The Blood of Olympus
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[ccfy - Halloween] The Lost God

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Mensagem por Brian F. Grodick em Qua Out 09, 2019 6:19 pm



 The lost God


15.09. 2019, New York, USA


“Every single day, I walk down the street, I hear people say baby, so sweet”, Brian tocava piano, enquanto cantava Take me or Leave me do musical de Rent. Por influencia de sua mãe, MargieX, ou Margareth Alexandra Grodick, que era uma das maiores cantoras POP da década, o menino sempre tivera contato com o mundo da música, especialmente com musicais de palco.

Embora canadenses, os dois haviam se mudado para NY, quando o menino ainda era criança, justamente para que pudesse ter uma educação musical de melhor qualidade. O garoto amava cantar, performar, compor e tocar. Era como se fosse natural para ele. Nos seus 19 anos já tinha estado em pelo menos três espetáculos na Broadway e diversos shows off-broadway.

Naquela noite, ele estava num dos muitos bares de Karaokê do estado, aquele em específico era conhecido por ser o mais próximo de Julliard, uma das mais concorridas universidades de Artes do mundo, da qual Brian tinha adentrado e era muito orgulhoso do fato. Toda sexta feira depois das aulas o menino e muitos outros alunos do curso de música iam para lá afim de cantar e beber, era o que o garoto mais gostava de fazer.

Brian, embora sempre muito agitado, nunca gostara muito de sair para baladas e encher a cara, até porque, oficialmente, ainda não podia beber. O que ele mais gostava era de estudar música, artes marciais e, claro, arco e flecha. Não era um treinamento comum neste.... século. Porém, Brie também não era normal. Além de liderar um grupo de prática de arco e flecha na faculdade, Brian era um semideus.

Nunca gostara do termo, ou do status. Com 12 anos, ele havia sido mandado para o acampamento meio-sangue, um local onde os filhos dos deuses faziam estadia, se preparando para qualquer situação possível envolvendo monstros e deuses. Lá eles treinavam e estudavam tudo que era preciso para se tornar um herói, como os grandes nomes das epopeias gregas.. O local não era muito longe de onde morava com sua mãe, também em Nova Iorque. Treinou todo tipo de coisa, porém, aos 16, decidiu que voltaria ao mundo mortal. Ser um guerreiro não era o que Brian queria, ser um cantor, por outro lado, era o sonho.

“No way can I be what I’m not, but hey, don’t you want your girl hot?”, enquanto cantava Brian notou que alguns homens estranhos adentraram o local. Mesmo sendo um bar bem conhecido em Manhatam, o menino sempre reconhecia quem andava por ali, porque normalmente eram alunos do Campus ou algum cantor das ruas de NY. Estes três, porém, eram estranhos, pareciam alheios ao ambiente.

O menino revirou os olhos e puxou sua mochila, que estava encostada no banco do piano. Por sorte, sexta-feira era também o dia do clube de Arco da faculdade, ao qual Brie era presidente. Porém nem tudo eram flores. Tudo que carregava naquela noite era um arco de metal e uma alabarda cheia de flechas comuns, algumas de metal, outras com cabo de madeira.

Algo estava errado. Brie estava acostumado com monstros o encontrando, mas não daquela forma. Normalmente, o encontravam quando estava sozinho, ou quando precisava usar algum telefone. Não no meio de 100 pessoas, dentro de um dos bairros maios movimentados de uma das cidades mais populosas do mundo.
                                                                                                         
Os homens o encararam, avançando, Brie precisava sair dali. Mesmo com a névoa era perigoso enfrentar monstros em meio a tanta gente. Especialmente aquele monstro. Uma mistura de medo, angústia e senso de responsabilidade fez uma corrente fria passar por todo o corpo de Brian, que armou-se, colocando a alabarda nas costas e empunhando o arco.

Com uma força descomunal, eles  jogaram o piano contra a parede, fazendo as pessoas no bar saírem correndo, aterrorizadas. Brian sabia que elas não viam um terço do que acontecia ali. Deixou que a névoa se dissolvesse diante dos seus olhos. O que antes eram homens, agora era um dragão com três cabeças de 2 metros e meio de altura por 3 de largura, uma hidra.

O animal rugiu, enquanto Brie corria, tentando afastá-lo das pessoas, embora a tarefa fosse tudo, menos fácil. Correu pelas ruas com o arco na mão. Mesmo sendo grande, a hidra se movia com certa rapidez, não era ágil, mas dava passos largos, devido a sua estatura.

