The Blood of Olympus
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Mensagem por Ariel Fairley em Seg Out 28, 2019 5:58 pm

Missões Fixas
Área reservada para as postagens das missões fixas do evento "Halloween" de Ariel Fairley.
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Mensagem por Ariel Fairley em Sex Nov 01, 2019 12:34 am



Halloween


ArielDutchDonnaEva


Eu tinha dormido demais. Os últimos portais que levavam para a festa organizada pelos gregos estavam sendo fechados e se eu não corresse ficaria preso no Acampamento Júpiter e perderia a oportunidade de reencontrar a deusa e a professorinha. Estava novamente vestido em uma fantasia escolhida por Ariel, mas felizmente essa era mais comportada e escondia grande parte do nosso corpo.

"Até demais para o meu gosto" resmungou em minha cabeça, me fazendo revirar os olhos. Levei minha mão ao cabelo no intuito de prendê-lo em um coque, mas a máscara de batgirl me impedia de fazer aquilo, o que me deixava incomodado.

Apressei meu passo precisando correr os últimos metros e me lançar pelo portal caindo na frente de um castelo com aspecto muito antigo. A iluminação era péssima — talvez fosse a intenção — deixando tudo com um aspecto macabro próprio da data festiva.

É halloween, baby — disse para ninguém em específico.

Procurei pelo caminho mais fácil de se chegar ao castelo, ignorando totalmente o jardim magnifico em forma de labirinto que claramente era para trouxas passarem e se ferrarem. O castelo por dentro — aparentemente — não parecia ser o que o exterior mostrava. Havia uma enorme festa acontecendo no salão principal com música, bebidas, semideuses fantasiados e muita fumaça.

De baixo não conseguiria encontrar quem procurava, ainda mais com tantos semideuses juntos. Mas pensando melhor, estavam todo de fantasia! Com esse pensamento eu desanimei um pouco, talvez apenas por um milagre conseguiria distinguir as garotas no meio da multidão.

"Vamos explorar o castelo. Quero saber exatamente onde estamos" ditou Donna com sua voz rígida.

Estamos na Escócia — respondi e o silêncio que recebi era mais do que necessário para que eu entendesse.

Suspirei subindo o primeiro lance de escadas que encontrei. A madeira rangeu a cada passo que eu dei e isso me deixou apreensivo. Se aquilo cedesse, só os deuses — ou talvez nem eles! — saberiam onde eu ia parar. Tentei medir cada passo antes de por o meu peso de fato nas tábuas. Isso me fez perder bons minutos, mas felizmente cheguei ao topo inteiro.

A minha frente tinha um enorme corredor com portas fechadas, todas parecendo estar bem inteiras e firmes em suas dobradiças. Passei por algumas até subitamente parar. Não sei ao certo o que chamou minha atenção, talvez por ser a única que estava entreaberta. Empurrei a porta um pouco, a ouvindo gemer quando se abriu totalmente. O cômodo não tinha nada de interessante aparentemente, apenas uma velha dama de dorsel e um criado mudo ao lado. Bem, não havia motivos para continuar ali então fechei a porta e continuei meu caminho.

Mais a frente, depois de uma curva para a esquerda, encontrei um corredor que dava exatamente para uma varanda. As duas portas de vidro fosco estavam bem abertas deixando o ar noturno entrar em uma brisa suave. Sem medo caminhei naquela direção, deixando que a estranha sensação de solidão que aquele lugar emanava se tornasse uma parte de mim, mesmo que eu nunca estivesse sozinho.      

O céu estava estrelado, apenas algumas nuvens que em nada atrapalhavam a visão. Do local elevado, eu conseguia ver um lago grande e os jardins mais à direita, podendo até mesmo ver alguns semideuses passeando. Parecia estar tudo em paz por ali. Apenas parecia, pois a noite do dia das bruxas estava longe de acabar.    

