The Blood of Olympus
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[MF] August Damon Wolfstorm

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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Ter Out 08, 2019 10:09 pm

Tópico para postagens de Missão Fixa da festa mais legal do ano.
August Damon Wolfstorm
August Damon Wolfstorm
Filhos de Ares
Filhos de Ares

Idade : 25

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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Ter Out 08, 2019 10:29 pm


The little toy soldier!
But no one wants to pay the price;


M
eus olhos se abriram lentamente. Uma festa para semideuses não era exatamente minha definição de festa, ainda mais em um ambiente para adolescentes onde a maioria era menor de idade. No fundo aquele festão de Halloween não parecia ser exatamente feito apenas para os meio-sangue, ouvi dizer que algumas criaturas e até divindades estariam no local. O gole desceu quente pela garganta, a vodca misturada com alguma bebida que eu certamente não saberia nomear, algo parecido com ponche. Por alguma razão moral e estúpida aquela festa não tinha nada alcoólico para beber, então tive que trazer uma bela garrafa de Stolichnaya comigo. Não era o maior teor alcoólico do mundo, mas também não ficaria sóbrio a noite toda.

- Argh! - Exclamei tomando mais um pouco, dessa vez diretamente da garrafa. A dose desceu quente, mas não tanto quanto a primeira. Não tinha que me preocupar em ser pego bebendo, primeiro que ninguém ali realmente era capaz de identificar alguém, existia uma especie de magica no local, segundo que mesmo sendo pego eu já era maior de idade e não existia ninguém, absolutamente ninguém que havia me alertado sobre consumir algo no local, as bebidas da balada simplesmente não eram alcoólicas. "Pera, isso é mesmo uma balada?", o pensamento me ocorreu, "Bem, não importa" completei e afastei isso da mente. Saí de perto da mesa de bebidas e me dirigi até um canto mais afastado.

Existia um ponto mais afastado da atenção da festa, mas haviam muitos semideuses nesse lugar, depois de acender um cigarro e escutar alguns gemidos resolvi andar um pouco mais. "Apesar que essa não seria uma ideia ruim", determinei enquanto andava, "Eu podia me preocupar em encontrar alguém e se divertir, estou mesmo precisando relaxar", concluí ao passo que seguia para o castelo sem perceber. A ponte que conectava o labirinto ao monumento por si só era incrível, mas aquela construção em pedra, com torres e fortes ao redor me deu arrepios. "O Castelo", pensei. Do outro lado da ponte havia uma mulher com cabelos negros. Estava de máscara, mas tinha um olhar assustador e atraente ao mesmo tempo.

Ela se moveu e entrou no castelo justo quando eu estava perto o suficiente para ver a cor de seus olhos: Lilás. "Não é uma cor muito comum", pensei e adentrei o edifício logo atrás dela. Ela seguiu alguns corredores até que finalmente parou em frente a uma porta de ouro. Ou aquela porta era feita de ouro maciço ou tinha sido bem pintada, de toda forma era grande e imponente. Quando finalmente me aproximei da mulher percebi que algo não estava certo, todos os corredores do castelos eram cheios de pessoas e decoração, aquele era o segundo corredor que não havia ninguém ou tão pouco decoração, tudo naquela parte do castelo era sem vida.

- Que lugar é esse? - Questionei e ela sorriu, agora estava perto o suficiente para ver os detalhes de seu rosto, seus cabelos negros formavam belos cachos e sua pele parecia não parecia ter nenhuma imperfeição, mesmo não podendo ver seu rosto por completo não pude deixar de notar como seus lábios eram finos. A presença da mulher era gelada, morta, mas ainda muito atraente. "Como uma pessoa sem vida pode ser atraente?", questionei. Ela colocou um dedo sobre meus lábios logo que eu terminei de falar. Sua pele era extremamente fria, como a de um cadáver, mas seus olhos eram cheios de vida. Por um longo momento sua presença me deixou incomodado.

A mulher finalmente desencostou sua pele da minha e abriu a porta, aquele momento deveria ter durado alguns segundos. Eu segui pelo portal e senti um calafrio na pele. O outro lado da porta deveria levar a algum tipo de jardim, mas tudo parecia sem vida. A grama estava amarelada e seca, as flores murchas e quase negras e havia uma árvore no centro. Uma mesa com duas cadeiras de ouro indicavam que há muito tempo atrás pessoas frequentavam o lugar. "Este lugar é incrivelmente antigo, será que pertenceu mesmo a um rei?", imaginei enquanto seguia para a mesa.

Continuei me perguntando sobre a história do local enquanto pensava em outras possibilidades para aquela mulher estar ali, "Ela conhece o lugar?", indaguei em pensamento. A mesa estava perto da árvore, mas não muito. Deixei a garrafa de vodca ali em silêncio. A moça se dirigiu para a mesa comigo, lançou um olhar longo e triste para as cadeiras e se virou em direção a arvore. - Hey, você já esteve aqui? - Questionei com certa preocupação, talvez a moça fosse uma deusa que havia conhecido o antigo dono do castelo. "Mas então por que ela me mostraria esse lugar?", me perguntei.

O vento sibilava suavemente e a morena parecia interessada em responder, pela primeira vez seus lábios se separaram com intenção de formar palavras, mas tudo que eu consegui escutar foi o som abafado de uma pessoa muda. Lancei um olhar mais intenso sobre a dama, não era fácil, ela estava coberta pela escuridão e a única fonte de luz do jardim era a própria benção de Ártemis. A lua brilhante não desapontou e eu finalmente consegui entender, a mulher não tinha língua, não o suficiente para formar uma palavra completa. Pelo que eu entendia de atos sanguinários aquela garota resistiu com todas as suas forças ao decepamento, mas não foi o suficiente para evita-lo.

Antes que eu pudesse tentar outra forma de me comunicar a porta se fechou com um estrondo, inevitavelmente me virei para o portal com um certo receio. Não havia me lembrado de fechar a porta, mas certamente não me esqueceria do estrondo, aquela altura alguma coisa havia trancado a porta. Me virei para encarar a dama, para perguntar de forma simples. - Que diabos foi isso? - Disse com um tom mais irritado, mas a beleza indescritível da moça havia sumido, olhei para o chão procurando por pegadas, nada complicado com aquela vegetação morta, mas nenhum indicio de que a mulher sequer estivera ali se mostrava real. Corri para a porta, rezando para os deuses que eu não estivesse preso.

- Porcaria! - Disse ao confirmar minhas suspeitas. Olhei em volta e respirei fundo, não havia nenhuma outra saída do lugar, o jardim tinha apenas uma entrada, cercado por muros altos demais para escalar. Voltei minha atenção para a porta, haviam tantas perguntas sobre aquele lugar, mas aparentemente eu estava preso em uma versão medieval de Escape Room e precisava encontrar a saída. - Talvez a resposta seja força bruta, porque não? - Questionei para o jardim silencioso, mesmo sabendo que provavelmente aquela não era a resposta.

Concentrei toda minha energia na planta do pé direito e chutei com toda minha força a pequena abertura, o som metálico interceptou meus ouvidos. As portas se abriram com a pancada, mas não completamente, duas mãos decompostas seguravam as extremidades da mesma e sua dona me deu arrepios: Era a mesma mulher de antes, mas com uma aparência morta e decomposta. Seus olhos continham uma fúria indomável e a porta que eu mal havia aberto, agora estava fechada com um grito estridente de fúria.

O impacto foi muito mais forte que o normal, de maneira a me arremessar três metros no chão. Com um baque surdo eu caí de costas - Mas que po... - Comecei e antes que eu pudesse concluir a frase escutei um barulho que se parecia com raízes estourando, em um súbito instinto virei a cabeça em direção ao barulho, ainda deitado. - Claro, era isso que eu precisava. - Retruquei, cerrando os dentes enquanto observava: Bem na minha frente a grande árvore cinzenta não parecia tão morta assim.

