The Blood of Olympus
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[Missão Narrada] O destino de Hermanoteu

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Mensagem por Letus em Ter Out 22, 2019 9:43 pm


O Destino de Hermanoteu

Dentre as premissas de cada grupo auxiliar, executar as ordens de seus mentores era algo fundamental. Tanto Auri quanto Meiying sabiam disto, mesmo que fossem de afiliações bem distintas. Enquanto a primeira moça era devota do senhor do caos e do terror, a segundo prezava pela paz e estava sempre a postos para salvar vidas. Ao menos era o que se esperava de cada grupo.

Entretanto, vez ou outra, o destino pregava peças interessantes e elas começariam a saber bem o quanto isto poderia custar. Ambas garotas estranhamente encontraram-se em um bar, nas redondezas de Nova Iorque. O lugar era conhecido por ser um dos recintos mais chulos e baixos do mundo dos semideuses. Não era incomum que renegados ou caçadores de tesouros divinos se reunissem por ali. Mas em um lugar tão medonho, o que duas garotas estariam fazendo ali?
Letus escreveu:Pontos obrigatórios

• Cada uma de vocês pode iniciar a missão da forma que achar melhor, seja em um treino ou dormindo, usem a criatividade. Em determinado ponto, uma mensagem chegará de Deimos e Asclépio, vocês também estão livres para escolher a forma da mensagem, seja por carta, mensageiro ou mesmo por meio de Íris. (Vocês obviamente estarão separadas nesse ponto)

• O conteúdo da carta diz que vocês devem ir até o bar Recanto da Bebida. Deem um jeito de saberem que o lugar não é lá um bar familiar. Pode ser que algum companheiro diga, que vocês pesquisem ou que saibam durante o caminho. Mas é essencial que saibam da periculosidade do lugar.

• A mensagem não diz o porquê de irem até lá, mas sendo devotas de seus deuses, vocês irão. No fim da mensagem diz que um emissário irá aproximar de você e lhe informar sobre o que precisam saber. Ele dirá um código.

• Assim que chegarem lá poderão beber e fazer o que quiser. No fim, vocês avistarão uma à outra. Nesta parte, podem interagir rápido entre si. Mas não falem do conteúdo da missão.

• Terminem seus posts com a seguinte consideração (Não precisa repetir no post, só considerem isso):
Avistando as moças, um homem encapuzado chega até elas. Suas vestes eram negras e estavam rasgadas em várias partes. A cor de sua pele era cinza, tal como se estivesse morto. Quando finalmente chega perto delas ele diz a seguinte frase: — Hermanoteu, o homem lhe espera. — que era justamente o código que ambas esperavam.


Letus escreveu:• Vocês tem até 25/10/2019, até as meia-noite para postar. Em caso de dúvidas ou pedido de aumento de prazo, envie-me uma MP. Horário de Brasília.

• Armas e poderes em spoiler, sem exceção. Armas e poderes não citados no texto ou spoiler serão desconsideradas.

• Qualquer erro ou detalhe que fuja do proposto, acarretará em desconto da recompensa final ou pior.

• Boa sorte.
Letus
Letus
Deuses Estagiários
Deuses Estagiários


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Mensagem por Auri Elric em Qua Out 23, 2019 8:09 pm


Capítulo 1
Um chamado inesperado.


Desde o dia em que passara a viver fora dos limites mágicos do acampamento e, consequentemente, longe da supervisão irritante de Quíron e do Sr. D, Auri passava grande parte dos dias em um mesmo lugar. Sabia que aquilo não era seguro, primeiro que só o fato de estar vivendo, bem, digamos que no mundo real, as chances de sofrer um ataque eram muito superiores ao ideal. Em segundo lugar, o habito de ter uma rotina favorecia uma possível emboscada ou coisa do tipo, porém não se importava tanto com isso, aquele local era mais importante, valia a pena correr o risco para estar ali.

Sua sorte era que como filha do deus dos ventos, tinha a incrível capacidade de passar despercebida. Na verdade o que acontecia era que o vento dispersava seu cheiro, de modo a tornar mais difícil que monstros lhe encontrassem por meio desse fator, mesmo assim não era algo impossível, ainda tinha que tomar precauções.

Com as pernas cruzadas umas sobre as outra, como se estivesse realizando algum tipo de meditação, ela se encontrava sentada frente à lápide de Arthur, seu irmão. Sua mão acariciava o nome esculpido na pedra com delicadeza. Você não cansa de vir aqui, não é? Deve amá-lo demais. Auri não desviou o olhar, que se mantinha fixo no retrato de seu irmão.

– Mais do que à própria vida. – Um sorriso leve se desenhava nos lábios da semideusa, à medida que as palavras eram pronunciadas. – Mas, infelizmente, tenho que ir agora e deixá-lo aqui. – O receio em sua voz era evidente aos que realmente prestassem atenção na mesma. Levando a mão direita ao encontro dos lábios, beijou seus dedos e os levou ao encontro da foto de seu irmão, tão novo na época de sua morte.

– Queria eu que alguém se importasse tanto assim comigo. Porém é como se eu nem tivesse existido. Nem mesmo meu pai se lembra de mim, isso tudo porque eu sai daquela droga de acampamento, que estava mais para uma prisão. – A dor, em conjunto com a raiva, em sua voz eram evidentes. Mas mesmo assim, continuou. – Na verdade, acho que Apolo nunca nem sequer notou a minha existência.

A filha de Éolo levantou-se do chão, jogando o cabelo para trás. – Na minha próxima visita, lhe trarei umas flores. Ninguém merece passar tanto tempo vagando por esse mundo sem ao menos receber uma flor. – Sorriu, enquanto limpava sua calça. O espírito do jovem desamparado lhe respondia eufórico, porém a presença de um lobo lhe chamou tanto a atenção, que nem ao menos havia escutado as palavras ditas.

O animal era branco como a neve, e muito maior do que um lobo convencional. Estava claro para ela que a presença da criatura era obra de seu senhor. Demorou um pouco para perceber, mas ele carregava entre seus dentes, o que parecia ser um cilindro. Meio que sem entender nada, Auri recebeu o objeto e, acariciou a fera. Ao analisar o presente com cuidado, percebeu que era apenas um compartimento, e esse guardava um pergaminho. – Um lobo-correio, sério isso? – Abriu o material, lendo seu conteúdo com cuidado, procurando alguma explicação, ou melhor, um motivo para aquilo.

O conteúdo era claro e direto, porém nada explicativo. Deimos estava lhe ordenando a ir a um tal de Recanto da Bebida, local cujo nome parecia indicar ser bem meia-boca. Além disso, informava que um emissário iria encontrar com ela no local, para lhe passar mais informações e, para finalizar, havia um código: Hermanoteu, o homem lhe espera, código esse que o emissário, fosse quem fosse teria que lhe dizer. Aquilo tudo não fazia sentido algum, parecia um joguinho adolescente.

– Esse cara é louco de mandar você para esse lugar? – Pela primeira vez naquele dia, Auri encarou o fantasma do semideus. Lançava sobre um olhar de dúvida. – Por quê? O que é que tem lá? – Ela não estava entendendo nada da situação, desde o pedido inesperado por parte de Deimos, até a reação do fantasma. – Esse é um estabelecimento em que uma dama jamais deveria colocar os pés. Lá você vai encontrar integrantes da escória desse seu mundo, com certeza não é um local civilizado. Se for mesmo lá, é bom ficar atenta. Porém eu recomendo que não vá. – As palavras eram pronunciadas com seriedade e um ar de preocupação.

– Obrigada por avisar. Porém deve ser importante, Lorde Deimos não pediria se não fosse. – Encontrava-se ainda mais confusa com relação ao que seria feito. Aquilo era o que mais lhe irritava na vida de ser uma semideusa, os deuses lhe convocam para as fazer favores mas nem sequer explicam o motivo das coisas. Soltou um suspiro enquanto revirava os olhos. – Independente de qual seja a natureza desse tal de Recanto da Bebida, é para lá que tenho que ir. Você sabe me dizer onde é que fica e como faço para chegar lá? – Encarou-o com cara de pedinte, esperando uma resposta positiva.

Mesmo relutante, a alma do semideus revelou tudo o que sabia a respeito do bar, incluindo sua localização. Após longos minutos de conversa e recolhendo informações sobre seu destino, a jovem se despediu e retornou ao casebre onde deveria repousar o coveiro, porém que se encontrava vazio fazia anos. Com base no que havia descoberto, o tal bar não ficava tão longe dali.

A semideusa tomou um banho breve e vestiu a roupa que melhor se encaixa com as características do seu destino: uma blusa preta com uma estampa da banda Pink Floyd, uma calça também preta rasgada, bota sem salto e com cano curto. Passou lápis nos olhos para finalizar o visual. Havia decidido que nada mais seria necessário, afinal não estava indo para um festa gótica, e sim para uma espelunca. Em sua mão direita colocou seu anel, que na verdade era uma espada, e vestiu o par de luvas que havia ganhado de seu senhor. Respirou fundo e se dirigiu para a saída.

Deixou o casebre com sua mochila nas costas, ela ainda poderia ser útil, além de uma muda de roupa, dracmas e alguns dólares, havia três garrafas d’água e um sanduíche, que havia levado para a sua visita ao cemitério e não consumira. Convocou o táxi dos meio-sangue, algo que havia prometido que jamais faria novamente, porém aquela era uma ocasião especial.