Fantasia.
• Importante! A personagem tem distúrbio dissociativo de identidade, então a narração pode mudar em relação ao gênero.

Explorando o castelo
Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

MONTY

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Mensagem por Rodrik Andrews Lefford em Sex Nov 01, 2019 12:50 am


Ariel Fairley


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida:  950 XP – 1.500 dracmas – 1 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 48%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 931 XP – 1.470 dracmas – 1 osso

Spoiler:
Não tenho muito o que falar da sua missão. Ela foi perfeita, o único desconto foi que achei que você poderia ter explorado mais o castelo. Você gastou mais da metade do post para se preparar e chegar ao castelo e menos para descrever a exploração. No mais, a sua escrita é perfeita e muito descritiva.  

Atualizado por Macária.

Rodrik recebe 200 xp e dracmas + 2 ossos



Piloto Automático
O universo é uma harmonia de contrários. As palavras são os suspiros da alma. O ser capaz mora perto da necessidade. Uma vida não questionada não merece ser vivida.
Rodrik Andrews Lefford
Rodrik Andrews Lefford
Líder dos Eruditos
Líder dos Eruditos

Idade : 20
Localização : Acampamento para semideuses gregos

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Mensagem por Ariel Fairley em Ter Nov 05, 2019 2:47 pm



Halloween


ArielDutchDonnaEva


A sensação de ser observado havia começado a alguns minutos, mas eu tentei ignorar. A noite estava bela e mesmo com a fantasia e o rosto parcialmente coberto ainda conseguia sentir a brisa fria tocando meu rosto. Dormi tanto a tarde que o sono estava longe de ser um problema para mim, mas aquela sensação estava me incomodando demais.

O castelo era antigo e devido a data “especial” que estávamos, não me surpreenderia de encontrar algum fantasma vagando por aí. E era algo que eu não queria ver tão cedo, então me levantei da varanda suspensa onde eu me encontrava e saí de volta para o castelo ainda não explorado.

“Deve ter alguma passagem secreta por aí” comentou Ariel um tanto animada demais para o meu gosto.

E como vamos achar se são secretas, gênio? — retruquei enquanto seguia pelo corredor de pedra.

Diferente do anterior, esse não possuía portas, era composto apenas de rochas lisas muito bem encaixadas umas nas outras, quase não possuindo um espaço entre elas. Era um pouco estranho, já que a massa que junta elas — não sei se já usavam cimento quando isso foi criado. Acho que não. — era de uma cor até mais clara em relação a toda a parede.

“Preste atenção no caminho e pare de olhar apenas para as paredes ou vamos nos perder” reclamou Donna. Realmente não havia muito o que ficar vendo nas pedras, então segui em frente até que o corredor começou a ficar escuro demais para que eu pudesse ver algo.

“Pegue uma tocha e continue o caminho. Não é tão difícil, seu medroso.” Eu praticamente senti o revirar de olhos em sua voz, mas algo que minha gêmea disse me fez parar na mesma hora.

Tochas? Não tinha tochas aqui quando viemos. — E de fato o corredor não era mais iluminado pela luz naturalmente artificial que envolvia o castelo e nem mesmo as paredes a minha volta eram as mesmas. — Acho que não estamos mais na Escócia. Ou pelo menos não mais no castelo.

“Tome cuidado.” Foi a única coisa que Donna disse sobre a mudança, contudo senti que Ariel também estava apreensiva.

Antes eu tinha me ligado tanto às paredes que podia perceber nitidamente sua mudança agora que estava a usando como uma certa proteção, evitando ficar no meio do corredor. A pedra áspera contra minha palma estava meio úmida, assim como o cheiro de mofo impregnava meu nariz de forma incômoda.

Avancei com cuidado tentando não fazer barulho com meus passos, contudo minha sombra me denunciava conforme passava por entre as tochas, o que era um problema. Entretanto também foram as sombras no chão que me avisaram que eu não estava sozinho e mais duas pessoas vinham na minha direção.

