The Blood of Olympus
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+ uma garota mágica — tramas pessoais

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Mensagem por Julieta Martín Diaz em Dom Nov 10, 2019 10:23 am

+ uma garota mágica — tramas pessoais Tenor


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Julieta Martín Diaz
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Mensagem por Julieta Martín Diaz em Dom Nov 10, 2019 11:17 am

Observações:

Quando tudo começa? Quando alguém nasce esse é induzido pelo próprio útero da mãe, mas quando falamos da existência do universo o assunto se torna completamente diferente. Pensando sobre tal e mantendo meu olhar sobre a janela do ônibus, segurando firmemente meu guarda-chuva, via gotas d'água abraçarem o vidro em agonia pela friagem que era contida do lado de fora. — "Pobrezinhas..."  — Todos aqueles tinham o seu próprio destino, talvez as gotas também e isso me acalmava um pouco, visto que naquele mundo horrendo todos mereciam sofrer de alguma forma. A vida não era justa e como qualquer outra pessoa tinha completa ciência disso, mesmo que esse não fosse o único problema.

O dia estava tão morto, desanimado e todas as pessoas ao meu redor pareciam se vestir desse feriado como se esse fosse permanecer o resto do ano. Era o inicio do ano letivo e meu último desejo seria manter todo aquele cansaço logo de inicio: tínhamos acabado de começar!

— Podem descer, cambada! — O japonês estava se tornando apenas mais um desafio que eu cumpria gradualmente, mas meu nível já era considerado favorável para que entendesse as aulas e conversasse sem muita dificuldade, também não negando desconhecer algumas gírias ditas pelos nativos, logo assim me esforçava ao máximo para estar a par de todas as modas e formas coloquiais que visse. — Se precisarem de ajuda com algo, estarei aqui o resto do ano. — Mark Yohara, um homem de quarenta e sete anos era o responsável pelo ônibus que locomoveria-me a escola todos os dias. Desde o primeiro ano eu já notei seu lado safado e totalmente objetivo as meninas do veículo e eu, uma estrangeira, parecia atrair um olhar ainda mais erótico do homem que obviamente não era correspondido.

Revirando o rosto ao passar pelo motorista, segui meu caminho com a mochila nas costas. Aquele uniforme me incomodava e no frio pecava em ser integralmente quentinho. — A gente precisa se livrar do Mark. — Em alguns minutos, Nana Tomoe, minha melhor amiga que era também da minha sala se aproximou. Por morarmos longe uma da outra — eu no lado esquerdo da cidade e ela no centro — pegávamos ônibus e rotas diferentes diariamente. Usávamos um colar de melhores amigas que se conectavam como ímã que era um presente dela, claro. — Com certeza, Tomoe. — ri de forma baixa, acolhendo ela com uma reverência formal e depois um abraço extremamente confortável. Já fazia um mês que não via Nana e ter toda essa distância cortada era um alívio, vendo que poderia novamente poder chorar nos braços dela quando tirasse uma nota baixa.

— Você viu que o professor Yuri não dá mais aula no nosso colégio? — Yuri Tarumi era nosso professor de matemática e vulgo um dos melhores que já tive em toda minha vida. Sua silhueta toda construída com um treinamento diário fazia todas as garotas da escola apaixonadas, inclusive tinha vergonha de me admitir uma dessas quando o via entrar pela porta, com seus olhos brilhantes por fazer o que amava. — Mentira! — Levei a minha face um semblante entristecido que só se tornou desanimo quando entrei pela portaria central da Mingyuch, minha escola. Tinha até esquecido de seus grandes corredores e escadarias sem fim que nos levavam as salas. Um enorme lustre pairava sobre o céu, hipnotizando meus olhos todas as vezes que passava pela parte principal da construção.

