The Blood of Olympus

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Mensagem por Ania Fahim Saad em Sab Out 26, 2019 12:16 pm


Halloween
.
Tópico destinada às postagens de Ania Fahim nas missões fixas do evento.


Ania Fahim Saad
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Mensagem por Ania Fahim Saad em Sab Out 26, 2019 4:04 pm


خدعة أو علاج
Explorando o Castelo.
Um castelo da Escócia, esse era o palco daquela majestosa festa à fantasia.

“Senti falta disso aqui.” Sorriu enquanto apoiava o braço no corrimão da escadaria, e se afastava, de costas, do andar principal.

Encontrava-se fascinada pelo local, as paredes de pedra, os quadros antigos em molduras devidamente esculpidas a mão, estátuas de armaduras medievais, brasões, os móveis do século XIV e XV em ótimo estado de conservação. Entrar naquele castelo era como se teletransportar para um passado grandioso. Muitos eram os cômodos e passagens nos corredores, todos repletos de mistérios e histórias, isso era evidente, o que fazia com que os olhos da semideusa brilhassem.

Os mortais têm um ditado: “A curiosidade matou o gato”, e ele era perfeito para a situação. A exploração começou de maneira simples, abrindo algumas portas que levavam a quartos aparentemente comuns. Até aí tudo bem, não é mesmo? Bem, na verdade não. Nos dois primeiros quartos visitados a única coisa que conseguiu ver foram casais e grupos de pessoas se divertindo muito mais do que ela. – Eles podiam ao menos trancar a porta. – Repedia enquanto fechava a porta e seguia ruma a outros aposentos. Atrás da terceira porta, encontrou o que parecia ser um escritório e nenhuma pessoa nua, de modo que adentrou no mesmo.

Aparentemente não havia nada de especial com aquele cômodo, ao menos foi essa a conclusão que chegou após alguns minutos. Conclusão essa que logo sofreria uma drástica transformação. Após vasculhar quase que todo o ambiente, Ania sentou-se em uma cadeira estofada, pegou uma das folhas que se encontrava na mesa e retirou a caneta tinteiro de seu suporte. Antes que pudesse molhar a ponta no tinteiro, sentiu seu corpo virando e todo o cômodo tirar.

Em um piscar de olhos, Ania não se encontrava mais em um escritório, e sim no que parecia um laboratório arcaico e rústico, como aqueles que cansou de ver em ilustrações dos livros que era obrigada a ler ao cursar a disciplina de História e Evolução da Química. Parecia o laboratório de um alquimista.

Seus olhos brilhavam tamanha a fascinação. A admiração que ela tinha por aqueles que realizavam a arte das transformações da matéria quanto nem se tinha o conhecimento adequado sobre a mesma, era sem igual. Percorreu o ambiente como se fosse uma criança visitando pela primeira vez o museu de história natura, com uma única diferença, ela podia tocar em tudo.

Seus dedos tocavam quase que de forma apaixonada no antigo maquinário que era utilizado para fazer destilação, nos frascos cujos rótulos já haviam sido danificados devido à umidade. Estandes com tubos de ensaio, pergaminhos cujas palavras encontravam-se danificadas mas que, certamente, guardavam segredos valiosos sobre a antiga arte da alquimia.

Tudo ali encantava seus olhos, e alegrava seus lábios. Analisando alguns dos pergaminhos que se encontravam no que parecia ser uma bancada, encontrou algo precioso: um esboço um tanto diferente de uma tabela periódica, com uma organização que parecia estar relacionada com a dureza e macies dos “elementos”. Havia erros, claro, as pessoas que elaboraram tal tabela haviam feito observações equivocadas sobre o que seria um elemento químico, porém se substituísse o termo elemento por íon, certamente se observava algo muito próximo ao comportamento previsto por Pearson.

Os dedos de Ania percorreram toda a extensão daquele documento. Não conseguia ler quem havia assinado o documento, porém fosse quem fosse, havia acabado de se tornar um herói para ela.

O tempo passava e novas coisas eram descobertas, desde vidrarias com formatos excêntricos a até anotações sobre experimentos, relatos e símbolos que ela nunca havia visto antes. Queria poder levar tudo o que havia encontrado ali, porém era impossível. As horas se passavam e ela sequer percebia. Seu foco nas descobertas foi quebrado ao ouvir passos e sons vindo daquela que achava ser a sala em que antes se encontrava.