Com sua calda, arremessou um carro parado no encostamento na direção do garoto, que se jogou, empurrando uma senhora que andava pela calçada para dentro de uma loja, afim de tira-la do caminho. Ela o xingou de todos os nomes possíveis, além das pessoas o olharem como um maníaco, mas Brian estava muito ocupado rolando para frente, afim de desviar do automóvel para prestar atenção na opinião alheia.

Lançou uma flecha contra o bicho, que ricocheteou-a com a calda. Continuou correndo, virou duas esquinas a direita, outra a esquerda, sempre empurrando pedestres para dentro de lojas pelo caminho e sendo chamado de louco. De repente se encontrava numa rua quase deserta, exceto por uma barraca de comida chinesa e dois clientes sentados, comendo algo que o menino não fazia a menor ideia do que era.

Havia apenas um problema em todo o desenrolar desta história, hidras não morriam facilmente, suas cabeças não só se auto-regeneravam, como se multiplicavam a cada vez que eram cortadas. O único modo de colocar um fim ao monstro, era ateando fogo, mas Brie não sabia como o faria. Embora pudesse gerar fogo com as mãos, não era nem mesmo perto de ser suficiente para matar o bicho. Precisava de um plano e para ontem. Maldito momento em que o semideus havia renegado o acampamento para viver seu sonho de se formar em música e ser um astro da Broadway.

Teve uma ideia maluca, podia funcionar, mas seria odiado e possivelmente procurado pela polícia. Havia um carro estacionado uns 80 metros para frente da barraca, na demarcação de um estacionamento de uma loja de materiais de construção fechada. Provavelmente pertencia ao casal na barraca. A ideia do menino era insana, mas poderia funcionar, ele correu para próximo do carro, atraindo o bicho.

Enquanto o bicho corria, ele lhe atirava flechas sem parar, porém quase todas eram desviadas com a força do animal. Até que uma acertou o dorso, abrindo um corte leve, raivoso, o animal rumou com toda força contra o menino. Quando estava perto o suficiente, Brie lhe acertou outra flecha no mesmo local, abrindo mais o ferimento, depois deslizou por debaixo das pernas da serpente, segurando o arco para não lhe escapar.

Antes que ela pudesse correr, ele gerou uma bola luminosa com as mãos e colocou fogo na ponta da próxima flecha, que mandou em direção ao tanque do carro, explodiu, fazendo a parte inferior do animal pegar fogo, todavia ele ainda continuava vivo. O casal correu até o garoto, a fim de espancá-lo, xingá-lo, matá-lo, Brie não fazia ideia, mas não estavam felizes pelo menino ter destruído o veículo, o semideus teve outra ideia maluca.

— Se vocês não correrem daqui, vão morrer –
falou com uma voz de psicopata. Filhos de Apolo não podiam mentir, mas podiam manipular a verdade, e era verdade que eles iriam morrer se não saíssem dali – saiam todos – gritou, enquanto via o animal pegar a porta destruída do carro e lançar contra ele. Empurrou o casal, derrubando-os e abaixou o mais rápido que pôde.

O fogo havia começado a se alastrar pela rua, consumindo um poste ao lado do estacionamento, o corpo do bicho, porém, embora muito machucado, não parecia tão fácil de atear fogo e as chamas começavam a apagar, devido a sua pele grossa, que não permitia que o fogo espalhasse com facilidade. Porém, a hidra andava com dificuldade.

Brie lançou mais uma flecha, que passou por entre as chamas e o cabo de madeira começou a arder em chamas. Quando a flecha acertou o machucado do animal, ela penetrou profundamente em seu músculo, deixando parte do cabo dentro do corpo da hidra, permitindo assim que o fogo adentrasse sua carne e o bicho voltasse a arder.

Todavia, Brian não iria conseguir mata-lo. Chegou a essa conclusão depois de perceber que, embora com dor, o bicho ainda vivia. Mas conseguiu segurá-lo. Começou a correr, tentado escapar dali, quando ouviu vozes atrás dele.

— Polícia, mãos na cabeça –
o menino ouviu um grito. A policia havia chegado, junto com o casal dono do carro e o dono da barraca.

