The Blood of Olympus
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Mensagem por Layla Cooper em Dom Out 13, 2019 4:56 pm

Layla Cooper
Filha de Afrodite. Futura renegada.

Observações escreveu:Essa é uma CCFY (creative comes from you) no intuito de afirmar Layla como uma renegada e definir sua saída de modo legítimo do acampamento meio-sangue. O objetivo é colocar a personagem no grupo dos renegados.

Ninguém dizia para a lua quando brilhar. Ou ao sol, para transplantar sua luz dourada sobre as ruas negras da cidade. Quando sabemos que nossa jornada começa? Que o nosso caminho finalmente assinalou com a caneta o início do nosso destino? Tudo é tão relativo quando se trata de condição e permissão que Layla já não se decidia se iria ou não para a festa fantasia. Seu coração começava a demonstrar aqueles sinais de que algo não iria rolar bem, mesmo que a semideusa passasse a ignorar todos os avisos de seu consciente como se ele nem existisse.

Tentava gradualmente não ligar pelo preconceito existente no acampamento pelo fato de ela ser uma mulher bissexual. Os líderes e funcionários ali prezavam para que isso não acontecesse e a semideusa já parecia frustrada. O preconceito existia em todos os lugares e fazia com que a jovem chorasse aos cantos quando via alguém rindo de si e ao máximo escondia seu lado emocional para que não fosse julgada. Alguns dias eram alegria, outros não.

Tudo tinha começado com um visual, visto numa vitrine da primeira loja em promoção que foi avistada pelos seus olhos. Sua saia, seu decote e os sapatos que o acompanhava marcou os olhos da jovem para vesti-lo o mais rápido que pudesse. Não a veja mal, ela é filha da deusa da beleza e vaidade poderia ser tanto o seu defeito como uma de suas maiores qualidades. O que não imaginaria, no entanto, seria que essa “festa” traria a si muitas aventuras, às vezes algumas desejáveis e outras não. Mas muitos haviam rido dela quando a mesma compartilhou a notícia de que iria usá-la na festa.

“Você vai passar vergonha”, disseram. Mas aquela seria a última noite em que a filha da deusa do amor permaneceria em seu chalé.

— Aonde vai, Layla? — Seria bem incomum que Poliana, a amiga de Layla, perguntasse seu destino se não estivesse preocupada com a amiga. Seus cabelos loiros podiam ser vistos pelo reflexo do espelho, o que já notificou de antemão a filha de Afrodite que a filha de Éris chegava perto de si, e mesmo com seu tom calmo e baixo, notava-se sua face criptografada.

— Vou para uma festa. Parece que vai bastante gente e estou bem animada! — afirmou. Poliana jamais gostaria de retirar o semblante sorridente que demarcava o rosto de Lays, mas com sua personalidade materna em relação a colega, sentia a necessidade.

— Você sabe que essas festas são perigosas, não é? — Pausou, com o olhar direto a outra. — Olha que males podem ocorrer a você, Lays! — A filha de Afrodite queria não ter tempo para levar sermão, mordiscando os lábios com um leve sentimento de culpa causado claramente pelas falas da mais velha a sua frente.

— Sim, sei. Mas já estou fantasiada e atrasada e eu gostaria muito de ir. Sou uma semideusa agora, Poli. Sei lidar com as coisas e agradeço pela sua preocupação… Mas dessa vez irei e acabou. — Cortar sua melhor amiga com uma frase daquela lotou a mente dela com pensamentos confusos. Poliana tinha o costume de ofuscar o brilho de sua amiga por sempre se preocupar com tudo, mas daquela vez sua parceira não deixaria que aquilo acontecesse. Estava na hora dela finalmente brilhar como desejava, também!

— Tudo bem… Boa sorte. Se precisar de mim, me ligue! — Sorriu, entregando para ela o número do telefone que ela sempre esquecia. Polianna estava com um sentimento estranho, algo que ela não sabia explicar. Talvez fosse só mau pressentimento?

(…)

Quando finalmente se deu conta de ter chegado, apoiou-se a grade negra que seria o portão da velha construção. Sua maquiagem e fantasia ainda estavam intactas, mas seu pulmão já não aguentava mais tanta escassez de oxigênio.