Colei com as costas na parede em um local que a própria luz permitiria que eu me escondesse e agradeci mentalmente pela fantasia que eu usava ser preta — ou parte dela — o que ajudava ainda mais no que eu pretendia fazer.

“Me dê o controle.” A voz de Ariel demonstrava uma urgência que não combinava nem um pouco com ela. Pensei em negar, mas ela continuou. “Eu vou ganhar tempo para você, mas tem que ser agora!”

Não debati, apenas cedi.



Assim que tomei o controle, eu tirei minha máscara, deixando que meus cabelos ficassem soltos e meu rosto a mostra. Iria distrair quem quer que estivesse se aproximando enquanto Dutch pensava exatamente no que fazer. Minhas roupas não combinavam em nada com o local então as modifiquei para se tornar um vestido claro de tecido leve. Esperava que quem fosse a dupla, caísse nos meus encantos.

Meu coração batia rápido a cada passada que as duas figuras davam na minha direção. Eu sabia que sentimento era aquele e por esse motivo respirei fundo para me acalmar. Os anos com os lobos de Lupa me obrigaram a compreender que o nervosismo e ansiedade apenas nos mataria.

Eu já conseguia ver suas formas, dois homens com roupas aparentemente normais vinham na minha direção cada um com uma lança na mão. Eu poderia estranhar aquela visão se não vivesse uma realidade em que crianças aprendiam a usar armas antes mesmo de compreender o que era a vida de fato.

Assim que me a dupla se aproximou eu me preparei e senti que Dutch estava mais do que pronto para partir para cima, mas mantive centrada no que pretendia.

Quem é você? — A pergunta tinha o tom de ordem, mas seus olhos se perderam em meu rosto, então me forcei a parecer o mais inocente que podia.

Estou perdida — respondi olhando para os lados, antes de voltar minha atenção para os homens. — Podem me ajudar?

Eles não responderam de imediato, mas vi suas armas abaixando e um sorriso malicioso brotar em seus rostos. Eu poderia me sentir enojada pelo o que eu estava fazendo ao tentar induzir aqueles homens a tentarem algo contra mim, mas sabia que Dutch resolveria isso. E rápido.

Nós podemos sim, gracinha — disse o outro que até então se manteve calado.

Fiquei parada enquanto se aproximavam, as lanças deixadas de lado para poderem tocar meu corpo. Mantive minha expressão imparcial sentindo o toque em minha pele e ergui minhas mãos até tocar a nuca de cada um com leveza. Então devolvi o nosso corpo para Dutch.


 
Aquelas mãos nojentas no nosso corpo apenas me deram mais vontade de socar a cara deles. Ariel havia feito um ótimo trabalho, mas a que custo? Aproveitei que minhas mãos estavam na nuca dos dois guardas — pareciam ao menos ser — e usando minha força forcei suas cabeças uma contra a outra, os atordoando. Na sequência soquei o queixo do que estava mais próximo de mim a minha esquerda antes de me virar para o outro chutando entre suas pernas o vendo gemer de dor e se inclinar para frente.

Vadia!

O Otário 1 estava desmaiado no chão e o Otário 2 ainda se contorcendo. Não teria muito tempo então saltei por cima do corpo desacordado e corri o mais rápido que podia pelo corredor buscando uma saída. Logo um dos guardas acionaria outros e eu estaria sendo procurado por todo o lugar sabe se lá onde seria.

O corredor se transformou em uma escada que subia em espiral o que me fazia imaginar em torres de castelos antigos, assim como o que eu estava antes de ir para aquele lugar estranho.

Será que é pedir demais que encontre o caminho de volta para aquela festa idiota? — resmunguei para ninguém em especial pulando de dois em dois degraus até que visualizei uma porta de madeira.

“Será muita cagada se estiver aberta.”