Por mais que quisesse permanecer o resto da festa ali, achou que seria melhor voltar ao salão principal, não queria se meter em encrencas logo no seu primeiro dia de volta.

Demorou alguns segundos, porém logo avistou o que parecia ser uma porta. Abri-la não foi tarefa fácil, era um tanto pesada, mas com um pouco mais de forças o trabalho estava feito. Após aberta, a passagem dava lugar a uma escadaria de pedra, por onde Ania seguiu. Chegando ao fim, uma outra porta, dessa vez de madeira, se mostrava como única saída, todavia, essa se encontrava no que seria teto. Ela foi aberta com certa facilidade, se tratava na verdade de uma passagem oculta, Ania ao sair percebeu que se encontrava no jardim do castelo, na parte de trás.

Explorando o castelo
Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Ania Fahim Saad
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Mensagem por Minerva em Sab Out 26, 2019 6:13 pm


Ania

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

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Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Comentário:
Excelente missão. Não notei erros consideráveis. Meus parabéns.
Minerva
Minerva
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Mensagem por Ania Fahim Saad em Dom Out 27, 2019 12:20 pm


هالوين
A Travessia.

Havia acabado de deixar o laboratório subterrâneo e sua mente só conseguia pensar em todos os achados que havia nele. Tal local era um achado que, certamente, contribuiria e muito para o ensino da alquimia e da história da química, porém ele se encontrava enterrada sob um castelo na Escócia. Aquela ideia ainda parecia absurda, mesmo tendo visto o local, os equipamentos e pergaminhos com relatos de técnicas que nunca havia ouvido falar em toda a faculdade. Mesmo assim era difícil de acreditar que havia tanta coisa assim perdida.

Não havia voltado para dentro do castelo, em vez disso encontrava-se sentada na escada de pedra, a poucos passos da porta. Conseguia ouvir a música que lá dentro tocava, de modo a reafirmar que o mais correto seria permanecer do lado de fora. A saudade do tempo em que passou estudando fora do acampamento estava lhe arrebatando. Soltou um longo suspiro enquanto fitava o horizonte completamente enegrecido. De certa forma, aquela situação lhe acalmava um pouco, ficar em sua própria companhia perante a lua.

Passados alguns minutos de reflexão, percebeu a presença de alguém. Não conseguia enxergar direito, porém via claramente um vulto caminhando em círculos pelo jardim, próximo à passagem oculta. Fosse quem fosse, parecia meio perturbado, por isso, resolveu que poderia ser uma boa ideia tentar ajudar, ou pelo menos fazer o sujeito desabafar para que se acalmasse um pouco. Soltou um longo suspiro de tédio enquanto se levantava da escada e caminhava em direção ao pobre coitado.

Algumas coisas na vida eram inesperadas e, bem, aquela certamente era uma delas. Primeiramente porque o coitado era na verdade um fantasma, um espírito que vagava pela terra sem nunca ter passado pelo julgamento final. Em geral sabia que aquele tipo de alma em geral não conseguiam fazer a passagem por estarem presas a alguma coisa nesse mundo. O segundo ponto era que ele parecia um tanto que, digamos, excêntrico. Usava um chapéu engraçado e uma espécie de capa  envolvendo seu corpo, parecendo consideravelmente com a imagem que é passada de como eram os antigos adeptos da arte alquímica.

– Oi. – Tentava chamar a atenção do espírito, sem muito sucesso. – Com licença, o senhor está procurando alguma coisa? Está procurando a entrada para o laboratório? – No momento em que pronunciou a última frase, o homem avançou sobre ela. Era como se quisesse tocá-la, porém não conseguia. Seus olhos estavam esbugalhados, as íris maiores, e toda a sua expressão mostrava uma mistura de desespero com euforia.

– A entrada. Você sabe onde fica a entrada? Diga-me. Diga-me, senhorita. Eu a busco faz séculos, então diga-me. – Com base na forma como movia seu “corpo” e pronunciava suas palavras, se ele não fosse um fantasma, juraria que havia usado crack. Encontrava-se elétrico, era como se a sua vida dependesse daquilo, com uma única diferença: ele não estava mais vivo.