Eu ainda não sabia identificar a espécie, mas tinha cerca de dois metros e um tronco razoável. Certamente já havia sido maior e mais imponente do que aquilo, mas agora estava fraca e extremamente seca. Antes que eu pudesse me dar conta a coisa começou a se mover e ao mesmo tempo pedaços de madeira estavam caindo do tronco, algo ainda pior estava por vir. - Vá... Embora... - Disse uma voz lenta e retumbante, o rosto grosseiramente entalhado da criatura demonstrava irritação.

Em um movimento ágil me coloquei de pé e calculei a distância entre nós, reconheci a criatura dos treinamentos e se não estivesse enganado aquele era um Ent, já enfraquecido pelo tempo. Todos os Ents tinham o proposito de guardar alguma coisa e aquele jardim escondia um segredo, certamente ligado aquela mulher. Eu estava a cerca de cento e trinta metros da criatura e a distância estava se encurtando. "Qual era a distância exata que os monstros tinham preferência por atacar?", me questionei enquanto tirava o colar de alabarda de dentro da roupa colada, aquela fantasia não traria muita proteção, mas certamente era um traje confortável para lutar. - Fogo é a melhor forma de derrotar a criatura, o combate próximo e distante não são boas opções. - Disse para mim mesmo em tom de voz baixo. A arma ganhou forma.

"Certo, a criatura pode atacar á distância e eu não. Para mata-la vou precisar me aproximar", pensei em um raciocínio acelerado. O monstro tinha a vantagem da distância, mas se eu acertasse com força e precisão suficiente poderia finalizar a luta rapidamente. Precisava bolar uma combinação de ataque, pois já estava me lembrando das variações que aquela árvore podre tinha. Sem pensar duas vezes segurei a alabarda na diagonal, o plano era me aproximar voando e usar toda minha pericia com machados para derruba-lo, fazendo um ataque impactante de cima para baixo, usando a própria gravidade ao meu favor.

Antes que eu pudesse colocar meu plano em pratica fui atacado. O movimento da árvore me distraiu e me impediu de notar seu ataque. Enquanto encurtava nossa distância para cento e vinte metros, a criatura gerou espinhos e os lançou concentradamente como uma flecha. Graças ao sexto sentido herdados de Ares fui capaz de pressentir o ataque um pouco antes¹. Usei os poderes de voo e  me desloquei para a direita, subindo apenas um metro do chão². A concentração de espinhos passou zunindo pelo meu ouvido esquerdo. Estava pronto para me aproximar, apertei bem a arma entre os dedos e usei toda velocidade que eu tinha, em poucos segundos já estava encurtando nossa distância. O monstro mudou a feição de raiva para um sorriso desdenhoso, se é que árvores podiam sorrir.

A aproximação não parecia uma má ideia até que o chão sobre meus pés começarem a tremer. "Certo, Ents podem criar abalos sísmicos", pensei rapidamente enquanto continuava a me aproximar da criatura. Agora eu podia me concentrar no padrão de criação de espinhos, uma vez que já estava alarmado sobre este tipo de ataque. Outra saraivada de espinhos passou zunindo ao meu lado e alguns acertaram meu ombro esquerdo. Eu ignorei a dor, "Só uns arranhões não fazem mal, mais realismo para a fantasia", pensei sarcasticamente. Foi então que percebi, os tremores de terra não fariam sentido nenhum se eu estava voando, talvez os espinhos fossem só uma distração para me manter concentrado.

Finalmente os tremores pararam, mas aquele não era um bom sinal, eu estava a cerca de cinquenta metros do alvo e prosseguindo quando finalmente a explicação veio a tona. "Estacas, esse maldito pode criar estacas", me recordei do treinamento e estudos sobre monstros enquanto uma torrente de espinhos de pedra começaram a me perseguir, para piorar a situação não adiantava nada me aproximar ainda mais se não fosse capaz de resolver o problema, os espinhos ficariam ainda mais numerosos. Não tinha razão em subir ainda mais, os espinhos agora eram três fileiras aparecendo atrás de mim com certa velocidade, estavam começando a se aproximar e podiam atingir alturas maiores das quais eu era capaz de alcançar. Parei bruscamente o controle de ar. Com alguns metros de vantagem fui derrapando por conta da inércia, mas ainda me mantendo de pé de alguma forma. Deitei a alabarda na horizontal e apliquei um corte forte. O tilintar da arma com as pedras se espalhou pelo jardim.

A movimentação por si só foi muito rápida, eu não podia pensar muito a respeito das minhas ações, rolei para frente em direção ao que sobrou das estacas de pedra e virei para as raízes que salientavam para fora do chão seco, Ents podiam criar estacas de madeira se você estivesse perto o suficiente. Estava pronto para decepar as pontiagudas madeiras quando o monstro grunhiu. Me virei um instante para encarar o sorriso dele, tinha algo de errado, tudo aconteceu em menos de um segundo e quando fui capaz de notar já era tarde, o chão voltou a tremer e me desequilibrou, tudo que eu podia pensar era em como morrer assim seria ridículo.

"Pele de bronze", pensei de forma idiota na esperança de que desse certo. Se eu não fizesse nada as estacas de madeira da criatura iriam perfurar meu cranio, estômago e pulmão, a única habilidade que eu conseguia me lembrar era de transformar minha pele em bronze, havia escutado umas conversas sobre como alguns filhos de Ares já haviam realizado a proeza e na época não podia deixar de pensar em como fazer aquilo seria útil quando estivesse perdendo em uma luta. Meus olhos se mantiveram fechados, apesar de não terem se passado mais de dois segundos enquanto eu estava caindo, só fui capaz de abrir minhas pálpebras quando escutei o barulho de metal atingindo meus ouvidos, dessa vez não do machado, mas da minha própria pele³.

A ponta das estacas se lascaram em contato com o bronze. Eu me levantei só para cair outra vez, a alabarda ainda na minha mão como uma benção do meu próprio "pai". Armas só poderiam cair de nossas mãos se assim desejarmos⁴: - Bem, sua árvore maldita, temos uma mudança de planos. Essa noite eu vou brincar de lenhador. - Disse em tom de sarcasmo para o Enk, que não gostou do que ouviu, mas em vez de retrucar simplesmente enviou outra saraivada de espinhos e tremores.

Se aproximar mais ainda não foi fácil, o plano de voar não era mais uma boa ideia sem a longa distância de voo para me impulsionar. Estar dentro dos vinte metros de alcance da criatura não era uma coisa boa também, mas eu não tinha nenhum poder de fogo ou armas á distância, mesmo sendo essa a área de maior risco eu estava fazendo progresso. Desviando, rolando e me salvando com bronze quando mais estacas apareciam de surpresa. Por alguma razão a árvore também continuava a se aproximar, paciente e calma como só a monstruosidade parecia ser capaz de fazer.  Eu ainda podia tentar derrubar a árvore, mas não seria tão simples assim.

Dei outro impulso voando levemente na diagonal e a criatura entrou no meu campo de contato. A arma ainda estava firme na minha mão, a couraça de bronze ainda protegendo meu corpo e garantindo ao menos algum tipo de segurança. Me concentrei em atacar as raízes da árvore, decepando-as com vigor. Ao voltar para o chão senti outro abalo nos meus pés, cai de joelhos desequilibrado e o Ent se curvou me atingindo com seus galhos secos. A pancada foi mais forte do que eu imaginava, me arremessando de costas. Rolei para o lado enquanto outro ataque físico da árvore descia na minha direita.

Senti uma coisa se remexer dentro de mim, cerrei os dentes e levantei minha arma em direção aos céus. - Οι γύπες θα φάνε τη σάρκα σας -⁸ Gritei com raiva, um trovão estourou no horizonte, mas não estava mais com a pele coberta de bronze então nem precisava me preocupar. Sentia algumas gotas de sangue escorrendo pelo pescoço e minha fantasia estava realmente danificada dali para frente. Me levantei em um salto, com fúria rugindo dentro de mim, como se um desejo sanguinário simplesmente tivesse despertado, um desejo de ferir a arvore, mata-la e deixar seu jardim podre em chamas.

