The Blood of Olympus
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CCFY - Summer Vacation

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Mensagem por Aerin Eslinger em Qua Out 30, 2019 2:57 am


Beautiful & Toxic
I'm Criminal, Sweetie


O
tic e tac do relógio parecia ter um som dez vezes mais alto naquela tarde de terça feira. Cada aluno da Academia Lawrence demonstrava uma óbvia ansiedade ao se remexerem desconfortavelmente na cadeira e ignorar totalmente o que o caquético professor de literatura falava, e Aerin era uma deles. Seus mocassins vermelhos batiam no chão com impaciência jutamente com as longas unhas em gel cuidadosamente pintadas com esmalte cintilante. Sabia que o som era alto e irritante devido aos olhares incansáveis do professor, porém não podia evitar. Estava ansiosa para as férias de verão. Finalmente iria poder livrar-se do internato com uma lendária festa de despedida e sumir por dois meses consecutivos na casa dos seus pais em Florença, onde encontraria suas amigas e teriam o melhor verão de todos, mas o tempo parecia ter parado, mas quando Aerin pensou que finalmente iria explodir de ansiedade o sinal finalmente tocou e o som de 30 cadeiras sendo puxadas simultaneamente invadiu a sala.

— E não esqueçam a análise do livros, não irei perdoar atrasos. — Alertou o professor indo de encontro a mesa para arrumar seu material, mas Aerin já estava na porta atropelando estudantes sem a mínima educação.

Seus cabelos loiros balançavam com perfeição enquanto andava pelos corredores. As pessoas descaradamente a encaravam e abriam espaço para que passasse, e quem podia culpa-los? Todos conheciam a fama de Aerin. A aparência angelical escondia uma verdadeira cria do oitavo círculo do inferno. Durante todos os anos de sua vida acadêmica desde a quinta série tinha sido “convidada a se retirar” devido a comportamentos bizarros e problemas que criava. Tecnicamente uma pessoa com tal fama não devia ter amigos, certo? Errado. Aerin tinha uma personalidade magnética e onde quer que fosse não demorava muito tempo para construir seu império, e na Lawrence não tinha sido diferente. Assim que chegou, foi colocada num alojamento com duas garotas: Thea e Wyllow, que tinham reputações similares e em poucos dias Aerin já era uma presença respeitada e desejada. Os atletas brigavam para chama-la para sair, as meninas a imitavam e os professores não a suportavam.

No começo do ano tentaram fazer com que a jovem fosse expulsa novamente devido a um “pequeno” incidente de uma estudante que foi parar dentro de uma lixeira, mas após a própria menina admitir que tudo não havia passado de um acidente, todas as queixas foram remvidas.

Aerin ria ao lembrar da história, mas seu flashback foi interrompido pela falava de uma menina alta de cabelos castanhos e pele azeitonada.

— Hey, tudo pronto para hoje? — Perguntou juntando-se a caminhada de Aerin, acompanhada por uma jovem de cabelos acobreados. Eram Wyllow e Thea. Thea era filha de um rico designer e fazia bicos como modelo. Era a segunda no comando das líderes de torcida, seguida por Wyllow. Obviamente Aerin estava no topo de pirâmide e era invejada por sua amiga, mas ela não ousava tentar roubar sua posição.

— Claro. — Respondeu enquanto checava suas centenas de notificações nas redes sociais. — Os rapazes estão com as bebidas e a mãe de Wyllow já enviou os aperitivos. —Wyllow assentiu positivamente, concordando com a amiga.

As três continuaram acertando os detalhes da festa secreta enquanto atravessavam o mar de estudantes em direção ao alojamento. O fim de tarde estava perfeito, o sol brilhava fortemente sobre as árvores e uma brisa fresca de verão acariciava o rosto das três durante o curto percurso. Era um dia perfeito para finalizar o semestre. Aerin tinha passado em todas as matérias graças as colas e trabalhos que havia pago para serem feitos, nenhuma preocupação assolava sua mente além de como iria fazer o cabelo para a grande noite.


                                                                                                       

   XX



Mais tarde, em seu quarto, aerin colocava uma gargantilha de brilhantes em seu pescoço para combinar com o justo vestido de veludo que havia escolhido para ocasião. Na sala comum, Rihanna tocava alto e ouviam-se conversa dos estudantes sortudos que haviam sido convidados para a social das garotas.

Aerin saiu do quarto e pode contemplar o sua obra de arte: O salão onde normalmente os estudantes conversavam após a aula havia se transformado numa espécie de balada com luzes coloridas e bebidas servidas num balcão acompanhadas por aperitivos requintados providenciados pela mãe de Wyllow, uma importante chef de cozinha.

