The Blood of Olympus
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Adventures of a Demigod

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Adventures of a Demigod Empty Adventures of a Demigod

Mensagem por Mary Katherine Lencastre em Qua Out 16, 2019 7:39 pm



Nome: Mary Katherine Lencastre;

Nacionalidade: Inglesa

Progenitor: Hefesto

Afiliação: Não possui

Idade: 19 anos;

Photoplayer: Gigi Hadid;

Defeito Mortal: Orgulho/Prepotência;

Status: Viva.
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Última edição por Mary Katherine Lencastre em Ter Out 22, 2019 10:16 pm, editado 1 vez(es)
Mary Katherine Lencastre
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Adventures of a Demigod Empty Re: Adventures of a Demigod

Mensagem por Mary Katherine Lencastre em Qua Out 16, 2019 10:19 pm



.......A cria da forja


Nada parecia comum demais na vida da jovem Mary. Começando pela sua mãe que um dia saiu para comprar cigarro e nunca mais retornou. O seu padrasto agiu como se tudo aquilo fosse comum e ao invés de expulsar ou se desfazer da sua enteada, criou e cuidou da mesma.

Mary cresceu e se tornou uma jovem bonita, inteligente.

Sentia-se incompleta por algum motivo. Mal se lembrava da mãe, pois a mesma só tinha três anos quando a mesma desapareceu no mundo. Mesmo assim, aquela sensação se dava por algum outro motivo desconhecido. Ela sorria, bebia, se divertia e tinha o melhor namorado do mundo. No entanto, havia algo que a impedia de se sentir normal.

Normal! Aquela palavra vivia muito na ponta da sua língua. Primeiro, convivia com um homem que não era o seu pai (embora a tratasse com todo o respeito como se fosse), dividia a casa com uma mulher que não era a sua mãe e tinha dois irmãos que não dividia a mesma linguagem sanguínea. Era a sua família, mas ao mesmo tempo não era.

Mary tinha dificuldades em se adaptar a outros de sua idade. Sentia-se forçada a fazer amizades. Ela amava muito mais o seu cachorro do que as pessoas. Então, algo não estava certo, não é mesmo?

Era lenta no aprendizado, mas o seu problema psicológico não acabava somente ali. Aos doze anos foi diagnosticada com esquizofrenia, enxergando coisas que não estavam ali e formas curiosas em outras pessoas. Desenvolveu um início de síndrome do pânico, encontrando seguidores em todos os lugares e constantes vigias na sua janela.

Ah, se tudo aquilo fosse apenas problemas da sua mente. Não, não era. Mary era especial e embora não tivesse ciência naquele momento, descobriria muito em breve. Um plano encontrava-se em articulação para lhe transformar em refeição. Tudo aquilo que ela enxergava existia. E alguém a esperava para lhe contar.

Na escola, um dos poucos lugares que ela não havia abandonado (mais por insistência dos “pais” do que dela mesmo) conheceu Mason, um cara estranho que tinha um cheiro curioso e comportamentos animalescos. Mason era legal com ela, a tratava docemente e foi difícil ambos não se envolverem emocionalmente. Ele não a perguntava quando a mesma via “coisas” que não estavam ali e nem tampouco a julgava. Ele era o amigo e namorado que todas gostariam de ter... ou não.

Mason era alguém diferente, todavia, parecido com Mary. Ele não pertencia ao mundo comum. Ele procurava sempre ser amoroso, mas não gostava de muitos contatos físicos e em alguns momentos Mary achava que o rapaz escondia um segredo.

Ambos estudavam na St Julliet Academy, uma escola para jovens com dificuldade em aprendizagem. A escola ficava no centro de Nova York. Após três anos do sumiço da mãe, o padrasto, vulgo pai resolveu que deveriam tomar novos rumos. Deixaram Londres e vieram morar no coração da moda, Estados Unidos.

— Você vai passar na minha casa mais tarde? – Perguntava ela enquanto ambos saiam da escola. — Nem Havid e nem Esmerence estarão lá. – Ela soltou um sorriso safado. — Vamos ficar sozinhos.

— E seus irmãos? – Mason perguntou observando alguma coisa na rua.