Desde o momento em que entrara no veículo, até o fim da corrida aquelas três criaturas não parram de gritar umas com as outras, ora por causa de um olho, ora por acontecimentos passados, nada que interessasse à jovem. O fato de a qualidade da direção ser duvidosa não nenhuma novidade para Auri, mas mesmo assim a espinha chegou a gelar em determinados momentos. Porém como se encontrava concentrada demais com o chamado de seu senhor, acabou não se preocupando tanto com as barbeiragens.

- Hermanoteu, o homem lhe espera. – Murmurava de tempos em tempos. Aquele era o código que não poderia esquecer. Porém, o que significava? Não sabia, e nem mesmo se importava. A única resposta que queria logo obter era o motivo de tudo aquilo.

– Ei, garota. O que é que você está indo fazer no Recando, em? Não é muito criança para isso não? – As palavras foram seguidas de risadas.

– É que estou querendo provocar o papai. – A secura em sua fala mostrava que não queria assunto, muito menos ter que dar explicações sobre algo que nem ela sabia direito do que se tratava.

Para a sua sorte, não demorou muito para o veículo parar na entrada de um beco muito suspeito. O local era escuro e nebuloso. Saltou do táxi sem dizer uma única palavra, pagou a corrida e percorreu o beco encarando os letreiros dos estabelecimentos, um mais suspeito que o outro. Em pouco tempo seus olhos avistaram o nome Recanto da Bebida, cuja a aparência vista por quem estava do lado de fora, era tão desagradável quando o título do local indicava ser, todavia, o seu interior era ainda pior, e ela viria a descobrir isso.

Ao adentrar no local, sentiu como se estivesse em um filme com piratas e pistoleiros do velho oeste. Odores dos mais diversos se misturavam em uma urgia nada agradável para o olfato apurado a semideusa. A iluminação também não era das melhores, tal como as conversas que lá rolavam.

Sentia alguns olhares lhe acompanhando, seguidos de sussurros. Aparentemente a presença de mulheres naquele ambiente não era comum, o que não era nenhuma surpresa, tendo em vista as condições daquela espelunca. Agindo com o máximo de naturalidade que conseguia encenar, atravessou o salão, chegando ao balcão, onde se sentou em um dos bancos e pediu um whisky puro.

– Isso é muito forte para uma garotinha como você, não acha? Deve nem ter idade suficiente para beber, olha só esse rostinho. – O balconista gargalhava à medida que terminava cada frase.

– E você se importa mesmo com isso? – A frieza e secura em sua voz eram característicos de quem se encontrava no controle da situação. Suas palavras foram acompanhadas do depósito de drácmas o suficiente no balcão. – Um whisky puro, por favor monsieur. – Disse com um sorriso encantador e olhar enigmático. O homem apanhou o dinheiro e riu enquanto se virava para pegar a bebida. Após pegar seu copo, tomando pequenos goles, Auri observava o ambiente, imaginando quem dali seria o emissário.

Seus olhos percorriam o local quando se depararam com uma presença que, tal como ela, não se encaixava bem naquele meio. Tratava-se de um jovem que apresentava traços orientais. Auri encarou-a por alguns segundos até que se levantou e foi ao encontro da jovem. Colocando seu copo sobre a mesa onde a mesma se encontrava. – Com licença, posso me juntar a você? – Sorriu amigavelmente, enquanto puxava a cadeira e se sentava, antes mesmo de uma resposta da senhorita.

Seus dedos tamborilavam harmonicamente sobre a mesa enquanto molhava a boca com a bebida.

Um tempo se passou quando, enfim, a pessoa mais esperada de todo o dia apareceu e as palavras “Hermanoteu, o homem lhe espera” foram ditas. Seu orador se tratava de um homem no mínimo estranho, com uma tonalidade de pele bastante acinzentada, capuz cobrindo sua cabeça e dificultando a visualização de parte de seu rosto, trajando roupas negras e rasgadas. Para ser sincera, a semideusa esperava alguém menos esquisito, porém se fosse parar para pensar bem, aquele era o sujeito perfeito, afinal passava despercebido mediante aos outros presentes.

O coração da jovem havia começado a pulsar mais forte. Sabia que alguma coisa estava acontecendo ou para acontecer, e isso lhe inquietava, não saber o que era atacava sua ansiedade, que fazia o possível para manter sob controle. Esperava mais palavras por parte do homem, algo que explicasse o motivo de estar naquele lugar.

Demorou alguns segundos para perceber que as palavras não foram dirigidas apenas a ela, o que passou a fazer um pouco mais de sentido, porém lhe deixou ainda mais apreensiva. “Quem é essa garota, e por que estamos aqui? O que o senhor está tramando, Lorde Deimos? A filha de Éolo apenas acenou com a cabeça para o jovem, de modo que o mesmo entendesse que havia “captado a mensagem”.

Poderes Utilizados:
Passivos de Éolo:
Nível 1
Nome do poder: Comando I
Descrição: Os filhos de Éolo são capazes de se comunicar com criaturas do vento, ou voadoras, como pássaros e espíritos, mas não são capazes de controla-los ainda, nesse nível, apenas conseguem entender o que eles falam, e responde-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem entender e responder criaturas aéreas.
Dano: Nenhum
Usado ao se comunicar com o fantasma do semideus no cemitério.

Nível 20
Nome do poder: Despercebido II
Descrição: O vento é sentido, mas não é visto, por esse motivo os filhos de Éolo tendem a passar despercebidos pelos demais, conseguem ser furtivos, e os monstros não sentem seu cheiro com muita facilidade, pois o vento o dispersa. A aura de energia agora ficou mais forte, aumentando as chances do semideus não ser notado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de furtividade +40% de chance de passar despercebido por monstros.
Dano: Nenhum
Usado para ficar no cemitério com menos chances de ser atacada
Passivos dos Lycans:
Nível 17
Nome do poder: Audição Aguçada II
Descrição: Independente da forma em que estiverem, os lycans têm esse sentido em especial muito mais desenvolvido que o restante das pessoas. Aqui já não mais têm dificuldades por ouvir tudo sem querer, podendo oprimir as conversas desnecessárias e focar no que lhes interessa. Além disso, caso se concentrem unicamente nisso, podem ouvir os batimentos cardíacos alheios. Ambos os efeitos funcionam até 100m de distância.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 30% em audição, 40% se estiver na forma da besta.
Dano: Nenhum.
Utilizado ao ficar atenta às conversas ambientes no bar

Nível 21
Nome do poder: Olfato Apurado II
Descrição: Independente da forma em que estiverem, os lycans têm esse sentido em especial muito mais desenvolvido que o restante das pessoas. Dessa forma, são capazes de identificar os cheiros ao seu redor, e os gravam para nunca se esquecerem de suas presas. Por outro lado, seu olfato é muito sensível, portanto cheiros fortes ou incomuns lhes incomodam bastante. Podem seguir uma pessoa pelo seu cheiro mesmo que ela se distancie até 100m.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 30% em olfato, 40% se estiver na forma da besta.
Dano: Nenhum.
Citado ao falar do forte incômodo do odor, devido ao olfato apurado.
Equipamentos Levados:
Garras Lupinas [Um par de garras que se encaixam nas mãos dos Lycans perfeitamente. Inicialmente são como luvas que exibem parte dos dedos, mas que ao ser ativado expele três lâminas de 20cm feitas de ferro estígio. | Efeito de mecânico: podem ser usadas como luvas normalmente. | Efeito 1: Adapta-se as mudanças do corpo do lycan, porém quando em estado de transformação, as luvas assumem a característica de proteção, envolvendo as patas dianteiras com o metal. As garras dos lupinos são suas próprias armas. | Efeito 2: Quando as garras atingem o inimigo, provocam uma sensação de terror que irá durar por 2 turnos. Funciona apenas uma vez no mesmo oponente | Ferro estígio e couro | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Lycans de Deimos/Terror

Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

Auri Elric
Auri Elric
Lycans de Deimos
Lycans de Deimos


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Mensagem por Meiying Liuwei em Sab Out 26, 2019 10:36 am

Under the moonlight you see a sight that almost stops your heart. You try to scream but terror takes the sound before you make it. You start to freeze as horror looks you right between the eyes. You're paralyzed cause this is thriller, thriller night and no one's gonna save you from the beast about strike

A falta de tempo e dedicação que eu tinha diariamente foi completamente extinguida com a universidade, que levou qualquer resquício de energia que carregava em minhas veias. Adormecer em cima da mesa e babar nos livros era apenas um costume de quinta série que eu achava ter deixado no passado. Mas quem eu queria enganar? Aquelas semanas de provas, pessoas arrogantes que vivem empinando o nariz e relatórios por cada canto daqueles corredores estavam sugando minha vida! E o que eu fazia: continuava, como uma escrava fadada a se formar, pois queria exercer sua profissão. Mas não me veja mal ou como uma dramática julgando que todos os universitários passam por isso, pois tenho um diferencial: ser curandeira de Asclépio. Novidade isso não era, mas é um trabalho como todos os outros e esse só servia para me sobrecarregar. Mesmo que amasse Asclépio, sentia que o grupo me deixava ainda mais exausta… Mas isso é culpa deles, ou minha? No momento eu não sabia, já que só conseguia acreditar em meus próprios sonhos, pois apenas lá eu poderia descansar, felizmente.

