The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

CCFY de Coraline Dorsett e Aerin Eslinger - How I Meet My Weapon

Ir em baixo

CCFY de Coraline Dorsett e Aerin Eslinger - How I Meet My Weapon Empty CCFY de Coraline Dorsett e Aerin Eslinger - How I Meet My Weapon

Mensagem por Aerin Eslinger em Dom Nov 03, 2019 11:16 pm





I was filled with poison, but blessed with beauty and rage
Aerin Cerise Eslinger.

Aerin Eslinger
Aerin Eslinger
Feiticeiras de Circe
Feiticeiras de Circe


Voltar ao Topo Ir em baixo

CCFY de Coraline Dorsett e Aerin Eslinger - How I Meet My Weapon Empty Re: CCFY de Coraline Dorsett e Aerin Eslinger - How I Meet My Weapon

Mensagem por Coraline Dorsett em Sex Nov 15, 2019 9:13 pm

yIf i rise, you rise with mee
you got your finger on the trigger but your trigger finger's mine


Definitivamente não ficaria presa nunca mais, muito menos naquele Acampamento. Coral estava mais arisca do que nunca e isso nunca acabava bem, já que as vozes falavam cada vez mais alto em sua cabeça. Havia voltado a tomar alguns remédios por sua própria conta, mas isso não queria dizer que teria uma quantidade infinita naquele lugar.  Já havia ouvido falar de bruxas, feiticeiras e até alquimistas no acampamento que talvez pudessem manipular alguma poção ou algo assim. Mas não confiava em ninguém no lugar para se abrir sobre a sua delicada situação. Não tinha outra solução a não ser dar uma escapadinha a sua maneira para conseguir o que queria.

Mas o destino de Coral parecia ser duramente testado todos os dias e as vezes de formas que ela menos esperava. O chamado para comparecer a Casa Grande, pegou-a desprevenida e fez um exame mental buscando alguma burrada que pudesse ter feito nos últimos dias. Para seu alívio, não conseguiu se lembrar de nada, o que lhe dava pelo menos uma semana de reputação ilibada. A morena caminhou até o lugar, pelo caminho notava que as pessoas a observavam de canto ou com olhos receosos. Não era algo que a incomodava e por um lado até gostava do que via. Coral não tinha a mínima intensão de ser amada.

Ela entrou no lugar observando tudo ao seu redor, mas em um primeiro olhar o que parecia ser um escritório parecia estar vazio. Coral observou a decoração decadente e os tapetes que pareciam empoeirados há pelo menos um século, seus olhos reviraram tamanho era tédio que sentia em esperar. Seus dedos deslizaram pela superfície lisa de madeira da mesa e notou que havia um bom tempo que ninguém limpava aquilo ali. Um risinho de deboche escapou por seus lábios e foi nesse momento que uma voz chamou sua atenção: — Que bom que veio senhorita Dorsett. — A voz do centauro invadiu o local, fazendo-a girar nos próprios calcanhares para ficar frente a frete com ele: — Ainda não nos conhecemos pessoalmente, mas como deve saber sou Quíron. E eu tenho algo que gostaria que fizesse para mim. — Explicou ele, mas ainda rodeados de mistérios.

A semideusa cruzou os braços e o encarou com um sorriso meio de canto, respirou fundo e notou que felizmente sua mente estava em silêncio: — E qual o motivo de tão honrado chamado? — Perguntou a garota com seu habitual sarcasmo. Coraline não era como seus irmãos, muitos deles se encolhiam na presença de mais fortes, mas ela não e isso se comprovou quando ela encarou os olhos do centauro: — Fala como seus irmãos, mas não age como eles. Eu diria que você deveria ver mais a fundo suas origens. — Ele respondeu com serenidade, e entrou pelo amplo lugar, deixando sua metade animal exposta. Com certeza ele deveria ter quase o dobro de sua altura e ela apenas olhou um pouco mais para cima com o intuito de sustentar seu olhar ao dele.

Em um momento a expressão dele mudou e Coral teve certeza que o assunto seria sério ou pelo menos importante dali para frente. Ele se aproximou da mesa e puxou um papel, o olhar dele percorreu o mesmo por alguns instantes: — Antes de mais nada eu sei da sua condição. Das vozes e do seu estado de saúde mental que faz tanta questão de esconder. Talvez alguns digam que você não é confiável, mas eu penso diferente. Acredito que você possui talentos diferentes e eles se encaixam no que precisa fazer. — Havia um tom levemente sombrio em sua voz: — Mas talvez o que vou pedir seja um grande esforço para você. — A cada nova frase dita a filha do medo ficava mais curiosa com o que ele queria dela. Já era totalmente atípico alguém pensar em pedir alguma coisa para ela.

Coraline deu alguns passos se afastando do centauro e o encarou: — Então, o que quer de mim? — Perguntou ela diretamente acabando com aquela conversa que já estava lhe cansando. Ele respirou fundo e deu um sorriso fraco: — Um dos nossos desapareceu há mais de quarenta e oito horas. E sei que você é muito boa em caçar, não pelo motivo certo. Mas sei que você é muito boa para encontrar o que considera um alvo. E o semideus que eu quero encontrar foi o que desafiou você na arena. — As palavras dele fizeram a morena arquear o cenho agudamente: — Sabe que posso fazer algo muito errado. Não vou mentir. Minha vontade é arrancar a garganta dele com as minhas próprias mãos. — A prole de Phobos não fez nenhum rodeio sobre aquilo.