– O laboratório é seu? Ele é fascinante, deve ter muito orgulho dele, não é mesmo? Queria poder conquistar isso um dia. – Um tom de tristeza tomou conta de sua voz. Ela realmente adoraria poder ter uma laboratório para explorar a química experimental, todavia, era quase impossível para uma pessoa como ela.

– Mostre-me, mostre-me logo a entrada.

– Claro senhor, perdão. – Ela caminhou um pouco mais para o norte, três passos, para ser mais exata. Seus pés batiam fortemente no chão, até que ouviu o eco produzido pela entrada. Havia achado. – Sabia que estava por aqui. Pode ir na frente, senhor. – Disse enquanto erguia a porta, de modo que uma escadaria de pedra surgisse em meio ao que a ser o subterrâneo. – Sabe, a forma como você organizou a tabela periódica, nossa, é demais. Fiquei deslumbrada, queria poder levar comigo, colocar na parede, ao lado da minha cama. – Falava de forma empolgada. Em geral não era uma pessoa tagarela, porém quando o assunto era relacionado com as ciências, aí o panorama era outro.

– Você a viu? Sabe onde está? – Ele havia começado a descer as escadas, porém parou quando ouviu falar da tabela periódica. Lançou um olhar de euforia para a semideusa, que apenas concordou com a cabeça. – Me leve até ela, por favor. É a minha mais valiosa obra. Queria ter conseguido apresenta-la ao mundo, porém houve um acidente e a morte me levou antes que assim conseguisse.

Naquele momento, um estalo ocorreu na cabeça de Ania, talvez fosse aquilo, talvez aquele sujeito estivesse vagando por todos aqueles séculos sem conseguir fazer a passagem porque estava apegado demais à sua descoberta. Pensando nisso, ela se dispôs a ajuda-lo.   – Queres que eu a entregue para a sociedade de química? Que apresente seu brilhante trabalho? Tenho certeza que todos ficarão fascinados pelo seu trabalho, senhor...? – Ela estava empolgada, a ideia de ter aquele documento em mãos, de poder realmente estuda-lo fazia com seus olhos brilhassem e a vontade pela vida voltasse a invadir seu corpo.

Àquela altura, já se encontravam na entrada do laboratório. O homem parecia realmente emocionado ao reencontrar o seu local de trabalho, a sua galeria. – Por favor, minha jovem. Por favor. Se o mundo ficasse sabendo dela, o nome de Nicolau Avogadro ficaria cravado na história.

Assim que o seu nome foi dito, o corpo da jovem gelou. Aquele sobrenome não era comum, de modo que se realmente fosse quem indicava ser, era um parente distante do grande Amedeo Avogadro, uma lenda para todos os químicos. Sentiu uma lágrima de emoção escorrer pelo rosto, enquanto um sorriso tímido se desenhava.

– Seria uma honra, Sr. Avogadro. – Observava a alegria do espírito com toda aquela situação. Estar de novo em seu local era algo gratificante, e isso estava nítido em cada um dos seus gestos. Enquanto ele reencontrava cada equipamento, Ania foi até a estante onde havia guardado a tabela que encontrara mais cedo. – Aqui está, sua obra de arte. – Disse enquanto abria o arquivo sobre a mesa. Ela era linda e perfeita da sua própria maneira. Mesmo com anos de estudos ela nunca havia visto uma tabela periódica com aquela organização, era impressionante.

O fantasma havia sido tomado por emoção, estava revendo aquele que teria sido seu maior feito, mas que nunca fora reconhecido. – Se eu lhe prometer aqui apresentar esse trabalho para o mundo, você acha que consegue se desligar desse plano? Já está há tempo demais, você merece o descanso eterno. – Nesse momento a expressão de ambos se tornou mais séria. O homem parecia não estar muito feliz com a ideia de deixar o mundo dos mortais, porém sabia que era o que deveria ser feito.

– Eu passei mais tempo do que qualquer alma deveria passar habitando esse plano. Não conseguia abrir mão daqui, pois não poderia aceitar que ninguém nesse mundo soubesse de meu feito. Mas agora, minha jovem, você irá guiar minha obra para conhecer o mundo, mais do que isso, fará o mundo reconhecer minha criação. – Algo parecido com uma lágrima parecia escorrer de seus olhos. Ania o olhava com amorosidade, enquanto esperava realmente que o sujeito aceitasse o seu destino no reino de seu avô.