“Tic, tac”. Aquele era o barulho do relógio, me atormentando dizendo que a hora passava e que eu precisava me levantar antes que me atrasasse para as aulas do acampamento. Mas meu sono era tão profundo, calmo e sensível e ter isso era uma benção rara para um alguém tão preocupada e ocupada como eu, que só pensava em fazer e realizar, mas esquecia de sempre ter uma boa noite de sono.

— Vamos Meiying, acorde! — Gritaram, me fazendo grunhir alto com o susto. Dormir no chalé de Nyx em cima de uma mesa não era nem um pouco confortável para a coluna, ainda mais quando gritam com você e te assustam só por que é meio-dia.

— O que aconteceu? — Bocejei, arrumando meus cabelos de forma suave com o uso das mãos. A resposta da minha pergunta idiota foi claramente respondida com o semblante enraivecido dos filhos de Nyx, que me encaravam como se quisessem me jogar longe com um canhão de circo. — Se quisessem que eu saísse, era só ter pedido com gentileza! — Fiz biquinho e arrumei minhas coisas em minha mochila, já indo diretamente para a área específica de aulas do acampamento.

(...)


Tinha acabado de pisar no local da aula, observando que a instrutora de perícias corporais era jovem, com um corpo estrutural e uma aparência invejável. Ela parecia explicar alguns conceitos iniciais e a minha reação a tudo aquilo foi apenas uma face de tédio. — “Ela vai começar ou não? Estou ansiosa!” — Saltitava com os pés, aguardando o início da aula ao olhar diretamente para a professora, sinalizando com a impaciência que desejava logo a parte prática. Quando finalmente a docente desceu do pequeno palco onde estava, preparando os instrumentos da aula, me tornei eufórica.

Minha pulsação bateu forte e o suor já estava começando a surgir quando parei para imitar o aquecimento que ela fazia. Eu estava tão animada que sorria sem perceber. Já era costume os instrutores do acampamento me verem como uma mulher super dedicada as aulas, mesmo que isso não tivesse durado, pois todo aquele sentimento foi interrompido quando pude sentir — e ouvir — um chamado sussurrar em meu ouvido. Como um instinto, virei, suspeita. Em posição de ataque apontando meus punhos para trás após me virar apenas me dei de cara com um vento frio, que deixou, por ironia, uma carta aos meus pés.

O envelope tinha um ar mágico, estranho. Parecia vir de Asclépio até mim, como uma convocação indireta que clamava imediatamente uma missão. Quando abri, de verdade, vi o que esperava: uma carta indicando um destino. Mas porquê? O que um simples bar teria a ver com uma curandeira do deus da cura como eu? Tudo o que fiz, apenas, foi suspirar preocupada. Minha procrastinação chegou até os ouvidos da própria docente, que retirou a carta de minha mão num ato um tanto grosseiro, mas correto.

— Você se inscreveu na aula e deve cumpri-la! — Seu tom era sério e impregnado de responsabilidade, o que logo me fez abaixar a cabeça como símbolo de perdão.

— Me desculpe, instrutora. Eu só recebi essa cart… — Ela arqueou a sobrancelha um pouco, retrucando palavras um pouco úteis para mim no momento.

— Olha, entendo que você é uma semideusa. Somos convocados normalmente para missões, mas tenho algo para te contar… Esse bar não é lá algo de primeira linha. — Ela mordiscou os lábios, mostrando receio em relevar tal informação.

— Por quê? — Remexi meus cabelos, mostrando um olhar ainda mais curioso.

— Dizem que ele é um recinto de baixa classe, só isso… Mas tome cuidado, também. — Ela sorriu, dando um breve aceno. — Boa sorte!

Aquela era uma despedida meio ruim, visto que eu queria participar da aula. Mas seguir meu deus patrono era bem mais importante do que conquistar uma habilidade corporal que poderia ter depois, não é?

— "Já estou com a mochila e tudo está aqui. Só me resta ir, então?” — Minha mente, chocada com a minha porquice de não ter tomado banho ou escovado os dentes, deu-me um tapa no mesmo momento. — TÁ BOM! — Todos os alunos me encararam, afinal eu ainda estava no local da aula e só tinha pensado alto. — Perdão… — Sai correndo para o chalé, preparando-me para recolher mais alguns materiais para a mochila e para tomar um breve banho gelado.

— Para aonde vai? — Melissa, filha de Nyx era uma das minhas amigas do acampamento. Eu gostava dela, mas seu único problema era que ela falava demais.

— Para lugar nenhum, agora por favor me deixe. — Cortei diretamente o assunto. Não queria ser grossa ou má amiga a ponto de fazê-la se sentir mal, mas o meu foco não era conversar e sim seguir o comando do meu patrono, que exigia que eu fosse para aquele bar chamado recanto da bebida.

Alinhei meus cabelos ignorando o resto da conversa, apenas colocando algumas roupas de frio que cabiam no resto de espaço da mochila e guardando escondido algumas armas em partes pequenas do corpo que eram cobridas pela roupa de frio. Estava usando meu tênis branco preferido e esperava que não fosse sujá-lo, também.

— Vai me ignorar assim mesmo, Mei? — Ela choramingou.

— Eu te conto tudo depois, juro! — A abracei e corri com a mochila nas costas, exalando o perfume suave que usava após meus banhos diários. O caminho para o veículo que me levaria ao meu destino foi curto, mas paguei tudo de forma redundante ao ouvir a barulheira que era aquele carro maldito. Pareciam brigar pelo olho e por coisas absurdamente exageradas, mas tudo o que restou para mim foi ignorar, olhando para a janela e vendo os ventos passarem rapidamente.

A carta provavelmente mandada por Asclépio estava em minha mão, sendo lida frequentemente para que não esquecesse sequer nenhum detalhe quando chegasse lá. Mas a ordem era clara: após chegar no destino, alguém irá lhe mandar um código que seria bem como uma palavra-chave. Não dava para esquecer!

“Fom!” — aquele barulho de carro clichê — sinalizou a minha clássica chegada ao destino. Pagando o que devia, aproximei-me da porta. Ela não era nem um pouco detalhada, tinha até algumas pichagens em seu adorno. Era horrendo a parte de fora e ver a parte de dentro me tirava ainda mais o fôlego, aumentando um pouco minha curiosidade. Eu jamais contestaria Asclépío por ter me dado uma localização como aquela, mesmo que no fundo me perguntasse o objetivo de tudo aquilo.

— Devo me sentar... — Procurei o balcão e movi meu bumbum a cadeira mais próxima, me acomodando de forma confortável.

— O que vai querer? — Um senhor um tanto sério me perguntou de forma suspeita, como se me visse como uma adolescente que falsifica identidade para parecer mais velha. Franzi a sobrancelha no mesmo momento, notando seu deboche em cada palavra.

— Eu não bebo, obrigada. — Era até irônica a cara que ele fazia. Como uma mulher iria a um beber e não bebia? Impossível, mas até que fazia sentido após minha última experiência com álcool que não foi das melhores. Em contrapartida ele assentiu, movendo seu corpo para o outro lado para atender uma ruiva que eu nunca tinha visto na minha vida. Ao olhar aos lados, só encontrava a presença masculina no recinto e tal fato me dava um frio na espinha, de modo que me fez dirigir-me a uma mesa e esperar pelo o que seria a "palavra-chave".

— Posso me sentar com você? — A mesma figura ruiva que eu tinha observado no balcão veio ao meu encontro.

— Claro... — Tímida, assenti, mesmo captando que ela provavelmente se sentaria de qualquer forma. Passou-se alguns minutos, suficientes para me fazerem quase dormir, até que um homem de aparência extremamente misteriosa apareceu.

— Hermanoteu, o homem lhe espera. — Eu e a outra nos encaramos no mesmo instante, chocadas. A mensagem era para nós duas? Ou só para mim?

Uma constatação no mesmo instante me atingiu: Era a hora de saber todo aquele mistério.


☼:
Itens Levados:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Escudo Auxiliador [Um escudo de aparência comum que, a princípio, parece ser mais velho e desgastado, porém não se engane. O seu formato e redondo, se encaixando no pulso do semideus que o porta, deixando a mão do mesmo livre, já que o encaixe é no pulso e antebraço. | Ao ativar o efeito o escudo torna-se transparente e seu peso torna-se nulo, permitindo que o semideus porte armas ou quaisquer objetos no mesmo braço onde encontra-se o escudo, como se não estivesse com nada preso ao braço. O escudo também se expande, podendo englobar o semideus e mais outra pessoa, sendo indispensável em curas em batalha, por exemplo. Ambos os efeitos podem ser ativados simultaneamente, entretanto só podem ser ativos uma vez por missão/evento etc, durando dois turnos. | Ouro Imperial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | 10 de HP (caso seja utilizado para atingir outros semideuses). | Presente de Reclamação do grupo Curandeiros de Asclépio/Esculápio.]

Amuleto de Proteção [Um colar com um pequeno frasco pendurado como pingente, onde dentro há uma pena rosa mágica que protege o semideus contra ataques de monstros que utilizem charme ou algo relacionado. | Tal proteção só pode ser ativada uma vez por missão, repelindo tais ataques que envolvam charme por até dois turnos. | Material do colar e do pingente a escolha do semideus. | Mágica | Não apresenta suporte ou espaço para gemas | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja]
Visual + FPA:

clique!
Obs: FPA no perfil!
Tatuagem:

Brutamontes | Força | Flor da espécie orquídea. É brilhante e seu brilho se modifica de acordo com o sentimento de sua portadora. Pode alternar em cores como verde, branca, rosa e roxa. | Aumenta a força da semideusa em 30% | Nuca | Marca Pequena | Permanente.


melon juice
Meiying Liuwei
Meiying Liuwei
Curandeiros de Asclépio
Curandeiros de Asclépio

Idade : 19
Localização : Hospital de Asclépio.