O mais interessante eram os períodos, sendo que o período de manhã era para nós, do koukou, a tarde era para o primário — youchien — e a noite para o pessoal do chuugakkou. — A nossa sala é qual? — Tomoe acabou fazendo um bico, enquanto eu apenas me permiti ir a cantina para comprar um bolinho de arroz que adorava comer todos os dias. — Julieta! — bufou. — Tudo bem, vamos para a aula. — A nossa grade era bem específica, pois naquele grau escolar não obrigatório tinha suas disciplinas de acordo com o gosto escolhido por cada aluno, que assim formava uma sala. Ela era rodeada de carteiras, como todas, mas era bem mais grande e tinha algumas prateleiras de livros didáticos também. — É bem maior que a nossa do ano passado, que não cabia nem o nosso caderno direito. — Concordei, mesmo que usasse fichário ao invés de caderno, visto que julgava o primeiro ser bem mais organizado para alguém que adorava retirar folhas.

— Sentem-se. — Era a professora Lalisa de língua japonesa. Particularmente era uma das minhas disciplinas favoritas que me fazia integrar-me a língua de forma didática e excepcional. Todos os professores do colégio eram ótimos e sempre entendia a maioria dos tópicos de cada disciplina, apesar dos pesares. Lisa era uma professora de vinte e dois anos e tão linda quanto o raiar do sol, sendo bipolar a maioria das vezes. Dizer a ela uma palavra poderia mudar todo o seu pensamento sobre a pessoa, por isso sempre tomava cuidado ao entregar os trabalhos e as provas ou quando me comunicava com ela. — Vamos tratar de... — Não me julgue, estava de manhã, chovendo e com um frio danado e adormecer foi a minha única escolha.

— Julieta, Julieta! — Um belisco doído manchou a minha pele branca com um tom avermelhado. Era a Tomoe, com uma cara raiva que me fez acordar imediatamente. — A aula acabou a dez minutos e você está dormindo! Não sei como a professora não te ouviu roncando como se fosse um trator! — dizia, tentando não rir em meio a um futuro sermão. — Você não pode dormir nas aulas. Isso te trouxe muitos problemas, lembra? Você quase nem passou de ano letivo. — Ela me ajudou a organizar os materiais dispersos na mesa, guardando-os na minha bolsa de sailor moon. — Tudo bem. A próxima aula é de estudos sociais, não é? — Amarrei meus cabelos negros em coque e bocejei, colocando a bolsa em meus ombros e me dirigindo a porta da sala e a arrastando com as mãos. A madeira era tão confortável com meus dedos!

— É sim, amiga. Mas vamos precisar subir até o último andar para buscar meus livros. — A área de armários com certeza devia ter sido construída por um arquiteto chapado já que ficava no último andar, obrigando todos os alunos a andarem milhões de degraus todos os dias. Talvez fosse feito no intuito de fazer a escola inteira não ser de pessoas totalmente sedentárias, afinal degraus são cansativos. — Posso ir sozinha, se quiser. — Com seu tom fofo podia notar que era um pedido claro para que eu fosse com ela.  — Vamos logo. — Puxei ela pelo braço e começamos a subir as escadas, apressadas. Estávamos atrasadíssimas para a aula de estudos sociais e o professor com certeza comeria nossas cabeças, tirando o fato de que poderíamos também receber advertência.

O último andar era escuro. As luzes pareciam não o iluminar. Os ventos entravam pela janela principal, com um feixe de luz para salvar a visão dos alunos para que identificassem o número do seu armário, Tomoe, no entanto, tremia pelo medo eminente causado pela breve escuridão. — Acalme-se. É só o escuro. — Segurando a mão dela firmemente, comecei a andar sobre a sala tentando chegar a área do seu armário. Por algum motivo senti que o chão tinha sumido e gritamos juntas. Meu coração disparou ao mesmo momento pois a escuridão dominou tudo o que víamos, inclusive a nós mesmas. — O que está acontecendo? — Agoniara. Não queria que ela sentisse medo então a abracei, confortando seu choro ao levar seu rosto ao meu peito.

Quando paramos para abrir os olhos, vimos apenas um grande espaço ao nosso redor totalmente surreal comparado ao que já observamos durante toda a nossa vida. Alguns tipos de tesouras caminhavam sobre o chão e vinham sobre a nossa direção, acompanhadas de pequenas criaturas negras e de tamanhos variados que nos arrastavam. — Soltem-nos! — Sua força era bem maior se equivalente a duas garotas de dezesseis anos, o que nos fez entrar em pânico mais profundamente. — Socorro! — Conseguimos gritar em conjunto apenas obtendo um riso obscuro e recheado de maldade que provavelmente era feminino.

