The Blood of Olympus

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Mensagem por Aurora De Noir em Seg Nov 11, 2019 8:26 am

Espaço reservado para as missões fixas do evento de halloween de Aurora De Noir


Não terás medo de nada, nem mesmo do escuro se você for a própria escuridão que habita o mundoThe monster
Aurora De Noir
Aurora De Noir
Filhos de Éris
Idade : 21

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Mensagem por Aurora De Noir em Qui Nov 14, 2019 6:04 pm

boo! te assustei
MISSÃO FIXA DE HALOOWEN

Explorando o castelo
Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

E mais uma vez Aurora se viria em meio a uma multidão de gente bem antes do que planejava estar, porém, aquela seria uma ótima oportunidade para aprender um pouco mais sobre aqueles com quem dividia o acampamento além de se divertir um pouco, afinal de contas, ter iniciado uma nova jornada como semideusa não deveria lhe tirar os prazeres da vida mortal e tão pouco iria deixar de gostar de coisas como aquela considerando que a tal festa que fora convidada de última hora poderia lhe proporcionar uma boa bebida a qual não lhe custaria nada em troca, talvez, um pouco de sua dignidade, mas isso não lhe preocupava em nada desde que pudesse ter o controle da situação e não fosse tentada a beber além do que suportaria.

Como já se era de imaginar, a menina não tinha fantasia alguma e tão pouco havia se preparado para uma festa como aquela, mas era boa de improvisação e aquele se tornara o momento ideal para provar para si mesma mais uma vez que não havia perdido seu toque especial para isso. Sem perder seu precioso tempo, Aurora se colocou a revirar o pequeno baú o qual lhe fora emprestado no chalé de Hermes para que guardasse suas coisas temporariamente. A jovem buscava por algo o qual lhe remetesse a uma figura bad girl já que seria o mais fácil considerando o estilo de roupas que a menina usava normalmente. Após algum tempo revirando o que tinha, a francesa conseguira encontrar escondido no fundo do baú uma peruca preta que deveria ter pertencido ao antigo dono do móvel. — “Caramba, mas como é que eu não tinha percebido que isso estava aqui quando guardei minhas coisas? — Era inevitável que o questionamento surgisse em sua cabeça considerando que normalmente a menina era muito atenta quando fazia algo para si mesma pois odiava ter erros e tão pouco gostava de convertê-los quando ocorriam, porém, ela não tinha tempo para se martirizar com aquilo e por sua vez a desatenção lhe caíra bem para com a situação.

Sem muita demora e como a peruca já ajeitada na cabeça de uma maneira com que parecesse algo bastante natural, Aurora buscara por uma regata branca combinada com a jaqueta preta de couro a qual tinha bastante apreço já que a peça de vestimenta havia sido um presente de um dos tios com quem havia perdido contato infelizmente, porém, em seu íntimo, sabia que em breve poderia encontrá-lo em grande estilo. Após vestir a parte de cima do traje escolhido, a francesa escolheu de forma aleatória um jeans que ficasse confortável no corpo e ao mesmo tempo algo bonito e então para completar toda a caracterização, optou por criar uma maquiagem artística rápida onde metade rosto fora coberto por uma base branca e por cima dela a menina construira os traços de uma caveira. Por fim, a ruiva, agora morena, estava pronta e admirava seu trabalho diante do espelho com a sensação de missão concluída.

—  Ei Aurora, você vem ? —  A voz de Ástrid lhe soou em suas costas enquanto a menina ainda se encontrava parada dando os últimos toques na produção para a mesma ficasse perfeita como deveria ser de fato.

Ástrid era uma das primeira pessoas com quem a filha de Éris viera a se comunicar ao chegar no acampamento meio-sangue e com ela simpatizou a escolhendo como uma de suas poucas amizades a quais não tiraria benefício algum e a quem possivelmente poderia jurar real lealdade com o passar do tempo caso continuassem ligadas, porém, a menina se incomodava com o fato da outra não ter sido tão visionária quanto a ela quando em um momento de descuido lhe contou sobre seus planos para os próximos meses que viriam, mas de qualquer forma, Aurora não pode afastá-la, afinal de contas, um aliado e outro sempre são bem vindos para quando a guerra e caos surgirem.

Eu já estou saindo, apenas estava terminando de ajeitar isso aqui para não ficar borrado depois. —  A ruiva sorriu de canto antes de abandonar a frente do espelho e seguir pela porta do chalé de Hermes deixando finalmente a construção superlotada para trás e rumando em direção ao local combinado onde uma das crianças de Hécate iria ser responsável pelo transporte da jovem e mais alguns outros semideuses para o tal, até então desconhecido, local do evento.