Antes que ele pudesse continuar o discurso, sua imagem começava a sumir, até que enfim ela novamente se encontrasse sozinha daquele local repleto de conhecimento. Sorriu enquanto enrolava o arquivo escrito no que parecia ser pele de algum animal. Enrolou-o com um barbante e, para evitar perde-lo, usou a passagem que havia entre aquele castelo e o acampamento para deixar a descoberta em seu quarto, num local muito bem escondido e livre de umidade.

Ao deixar o laboratório, deu uma última olhada, de modo a conseguir gravar cada detalhe. Mais tarde naquela noite ainda iria desenhar o local e emoldurá-lo.

A travessia
Há criaturas que não estão felizes com a própria morte e por isso acabam presas no plano terreno, sem nunca passar pelo julgamento para saber qual o destino de sua alma. Você encontrou um destes fantasmas e agora tem que argumentar com ele para que ele cruze ao reino dos mortos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensas até: 3.000 XP – 3.000 Dracmas –  3 ossos
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Mensagem por Héstia em Dom Out 27, 2019 11:37 pm


Ania

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 3.000 XP – 3.000 dracmas – 3 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 2.940 XP – 2.940 dracmas – 3 ossos
Comentário:
Ania, o desconto se deu em sua maioria pela falta de uma ou outra palavra que teria complementado sua narrativa. Busque sempre revisar seu texto antes da postagem, o que evita esse tipo de desconto.


Héstia...
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Mensagem por Ania Fahim Saad em Seg Out 28, 2019 5:55 pm


هالوين
Cômodo Maluco.


Algumas coisas acontecem de maneira repentina, de modo que não saibamos como ou em que momento foi que aquilo se desencadeou. Bem, aquela situação se encaixava perfeitamente nesse tipo de coisa.

Você não está entendendo, não é? Pois bem, acontece que Ania estava perambulando pelos corredores sem se preocupar sobre para onde estava indo. Em algum momento nesse percurso, atravessando portas que levavam-na a outros corredores e portas, percebeu que já não mais estava no castelo.

– Que lugar é esse? – Seus olhos percorriam de relance o ambiente, cuja iluminação não era muito favorecida. – EI! ALGUÉM ESTÁ AÍ? PODEM ME OUVIR? ALGUÉM, POR FAVOR. – Nenhuma resposta foi obtida, o único som que se ouvia era o eco de suas próprias palavras. – Droga!

Alguns vasos de cerâmica encontravam-se espalhados pelo chão, porém outra coisa chamava a atenção ali, havia o que parecia ser uma grandiosa sepultura de pedra. As paredes pareciam feitas de pedra, mas não do mesmo tipo que as do castelo, eram mais arenosas e claras, com uma coloração alaranjada. Tudo ali indicava uma mesma resposta para aquela sua primeira pergunta, porém mesmo assim demorou um pouco para entender onde estava, talvez porque não quisesse acreditar que realmente estava ali, afinal era absurda essa ideia.

O estalo só aconteceu, as lembranças só voltaram e, com elas, o reconhecimento quando sua mão tocou a parede e, nesse momento, uma flecha saiu do saiu, cortando de leve seu braço. – Mas que porr... – Deu um salto para trás enquanto tocava o ferimento. Foi nesse momento em que descobriu, estava dentro de uma pirâmide.  

Sim, a ideia era absurda, mas tudo indicava essa opção. Havia voltado para casa, sua verdadeira casa, aquela de onde fora tirada ainda criança, estava de volta ao Egito.

Àquela altura o ferimento em seu braço já havia cicatrizado, aquela era uma das vantagens de ser neta de Hades. Porém sabia que o cuidado ali dentro teria que ser redobrado, afinal tais obras arquitetônicas eram construídas contendo incontáveis armadilhas, para evitar que os túmulos fossem furtados. Realizou um movimento giratório com o corpo, de modo a conseguir todos os cantos daquele cômodo, porém assim que fez isso, lanças começavam a ser lançadas das paredes. Dessa vez, porém, ela foi mais rápida que as armas, de modo que se jogou no chão assim que ouviu os compartimentos se abrindo. – Ufa! Essa foi por pouco. – Soltou um longo suspiro.