"Se segura August, você vai perder o controle", pensei tentando me acalmar, mas uma outra parte desejava o caos "Foda-se", xinguei na minha própria mente. Durante toda minha vida tive grande facilidade em me manter calmo, racional, mas simplesmente havia um ponto em que uma chave virava dentro de mim, eu agia por instinto e desejo de morte, aquela era a única real herança de Ares que eu podia chamar de minha. Aquele poder de fúria que mais parecia uma maldição, aquilo que havia me custado tanto e tantas vezes. O Ent estava pronto para me atacar, rolei para a esquerda e desviei de uma outra saraivada de espinhos enquanto os abutres que eu havia invocado finalmente chegaram.

As aves desceram em um rasante e começaram a lascar a árvore. O monstro tirou seu foco de mim e atacou os pássaros raivosamente, aproveitei a abertura e dei a primeira pancada no monstro. A alabarda criou uma rachadura profunda na madeira e eu sorri desdenhoso. O Ent urrou de dor ao sentir o contato com a lâmina de ouro. Puxei a arma e apliquei outro golpe no mesmo lugar, usando a arma na horizontal. Em seguida não tive tempo de pensar, só usei meus instintos para sair do caminho enquanto o primeiro dos abutres foi levado ao chão. O pássaro ficou entrelaçado com os galhos e praticamente se desintegrou com o impacto.

A raiva ainda cobria meu corpo como um fogo impossível de apagar. Desviei de outro golpe enquanto as aves aproveitavam a abertura para atacar. Uma saraivada de espinhos que parecia ser direcionada para mim foi de encontro com o meu segundo o aliado e finalizou sua breve vida. Usei a parte de lança da Alabarda para perfurar o Ent e rolei para a direita, o monstro criou um espinho onde eu estava um segundo antes. Nessa mesma hora os abutres atacaram em um único ponto e captaram a atenção do monstro. Segurei com firmeza o armamento dourado e concentrei um ataque longo no mesmo ponto que havia acertado antes, utilizando quase toda força que eu tinha. A arvore urrou de dor enquanto matava os três últimos pássaros. Minha arma brilhava em vermelho e tinha algo parecido com o dobro do tamanho anterior⁵.

Agora o foco do monstro era todo meu. A seiva vital da criatura estava espalhada pelo meu corpo enquanto o acesso de adrenalina e fúria se perdia. O Ent ainda estava se recuperando do dano recebido, concentrei-me em tentar acertar algo que parecia um ponto vital da árvore. De alguma forma a abertura causada na casca deu de encontro com um dos pontos vitais dele. Fosse aquele ou não o coração eu poderia finalizar a criatura por ali, mas ela mesma estava alerta sobre isso. Tentei perfurar o "órgão" da criatura e ela se esquivou com certa agilidade, me fazendo errar para esquerda por cerca de cinco centímetros.

O próximo ataque dele me acertou de jeito, só tive tempo de ativar a minha proteção óssea pois sabia que pele nenhuma me salvaria do impacto⁶. O Ent me acertou um golpe de cima para baixo ao mesmo tempo que lançou uma saraivada de espinhos em minha direção. Só tive tempo de salvar o corpo e deixei o braço no caminho, fazendo o sangue se misturar com a seiva do monstro. Enquanto subia no ar a raiva me cegou de vez, fui levantado cerca de cinco metros no ar e estava pronto para quebrar alguma coisa do meu corpo, mas então eu vi o esqueleto de um ser humano. Aquilo era o que o monstro estava guardando o tempo todo. Bem ao lado da mesa estava o cadáver, mas pela quantidade de cabelos certamente era a mesma mulher de antes. Eu estava sendo feito de peão outra vez, mas a mulher nem precisou ser uma divindade para me fazer de idiota.

Cerrei os dentes e ativei a habilidade da Alabarda. Enquanto ainda estava caindo vi pelo canto do olho o ataque que o monstro estava preparando, ele iria me acertar na horizontal com tudo que tinha, quando eu estivesse cerca de um ou dois metros do chão. Concentrei o ar para formar uma pequena parede e com a arma sem pesar absolutamente nada inclinei o corpo. Usei a pequena parede de ar como impulso, como faria para voar para o alto, mas utilizando com bastante força para ir em direção ao monstro. Com a impulsão foi fácil acertar o alvo, bem aonde acabava seu tronco e começavam os seus galhos mais altos o golpe vertical fez um barulho abafado e seiva espichou de todas as feridas do monstro, ele ainda estava tentando resistir, desta vez não exibiu nenhuma expressão. A cabeça da Alabarda desapareceu no meio da madeira.

A seiva acertou meu corpo e não foi revigorante desta vez, pelo contrário, agora a seiva do monstro parecia ácida. Minha pele começou a se ferir um pouco e ficar irritada, eu tinha que finalizar a criatura. Mesmo com o impacto sendo forte o bastante para lançar o Ent para trás, não foi o suficiente para me fazer soltar o machado, eu estava me segurando pelas mãos. Subi no armamento que mais parecia uma haste de suporte, a ponta da arma tinha literalmente desaparecido dentro do monstro. Coloquei um dos pés no cabo do machado e o outro no tronco da árvore, segurando dois dos galhos mais grossos a vista e os forçando com tudo que eu tinha. - Sua... - Comecei a grunhir. Minha intenção era despedaçar o monstro com minhas próprias mãos.

O Ent percebeu o que eu estava tentando fazer e começou a se balançar, fazendo com que eu perdesse o pé de apoio do cabo da Alabarda, me segurei bem com o único pé que tinha na árvore e comecei a forçar mais ainda, esquecendo de me apoiar no machado. - Árvore maldita! - Expeli as palavras com raiva e comecei a gritar de tanto esforço que estava fazendo, toda a combinação de poderes que eu estava utilizando me garantiam que não haveria chance daquela árvore não ceder, então escutei a madeira se partindo de cima para baixo, o machado caiu no chão enquanto todos os pontos danificados da madeira estavam se abrindo e estourando. Com um último esforço que me restava concentrei o poder da guerra nos meus punhos e estiquei o corpo, se a madeira não terminasse de ceder agora quem seria alvo fácil seria eu⁷.

A árvore arrebentou. Estiquei o corpo por completo quando o tronco se separou no meio. O esforçou me lançou para trás e eu cai de costas, um último grito excruciante de dor garantiu a morte da árvore que começou a se transformar em uma poeira branca. - Você vai pagar. Obrigado. - Disse uma voz diferente no meio da noite, eu tinha certeza que falava de dentro do monstro, com um tom masculino e forte. O único problema era ambiguidade da frase, "Como eu vou pagar por um favor?", pesei comigo mesmo. A ideia me deu calafrios na espinha, mas no jardim não existia mais nada vivo além de mim. Me levantei com um pouco de esforço, os músculos doíam e meus ombros estavam um pouco dormentes do impacto, mas pelo menos o ácido não tinha mais efeito nenhum.

Suspirei e caminhei com calma até a mesa, minha intenção era pegar a garrafa de vodca e tomar o restante da garrafa, foi então que eu percebi que havia uma nota em cima da mesa, uma carta muito antiga em um inglês mais antigo ainda. Não arrisquei pegar o papel pois o mesmo podia esfarelar na minha mão. Demorou algum tempo até que eu entendesse a carta por completo, mas aquilo que eu li fez meu coração pesar, mesmo não tendo nenhuma pessoa no mundo que eu pudesse chamar de minha, já havia experimentado a sensação de perder alguém amado. Enquanto terminava de ler me perguntei se a nota estivera ali o tempo todo ou se simplesmente tinha aparecido depois que eu derrotei o monstro.

Carta de Yennefer:



Querido Geralt,

Não podia me sentir mais triste sem sua presença. Fazem exatos dois anos que você partiu e agora deveria estar de volta. Me desculpe pela nossa última briga, eu entendo seu destino e sei que não pertence a este lugar ainda. Você é um guerreiro, nunca aprendeu a criar raízes e eu respeito isso. Meu pai claramente desaprova nossa relação e eu mesmo me pergunto se todo este tempo éramos feitos um pro outro.

