The Blood of Olympus
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[MF] Abbey Arsenault Barrière & Emilly Yorath

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Mensagem por Abbey Arsenault Barrière em Dom Nov 10, 2019 10:00 pm

halloween
Tópico destinado às missões decorrentes do Halloween, por Abbey Arsenault Barrière & Emilly Yorath.  




Honey, Honey
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[MF] Abbey Arsenault Barrière & Emilly Yorath Empty Re: [MF] Abbey Arsenault Barrière & Emilly Yorath

Mensagem por Abbey Arsenault Barrière em Qui Nov 14, 2019 5:22 pm

I could escape this feeling, with my China girl
I feel a wreck without my, little China girl I hear her heart beating, loud as thunder Saw they stars crashing I'm a mess without my, little China girl
As festividades de Halloween naquele novo local que se encontrava, a deixava um tanto confusa. Não por não saber o que era. Ela não era idiota, afinal das contas. Não sabia na realidade, como "meio sangues" comemoravam a data. Estava esperando algo único, mas ao saber que seria uma festa, sua esperança morreu e seu tédio se tornou evidente. Era mais uma festividade comum onde encheria a cara, ficaria bêbada, ganhando de brinde uma puta ressaca e com fé, ficaria com alguma garota muito bonita, que não se lembraria nem da cor dos olhos na manhã seguinte. Já mencionei a ressaca?

A fantasia de imperatriz chinesa, baseada em Wu Zetian, inspirada no drama The Empress Of China, interpretada por Fan Bingbing, a maior estrela da China, era extremamente detalhada a agradava. A maquiagem, a frente corretamente vestida, as costas extensas e magníficas junto aos adornos intrínsecos em seus cabelos deixavam a cria de Quione muito orgulhosa de sua produção e preparação. Assim que se ajeitou com a fantasia, seguiu a multidão para onde a festividade era realizada e ponderava se entrava na  festa que estava tendo. Abigail mordeu o próprio lábio inferior, mas antes de qualquer coisa, passou os dedos em seus fios para garantir que tudo estava perfeito, carregava uma faca escondida nas roupas, pois nunca sabia o que poderia trazer e seu arco que tinha ganhado. Era bom se precaver de possíveis incidentes, afinal das contas.

Mas que porra... — Começaria a falar algo, quando acabou por ver um castelo ali perto que despertou sua curiosidade. Abigail sentia que era um local perigoso e que poderia ser arriscado, mas sua curiosidade era maior.

Se permitiu aproveitar-se de seus dotes militares que adquiriu com os treinamentos árduos e complexos na China, seguindo com sua arma em mãos, organizando seu majestoso vestido para que não atrapalhasse o caminho de terceiros. Obviamente os gritos de "cuidado com essa porra de vestido" eram frequentes e ela não precisava quebrar narizes, mas nenhum cuidado era demais com aquela peça muitíssimo bem trabalhada em branco e vermelho, certo? Começou a adentrar o local com passos cautelosos.

A decoração do ambiente parecia um tanto ousada e antiga, as coisas empoeiradas pelo local e a iluminação com velas, deixava a chinesa um tanto confusa, não tinha nenhuma ideia do que fazer ali. Seus passos agora pareciam levemente velozes quando ouviu um barulho de algo caindo, quando seus olhos se aproximaram do local que tinha ouvido o ruído, depois de ir até lá, viu uma garota de fios escuros e olhos azulados, com uma fantasia que não conseguia muito bem identificar.

Ei garota, não se preocupa. Eu não vou te deixar sozinha aqui viu? Não sai do meu lado e se tiver trazido uma arma, pega ela e fica a postos. Sou Abigail, para constar. Pode chamar de Abbey. — Deu os avisos de modo direto e sem deixar brechas para ser contrariada, puxou a outra com delicadeza para saírem daquele local.

Olhando o Castelo, não tentou adivinhar onde estava ou coisa do gênero, mas tinha deduzido apenas duas coisas. Não era nos Estados Unidos, muito menos na Ásia, as decorações eram bem gritantes nas diferenças. Observou algumas portas, que decidiu abrir algumas, vendo alguns ambientes vazios, algumas coisas bagunçadas, até mesmo uma sala com um piano. Majestoso aliás.

Procure também uma saída. — Instruiu a menina ao seu lado, seguindo para uma porta dupla.