— Eu nunca mais vou vir a pé, juro. — Suspirou, cansada. Jamais julgou que o destino de sua viagem demoraria tanto para ser concluído, mas passou a entender que tudo aquilo só demorou por conta de seus saltos altos que acompanhavam a fantasia. Ela sentiu que poderia ter os tirado, também. — Eu me superei agora. Devia ter tirado essas merdas para andar… Agora vou parecer uma velha com cãibra porque meu dedo está doendo pra um cacete. — bufava, dizendo.

Com uma grande cabeleira loira, ela se prendeu grade negra do portão e moveu sua atenção a grande decoração da mansão. Quando disseram a ela que a construção seria devidamente preparada, ela desconfiou. Esperava com certeza alguns cartazes e abóboras de plástico enfeitando as paredes e não aquela cena de horror. Via abóboras iluminadas, esqueletos, mortos-vivos e bruxas realísticas por todos os cantos. Mais parecia um cenário hollywoodiano de filme de terror do que nem sequer uma festa a fantasia.

Mas não durou. O pensamento frio que acompanhava o pensamento de Layla voltou a assombrá-la com as lembranças dos risos, do preconceito e ainda mais: da homofobia. Ela não conseguia entender porque as pessoas, — tanto humanas quanto semi-humanas — se preocupavam tanto com a opção de gênero dos outros sendo que isso não mudaria nada em suas vidas. Era tão confuso para ela e não ter ninguém para conversar só estava tornando aquilo pior.

— É melhor que eu vá embora! Ninguém sentirá minha falta, mesmo. — Ela abriu o portão e cruzou o pátio decorado da mansão. Era perceptível ouvir a música vindo de dentro quando entrava no grande salão e suas íris estavam vermelhas, manchadas pelo sentimento de uma mulher infeliz com a vida que tinha. Faria tudo para estragar a festa e para que ninguém mais tivesse felicidade, por isso, dirigiu-se calmamente pelas escadarias da mansão até o último andar.

O ranger da madeira já não incomodava mais seus ouvidos, aqueles ofuscados pelo desejo cru de vingança. A mansão por dentro era decorada com aranhas, teias e com um estilo rústico que só aqueles interiores deveriam ter. O clima perfeito para que Cooper arrancasse duas agulhas de costura de sua saia, guardada para casos de emergência como um tecido rasgado. A sua sorte era que uma pessoa estava no corredor, sozinha.

Aproximando-se do indivíduo, no intuito "inocente" de não fazer nada, Lays sorriu.

— Oi! você poderia segurar minha saia? Julgo que tem um rasgo nela e preciso costurar. Aquele costume chato né, haha! — Sorria.

— É claro! — A inocência do homem idoso em ajudá-la foi o fim de sua visão, a qual rapidamente foi retirada dele no momento que a semideusa perfurou seus dois olhos com as agulhas.

— AAAAAA! VAGABUNDA! — Ele gritava, com os olhos sangrando. A ambidestria da mulher certificou de garantir um bom trabalho em fazer com que ela acertasse o meio de cada uma das íris do homem, também. — Por que fez isso? — Ele agonizava, questionando mesmo assim.

— Cansei de vocês, homens. Tão ridículos a ponto de se acharem maiores que as mulheres. Sou uma mulher, sabia? E você vai pagar por aqueles que acharam o contrário. — Retirou sua peruca, passando-a firmemente sobre o pescoço do homem e pressionando-a. Os fios de cabelos sintéticos serviriam para alguma coisa fundamental naquele debate entre Layla e o senhor de idade: a morte. Bastou cinco minutos parece que o velho morresse, com a alta força exercida sobre seu pescoço.

O corredor durante aquele momento recebeu um grupo de jovens semideuses. O destino com toda certeza não estava a favor da prole de Afrodite.

— ASSASSINA! AAAAA! — Às cinco garotas, — aparentemente bêbadas — correram de volta as escadarias e Cooper, bem... Saiu correndo pelo outro lado em busca da saída de trás da mansão.

— “Eu preciso sair daqui rápido antes que me peguem”. — pensou, abrindo a porta que lhe entregaria a floresta. A festa estava um alvoroço como ela queria, mas, no fundo não sabia se deveria ter feito tudo aquilo só por causa de ser sido vítima de algo que acontece com milhares de pessoas. Ela teria se rebaixado a um nível pior do que os preconceituosos, mas já era tarde demais para retroceder. Os romanos estavam a espreita procurando a assassina do idoso e esse parecia ser uma pessoa importante para o campo romano. Provavelmente um legionário aposentado.