Cumprimetou alguns convidados educadamente enquanto fazia seu caminho até o bar e se servia de um copo de whisky com gelo.  O líquido desceu queimando por sua garganta enquanto tomava um gole, mas aquilo não a incomodava mais. Estava acostumada.

— Olha quem resolveu aparecer. — Disse uma voz masculina ao seu lado. — Aerin moveu a cabeça para o lado e se deparou com um rapaz de cabelos escuros e porte atlético sorrindo para si. Era Kayle, seu pseudo namorado. Eles eram o famoso power couple da escola, mas viviam de vai e volta porque ninguém aguentava conviver com Aerin por muito tempo sem enlouquecer, parecia que só sua presença fazia com que as pessoas quisessem pular nos pescoços uma das outras, mas Kayle era como um besourinho insistente. E ela gostava, era bom para seu ego gigantesco namorar o capitão do time de lacrosse.

— Fala como se eu não fosse aparecer na minha própria festa. — Disse com desdém, embora seus lábios se retorcessem nos cantos.

— Não fala assim comigo hoje. — Ele chegou mais perto e a loira sentiu o aroma de vodka em seu hálito misturado com o perfume e maconha. — Você vai para a Europa amanhã e eu vou passar dois meses sozinho. — Disse fingindo um tom dramático que fez Aerin revirar os olhos.

— Não seja idiota. — Ela virou na direção do rapaz e o presenteou com um breve toque de seus lábios cobertos de gloss chanel. — Vamos aproveitar a festa. — Finalizou erguendo levemente seu copo e as sobrancelhas.

E assim foi feito. Durante toda a noite eles beberam, fumaram, dançaram e se beijaram, mas quando o relógio bateu 2 da manhã, uma Wyllow muito bêbada vestida em um conjunto dior veio avisar que o inspetor já estava mandando todos encerrarem a festa. Aerin até pensou em deixar que as pessoas aproveitassem um pouco mais, porém a quantidade de droga que estava sendo usada no local poderia ser um problema se vistas pelo tal inspetor, então pousou a garrafa de sabe deus o que na mesinha de centro, levantou do sofá e caminhou até o som, desligado abruptamente a música.

— Ok, ok. O inspetor já está no meu pé então vamos encerrando por aqui. Vocês tem 5 minutos para sumirem da minha festa. Não quero perder meu verão por causa de nenhum zé droguinha. — Disse numa voz risonha e totalmente embriagada.

Houve um murmúrio geral de insatisfação porém pouco a pouco os presentes seguiram as instruções dadas e enquanto o faziam, Aerin finalmente saiu de deu salto para começar a recolher as garrafas e copos deixados pelo salão. Tinha que dar uma boa impressão para que aquele não fosse mais um caso de “comportamento inadequado” apontado pela academia. Mesmo que estivesse lá a apenas 6 meses, tinha gostado do lugar e não queria a burocracia de começar do zero novamente.

Durante a arrumação, só havia restado ela, Wyllow, Thea e Kayle. Ou era isso que ela pensava.

Num canto escuro no fim da sala havia uma garota de cabelos crespos desgrenhados e vestido vulgar agarrada numa garrafa de tequila. Ela ria sozinha enquanto arrumava a vestimenta no corpo.

— Garota, você não ouviu o que eu disse? — Aerin avançou furiosa na direção da moça. Não podia acreditar que alguma retardada bebada iria lhe causar problemas. Reconhecia a garota vagamente das aulas. Seu nome era Darcy, era a “lider” do cardume de piranhas invejosas que odiava Aerin. Sequer lembrava de tê-la chamado, mas cuidaria disso depois.

— Ah, Aerin, você não sabe o quão ansiosa eu estava com este momento. — Ela disse lambendo os lábios e largando a garrafa no chão, que se espatifou deixando o resto do líquido molhar o chão. Ela tinha uma expressão maníaca nos olhos, Aerin quis recuar pela primeira vez na vida. Olhou para os lados e viu que estava sozinha, Kayle tinha a muito ido se deitar em seu quarto e a dupla de incompetentes que chamava de amigas estavam fora de sua vista, mas mesmo assim forçou-se a continuar firme em sua posição.

— O que você ‘tá falando, sua psicopata? Some daqui, a festa já acabou.

Darcy riu e deu um passo a frente e ficando sob a luz. Foi então que Aerin percebeu que aquela não era a Darcy que conhecia.

