The Blood of Olympus
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Mensagem por Ariele Froes em Dom Nov 03, 2019 11:15 am

Spirits, spirits...Você acordou sem saber onde está, sobreviva a floresta sem deixar a escuridão te pegar ou a fome te matar. Encontre Wendy, evite Charlie, pois ela será sua maior inimiga. Apenas tome cuidado com a noite, florzinha...
Esse espaço de tramas pessoais narrará o período em que Ariele abandonou — com doze anos — sua tribo e partiu para o acampamento, atravessando e se perdendo numa floresta a mais de oitocentos quilômetros de sua casa. O que não sabia, era que aquele espaço de árvores não era apenas mais uma reserva ambiental comum, infelizmente. Essas CCFYs serão divididas em partes:

Parte I: A desavença e a história da fábrica McFollow, uma antiga construção da floresta.
Parte II: Wendy, a garota perdida.
Parte III: A casa, o lenhador e a besta da noite.
Parte IV: As ruínas McFollow e Damon Froes, o irmão gêmeo.
Parte V: O novo mundo; Ruínas.
Parte VI: A verdadeira ida.


 
ccfy • froes;


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— Spirits, spirits ... Come to me Empty Re: — Spirits, spirits ... Come to me

Mensagem por Ariele Froes em Dom Nov 03, 2019 12:33 pm

Capítulo I: A história e desavença da fábrica McFollow. Essa narrativa contará a história da fábrica, quem é Wendy e quem é Charlie. Falará de forma quase inexistente sobre a besta da noite e se passará na década de 90.

•••
"Eu já estava cansada de ir até aquela fábrica todos os dias. Billie — o meu chefe — vivia me fazendo andar de um lado para o outro carregando papéis, carimbando arquivos e assinando contratos em seu nome, logo quando você via aquela rotina podia julgar ser cansada de início, mesmo que fosse algo que você se acostumava. O que me deixava aflita, no entanto, era ter que encarar as pessoas tóxicas que viviam andando sobre aquele local, fingindo ser apenas operárias quando na verdade eram membros de um ninho de cobras mortal que só esperavam para te morder em seu momento mais vulnerável. O que me fez pensar aquilo? Bem, foi simplesmente o fato de terem me enganado.

Jorge Wills, um jovem homem que aos meus olhos era apenas mais um galã apaixonante, me seduziu e me levou ao seu dormitório para que dormíssemos juntos. O ato trouxe a atenção de todos os outros funcionários após ele me expor como uma vadia, já que na época era considerado horrendo as moças executarem atos eróticos sem antes estarem casadas. Eu era a única mulher de vinte e dois anos trabalhando no escritório e totalmente solteira, o que aclamava apenas cada vez mais os rumores sobre mim naquele espaço venenoso em que vivia. Mas eu não podia largar tudo e simplesmente ir embora, pois para aonde iria? A floresta era cheia de animais perigosos e para melhorar tinha uma irmã mais nova vivendo ali: Wendy.

Dos meus pais apenas um era loiro, que no caso era a minha mãe. Eu não tinha nascido com os cabelos muito claros, mas diferente de mim, Wendy teria herdado toda a beleza e luz que os fios de minha genitora tinha. Geralmente conversávamos, mas nosso contato não era muito frequente, visando meu período árduo de trabalho quase que integral nos escritórios da fábrica. Tinha medo dela de vez em quando, principalmente quando a via nos fundos conversar sozinha, em cima de uma pedra enquanto arrancava de uma flor suas pétalas. Esse tipo de coisa sempre foi típico dela, mesmo que eu nunca entendesse ainda sim a amava, como a irmã mais velha que deveria ser.