Ao adentrar a sala que tinha aberto, viu um majestoso lustre acima de sua cabeça, largas janelas e um ambiente que apesar de perceber que era noite, onde estava, sua decoração era limpa. Talvez aquilo fosse um salão de bailes, pelo tamanho do local. Observou que ali tinha um piano e sorriu, se sentando. Não ficava perfeitamente, mas sabia tocar algo que não fosse uma completa porcaria. Tocava "Mary tinha um carneirinho", quando sorriu vendo Emilly aparecer de suas explorações, levantou-se e decidiram sair do ambiente.

Sabiam que tinha muita coisa a ser vista naquele castelo. Poderiam ver todas com calma, se tivessem paciência e cuidado, certo? Voltaram a andar, ouvindo alguns sons estranhos pelo local assim que saíram do salão de bailes e com uma expressão de foco e atenção, se permitiram olhar ao redor, a busca por um caminho a seguir parecia impressionante. Quando viram uma escada, sabia que era a decisão que poderia mudar tudo naquela busca. Ou subiam e viam o que mais tinha, ou ficavam ali naquele local.
Além de que claro, a curiosidade matou o gato e as duas subiram as escadas.

Missão Fixa & Fpa
Explorando o Castelo: Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Clique para acessar minha FPA

Itens Levados:
Arco flamejante [Bastava um pouco de energia nas flechas para que pudessem ter esse aspecto, e a aura de uma caçadora é suficiente forte para isso. | Efeito 1: Esse arco em especial é capaz de inflamar as flechas invisíveis com fogo negro, dessa forma quando atingirem metade do percurso até seu alvo a flecha se enchera com faíscas Negras, e quando atingirem o alvo, esse sofrera queimaduras de gravidade media. (as flechas retiram até 20 HP da pessoa que for acertada por elas). | Ferro estígio. | Não possui espaços para gemas | Mágico | Resistência: Beta | Status: 100%, sem danos | Comum | Desconhecido.]
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]



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Mensagem por Hemera em Qui Nov 14, 2019 6:58 pm


Abbey


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 30%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 10%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 665 XP – 1.050 dracmas – 1 osso

Comentários:
Você usa a vírgula em lugares onde não precisa e onde as vezes deveria entrar um ponto final. Imagino que sua MF foi mais das primeiras impressões da chegada da personagem ao local, pois você detalhou o que viu, mas não explorou de fato.

Atualizado por Macária

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Mensagem por Emilly Yorath em Sab Nov 16, 2019 2:19 am

Το στοιχειωμένο κάστρο

O Halloween havia chegado! Uma data comemorativa que Emilly gostava bastante, ainda quando era habitante do mundo mortal. Tanto que a sua animação para desvendar o que havia sido preparado no acampamento meio-sangue para tal época do ano. Para ser honesta era até inocente em suas expectativas, uma vez que esperava nada além de diversão por parte daquilo sendo organizado. Ainda que com os seus quinze anos de idade, Emilly ainda poderia ser considerada uma caloura no acampamento, e sequer houvera aprendido que tudo com relação ao mundo divino, tinha sim o seu grau de periculosidade. Do que ela se decidiu vestir naquele Halloween? Gueixa. É claro! Não que sua pessoa em si tivesse alguma relação com a cultura asiática, mas como filha e apreciadora do amor e romance, claro que uma das formas de artes atuais em que ela se via como fã, seria a das antigas damas de companhia do antigo período feudal japonês. Consigo não carregava armas, ela realmente acreditava estar segura na festa, novamente volto a dizer o quanto imatura era a jovem. Estava realmente animada para chegar festa, já que ainda não tinha amizades, e pouco se comunicava com as pessoas que não eram seus irmãos.

Emilly era alguém com a capacidade de socializar facilmente, quando havia acordado de bom humor, como em tal data. Bastava procurar alguém interessante e com quem ela se identificasse. Ainda assim, na cabeça dela também existiam outras coisas muito importantes para ser feito além de beber e comer na festa de Halloween, se deparando exatamente com um castelo monumental, ainda que aparentasse abandonado.  – Acho que eu nunca estive em um castelo antes. – Comentava a filha de Eros para si mesma, deslumbrada com o tamanho da majestosa construção medieval. Abrindo o portão, a moça passaria pelos jardins. Ela caminhara tranquilamente, observando como cada detalhe no melhor estilo gótico antigo era remanescente nas consideradas obras de arte do lado de fora do castelo. Não demorou muito para que se encontrasse no que poderia ser reconhecido como o Hall de Entrada, uma ampla sala de tapetes vermelhos e desgastados pelo o que parecia ser garras de animais de médio-porte. Talvez ela não estivesse sozinha por ali, já que aquele era um claro indicio de que poderiam haver animais escondidos pelo ambiente, e embora imatura, ela reconhecia como qualquer criatura ficaria irritada com um invasor em seu território, o mesmo aconteceria se alguém deitasse sem permissão na sua cama no chalé de Eros.

