The Blood of Olympus
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[MF] Antónia González

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Mensagem por Antónia González em Seg Nov 04, 2019 11:19 am



Espaço destinado à postagem de missões fixas do evento de Halloween de Antónia, eventualmente contando com postagens de outros personagens.
Antónia González
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Mensagem por Antónia González em Seg Nov 04, 2019 11:22 pm


miedo, caos



El caos y el miedo se mezclan. El miedo y el caos cambian. Nacen sangre y cenizas. Es la muerte de todo lo que es.
Eu ainda estava usando aquela roupa apertada de X-23 da festa da qual havia participado no Acampamento Meio Sangue, e pelo visto até que eu finalmente entendesse o que diabos aquela rima tosca significava, eu também não ia poder tirar o colant. Mierda! E ainda saí de lá direto para a praça onde eu vinha me abrigando até descobrir uma maneira de chegar à Indianápolis, suscetível a todos os tipos de ataque. Fugindo das coisas mais mirabolantes. Gostaria que Marcos tivesse insistido um pouco com a parte de interpretação textual, mas ainda levaria um bom tempo ao que parece, até eu finalmente conseguir tirar aquela roupa.

Haviam algumas perguntas que eu gostaria de fazer. Por exemplo, a primeira de todas e mais importante, talvez, era esta: que merda eu estava fazendo ali? Depois vinham perguntas mais bobas como: que lugar era aquele? Por que estava tendo uma festa de arromba num castelo estranho do dia de Halloween? Como eu havia ido parar ali? Se era uma pegadinha dos deuses, deu certo. E a última coisa que eu queria era me envolver nas coisas daqueles malditos.

Vamos entender o cenário: eu estava perdida em uma praça de uma cidade que não lembro o nome, meu destino era Indianápolis pois ouvi bastante meu pai falar sobre lá e estava curiosa, de repente eu fui sugada para aquele local, que mais ou menos parecia o jardim de um castelo – estava de noite e meio escuro, não consigo dar muitos detalhes porque talvez eu seja meio cega –, e à minha frente tinha uma espécie de labirinto. Tudo que eu tinha era minha roupa de X-23 e Horrible.

Labirintos são coisas do inferno, mas é, eu adoro correr riscos – o que pode ser confirmado pelo fato de eu não ter ido para o Acampamento Júpiter, nem procurado refúgio no acampamento para gregos, e estar fugindo até mesmo do meu pai. Adentrei no labirintinho sem pensar muito, comecei a me emaranhar nos seus corredores, esperando pela diversão, afinal aquele não podia ser um simples labirinto, podia? Nah, claro que não. E o mais ridículo de tudo era aquela roupa preta que já havia, tinha muito tempo, começado a pinicar no meu corpo. Será que sou burra?

Fiquei tão absorta em meus pensamentos que em algum momento parei de prestar atenção no caminho que fazia, até que esbarrei com alguém. Fechei os punhos no mesmo instante, pronta pra descer o soco em quem quer que fosse. E então eu percebi que era uma mulher. Linda. Por que eu sou assim? Automaticamente meus dedos abriram, meus olhos encontraram primeiro sua boca e depois focaram no resto de seu rosto.

Buenas noches, chica – falei, impostando a voz. — Como se chama?

Perceber que Aerin era minha irmã de panteão grego foi quase um baque, mas nada do que eu não pudesse me recuperar logo. Foi como se eu sentisse uma energia conhecida que vinha de suas palavras. E ela me parecia bem inteligente, muito estudada, então pedi sua ajuda.

Olha, estou com um problema, e preciso de ajuda. Preciso descobrir qual a resposta da seguinte rima:


Há quem me procure a vida inteira, sem jamais me encontrar.
E aqueles que beijo, as vêm com os pés ingratos me esmagar.
As vezes parece que favoreço a inteligência e a graça,
mas abençoo os que arriscam com audácia.
Suave e doce minha égide costuma ser, mas se desprezado,
me torno uma fera difícil de abater.
Pois embora cada um de meus golpes seja poderoso, quando mato,
meu processo é vagaroso.
O que sou eu?