— Venha, Wendy. É hora do jantar! — O entardecer e a noite naquela estação de inverno pareciam durar mais que o próprio dia, o que era bom para que eu não tivesse que trabalhar muito, tendo mais tempo para dar atenção a minha irmã. Nos movemos a grande mesa, que acolhiam todos os tipos de funcionários da fábrica McFollow. Essas abrigavam alguns que tinham até suas mãos sujas de lixo e graxa, mas muitos de nós decidíamos nos afastar deles, como grupos de colégio. No total eram sete mesas iluminadas por sete grandes lâmpadas e um sino enorme tocava a cada cinquenta minutos que sinalizava a mudança de cada hora. — Não quer comer? — Toquei em sua mão fria engolida pelo ambiente gelado que estava na parte de fora. Sua reação era criptografada e eu não conseguia entender muito bem, algo mais estranho que o comum e que me deixou inicialmente preocupada. Suspirei fundo.

— Não estou com fome. — Seu tom baixo me alertou que ela devia estar doente.

— Você está resfriada, Wendy. Você não vai mais poder sair no inverno sem agasalho, ouviu? — Ela ao mesmo tempo, se levantou de forma rebelde e correu para os fundos, novamente. A acompanhei revoltada. Ela jamais me desobedeceu!

— Eu preciso conversar com a Charlie! — Cruzara os braços, gritando comigo com toda a força que ainda tinha em sua garganta.

— Você está ficando louca! Vou é te enviar ao doutor! — O doutor era muito bem conhecido como o médico de cinquenta anos que era quase mais antigo que a própria construção, mas ainda sim era um bom profissional. A minha irmã tinha começado a mostrar algumas reações mais incomuns que o normal e não gostava de recorrer à força para endireitar sua ética e situação mental, mesmo sentindo a tal necessidade. Tentando forçar seu braço para lhe levar para dentro de novo, ela o largou e fugiu adentro da floresta, o que causou um espanto imediato a mim que não conseguia explicar. Estava paralisada.

Os rumores que recorriam aquela floresta de árvores malditas eram imensos e retratavam uma besta da noite que aparecia na escuridão, sendo apenas algo supersticioso aos meus olhos. De qualquer forma, tal conto voltava a minha mente para me atormentar. Não conseguia correr atrás dela e quando tentei, perdi seu rastro por dentro de todo aquele matagal. Era já de noite e recuperar uma criança na floresta seria impossível, então voltei aos prantos para o que seria meu dormitório, imaginando quais coisas terríveis poderiam acontecer a ela. Não sabia quem era Charlie ou do porque da minha irmã ter se tornado alguém tão isolada dos outros, mas pensei que tudo aquilo poderia ser apenas a minha culpa.

Eu que deixei ela sozinha para me importar com o trabalho, então foi tudo resultado de uma falta de amor provinda da própria família?

Coloquei em minhas mãos algo para escrever e peguei um papel, relatando tudo o que aconteceu e quem era Wendy. Minha vida precisava ser contada e lida por qualquer um que achasse tal documento, por isso logo o guardei em meu bolso.

— Toc toc. — O meu chefe abriu a porta devagar, me permitindo limpar as lágrimas antes que ele visse. A postura que me ensinaram de não chorar perante os outros ainda seria mantida, contudo.

— Pois não? — Mantive toda a força para não desabar e fingir que tudo estivesse bem. Suspirei.

— Tenho alguns documentos para você. Revise-os e me entregue até amanhã de manhã, tudo bem? — Ele dispensou alguns arquivos de tamanhos quase que infinitos sobre a escrivaninha e saiu, deixando a porta levemente aberta. Passei a captar o sino dar sua última badalada, fazendo todas as luzes apagarem automaticamente. Podia estar até que louca, mas pude sentir alguém me observar do escuro, como se quisesse me pegar por atrás daquela brecha escura. Fechei a porta e tranquei, deitando na cama e olhando frequentemente para o teto e refletindo sobre toda a minha trajetória de vida, até que tudo o que enxerguei foi apenas os meus sonhos.

Não sonhava com nada, era tudo negro. Minha mente não parecia estar em paz suficientemente para me fazer ter boas lembranças do passado. Por sorte fui acordada por um grande barulho vindo da parte principal e departamento operário da fábrica: o local da máquina de tinta. Cerca de cinco minutos se passaram até que todos os membros da construção — inclusive o chefe — estivessem fora de seus quartos, observando um grande incêndio dominar tudo e todos.

