The Blood of Olympus
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Mensagem por Lucy Heartphilia em Seg Nov 04, 2019 12:23 pm

Aqui estarão marcadas as CCFY de Lucy, sua trama através do tempo
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Mensagem por Lucy Heartphilia em Ter Nov 05, 2019 10:05 pm


Vidas difíceis e ao mesmo tempo emocionantes era o que todo semideus pensava e com Lucy não era diferente, porém, naquele dia ela resolveu se lembrar de sua vida e de como tudo aquilo começou. Lucy nasceu em uma cidade no interior do Texas, seus pais eram fazendeiros donos de uma pequena parte de terra, desde pequena ela nunca soube como seu pai biológico era e sendo assim a sua curiosidade e as perguntas faziam sua mãe ficar nervosa e sempre se desviar do assunto.

Com apenas 6 anos ela já sabia ler e escrever além de falar três idiomas, sendo eles Frances, Japonês e Alemão, sua mãe logo começou a perceber que Lucy estava demonstrando déficit de atenção igual a si própria. Aos 10 anos Heartphilia não queria ir para a escola por medo achando que alguém estava a perseguindo, sua mãe Katherine começava a perceber que algo estava errado e sendo assim decidiu fazer uma viagem deixando a menina com Thomas seu padrasto.

Thomas amava a menina como se fosse sua filha de sangue e ele era um dos responsáveis por esconder o cheiro de Lucy, porém, quando ela fez 16 anos algo estranho estava acontecendo no tempo ao qual dizia que seria ensolarado e as nuvens que cobriam a casa da menina diziam ao contrário fazendo seu padrasto ligar para Katherina, mas a mãe de Lucy não atendia o telefone.

Antes que Lucy falasse algo a campainha toca e na porta estava Katherine e um outro garoto ao qual era desconhecido pelos dois. — Eles a acharam, precisamos ir agora! - A voz de Katherine era temerosa fazendo com que Thomas logo pegasse uma pequena bolsa entregando a menina que sem entender nada apenas ficava parada sem se mexer. — Eu não vou a lugar nenhum sem me dizer o que está acontecendo! - A menina era teimosa fazendo com que o outro garoto a pegasse no colo sem dizer mais nada eles saíram da casa em direção a Long Island.

Três dias de viajem e a angustia que Lucy sentia era como se os segredos que sua mãe e o garoto misterioso guardassem fossem eterno, porém, ver Katherine naquele estado de nervoso fazia com que a espera por respostas deixava a mesma mais afastada de sua mãe. — Você é filha de Zeus e neta de Íris. - O garoto quebrava aquele silêncio enorme dentro do carro em quanto a mãe de Lucy pedia que ele ficasse quieto. — Ela precisa saber a verdade, não adianta esconder isso dela agora. - O mesmo dizia em quanto prestava atenção na estrada que parecia não acabar.

Antes que Katherine falasse alguma coisa algo atingia o carro com força fazendo-o capotar. — Nos acharam, vamos sair antes que esse carro exploda, eu te explico tudo isso quando formos para acampamento! - Ela dizia quebrando o vidro do carro e com a ajuda do rapaz a mesma puxava Lucy para fora do carro, suas pernas eram de bode e seu corpo de um humano deixando a filha de Katherine mais apavorada ainda.

Um pouco ao longe de onde estavam ela conseguia ver um grande leão em quanto sentia seu corpo ser carregado. — Fergus, leva ela para dentro do acampamento agora e não volte para me buscar... - Ela dizia assim que dava um beijo em sua filha. — Eu te amo minha querida, vai ficar tudo bem! - Katherina falava assim que Fergus começava a correr com a menina no colo adentrando o acampamento deixando Lucy ainda confusa.


ϟ- FG
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Mensagem por Hades em Qua Nov 06, 2019 9:14 am

Avaliação


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP e 4.000 dracmas, 10 ossos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 10%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 19%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 10%

RECOMPENSAS: 1.950 XP e 1.560 dracmas, 2 ossos

Comentários:
Infelizmente não é possível te reclamar como prole de Zeus e legado de Íris. A trama em si está muito resumida e os personagens aparecem e somem, sem qualquer determinação de tempo. Nos primeiros parágrafos a mãe da personagem foi fazer uma viagem e não há mais nada sobre isso, pulando para quando Lucy tem dezesseis anos. Depois quando estão no carro um garoto aparece do nada e o carro parece que vai capotar também do nada. Você escreve bem, sabe como construir um texto, porém o conteúdo está muito resumido. Tão resumido que perde o sentido.