O céu daquele espaço era negro e parecia não ter fim, como um quarto mágico infinito que apenas foi tomado por uma grande silhueta macabra de um ser feminino, vestido de uma maneira esquisita e de uma aparência semelhante. Notas de som voavam sobre o lugar e uma música de fundo era ouvida, macabra de tal modo que fazia meu coração acelerar mais rápido. Rodelas de carroça apareceram, sendo cinco que vinham em nossa direção com a maior velocidade. Independente do que fosse aquele ser maligno, de uma coisa sabia: Ela nos mataria antes mesmo de nos darmos conta de quem ela era.

— Não! — De longe, com uma acrobacia, surgiu uma garota de cachos loiros que quebrou as cinco rodelas com feixes de luz que saíam de suas mãos. — Não vou deixar que acabe com elas, de novo. — Fincou um bastão no chão, que fez um campo mágico nos cercar. Com certa velocidade ela correu, driblando todos os desafios que eram jogados pela criatura enquanto destruía cada servo que via mais perto de si. — É hora de acabar com isso, queridinha. — Apontando a mão ao céu, um grande bastão surgiu. — Luzes místicas! — Tudo tremeluziu e do bastão um relâmpago branco saiu, atingindo a besta que gemeu, desintegrando-se. Aos poucos, tudo desapareceu e estávamos de volta a sala de armários no último andar do nosso colégio. — O que aconteceu, Julie? — Tomoe me perguntou, recebendo logo após uma cara que a denunciava que eu não sabia de nada, também. — O que era aquilo? — Ela gritou.

— Uma amaldiçoada, claro. — Um pequeno felino branco subiu em suas costas, dizendo. Se isso causou na gente um infarto? Quase. Mas trouxe ainda mais curiosidade a mim e a Nani. — O-oque é você? — Tentei me aproximar dele e com um toque macio nos pelos do mesmo o fez ronronar. — Eu não tenho um nome definido, mas pode me chamar de guardião. — O próprio não continha nenhum tipo de face ou sequer demonstrava sentimento, o que causava-me um pouco de medo. — E o que é uma amaldiçoada? — O tremor do corpo que assolava a minha parceira passava gradualmente, mesmo sendo ainda notável quando ela pronunciou a pergunta. — É um ser maligno, que deixa sua maldição nas pessoas para que elas se suicidem. — Tudo estava tão esquisito.

Era apenas mais um inicio de ano e muita coisa já estava acontecendo, de modo que eu não podia acompanhar. Tinha ido para um lugar macabro que quase me matou e havia acabado de encontrar um felino falante e uma moça que era aparentemente da minha escola mas que eu nunca tinha visto antes. — Oh, não é para assustá-las logo de primeira, querido. — A garota o colocou no chão após fazer um breve cafuné. — Sou Yukiara Tsumimi, uma garota mágica. Antes que perguntem sobre isso e sobre o que é que viram, recomendo que voltem a sua aula antes. Vocês podem me encontrar na fonte da escola durante o segundo intervalo para que eu conte tudo a vocês sobre isso. Que tal? — Era justo. Logo então decidimos — caladas — pegar os cadernos e materiais que faltavam e ir para a outra sala, pensativas. Tudo estava tão confuso.