Ao tentar se levantar, apoiou a mão em uma pedra que parecia frouxa e, de repente, as paredes começaram a se mover, de modo que o espaço começou a diminuir. Ao terminar de ficar ereta, se pé pisou e outra armadinha, dessa vez ao seu redor havia se formado um círculo de fogo, o que lhe impedia de sair do lugar. Em sua mente, milhões de xingamentos ecoavam.

Cada vez mais as paredes estavam próximas, de modo que se não fizesse nada, teria seu corpo destruído e essa não era uma opção que lhe agrava. Sem saber o que fazer, optou por apelar aos deuses, no caso, a Seth. – Meu senhor, lhe imploro, se estou dentro dos seus domínios, livra-me dessa morte inadequada.

– Ora, ora minha criança. Seus deuses gregos lhe traíram, tal como você fez comigo? – A voz ecoava dentro da cabeça da neta de Apolo.

– Trair ao senhor? Jamais. Sabes que tens minha lealdade acima de qualquer coisa. Sabes que fui contra meu pai em seu nome. Jamais trocaria vossa majestade por aqueles gregos egocêntricos. Por isso, peço-lhe, mostre-me a saída. – Nesse momento, Ania afastou a gola de sua camisa, abaixando-a até se tornar visível a marca que havia em sua pele, marca essa feita a fogo, cujo conteúdo era nada mais nada menos que o nome do Seth em runas.

– Você é mais nobre que seu pai, e tão nobre quanto sua mãe. Por isso, aqui termina o seu desafio. – Nesse momento, as paredes já haviam invadido parte do território que antes pegava fogo e, sobre os pés de Ania, uma luz azul brilhou e o chão abaixo de seus pés desapareceu. Ela caiu e quando deu por si, havia voltado para o castelo, mais especificamente para o lado de fora do castelo, no jardim.

– Obrigada meu senhor. – Disse virando-se de costas, com as mãos sobre a barriga, enquanto um leve sorriso se formava em seus lábios. A respiração estava ofegante.

– Não se esqueça, minha jovem, Seth jamais esquece ou abandonas os seus.

Assim que a voz se dissipou, a cabeça da semideusa tombou para o lado e a mesma caiu em um leve cochilo.

Cômodos malucos
O castelo é um tanto mais complexo do que aparenta. Algumas portas podem te levar para lugares aleatórios como manicômios abandonados, igrejas caindo aos pedaços, outros castelos ainda mais tenebrosos e vários lugares que já foram esquecidos pelos homens. Sem querer, você foi para um destes lugares e ao tentar retornar descobriu que a porta não te levava de volta. Agora precisa enfrentar os perigos do lugar desconhecido e encontrar um meio de retornar para o lugar de onde veio.
Requisito – Mínimo nível 8.
Recompensas até: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.
Ania Fahim Saad
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Mensagem por Hades em Qua Out 30, 2019 12:38 am


Ania

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 46%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 17%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 25%

Recompensa obtida: 5.280 XP – 5.280 dracmas – 5 ossos

Comentário:
Ania, da próxima vez se lembre de colocar os poderes utilizados em spoiler no final da postagem.

Hades
Hades
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Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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Mensagem por Ania Fahim Saad em Dom Nov 17, 2019 3:25 pm



هالوين
O Labirinto
Muitas foram as coisas que aconteceram naquele último dia, desde o seu retorno ao acampamento, uma festa mais do que agitada com uma caça aos doces bastante estranha e com efeitos não muito agradáveis, passando por uma exploração daquele castelo bizarro, ajudar um desencarnado a aceitar sua morte e deixar o mundo dos mortais, ah, claro, não podemos esquecer de quando ela foi parar dentro de uma pirâmide no Egito após passar por uma série de portas malucas. Se já não estava louca bastante aquela noite, Ania resolveu ainda que não seria nada demais dar um pulo no labirinto. Por que disso? Bem, é fácil de explicar, era tudo uma questão de curiosidade. Basicamente havia uma regra naquela festa que era não ir ao labirinto. Um tanto idiota falarem isso, visto que o local estava cheio de adolescentes e jovens adultos que são naturalmente intrigados e curiosos, o resultado não foi outro se não vários semideuses explorando o tal local proibido.