Ela tinha duas opções para seguir em frente. Esquerda, ou direita. Não poderia saber bem para onde qualquer uma das duas opções a levaria, visto que tudo o que poderia enxergar eram dois corredores sem muita luminosidade, o que indicava que todo o resto do castelo deveria ter um clima sombrio e escuro. Emilly poderia confessar que pensou mais de uma vez sobre para onde deveria ir, e se de fato teria coragem de ir. – Besteira. – Tentando encorajar a si mesma, proferiu. Todos sempre costumam falar que o caminho mais correto é o direito, de tal forma a garota escolhera por onde seguir. O corredor por onde ela seguira era repleto de retratos. A priori, ela não se importou muito com tantos rostos gravados em quadros que pareciam existir já há um milênio, mas tentou ignorá-los. No entanto, já no final do corredor havia uma quadro de uma bela figura feminina, de longos vestidos que pareciam tecidos com algum fio lunar, seus cabelos eram escuros como a noite, e ainda que se tratasse de uma mera pintura, a jovem sentia a imponência presença que o quadro exalava. – Que linda. – Afirou.  Após admirar a pintura, ela seguiu desvendando o castelo.

Ainda no final do corredor havia uma porta, que ao adentrá-la, a desbravadora do castelo se deparou com uma espécie de sala de administração. Até mesmo castelos antigos deveriam ter os seus administradores, sejam barões, lordes ou reis. No centro da sala havia uma mesa redonda que poderia facilmente sustentar dez banquetes de uma única vez, devido ao seu tamanho e circunferência. Ao aproximar-se, Emilly notou que acima do móvel repousava um mapa empoeirado. Curiosa, ela deslizou a palma da mão sobre a superfície do mapa, com o intuito de limpá-lo. Tal gesto ocasionou um espirro proveniente das partículas de poeira, mas revelou a menina que se tratava de um mapa sobre algum reino antigo, e que por mais que ela pudesse ler o nome de alguns pontos importantes do reino, não saberia apontar qual era ou onde este se localizava no globo terrestre. Acima da mesa também haviam bonecos de madeira, representando reis, cavaleiros e um alguns castelos. Os bonequinhos possuíam bandeirinhas de tecido com duas cores opostas, azul e vermelho. Notando isto, a filha de Eros se dera conta qual era a finalidade do cômodo no castelo. – Acho que era aqui que eles discutiam estratégias militares. – Estava quase certa disto, contudo precisava continuar em frente, movida por sua curiosidade.

Continuando a sua caminhada pelo castelo, se deparou com mais um corredor, entretanto ao invés de quadros, estes estavam tomados por espelhos, dos mais diversos tipos e tamanhos, decorando cada espaço daquele amplo corredor. – Bizarro. – Não somente bizarro, como assustador. Bem, era tanta coisa estranha naquele castelo, que de modo quase inevitável ela sentia-se uma medrosa. Em passos apressados pelo corredor para tentar ver-se livre de tantos espelhos posicionados como se tivessem mil olhos a observando, acabou por vislumbrar um vulto negro que saltava de um espelho ao outro, enquanto proferia risadas macabras. –  Que merda é essa?! – Xingava em pânico, levantando seu vestido de modo que pudesse correr o mais rápido possível daquele local. Entretanto ela não fazia o caminho inverso, e parecia estar se afundando ainda mais para dentro do castelo. Também não importava o quão de pressa ela corresse,  o vulto das gargalhadas era como um encosto de pesadelo que gruda e simplesmente não te larga mais. Aquilo realmente não parou de persegui-la até que finalmente a garota se deparou com uma porta, passando por ela, deixaria o corredor de espelhos para trás, assim como o seu perseguidor.