Você não está aqui para me confortar, para se arriscar por mim e meu tempo debatendo com meu pai vem chegando ao fim. Ele deseja que eu me case logo, que arranje um marido e herde suas terras, mas você não está aqui e eu não sei se desejaria viver com qualquer outra pessoa. Neste jardim, a luz da lua é a única coisa que me impede de não ser capaz de te escrever.

Ele me avisou, avisou que você iria partir e não voltaria, pois ele mesmo havia se encarregado disso. Ele disse quais eram seus planos e por quais motivos ele não podia me deixar impune. Eu iria contar para todos que o nosso amado guerreiro e salvador não podia se casar com a princesa pelo simples fato de não ser da realeza, mesmo tendo sido proposto durante o contrato. Ele disse que te mandou para tão longe, tão longe, que você não saberia voltar mesmo que quisesse.

Infelizmente eu sei que isso não é verdade, eu sei também que se você está lendo essa carta eu já não estou aqui. Pelo menos não com vida. Eu fiz uma promessa para meu pai e não importa quantas torturas ele tente comigo: Eu não vou ceder. Vou te esperar neste jardim, sem comer e sem dormir se for necessário, até que você retorne, para que então nós dois sejamos capazes de ter paz. Hoje o rei prometeu me levar daqui, de uma forma ou de outra, eu estou pronta para lutar como você faria, Geralt.

Eu te amo com todas as minhas forças, lobo branco.

De sua amada,

Yennefer.

Me sentei na cadeira antiga, suspeitando que ela não fosse suportar meu peso, mas ela era feita do mesmo material que a porta do jardim. Dei um longo suspiro, tentando compreender por completo a situação. A cova de Yennefer estava ali perto, como ela havia prometido não deixar o jardim por nada, mas afinal o Ent ainda não estava claro, pela forma com que ele estava guardando o corpo da mulher poderia ser tanto o pai quanto o amado. A voz de dentro da árvore também não foi clara se estava me agradecendo ou me insultando. Me levantei de forma brusca e tomei um pequeno gole da garrafa, o último da noite. Rasguei um pedaço da fantasia e preparei um coquetel Molotov. Virei a garrafa de cabeça baixo só para embebedar o pano com liquido e recolhi a carta, o papel estava incrivelmente conservado, havia uma magica no local, algora sombrio que não seria capaz de entender sozinho.

Andei até a cova de Yennefer e coloquei a carta junto do seu corpo. Em seguida me dirigi até a porta, uma coisa entre todas as outras estava clara: Yennefer estava ansiosa para que toda aquela história tivesse fim, para que ela finalmente encontrasse seu amado mesmo que no pós vida, só faltava uma última coisa para que tudo ficasse bem para os dois. Olhei mais uma vez para o jardim sem vida, ele estava ainda mais seco e triste sem a árvore para guarda-lo, mesmo que ela por si só já estivesse apodrecendo. - Muito bem, espero que vocês encontrem paz. - Disse em um tom soturno, atirando a garrafa acessa em direção ao jardim, a explosão foi bem menor se comparada a de um Molotov preparado corretamente, mas a intenção era apenas começar o incêndio, tudo ali estava tão seco que facilmente pegaria fogo. Me virei para a porta de ouro com a certeza de que agora ela estaria completamente destrancada. Deixei o jardim em chamas com um peso no coração e outro cigarro entre os dedos.


Fantasia:
[MF] August Damon Wolfstorm IMG_2232

Ent retirado do Bestiário:
Ents

Espíritos das florestas, são árvores animadas e conscientes. Sua forma e tamanho variam de acordo com a espécie de árvore, mas carvalhos, ciprestes e avelanzeiras são os mais comuns, ainda que não os únicos. Lentos, preferem não se mover do solo, e quando o fazem é de forma vagarosa, ainda que seus tamanhos os ajudem a cruzar longas distâncias em um tempo curto. Em geral, atacam usando cipós e gavinhas, enroscando o oponente antes de tentar empalá-los com seus galhos, além de serem capazes de provocar pequenos tremores na terra com a movimentação de suas raízes, ou de lançá-las para fora do solo como estaca. Pinhas e árvores frutíferas tendem a usar seus frutos como armas, atirando-os nos desavisados, não sem antes imbuí-los de energia, de forma que ao explodir encham-se de gavinhas enredantes. Podem criar espinhos em seus corpos para defender-se e estacas e toras de maneira para usar no ataque. Em último caso, tentam esmagar os oponentes se locomovendo para pisoteá-los. Como possuem consciencia, ainda são afetados por poderes mentais. São resistentes a ataques de impacto e elementais, exceto fogo, que lhes provoca dano adicional. Em geral são pacíficos, agindo apenas para proteger o local onde vivem, raramente atacando sem uma provocação. Podem falar, mas demoram, e se dão melhor com sátiros, ninfas, centauros e naiades, além de filhos de Deméter e Perséfone por sua ligação com a natureza.


Passivos:

► Camuflagem natural - em estado normal, são indistinguíveis de qualquer árvore comum, independente do poder usado para detecção.

► Resistência/ imunidade a elementos - a maioria dos elementos não os afetam, sendo reduzidos a 50%. Veneno e eletricidade não tem qualquer efeito, sendo totalmente anulados. O único elemento que os afeta normalmentente é fogo - considerando sua origem vegetal, o fogo acaba causando dano adicional, sendo dobrado. Isso não é válido para chamas infernais, que apenas causarão dano comum.

► Imortalidade virtual - Àrvores não seguem o padrão humano de tempo de vida, e ents também não. Na natureza, podem alcançar idades milenares caso não tombem em batalha.

► Falar com plantas e animais - Sejam mitológicos ou não, ents conversam com esses seres, mas não pode lhes dar ordens, apenas falar.


Ativos:

► Geocinece - Ents controlam o solo ao seu redor em uma área de 100m de raio, podendo provocar terremotos ou outros efeitos com a terra.

► Constrição - Gavinhas e raízes poderosas enroscam-se em todos os alvos ao redor do Ent, em um espaço de até 20m de raio. Caso o ent não controle o poder, o aprisionamento dura 3 turnos. Contudo, se controlar, pode durar indefinidamente, enquanto o Ent se mantiver concentrado em tal.

► Estacas - Podem ser criadas de pedra ou de raízes, surgindo no solo abaixo do oponente. Até 5 estacas por turno, em uma área de 20m de raio (de raízes) ou até 100m de raio (de pedra)

► Bagas explosivas - Àrvores com sementes ou frutos podem embuí-las com energia, derrubando-os como forma de ataque. As frutas/ sementes ganham as características de uma granada, explodindo e dano dano por impacto, mas sua explosão não provoca fogo - em vez disso, enreda o oponente da mesma forma que o poder de constrição.

► Espinhos - O ent pode se revestir de espinhos ou criá-los, atirando contra os alvos. Os espinhos agem como uma rajada em cone, com o alcance de um arco longo, quando atirados.

► Seiva colante - O Ent pode usar sua seiva para aprisionar o inimigo ou suas armas, mantendo-os colados em seu corpo após um ataque. O semideus ou item aprisionado permanece desse modo por 2 rodadas. Não é considerado um poder de constrição.

► Seiva corrosiva - A seiva do ent age como ácido, provocando dano nas armas, itens e nos próprios alvos. Cada ativação dura 3 rodadas.

► Bons frutos - Assim como pode imbuir com energia de ataque, ents também podem usar energia benéfica. Seus frutos são 3 vezes mais potentes que o de uma dríade, mas a base do poder é a mesma.

► Criar/controlar plantas/ madeira - Pode afetar a área ao seu redor ou mesmo itens desse material, retorcendo-os, por exemplo. Gasto de mp contínuo conforme o uso.

► Esporos - Podem ser soníferos (induzindo todos os alvos em uma área de 40m de raio a dormir) ou venenosos. esporos soníferos deixam os semideuses letárgicos ou fazem com que caiam no sono. Eles dormirão por 5 rodadas ou até sofrer algum dano; esporos venenosos podem provocar lentidão ou dano contínuo por 3 rodadas. 1 vez a cada 5 rodadas.


Status base: 500/500
Nível mínimo: 8
Taxa de variação: Aumento de 15 HP/MP por nível.