— É fácil eu me livrar deles. – Ela respondeu tentando encontrar o que tanto atraia a atenção do namorado. — É só entregar o novo jogo do Call of Duty e eles nos deixam livre a tarde inteira. – Envolveu a cintura do namorado e obrigou-o a olhar para ela. — O que foi?

— Nada! Pensei ter visto algo nos observando. – Falou ele. Rapidamente os pelos do braço de Mary se ouriçaram. Ela sentia a crise de pânico tentando assolá-la. Ela tinha medo de enxergar algo que não estava ali e pior, ser obrigada a agir feito uma maluca na presença do namorado. Rapidamente se afastou dele, se aproximando do portão da escola e se preparando para correr caso algo desse errado.

Nada aconteceu.  

— Nos vemos mais tarde. – Falou Mary ao avistar o ônibus da escola e correr para ele. O seu coração martelava forte no peito. Sentou-se no último banco e olhando pelo vidro, viu Mason acenar para ela. O motorista deu partida e quando o locomotor deslizou alguns metros para ganhar mais velocidade, ela viu de relance algo imenso pular em cima do namorado. Soltou um grito assustado, todos olharam na sua direção. — MEU DEUS! O QUE É ISSO? – Gritou.

As pessoas olhavam para ela e depois na direção do seu olhar. Eles não conseguiam enxergar nada, mas Mary sim.

Ela via um homem com quase três metros de altura. Ele era grande, careca e vestia uma túnica suja e rasgada. As mãos eram grandes o suficiente para cobrir toda a cabeça de Mason. Os pés poderiam facilmente esmagar um crânio. E quando a criatura olhou para ela, ela viu somente um pequeno olho no meio de sua testa.

— Caralho!
– Xingou ela mal percebendo que o seu corpo corria para a saída. Algo dentro dela foi ativado, uma força sobre humana surgiu para defender o seu namorado. Pulou da porta e fez o caminho retornando o ônibus. Assim que o seu corpo entrou na linha de visão da criatura, ele jogou Mason para o lado e correu na sua direção.

Bastou apenas um contato para Mary voar de encontro ao metal do veículo e escorregar para o chão. Até mesmo os humanos sem a visão da névoa sabem quando tem algo de errado, e naquele momento eles viram a garota esbelta pular sem motivo e bater violentamente. As pessoas gritavam no interior do veículo. Xingamentos e claro também, palavras de preocupação.  

Mary no chão, se rastejou para baixo do ônibus. O seu corpo passou facilmente do lado das rodas traseiras. Ela chegou do outro lado, mas parou quando viu o enorme pé lhe esperando do outro lado. Ele se abaixou e enfiou a cara monstruosa com apenas um olho. Ela soltou um grito e por instinto tentou golpeá-lo com um soco. Como resultado teve os braços seguros e puxada para o exterior.

Pendurada no ar e agora estando cara a cara com o monstro, a jovem via e sentia o cheiro da morte. E também o cheiro de podre da criatura.

— Jantar! – A criatura falou fazendo a semideusa prender a respiração tamanha o odor. O monstro tinha quatro dentes faltando, o que claro não impedia que a menina fosse morta com apenas uma dentada. Na verdade, a lei de espaço dizia que a cabeça de Mary cabia direitinho dentro da boca do oponente. Preocupante.

Algo voou e acertou a cabeça do monstro em cheio. Uma cadeira? De onde saiu uma cadeira?

— Liguem para a polícia. – Gritou alguém. — Tem um cara muito grande tentando atacar uma jovem estudante em frente a escola St Julliet Academy. – O monstro rugiu. Ninguém pareceu se importar. Mary viu um pedaço de madeira acertar a perna direita da criatura. Mason estava ali ofendendo e tentando atrair a atenção para si.

— Meu dia de sorte. – Falou o monstro. — Uma semideusa e um sátiro.

Jogou Mary para o lado como se fosse um mero pedaço de papel. A garota bateu novamente no lado metálico do ônibus, sentindo algo no seu corpo se partindo. Na sua testa um líquido escorreu e por alguns segundos ela ameaçou perder a consciência. Na sua visão borrada, viu a criatura em pé e imponente, Mason com a sua perna peluda pulando de um lado para o outro, se esquivando e acertando uma madeira quando tinha uma brecha.