Continuou correndo, agora com mais afinco, pulando o foco de fogo. O animal, que tentava se livrar das chamas, tentou segui-lo, mas estava fraco e não conseguiria acompanhar o passo. Felizmente, embora houvessem partes em que o fogo não estava tão alto, o incêndio impedia que os policiais continuassem de carro. Correu o mais rápido que conseguiu e entrou numa lanchonete que ainda estava aberta, algumas ruas a frente, uma rua que era cheia de restaurantes que funcionavam durante toda a madrugada.

Respirou fundo. A camiseta branca com manga dourada estava toda rasgada e com algumas faíscas, pelo menino ter passado entre o fogo, ele estava suado, com certeza não seria bem-vindo no restaurante. Enganou-se, assim que entrou, um garçom de cabelos dourados deu-lhe boa noite e levou-o até uma mesa.

Algo estava errado. Muito errado. A polícia adentrou o local e o mesmo garçom que havia atendido Brian havia acabado de informar que ninguém passara ali na última meia hora. Brian manteve o arco em mãos, um tanto receoso, pois as flechas estavam perto de acabar.

O homem sorriu – Filho, não me reconhece? – Apolo possuía os mesmos olhos azuis vibrantes do garoto, embora fosse muito mais alto. Mesmo no acampamento, nunca conversara com o pai pessoalmente, apenas vez ou outra por sonho ou alguma mensagem divina.

— O que.... – o menino tentou falar, mas o pai o impediu, com um gesto de quem já iria explicar tudo. Apolo costumava ser um pai um tanto mandão e egocêntrico, não gostava muito de ouvir seus filhos, mas adorava falar.

Deuses...

— É hora de você retornar ao acampamento, –
o tom do deus era sério – mas não só isso, aquela Hidra não estava atrás de você, estava atrás de um deus que se esconde por entre os mortais, Prometheus. - Brian lembrou que o titã não era muito bem visto entre os olimpianos, especialmente Zeus

Apolo explicou que o titã responsável por ensinar a arte do fogo a humanidade, havia retornado e como sempre, fascinado pelas pessoas, se escondia no mundo mortal. Continuou, dizendo que era importante que o deus deixasse o mundo dos seres encarnados, porém era quase impossível convencê-lo. A tarefa de Brian, era pelo menos levá-lo até Quiron. Sua estadia estava atraindo os mais diversos monstros, criando uma epidemia maior do que o comum de criaturas andando pela superfície

O deus entregou um arco dourado ao filho. Brian podia reconhece-lo. Era um dos arcos do arsenal do Acampamento. Mesmo na única vez que seu pai se atrevera a dar as caras, não se prestou a dar um presente se quer. Apenas respirou fundo.

O arco élfico tinha cerca de 1,5m, 25cm a menos que o garoto. Não havia vindo com uma alabarda, nem precisava. Seus entalhes pareciam falar com o garoto, era como se fossem um. Era como se o arco o entendesse mil vezes mais que o próprio pai. Este, possuía flechas incorpóreas de pura energia, que apreciam assim que sua corda era puxada.

Depois de ouvir o pai, Brie saiu do restaurante e voltou para casa, a fim de pensar sobre como poderia encontrar um deus disfarçado. Sua única certeza era que Prometheus estivera no bar com o menino, e se estivesse certo, devia ser alguém que costumava frequentá-lo com assiduidade, pois não havia muita gente nova naquela noite.

***

No dia seguinte

Brie havia passado a madrugada pensando nas múltiplas possibilidades para o deus, haviam alunos do novo semestre, haviam professores, cantores de rua, não sabia muito bem como encontrar um deus, até que forçou-se a lembrar do dia anterior com maior clareza. Quando a hidra adentrou o local, devia, de alguma forma, sentir a presença do deus. Todavia, ela havia ido direto para o palco, onde estavam apenas o garoto e o violinista que costumava trabalhar no local.

Seria Prometheus um violinista? Fazia sentido, já que os grandes filósofos do passado, de quem o deus se orgulhava por ter inspirado, eram todos bem instruídos na arte da música e da melodia. Ironicamente, Brian conhecia o violinista.

Theo.

Além de tocar no bar todo fim de semana, ele dava aula de filosofia e história da arte em diversos blocos da faculdade. Incluindo o bloco do garoto. Prometheus era seu professor. Se fosse verdade, não seria difícil encontrá-lo, uma vez que neste sábado ele daria uma palestra sobre arte e literatura romântica.