Embora ela não conseguisse compreender sobre o que se tratava, e por que a coisa não simplesmente abria a porta ou mesmo transpassara como fazia com os espelhos, estava aliviada por não estar mais sendo perseguida. Virando-se para o cômodo onde havia entrado, percebera que ali havia uma sala de encantamentos e alquimia. Como ela sabia disto? Ela honestamente não sabia, mas as mesas com runas brilhando e vários frascos com líquidos borbulhando, além de um caldeirão no fogo pareciam bem sugestivos. – É melhor não tocar em nada daqui. – Realmente, se não quisesse ficar verde ou ganhar mais um par de braços, seria mais seguro passar direto por aquele cômodo.  Entretanto, do caldeirão no fogo, cresceram dois tentáculos médios, que bambearam de um lado para o outro como se ainda estivessem vivos. Aquilo obviamente chamara a atenção da garota, que percebendo a hostilidade de ambos, correu para debaixo de uma das mesas daquela sala de alquimia. – Será que tudo nesse castelo tá vivo e quer me matar?! – Reclamava aborrecida, havia sido uma péssima ideia entrar lá sozinha, sem qualquer tipo de defesa. – E eu nem trouxe o meu arco. – Realmente não havia sido a ideia mais inteligente da sua parte, mas quem espera mais de uma novata?

Emilly pensou rápido e tentou buscar brechas para escapar enquanto escutava os tentáculos baterem em cima da mesa onde ela havia se escondido, aquela não aguentaria muito tempo. No canto de uma das paredes próximas, havia uma passagem que aparentava ser como uma tubulação. Parecia ser grande o suficiente para que o corpo da jovem de quinze anos escorregasse. Todavia, nem tudo eram maravilhas, já que ela não tinha a menor ideia de onde cairia caso fizesse aquela escolha, e estava com medo de ser justamente em um calabouço. Era arriscar, ou ser apanhada pelos tentáculos e talvez perecer em uma morte sufocada. Tendo isto em mente, encheu-se de coragem, rolando para fora da mesa e utilizando de sua corrida mais rápida para saltar em direção ao buraco na parede. Antes que pudesse ter sua escapatória, no entanto, sentiu seu pé segurado por um dos tentáculos. – Me ... Larga! – Gritava com um intervalo, a filha de Eros aborrecida, enquanto chutava aquele membro que lhe segurava e tentava lhe retirar de dentro do buraco. Embora o tentáculo fosse forte, acabou desistindo de puxar a menina quando recebeu uma pisada de tamanco em uma de suas ventosas, infelizmente levando o calçado da garota junto consigo.

O lado bom daquilo tudo seria o de que finalmente ela desabou um andar abaixo. Sentir o bumbum bater no chão lhe trouxe bastante alivio, afinal não tinha sido empalada por nada, nem muito menos caíra em um caldeirão com liquido fervente. Os tentáculos também haviam sido deixados para trás com sucesso. Para a sua surpresa, aquele era um corredor comum, o mais comum de todos os lugares em que já esteve naquele castelo. Parede s de pedra, janelas grandes e candelabros acessos que faziam a fraca iluminação ambiente. Tal aparente normalidade a fez caminhar normalmente, ainda buscando a saída dali. Engano seu, a normalidade também escondia os seus segredos obscuros, já que ela logo começou a ouvir o barulho aterrorizante de correntes arrastando logo atrás de si. Seriam cachorros? Na verdade este tipo de som geralmente é ligado a aparições fantasmagóricas, e quem realmente conhece Emilly sabe que uma de suas fobias é justamente sobre almas do além. Movida pela pneumatifobia, ela não ficaria parada esperando pelo pior, correndo rumo à frente no intuito de deixar o barulho de correntes arrastadas para trás.

Fora em sua corrida que ela acabou adentrando mais um cômodo do castelo. Este era muito mais arrumado, parecia não ser muito empoeirado e o que chamava mais atenção decerto eram as esculturas ali presentes. Estas, muito bem feitas, pareciam ter saído das mãos de um deus artesão, eram uma perfeição em aparência, verdadeiras obras de arte. Distraída, a menina mal percebia que uma das estatuas do canto acabara por se mexer, apenas percebendo isto quando a mesma estava bem próxima de si. – Tá brincando comigo! – Felizmente ela mais rápida do que uma estátua de mármore, conseguindo desviar do abraço fatal que este lhe daria caso a capturasse. Novamente ela voltou a um jogo de esconde-esconde pelo salão de artes, esgueirando-se de pilastra em pilastra até que conseguisse deixar a estátua sem noção de onde ela realmente estaria. Como tinha apenas um tamanco, ele não seria tão útil, e era a melhor forma de distração que ela tinha para conseguir sair do local sem ser vista ou capturada pelos grandes e fortes braços de pedra. O retirando de seu pé esquerdo, a jovenzinha, ainda escondida, o arremessou em direção ao lado oposto da porta de saída, atraindo a atenção da estátua para longe da passagem, de modo que ela conseguisse escapar daquela sala em especifico.