Lembro-me muito bem da época e do sentimento que senti ao momento que vi tudo ir pelos ares e se desmoronar. Corri o máximo que pude para fora, mas a dor que sentia era maior quando, em meio a floresta, algo me puxou. Não sabia o que era muito menos adivinharia que ali eu teria meu próprio encontro com a morte. Não podia lutar, me defender ou virar, ainda sim pude tentar fazer um esforço suficiente para que largasse no chão frio daquela floresta a carta que escrevi. Quem a achasse, teria o grande azar de poder ver a desgraça que ocorreu em McFollow. Não tínhamos ciência do porque aquele incêndio ocorreu ou quem o causou, apenas tive a ligeira impressão de que aquilo de alguma forma estava conectado com a minha irmã, Wendy.

Ela continha só cinco anos, ó céus. Ainda sim foi naquela fatídica noite em que a história da fábrica McFollow começou de verdade e eu tinha medo de quem fosse descobri-la. “

Informações:

Um grande incêndio atingiu a fábrica, que matou quase todos os seus funcionários exceto a Sadie, irmã de Wendy. Ela deixou uma carta na floresta antes de ser pega pela besta, que a matou na escuridão. Wendy ainda está desaparecida. Falei sobre Charlie mas nesse capítulo não expliquei quem seria ela, de modo que irei aprofundar isso apenas na próxima parte. Obrigada por ler!
NOTAS AQUI

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Mensagem por Poseidon em Ter Nov 05, 2019 8:12 am


Ariele

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP –  4.000 dracmas – 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%


Realidade de postagem + Ações realizadas – 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 4.750 XP –  3.800 dracmas – 9 ossos

Comentários:
Ariele, você escreve bem mas, serei honesto. Sua história se mostrou um pouco confusa. Você me apresentou três personagens em sua narrativa e nenhuma delas era você. Eu indicaria que você deixava as coisas um pouco mais claras.
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Mensagem por Wendy Lawrence em Ter Nov 05, 2019 3:44 pm

Capítulo II: Essa história contará todos os acontecimentos, angústias e outros que marcaram Wendy, a garota que agora é considerada "perdida". O acontecimento que destruiu a fábrica McFollow será retomado, mas tudo a partir do próprio ponto de vista de Wendy até os tempo atuais. O intuito é esclarecer como Wendy se expressa e o jeito como pensa, além de também ter o objetivo de sanar as dúvidas persistentes a respeito do seu passado.
Sorry:

Obs: O capítulo I era uma narrativa que era narrada pela própria Sadie, como se fosse ela falando como se sentia a respeito de tudo. Perdão se ficou confuso ao leitor![/


•••

Década de 90, pós fuga

Só tinha cinco anos quando tudo ocorreu. Quando, especificamente, a fábrica — ou como bem apelidava de lar — queimou, deixando só cinzas de um passado escuro e sombrio. Caminhar entre a floresta sobre aquela noite de lua me fez parar quase que perto de um rio, onde me estabeleci. A noite ganhava espaço com o tempo, consumindo tudo ao meu redor até que só sobrasse escuridão. Aprendi que precisava ser amiga do escuro e não sua inimiga, por isso fechei meus olhos e suspirei, dormindo naquele chão frio até que o dia raiasse novamente. Não podia negar estar sentindo medo, mas Charlie me ajudaria com isso. Quem era ela? Bem, era apenas uma amiga. Eu não gostava de contar muito sobre nossa amizade, pois era algo que tinha ocorrido de forma aleatória quando a vi pela primeira vez. Ela era um fantasma, mesmo eu não sabendo a correta definição disso ainda naquela época, algo que também não me fazia temer nada, já que quando sentia medo ela aparecia para me tranquilizar.

— T-tão frio... — A estação de inverno tinha começado naquele tempo e para uma garotinha um frio tamanho daqueles poderia ser certamente mortal. Charlie, me encarando com um sermão de irmã mais velha, procurava me orientar sobre alguma coisa.