Perna peluda?

Ela esfregou os olhos e realmente viu o namorado daquela mesma forma. Alto, moreno, cabelos desgrenhados até o ombro e da cintura para baixa uma parte bode. Ela deve ter batido muito forte com a cabeça, pensou. Ergueu-se novamente, pois o namorado sendo um bode ou não, ainda era o seu Mason.

Em sua mente algo foi acionado. Era como se alguém estivesse se comunicando com ela.

— Não tenho tempo para ser maluca agora. – Falou alto e consigo mesma. Mas, como ser maluca vendo um monstro de quase três metros e um olho? Um namorado com pernas peludas e cascos ao invés de pés? Ela já estava no auge da loucura.

A voz que sussurrava dentro de si dizia que havia metais por perto. E sim, ela viu o ferro da cadeira. Esticou as mãos e loucamente conseguiu sentir o metal ali como se fosse parte do seu corpo. Ela sabia que podia mover o objeto para quaisquer lugares. E fez.

A cadeira subiu meio metro e voou com tamanha precisão na direção do monstro. Deve ter batido com uma força considerável, pois ele cambaleou para o lado. Mason correu na sua direção, segurou forte a sua mão. O seu olhar assustado só conseguia expressar uma coisa; corre!

Juntos, eles correram se afastando. Ele trotando ao lado da namorada e ela mais preocupada em fugir do que fazer perguntas. Viraram alguns becos e pararam depois de três quadras. Mary colocou as mãos no joelho para recuperar o ar.

— Que merda foi aquela? – Conseguiu perguntar ainda quase sem folego.

— Um ciclope. – Respondeu o rapaz. — Não estamos seguros, ele vai te rastrear pelo cheiro.

— Como assim, pelo cheiro? – Indagou pausadamente.

— Sangue de semideuses tem um cheiro especial para os monstros. – Ele deu de ombros. — Aposto que já deve está farejando o ar a nossa procura. Eu ideio ciclopes. Odeio. Odeio. – Mason ficou resmungado sozinho.

— Mason, o que está acontecendo? – Perguntou Mary.

— Eu não tenho tempo para explicar agora. – Ele segurou firme nas mãos da namorada. — Você sabe que eu te amo. Você precisa confiar em mim.

— Eu confio. – Respondeu Mary prontamente e sem dúvida alguma.

— Então, temos que continuar fugindo.

Eles tomaram a estrada novamente. Mary agora em todos os lugares sentia os metais e as ondas de celulares invadindo os seus pensamentos. Ela estava enlouquecendo? Tomaram a direção contrária ao monstro. Na primeira oportunidade, Mason parou um carro e eles entraram. O motorista do transporte amarelo virou-se para eles:

— Desejam ir para onde?

Mason citou um local. Conforme a adrenalina sumia do corpo de Mary, o nervosismo e o medo tomavam espaço. Ela colocou as mãos no rosto e se permitiu chorar. Chorou de soluçar. O namorado a abraçou forte e sussurrava no seu ouvido que tudo daria certo. O motorista apenas observava pelo retrovisor de um jeito preocupante.

Deixaram o carro em uma rua de terra. Mason retirou alguns dólares do bolso da mochila e entregou para o homem. As pernas de Mary doíam, e a sua musculatura não ficava para trás. Ela sentia os efeitos das quedas, os agarramentos. A palma de suas mãos encontrava-se feridas, com pequenas gotas de sangue.

Subiram uma colina e logo deram de encontro com um grupo de jovens que conversavam alegremente. Eles vestiam camisas laranjas e acenaram quando Mason passou por eles.

— Onde estamos? – Perguntou a menina.

— Acampamento meio sangue para semideuses. – Falou Mason como se estivesse explicado muita coisa. — Um lugar seguro. Vou te levar para conhecer o diretor de atividades do acampamento e depois você pode achar uma forma de avisar a sua família. Não acho seguro deixarmos o local por hoje, o ciclope deve está por ai a nossa procura.