Engatinhando, a menina conseguiu seguir em frente, porém descalça. A próxima sala era misteriosa, por mais que nada mais daquele castelo fosse a interessar, visto que no final das contas tudo aparentava ser demasiadamente perigoso, e lidar com tudo sem o seu arco estava sendo um verdadeiro porre. Esta sala tinha a sua arquitetura redonda, inclusive o teto, assim se diferenciando das demais que Emilly tinha visitado até este exato momento. Todos os lugares daquela sala pareciam iguais. A menina se iludiu ao encontrar uma porta de madeira ali dentro, já estava agraciada com a possibilidade de deixar aquela sala para trás, quando ao passar por ela, acabou saindo em outra, também presente na mesma sala. – Maravilha. – Reclamou com desânimo, já que testar uma por uma não seria uma opção devido ao formato redondo da sala a confundir todo o tempo. A filha de Eros então fechou os seus olhos, rodopiando no salão, a porta que ela parasse de frente seria a escolhida para sair, e torcer para que fosse a correta. Ela então foi tentar a sorte, mas a probabilidade estava decerto contra a pobre menina.

Já considerava aquele o local mais chato e perturbador de todo o castelo, de modo que um são não demoraria tanto para enlouquecer lá dentro. Para Emilly, seria melhor ainda estar sendo seguida por algum monstro, no maior estilo Scooby-doo, contanto que não fosse um fantasma ou qualquer outro tipo de alma penada. Desistir também não seria uma opção, ou ela ficaria por ali para sempre. Decidira que desta vez rodaria o dobro do tempo que tinha passado da última vez, o que acabou ocasionando uma tontura em si, não que isto fosse um grande problema, visto que ela já se encontrava desorientada de uma forma ou de outra. Cambaleante, a filha de Eros seguia rumo à primeira porta que estivesse na sua frente, abrindo esta e, para sua alegria, ela saíra. – Obrigada, senhor destino! – Ela exclamava de alegria, finalmente se vendo livre daquele salão estonteante. Descalça, cansada e desacreditada, a jovem continuou na sua penitência, senão ficaria ali presa para sempre. Seus olhos já lacrimejavam, por mais que nenhuma lágrima saltasse e revelasse o choro, estava assustada, não queria mais nada além de sair do castelo e nunca mais voltar a entrar em um. Não desacompanhada.

Em meio a caminhava, ela já divagava em voz alta. – Será que não tem mesmo nenhum morador? – Pois nada além de sua voz era ouvida. O próximo corredor com que se deparou não era menos estranho do que as outras coisas que viu pelo castelo. Parecia ser uma sala de estudos, mas não estudos comuns ou ligados à mitologia. Gravados com ranhuras aparentemente talhadas, haviam muitos números espalhados pelas mesas e paredes, até mesmo pelo teto do salão. – Era só o que me faltava mesmo. – Debochava a jovem, principalmente por matemática ser uma das suas piores matérias na escola mundana, mas que aparentemente era muito bem querida na idade-média. A única coisa que lhe servia de consolo era que nada do além, sobrenatural, ou movido magicamente a atacou, permitindo assim que ela passasse por aquela sala sem muitos problemas a lidar. Mesmo com esta facilidade, a mocinha não mais tinha esperanças, sentando-se no canto de um dos corredores do castelo para que pudesse esconder o seu rosto e chorar em paz. Irritada, a garota levantou-se, apanhando em mãos um jarro de cerâmica ornamentada em um dos móveis presentes no corredor, logo o atirando contra a parede por mera falta de paciência.