— Pegue alguns gravetos e use-os para fazer uma fogueira. — Não era nem um pouco ladra, mas as vezes era útil roubar o isqueiro da minha irmã para certas atividades, mas pensando bem seria fundamental ali para a minha vida continuar sem que morresse de hipotermia. As palavras de um fantasma pareciam ser tão leves, como se nem estivessem sendo ditas de verdade... Mas gostar disso era indício de algum problema mental? Isso não era importante no momento, inclusive.

Caminhando de forma sutil, reuni alguns gravetos secos e palhas que encontrei, para que tentasse acender uma fogueira. Foi questão de dez minutos para que conseguisse com sucesso com o auxílio do isqueiro, que fazia a maior parte do meu trabalho. Sentando ao meu lado, Charlie me olhava frequentemente, sorrindo já sabendo que não poderia sentir qualquer sensação carnal. — Você precisa de alimento, Wendy. Quer mesmo morrer? — Não gostava da vida, inclusive desejava aquilo mais que tudo. Minha irmã, Sadie, vivia tentando me agradar e me dar carinho, mas no fundo ela não parecia nem um pouco ligar para mim. Como alguém poderia ser tão ignorante até aquele ponto?

— Tudo bem. — Retruquei, fitando o céu com um suspiro de cansaço. Muitos rumores tinham sido ditos a respeito do local onde me encontrava: a floresta. Diziam sobre um tipo de demônio da noite, que matava suas vítimas quando essas eram engolidas totalmente pela escuridão. De alguma forma aquele demônio não tinha me atacado noite passada, onde quase morri por causa da friagem. Mesmo assim, estava ali, viva e plena. Não tinha certeza se toda aquelas histórias passadas de geração a geração fosse verdade, mas ainda sim acreditava por ser uma criança inocente. Minha face estava tão confusa, bem como meus sentimentos, que me faziam transbordar lágrimas do meu rosto. Na mesma noite que fugi eu vi minha irmã morrer sem saber para o que. — Por que eu preciso recolher flores, Charlie? — Cruzei os braços e tentei abraça-la, caindo ao chão em desespero por buscar carinho sem tê-lo de volta, afinal: ela era um espírito desencarnado, não é mesmo?

— Eu vi coisas que você não viu... Coisas que observei antes mesmo de você nascer. — Pausou. — Sua família foi amaldiçoada por uma bruxa, Wendy. Minha mãe... — Seu olhar se tornou vago, entristecido. Não tinha conhecido de tal informação e aquilo foi um claro insulto a nossa intimidade agora violada.

— O-o que? — Me sentia ainda muito jovem para tentar compreender tudo aquilo, mesmo que meu QI fosse alto o suficiente para até que compreender algumas palavras.

— Por isso fui tão ligada a você. Você e suas descendentes precisam recolher flores para que aumentem sua sanidade, se não vão se tornar loucas conforme o tempo vá passando. — Seu argumento frio pôde deixar até uma criança apavorada.

— E-eu sou um monstro? — Chorei, olhando-a com um olhar destruído.

— Não é, jamais será. Só é diferente. — Um vento cortou o ar, apagando a fogueira. Ouvindo passos de um homem, observei Charlie desaparecer.

— Charlie! — Foi meu último grito, após receber um golpe na nuca que imediatamente me desmaiou. Era tarde demais para gritar de novo, correr ou chamar por ajuda. Vi novamente uma escuridão que parecia não acabar, até acordar dolorosamente numa cama de madeira, num pequeno chalé bem organizo e limpinho. Uma velha me observava, talvez uma lenhadora ou camponesa, que de alguma forma aparentava me banhar com uma toalha molhada em minha nuca um tanto ferida. Era normal que meu coração estivesse acelerado ao observar uma mulher desconhecida me tocar, mesmo que fosse algo nada recheado de segundas intenções. — Aonde estou? Cadê a Charlie? — Franzi as sobrancelhas, dizendo.

— Você está bem agora.

— Eu quero sair! — Tentei levantar e andar, caindo no chão com uma fraqueza lamentável.