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Mensagem por Letus em Sab Out 26, 2019 8:03 pm


O Destino de Hermanoteu

— Me chamo Adam. — bufou em alto som a figura misteriosa, olhando fixamente para ambas semideusas. — Na verdade fui surpreendido tem pouco tempo. Até então esperava apenas uma sujinha, digo, semideusa. Mas que bom que as duas estão juntas, isto me poupa trabalho.

Retirando o capuz, o estranho ser rapidamente demonstrou sua verdadeira face. Sua pele estava em decomposição, com algumas larvas visíveis sobre ela, os olhos quase esbugalhados tinham um aspecto de morto — ou perto disto. Aproximando-se, podia também se notar o odor incomum e bem característico, Adam era um zumbi. Isso poderia parecer estranho, visto que tais criaturas não possuíam mais uma capacidade de fala ou cognição, sendo que aquele, além de falar, parecia estar bem ciente da situação ao seu redor.

— Imagino que não saibam do que se trata a missão. — iniciou a explicação. — Desculpem, meu amo costuma ser bastante desconfiado em mensagens, ele prefere que se fale pessoalmente. As vezes por código. — sorriu o vivo-morto. — Hermanoteu é um imortal, filho de Deimos e um poderoso conhecedor de magia. Em uma de suas aventuras, meu amo acabou entrando em uma pequena armadilha e nós devemos ajudá-lo. Posso detalhar tudo no caminho e retirar suas dúvidas. Mas devemos ir rápido, marquei neste lugar por um motivo e vejo que ele já está indo embora. — concluiu Adam, olhando um garoto vestir-se com um casaco e partir dali.

Mas para a infelicidade daquela trupe, Nicolas estava no Recanto, um dos mais traiçoeiros, irresponsáveis e briguentos filhos de Ares. O semideus, sempre que estava no bar, cobrava de todas as garotas um beijo para sair dele e naquela noite, não seria diferente.
Letus escreveu:Pontos obrigatórios

• Vocês devem narrar a primeira situação de maneira como receberam as informações, não precisam delongar-se. Mas é importante que talvez se apresentem-se, caso não se conheçam. (Na hora que o zumbi apresentou-se vocês podem citar seus nomes a ele)

• Vocês devem narrar como Nicolas abordou ambas, cobrando beijos para que pudessem sair do bar. Ele é o típico macho escroto. Vocês caminhavam até às saídas.

• Vocês terão duas opções que mudarão a história no decorrer: Vocês poderão beijá-lo na boca e ele se gabará para os amigos, mas permitirá que saiam dali ou poderão recusar, o que fará com que ele as tente beijar a força. Caso resolvam enfrentá-lo, ele é um filho de Ares nível 20.

• Adam poderá ajudá-las, mas lembrem-se que ele é apenas um zumbi.

• Terminem seus posts saindo do bar. O zumbi falará que devem seguir o garoto de casaco laranja, mas sem que ele perceba. Devem segui-lo até uma rua deserta, algumas esquinas depois do bar. Ele irá parar e abrir um pergaminho, terminem o post aqui.


Letus escreveu:• Vocês tem até 29/10/2019, até as meia-noite para postar. Em caso de dúvidas ou pedido de aumento de prazo, envie-me uma MP. Horário de Brasília.

• Armas e poderes em spoiler, sem exceção. Armas e poderes não citados no texto ou spoiler serão desconsideradas.

• Horário da narrativa: 22:35

• Auri, poste sua FPA em spoiler ou linke ela dentro de seu perfil.

• Qualquer erro ou detalhe que fuja do proposto, acarretará em desconto da recompensa final ou pior.

• Boa sorte.
Letus
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[Missão Narrada] O destino de Hermanoteu Empty Re: [Missão Narrada] O destino de Hermanoteu

Mensagem por Auri Elric em Dom Out 27, 2019 12:04 am


Capítulo 2
Desculpa amor, mas é um não.


A presença do homem causava um certo desconforto na semideusa. Ela ouviu suas palavras com atenção, segurando-se para não avançar sobre o homem após se dirigir a ela e à outra semideusa como sendo sujinhas. Chegou a quase rosnar para o sujeito, porém ele era aquele que portava todas as informações, então era melhor se comportar. Manter-se sobre controle havia se tornado mais difícil desde o momento em que se tornara uma serva de Deimos, dessa forma, mesmo com todo o seu esforço, duas coisas não conseguiu evitar. A primeira delas era o olhar de raiva que lançava sobre o tal Adam, enquanto a segunda era que os seus lábios estavam levemente deformados e se movimentando de forma sutil, mostrando claramente que o rosnado estava entalado na garganta.

Ao término da fala inicial do rapaz, enquanto ele abaixava o capuz, Auri lançou um olhar analista sobre a garota. Aparentemente seu instinto não havia lhe enganado, realmente ambas haviam sido chamadas ali por um só motivo, agora restava saber qual. Quando voltou sua atenção novamente ao rapaz, levou um certo susto. Sua aparência era horrorosa, a pele se decompondo, com larvas saindo de feridas, os olhos também não se eram agradáveis de se olhar, porém com base em todo o conjunto, mesmo esses apresentando um tom de morte, era o melhor ponto para se fixar.

O zumbi começou a explicar o motivo de tudo aquilo, mesmo que esse ainda não tenha ficado muito claro. Não fazia sentido um imortal ter se encrencado e chamarem duas semideusas para salvá-lo, afinal, o que elas poderiam fazer que um imortal não? Todavia, aquilo não importava. – Está bem, Adam. – Discretamente, Auri acompanhou o sujeito que recebia o olhar do morto-vivo. Não se demorou, logo seus olhos estavam fixados nas mãos inquietas que tamborilavam sobre a madeira. – Por sinal, me chamo Auri. Tenho algumas perguntas mas fica para depois. – A pronúncia das palavras foi acompanhada do levantar da jovem. Que havia tomado mais um gole de sua bebida, dessa vez um mais longo, e terminando com o conteúdo contido no copo.

Não, ela não havia engolido toda aquela história, e nem mesmo sabia se aquela criatura e a outra semideusa eram confiáveis, porém queria sair daquele local. Mais do que isso, precisava sair dali.

Infelizmente, as coisas não seriam tão simples. Enquanto caminhava tranquilamente para a saída, tentando parecer o mais natural possível e percebendo certos olhares, a pior coisa que poderia acontecer aconteceu. Definitivamente os deuses estavam querendo que a semideusa perdesse a paciência naquele dia, era a única explicação.

Auri encontrava na dianteira, mesmo sendo a menor de todas, tinha um instinto natural de querer ser líder, o que nem sempre era bom, porém era incontrolável. Quando se aproximava da saída, a jovem teve sua passagem impedida quando um braço bastante forte se apoiou na pilastra que estava um pouco a sua frente, ela era de madeira e o dono do membro um homem um tanto que inconveniente. – Boa noite, garotas. – Ele tinha um sorriso que muitas garotas poderiam achar encantador, mas ela não era uma dessas garotas. Entre os dentes, um palito se movia para cima e para baixo. – Já estão de saída? Ainda é cedo, não acham? – Com a mão que não estava apoiada na pilastra, ele tocou a lateral do rosto de Auri, guiando uma mecha de cabelo que estava cobrindo parte de seu rosto, para trás da orelha.

A seguidora de Deimos fazia o possível para se controlar, até mesmo porque sabia que o quando mais libertasse sua parte animal, mais o jovem acharia provocante, de modo que talvez as coisas não terminassem muito bem. Respirava profundamente para se manter com um tom minimante educado, e até mesmo um leve sorriso no rosto.

– Boa noite meu caro. Infelizmente temos que ir, a companhia até que é boa aqui, mas temos outros planos. Então, se puder nos dar licença... – Tentou novamente passar, porém o caminho continuava interditado.

– Ahh, sendo assim tudo bem linda, – Sua mão agora se encontrava envolvendo o cabelo de Auri, que fechou os olhos por um longo segundo e respirou fundo. – mas vocês vão sair assim, sem nem se despedir? Não vou receber nem um beijinho? – Ele parecia estar tentando seduzir a pequena filha de Éolo, porém sem muito sucesso, na verdade para ela aquilo era patético.

– Fico honrada com a oferta, – O tom sarcástico de sua era mais do que evidente. Seu punho já se encontrava fechado, e seus lábios faziam o mesmo movimento de quando Adam se dirigiu a elas como sujinhas. – mas hoje eu passo, tá legal?

Ela não tivera nem mesmo a oportunidade de tentar realizar qualquer movimento. A mão que antes acariciava sua cabeça, naquele momento segurava fortemente os fios de seu cabelo, de modo que sua cabeça fosse forçada a ir para trás. Ele também jogou seu corpo contra a pilastra, de modo que um braço ficasse apoiada na madeira, e o outro segurasse a semideusa. – Acho melhor você reconsiderar. Vocês duas, melhor dizendo. – Disse lançando um olhar ameaçador para Meiying e, logo em seguida, aproximando-se ainda mais de Auri.