A menina tinha uma pele mais branca que o normal, parecia feita de mármore. Seus cabelos outrora ruivos pareciam labaredas de fogo e ao olhar mais para baixo, viu que o vestido curto revelava que uma de suas pernas era peludas como a de um bode e a outra era totalmente de bronze.

Gritou em desespero e tentou fugir, não sabia o que estava acontecendo, desejou do fundo do coração que estivesse num filme de terror, mas quando as garras da coisa se fecharam ao redor de seu braço e o sangue escorreu, Aerin percebeu que não estava. E que aquele era seu fim. Tentou se soltar da fera puxando o braço, mas foi só quanto uma grande ventania invadiu o local que Darcy finalmente largou seu braço e caiu no chão desnorteada. Aerin correu na direção da porta, mas a viu bloqueada por nada mais nada menos do que Thea com uma espécie de bambolê gigante na mão e um olhar feroz no rosto.

— Mas que po…. — Começou a elaborar uma frase mas foi interrompida.

— Não tem como explicar agora, vem comigo. — Ela puxou a amiga e a guiou pela saida, descendo as escadas o mais rápido possível em direção ao estacionamento dos professores..

— O-o que era aquilo? — Perguntou sem ar. Sua cabeça girava e o estacionamento parecia mais uma pintura abstrata das aulas de arte devido a toda bebida consumida.

— Uma empousa, é um monstro que se disfarça de mulher e seduz os homens. — Disse Thea ainda correndo. — Olha, Aerin, não temos muito tempo, ela vai nos rastrear logo então precisamos chegar no seu carro.

Dito e feito. Mal haviam pisado no local e um rosnado feminino ecoou na madrugada. Aerin cometeu o erro de olhar para trás e viu que agora haviam duas daquelas coisas: Darcy estava acompanhada de duas amigas piranhetes que avançavam em grande velocidade em sua direção.

— Vá, meu carro é logo ali — Ela gesticulou com o queixo para um sedan prateado. — Ligue e me espere, ok?

Aerin assentiu e correu para seguir as instruções dadas, mas antes mesmo que pudesse chegar no carro, um clarão iluminou o ceu. Olhou para trás e viu que uma das piranhetes tinha jogado uma bola de fogo na direção de Thea, mas a amiga desviava e manuseava seu bambolê gigante como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.

Ainda trêmula, Aerin conseguiu encaixar a chave na fechadura e sentar no banco do motorista, mas ao encarar a cena através do parabrisas percebeu que Thea tinha problemas. Ela era só uma modelo com um super bambolê contra meninas vulgares que soltavam fogo e tinham pernas que precisavam de uma séria depilação, não podia dar conta de tudo e a prova viva disso era que uma das monstrengas haviam passado por ela e corrido na direção do sedan que Aerin estava. Sem pensar duas vezes no que estava fazendo, ignorou todas as instruções de direção que ja havia recebido na vida e simplesmente pisou no acelerador, indo em direção a criatura, que consequentemente se espatifou contra o vidro. Aerin choramingou alto e simplesmente continuou o trajeto até ouvir um estalo e ver que o que estava de sua inimiga começava a se desfazer em areia dourada. Não questionou, apenas dirigiu de forma desajeitada para Thea, que finalmente olhou para trás e pulou para fora antes que fosse atropelada. As outras duas criaturas não tiveram a mesma sorte. Darcy ainda tentou uma escapadas, porém uma brisa forte pareceu que a impedia de se mover na direção desejada, então acabou que apenas virou areia juntamente com suas amigas.

Thea abriu a porta e seu bambolê mágico se transformou num broche de cabelo que Aerin já tinha visto a amiga usar inúmeras vezes.

— Prometo nunca mais criticar você por usar essa coisa dois dias seguidos. — Disse simplesmente enquanto a amiga adentrava no carro. Ela deu um risinho amarelo.

— Você não está em condições de dirigir, vamos trocar.

E assim elas fizeram, mesmo que de forma desajeitada.

Aerin colocou o cinto enquanto dirigia para fora dos portões de bronze da Lawrence.

— Você está bem? — Disse quando já estavam deslizando pelas ruas escuras.

Aerin não sabia responder aquela pergunta. Ainda sentia os efeitos do álcool e da maconha fortes em seu cérebro, seu braço queimava com a dor das feridas e ela estava totalmente traumatizada com o que havia visto.

— Meu braço dói. — Foi o que conseguiu elaborar.