Armas utilizadas:

• Alabarda [É como uma lança-machado. A lâmina na ponta é muito boa para impactos, e o outro lado bom para parar investidas. A haste é feita de um tipo de madeira resistente e encantado para tal, e a lâmina e pontas são feitas de ouro imperial. Exige força e treinamento para ser utilizada com maestria. | Efeito 1: Tal arma pode passar a ter o peso nulo, durante dois turnos, caso seja utilizada em batalha, porém pode durar mais tempo caso seja usada fora de batalha. | Efeito 2: A alabarda é capaz de encolher, ficando do tamanho de um pequeno pingente, ainda conservando a sua forma, mas apenas diminuída. | Ouro Imperial e Madeira. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

Observações:

Espero que tenha gostado e se divertido, me desculpe se ficou ruim. Faz bastante tempo que não escrevo nada. Achei legal deixar o mistério no ar, sobre o jardim e que diabos realmente aconteceu ali, você pode tirar suas conclusões.

Poderes Utilizados:


Poderes de Ares:

Nome do poder: Sexto Sentido¹
Descrição: Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares/Marte sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (como sons) esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão, durante um único turno, pressentir o inimigo se aproximando, podendo saber de onde o ataque virá, e se preparar para ele.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pele de Bronze³
Descrição: A pele do filho de Ares/Marte ganha um brilho dourado, ficando tão resistente quanto bronze, o que o permite ficar protegidos contra ataques perfurantes, e de efeitos como sangramento;
Gasto de Mp: 20 HP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Arma em Punho⁴
Descrição: As proles de Ares/Marte aprendem desde cedo a importância de suas armas, não as deixando ou arriscando perde-las, não importa o que aconteça. Dificilmente vão poder tirar uma arma das mãos de um filho de Ares/Marte durante o combate, estes vão segurar suas armas com força e elas apenas irão poder serem removidas caso o semideus não esteja as segurando, ou caso morra.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O semideus que tiver um nível inferior ou igual ao do filho de Ares/Marte não poderá desarmá-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Fúria Coletiva
Descrição: Ao estar enfurecido, o filho de Ares/Marte possui a capacidade de exalar a mesma em todos que estiverem em um raio de trinta metros de si, fazendo com que fiquem mais agressivos, não conseguindo elaborar estratégias, pensar em fugir ou elaborar combos combinados a ataques de outros seres. Essa habilidade também influencia aliados, tendo que ser utilizada com sabedoria.
Gasto de Mp: 15 MP por aliado que for atingido pelo poder
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Todos os aliados em um raio de 10 metros poderão ser atingidos pela onda de fúria do semideus, ganhando um bônus de força de +10%.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Duplo Alcance⁵
Descrição: Ao estar suja de sangue e nas mãos do filho de Ares/Marte, uma de suas armas é coberta por uma aura vermelha, que duplicará seu alcance (Uma espada de 40 centímetros passaria a "ter" 80 centímetros, e etc). A arma em si não é alongada, apenas a aura que a reflete com tamanho maior, de modo que ao acabar o efeito e a aura sumir, a arma volta a ter seu tamanho normal. Cada ativação é válida apenas para uma arma, e o efeito perdura durante duas rodadas.
Gasto de Mp: 15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O efeito dura duas rodadas, depois precisa gastar +15 MP pra ativá-lo de novo. 10 de dano extra.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Ossos de Aço⁶
Descrição: A herança biológica dos filhos de Ares/Marte é perfeita, naturalmente preparada para suportar as árduas batalhas de uma prole do deus da guerra.  O semideus consegue revestir os ossos com uma pequena camada de metal reforçado e indestrutível, impedindo que sua estrutura óssea seja rompida, ou quebrada, podendo suportar ataques diretos com mais facilidade, sem romper seus ossos.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder:  Punhos de ferro⁷
Descrição: Ao concentrarem suas forças nos punhos, os filhos de Ares/Marte conseguem fazer com que uma aura avermelhada circunde suas mãos fechadas, sendo capazes de desferirem socos com a força de um martelo feito de ferro. O efeito possui duração de duas rodadas, sendo que também protege a mão do semideus, não deixando que a mesma se machuque.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP

Nome do poder: Nuvem de abutres⁸
Descrição: O abutre é um dos símbolos de Ares/Marte, o pássaro carniceiro que degusta os restos mortais de animais e humanos falecidos. Os filhos do deus da guerra podem erguer uma de suas armas em direção aos céus, e cinco abutres completamente negros irão aparecer, sobrevoando em círculos a prole de Ares/Marte. Cada um desses animais possui 25 HP, podem atacar os oponentes com bicadas e arranhões e principalmente agirem como distração. Pode ser usado duas vezes por missão.
Gasto de Mp: 10 MP por abutre invocado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP por abutre que atacar o oponente.
Poderes de Legado:

Nome do poder: Voo II²
Descrição: O semideus aprendeu a controlar a gravidade ao redor do corpo, e ao compreender o que o mantem preso na superfície, também é capaz de solta-la e molda-la da maneira que quiser. Agora já consegue ficar mais tempo, voar mais rapidamente e se erguer em altitudes mais elevadas. Podendo permanecer por mais tempo no céu. Seu controle também melhorou.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Já pode se erguer até 2 metros do chão.

Nível 2
Nome do poder: Ouro Imperial
Descrição: O ouro imperial é o material perfeito para Zeus/Júpiter, o olimpo é feito de ouro, suas armas são feitas de ouro, e se duvidarmos, Zeus/Júpiter reluz em ouro. Com isso, os filhos de Zeus/Júpiter ganham um bônus de batalha ao lutarem com armas feitas de ouro imperial, pois tem facilidade em lidar com elas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Quando o semideus lutar com armas feitas de ouro imperial ganha +10% de força
Dano: 5% de dano a mais se o adversário for acertado pela arma do semideus.

Poderes utilizados passivamente:
Nível 1
Nome do poder: Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Pericia com Machados I
Descrição: Filhos de Ares/Marte têm certa facilidade em trabalhar com armas violentas e o machado sempre foi visto como algo macabro. Sua força sempre foi superior, portanto, nas mãos desses semideuses essa arma se torna ainda mais letal. Mesmo sem nunca ter empunhado um machado, sentirá certa facilidade em manejá-lo, mesmo que ainda cometa alguns erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de chance de acerto no manuseio de machados.
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 3
Nome do poder: Força I
Descrição: A força é, sem dúvida alguma, a principal arma de um guerreiro, que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares/Marte ou de sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de suportar mais peso que os demais campistas, bem como causar danos maiores em seus golpes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de dano se o ataque do semideus atingir o adversário.

Nível 4
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, obrigando-o a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares/Marte sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula sequer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Seus golpes desarmados dão 20 de dano base.

Nível 7
Nome do poder: Pericia com lâminas I
Descrição: O semideus filho de Ares/Marte tem certa facilidade em lidar com laminas, por hora, apenas aquelas de curto alcance, facas, espadas curtas, ou adagas, em suas mãos essas armas parecem se encaixar perfeitamente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de chance de acerto no manuseio de lâminas.
Dano: +5% de dano se o adversário for atingido pelo semideus.

Nível 8
Nome do poder: Velocidade Atlética
Descrição: Um bom combatente sempre está preparado fisicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra levam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15% de chance de conseguir se esquivar, pular, e saltar em uma luta com inimigos mais fracos, ou mais lentos.
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Ignorando a dor I
Descrição: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares/Marte possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou um dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus. (cortes leves, e feridas pequenas)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Continuará lutando normalmente desde que os ferimentos sejam de grau baixo, como cortes superficiais, queimaduras de grau baixo ou hematomas.
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Sanguinário
Descrição: Ares/Marte ama ver o sangue de seus inimigos jorrando de seus corpos, sendo esse um inevitável atrativo das guerras. Ao ser tocado pelo sangue de um inimigo, ou por algum fluído vital que se assemelhe ao sangue (Ents - seiva, deuses - icor e etc), o filho de Ares/Marte recupera parte de sua energia e força, ficando com ainda com mais vontade de ferir inimigos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +10 HP e +10 HP
Dano: Nenhum
Extra: Pode ser utilizado uma vez a cada 3 turnos.