Quíron se aproximou da garota e colocou sua mão pesada sobre seu ombro, apertando levemente: — Eu sei que vai fazer as escolhas certas. Há algo em você que ainda precisa descobrir. —  Coraline deu de ombros tirando a mão do centauro do lugar e se virou para ele uma última vez: — Para onde eu devo ir? — Perguntou ela fazendo de conta que não se importava com a situação. Ele estendeu um envelope e um para a garota que ergueu o olhar um pouco surpresa. Ele estava apostando muito alto nela, tão alto que ela achava que ele era um louco: — Nova Iorque? Um lugar um tanto grande e com muitas pessoas para me mandar.  — Ele apenas sorriu e deu duas batidinhas no ombro dela antes de sair da sala.

Nova Iorque era realmente uma cidade muito grande, mas Boston ainda parecia um lugar melhor para se viver. A cidade parecia um grande coração pulsante, com pessoas indo e vindo de todo os lugares a todos os momentos. Nunca havia passeado pelo lugar, não conhecia o mundo ainda e pensou como havia perdido anos preciosos de sua vida. Sentiu um pouco de raiva de sua mãe, mas depois lembrou-se da última vez que havia a visto e de tudo que havia descoberto. Aquela mulher não era sua mãe de verdade, mas sabia que ela havia sofrido por tudo o que havia feito como se realmente fosse.

O endereço que havia recebido era de um shopping na área nobre da cidade, um daqueles lugares que tinha apenas gente que olhava para o próprio umbigo. O lugar era cheio de lojas e gente para todo o lado, se perguntava que diabos um semideus estava fazendo em um lugar como aquele. Tocou em sua corrente e suas armas estavam ali. Nunca sabia quando realmente precisaria delas, sabia que fora do acampamento estava exposta há vários tipos de perigo, inclusive monstros que se misturavam na multidão. Ali poderia estar repleto deles e não saberia bem o que fazer caso tivesse que agir no meio de todas aquelas pessoas.

Se infiltrou no meio da multidão, precisava parecer o mais comum possível, principalmente pelo fato de não chamar atenção indesejada. Seus olhos buscavam observar cada rosto, cada expressão diferente, precisava encontrar o maldito filho de Hermes e leva-lo de volta para o acampamento, fosse chutando a bunda dele ou não. Enfiou a mão no bolso da jaqueta e puxou um pequeno vidro de comprimidos, abriu a tampa e jogou dois na mão. Sabia que aquilo manteria as vozes caladas até que conseguisse terminar o que tinha que fazer. Nem sempre funcionava, mas nos últimos meses parecia bem eficaz.

A demora em encontrar o garoto a deixava cada vez mais nervosa e aquele era o momento que precisava de um cigarro. Saiu do shopping e escorou-se em uma parede do lado de fora. Pegou o maço de cigarro e olhou para os lados, havia apenas um cara ao seu lado parecendo um maltrapilho. Ela olhou de soslaio enquanto acendia um cigarro, havia algo de familiar naquele olhar. Coral tragou o cigarro e deu uma risadinha bem baixa. Era incrível que as vezes aconteciam para ela mesmo sem querer, a ponta da língua deslizou pelos lábios enquanto a fumaça deixou sua boca: — Achou mesmo que ia sumir? — Ela disse com deboche. Pois mandaram seu pior pesadelo para te buscar. — O cinismo transbordava em sua voz.

O garoto se virou assustado e se colocou de pé, já claramente exaltado por ter sido descoberto pela filha de Phobos: — O que você está fazendo aqui? Eu não vou voltar com você para lugar nenhum. — Disse ele incisivo. A morena riu tragando o cigarro mais uma vez, ele não sabia que aquilo não era uma opção. Ele voltaria com ela, respirando ou não. Dorsett sabia que poderia quebrar talvez alguns ossos e costelas e dizer que ele havia resistido: — Vou te dar duas opções. Ou você vai comigo numa boa ou as coisas não vão ficar legais para você. Sabe o que nos difere? Apesar de você ter mais treinos e habilidades do que eu, você hesitaria em me matar. — A garota jogou o cigarro no chão e pisou nele: — Eu não vou hesitar nem por meio segundo. — Disse ela puxando seu cordão e logo o par de espadas gêmeas surgiu na sua mão.

Estava pronta e disposta para dar uma lição naquele garoto, mas alguma coisa a interrompeu, uma voz que ela não fazia a menor ideia de quem era. A morena olhou um pouco para trás e viu uma menina loira que parecia uma Barbie, cheia de sacolas e um óculos enorme na cara: — Seu shopping? — Coral respondeu e revirou os olhos: — Não me importo com isso. — Ela disse de pronto e ficou um pouco de lado com uma das espadas apontada para o garoto: — E se você está me vendo com uma espada na mão pronta para brigar, deve ter vindo do mesmo lugar que eu. — Afirmou encurralando a menina.

Arsenal :
• Ying Yang Swords [São duas espadas curtas gêmeas com as lâminas mais largas. Uma tem a cor totalmente negra e próximo a empunhadura há pequena faixa branca com a marca do Yign e Yang. A outra espada é o oposto, com a lâmina branca e a faixa negra e o símbolo no mesmo lugar. Seu desenho lembra um sabre. As empunhaduras são de bronze com tiras de couro envoltas nelas. Sempre que perdida, retorna para Coraline em forma de um colar, com um pingente de espadas. | Uma vez a cada 4 turnos, Cora pode fazer as espadas desaparecerem de suas mãos e retornarem no momento em que ela achar mais oportuno para atacar. | Ferro Estígio/Bronze Celestial | Sem espaço para Gemas| Beta| Status: 100% Sem danos | |Comum | Item Inicial]

 
This is the numer #00X post and was made to @"Nome da Conta"




Coraline Dorsett
Coraline Dorsett
Filhos de Phobos/Timmos
Filhos de Phobos/Timmos

Idade : 18

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum