The Blood of Olympus

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Mensagem por Charlie Aidan Lefford em Qui Out 31, 2019 7:29 pm

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Mensagem por Charlie Aidan Lefford em Qui Out 31, 2019 8:08 pm


Explorando o castelo
Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Eu deveria ter sido muito ruim na minha vida anterior. O destino me culpava por algo que eu não sabia. Despeito será? Afinal no mundo mortal sempre foi muito difícil encontrar alguém tão másculo e gostoso igual a mim.

O fato era que Milena havia rompido comigo. Até mesmo depois de eu propor um relacionamento aberto, um lance que poderia envolver outras pessoas. E eu juro que em nenhum momento da nossa conversa citei meu primo. Mas, aparentemente filhas de Afrodite sabem ler mentes.

Azar o dela.

Passei pelo chalé envolvido apenas de toalha, fazendo uma dança sexy que mexia apenas minha cintura e meu delicioso bumbum. Parei em frente ao espelho cuspindo a pasta dental na pia e pisquei, aprovando que naquele dia eu tinha feito o meu melhor para ser ainda mais irresistível.  

Em seguida, pus minha fantasia de elfo. Sério, se eu não arrumasse uma nova namorada naquela festa, eu não arrumaria nunca mais. Joguei um gel no meu cabelo e o baguncei para ficar com um aspecto de “suado”. Em seguida juntei-me aos meus irmãos que cantarolavam todos juntos, animados para
uma festança de colocar a anterior no chinelo.

[...]

Eu havia dito que usar o portal da semideusa mais doida e filha de Hécate não daria certo. Fomos parar em Nova York e somente depois de suas mensagens de Íris é que a cavalaria veio nos buscar.

Eu nunca mais seria cobaia de alguém tão imatura na magia. Ajeitei o arco que era de verdade, mas que poderia se passar por enfeite da fantasia e tentei me misturar. As pessoas diziam que não havia bebidas alcóolicas, mas quem falou aquilo simplesmente não conhecia as proezas dos príncipes filhos do deus mais charmoso e bonito do Olimpo.

— Isso ai é o quê? – Indaguei em um sussurro. — Vodka? Passa pra cá! – Peguei um cantil discreto de dentro da fantasia de um de meus irmãos fantasiado de Gaara. Tomei um gole e passei para o próximo da fila, movimentando a cabeça para o efeito passar mais rápido.  

A música era pop, por isso mexia meus ombros e a cabeça no ritmo da batida. Rodei nas pontas dos pés e apontei para uma garota de Athena, finalizando com uma piscadela. Em seguida, peguei uma menina qualquer na pista, que graças a escuridão eu não conseguia enxergar o seu corpo.  Girei ela segurando na ponta do seu dedo indicador e em seguida a apoiei na no meu joelho, a dobrando quase no chão.  

Ela tinha um cheiro delicioso de morango.

As minhas opções naquele momento eram duas, focar na música e na azaração ou explorar o castelo e ver os pontos escuros que eu poderia levar uma candanga mais tarde. Meus pés retornaram para o hall de entrada e parti para o quintal. A varanda de boas vindas estava toda enfeitada com abóboras e luzes que piscavam. Uma aranha passou por mim e não era de brinquedo.

A varanda tinha duas extremidades. Me foquei na ponta esquerda, observando os assentos, alguns carrinhos cheios de doces e flores. Virei a curva e percebi que ela se estendia por quase toda a volta do castelo. Prossegui nas minhas descobertas, passando por uma janela e vendo o interior da sala.

Um casal se “pegava” escorados na porta. E pelos movimentos circulares, uniformes e indecisos de “dentro” e “fora”, eles estavam no estágio final. Balancei a cabeça afirmando positivamente que eu gostava do que via. E porque não, um pouco invejoso.  

Deixei a janela e prossegui em minhas explorações. Aquela parte estava deserta, aparentemente ninguém em sã consciência ousava pisar ali sozinho. Como meu nome do meio era coragem, não me vi inclinado a desistir. Um pouco a frente, encontrei uma porta e quando rodei a maçaneta, ela rangeu feito um filme de terror e abriu.

Fechei os olhos para a claridade. O som da música alta chegava até aquele cômodo que poderia facilmente ser uma imensa cozinha. Nem o chalé de Zeus conseguia ser daquele tamanho. Olhei as panelas cheias de teia de aranha, o fogão enferrujado por falta de uso. Fui até a geladeira e abri, tomando uma puta susto.

Dentro, havia somente um pote de vidro em tamanho grande e no interior um crânio que parecia de verdade imerso em um líquido amarelo.

— Que porra é essa? – Indaguei para ninguém em questão. Fechei a geladeira correndo e segui para o corredor, encontrando uma porta que parecia ser a dispensa. Se havia um crânio na geladeira, eu nem queria imaginar o que poderia ter na dispensa. Não havia curiosidade certa que me faria abrir a merda daquela porta.  

Ignorando, passei pelo corredor, ouvindo agora vozes humanas. Me certifiquei que eram humanas mesmo e me dirigi naquela direção. Havia um ponto escuro que só pensar em passar ali me causava calafrios. Pus o homem que eu era para fora e respirando bem devagar passei por ali mais rápido do que imaginei. Virei a esquina do corredor e meus olhos se ajustaram a luz, a duas pessoas ali escondidas atrás de um relógio antigo de madeira.

— Milena! – Falei forçando a voz para não parecer enciumado e nem tampouco afetado. Ela olhou para a minha cara e o cidadão que estava comendo no prato que eu havia lambido um dia. O outro não era apenas conhecido, era alguém que dividia o mesmo chalé e seu beliche era do lado do meu. — Fala, aew irmão. – Coloquei meu melhor sorriso no rosto. — Ela não é gostosa como eu havia dito? Parecemos que temos um vencedor da aposta. Pegou a Milena, agora quem era a próxima garota, mesmo? – Cocei o queixo e em seguida deixei os dois sozinhos.

Eu estava ferido, magoado e decepcionado.

Mas, esperançoso que em breve as pessoas pudessem gritar dizendo que um filho de Apolo foi assassinado por uma prole de Afrodite. De preferência, eu queria que ela batesse a cabeça dele no relógio. Seria uma morte de classe e cooperaria para a decoração do halloween.    


Halloween


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Mensagem por Charlie Aidan Lefford em Qui Out 31, 2019 9:50 pm


O ladrão
Os objetos de diversos campistas começaram a desaparecer e há acusações por todos os lados. Você, como o bom enxerido que é, resolveu que seria uma excelente ideia procurar pelo responsável disso. Acontece que poltergeist travessos são difíceis de se convencer e é exatamente um desses o responsável pelo sumiço dos itens.
Requisito – Mínimo nível 5.
Recompensa até: 1.200 XP – 2.000 dracmas – 2 ossos

A festa pra mim havia acabado após pegar Milena aos amassos com um dos meus irmãos. A traição sempre vem de onde se menos imagina. E sério, eu não imaginava mesmo que Puck seria o próximo cara a me enfiar chifres.

Chutei uma latinha de refrigerante no meio do caminho e cabisbaixo passei pela pista, ouvindo as pessoas gritarem uma para as outras por cima da música o quanto estava divertida aquela festa. Ignorei todas, partindo em direção a varanda sem motivação para mexer meu delicioso corpo.

A cena que vi fora do castelo foi a mais cômica possível. Duas semideusas estavam grudadas uma no cabelo da outra. Elas se acusavam de alguma coisa, enquanto um grupo ao redor tomava partido de um dos lados. As garotas uma era filha de Hermes e a outra Deméter. E xingavam usando palavrões que minha mãe me deixaria de castigo pelo resto da minha vida se eu repetisse.

— Você roubou minha tiara. – Acusava a menina de Deméter. — Eu deveria imaginar que você faria algo assim após me elogiar.

— Eu não peguei merda nenhuma. – Rebatia a outra. — E foi por isso que você pegou minha adaga? Me devolve sua projeto de ladra.

— Eu não peguei sua adaga. – Gritava a outra de volta. — E devolve você minha tiara, sua sem bunda. – E elas se atracavam novamente. Em poucos segundos as pessoas que se aglomeraram começaram a se acusarem. Os alvos eram sempre os filhos de Hermes. Tadinhos.

Geralmente eu não me intrometia nas disputas dos outros. A minha boa convivência no acampamento grego se dava porque eu era de boa em tudo. Aprendi desde cedo que em brigas sem motivos, ninguém se intromete. Acontece que naquele momento eu via um motivo, além de começar a achar que em breve iria começar a chover plantas de todos os lugares e elas partiriam para as vias de fato.  

— Olha bem, doçuras... – Me coloquei entre elas, o que foi o meu primeiro erro. Alguém das suas me tacou a unha. — Olha aqui, cacete. Eu quero ajudar! – Falei bravo e me juntando a discussão. Mais alguns minutos depois e eu estava vermelho, discutindo e acenando com o dedo do meio para uma prole de Zeus.

Me afastei para recuperar o folego e abastecer mentalmente meu arsenal de palavrões.

Vi quando um rapaz puxou uma espada. Outro o imitou fazendo o mesmo. Alguém ao longe vinha correndo com um arco na mão. A filha de Deméter já estava envolvida em vinhas e a prole de Hermes com o olhar faiscando de raiva. Até mesmo um trovão retumbou no céu. Aquilo sairia do controle.  

— Gente, vamos conscientizar. – Falei me posicionando novamente ao meio, ciente que eu poderia sair dali ferido. — Vamos pensar... Se ninguém aqui roubou nada, quem roubou? – Olhei ao redor e vi um grupo de poltergeist gargalhando de se mijarem. E meu instinto dizia que eles sabiam de alguma coisa.

Comecei a me afastar do grupo de semideuses e me aproximou do grupo de fantasmas. Eles não pararam de rir nem com a minha presença. Geralmente eu evitaria o máximo aquele contato. Eu tinha toda uma família descendente de Melinoe e eles sempre me assustavam quando começavam a falar sozinhos. Aprendi a dormir no escuro somente quando eu tinha dez anos por causa dos fantasmas.  

— Cavalheiros? – Me aproximei com um sorriso no rosto. Por dentro eu estava mole feito gelatina. — Por ventura, vós sabem o que aconteceu com os pertences dos semideuses ali? Não que eu esteja acusando nem nada, vossas senhorias. – Eu estava borrado naquele momento. — É que precisamos solucionar o caso. Como podem bem enxergar, eles estão próximos de usar suas habilidades herdadas dos deuses. E ali temos filhos de Zeus, Deméter, Apolo, Poseidon, Melinoe e Hécate. Então sabem o estrago que isso pode causar. Estou falando isso, porque vossas senhorias como espíritos magníficos e lindos... – Engoli em seco com a mentira. — Podem acabar envolvidos mesmo sem querer. Sabem que filhos de Hades, Hécate e Melinoe são bons em usar espíritos para suas causas.

Bom, eles não andaram porque não tinham pernas, mas flutuaram um pouco mais para trás, talvez ganhando ciência que poderia ser um péssimo negócio se envolverem. Eles pararam de rir e começaram a trocar olhares preocupados. Alguns eram mais demorados e tinham um alvo certo.

O mais novo do poltergeist, um baixinho, cara de rancoroso e pança astuta, parecia não demostrar medo no olhar. Ele poderia facilmente ser filho de Dionísio enquanto vivo, as semelhanças eram claras... e a barriga também.

Os seus companheiros começaram a lançar olhares nervosos para ele e aquilo me fez ter a certeza que ele sabia de algo, ou talvez fosse até o autor dos roubos.

— Peço humildemente, cavalheiros solares que se sabem de algo, compartilhem com nós, humildes mortais. – Pedi. — E ali está vindo uma filha de Melinoe. – Falei ao ver a menina realmente vermelha como pimentão vindo na nossa direção. Eu não era um espírito, mas senti o mesmo medo.

— Eu não tenho nada a ver com isso. – Falou um dos poltergeist se dissipando no ar.

— Nem eu. – Falou outro imitando o mesmo que o anterior.

Agora havia sobrado apenas três. O fantasma gorducho fez um guincho estranho com a garganta. Eu não era perito em ladrões, mas sabia reconhecer a fisionomia de um culpado a distância. E aquele ali parecia muito culpado.

— Se sabe de algo. – Repeti. — Ou se o senhor mesmo pegou por um engano bobo, confundindo com alguns dos seus perfeitos itens, devolva. – Repensei na acusação. — Digo, fale.

— Ali... – Apontou ele para trás de um vaso de plantas. — Por favor, não deixe ela me machucar. – E se dissolveu no ar. Os restantes fizeram o mesmo.

Caminhei até o vaso de plantas e vi ali inúmeros objetos de várias formas e cores.

— Sabe onde os seus irmãos estão conseguindo as bebidas? – Perguntou a filha de Melinoe assim que chegou perto de mim. — Eu preciso me afogar no álcool. – Completou ela. “precisamos” pensei eu. — O que eles tinham? – Indagou ela apontando para onde os poltergeist estavam anteriormente.

— Sei lá...
– Dei de ombros mentindo. — A propósito, achei os objetos roubados. – Apontei para o vaso de planta. — Alguém deve ter feito uma brincadeira com vocês. – Sorri. — Vou tentar de arrumar um pouco de vodka.
   
Adendos:
Habilidades Passivas:
Nome do poder: Beleza Divina
Descrição: Filhos de Apolo/Febo são naturalmente belos podendo inclusive deixar os oponentes confusos e atordoado com sua beleza, os reflexos do adversário ficam mais lentos por alguns poucos segundos dando chance ao filho de Apolo/Febo de atacar. Serve apenas como distração, e semideuses imunes a charme, ou beleza, não serão afetados por esse poder.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O adversário pode hesitar por quase 20 segundos, e te dar chance de atacar.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Persuasão
Descrição: Apolo/Febo é um deus naturalmente bonito, e o chame do deus é passado para os filhos com uma precisão impressionante. Persuasão é o poder que permite ao semideus – através de palavras e gestos – conquistar as pessoas com mais facilidade, isso faz com que elas queiram ceder a você, ou sintam uma imensa vontade de te ajudar, mesmo sem saber exatamente o porquê. Basta um sorriso, um olhar, e as palavras certas, você é certamente um conquistador nato, e as pessoas acabam gostando de você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de chance de conseguir alguma informação
Dano: Nenhum

Nome do poder: Verdades Ocultas I
Descrição: Apolo/Febo é o deus voltado a profecias, ao que é oculto, e ao que é verdadeiro, por esse motivo os filhos de Apolo/Febo sempre serão tomados por uma sensação estranha quando alguém mentir para eles, nesse nível é capaz de captar a mentira, mas poderes de chame, ou ilusão, ainda afetarão a eles, porém por saberem da mentira, poderão conseguir se livrar delas com mais facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de proteção ao ser iludido, enganado, ou cair em ilusões referentes a mente. (Pode tentar escapar, mas não consegue, porém, o efeito do poder será menor no semideus de Apolo/Febo).
Dano: Nenhum
Poderes Passivos (Legado):
Nome do poder:  Paciência Gloriosa
Descrição: O filho da Deusa possui uma paciência inabalável, assim nenhum insulto o atingirá, nem mesmo dos filhos de Ares/Marte, e ele prosperará harmonia. Essa calmaria geralmente atinge o inimigo de uma maneira que pode fazer com que ele não queira atacar o filho de Iris/Arcus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode se sentir tão calmo, a ponto de hesitar em atacar. Atordoamento temporário.
Dano: Nenhum


Halloween


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Mensagem por Kim Nayoung em Qui Out 31, 2019 10:50 pm


Charlie

1º Missão
Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida:  950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 855 XP – 1.350 dracmas – 1 osso


2º Missão
Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida:  1.200 XP – 2.000 dracmas – 2 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 17%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 1.164 XP – 1.940 dracmas – 2 ossos

Atualizado por Macária.

Pipper recebe 400 xp e dracmas + 4 ossos



THE NIGHT
"We carry all of the power we need inside ourselves already."

Kim Nayoung
Kim Nayoung
Líder de Nyx

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