— Mason... – Mary olhou para as pernas do namorado. — O que ou quem é você?

— Tudo será explicado por Quíron.

E sim, parecia um acampamento de verão. E não, não era nada tão comum. Havia jovens com uniformes e armaduras, espadas e escudos. Ela viu mais de uma vez criaturas estranhas de cabelos coloridos. Um grupo de jovens bonitos demais para serem reais pegavam um pouco de sol usando nada menos que biquínis e roupas de praia.  Ao longe, Mary viu pequenas casas com formatos estranhos, cores e enfeites nas frentes.

Ouviu o barulho de um cavalo vindo em sua direção e a menina logo olhou. Seus olhos foram do corpo humano, para a parte equina da criatura a sua frente. Engoliu em seco. Ao seu lado sentiu Mason segurar firme a sua mão.

— Essa é a jovem, sátiro? – Falou o homem com arcos nas costas, uma barbicha mixuruca no queixo e olhares profundos, porém gentis. — Muito bem. Vá informar ao conselho dos cascos fendidos o seu trabalho. Eu assumo daqui.  

Mason tomou Mary pelo queixo e então colocou os lábios docemente nos dela. O acampamento inteiro pareceu notar e alguns risos e comentários sujos surgiram. Quíron limpou a garganta parecendo também um pouco incomodado.

— Muito bem... – Falou ele enquanto o sátiro desaparecia de vista. — Eu sou Quíron, filho de Cronos e Filira. Sou diretor de atividades e tenho certeza que você tem muitas perguntas para me fazer.

E Mary tinha. A garota perguntou tudo o que podia ser perguntado. Sobre o lugar, as pessoas, Mason. A cada resposta o seu queixo caia. Parecia surreal que um mundo como aqueles pudesse existir. A sorte foi que ela tinha gravado na memória a imagem do ciclope e se apegava naquilo. Somente o monstro imenso e grotesco para lhe mostrar que as coisas que o bicho na sua frente dizia era verdade.  

Após toda uma aula de mitologia e explicações sobre o lugar. O centauro (sim, ela chamou Quíron de bicho e ele lhe deu uma aula muito educada sobre o que na verdade se tratava a sua espécie) achou triste que ela não soubesse a sua filiação, mas ficou contente ao traçar que somente deuses homens pudesse ser seu pai. A criatura falou um pouco, resumidamente sobre os deuses masculinos que tinham filhos ali.

Mary não se identificou com ninguém.

Horas depois após trocar a roupa suja. Ela foi levada para um chalé (sim, ela guardou alguns nomes) e apresentada a alguns jovens com aparência desleixadas e olhares maroto. Ali mesmo conseguiu um telefone e com minutos contados (o telefone era especial, mas ainda assim se tinha cuidado no uso) ligou para os pais. Explicou resumidamente onde estava e mandou o endereço. Seu pai prometeu ir ao dia seguinte.

Dormiu no chalé dos filhos de Hermes por três noites seguidas. Somente na quarta, durante o famoso jantar com coca-cola e churrasco foi que o desenho de uma bigorna e um machado brilhou no meio de sua cabeça.

— Salve, Mary Katherine. – Falou Quíron ao longe. — Filha de Hefesto.

Hefesto. Hefesto. A sua cabeça borbulhava de perguntas. Como, quando, onde? Bem, ela sabia como os bebês eram feitos. Nunca tinha feito nada parecido com Mason, mas sabia como se fazia. No entanto, a sua dúvida era a respeito do porque a sua mãe havia escolhido um deus. Ela ficou com aquela sensação de não saber nada sobre a sua vida.

Não podia contar com Mason. Dois dias após a sua chegada no acampamento, a sua vida tornou-se um inferno. Muitos não achavam adequados o seu envolvimento com um sátiro. Eles diziam que corria contra as leis naturais. E os sátiros também achavam o mesmo em relação a ela. Mason deu um tempo horas mais tarde, dizendo que poderiam ser amigos enquanto ela descobria sobre ela e no que realmente queria.