— Eu vou ter que voltar ao acampamento, – falou, enquanto fritava os ovos para o café da manhã – meu pai apareceu, me mandou numa missão.

— Seu pai? – Margareth estava incrédula, não pelo fato do menino voltar para Long Island, mas com o fato de Apolo ter dado as caras. Brian explicou toda a história, desde a hidra, à missão, até o “presente” do pai para ele. A mãe, embora um pouco tensa, parecia apoiar a ida do filho.

Sem mais delongas, deu um longo abraço na mulher, trocaram algumas despedidas e ele partiu. Não estava acostumado a ficar longe da mãe, parecia besteira, afinal, ela ainda estaria próxima, mas Margie era tudo que Brian tinha de mais verdadeiro. Ele rumou em direção à faculdade, com o novo arco sempre em mãos.

O teatro, onde o professor falava, era amplo, com um enorme palco de taco de madeira, belas cortinas vermelhas, mais de 500 cadeiras acolchoadas de mesma cor e um enorme espaço para o camarim atrás das belas coxias. O menino conhecia bem o local, onde havia performado ao longo de um ano em Julliard.

Depois de assistir toda a palestra, o menino foi atrás do professor, com a falsa desculpa de que queria material extra para continuar uma pesquisa sobre o tema, já que havia ficado fascinado pelo assunto – o que não era de todo mentira, ele de fato gostava de literatura romântica, principalmente os poemas ingleses do período. Sem saber muito como perguntar se o professor era ou não um deus, Brian iniciou e desenvolveu a conversa em torno de Lord Byron, um dos principais romancistas ingleses.

O homem aparentava ter em torno de 45 anos, cabelos que misturavam um tom de preto com uma série de fios grisalhos, um rosto marcado por rugas e expressões de idade, uma pele levemente bronzeada pelo Sol e olhos castanhos. Tinha mais ou menos a altura do garoto e usava um terno marrom extremamente alinhado, um cinto e um sapato – ambos de couro – e um chapéu bege claro.

A conversa se estendera por cerca de uma hora. Até então, o plano era ganhar a confiança do professor e rondá-lo, mas se de fato fosse Prometheus, não saberia ele que Brian era um semideus? Se sabia, não pareceu se importar. Quando o professor finalmente se convencera de que deveria ir embora, as suspeitas se confirmaram.

Uma quimera entrou no auditório, rugindo. Brie sacou o arco, que estava repousando na cadeira ao lado. O professor não parecia nada surpreso, nem com a um arco dourado cheio de entalhes, nem com o animal, meio leão, meio serpente, é claro que podia ser a névoa, mas ele estava muito calmo.

— Prometheus, a criatura está atrás de você, não? – Brian indagou, se colocando a frente do professor, enquanto o animal rumava em sua direção, poderia ser um movimento ousado, já que podia acabar sendo apenas um mortal, mas o semideus confiava em sua intuição.

— Como? – O professor riu – Meu nome é Prof. Dr. Theo of Sofos, acho que você bebeu um pouco demais ontem, jovem. - continuou, sem se importar com a criatura, como se não a visse.

Brie atirou uma flecha na direção do animal, que pulou agilmente para o lado, afim de desviar. O professor, sentado na cadeira, puxou um livro da bolsa que carregava e começou a ler. Brian soltou uma risada, enquanto desviava de uma das garras da quimera, que agora já havia chegado até ele. Havia entendido.

Jogou o arco para o lado e segurou a pata do animal com toda a força que tinha depois soltou e rapidamente rolou para o lado, mas o animal pulou em cima dele enquanto ainda estava no chão. Mais uma vez se arrependera de não ter treinado com tanto afinco.

A calda do animal, que era uma cobra, tentou acertar a perna do semideus, mas ele dobrou-a dando uma joelhada na barriga do animal, que tentou mordê-lo, mas ele jogou a cabeça para o lado. Precisava se soltar, ou iria morrer. Ouviu um barulho de metal escorregando no chão, uma faca havia sido jogada em sua direção.

Mesmo com os braços presos, estava próxima o suficiente para ser pega, usou para cortar uma das patas da quimera, que urrou e soltou o semideus. O professor carregava consigo uma faca de bronze celestial do acampamento. Suas dúvidas haviam sido sanadas, se é que ainda restava alguma.