Deixara o castelo sem muito receio, a festa não era do seu agrado, em muito por não ser fã de locais lotados e música alta, além de que não tinha amigos ali, então era um tanto que depressivo ficar sozinha vendo aquelas pessoas todas se divertindo. - O que eu tinha na cabeça quando resolvi vir para cá? - Descia os degraus lentamente, com as mãos no bolso e chutando pedras. Sua cabeça tombada para trás, com os olhos abertos e fixos no céu estrelado, enquanto soltava um longo suspiro.

Não tardou para a sola de seu sapato pisar no chão do labirinto. A música estava distante, tal como as gargalhadas daqueles que aproveitavam a comemoração e toda a multidão. O silêncio estava presente, as vezes quebrado por sons da natureza como esquilos e corujas. “Enfim paz.” O sorriso se desenhou de forma intensa em seus lábios, como se estivesse voltado para casa. Encontrava-se distraída enquanto percorria os caminhos escuros, sequer havia tirado seu arco das costas, ignorando todo e qualquer sinal de perigo que Quíron havia feito questão de ressaltar.

Já fazia um certo tempo desde o momento em que adentrara naquele local quando o primeiro imprevisto aconteceu. Era um que mesmo se estivesse com sua arma em mãos de nada adiantaria. Não surgiu nenhum monstro ou flechas atravessando, nem mesmo labaredas de fogo, em vez disso, ao virar à direita na primeira encruzilhada...

Caiu!

- AAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!! - O chão abaixo de seus pés desmoronou. A queda durou alguns segundos e quando seu corpo enfim atingiu o solo, a dor tomou conta dos ossos e músculos. - Ai... Droga! - Não sabia onde estava, apenas que teria que arrumar uma forma de sair dali.

Levantou-se rapidamente, pegando seu arco e limpando a roupa, enquanto voltava sua atenção para cima. Seus olhos fitavam o local de onde viera e, antes que sua mente pudesse começar a trabalhar em uma forma de voltar a superfície, um som familiar e nada agradável atingiu seus ouvidos. Engoliu seco. Sabia que teria de tomar muito cuidado, afinal o sibilar ouvido era característico de cobras e mesmo sabendo que poderia haver a possibilidade de não serem venenosas, preferia não arriscar, até porque, com a sorte que tinha, aquelas criaturinhas teriam veneno sim, e muito.

Moveu o rosto e os olhos devagar, para não chamar a atenção. O resultado do que viu foi um tanto que desesperador, estava no que parecia ser um ninho de cobras, cercada por incontáveis filhotes, o que por si só já era perturbador, visto que se tratando de veneno eles eram mais perigosos do que as cobras adultas. Porém não havia acabado por ai, muito pelo contrário, além das cobrinhas, havia ainda uma maior, bem maior que por sua vez encontrava-se dormindo. - Ok. Tá tudo bem. Não vou machucar vocês. - Sua voz era calma, ao menos até ver que um daqueles seres peçonhentos começava a se entrelaçar e subir por sua perna esquerda.

Respirou fundo. Seu corpo tremia, mas era de seu conhecimento que poderia sair daquela situação, bastava se controlar, bastava ter comando em sua voz, afinal como neta de Apolo, aqueles seres apresentavam um certo respeito com relação a ela. As cobras rastejavam ao seu encontro, o que só tornava o clima mais denso. “Ao menos com elas aqui, não corro o risco de encontrar um sapo.” Soltou uma leve risada. Aquele foi o jeito que encontrou de não pensar no pior. Segurou firme o arco, de modo que sua mão parecia tremer menos, enquanto as palavras inicialmente tremulas começaram a ser pronunciadas. - Afastem-se! - As primeiras palavras não surtiram o efeito esperado, em vez disso, os repteis ficaram parados, estáticos. O lado positivo era que não estavam avançando, não mais.

Para conseguir o efeito desejado, sabia que precisaria colocar mais força em suas palavras, que deveria ser imponente. Respirou fundo, enchendo os pulmões de ar e soltando-o lentamente. - Tá tu bem. Vai dar tudo certo. - Tentava controlar não só a respiração, mas também os batimentos cardíacos, o que não estava dando muito certo. - Vamos lá... Afastem-se!!! Me deixem em paz!!! - A força em sua voz encontrava-se mais clara, tal como a confiança. Os repteis começaram a se afastas lentamente. - DURMAM! - A ordem foi obedecida, as cobras resistiram um pouco, porém logo fecharam os olhos e se enrolaram.