Claro que se você é um porquinho no meio da selva, você não deve fazer barulho ou chamar atenção, e no momento que Emilly quebrara o jarro, fora justamente o que ela conseguira fazer; chamar atenção ao ponto onde se encontrava. Ouvira passos se aproximando, ficando de prontidão para o quer que fosse, já havia visto muito naquele castelo, e não duvidaria de qualquer coisa. Para a sua surpresa, se tratava de outra jovem, esta claramente mais velha do que Emilly em termos de idade, ainda que fosse bem nova e bonita. – Você não mora aqui, mora ? – Indagou temerosa, apenas aceitando se aproximar da asiática – que vestia uma roupa bem parecida com a sua, porém muito mais sofisticada –, quando esta revelou ser uma campista, assim como Emilly. – Ah que bom! A gente tem que sair daqui. O castelo parece ser do mal. – Comentava, não sabendo se a outra acreditara muito nas suas palavras, mas felizmente concordaria em retirá-la dali. – Meu nome é Emilly, e eu sou filha de Eros. – Apresentou-se devidamente, já que a partir de então teriam que trabalhar em conjunto para conseguirem deixar o local. Estava feliz em ter achado outra pessoa, tanto que nem lembrava mais de que estava tão perdida assim.

Não havia como não se envergonhar consigo mesma quando a outra moça citou sobre a possibilidade de utilizar armas. Honestamente nem soubera como informar, portanto só falou de uma vez sem tentar pensar muito na reação da mais velha. – Eu achei que não ia precisar trazer ...  Daí eu não trouxe. – Chegava a ser engraçado que um campista estivesse sem a ferramenta que deveria ser crucial para a sua sobrevivência, exceto caso ela soubesse soltar fogo pela mão, e não era o caso. Ao menos Abbey parecia ser ligeiramente compreensível a situação em que Emilly se encontrava, falando no geral, e não a criticou ou zombou por estar sem qualquer arma no momento. Caminhando juntas, ambas passaram por mais algumas salas, de modo que talvez pela companhia nada tenha agido de modo pejorativo contra a filha de Eros, mas isto também levantara uma teoria própria de que talvez fosse coisa da sua cabeça. Esperava que não, pois estaria louca. Após um pouco mais de buscas, ambas se depararam com uma grande escadaria que as mostrara novamente a luminosidade do luar. – É a saída, encontramos! – Exclamara tomada por uma felicidade destacável, subindo as pressas para sair dali. Não fora uma boa aventura, mas Emilly tinha aprendido duas coisas; nunca mais entrar em locais estranhos desacompanhada e jamais, jamais mesmo, sair sem qualquer tipo de arma. O único realmente positivo estava em conhecer alguém diferente, uma futura amiga, talvez?

MISSÃO FIXA & FPA
Explorando o Castelo: Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
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Mensagem por Maisie De Noir em Sab Nov 16, 2019 4:29 pm


Emilly


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Comentários:
Acredito que esta tenha sido a missão "Explorando o Castelo" mais desenvolvida e tenho que lhe dar os parabéns! Ela está ótima, muito bem narrada e com detalhes. Encontrei algumas vírgulas desnecessárias, mas desconsiderei, pois não atrapalha em nada a leitura. Parabéns!

Atualizado por Hefesto.
Magnólia recebe 200XP e Dracmas + 2 ossos




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Mensagem por Abbey Arsenault Barrière em Dom Nov 17, 2019 6:45 pm

I could escape this feeling, with my China girl
I feel a wreck without my, little China girl I hear her heart beating, loud as thunder Saw they stars crashing I'm a mess without my, little China girl
Em um ponto das explorações da chinesa ao lado da cria de Eros, Emilly,  tinha descoberto um meio de sair do local, que estava seguindo até a festa. Ela odiava tais eventos, eram barulhentos, caóticos e sempre havia algum babaca enchendo o saco. Tentando fazer alguma graça e seu temperamento curto não a deixava lidar com aquilo sem nem quebrar o nariz de alguém. O majestoso hanfu da garota arrastava-se pelo chão do ambiente enquanto a festividade começava a se fazer presente e sentida pela outra que apenas queria se retirar dali. Respirou, entediada.

Calma, Abbey. Não mata ninguém, se você matar o Jonathan é o próximo que vai ver e ele te mata. — Susurrou para si mesma tentando contar até dez para se acalmar.

A cria de Quione se encontrava sentada em uma das cadeiras próximas ao bar, pedindo uma dose de uma bebida fraca. Não queria ficar bêbada e sequer tinha vontade para beber algo.Precisava estar com seus sentidos em alta para enfrentar qualquer coisa que achasse naquele "inferno", conhecido como o Castelo. Seus olhos passeavam pela festa, vendo casais se pegando, barulho, pessoas dançando e, viu algo incomum. Um sátiro parecia estar girando seu bastão, acertando a cabeça de alguns que dançavam e apertava bundas alheias, que a deixou enojada.