Nível 12
Nome do poder: Regeneração I
Descrição: Os filhos de Ares/Marte ao estarem em combate podem recuperar parte de seu HP e MP, mas para isso precisam matar seus inimigos. Isso funciona da seguinte maneira, para cada soldado, monstro, semideus ou inimigo derrubado em batalha pelo semideus (derrotado, não precisa estar morto) parte do HP e MP são restaurados e transferidos, ou seja, o HP e MP do inimigo vem para você. Ele perde, mas você ganha não somente a batalha, como também mais poder mais energia, ficando mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A cada inimigo derrotado em batalha +30 HP e 30 MP são restaurados em sua barra de status.
Dano: Nenhum




#Treinamento #Fortalecimento #NOPAIN #NOGAIN

Ares, god of the bloody war!
August Damon Wolfstorm
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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Sab Out 12, 2019 2:55 pm

Missão Realizada:

Cômodos malucos
O castelo é um tanto mais complexo do que aparenta. Algumas portas podem te levar para lugares aleatórios como manicômios abandonados, igrejas caindo aos pedaços, outros castelos ainda mais tenebrosos e vários lugares que já foram esquecidos pelos homens. Sem querer, você foi para um destes lugares e ao tentar retornar descobriu que a porta não te levava de volta. Agora precisa enfrentar os perigos do lugar desconhecido e encontrar um meio de retornar para o lugar de onde veio.
Requisito – Mínimo nível 8.
Recompensas até: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.



Wolfstorm
August Damon Wolfstorm
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Mensagem por Héstia em Dom Out 13, 2019 9:16 pm


August
Método de Avaliação:
Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 40%
Habilidade condizente com os itens criados – 20%
Total: 6.000 XP + 6.000 Dracmas + 6 Ossos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 40%
Habilidade condizente com os itens criados – 20%
Total: 6.000 XP + 6.000 Dracmas + 6 Ossos.

Comentário:
August, você escreve muito bem mas, peço a você que modifique a coloração das letras de seu template. O branco dificulta bastante a leitura.



Héstia...
Some peoples with brave, some peoples something good!
Héstia
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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Dom Out 13, 2019 11:34 pm


Everyone wants to be a swordsman!
But no one wants to pay the price;


V
oltar pelo jardim foi a pior ideia que eu tive aquela noite. Depois de visitar o castelo e resolver o mistério de Yennefer, pelo menos em parte, voltei para a festa afundado em pensamentos. Bem, pelo menos eu estava tentando voltar, mas minha mente sabia que ninguém estava á minha espera, então se perder em pensamentos e no caminho não foi muito complicado. Eu entrei no jardim em formato de labirinto com a intenção de atravessá-lo rapidamente, mas depois de alguns minutos andando eu percebi que algo não estava certo.

- Eu já vi essa estátua antes. - Disse com um tom de voz realmente baixo, ecoando algo próximo de um pensamento. Olhei ao redor e não havia ninguém por perto, ainda assim o corredor parecia seguir na direção da festa. Franzi o cenho e segui caminhando, desta vez procurando escutar os barulhos da comemoração para me guiar. Depois de andar mais alguns minutos encontrei outro corredor. Este parecia mais perigoso que o normal, não por conta da sua aparência, mas algo estava errado com aquele ali em particular, eu só… sentia isso.

Pensei em voltar para segurança dos outros corredores, mas não parecia ser a melhor jogada. Apesar da alguma coisa não parecer boa naquela opção em particular, se eu quisesse voltar para a festa precisaria seguir em frente, o barulho de pessoas e musica estava naquela direção, continuei andando e me senti aliviado quando alcancei a metade do corredor. Um barulho de gelo se partindo gelou meu estômago e quando eu percebi estava caindo em salão amplo.

A altura do buraco estava cercando os dez metros, mas conseguiu aparar minha queda utilizando poderes de voo, quando estava a cerca de dois metros do chão manipulei o ar para aterrissar suavemente¹, ou tão suave quanto eu era capaz de conseguir. O ambiente era um salão grande, tinha o tamanho de um campo de futebol em formato de “O”, como uma arena. Todo o ambiente era extremamente mal iluminado, então lá do alto a luz lunar entrou no salão. Meu coração pulou uma batida.

Uma cobra gigantesca estava no canto da sala, dormindo profundamente. Ela tinha uma coloração misteriosa, era difícil definir apenas com a iluminação da lua, mas certamente tinha escamas em um tom de verde. Sua cabeça tinha o tamanho de um boi adulto e seu corpo se enrolava por vários metros, até um filho de Athena ficaria se perguntando o tamanho da cobra. Se não bastasse um predador gigante para me gelar a alma, cinco filhotes se rastejavam em minha direção. Apesar da minha queda não ter sido das mais barulhentas, aqueles animais já estavam acordados quando eu cheguei.

“Um problema de cada vez, você consegue”, pensei com pouco de medo. Eu deveria ter ficado no Acampamento Meio-Sangue, com aquela situação já era a segunda vez que algo perigoso podia acabar acontecendo e mesmo que fosse capaz de derrotar as “cobrinhas”, eu duvidava que fosse capaz de combater cinco pragas do tamanho de um labrador adulto sem acordar a mamãe no outro canto da sala.

“Primeira coisa, se protege”, mentalizei com força, usando tanto a proteção de bronze quanto o revestimento ósseo para garantir maior segurança no combate², talvez aquela fosse uma opção perigosa, pois consumia uma boa quantidade de energia, mas pelo menos não seria morto de surpresa por um espécime de criatura mitológica que me atacou enquanto eu estava de costas.

A primeira cobra, Edmund, vamos chamá-la assim, estava mais próxima e se rastejava com velocidade. Ela deu o primeiro bote e eu rolei para esquerda, as suas irmãs seguindo com atenção na minha direção, as nuvens cobriram a lua e eu voltei a ficar no completo escuro. Meu corpo se desesperou por um momento, eu iria lutar nas trevas no covil de um monstro mortal. Contudo, uma parte de mim ainda estava confiante. “Eu tenho perícia em combate às cegas”, pensei com um pouco de esperança.

Em um movimento rápido Edmund atacou novamente, em seguida a Linguaruda, sua irmã que já havia nos alcançado, fez o mesmo. Usei minha capacidade de voar e me esquivei para trás, saindo do campo de contato, minha visão já estava completamente comprometida pela escuridão. Meus demais sentidos se ativaram com rapidez após isso. Eu conseguia saber onde todas as cinco cobras estavam pelo barulho de seres rastejando. Conseguia saber se a mamãe cobra estava no seu sono profundo pela respiração pesada e conseguia ter uma noção das paredes do recinto, só havia um único ponto de iluminação lá no alto, de onde eu tinha caído.

Não esperei mais ataques, enfiei as mãos na terra e retirei duas facas de bronze celestial do chão³. Me concentrei até que Edmund se aproximasse e usei minha pericia com lâminas para decepar sua cabeça, assim que ele deu um bote cego sua morte foi certa. Lutar com proximidade era um risco maior, mas eu tinha que confiar na capacidade dos meu poderes para me proteger. Linguaruda atacou um segundo depois e cravou suas presas na minha perna. Minha fantasia estava ficando cada vez pior, estava começando a ficar com medo que ela acabasse destruída.

A pele de bronze me protegeu com sucesso, impedindo que fosse perfurado pelas lâminas que alguns chamariam de presas. Não sabia se aquela serpente era venenosa ou não e esperava não ter que descobrir, cerrei meus dentes com força enfiei a adaga no crânio do monstro. Duas cobras chegaram para a diversão quando seus irmãos se tornaram poeira de monstruosidade. Sorri com desdém, completamente confiante que estava tudo bem. Eu estava indo bem, dois monstros derrotados e nenhum arranhão. Atirei as adagas em direção aos monstros, na hora que fiz aquilo as cobras desviaram.