Alguns minutos de caminhada foram realizados até que a garota finalmente alcançara a clareira nos limites da barreira do acampamento a qual havia sido marcada como ponto de encontro entre os semideuses que participariam da festa. Como a jovem já esperava, a maioria do seu grupo de saída já estava presente assim como a bruxa responsável pelo portal, portanto, era claro que logo partiriam para o destino final. Aurora suspirou encarando os rostos ali presentes sem reconhecer nenhum além de Ástrid que havia de fato caprichado em sua fantasia, afinal de contas, a outra era filha de um dos deuses mais festeiros já citados na mitologia, portanto, era impossível que uma cria de Dionísio recusasse ir para uma festa a caráter .
Antes que o portal finalmente fosse aberto, a francesa se aproximara da bruxa lhe observando com certa atenção. A menina era alta, magra e a fantasia de pirata a qual trajava lhe valorizava de maneira perfeita, por um momento De Noir se questionara se fizera uma boa escolha para com a caracterização, porém seus pensamentos foram interrompidos ao ter sido interceptada em sua observação totalmente descarada.

— Está precisando de alguma coisa? — A filha da magia direcionara a pergunta para a ruiva que por sua vez sorriu de forma sem graça antes de voltar a se aproximar da outra agora de forma amigável sem segundas intenções. — Não conheço você, deve ser nova por aqui, sou Melinda.

Desculpe, estava apenas observando sua fantasia que digasse de passagem, ficou muito boa viu… — Aurora estendeu a mão direita em direção a semideusa enquanto se mantinha parada diante de si ainda com o semblante amistoso estampado no rosto como se fosse algo extremamente natural para a menina. — Pois é, prazer em conhecê-la, pode me chamar de Aurora sendo assim.

A bruxa por fim acabou por aceitar bem o cumprimento partido da ruiva e o correspondera da mesma forma, porém, os olhos da outra lhe observavam de forma diferente de segundos atrás e pareciam que poderia engolir a filha de Éris a qualquer momento ou ao mínimo eram capazes de ver todos os seus segredos mais escondidos em seu subconsciente. Aurora começara a ficar de fato incomodada com tal atitude da outra e então forçara em soltar-lhe a mão sem qualquer cerimônia.

Esta tudo bem com você? — A ruiva se adiantou em perguntar ao notar que a loira diante de si se mativera estática por um tempo fora do normal.

— Ah… Claro, me desculpe… Bom, acho que agora temos que ir
Fora então que a francesa se permitira voltar a se afastar da maior sem ter receio de ser mal interpretada pela mesma. Aurora se unira novamente ao grupo enquanto em sua mente se questionava sobre o que exatamente havia acontecido entre ela e a bruxa segundos antes e se era possível que a garota realmente tivesse entrado em sua cabeça como havia sentido, porém, teria de deixar para pensar sobre aquilo em outro momento, afinal de contas, o portal havia sido finalmente aberto diante de seus olhos.

O portal era constituído de pura magia luminosa capaz de transportar pessoal de um local para outro. Em outras circunstâncias, Aurora pouco acreditaria na possibilidade de algo assim existir no mundo, afinal, se existisse muitos outros meios de transportes faliriam no mundo mortal e talvez fosse por isso que a magia havia deixado de ser de fato explorada e virara algo abominável ou motivo de chacota pelos mortais. Sem pensar duas vezes, a menina se adiantou tomando a frente do grupo e então fechou os olhos enquanto caminhava em direção a grande fenda aberta. Não sabia como aquilo funcionaria ou se era de fato confiável, porém a menina mergulhou dentro do vórtex negro antes que pudesse mudar de ideia.


Ela conseguia sentir o vento lhe cortar o rosto enquanto a garota se encontrava em queda livre em meio a escuridão profunda a qual o portal havia se tornado. Naquele momento, a francesa começara a se questionar se realmente havia feito a escolha certa, porém, suas dúvidas foram rapidamente sanadas no momento que seu corpo se tornou leve e a queda começara a se transformar em um flutuar pleno até que seus pés tocaram o solo e a escuridão dera espaço para um cenário digno da idade das trevas.

Assim que todos os membros do grupo de transporte conseguiram atravessar o portal e alcançar o tal castelo onde a festa estaria acontecendo o portal fora fechado por Melinda que se agarrara em um semideus o qual a jovem não conhecia e partira para um canto qualquer que não lhe interessava, pelo menos não naquele momento. Antes que pudesse tomar partida de qualquer coisa a garota parou alguns minutos observando o seu redor com atenção, afinal de contas, não era sempre que tinha a oportunidade de visitar uma construção como aquela, tão pouco em uma época tão especial com a que estavam.
Aproveitando que tinha alguns minutos antes de ser obrigada a se juntar aos outros no salão onde a festa estaria de fato acontecendo, a ruiva se arrastou até a parede leste do saguão observando com atenção as pinturas de mitos antigos que a ornavam. Primeiro Hércules, depois Morfeu, o pobre Cúpido e por último uma pintura totalmente borrada a qual a jovem não conseguia distinguir.