— No porta luvas tem anelgésico, alcool e gaze. Graças aos deuses aquelas garras não são venenosas então isso vai servir. — Disse Thea gesticulando com a destra na direção informada. Aerin destravou o compartimento, pegou os instrumentos necessários e começou a fazer seu curativo. O álcool em contato com a ferida doeu muito, mas ela pela primeira vez na vida segurou tudo calada e fez o que deveria ser feito. — Uma noite e tanto, não é? — Disse Theacom um toque de humor na voz.

— Vai me falar o que era aquilo ou não? — Disse Aerin recuperando um pouco de sua rabugice de costume.

— Aquilo eram Empousas. Bem novas e inexperientes pelo jeito. — Disse enquanto entravam na rodovia que saia da cidade. — Estavam a procura de meio-sangues.

— Meio-sangues? — Indagou confusa.

— Sim, lembra das aulas de latim e história? — Perguntou Thea olhando rapidamente para Aerin, que afirmou com a cabeça. — Meio-sangue é uma indivíduo resultante do relacionamento de um Deus com um mortal. No meu caso sou filha de um humano com Afrodite, e você é filha de Éris, porém Afrodite é sua avó. Entendeu?


— QUE? — Aerin exclamou tão alto que até Thea se assustou. Como aquilo poderia ser verdade? Ela era filha de Reeva e Elliot, seu pai era dono de um escritório de advocacia e sua mãe era uma artista plástica famosa.

— Eu sei que é um choque, mas o que mais explicaria o que passamos hoje? — Disse Thea calmamente enquanto passava a marcha. Era quase como se tivesse feito aquilo outras vezes. — Eu fui designada para manter um olho em você até que estivesse pronta para ser escoltada. Tecnicamente eu deveria leva-la amanhã, mas as empousas fizeram essa mudança de planos. Eu sinto muito.

— Mas eu vou para a europa. — Disse Aerin como se não tivesse ouvido uma palavra do que foi dito. Thea diu graciosamente e a loira apenas desmoronou completamente frustrada e confusa no banco do carro.

— Eu sei que é muito para aceitar assim de repente. — Ela disse depois de um curto silêncio. — Mas estou levando você para um lugar seguro, confie em mim.

— Eu confio. — Murmurou emburrada enquanto se encolhia no assento para tentar ficar numa posição mais confortável. Sua cabeça girava e seu estômago parecia finalmente querer se manifestar depois de toda a ação da noite.

— Pode dormir, pela manhã paramos num posto para um café e chegaremos rapidinho.— Disse Thea num tom tranquilizador. Aerin fez que sim e encostou a cabeça no vidro e fechou os olhos esperando que aquili tudo não passasse de um sonho. Mas a vida não era bem assim. Algumas horas depois Thea a acordou com um copo de papel na mão cheio de café e uma caixa com rosquinhas. Ambas comeram trocando poucas palavras, no fim a morena a entregou uma mochila com escova de dentes e uma muda de roupas. Aerin desceu do carro sob o olhar nojento de vários funcionários e clientes, foi ao banheiro e fez sua higiene e trocou-se. Agora trajava uma espécie de corpped azul de alça com um short jeans e um par de tênis. Era a roupa que havia separado para usar quando chegasse na itália. Enquanto se dirigia até o carro, uma lágrima escorreu pela sua bochecha mas se Thea viu, não comentou.

O resto da viagem foi silencioso, apenas a playlist de Thea tocava suavemente até que cerca de 8 horas depois elas finalmente chegaram no que parecia ser Long Island. O carro entrou por uma trilha dificil num bosque até que finalmente pararam de frente para duas colunas gregas brancas. Logo a frente havia um amontoado de construções que pareciam uma colônia de férias.

— Acampamento Meio - Sangue. — Thea  apresentou notando a confusão estampada no rosto da amiga. — Aqui é seguro para pessoas como nós. Vem.

E Aerin foi. Sem saber o que estava acontecendo e muito menos no que acreditar. A única informação que tinha era que sua mãe era Éris, a deusa da discórdia e sua avó era Afrodite.





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Mensagem por Hades em Qua Out 30, 2019 5:58 pm

Avaliação


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP e 4.000 dracmas, 10 ossos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 5.000 XP e 4.000 dracmas, 10 ossos; Leia o comentário.

Comentários:
Você escreve muito bem e sabe como criar uma história. Porém é necessário um teste complementar para que você mantenha a cor, pois pela história da personagem (o que foi apresentado) foi impossível determinar ela como realmente uma criança de Éris, com legado. O teste complementar pode ser feito por missão fixa, ccfy etc. O prazo final é até 27/11.

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