Além disso há uma falta de desafios notável. Filhos dos três grandes e primordiais são semideuses mais poderosos, que são perseguidos por monstros desde bebês. Na saga oficial, mesmo com o cheiro escondido, Percy ainda enxergava e era perseguido por monstros, mas como um semideus comum.

Hades
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Deuses Olimpianos
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Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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Mensagem por Lucy Heartphilia em Seg Nov 18, 2019 12:41 pm


Lucy nascera no tártaro jogada lá com sua mãe e apesar das duas sempre estarem juntas quase não faziam nada como mãe e filha. Medusa nunca ligou para a pequenina que se sentia só e querendo carinho da mesma. Nunca conheceu seu pai e sua mãe não gostava de falar no mesmo, nem que isso agradasse a menina. A garota sempre sonhou em conhece-lo, porém, dentro do tártaro e sem ter nenhum contato era impossível. Desde que tinha 3 anos ela percebia que algumas crianças de sua idade fugiam bastante, porém, com ela era diferente já que a liberdade poderia ser conquistada com paciência.

Aos seus 4 anos ela começava a perceber que seria a única criança ainda no tártaro apenas esperando. Será que seria melhor Lucy fugir também? A esperar pela liberdade parecia eterna. Mesmo sabendo que não iria sair tão cedo a decisão de se comportar era o que motivava a menina. Perséfone era quem cuidava de Lucy, para a menina a sua verdadeira mãe era ela e não Medusa que parecia não se importar nenhum pouco com a mesma.

Quando Lucy fez 6 anos tudo continuou monótono, sempre as mesmas histórias e mais fugas. Em uma Segunda-feira a menina parecia não se sentia bem e estava mais cansada do que o  normal. Para ela o lugar estava mais quente do que o habitual. Perséfone ao percebia que Lucy estava estranha decidiu verificar o que estava acontecendo pessoalmente. Ao se aproximar da garota percebeu que a mesma estava falando sozinha dizendo que seu pai  Phobos estava ali a conhecendo pela primeira vez e em questão de segundos ela caia no chão. Perséfone se aproximava rapidamente de Lucy percebendo que sua temperatura estava demasiadamente elevada.

A deusa com rapidez chamou um dos cães infernais para lhe ajudar. Um dos cães logo pegava Lucy pela boca e com cuidado a colocava em cima de seu companheiro que com rapidez a levava para o castelo. Quando os cães a deixaram na cama da deusa do submundo eles logo se deitaram ao lado da menina apenas esperando Perséfone. Com algumas toalhas em mãos com água a deusa rapidamente depositou a mesma sobre a testa de Lucy para tentar abaixar a febre da mesma.

Em quanto esperava a febre da menina passar a deusa pensava que o tártaro não era lugar para a mesma e sendo assim decidiu fazer algo sobre aquilo. Com pressa a deusa logo vasculha suas coisas em busca da única esfera reserva que tinha guardada para uma ocasião especial como aquela. Quando Lucy acordou os cães logo foram avisar Perséfone que se prontificou a ir vê-la.

— Minha menina, eu preciso te tirar daqui então pegue isso! - Perséfone dizia a ela em quanto lhe dava a pequena bola deixado Lucy um pouco confusa. — Mas pra que isso serve? - A híbrida questionava a deusa que logo ouvia a voz de Hades chamando por ela. — Isso é um tele portador, pense a onde quer ir e logo em seguida pise na pequena esfera que você será transportada para o local que quiser, agora rápido pense em um local e vai ser livre menina. - Ela dizia logo saindo do quarto e fechando as portas tentando chamar atenção de Hades para dar tempo a Lucy.

Aquela emoção de deixar a única pessoa que a amava ali no tártaro era quase que uma grande dor aguda em seu coração. Seus olhos estavam marejados e os cães infernais pareciam tristes por que a garota estava pronta para ir. Em sua mente o desejo de ser reconhecida por sua mãe era o que prevalecia, porém, seu gênio ruim nunca agradou a menina que parecia não ligar por estar deixando aquele monstro que deu à luz a ela.

A garota não tinha a menor ideia de onde ir já que nunca havia saído do tártaro, porém, ela logo havia se lembrando o que seu pai havia lhe dito. O local logo veio em sua mente e rapidamente ela fechava seus olhos pisando na esfera que Perséfone havia lhe dado e em questão de segundos ela se via em uma grande floresta totalmente sem rumo.