Eu tinha que concordar com Ariel que seria uma sorte tremenda, mas talvez alguma divindade tenha se apiedado de nós, porque assim que forcei a maçaneta, ela girou e o caminho foi liberado. Passei pela porta sem nem mesmo ver onde exatamente eu estava me metendo, fechando a porta atrás de mim com um baque.

Encostado contra a porta, olhei ao redor notando várias pessoas fantasiadas olhando para mim com curiosidade, mas nenhuma delas estava verdadeiramente surpresa. Aparentemente eu estava de volta à festa.      

Fantasia.
• Importante! A personagem tem distúrbio dissociativo de identidade, então a narração pode mudar em relação ao gênero.

Cômodos malucos
O castelo é um tanto mais complexo do que aparenta. Algumas portas podem te levar para lugares aleatórios como manicômios abandonados, igrejas caindo aos pedaços, outros castelos ainda mais tenebrosos e vários lugares que já foram esquecidos pelos homens. Sem querer, você foi para um destes lugares e ao tentar retornar descobriu que a porta não te levava de volta. Agora precisa enfrentar os perigos do lugar desconhecido e encontrar um meio de retornar para o lugar de onde veio.
Requisito – Mínimo nível 8.
Recompensas até: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.

Considerações:
Poderes Passivos:

Belona

Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Hipercinese I
Descrição:  A hipercinesia é o controle completo e sincronizado da mente e o músculo. Em pessoas comuns há uma pequena quantidade de tempo entre o pensar e o agir. Os semideuses filhos de Belona possuem esse tempo bastante reduzido e, com o tempo, praticamente nulo. Graças a isso, sua mente e corpo tornam-se mais afiados e verdadeiras armas. O equilíbrio, a coordenação motora e os reflexos tornam-se cada vez mais perfeitos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em equilíbrio, coordenação motora e reflexos.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Força superior
Descrição: Os filhos de Belona são mais fortes do que a maioria dos campistas, podendo aguentar grandes cargas em suas costas sem alterar sua postura ou desempenho. Podem carregar até 3 sacos de farinha sobre os ombros, ou até mesmo uma pessoa em suas costas por uma longa distância, sem alterar seu desempenho físico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força.
Dano: +5% de dano caso usem para atacar alguém.

Eros

Nome do poder: Beleza Divina
Descrição: O filho de Eros/Cupido, é naturalmente bonito. A beleza de seu pai era comparada a de um anjo, sendo ele mesmo semelhante a um. Assim como Eros/Cupido, seus filhos são extremamente bonitos, charmosos, e graciosos, e quando entram em batalha, é difícil olhar para outro canto que não seja eles, pois, naturalmente se tornam o centro das atenções. Os inimigos do semideus, podem se sentir intimidados, ou admirados pela beleza do filho de Eros/Cupido, e em um combate, isso os deixa confusos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode fazer o inimigo hesitar em te atacar durante um turno, geralmente, o inicial.
Dano: Nenhum
Poderes Ativos:

Eros

Nome do poder: Esteticista
Descrição: Eros/cupido é filho da pobreza e da riqueza. Portanto, seus filhos podem transformar sua aparência de acordo com seus objetivos e com a conveniência, podendo tornar suas vestimentas sofisticadas e de marca, manter sua beleza ao extremo e seus acessórios todos esbanjando riqueza, mas também pode tornar sua aparência deplorável, sujo, hirsuto e descalço, afim de se disfarçar ou de provocar pena.
Gasto de Mp: -30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

MONTY

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Mensagem por Hades em Qua Nov 06, 2019 2:40 am


Ariel Fairley


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida:  6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 47%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 5.820 XP – 5.820 dracmas – 6 ossos

Spoiler:
Toda a construção da narrativa foi bastante interessante, acredito que as trocas de personalidade e as formas distintas de lidar com as situações tenha se encaixado muito bem. Porém senti falta de maiores desafios no sentido de conseguir retornar para o mesmo lugar de onde vieram. Por isso os descontos.

Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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