Em pé, Brie se afastou do animal e mirou-lhe a faca, acertando em seu dorso, enraivecido, mesmo fraco o animal pulou mais uma vez contra o menino. Desta vez não o derrubou, mas conseguiu morder seu ombro. O semideus gritou. Chutando a criatura no dorso machucado. Para pôr fim a luta, pegou o arco do chão, se afastou o máximo que pôde, correndo de costas, segurou a arma com a força que lhe restava e atirou no machucado do animal, matando-o.  

— Theo of Sofos? – Brian riu, vendo o animal pulverizar – O Grande Prometheus, criador da humanidade, só teve criatividade para isso? – Brian viu um sorriso se formar na face do titã – O deus dos sábios.

— Você é um homem inteligente, Brian – suspirou, o deus retirou alguns materiais de primeiros socorros daqueles que pessoas preparadas carregam consigo e fez um curativo no menino, dando-lhe também um pouco de Ambrósia – venho lhe observando e sei o que vai me pedir. A resposta é não.

Prometheus alegava que jamais tivera o merecimento necessário entre os deuses e os imortais. Zeus mandava monstros patéticos para atormentar sua vida humana, os titãs sempre o renegaram, como amigo dos deuses, os deuses o renegaram como amigo dos homens, mas os homens nunca amaram ninguém além de si, e pelo menos não mentiam sobre isso.

Era fácil viver por entre os mortais, era prazeroso observar que nas suas vidas simples, encontravam alegria tristeza e luto e podiam celebrar o que era viver e mais importante, o que significava morrer. Os deuses nunca tiveram a sútil visão da morte, pois sempre encontravam algum jeito de voltar.

— Uma música muito inteligente nos diz que temos que viver cada minuto como se não houvesse problemas – continuou o deus – Entre os imortais, nem viver eu posso,

— No mesmo musical, sábio deus, diz-se também que todos temos um papel - Brian desafiava o deus num conhecimento musical, sabendo que perderia – e o seu não é entre os mortais, aqui, você apenas coloca a vida dos seus tão amados seres em perigo.

A conversa se estendeu por todos os solos da Disney, quando Prometheus quis dizer sobre seu amor pelos homens, cantou “Part of that World”, Brie respondeu com Under the sea”, o deus respondeu com “How far I’ll go”, de Moana, Brie cantou Monster, do musical da Broadway de Frozen e assim se sucedeu, até caírem nos musicais da Broadway e de repente tínhamos um deus cantando “I Dreamed a dream”, Brie respondeu com “Bring him home”, depois completou que não poderiam continuar com aquilo e que o deus tinha que fazer o que era certo.

Depois de muito relutar, pelo bem de sua amada humanidade, aceitou, mas pediu um último dueto entre um violinista de bar e um aluno de música.

— Nós dois somos iguais, Brian – um sorriso preencheu o titã – renegamos nossa casa para viver o sonho de liberdade, mas hoje voltamos a prisão do Destino.

“I’ve heard it said, that people come into our lives for a reason, bringing something we must learn….” Rumaram ao acampamento.



Armas e Poderes:
• Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. |  Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

Nível 1
Nome do poder: Toque Quente
Descrição: As mãos dos filhos de Apolo/Febo são calorosas, macias e quentes. Se o semideus se concentrar o suficiente, será capaz de tornar as palmas das mãos vermelhas, e com elas, acender uma tocha. O fogo desse poder não se expande, pois ainda é pequeno, e também não causara estrago, mas pode iluminar um lugar escuro.
Gasto de Mp: 5 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhu
Brian F. Grodick
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Eruditos de Prometheus
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Mensagem por Minerva em Qui Out 10, 2019 9:03 pm


Brian

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP – 4.000 dracmas – 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 30%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 19%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 15%

Recompensa obtida: 3.200 XP – 2.560 dracmas – 6 ossos + Arco

Comentário:
Brian,
Eu fiquei me perguntando o que eu perdi que não percebi quando saiu do local já que em um momento você narra que o piano foi arremessado e no segundo seguinte, há um carro sendo arrastado. No caso de "rabo" seria "cauda". Sua missão então passa a ser um completo caos após o surgimento da hidra. Sua gramática não é ruim, tem alguns errinhos, nada gritante. Mas os fatos parecem ser inseridos sem pensar bem em como os está inserindo e em como esse informação chega para quem lê.
No mais, eu não tenho muito o que pontuar. Sugiro que faça uma ficha/CCFY para ser oficialmente um filho de Apolo (para adentrar o grupo).
Minerva
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Deuses Olimpianos
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