Tudo a sua volta parecia começar a girara como um grande carrossel. Sua cabeça doía e seus olhos estavam começando a ficar mais embaçados do que o normal. Seus passos eram pesados e seu corpo parecia querer ceder ao chão, porém, com certa determinação ela começou a andar em direção ao desconhecido. Forçando seus olhos ela conseguia enxergar a sua frente um vasto local com árvores.

Seu coração batia em ritmo forme e sua visão começava a ficar turva. A imagem de Phobos logo aparecia em sua frente pedindo a ela que tivesse paciência que iriam encontrá-la. A febre havia voltado em questão de segundos fazendo com que seu corpo ficasse mole e sua audição parecia estar falhando. Sem dizer mais nada Lucy cai no chão pela segunda vez naquele dia perdendo completamente os sentidos.

Dois dias depois Lucy acordar em uma tenda cheia de meninos e meninas todos feridos, seus olhos estavam cobertos fazendo com que a garota se desesperasse. — Ei Lucy se acalme, você vai ficar bem. - Uma voz de um garoto entrava nos ouvidos da semideusa a fazendo ficar um pouco mais calma. — Meus olhos eu não consigo ver. - Lucy falava segurando o braço do garoto que a ajudava a se sentar. — Me desculpe, mas é pra nossa segurança vou te dar um óculos escuro, mas antes feche os olhos e só abra quando eu disser tudo bem? - Ele a questionava com um sorriso que a menina não conseguia ver, porém, ela logo balançava a cabeça positivamente.

Com a ajuda misteriosa ela deixava os olhos fechas abrindo apenas quando o mesmo pedia. — Muito bem, isso vai nos proteger e espero que não tire os óculos quando algum outro semideus estiver em sua frente está bem. - Ele dizia assim que Lucy olhava para o mesmo com um sorriso. — Ah desculpe, eu sou Thomas filho de Apollo e você é Lucy filha da Medusa com o deus Phobos não é? - Ele a questionava assim que a semideusa balançava a cabeça positivamente. — Eu sei que vai precisar se acostumar com sua vida aqui no acampamento, além do mais ficou dois dias apagada na cama com uma febre alta, mas bem Quiron quer te ver, vou te levar até ele vamos. - O mesmo dizia assim que Lucy sai da maca e acompanhava o outro semideus.

Lucy estava visivelmente nervosa em ver Quiron e também curiosa porque ela não havia sido mandada de volta ao tártaro. Quando eles chegaram ao local sentia sua espinha gelar de medo já que a mesma poderia ser mandada de volta. Assim que adentraram o casarão Quiron estava parado perto de uma janela em quanto começava a rir pedindo que o filho de Apollo saísse. O coração da menina começava a bater mais rápido e com mais força fazendo com que Lucy se engasgasse com a própria saliva.

— Se acalme minha criança, não vou te mandar de volta ao tártaro se é isso que estava pensando, agora se acalme!
- Ele dizia se aproximando da mesma e lhe dando um empurrando em seu ombro fazendo a mesma ficar um pouco mais aliviada. — Eu queria lhe dar as boas vindas ao acampamento meio sangue, como deve saber Phobos pediu que eu a recebesse e a encontrasse, mas não podia sair do acampamento. - Quirion dizia em quanto andava em volta da menina a observando por alguns segundos.

— Me desculpe, senhor Quiron eu achei realmente que iria me mandar de volta ao tártaro e eu não quero nunca mais voltar para lá. - A mesma dizia começando a chorar por se lembrar de como era desprezada por sua mãe. — Calma criança, aqui você ficará bem. - Quiro era calmo e tentava deixar Lucy mais à vontade mesmo sabendo que ela era a filha da Medusa, o que deixava alguns semideuses apreensivos.

Aquele dia estava apenas começando e Lucy estava morrendo de fome e sendo assim Quiron decidiu mostrá-la o refeitório para que ela pudesse comer algo antes de lhe mostrar o resto do acampamento. Os olhares estranhos e fixos a recém-chegada eram de desdém e medo, fazendo com que todos se afastassem da menina por causa de seu passado conturbado. Quando a mesma pegou sua comida e se sentou em um local isolado dos outros percebeu que o refeitório estava muito quieto.

Aquele sorriso alegre permanecia no rosto de Lucy que logo pegava a colher para fazer uma catapulta com o arroz doce que tinha como sobremesa. O olhar dos outros semideuses logo mudara e rapidamente uma risada se espalhou pelo refeitório fazendo com que Lucy se enturmasse com os outros pela primeira vez. Naquele dia a garota percebeu que ali era o seu lugar e que com diversão e a fuga do monótono era o que eles estavam procurando.
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