— Meu único destino é a floresta. Me perdoe, Afrodite. Me perdoe, Poli. Eu não posso mais voltar… Não consigo! Penso que não sirvo mais para viver nesse acampamento e é melhor que eu siga minha vida. Mesmo que sofra com isso. — Lágrimas escorriam de seu rosto quando a jovem encarava a lua, rezando para que o olimpo entendesse o seu lado. Mas sabia que não entenderiam. Ela era uma vilã agora e captava a sensação de que jamais voltaria a ser a mesma pessoa.

Era a hora de mudar e seguir novos caminhos. Mesmo que esses a matassem, ela não encararia a face de Quíron e Dionísio a observando com um olhar de decepção.

— Mas se não vou voltar… Pra onde irei? — Os ventos no momento agraciaram seu rosto, invadindo seu corpo e dizendo para que seguisse o caminho da floresta. Seus passos longos para dentro do matagal a fazia vulnerável a diversos monstros e criaturas perigosas que estariam dispostas a devorá-la sem pensar duas vezes. Mas ela escolheu ser assim. Escolheu seguir o caminho obscuro como uma renegada e não se encaixava mais no acampamento meio-sangue. Não seguiria regras e estaria totalmente propensa a traçar seu próprio destino. Essa seria a nova Layla Cooper.

Como pode ver essa CCFY é só para concluir que devido ao preconceito que passou, Layla não se sente mais confortável em seguir o olimpo e ao acampamento meio-sangue. Ela quer viver sozinha e motivada pelo ódio ela acaba matando um ex-legionário romano. Isso com certeza causará ódio no lado romano em questão a semideusa e só culmina com o fato de que ela não poderá retornar ao grego sem que leve uma punição. Eu não entrei em detalhes desse preconceito surtido contra a personagem pois gostaria de incluir isso em outra CCFY de trama pessoal. Também existirá uma continuação dessa CCFY, mostrando a adaptabilidade de Cooper a ser agora uma "renegada". Viver na natureza não será tão fácil assim para ela e sinto que preciso narrar isso.

Em sua situação atual: Está sem roupas, alimento e sem abrigo. Fugiu para a floresta e viverá pelo mundo a partir de suas regras. Isso também será narrado na próxima CCFY. Ademais, obrigada por ler!

Observação: Queria dizer que Layla tem cinco pontos em manipulação, que devem ter assegurado sua mentira ao legionário em questão de sua saia estar rasgada.



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Mensagem por Macária em Ter Out 15, 2019 4:45 pm


Layla

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP – 4.000 dracmas – 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 25%

Recompensa obtida: 4.000 XP – 3.200 dracmas – 8 ossos

Comentário:
Layla,
Eu achei algumas coisinhas bem incoerentes com a realidade, como uma personagem de nível 1 (mesmo com 5 pontos de manipulação) enganar um legionário aposentado. Também notei vários errinhos como palavras que não se encaixam no contexto, repetição de sentenças, dentre outras coisas. Achei um tanto sem sentindo matar uma pessoa que nunca lhe fez mal como meio de descontar a frustração por pessoas que realmente lhe fizeram mal, ainda mais sendo um romano que sequer lhe conhecia, mas compreendo que a dor pode levar as pessoas a fazerem coisas impensadas.
Como consequência, no entanto, por você ter sido vista e saberem quem você é, absolutamente qualquer player pode matar sua personagem já que, agora, ela está sendo caçada por ambos acampamentos. Layla é, oficialmente, uma assassina fugitiva e mesmo sem conhecê-la (ter interagido com ela), os players já possuem motivo para matá-la.



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Mensagem por Layla Cooper em Qua Out 16, 2019 11:08 am

11 minutes

away, so why aren't you here?

Essa CCFY tem o objetivo de narrar as dificuldades enfrentadas pela personagem como uma renegada. Aspectos como sobrevivência serão abordados e também será narrado como a personagem se sente em relação a tudo. Boa leitura!

xxxx


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Localização : Acampamento meio-sangue, queridinha.

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