Continuou a observar cada uma das atitudes daquele ser nojento, logo viu algumas bebidas serem roubadas e bom, de brinde o sátiro tentava paquerar algumas garotas. Revirou seus olhos, totalmente enojada, quando virou a cabeça para o lado esquerdo, vendo uma coreana de olhos escuros e uma expressão séria ao lado do tal idiota, que apenas parecia incomoda-lá. Isso bastou para que a chinesa se levantasse, ajeitando seu hanfu e se permitindo guiar até onde o caos ocorria, quem sabe ela não brotasse juízo no sátiro ridículo ali?

O problema, para a chinesa, nem era o roubo de bebidas. Porque em um evento open bar, era só pedir outra bebida, nada difícil. O que a incomodava era o bastão que era girado e poderia acertar alguém, além de machucar seriamente outras pessoas. Bufou, com uma expressão furiosa, enquanto andava em direção ao sátiro que ainda dava em cima da garota, que revirou os olhos se sentindo acuada, sem saber como escapar daquela situação. Abigail respirou bem fundo, assim que chegou perto da dupla, olhou a coreana com um sorriso largo.

Ele está te incomodando, amor? — Deu uma piscada para a outra que concordou com um bico nos lábios abraçando a chinesa. Abbey não gostava muito daqueles contatos sem permissão, mas não faria nada na ocasião. O importante era a segurança da outra. — Sai daqui, praga. Se eu ver você dando em cima da minha namorada de novo eu arranco seu pau e te dou no café da manhã. — Grunhiu ameaçadora, olhando o sátiro que recuou e se afastou. — Sou Abigail, aliás. — Apresentou-se para a outra.

Hwang Min Young. Obrigada pela ajuda, Abigail. Vamos ficar de olho nesse cara. Ele pode tentar incomodar mais alguém. — Recomendou.

Abigail não discordava daquela recomendação, as duas andavam próximas uma da outra para que pudessem observar o local melhor de forma atenta, principalmente o sátiro cabeçudo que voltava a roubar bebidas, enquanto girava o bastão e ainda paquerava outras garotas. Era um tanto nojento. Por mais que quisesse arrebentar aquele projeto de protetor, estava se controlando. Andaram pelo local, quando observaram o ambiente e os semideuses sendo atingidos pelo bastão do outro, o que fez a chinesa sentir raiva e seguir até o sátiro.

Você é retardado? Como você se tornou protetor, caralho? Olha o que você está fazendo. Roubando bebidas, dando em cima de gente que tá pouco se fodendo pra você, sendo inconveniente, ainda por cima com esse bastão. Sabia que se você girar isso com força o bastante e acertar alguém pode matar, idiota? Vai se tratar e sai daqui. Você tá incomodando. — Grunhiu furiosa enquanto olhava o sátiro. Ela não se podia deixar guiar pela raiva agora. — Ok. Olha, você está incomodando muita gente. Você está irritando e você pode machucar alguém com esse bastão, pare. — Avisou.

Sem dar tempo para o sátiro responder ou retrucar, ela logo se afastou.

Observação / Missão Fixa / FPA
• Observação: O modo que a Abigail lidou com o sátiro pode parecer errado, mas ela é temperamental e pavio curto.

• Um sátiro/fauno engraçadinho
Um sátiro/fauno resolveu que seria uma boa ideia causar tumulto na festa, por isso, começou a roubar bebidas enquanto seus donos estavam distraídos, dar em cima das semideusas e ficar balançando seu bastão no ar enquanto esbravejava. Você, cansado daquela situação toda, resolveu ir falar com o sátiro em uma tentativa de acalmar os ânimos antes que as coisas tomassem um rumo mais agressivo.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 2.500XP – 3.000 dracmas – 3 Ossos




Honey, Honey
don't catch no feelings
Abbey Arsenault Barrière
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Filhos de Quione
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Localização : Chalé

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Mensagem por Poseidon em Seg Nov 18, 2019 2:55 am


Abbey

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 2.500 XP – 3.000 Dracmas – 3 ossos.
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 47%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 17%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 2.350 XP – 2.820 dracmas – 3 ossos

Comentário:
Tome cuidado com a construção das frases, principalmente em falas. Algumas das suas ficaram incoerentes.
Poseidon
Poseidon
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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