Mas o que raios é isso aqui? —  A menina caminhou até próximo da escadaria a qual daria acesso ao segundo andar da construção e onde o quadro estava exposto.

Seus olhos curiosos percorreram por toda a pintura tentando identificar o que de tão perigoso estivera pintado ali a ponto de ser apagado de forma tão grotesca como estava, afinal, aparentemente haviam jogado tinta sobre tinta criando borrões imensos que vazavam pela moldura dourada o qual dava cara ao quadro. Após dar mais dois passos em direção a obra, Aurora pode perceber que resquícios da tinta  usada para danificar a peça criavam um caminho pela parede a qual seguia escada acima. Por um momento a menina sentiu como se aquilo estivesse lhe chamando e algo dentro de si lhe pedia para que fosse até o final tomando aquilo como uma investigação particular, porém, antes que pudesse tomar qualquer atitude, a francesa teve sua atenção chamada para outra coisa.

— EI, o que você está fazendo ai ainda? A festa é pra lá! — Mais uma vez a voz de Ástrid se fez presente a tempo de impedir que a ruiva pudesse prosseguir com o que desejava. A semideusa trazia duas taças de vinho nas mãos fazendo com que Aurora deduzisse que uma lhe pertenceria.

Eu só estava dando uma olhada, os quadros me chamaram a atenção, mas já estava indo para lá. — A menina suspirou se afastando das pinturas indo de encontro com a filha de Dionísio que se encontrava parada diante do arco de pedra o qual dava acesso ao salão de festas. Ao alcançar a outra, a menina se permitira tomar para si uma das taças e bebericar do líquido que descera quente por sua garganta. — Vamos, antes que eu resolva dar uma de Scooby-doo e procure por mistérios…

[...]


A dupla havia se arrastado finalmente para o salão de festa que para a surpresa da francesa se encontrava mais lotado do que havia imagino. Já fazia algum tempo que não frequentava festas e imaginava que uma realizada por seres “mágicos” não teria uma proporção como aquela, porém, havia se enganado drasticamente Aurora podia sentir as auras presentes se misturarem com o cheiro de álcool e o tabaco de alguns que se aproveitavam da situação toda e fumavam escondido, porém, vez e outra alguma energia se destacava das demais e a menina poderia dizer facilmente que se tratava de uma presença maior, talvez alguém mais forte do que todos os presentes, talvez um deus, mas em sua cabeça se forçava a não acreditar pois lhe parecia surreal demais alguém com tantas responsabilidades e deveres perder seu tempo em meio a meio mortais que certamente dariam um show de perdições.

Seria engraçado se as coisas esquentassem por aqui…” — Era inevitável que a menina tivesse pensamentos como aqueles enquanto observava a diversão alheia, afinal de contas, era filha da deusa da discórdia e ver o circo pegando fogo era um de seus passatempos favoritos, portanto, antes que Ástrid pudesse ter tempo de arrastar a outra para o meio da pista de dança onde demonstrava todos os seus dons remexendo o corpo no ritmo da música, a ruiva se adiantou em passos rápido em direção ao bar onde algumas pessoas se encontravam sentadas em banquetas altas de inox e couro vermelho jogando conversa fora com um ou outro.

Por um momento, Aurora apenas se manteve observando o movimento enquanto se sentava em um dos lugares livres. Em sua cabeça, começava a criar possíveis situações capazes de desestruturar e causar alguma confusão por ali, porém, não conseguia decidir em qual das ideias iria de fato investir, portanto, antes de tomar qualquer atitude, a menina se virou para o barman que se encontrava parado de trás do balcão e pediu um drink qualquer para experimentar com a esperança de que o álcool lhe cedesse firmeza para tomar partido em seu plano. Não mais de dez minutos haviam se passado e finalmente o rapaz responsável pelo bar finalmente lhe entregara seu copo. Se tratava de um drink muito conhecido por todo o mundo e um dos favoritos da filha de Éris, ou seja, a famosa BloodMary. Aurora suspirou observando seu copo e, como já estava acostumada, se permitiu dar um longo gole antes de se levantar e caminhar decidida novamente até a pista de dança com metade da bebida ainda disponível.