Se defender no escuro era uma coisa, lançar adagas com precisão era outra completamente diferente, eu estava confiante demais. As cobras deram seu bote, conscientes de que eu não tinha nenhuma arma comigo, dei um salto para trás e o barulho de presas colidindo com bronze tilintou pelo salão. Fui pego pela frente de raspão, deixando uma bela marca no bronze da minha pele, mas sem eficiência o suficiente para perfurar a mesma.

Nas minhas costas a terceira e última cobra filhote me atacou. Eu não havia percebido sua aproximação, com um choque de surpresa e raiva me lembrei: “A capacidade que o semideus desenvolve em lutar no escuro é somente oitenta por cento eficiente”, a voz da instrutora do acampamento ecoou na minha mente. Com uma precisão irritante ela estava certa, de cinco cobras eu havia acompanhado quatro, uma passou despercebida. O monstro me fez ajoelhar, mesmo com a pele de bronze me protegendo, seu crânio do tamanho de um cachorro me fez torcer em agonia. Se eu permitisse aquele contato por muito tempo iria acabar com órgãos esmagados, mesmo meus ossos estando revestidos para me proteger.

Em um reflexo rápido, atirei cinco esferas de energia contra as outras duas cobras, Melaine e Astora, para ganhar mais algum tempo⁴. Fechei os olhos mesmo estando escuro, precisava de concentração total. Ignorei a dor como um bom filho de Ares e suspirei, sabia que a qualquer instante as duas cobras na minha frente podiam se recuperar da minha distração e me atacar, complicando minha situação. Cerrei os dentes, “Um filho da Guerra encontra as armas necessárias no caminho”, pensei concentrado, mentalizando o poder da guerra em todo meu corpo, sabia que havia alguma arma ali para ser atraída até mim, um covil de monstro teria este tipo coisa⁵.

De um canto da sala uma espada de ouro imperial saiu voando, o barulho certamente iria acordar a cobra gigante, mas se eu fosse rápido o suficiente poderia derrotar os filhotes e pensar nisso depois. A espada de ouro encontrou minha mão como uma luva, ela era bonita, tinha as inscrições SPQR em um dos lados. Não tive muito tempo para estudar meu equipamento recém adquirido, mas certamente havia pertencido a um legionário que morreu naquele covil.

Atravessei o corpo robusto da cobra que me prendia e respirei com maior tranquilidade, decidido em não deixar aquilo se repetir. - Adeus, Mark. - Disse com sarcasmo e um sorriso amarelo. Nomeando o último dos filhotes. A pressão do ataque iria deixar um hematoma na lateral direita do meu corpo. Melaine e Astora atacaram em conjunto, totalmente recuperadas do meu pequeno atraso. Usei o ar para dar um impulso para a esquerda e sai do campo de alcance, me concentrei no poder de Ares e minha espada ficou com um tom vermelho sangue. Agora era a hora de finalizar aquela batalha e dar o fora dali.

Um barulho poderoso de algo se movendo balançou o chão. - Olá, Anaconda. - Falei com humor negro, nomeando a mamãe raivosa. A cobra se esticou e se virou para mim, ela era bem barulhenta, fácil de perceber. Não pude deixar de ter pensamentos sobre morrer devorado. Quando Ana se alongou por completo fiquei verdadeiramente com medo.

A monstruosidade conseguiu tocar o teto por onde eu havia caído, abrindo um verdadeiro buraco no lugar por onde eu tinha passado. A luz do labirinto superior iluminando sua pele verde, sendo uma forma de luz natural no lugar. Engoli em seco, voltando para a terra dos vivos quando escutei Astora e Melaine tentando outro ataque. Nem sequer se importando com o predador gigantesco que iria atrapalhar o banquete. Pelo menos não precisava mais me preocupar com combate nas trevas, a nova fonte de luz natural era mais que suficiente.

Com um ataque poderoso decepei a cabeça dos dois filhotes na frente da mãe. Minha espada estava com o dobro do alcance e foi o suficiente dessa maneira⁶. Apesar de só faltar um monstro para derrotar, ele com toda certeza não estava na minha alçada, não seria nada simples. Eu senti uma fúria intensa emanando do animal, assistir a morte de dois de seus filhos não foi exatamente a parte mais tranquila da noite. A raiva também crescerá em mim, como uma reação a aura da cobra. - Vamos sua desgraçada, filhos da guerra não morrem deitados na cama. - Trovejei com adrenalina correndo o corpo. Eu deveria ter ficado com a boca fechada.

O bote da cobra foi muito mais poderoso em comparação com aquilo que eu esperava. Me concentrei mais ainda em manter a pele protegida e a mente alarmada. Assim que ela se aproximou com uma velocidade impressionante eu usei meus poderes de voo para ir para trás. Estava voando o mais rápido possível, mas sabia que não iria adiantar de nada. Minhas habilidades não eram suficientes, eu precisava correr em vez de voar. O ataque poderoso dela capturou o ar, esvoaçando meus cabelos, não pensei em olhar para trás. Voltei ao chão e comecei a correr, usando toda a energia que eu tinha, precisava garantir que não seria atingido.

A serpente tentou outro bote, meu sexto sentido me avisou do perigo na hora certa, pulei com tudo que eu tinha para a esquerda, mesmo assim não foi suficiente e sua presa direita raspou na minha pele, me fazendo arfar de dor, mesmo que não pudesse ser ferido na superfície, a pressão do ataque teria partido meu tornozelo se eu não tivesse uma proteção óssea adequada. Escutei o barulho do pano rasgando e me embolei com a força do impacto no chão, um segundo mais tarde e teria sido engolido. A espada ainda estava firme na minha mão.

A cobra sibilou e expôs sua língua, uma mensagem clara de ódio e um aviso que estava apenas começando. Me coloquei de pé o mais rápido possível. Aparentemente ela também estava cansada, fazer tantos movimentos era uma forma de consumir energia e apesar de toda ferocidade eu duvidava que existissem calorias suficientes naquele lugar para algo tão grande. Ela deu outro bote, não tão rápido quanto os primeiros, a velocidade fenomenal do monstro parecia estar diminuindo. Dei um mortal para trás me esquivando do ataque.

Levantei a espada e gritei, não em latim como a espada sugeria, mas em grego: - Sikotheíte Kai Polemíste - Emiti com um grito de guerra⁷. Em seguida uma energia tomou meu corpo, escutei guerreiros se levantando do chão e a cobra que tinha acabado de dar o bote tentou outro ataque, não direto, mas em área. Ela podia cobrir uma jarda de um campo de futebol e ainda me atingir, fui arremessado com força vários e vários metros para longe. Acertei com um estrondo a parede, meu crânio talvez teria se partido se não fosse o revestimento de metal.

O corpo todo estava dolorido, eu não conseguia me mexer ainda, a cobra estava vindo em minha direção mostrando a língua, agora sem raiva, como se eu fosse um lanche apetitoso. Cerrei os dentes e pensei irritado, “Não posso morrer aqui, de um jeito de se mover Damon, AGORA!”, me obriguei a pensar, mas meu corpo não estava respondendo corretamente, o impacto foi forte.

“Raiva, eu preciso ficar com raiva”, pensei enquanto a cobra se aproximava de mim. Respirei fundo e tentei me lembrar da raiva que facilmente era capaz de tomar conta de mim. Me lembrei da noite em que fui preso por espancar dois caras em um bar, lembrei do dia em que Ares avisou que eu ficaria sozinho, eu era apenas uma criança e minha mãe havia morrido recentemente, mas ele não estava nem aí. Pensei em várias outras coisas, nenhuma delas tinha efeito. Não consegui ficar com raiva suficiente para me mover.

A cobra levantou para dar o bote e fez com que eu fechasse os olhos. - Filhos da guerra não morrem na cama. - Repeti para mim mesmo, colocando mais fé que consciência nas palavras. - Seu maldito, eu não vou morrer nesse buraco. Está ouvindo ARES? - Gritei abrindo os olhos, a cobra atacou e eu cerrei o punho em torno da empunhadura da espada. Quando ela estava perto o suficiente eu me movi, usando toda minha força de vontade para fazer meu corpo ter alguma iniciativa. Saltei na diagonal e rolei, fazendo a cobra dar uma cabeçada na parede.