Soltou um longo suspiro, enquanto levava a mão esquerda ao encontro de sua face e cabelo. “Ufa!” Voltou a olhar para cima, para o local de onde veio. Sabia que as serpentes não dormiriam por muito tempo, por isso teria que ser rápida. Armou o arco, esticando o braço direito o máximo possível a medida que puxava sua corda até que a mesma encostasse na lateral do nariz. A precisão naquelas circunstâncias não precisava ser muito grande, por isso não se ateve tanto a tal detalhe, realizando sete disparos em sequências. O alvo? A parede. A ideia era fazer uma escada de flechas.

Os sete projéteis, um de cada vez, atingiu a parede de modo que o seguinte sempre ficasse acima do anterior. Assim que a escada fora produzida, Ania olhou para as cobras e percebeu que algumas já começavam a despertar. Não era hora de ficar enrolando. Segurou a segunda flecha com a mão direita enquanto o pé esquerdo se posicionou na primeira, forçou o braço para começar a escalada. Demorou um pouco para chegar à superfície, visto que quando chegou no quarto “degrau”, o mesmo se rompeu, levando-a de volta ao chão. Novamente atirou mais algumas flechas, cinco dessa vez, e de forma mais desesperada, visto que as cobras já estavam acordadas e rastejando ao seu encontro.

Seus braços e pernas doíam quando alcançou o solo do labirinto. Jogou seu corpo para o lado e olhou para baixo, viu as cobras nada contentes lá embaixo e deu uma gargalhada. - Não foi dessa vez, amigas. - Tirou o arco das costas e o segurou rente ao chão, enquanto a mão esquerda era levada até o centro de seu abdômen. Sua respiração e seus batimentos cardíacos estavam acelerados, era um misto de felicidade e adrenalina.

Missão Fixa escreveu:O labirinto

Você achou que era sim seguro entrar no labirinto, mesmo contra tudo que Quíron e o senhor D. disseram, acontece que você acabou pisando em uma parte oca e a terra cedeu, te jogando diretamente para sabe lá deuses onde. Como se tudo isso não fosse ruim o suficiente, há uma enorme cobra ao dormindo ao seu redor e ela tem filhotes que estão acordados e muitíssimo afim de te usar como refeição. Ops.

Requisito – Mínimo nível 10.

Recompensas até: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos


Item Levado:
• Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. | Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
Passivos de Apolo:
Nível 12
Nome do poder: Ofidioglota II
Descrição: Sua habilidade evoluiu conforme o esperado, e agora além de se comunicar com as cobras - e evitar ser atacado por elas - elas também lhe obedecem, pequenas ordens poderão ser dadas aos repteis, mas para isso, precisara ter um deles ao alcance. (Essa habilidade NÂO permite que você invoque cobras, só que se comunique com elas, e lhe de ordens básicas). O Efeito de persuasão aumenta conforme seu nível, mas não permite que você comande criaturas lendárias, apesar de poder falar com elas, não poderá controla-las.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por três turnos inteiros a cobra lhe obedecera, porém depois disso, se cansa e foge da luta. Cobras normais, não lendárias.
Dano: Nenhum
Passivos de Hades:
Nível 1
Nome do poder: Respiração subterrânea
Descrição: Respirar em locais de baixa pressão e em locais subterrâneos e fechados é o mesmo que respirar ao ar livre para os filhos de Hades/Plutão, eles não são afetados por locais assim, e chegam a se sentir tão bem quanto ao ar livre, se não melhor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não é afetado por locais fechados, cavernas, ou locais com pressão baixa.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Hades/Plutão enxergam tão bem no escuro, quanto no claro. A escuridão por magia ainda é capaz de afetar eles, mas a escuridão natural, como apagar a luz, ou entrar em uma caverna sem qualquer claridade não irá afetar o filho do deus dos mortos
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Desde que não seja escuridão magica que impeça a visão, não serão afetados.
Dano: Nenhum

Ania Fahim Saad
Ania Fahim Saad
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Mensagem por Poseidon em Dom Nov 17, 2019 11:41 pm


Ania

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos.
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 17%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 4.850 XP – 4.850 dracmas – 5 ossos

Comentário:
Tome cuidado com a construção das frases.
Poseidon
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Deuses Olimpianos

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[MF] Ania Fahim Saad Empty Re: [MF] Ania Fahim Saad

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