A loira me olhou como se eu fosse meio burra, e não vou negar que me senti bem assim quando minha meia irmã me olhou e deu um sorriso sarcástico.

Você é boba assim mesmo ou se faz? – Minha resposta à pergunta de Aerin foi uma grande cara de interrogação. — A resposta é amor.

Bufei. Esta bien, talvez eu seja um pouco burra. Por isso bati o pé com força no chão, demonstrando minha chateação comigo. E por isso nós caímos. Parabéns, Antónia, comece a conhecer as pessoas com o pé direito. Literalmente. Demorou um pouco até que eu finalmente entendesse onde nós havíamos caído, mas caímos numa coisa não muito dura, o que parecia ser bom. Mas não, não era bom. Consegui evitar de bater a cara no chão, levantando a cabeça, mas o resto do meu corpo tomou um belo estouro. Por que exatamente mulheres bonitas e violentas me deixavam parecendo um bocoió?

Aerin esbravejou e apenas revirei meus olhos na direção dela. Sério? Ela não aguentava uma quedinha? Quem era a bocoió agora? Levantei apoiando-me na lança para subir e limpei minha roupa, batendo sobre minhas coxas e também na minha barriga. E eu tinha certeza que sentiria as dores no dia seguinte. Somente depois parei para prestar realmente atenção onde estávamos, ouvir os sons e ver as coisas ali. Cobras. Uma enorme, quase do tamanho de um basilisco, sibilava. E várias cobras menores, pareciam filhotes, estavam acordadas, sibilantes e… Sedentas? Eu não estava muito afim de ganhar uma picada de cobra. Não estava mesmo.

Mierda! Carajo! La puta madre! Mételo por el culo! – Xinguei de todas as maneiras possíveis. Inferno de deuses. Não fazem nada que preste de verdade. E ainda tem quem fique nos Acampamentos para servir ao bel prazer dessas deidades.

Realmente não era preciso que Aerin dissesse o quanto a gente estava fodida para eu ver que, bem, nós estávamos realmente fodidas. A loira parecia meio paralisada, mas nós não tínhamos exatamente tempo para aquilo. Para o nosso azar, a cobra começou a avançar contra nós, o que foi suficiente para fazer minha meio-irmã grega acordar para a vida. Enquanto Aerin conseguiu paralisar a cobra maior com sombras, pareceu fazer as outras se contorcerem de dor.

Não que o sinal para a minha deixa fosse preciso, mas ela o deu mesmo assim, e eu logo levantei a lança, tirando vantagem do fato da cobra estar paralisada e atirando minha arma em direção ao seu corpo grande, grosso e esguio. Foi bem legal ver a arma inteira atravessando o corpo da criatura, que não demorou a cair morta no chão.

Tão logo a arma voltou para minha mão, voltei minha atenção para a loira.

Vamos, princesinha do mundo cor de rosa. Hora de sair daqui. – Chamei, e puxei-a, antes que as cobras pequenas chegassem até elas, já que agora estavam livres da maldição de Aerin.

Sem pedir permissão, abaixei-me e segurei suas pernas, erguendo-a do chão. Sua voz estridente perturbou todos os chakras do meu corpo e eu tive vontade de soltá-la e sair dali sozinha, deixando-a para sofrer. Mas se teve uma coisa que Marcos me ensinou bem, foi a preservar a família, então eu iria realmente ajudá-la. Porque eu sou burra. E talvez a filha mais besta que Discórdia já teve.

Depois que Aerin estava firme e fora daquele buraco que eu, aplausos, tinha aberto, era a minha vez de subir. A gracinha da minha meio-irmã estendeu a mão para me ajudar, o que eu particularmente achei um charme no início. Mas a burra não estava preparada para o que viria depois. Segurei suas mãos, e depois me estiquei mais para poder sentir firmeza ao pegar nos antebraços dela e içar meu corpo. Aerin também me segurou pelos braços, mas eu nunca estou preparada para ser feita de otária por uma mulher bonita né?