Sem criar alarme do que faria, De Noir se misturou em meio aos demais semideuses enquanto derrubava propositalmente a bebida no chão fazendo com que o piso ficasse escorregadio e assim que finalmente esvaziou seu copo, de forma sorrateira, a menina empurrou um rapaz que estava de costa para si fazendo com que o mesmo caísse e levasse outros consigo como se fosse um dominó humano muito mal feito enquanto a própria saia de fininho para que não fosse acusada por nada.
Quando voltara a tomar seu lugar no bar a menina mantinha seus olhos fixos na situação que havia criado contado nos dedos o momento que o rapaz caído iria se levantar e acusar o mais próximo de sabotagem. Dito e feito. Em questão de segundo a briga se instalava entre os semideuses e com isso uma pequena muvuca se construira em torno roubando alguns sorrisos de satisfação da francesa. Aurora se manteve ali, assistindo o espetáculo, por mais alguns bons minutos enquanto se aproveitava do copo de caipirinha abandonado sobre o balcão que alguém havia pedido porém não tivera tempo de se deliciar quando a confusão começou.

Aquele fora um bom momento para a menina e se sentia satisfeita com aquilo, porém, quando o conflito começava a chegar ao fim e os participantes se davam conta do que realmente havia acontecido Aurora engoliu seco, afinal, alguns olhares se voltaram para a mesma e então aquele era o sinal para que se retirasse, caso o contrário, problemas surgiriam. Um suspiro escapou pelos lábios da menina e então a mesma abandonara o copo novamente vazio e partira por um corredor lateral com a intenção de fugir de qualquer um que poderia se dar o luxo de tentar pega-la.

Sem que parasse para pensar de fato no que faria ou se era permitido, a ruiva continuou  a caminhar pelo corredor mal iluminado por tochas mesmo quando o barulho da música vinda da festa fora totalmente abafada ao ponto de sumir pela distância que já havia tomado. A menina não sabia exatamente para onde estava indo, porém, a cada passo que a mesma dava em frente, novamente a visão da pintura vandalizada lhe surgia na mente fazendo com que De Noir voltasse a ficar intrigada com a mesma.Talvez, em seu subconsciente, o desejo de criar a situação anterior fosse apenas para usar como pretexto quando na realidade seu desejo era poder fugir para dar uma olhada mais a fundo na edificação onde se encontrava e talvez descobrir o que havia acontecido com a pintura.

O corredor de pedra parecia não ter fim e quanto mais a semideusa caminhava mais sombrio se tornava a atmosfera em sua volta, porém, a menina não sentia medo e por sua vez encontrava na morbidez um conforto estranho, mas tinha compreendido que quando se é filha de um deus submundano coisas como aquela lhe eram normais, como se estivesse se sentindo em “casa”. Pela primeira vez, Aurora gostou de ser filha de quem era.

Mais alguns minutos de caminhada se estenderam e então a jovem começara a cantarolar uma música infantil na cabeça de forma automática, porém, não se recordara de conhecer a melodia e tão pouco de ter a cantado outras vezes, era como se do nada os versos lhe fosse soprados nos ouvidos e a francesa apenas os repetia. Aurora parou. Subitamente o ar ficou mais pesado e uma por uma as tochas começaram a se apagar nas costas da jovem, fora aí que teve a certeza de que aquele lugar não era normal.
Os passos começaram a acelerar até chegar em um momento que De Noir se via correndo com se realmente fugisse de algo e então pode sentir medo novamente depois de anos. A menina respirava fundo então mantinha o mesmo desempenho enquanto corria sem rumo até que uma ao seu lado esquerdo uma porta se abrira. Era aquela a sua saída.

Sem pensar duas vezes, a ruiva se jogou para dentro da sala fechando a porta com violência em suas costas convicta de que estava a salvo de seja lá o que estivesse em seu calço. Pelo menos, era o que De Noir pensava.




Não terás medo de nada, nem mesmo do escuro se você for a própria escuridão que habita o mundoThe monster
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Mensagem por Osten B. Griffin em Qui Nov 14, 2019 8:24 pm


Aurora


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 950 XP – 1.500 Dracmas – 1 osso
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 950 XP – 1.500 Dracmas – 1 osso

Spoiler:
Você escreve muito bem, eu já te disse isso em outras contas, tanto minha quanto sua. Eu gosto dos detalhes que você aplica na escrita e no enredo que você cria. Gosto do jeito que explora uma missão simples e a transforma em algo extremamente elaborado e gostoso de ler. Parabens!

Atualizado por Hefesto
Osten recebe 200XP e Dracmas + 2 ossos



• SON OF ZEUS •
• REAPER LEADER •
• DISTURBED •
Osten B. Griffin
Osten B. Griffin
Líder dos Ceifadores
Idade : 24

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