Ela estava, literalmente, contra a parede. Analisando o homem à sua frente, sabia que tentar usar a força não seria uma boa ideia, dessa forma, restava-lhe usar a cabeça. Ele iria forçar o beijo, isso era certo, e aquilo poderia ser algo muito bom para ela. Quando começou a sentir a respiração do homem, Auri levou sua mão esquerda até o encontro de seu rosto, acariciando-o e descendo a mão, que passou pelos lábios até alcançar o peitoral. Com a esquerda, tocou em seu tronco, sentindo o rigor de seu abdômen. Para completar a sua encenação, sorriu como se aquilo fosse o que realmente quisesse.

Para a sua sorte, o homem, que só pensava com a cabeça de baixo, caiu direitinho no seu truque. Quando seus lábios estavam à milímetros de distância, ela ativou as suas garras, presentes de Deimos. A garra presente na mão esquerda (que tocava pouco abaixo do pescoço), teve suas lâminas penetrando a interseção do pescoço com o crânio. Com a que estava presente na mão direita, após ser ativada foi gravada na lateral do tronco do jovem, na altura das costelas.

O sangue escorria por entre as garras, manchando também os dedos e mãos da semideusa, cujo sorriso era semelhante a de um psicopata, tal como o olhar. Lambeu os lábios enquanto afundava ainda mais seus armas no corpo, enquanto aproximava seu rosto do ouvido do outro. – Eu disse que passo. – Com a garra esquerda fez questão de rasgar todo o local quando foi retirada. Afastou-se do corpo empurrando-o com o pé.

Finalizado o primeiro empecilho, Auri lançou um olhar um tanto perturbador para Adam e a outra semideusa, acompanhado de um gesto sutil com a cabeça. – Vamos logo, se não vamos perdê-lo. – Caminhou rumo à saída do estabelecimento, enquanto sentia os olhares sendo dirigidos até ela. Sua língua percorria as lâminas das garras, de modo provocativo, mas também por prazer.

Saíram da espelunca. Adam deixou claro o que deveria ser feito e, para a sorte deles, seu alvo ainda estava visível. Seguiu na direção do rapaz de casaco laranja, de forma discreta, evitando fazer barulho. “Para uma pessoa que não quer ser seguida, ele está com bem chamativo com essa roupa.”Recolheu as garras, por garantia, e limpou o sangue que provavelmente havia em seu rosto na camisa.

Manter distância era algo crucial, e assim era feito, de modo que suas presenças não fossem notadas. Tentava usar de seus instintos para sentir se havia algum perigo eminente, ou se também estariam sendo seguidas. O garoto parou algumas esquinas após o local onde estavam anteriormente, a rua estava deserta, eles eram os únicos ali, e só de pensar nisso, sentia um leve calafrio. Esperava ferozmente que seus companheiros não eram agentes duplos ou coisas do tipo, porque se não o resultado ali não seria legal.

Aparentemente seu alvo não havia percebido a presença da trupe. Ele parecia segurar alguma coisa, porém não conseguia enxergar muito bem, parecia um pergaminho, mas não tinha como ter certeza. Encarou seus colegas e voltou a olhar para o rapaz.

FPA:
Poderes Utilizados:
Passivos de Éolo:
Nível 14
Nome do poder: Velocidade II
Descrição: O campista assim como o vento consegue ser veloz, e passar despercebido, conforme treina e se desenvolve o filho de Éolo também se torna mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de Velocidade
Dano: Nenhum Para realizar a ação de forma rápida sem dar chances dele reagir
Passivos dos Lycans:
Nível 8
Nome do poder: Sangramento Intensificado
Descrição: Todos os ataques do lycan na forma da besta são mais brutais que o normal. Dessa forma, as vítimas de seus golpes costumam sair sangrando além do normal. Não só isso, os ferimentos são muito mais feios e complicados, dificultando até mesmo para curandeiros tratarem destes.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Diminui a eficácia dos tratamentos médicos em questão de roleplay, tornando mais difícil até mesmo para curas passivas tratarem os ferimentos causados por lycans.
Dano: Causa 10 de dano por sangramento a cada dois turnos em inimigos feridos pelo lycan transformado.
Nível 13
Nome do poder: Estratégia
Descrição: Deimos/Terror, assim como seu irmão gêmeo, costumavam seguir Ares/Marte para os campos de batalha, ajudando o deus a vencer as guerras. São assim, deuses também guerreiros. Os lycans em sua forma humana ou parcial lupina, conseguem bolar estratégias e táticas para vencer um combate.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum
Nível 16
Nome do poder: Instinto da Fera II
Descrição: Os instintos do lycan se tornaram ainda mais apurados, permitindo uma melhor percepção do ambiente por estar em estado de alerta constantemente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 20% de percepção ao seu redor, cabendo ao narrador lhe alertar de algo ache cabível durante uma narração.
Dano: Nenhum.
Nível 20
Nome do poder: Perícia com garras III
Descrição: Os lycans são peritos em usar armas em formas de garras. Essas armas são geralmente formadas por três lâminas curtas, da qual possui uma empunhadura que pode ser segurada como uma soqueira ou em uma luva. O Lycan está se tornando cada vez mais experiente no uso de garras.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 50% de assertividade
Dano: 40% de dano.
Extra: Essa arma é considerada uma arma de lâmina curta.
Nível 19
Nome do poder: Olhar da Fera II
Descrição: Os olhos do semideus revelam a fera que existe dentro dele. Qualquer um que olhar em seus olhos ficará paralisado de medo por breves segundos. O efeito atrapalha a iniciativa da pessoa, impedindo que ela aja primeiro em confronto contra o lycan, ficando para este iniciar o primeiro turno com certa vantagem.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Equipamentos Levados:
Garras Lupinas [Um par de garras que se encaixam nas mãos dos Lycans perfeitamente. Inicialmente são como luvas que exibem parte dos dedos, mas que ao ser ativado expele três lâminas de 20cm feitas de ferro estígio. | Efeito de mecânico: podem ser usadas como luvas normalmente. | Efeito 1: Adapta-se as mudanças do corpo do lycan, porém quando em estado de transformação, as luvas assumem a característica de proteção, envolvendo as patas dianteiras com o metal. As garras dos lupinos são suas próprias armas. | Efeito 2: Quando as garras atingem o inimigo, provocam uma sensação de terror que irá durar por 2 turnos. Funciona apenas uma vez no mesmo oponente | Ferro estígio e couro | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Lycans de Deimos/Terror

Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

Auri Elric
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Lycans de Deimos
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Mensagem por Meiying Liuwei em Dom Out 27, 2019 12:28 am

Under the moonlight you see a sight that almost stops your heart. You try to scream but terror takes the sound before you make it. You start to freeze as horror looks you right between the eyes. You're paralyzed cause this is thriller, thriller night and no one's gonna save you from the beast about strike

— Me chamo Adam. — As palavras saíram roucas de sua boca, aquelas que escondiam todo um passado. Ele parou e situou seu olhar sobre nós duas, procurando defeitos. — Na verdade, fui surpreendido tem pouco tempo. Até então esperava apenas uma sujinha, digo, semideusa. Mas que bom que às duas estão juntas, isto me poupa trabalho. — Eu estava olhando para as comidas e sobras das outras mesas, ouvindo de canto a informação. Me virei rapidamente, tentando raciocinar o que ele tinha me dito, enquanto a outra já parecia surtar com uma cara mais vermelha do que um nariz de palhaço. Seu jeito já compulsivo a fazia demonstrar alguns sinais inquietos e eu captava que ela queria dizer alguma coisa. Tinha medo de que saísse voando no soco com o rapaz, mas mantive a calma ao ouvir alguns suspiros dela, sinalizando que tudo ficaria bem.

— Meu nome é Meiying Liu… — Antes de terminar, engoli seco minha saliva.

Quando o homem começou a levantar o capuz, senti um cheiro um tanto nojento de carne empobrecida e definhada. Estar habituada a viver naturalmente com cadáveres e sentir o cheiro de sangue já tinha me feito uma curandeira habilidosa, tão competente a ponto de não sequer me fazer assustada ao ver algumas larvas comerem seu rosto, que aparentava se autodestruir a cada minuto que se passava. Meu instinto de salvar vidas me fez ficar inquieta, como se quisesse curá-lo ou trazê-lo a vida, mesmo sabendo que não tinha poder suficiente para tal. Os seus olhos esbugalhados ainda sim me davam medo, sua silhueta que acumulava uma energia criptografada trouxe-me uma curiosidade que não aparecia já a alguns minutos. Ao aproximar-se com largos passos, notei que esse homem era um zumbi de verdade.

— “Meu deus…” — Pensei, arqueando a sobrancelha em posto de autodefesa. Me prepararia para qualquer ataque ou luta que poderia ocorrer, pois pelo que lembro ainda estávamos em missão.

— Imagino que não saibam do que se trata a missão. — Não queria ser debochada, mas não resisti em fazer um bico indicando que aquilo era óbvio até para uma pedra inconsciente. — Desculpem, meu amo costuma ser bastante desconfiado em mensagens, ele prefere que se fale pessoalmente. Às vezes por código. — Seu sorriso me fez sorrir também, mas não por gentileza e sim por que vi os dentes podres dele. Eram engraçados, mas ele não devia ter percebido tal detalhe. Talvez forre errado rir de um morto-vivo, não?

