tentáculo estremecia, decerto experimentando uma densa onda de dor, e por fim abriu-se, libertando a prole de Ares, que se beneficiou da queda para despencar com a lâmina da espada acima da cabeça parcialmente à mostra da criatura. Foi um golpe certeiro. Sangue escuro começou a escorrer quando Aleksi removeu a lâmina. Logo ele mergulhou novamente, retomando depressa o caminho no sentido do barco, ao passo que a criatura, apesar de permanecer viva, parecia desorientada, afastando-se ao submergir nas profundezas do lago.

Finalmente, após tanto insistir, o semideus chegou onde queria. Encharcado dos pés à cabeça, subiu ao barco. Deparou-se com o campista que ajudara minutos atrás, agora se revelando mais calmo e equilibrado. — Sabe, não precisava ter me ajudado. Eu poderia muito bem ter dado conta daquela besta sem teu reforço — Aleksi falou à sua maneira ríspida assim que o encarou. O recém-conhecido esboçou um sorriso tímido, respirou fundo e replicou: — Bem, era o mínimo que eu poderia fazer após você me salvar. E como semideuses, acho que devemos ajudar uns ao outros. Me chamo Fergus, aliás. Filho de Apolo. É um prazer. — Suas palavras não causaram nenhuma alteração nas feições austeras da cria de Ares. — Aleksi — o loiro limitou-se a dizer; fez-se uma pausa e então prosseguiu: — O que estava fazendo aqui? Esse barco é seu? — Fergus mordeu o lábio inferior de um modo nervoso, gesto que sugeria estar se entregando a pensamentos. — Eu... quis dar uma volta longe do castelo. Enquanto passava por aqui, vi esse barco abandonado repleto de itens. Quis averiguar. Foi quando a criatura me puxou ao lago. — Notava-se lamento no tom da voz dele. — Consegui resistir por um tempo, mas estava ficando exausto... Foi quando você chegou. — Um silêncio momentâneo recaiu sobre ambos. — Seja como for — Aleksi retomou a fala —, vamos sair daqui. O monstro continua vivo e pode voltar a qualquer momento. Quanto ao barco e os itens, melhor deixá-los para trás. — Dito isso, os dois semideuses fizeram como o filho de Ares propusera: voltaram à margem do lago, deixando para trás todo o resto.

Missão:
Você estava passeando pela borda do lago quando percebeu um pequeno barco flutuando por ali, intrigado, notou que havia itens, mas não pessoas e decidiu que precisava de ajuda para saber o que estava acontecendo. Acontece que ao longe, pôde perceber que alguém parecia se debater e pedir por ajuda. Agora você tinha duas opções: ir para dentro e chamar por reforço ou tentar resolver sozinho e arriscar-se a virar alimento para a criatura misteriosa junto do semideus clamando por ajuda.
Requisito – Mínimo nível 20.
Recompensa até: 5.000 XP – 3.000 dracmas – 4 ossos

Item/arma utilizados:
• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Rage [Espada longa, com cerca de um metro de comprimento e largura consideravelmente grande. É tão afiada que um mero toque é capaz de causar ferimentos, possuindo setenta centímetros da ponta à base. Abaixo da base, a guarda da arma é o entalhe da cabeça de um javali, feita em ferro e com dois rubis em seus olhos, aparentemente foscos e apagados. O punho é feito de madeira, e seu design permite que a espada seja segurada com uma ou duas mãos – embora a força exigida seja bem maior caso seja empunhada com apenas uma. | Madeira e bronze celestial | Quando o dono da espada entra em combate, as joias do javali começam a brilhar em um tom intenso de vermelho. Sempre que a espada causa dano em um inimigo, ela suga parte da vida retirada – 25% - e passa para o portador, caso este esteja ferido, restaurando assim parte da sua vida | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

Poderes passivos:
Nível 1
Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Velocidade Atlética
Descrição: Um bom combatente sempre está preparado fisicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra levam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15% de chance de conseguir se esquivar, pular, e saltar em uma luta com inimigos mais fracos, ou mais lentos.
Dano: Nenhum

Nível 16
Nome do poder: Força II
Descrição: Os filhos de Ares/Marte ficam ainda mais fortes conforme desenvolvem seu treinamento, sua força sempre foi superior aos demais campistas, mas isso se torna um destaque muito vantajoso conforme ele se desenvolve, cresce e treina.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força
Dano: +10% de Dano se o ataque do semideus atingir.
Convidado
Anonymous

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