— Você vai morrer, pois está super resfriada e fraca pela má alimentação. Coma antes que seja tarde. — Colocando-me de volta a cama, ela me ofereceu um prato de sopa que foi muito bem aceito por mim e pelo meu estômago. — Deve ser complicado ser neta da deusa dos fantasmas, Melinoe. — O nome pronunciado, mesmo que desconhecido, causou-me um arrepio na espinha. Parecia que eu já havia ouvido falar desse ser denominado Melinoe... Quem seria esse?

— M-melinoe? — Foi complicado pronunciar tudo corretamente.

— Sim, ela mesma. — Suspirando, ela se aproximou e sentou ao meu lado. — Você tem uma história intrigante, por isso estou aqui para te ajudar com isso. Já faz muito tempo que moro aqui, querida. E ver que essa fábrica esconde um terrível segredo é algo que não deve ser ocultado. — Não estava compreendendo. — Você, mesmo que em um dia bem distante, descobrirá que é filha de uma deusa de origem grega. Eu sou filha do deus do submundo, Hades. — Ela se distanciou um pouco de mim, levando no seu colo um menino. — Sou mãe, mesmo velha. O fato é que estou morrendo cada vez mais rápido... — Tossiu, antes que continuasse. — Eu estou aqui para te mostrar quem é a verdadeira Charlie, a besta da noite que assombra a floresta e que parece ser sua amiga.

— Mentira! — gritei.

— É a mais pura verdade. Charlie era uma jovem menina de cabelos negros que foi sacrificada por sua mãe para o próprio demônio superior, Leviatã. Com isso ela se transformou numa besta, que ataca a todos que ficam em plena escuridão como uma fonte de dano invisível. Talvez isso seja muito louco para uma criança de cinco anos, minha criança. Mas com o tempo te ensinarei e te guiarei, para que você cresça sabendo para onde deve ir quando crescer. — Ela sorriu. — Você gostaria de morar comigo? — Pensava em recusar seriamente a oferta. Mas pensemos: estava sem abrigo, resfriada, fraca e de qualquer forma, mesmo não acreditando na idosa, precisava de uma ajuda que só ela me ofereceria. Não pensaria muito, levando em conta também a minha idade na época.

— Aceito.

•••

Foi a partir dali que tudo começou. Era reconhecida como a garota perdida, mas na verdade não estava perdida. Só tinha mudado, tecnicamente para um lugar novo. Adotada por uma idosa, cresceria com um irmão adotivo e viveria o resto da vida, sendo preparada para voltar a um lugar que mal sabia qual era. Tudo era tão confuso para uma garota de apenas cinco anos...

Leia:

O intuito é apenas reclamar, de forma simples, Wendy. Se pareceu simples ou corrido, digo que esse foi o objetivo, já que a trama e história dessa personagem será abordado mais especificamente nas próximas partes dessas missões, que ocorreram com o auxílio de outros personagens do fórum. Mas para continuar, preciso da reclamação de Wendy antes de tudo para que alguns fatos sejam explicados de antemão nas futuras postagens. Obrigada!

NOTAS AQUI

— Ross
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Legados
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— Spirits, spirits ... Come to me Empty Re: — Spirits, spirits ... Come to me

Mensagem por Hades em Qua Nov 06, 2019 8:03 am


Avaliação

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP –  4.000 dracmas – 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%
Recompensa obtida: 4.400 XP –  3.520 dracmas – 8 ossos

Comentários:
A sua narrativa me chamou a atenção em alguns pontos, principalmente por envolver uma maldição e uma filiação ainda não reveladas. Parabéns pela história. Porém devo pontuar que houveram algumas orações que me pareceram possuir pensamentos não concluídos, como no terceiro paragrafo. Além de muitas ideias diferentes em um mesmo paragrafo e pequenos erros. Achei também que, em alguns momentos, a personagem não aparentava ter cinco anos e sim dez ou onze, devido a maturidade apresentada e que, ao meu ver, não se explica pelo QI elevado dela.
Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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— Spirits, spirits ... Come to me Empty Re: — Spirits, spirits ... Come to me

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