— “Ele só sabe falar?” — Esperava que ele não lesse pensamentos.

— Hermanoteu é um imortal, filho de Deimos e um poderoso conhecedor de magia. Em uma de suas aventuras, meu amo acabou entrando em uma pequena armadilha e devemos ajudá-lo. Posso detalhar tudo no caminho e retirar suas dúvidas. Mas devemos ir rápido, marquei neste lugar por um motivo e vejo que ele já está indo embora. — Seu argumento de ter um senhor imortal não me convenceu, mas eu não estava ali para contestar ninguém, muito menos uma missão concedida pelo meu patrono, o deus da cura, Asclépio.

Tínhamos um objetivo: seguir o homem com o capuz laranja. O porquê? Não sabia, só precisava obedecer. Ele poderia muito bem erguer sua maravilhosa silhueta de carne podre e seguir o homem, já que isso não impedia e não doeria em ninguém, contudo, guardei tais ressentimentos para mim mesma. Tanto eu quando a outra jovem não tínhamos simpatizado com Adam de primeira vista, mesmo que fosse só — talvez — uma primeira impressão dada de maneira errada. Começamos, agora de verdade, a missão, nos locomovendo a porta de forma tranquila sem nenhuma provável ameaça.

Tal felicidade se extinguiu no momento em que fomos abordadas por um homem caucasiano de porte físico atlético, com um olhar sensual que não me encantava nem um pouco, causando a mim uma reação até que contrária: o riso.

— Boa noite, garotas. — O jeito ridículo de como pronunciava me fez até fechar a cara, indignada. Era óbvio e notório suas segundas intenções sobrepostas em sua face erótica, que tentava ser ofuscada por uma saudação rasa. Tentamos colocar silenciosamente nosso pé pra fora dando pequenas indiretas sobre não estar nem um pouco interessadas naquele flerte infantil. — Já estão de saída? Ainda é cedo, não acham? — Ele mordiscou os lábios, movendo com seus dedos o cabelo da minha colega ruiva para atrás de sua orelha. Eu tinha que observar tudo e já não sabia se acendia a vela ou se saia correndo, constrangida.

— “O que faço?” — A moça já estava enfurecida, querendo socá-lo a quase todo o custo. Eu era muitas coisas ruins, mas era detalhada o suficiente para notar que sua irritabilidade só aumentava a cada minuto.

— Boa noite meu caro. Infelizmente temos que ir, a companhia até que é boa aqui, mas temos outros planos. Então, se puder nos dar licença… — Cortou o assunto, tentando passar, mas sendo novamente barrada. Eu me virei, indo pegar algumas batatinhas encontradas nas mesas vazias e retornei. O olhar furioso de Adam para mim já era previsto, mas ignorei com uma virada de rosto para o lado. Conseguia comer mesmo numa situação como aquela, pois sabia que o homem estava mais focado a paquerar a minha parceira do que eu — graças a deus.

— Mas vocês vão sair assim, sem nem se despedir? Não vou receber nem um beijinho? — Eu engoli a batata, que descia engasgando desde em que o homem recitou aquelas palavras toscas. Fiquei avermelhada, de qualquer forma. Com uma frase de negação grosseira, ela se segurou para não o agredir.

— Acho melhor você reconsiderar. Vocês duas, melhor dizendo. — Com um olhar ameaçador e sensual, engraçado o suficiente para me fazer rir internamente, ele disse. Me sentia criança de mais para toda aquela situação e minha única reação foi esboçar uma cara de nojo. Seu corpo musculoso se aproximava da combatente a alguns metros do meu corpo. Ele jogou-a na parede, num intuito sexual que impregnava o ar.

Eu desejava mesmo era colocar uma máscara de oxigênio e me isolar em uma bolha com desodorantes, evitando aquele amor plantado no ar atmosférico, como um pinguim que fugia de baleias predadoras. Ela sorria, assentindo todo aquele flerte redundante do homem que aparentemente deveria ser aqueles garotos machistas que obrigam as meninas a beijá-lo. Mas o que me surpreendeu foi que ela cravou suas garras nele, o que imediatamente fez minha mente recuar, me fazendo cobrir os olhos e largar as batatas. Prendendo-me no braço de Adam, não queria nem um pouco soltar.

— Vamos logo, se não vamos perdê-lo. — Quando abri os olhos apenas fitei levemente um novo visitante do reino de Hades, largado no chão como uma carne fresca de urubus. Eu e Adam nos encaramos estranhamente por alguns segundos até que eu me tocasse de que tinha quase abraçado ele. Me soltei ao mesmo instante, principalmente após sentir uma larva subir no meu braço. A joguei longe com os estralar dos dedos em seu frágil corpinho.

— “Eca.” — Não merecia uma situação embaraçosa daquela, então só foquei em permanecer calada e seguir eles para fora do estabelecimento. Por sorte o homem que procurávamos seguir ainda estava visível, bem mais visível do que esperava. Ele até me lembrava aquelas abóboras magrelas e retorcidas do dia das bruxas que pareciam ter ficado com a boca torta após comerem e se olharem no espelho. — “Tenho que ter cuidado.” — Me preocupei em não pisar em nenhum galho e em seguir as pessoas a minha frente com a maior cautela que podia. A lua iluminava frequentemente as ruas vazias de Nova Iorque, até que simplesmente iluminou o homem e nós — escondidos num arbusto muito conveniente.

Pisquei os olhos e vi um pergaminho. Não via de onde ele tinha surgido muito menos de onde tinha sido tirado. Só procurei forçar a vista como uma velha cega para tentar enxergar o que ele via, mesmo que obviamente sem sucesso.

O que ele guardava lá? A caixa de pandora?

☼:
Itens Levados:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Escudo Auxiliador [Um escudo de aparência comum que, a princípio, parece ser mais velho e desgastado, porém não se engane. O seu formato e redondo, se encaixando no pulso do semideus que o porta, deixando a mão do mesmo livre, já que o encaixe é no pulso e antebraço. | Ao ativar o efeito o escudo torna-se transparente e seu peso torna-se nulo, permitindo que o semideus porte armas ou quaisquer objetos no mesmo braço onde encontra-se o escudo, como se não estivesse com nada preso ao braço. O escudo também se expande, podendo englobar o semideus e mais outra pessoa, sendo indispensável em curas em batalha, por exemplo. Ambos os efeitos podem ser ativados simultaneamente, entretanto só podem ser ativos uma vez por missão/evento etc, durando dois turnos. | Ouro Imperial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | 10 de HP (caso seja utilizado para atingir outros semideuses). | Presente de Reclamação do grupo Curandeiros de Asclépio/Esculápio.]

Amuleto de Proteção [Um colar com um pequeno frasco pendurado como pingente, onde dentro há uma pena rosa mágica que protege o semideus contra ataques de monstros que utilizem charme ou algo relacionado. | Tal proteção só pode ser ativada uma vez por missão, repelindo tais ataques que envolvam charme por até dois turnos. | Material do colar e do pingente a escolha do semideus. | Mágica | Não apresenta suporte ou espaço para gemas | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja]
Visual + FPA:

clique!
Obs: FPA no perfil!
Tatuagem:

Brutamontes | Força | Flor da espécie orquídea. É brilhante e seu brilho se modifica de acordo com o sentimento de sua portadora. Pode alternar em cores como verde, branca, rosa e roxa. | Aumenta a força da semideusa em 30% | Nuca | Marca Pequena | Permanente.


melon juice
Meiying Liuwei
Meiying Liuwei
Curandeiros de Asclépio
Curandeiros de Asclépio

Idade : 19
Localização : Hospital de Asclépio.

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[Missão Narrada] O destino de Hermanoteu Empty Re: [Missão Narrada] O destino de Hermanoteu

Mensagem por Letus em Dom Out 27, 2019 4:19 pm


O Destino de Hermanoteu

O trio permaneceu distante, enquanto o alvo, após ler o pergaminho, guardou-o novamente no bolso. O rapaz, que de longe aparentava ser um asiático de vinte anos, parecia ansioso, batendo os pés e tamborilando os dedos sobre a roupa. Adam sabia o porquê, mas até aquele momento permaneceu calado, quando finalmente exalou seu bafo para as jovens e deu mais informações.

— Hermanoteu era um prodígio do Acampamento Meio-Sangue, embora fosse conhecido como "O Trapaceiro". — iniciou as devidas explicações, o que fazia as jovens prestarem atenção. — Ele é considerado tão astuto e malandro, que há uns cem anos atrás conseguiu ludibriar um guardião e adentrar os Jardins Hespérides. Comendo um dos pomos dourados, ele tornou-se jovem e imortal para sempre. Claro que, essa imortalidade é apenas se alguém não o matá-lo. — continuou, quando um pequeno pedaço da sua orelha esquerda caiu no chão. — Nenhum deus do Olimpo é muito seu fã, então não pensem que estão indo salvá-lo, porquê Deimos gosta dele. Porém, durante uma missão para o próprio lorde do pânico, ele conseguiu fazer um selamento, onde ele e a espada de Deimos fossem ligados. Por que isso? Ele sabe que Deimos é muito apegado à sua arma e sendo assim, se ele morrer, a espada também será destruída. Deuses são estranhos, ao que parece sentem mais apego a itens que a seus filhos. — riu Adam, embora as duas ouvintes também fosse filhas de seres divinos. — Bem, ele estava tentando roubar um dos tesouros de Circe, em uma pequena ilha longe daqui. O problema é que dentro deste lugar, nenhum homem pode usar seus poderes. Isso levou ele a ser aprisionado. Eu estava com ele. Já que ele me tirou do inferno e me deu uma consciência com uma de suas magias, eu virei seu servo desde então. — pontuou a criatura. — Consegui fugir e não sei o estado que ele se encontra, mas consegui enviar uma mensagem a Deimos pedindo uma garota para tal missão, talvez eu tenha exagerado um pouco, mas sei que ele não gostaria de perder sua lendária arma. Ele também cobrou um favor a Asclépio para que uma curandeira lhe auxiliasse nisto. Bem, até onde sei.
Letus escreveu:Pontos obrigatórios

• Não precisam reescrever a explicação de Adam, apenas considerem-na.