Estávamos tão focadas em receber respostas que nem prestamos as devidas atenções na aula, apenas aguardando ansiosamente o fim destas. Quando chegamos ao jardim, próximo a uma árvore de cerejeira aonde Yukiara estava sentada, começamos a falar. — Beleza. Agora nos explique tudo e quando digo tudo é tudo mesmo. — Ela fechou o livro após a minha fala, tirando os óculos e jogando seus cachos de lado conforme comia um pequeno biscoito de mel e aveia. — Tudo bem. Já que querem tanto saber, direi. — Pausou, olhando para ver se existia pessoas ao nosso redor, o que por sorte não tinha. — As amaldiçoadas são seres malignos que surgem quando algo de ódio é realizado no mundo, como assassinato ou morte de pessoas inocentes e outras coisas do gênero que culminam para que uma nasça. Essas começam como uma simples semente negra que se desenvolve e começa como um familiar. Familiares são como bebês desses seres que andam pelo mundo, sussurrando nos ouvidos de gente como você coisas sem nexo, geralmente provocando brigas entre as pessoas. Quando amadurecem se tornar amaldiçoadas e criam um labirinto, onde é a sua casa. — Mordiscou outro biscoito.

— Conte mais sobre o labirinto.

— Vamos dizer que o tamanho do labirinto depende do tipo de amaldiçoada. Quando essas se tornam adultas, elas podem marcar as pessoas com beijos de bruxa, que as fazem ter pensamentos suicidas independente de sua personalidade. Essa pessoa vai voltar após sete dias ao ninho dessa criatura, entrando nele propositalmente. Então ela vai comer essa pessoa e absorver sua energia após matá-la. — Ela sorria e bebia um gole de chá nos vendo claramente chocadas com tais informações. — Quanto mais pessoas tal maligna comer, mais forte e maior será a dificuldade em derrotá-la, sem contar que seu labirinto cresce a cada energia drenada. As pessoas podem ser atraídas para os seus ninhos como também podem entrar nele propositalmente, como foi o caso de vocês. Eu me mudei para cá esse ano, por sorte pude sentir que tinha um labirinto aqui antes que vocês fossem jantar.

— É possível derrotá-las, né?

— Essa é a minha função como garota mágica. O guardião é um ser místico, como um deus, que pode te conceder quase qualquer desejo carnal. Sendo esse a posse de um item, riqueza, força menos imortalidade pois algo que é além de seu alcance. Esse desejo, entretanto, só é realizado caso você derrote sete bruxas após o inicio do contrato que é vitalício. — Os nossos olhos se encheram de brilho.

— Então eu quero ser uma garota mágica! — Ela derrubou o chá ao mesmo instante e tomou-se por um semblante macabro. — Não. Não siga esse caminho se for só por causa desse desejo, querida. Esses seres podem te matar se você não tiver cuidado ao lutar com elas, sorte que tive quando derrotei aquela jovem amaldiçoada que prendeu vocês. Se quiserem mesmo isso, pensem com cuidado. — Ela se levantou e guardou as coisas em sua bolsa de couro, quando vimos o guardião sair dela.

— Se quiserem ser garotas mágicas, venham amanhã e façam um contrato comigo. Pensem bem no seu desejo e quem sabe possam se tornar garotas mágicas importantes. — Yukiara o puxou de volta a bolsa. — É. Pode ser. Mas pensem bem no perigo que estão correndo, garotas. Se realmente quiserem, visto que isso é problema de vocês então venham me procurar. Até mais! — Ela voltou a escola, enquanto eu e Tomoe fomos ao banheiro antes de ir para a nossa última aula do dia e ir embora.

(...)

Quando voltava para casa, pensei naquilo de virar uma garota mágica. Poderia fazer quase qualquer pedido mas não sabia o que escolher e isso me chegava até a tirar toda a minha fome. Chegando e abrindo a porta, subi as escadas e fui para o meu quarto, sem sequer dar oi a minha mãe. Abri meu diário e o coloquei sobre a escrivaninha após fechar a porta e escrevi tudo o que tinha passado, enquanto ouvia uma música relaxante de fundo e mordiscava os lábios em busca de saber descrever toda aquela loucura em pequenos parágrafos.

— É melhor eu ir tomar banho. — Deixei o pequeno livreto aberto, indo para o banheiro e me despindo. Uma água quente serviria muito bem para clarear todos os meus pensamentos e indecisões que não eram somente poucos. Me enrolei com a toalha e fui para o quarto. Tinha esquecido da sensação de abrir o guarda roupa com cheirinho de roupa limpa... Era tão bom!

— Julieta venha jantar! — Minha mãe era a pessoa que mais amava no mundo e que se importava comigo de todos os jeitos. Após meu pai ter me abandonado recém-nascida apenas pude ter ela como meu porto seguro e também como um alguém que sabia que poderia confiar. Ela trabalhava quase que o dia inteiro para manter o aluguel da casa que era bem caro comparada as outras. Mas sempre dávamos um jeito de conseguir resolver todas as coisas da nossa rotina e ainda sermos felizes. — O que aprendeu hoje na escola?  — Engoli seco a saliva, notando que tinha dormido em quase todas as aulas e me atrasado em algumas. Só podia falar da aula de música que era aquela que tinha comparecido do inicio ao fim realmente. — Foi ótimo! A gente aprendeu uns acordes novos no violão e algumas notas no piano. Mesmo que eu ache que aquela professora ainda me odeie por eu ter derrubado suco de uva no carpete dela. — Rimos. — Realmente. Tudo vai dar certo, filha. Ainda ficaremos aqui por uns dois anos, porque meu salário está bem regular. — Não havia notícia melhor para o momento, ignorando todo o fato de eu ter visto coisas anormais da nossa realidade.

— Por agora vamos dormir. Deixe que eu lavo louça, tudo bem? — Acariciou um pouco o meu rosto, levando os pratos para a pia. Me permiti vestir o resto do pijama e ir dormir com aquele fardo todo na cabeça.

A manhã chegou com o cantar do galo. Levantei apressada e fui vestir o uniforme, correndo para o ponto antes que pudesse perder o ônibus. Estava com meus fones no ouvido para ignorar todas as pessoas que tentassem falar comigo propositalmente. Minha bolsa estava mais pesada que o normal e meu subconsciente também com o fato de não suportar tantos segredos só para mim. O caminho que era relativamente curto do ônibus para o colégio pareceu mais longo do que estava acostumada.

— Julie! — Tomoe me puxou do ônibus quando cheguei, correndo para o que seria o jardim após alguns minutos do sinal ter sido tocado. — Eu marquei um encontro com o guardião aqui, sem a Yukiara saber. A gente vai fazer o pedido ainda hoje! — Eu me espantei. — O que? — Arqueei a sobrancelha. Enquanto brigávamos o guardião aparecia pouco a pouco, parecendo um gato branco comum. — Não tenham medo. Vocês podem passar um dia como garota mágica para ver como é. Também podem deixar o desejo para depois após verem se isso que querem ou não. Relaxem! Vocês serão ótimas guerreiras mágicas. — Seu argumento era válido e suficiente para fazer eu e minha amiga nos aproximar, de modo que queríamos fazer tudo aquilo rápido para que não nos atrasássemos para a aula. — Como fazemos? — perguntou. — Devem dizer que querem ser garotas mágicas, abdicando do desejo carnal para que assumam sua nova forma.

Por sorte não tinha mais ninguém do lado de fora, o que nos permitiu continuar com tudo aquilo sem problemas. — Eu, Julieta Martín Diaz, aceito ser uma garota mágica abdicando do desejo carnal para que eu mesma assuma a minha nova forma! — As mesmas palavras foram ditas pela minha colega, que observou nossos corpos tremeluzir. Um anel surgiu sobre os nossos dedos e uma roupa magnífica tomou o meu corpo, como uma armadura mágica que foi desfeita alguns minutos depois. — Agora vocês são garotas mágicas para sempre. — Ele riu.

— O que? — dissemos juntas, apavoradas.

Observações finais + Item pretendido:
Info:

O guardião mentiu para as garotas, dizendo a elas que poderiam deixar seu desejo para depois ao serem garotas mágicas por um dia. O fato é que não tem como reverter o contrato e ele não realiza desejos para ninguém, pois não tem esse poder em posse no momento. O mesmo ocorreu com Yukiara mas ela não queria manchar sua imagem ou a imagem das garotas mágicas revelando tal fato. Elas foram pegas de surpresa e agora tiveram suas almas transformadas em um anel, que garante a elas o poder temporário de lutar contra criaturas malignas chamadas de amaldiçoadas.