Eles tiveram apoio somente dos filhos de Afrodite. As crianças da deusa do amor eram a favor de qualquer forma de amor e muitas lhe deram conselhos para lutar por aquele sentimento até o fim. Mas, o sátiro não estava disposto a cooperar para a péssima reputação de Mary no acampamento. Ele dizia que por amor a estava libertando.

Mary descobriu tardiamente uma nova paixão. Ela levava jeito com máquinas e construções. As forjas era o seu passa tempo preferido. E por mais que ela fosse “arrumadinha” demais para pegar na graxa, não se importava que no final da noite estivesse cheia de fuligem. E além do mais, os seus irmãos por parte de pai se provaram ser bastante amigáveis. Eles não a criticavam (nem quando ela soltava gritos quando a sua unha quebrava) e nem eram preconceituosos. Eram unidos, embora a união se resumisse apenas nas forjas.

Ela achava que com o tempo poderia aprender a amar aquele lugar, e quem sabe amar o seu pai. Mas, como amar um deus que abandona os filhos? Ela nem ao menos tinha uma ideia de como ele era. Se via um pouco em cada campista ali, mas ainda assim tinha uma genética curiosa, o que dizia que em breve poderia ter novas descobertas.    


Observações:
Essa missão é para me tornar filha de Hefesto.

Objeto de reclamação:
Alabarda [É como uma lança-machado. A lâmina na ponta é muito boa para impactos, e o outro lado bom para parar investidas. A haste é feita de um tipo de madeira resistente e encantado para tal, e a lâmina e pontas são feitas de ouro imperial. Exige força e treinamento para ser utilizada com maestria. | Efeito 1: Tal arma pode passar a ter o peso nulo, durante dois turnos, caso seja utilizada em batalha, porém pode durar mais tempo caso seja usada fora de batalha. | Efeito 2: A alabarda é capaz de encolher, ficando do tamanho de um pequeno pingente, ainda conservando a sua forma, mas apenas diminuída. | Ouro Imperial e Madeira. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
Poderes usados:
***Passivos***

Nome do poder: Tecnopatia
Descrição:  A tecnopatia é a habilidade de se conectar mentalmente a diversas formas de tecnología. Isso permite ao semideus entender, controlar e gerar transmissões eletrônicas, digitais e de rádio. Pode interagir com computadores, manipular vídeos e frequências de rádio.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Tecnologia não atrai monstros quando usadas pelo filho de Hefesto/Vulcano.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nome do poder: Força I
Descrição: O filho de Hefesto/Vulcano é mais forte que um semideus comum, podendo inclusive ser comparado a Ares/Vulcano, ou se igualar a eles nos primeiros anos de treinamento – os filhos de Ares/Marte ainda podem supera-los na força – e isso tudo devido ao trabalho continuo nas forjas. Os meninos geralmente ganham músculos avantajados, e mesmo que não o tenham, sua força ainda é superior, as meninas idem, mesmo sem os músculos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força.
Dano: +5% de dano em golpes físicos relacionados pelo semideus, ou que exijam a forja avantajada.

*** Ativos ***

Nome do poder: Magtocinese I
Descrição: A prole de Hefesto/Vulcano é capaz de gerar e controlar o magnetismo. Com essa capacidade o semideus poderá mover livremente metais e qualquer outro tipo de matéria que possa ser magneticamente atraída pelos campos magnéticos. É a habilidade de mover, atrair, levitar e repelir principalmente os metais.
Gasto de MP: 15MP
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue manipular objetos de até 20kg. Quanto mais leve, melhor o controle. Não funciona em objetos desmagnetizados.

Mary Katherine Lencastre
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Filhos de Hefesto
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Adventures of a Demigod Empty Re: Adventures of a Demigod

Mensagem por Macária em Sex Out 18, 2019 2:53 pm


Mary


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 xp - 4.000 dracmas + 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 30%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 20%

Recompensa obtida: 3.500 XP - 2.800 dracmas + 7 ossos + reclamação de Hefesto

Comentários:
Apesar de poucos erros de escrita e da criatividade, eu senti falta de maiores detalhes, assim como o segundo avaliador que também leu sua missão. Por isso os descontos.



this a good death
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