É… – Disse ela apertando meus braços com mais firmeza, quando eu estava prestes a alcançar a beira do buraco e subir. Em seguida aproximou nossos rostos. — Vida longa à rainha! – Exclamou, me soltando.
SCAR! – Gritei enquanto caía no buraco pela segunda vez, e dando um belo encontrão no chão com as minhas costas.

Ela jogou seus sapatos de salto bem na minha cara, e gritou antes de sair:

VOCÊ VAI ME PAGAR!
ANTÓNIA BURRA! – Reclamei comigo mesma olhando para as cobras pequenas que voltaram a avançar na minha direção.

Horrible voltou para minha mão, e eu peguei os sapatos dela com a outra. Logo logo a patricinha ia ver quem ia pagar a quem naquela noite.

Missão: O labirinto
Você achou que era sim seguro entrar no labirinto, mesmo contra tudo que Quíron e o senhor D. disseram, acontece que você acabou pisando em uma parte oca e a terra cedeu, te jogando diretamente para sabe lá deuses onde. Como se tudo isso não fosse ruim o suficiente, há uma enorme cobra ao dormindo ao seu redor e ela tem filhotes que estão acordados e muitíssimo afim de te usar como refeição. Ops.
Requisito – Mínimo nível 10.
Recompensas até: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos

1. FPA linkada no perfil.


Item utilizado:
• Horrible [Uma lança feita inteiramente de prata, com lâmina longa e um tecido macio como seda envolvendo todo seu cabo. É uma arma reluzente e bonita. | Efeito de ligação: Retorna sempre para a mão de seu dono após ser lançada. | Efeito: Seu material claro é capaz de refletir o pior medo de quem observa seu reflexo, fazendo-o perder uma ação. Só funciona durante o dia, sob incidência de luz solar. | Prata | Um espaço para gema | Gama | Status: 100% sem dano | Comum | Herança de seu pai]
Poderes Passivos:

Discórdia
Nível 4
Nome do poder: Perícia com facas e lanças I
Descrição: Os filhos de Éris/Discórdia possuem habilidade tanto com armas que conferem certa distância quanto com armas de curto alcance. Nesse nível ainda é algo muito simples e sua habilidade se destaca, mas está longa da perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de assertividade no uso de uma dessas armas.
Dano: +5% de dano.


Timmor (legado)
Nível 2
Nome do poder: Imunidade parcial I
Descrição: A prole de tal Deus possui uma facilidade em lidar com o próprio medo, entretanto isso não significa que o mesmo é imune ou nunca será atingido pelo mesmo. Apenas sabe como manter tal sentimento controlado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 4
Nome do poder: Perícia com Lanças I
Descrição: Ares sempre marchava para a guerra com Phobos e Deimos ao seu lado. Por conta disso, o filho de Phobos tem uma certa habilidade com lanças.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% de assertividade no manuseio.
Dano: +3% de dano se for acertado pela arma do semideus.
Antónia González
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Renegados
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Mensagem por Aerin Eslinger em Ter Nov 05, 2019 12:01 am





I was filled with poison, but blessed with beauty and rage
Aerin Cerise Eslinger.

Aerin Eslinger
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Filhos de Éris
Filhos de Éris


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[MF] Antónia González Empty Re: [MF] Antónia González

Mensagem por Tessa S. Henz em Ter Nov 05, 2019 7:06 am


Avaliação

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida:  5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos.
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Coerência: criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Antónia
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Coerência: criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 25%
Recompensa obtida: 4.750 XP + 4750 Dracmas + 5 Ossos

Aerin
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Coerência: criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 25%
Recompensa obtida: 4.750 XP + 4750 Dracmas + 5 Ossos

Comentário:
As duas receberam desconto devido a simplicidade da batalha que obtiveram com o basilisco.

Atualizado. Tessa recebe 400 XP/ Dracmas + 4 Ossos. Maldição de Antónia retirada do perfil.


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Tessa S. Henz
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Líder de Poseidon
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