+ A definição de garota mágica aqui não é tida para definir uma bruxa, mas sim apenas garotas que podem usar do seu anel para ter uma armadura. A única diferença é que essas garotas podem derrotar/ver seres malignos como as amaldiçoadas citadas na trama. Yukiara pôde usar magia de luz porque ela, na verdade, é uma feiticeira de Circe com o ramo da luz.

+ Na parte onde cito os períodos de aula do colégio eu cito três (youchien, chuugakkou e koukou).

Youchien: Depois de passar três anos (dos 3 a 6 anos de idade) no 幼よう稚ち園えん (youchien), que seria similar ao jardim de infância, os alunos japoneses ingressam na Escola Primária, lá conhecida como 小しょう学がっ校こう (shougakkou).

Chuu': Com três anos de duração (dos 12 aos 15 anos), a escola “média” japonesa é chamada de 中ちゅう学がっ校こう (chuugakkou). Embora a comparação não seja totalmente adequada é possível traçar um paralelo com a educação brasileira e dizer que o 小学校 seria similar ao antigo primário, e o 中学校 seria parecido com o antigo ginásio.

Koukou: Por três anos (dos 15 aos 18), há o 高こう等とう学がっ校こう (koutougakkou), também conhecido como 高こう校こう (koukou). Ele seria algo similar ao que no Brasil se chamava de 2º grau, e hoje se chama aqui de Ensino Médio. As matérias lecionadas no 高校 podem variar, pois estão inclusas disciplinas específicas voltadas para as áreas de interesse dos alunos.

O interessante é que esse período NÃO é obrigatório para os estudantes. No entanto, como a cultura japonesa valoriza muito o estudo, a maioria esmagadora dos jovens frequenta o 高校.
Item:

Obs: Eu aceito modificações no item, pois não sei se está certo. Destruí-lo pode matar Julie na mesma hora e caso ela o deixe a mais de 50 metros de si cairá inconsciente ate que ele retorne.

Anel da alma [Descrição: Um anel de cor prata que contém algumas runas desconhecidas que emanam uma luz azul turquesa de seu interior. A alma da filha de Hefesto foi convertida na forma de um anel, sendo este toda a sua essência. | Efeito 1: O anel pode fazer com que Julieta se transforme em uma garota mágica, concedendo a ela uma armadura de ouro imperial maciço. | Efeito 2: O ouro não é pesado e não afeta a heroína em batalha, se ajustando ao seu corpo e tendo o peso base a de uma pena somente quando vestido por ela. | Efeito 3: Por ser algo mágico e cravado de runas aparentemente com o mesmo sentido, tal armadura tem +50 de resistência a danos mágicos. | Ouro imperial | Épico | Não tem espaço para gemas | Status: 100% sem danos | Mágico]





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Julieta Martín Diaz
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Filhos de Hefesto
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Mensagem por Hades em Sex Nov 15, 2019 3:22 pm


Avaliação

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP –  4.000 dracmas – 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 4000 XP –  3.200 dracmas – 10 ossos + item

• Anel da alma [Um anel de cor prata que contém algumas runas desconhecidas que emanam uma luz azul turquesa de seu interior. A alma da filha de Hefesto foi convertida na forma de um anel, sendo este toda a sua essência. | Efeito 1: O anel pode fazer com que Julieta se transforme em uma garota mágica, concedendo a ela uma armadura de ouro imperial maciço. | Efeito 2: O ouro não é pesado e não afeta a heroína em batalha, se ajustando ao seu corpo e tendo o peso base a de uma pena somente quando vestido por ela. | Efeito 3: Por ser algo mágico e cravado de runas aparentemente com o mesmo sentido, tal armadura tem +50 de resistência a danos mágicos. | Ouro imperial | Beta. | Não tem espaço para gemas | Status: 100% sem danos. | Mágico]

Comentários:
O texto foi muito bem escrito, porém notei que alguns pontos da narrativa tudo ocorria de forma muito fantasiosa, semelhante a algum anime. Por isso os descontos. Modifiquei pouca coisa no item também. Parabéns!
Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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