• Essa fase inicial da missão é apenas um post de introdução. Vocês terão o direito de fazerem duas perguntas cada. Escolham bem, pois serão as únicas informações que terão a partir de agora. Caso não haja nenhuma dúvida, sigam a narração.

• Terminem o post com as perguntas, ou a falta delas.


Letus escreveu:• Vocês tem até 30/10/2019, até as meia-noite para postar. Em caso de dúvidas ou pedido de aumento de prazo, envie-me uma MP. Horário de Brasília.

• Armas e poderes em spoiler, sem exceção. Armas e poderes não citados no texto ou spoiler serão desconsideradas.

• Horário da narrativa: 22:45

• Qualquer erro ou detalhe que fuja do proposto, acarretará em desconto da recompensa final ou pior.

• Boa sorte.
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[Missão Narrada] O destino de Hermanoteu Empty Re: [Missão Narrada] O destino de Hermanoteu

Mensagem por Auri Elric em Seg Out 28, 2019 10:09 pm


Capítulo 2
Desculpa amor, mas é um não.


Se ela confiava naqueles dois? Nem pensar. Nada daquilo fazia sentido em sua cabeça.

Um zumbi chegou no bar e abordou duas garotas, isso até parecia o começo de uma piada bem ruim. Balançava a cabeça negativamente tentando afastar aquele tipo de pensamento inútil e distrativo, haviam coisas mais importantes em que sua mente teria que trabalhar.

O garoto parecia concentrado, lendo aquilo que parecia um pergaminho. Ela até que tentava ouvir alguma coisa, focando toda a sua atenção no seu alvo, porém nada foi detectado, inicialmente, pela sua audição. Resmungava mentalmente por decorrência de seu fracasso. Após um período observando a cena que parecia mais ser uma pintura, de tão estática, o garoto terminou a leitura ou fosse lá o que estivesse fazendo, guardando o objeto que examinava no bolso. A partir daí o sentido da semideusa confirmou o que os seus olhos já percebiam: ele estava ansioso. “Mas o que é que está acontecendo?”

Os pés batendo no chão e os dedos tamborilavam sobre a roupa. Audição e visão haviam se combinado para que ela tivesse certeza daquilo, afinal os olhos podem ser facilmente enganados, porém fazer isso com os demais sentidos demandava um pouco mais de trabalho. Auri mantinha-se concentrada, prestando atenção em tudo, até porque, não queria ser surpreendida por nenhum ataque surpresa. “Será que ele está esperando alguém, ou alguma coisa?” Atentou-se novamente aos olhos e percorreu o ambiente ao seu redor com os olhos.

O odor da decomposição do corpo de Adam estava lhe embrulhando o estômago, aquele era um dos problemas de ter sentido apurado. Todavia, em contra partida, mesmo se perdesse qualquer um dos ali apresentes, conseguiria rastreá-los só pelo odor.

O zumbi começou a explicar alguns pontos importantes, como quem era Hermanoteu, o motivo da missão que, obviamente não era para salvar a vida de um dos filhos de Deimos, qual era a missão em que estava quando foi capturado e o motivo. Falou também um pouco mais sobre a devoção dele mesmo ao imortal e qual era o motivo da presença da outra garota, que pelo visto era uma das curandeiras de Asclépio. Ao longo de toda a sua demorada fala, alguns pontos tinham que ser levantados. Sim, os deuses ignoravam seus filhos e, muito provavelmente, se preocupavam mais com o que teria para almoçar do que com as suas em si. O semideus imortal foi estúpido por tentar roubar Circe em sua própria ilha. Porém esses eram pontos pequenos, que não faziam a menor diferença.

Acontece que desde o início algumas coisas pareciam não se encaixar bem, aquela história parecia ter muitos furos. Após a fala de Adam, a lycan soltou um breve suspiro e tomou a palavra. – Muito bem, vamos lá. Supondo que tudo isso seja verdade, o que é que esse cara tem a ver com essa história toda? Afinal, de acordo com o que falou antes, o motivo de ter escolhido o bar era ele, então pressupõe-se que há algo de especial e importante com ele. – Sua voz era firme, dura e seca, não havia sinal de fraqueza na mesma. Encarava o zumbi com ferocidade. – Em segundo lugar, você disse que um imortal foi capturado e que estava com ele, sendo que você conseguiu escapar e ele não. Com todo o respeito meu caro, mas você é um zumbi, não tem muita lógica você estar aqui e ele lá. Então me diga, o que fez para escapar?

Auri encontrava-se muito desconfiada de tudo aquilo, mesmo parecendo que a outra semideusa sabia tanto quanto ela, ainda assim não confiava na mesma. Manteve todos os seus sentidos atentos para tentar detectar qualquer sinal de mentira, fosse respiratório ou na mudança de seu odor, afinal alguma pessoas começam a suar muito quando vão contar alguma famosa lorota, e o suor em contato com as bactérias presentes na pele, gera um odor bem desagradável, que poderia ser detectado pelo seu olfato bastante apurado.

Manteve seu olhar fixo em Adam, mesmo que isso não lhe agradece a visão. Ela mantinha uma feição série e desconfiada, quase que amedrontadora. “O que é que você está escondendo?”

FPA:
Poderes Utilizados:
Passivos de Éolo:
Nível 20
Nome do poder: Despercebido II
Descrição: O vento é sentido, mas não é visto, por esse motivo os filhos de Éolo tendem a passar despercebidos pelos demais, conseguem ser furtivos, e os monstros não sentem seu cheiro com muita facilidade, pois o vento o dispersa. A aura de energia agora ficou mais forte, aumentando as chances do semideus não ser notado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de furtividade +40% de chance de passar despercebido por monstros.
Dano: Nenhum Habilidade natural apenas para diminuir a probabilidade de aparecer algum monstro.
Passivos dos Lycans:
Nível 7
Nome do poder: Detectar Mentiras
Descrição: Graças a sua habilidade de ouvir batimentos cardíacos, o lycan é capaz sentir quando uma pessoa está mentindo. Entretanto, ainda precisa se concentrar em um alvo para isso.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum. Usado para tentar detectar mentira por parte de qualquer um dos dois, mas principalmente da outra semideusa, afinal Auri ainda não confia nela, e o zumbi não deve apresentar batimentos cardíacos né, mas vai que
Nível 16
Nome do poder: Instinto da Fera II
Descrição: Os instintos do lycan se tornaram ainda mais apurados, permitindo uma melhor percepção do ambiente por estar em estado de alerta constantemente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 20% de percepção ao seu redor, cabendo ao narrador lhe alertar de algo ache cabível durante uma narração.
Dano: Nenhum. Usado ao se manter atenta a tudo que acontecia.
Nível 17
Nome do poder: Audição Aguçada II
Descrição: Independente da forma em que estiverem, os lycans têm esse sentido em especial muito mais desenvolvido que o restante das pessoas. Aqui já não mais têm dificuldades por ouvir tudo sem querer, podendo oprimir as conversas desnecessárias e focar no que lhes interessa. Além disso, caso se concentrem unicamente nisso, podem ouvir os batimentos cardíacos alheios. Ambos os efeitos funcionam até 100m de distância.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 30% em audição, 40% se estiver na forma da besta.
Dano: Nenhum.
Nível 19
Nome do poder: Olhar da Fera II
Descrição: Os olhos do semideus revelam a fera que existe dentro dele. Qualquer um que olhar em seus olhos ficará paralisado de medo por breves segundos. O efeito atrapalha a iniciativa da pessoa, impedindo que ela aja primeiro em confronto contra o lycan, ficando para este iniciar o primeiro turno com certa vantagem.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum. Na tentativa de impedir Adam de mentir por conta do medo.
Nível 21
Nome do poder: Olfato Apurado II
Descrição: Independente da forma em que estiverem, os lycans têm esse sentido em especial muito mais desenvolvido que o restante das pessoas. Dessa forma, são capazes de identificar os cheiros ao seu redor, e os gravam para nunca se esquecerem de suas presas. Por outro lado, seu olfato é muito sensível, portanto cheiros fortes ou incomuns lhes incomodam bastante. Podem seguir uma pessoa pelo seu cheiro mesmo que ela se distancie até 100m.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 30% em olfato, 40% se estiver na forma da besta.
Dano: Nenhum.
Equipamentos Levados:
Garras Lupinas [Um par de garras que se encaixam nas mãos dos Lycans perfeitamente. Inicialmente são como luvas que exibem parte dos dedos, mas que ao ser ativado expele três lâminas de 20cm feitas de ferro estígio. | Efeito de mecânico: podem ser usadas como luvas normalmente. | Efeito 1: Adapta-se as mudanças do corpo do lycan, porém quando em estado de transformação, as luvas assumem a característica de proteção, envolvendo as patas dianteiras com o metal. As garras dos lupinos são suas próprias armas. | Efeito 2: Quando as garras atingem o inimigo, provocam uma sensação de terror que irá durar por 2 turnos. Funciona apenas uma vez no mesmo oponente | Ferro estígio e couro | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Lycans de Deimos/Terror

Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

Auri Elric
Auri Elric
Lycans de Deimos
Lycans de Deimos


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[Missão Narrada] O destino de Hermanoteu Empty Re: [Missão Narrada] O destino de Hermanoteu

Mensagem por Meiying Liuwei em Qui Out 31, 2019 10:37 am

Under the moonlight you see a sight that almost stops your heart. You try to scream but terror takes the sound before you make it. You start to freeze as horror looks you right between the eyes. You're paralyzed cause this is thriller, thriller night and no one's gonna save you from the beast about strike

Muitos pontos estavam sendo conectados pela minha mente, de tal forma que me fazia conseguir compreender melhor o que estava acontecendo no momento. Num arbusto muito conveniente eu, Adam e Auri observávamos o ser que perseguíamos que eu carinhosamente tinha apelidado de “abobrinha”, devido a sua roupa extremamente chamativa que cegava os olhos. Ele via o pergaminho, abrindo com cuidado enquanto se mostrava ansioso. Eu particularmente não conseguia enxergar a cena com êxito, porque as folhas insistiam em ficar na frente dos meus olhos. Sem chamar a atenção, levei um pequeno susto de Adam quando ele começou a abrir seus lábios para explicar o que seria todo o intuito daquela missão, com pequenos sussurros que apenas poderiam ser ouvidos por mim e a minha parceira de tão baixos.

A ruiva que ficava na minha frente estava aparentemente incomodada com a presença minha e de Adam, nos fitando como uma cara desconfiada que eu parecia enxergar bem, mesmo com a falta de claridade ali. O modo de como bufava mesmo que em tom grave me fazia um pouco aflita, principalmente por saber que ela poderia me devorar a qualquer minuto se ficasse estressada o suficiente. A história de Adam, após algum tempo, prendeu minha atenção, mas o sentimento contrário foi causado na face confusa da lycan, que não hesitou já começar a ditar perguntas após o fim da fala do morto-vivo ao nosso lado.

— Muito bem, vamos lá. Supondo que tudo isso seja verdade, o que é que esse cara tem a ver com essa história toda? Afinal, de acordo com o que falou antes, o motivo de ter escolhido o bar era ele, então pressupõe-se que há algo de especial e importante com ele. — Ela tinha perguntando uma coisa que estava na ponta da minha língua, já que era um ponto-chave importante daquela missão. — Em segundo lugar, você disse que um imortal foi capturado e que estava com ele, sendo que você conseguiu escapar e ele não. Com todo o respeito meu caro, mas você é um zumbi, não tem muita lógica você estar aqui e ele lá. Então me diga, o que fez para escapar? — Mesmo com um argumento bom, tinha medo da resposta de Adam. Naquele momento eu não hesitei em demonstrar preocupação, pois vi que ela tinha razão em erguer — com base na história contada — um questionamento daquele tipo. Adam estaria mentindo para nós?

De qualquer forma, neguei com a cabeça. As dúvidas da outra não eram as únicas, então logo interrompi para que tirasse da minha cabeça as minhas, com um leve e baixo tom.

— Mas me diga… O que Hermanoteu foi roubar na ilha? — Gaguejei levemente, não impedindo mesmo assim da pergunta sair em alto e belo som. Após engolir a saliva, tentei novamente com outro argumento. — Além do mais… Como iremos para a ilha? É um grande caminho até lá! — Cruzei os braços com um olhar irritado e fofo, que causaria o sentimento de amor em qualquer um — menos em um morto-vivo, creio.

☼:
Itens Levados:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Escudo Auxiliador [Um escudo de aparência comum que, a princípio, parece ser mais velho e desgastado, porém não se engane. O seu formato e redondo, se encaixando no pulso do semideus que o porta, deixando a mão do mesmo livre, já que o encaixe é no pulso e antebraço. | Ao ativar o efeito o escudo torna-se transparente e seu peso torna-se nulo, permitindo que o semideus porte armas ou quaisquer objetos no mesmo braço onde encontra-se o escudo, como se não estivesse com nada preso ao braço. O escudo também se expande, podendo englobar o semideus e mais outra pessoa, sendo indispensável em curas em batalha, por exemplo. Ambos os efeitos podem ser ativados simultaneamente, entretanto só podem ser ativos uma vez por missão/evento etc, durando dois turnos. | Ouro Imperial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | 10 de HP (caso seja utilizado para atingir outros semideuses). | Presente de Reclamação do grupo Curandeiros de Asclépio/Esculápio.]

Amuleto de Proteção [Um colar com um pequeno frasco pendurado como pingente, onde dentro há uma pena rosa mágica que protege o semideus contra ataques de monstros que utilizem charme ou algo relacionado. | Tal proteção só pode ser ativada uma vez por missão, repelindo tais ataques que envolvam charme por até dois turnos. | Material do colar e do pingente a escolha do semideus. | Mágica | Não apresenta suporte ou espaço para gemas | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja]
Visual + FPA:

clique!
Obs: FPA no perfil!
Tatuagem:

Brutamontes | Força | Flor da espécie orquídea. É brilhante e seu brilho se modifica de acordo com o sentimento de sua portadora. Pode alternar em cores como verde, branca, rosa e roxa. | Aumenta a força da semideusa em 30% | Nuca | Marca Pequena | Permanente.


melon juice
Meiying Liuwei
Meiying Liuwei
Curandeiros de Asclépio
Curandeiros de Asclépio

Idade : 19
Localização : Hospital de Asclépio.

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[Missão Narrada] O destino de Hermanoteu Empty Re: [Missão Narrada] O destino de Hermanoteu

Mensagem por Letus em Sex Nov 01, 2019 10:47 am


O Destino de Hermanoteu

Adam se prontificou a responder as moças, assim que elas digeriram as perguntas ao morto-vivo. Embora já não fosse mais humano, ele entendia que o pensamento intuitivo ajudaria elas naquela tarefa e claro, ele tratou de responder tudo aquilo que ele sabia.

— Esse cara se chama Hayu, ele quem levou-nos até uma das ilhas de Circe. — respondeu de imediato o zumbi. — Deveria ser um de nossos guias, porém acabei descobrindo que ele tem um caso de amor com uma feiticeira e por isso nos traiu durante a tarefa. Uma sujinha capturar o grande mago Hermanoteu deve ter feito ela ganhar bastante respeito dentro do grupo. — adicionou, coçando um pouco a pele, fazendo cair algumas feridas dela. — Ele é um frequentador deste bar. Vigiei ele por alguns dias e descobri que a namorada dele sempre vem vê-lo perto dessa hora. No que diz respeito a minha fuga, ninguém liga muito para um zumbi, focaram apenas em capturar meu amo. Talvez nem tenham percebido que eu estava lá.

Auri parecia bem mais desconfiada da situação que Meiying, talvez fosse seu instinto de loba lhe sendo mais forte. Mas era um fato que Deimos não enviaria ela até lá, se não tivesse certeza do que poderia estar acontecendo. Ouvindo as palavras da oriental, a criatura do submundo também tratou em respondê-la.

— Meu amo foi atrás de um cálice. Dizem que Circe encantou esse item para que qualquer liquido posto dentro dele vire veneno. Digamos que Hermanoteu é um grande colecionador. — falou, ao tempo que deu uma leve risada. — Irão saber em breve, como vão. Aliás, já deve estar na hora.

Assim que Adam apontou para Hayu, puderam ver que um portal foi aberto e de dentro dele saiu uma garota loira, extremamente linda. Ela beijou o garoto assim que o viu, revelando que era a provável namorada do asiático. — Bem, seria muito bom se vocês conseguissem vencer esses dois sem matar. Eles tem as informações que precisamos. — proferiu o zumbi, deixando claro que ali se iniciava a parte perigosa da missão.
Letus escreveu:Pontos obrigatórios

• Não precisam reescrever a explicação de Adam, apenas considerem-na.

• A feiticeira chama-se Shonda, ela é um filha de Athena level 25. Hayu é filho de Apolo nível 10 e não tem grupo extra.

• Vocês devem decidir o que farão para vencê-los. Cada uma de vocês terá 3 ações, assim como os inimigos também terão.

• Não é essencial que os dois vivam, mas ao menos um deve permanecer vivo, então podem atacar mortalmente desde o começo.

• FPA será usada nesta batalha.


Letus escreveu:• Vocês tem até 03/11/2019, até as meia-noite para postar. Em caso de dúvidas ou pedido de aumento de prazo, envie-me uma MP. Horário de Brasília.

• Armas e poderes em spoiler, sem exceção. Armas e poderes não citados no texto ou spoiler serão desconsideradas.

• Horário da narrativa: 22:50

• Qualquer erro ou detalhe que fuja do proposto, acarretará em desconto da recompensa final ou pior.

• Boa sorte.
Letus
Letus
Deuses Estagiários
Deuses Estagiários


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[Missão Narrada] O destino de Hermanoteu Empty Re: [Missão Narrada] O destino de Hermanoteu

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