Ela se afastou zonza e em seguida gritou de dor, me deixando completamente confuso. “Ela está fingindo? Uma cabeçada não seria suficiente para fazer isso, seria?”, me perguntei enquanto observava seu comportamento, foi então que eu vi: Cinco esqueletos realmente haviam respondido ao meu chamado, cinco espadas estavam fincadas até a base no corpo do monstro e eles seguravam lanças e escudos como verdadeiros espartanos, mas seu elmo indicavam que pertenciam a legião romana, naquele momento entendi que a espada que eu estava segurando havia pertencido ao seu comandante.

- PAREDE DE ESCUDOS. - Gritei e os guerreiros juntaram seus escudos e formaram uma posição defensiva. A cobra obviamente havia se esquecido de mim, já que eles quem tinham dado o verdadeiro dano na criatura. Ela se voltou para os esqueletos que estavam longe de mim. Cuspi um pouco de sangue, sentindo o corpo um pouco exausto. Precisava lutar estrategicamente agora, tinha tempo de bolar um plano. A criatura atacou e minha pele perdeu a tonalidade protetiva do bronze, precisava concentrar poderes para outra coisa. A parede de escudos estava suportando o ataque do monstro enfraquecido e ferido.

- SE PREPAREM! - Gritei e comecei a correr na direção deles. A cobra atacou outra vez, mas a parede de escudos resistiu mais uma vez, contudo a presa da querida Anaconda se enroscou em um dos equipamentos dos esqueletos e foi puxado para a boca do predador. - Jesus, Ana, você precisa ir no dentista. - Comentei com bastante ironia, finalmente alcancei os cinco que estava tomando outro ataque direito, dessa vez era mais um empurrão do que um bote, exatamente como havia funcionado contra mim.

A cobra conseguiu espalhar a parede de escudos e cada um dos esqueletos caiu para um lado. Cerrei os dentes infeliz, antes que eu pudesse dar qualquer ordem a cobra engoliu um dos legionários mortos, com arma, escudo e todo o resto. - Você sem escudo, use a lança para distrair o monstro. Preciso de dez segundos. - Disse e o guerreiro se levantou. Ao passo que a própria cobra tentava engolir o guerreiro que eu havia acabado de instruir, ele desviou e deu uma estocada próxima da cabeça da cobra.

- Muito bem legionários, agora preciso que vocês façam uma parede de escudos para me impulsionar em direção do monstro, eu sei que três de vocês é suficiente. - Disse e todos os três assentiram. Eu dei cinco passos para trás. O legionário que eu designei para lutar sozinho havia perdido metade do corpo naquele instante, ele estava só esperando para ser devorado. - Agora! - Avisei e comecei a correr, ao mesmo tempo que eu saltei nos escudos eles me impulsionaram para cima, me fazendo subir cinco metros com um pouco de ajuda dos ventos.

A cabeça da Anaconda estava preparada para dar um bote longo e finalizar o lanche, quando foi interceptada pela minha espada, aterrissei na cabeça do monstro atravessando minha espada de ouro imperial no seu olho. A serpente esguichou sangue por todo meu corpo e gemeu de dor. Eu tive que usar toda minha força divina para me segurar na espada, mas eventualmente acabaria perdendo, sabia disso. Precisava me segurar com mais força, se possível diretamente no monstro. Olhei para os céus. - Não sei por que você me permite ter esses poderes, mas obrigado. -  Disse em direção a lua que pairava muito acima de nossas cabeças.  

Um raio estourando no céu iluminou toda a arena como um refletor e eu concentrei minha mão direita para ganhar as características de uma águia⁸. A criatura estava se debatendo muito, encravei minhas garras longas na sua carne, perto da cabeça, ironicamente ela nem havia pensado em me morder tamanha era sua dor. Transformei a outra mão e usei as dez longas armas dos meus dedos para subir no animal, largando a espada. Percebendo que diabos eu estava fazendo ele começou a se debater ainda mais.

Em um ato desesperado a cobra começou a se debater em direção a parede. Usei cinco das garras para fazer um corte profundo na cabeça do animal, sujando minha mão com sangue. A intenção era clara, se eu fosse matar aquele monstro ele me levaria com ele. Lembrei da voz minha mãe falando em meu ouvido: “Um dia tudo fará sentido, Gus, você não foi abençoado, recebeu uma herança”, a voz suave e gentil da minha progenitora ecoando em meus ouvidos. Não me deixaria ser morto ali.

Peguei o colar de Alabarda o mais rápido possível. Assim que a arma ganhou forma na minha mão eu olhei para frente. - Um golpe forte e faltal. - Disse em bom tom, levantando a Alabarda no alto. O ataque foi cirúrgico enquanto o som de ossos se partindo atingiu meus ouvidos. Quase que no mesmo instante a criatura berrou de dor e se jogou na parede.

Eu tinha sobrevivido, exausto, cansado, mas vitorioso. O choque com a parede não foi tão ruim quanto eu pensava, Anaconda havia desaparecido um segundo antes do meu choque com a parede, o contato foi pura inércia, tive tempo de revestir os ossos com aço. O baque surdo me fez sorrir, mesmo não tendo atingido a parede com toda força possível eu poderia ter morrido se fosse apenas um humano comum. Me levantei com dificuldade, olhando para a lua. Os esqueletos restantes haviam desaparecido no meio da poeira de monstro.

Peguei a alabarda e transformei a arma em um pingente novamente, colocando-a em torno do pescoço. No fundo do salão existiam restos humanos, segui naquela direção com calma, onde Anaconda estava tirando o cochilo antes de ser acordada. - Talvez eu leve jeito para isso. - Falei com um pouco de sarcasmo, ao atingir o lugar onde os monstros estavam originalmente dava para ver: Uma escada bem longa levando á superfície, agora com o silêncio total podia escutar o som de festa vindo daquele naquela direção.

- Foi mais complicado que o esperado. - Disse, saindo do buraco maldito.


Fantasia:
[MF] August Damon Wolfstorm IMG_2232

Habilidade:

Nome: Perícia em combate às cegas
Descrição: O semideus recebeu treinamento para permanecer em ação mesmo sem o sentido da visão. Agora, quando privado desse sentido, os outros quatro potencializam para adaptar o semideus a condição de não enxergar. Assim, ele consegue guiar-se pelos sons, cheiros, gostos e toques, lidando com o ambiente e o inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: O paladar, o olfato, a audição e o tato são potencializados em 80%. Ainda há margens para falhas na captação de estímulos do ambiente.
Dano: Nenhum
Extra: Essa habilidade só funciona se o semideus estiver sem a visão, seja por vontade própria dele ou por um motivo externo e fora de seu controle.

Armas utilizadas:

• Alabarda [É como uma lança-machado. A lâmina na ponta é muito boa para impactos, e o outro lado bom para parar investidas. A haste é feita de um tipo de madeira resistente e encantado para tal, e a lâmina e pontas são feitas de ouro imperial. Exige força e treinamento para ser utilizada com maestria. | Efeito 1: Tal arma pode passar a ter o peso nulo, durante dois turnos, caso seja utilizada em batalha, porém pode durar mais tempo caso seja usada fora de batalha. | Efeito 2: A alabarda é capaz de encolher, ficando do tamanho de um pequeno pingente, ainda conservando a sua forma, mas apenas diminuída. | Ouro Imperial e Madeira. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

As demais armas foram fruto dos poderes utilizados!

Observações:

Espero que tenha gostado e se divertido. Se tiver algum problema na narração ou na batalha prometo me esforçar mais para melhorar! Qualquer questão sobre a missão estou aqui para responder!

MUITO OBRIGADO!

Poderes Utilizados:


Poderes Ativos Utilizados (Ares/Júpiter):

¹Nome do poder: Voo II
Descrição: O semideus aprendeu a controlar a gravidade ao redor do corpo, e ao compreender o que o mantem preso na superfície, também é capaz de solta-la e molda-la da maneira que quiser. Agora já consegue ficar mais tempo, voar mais rapidamente e se erguer em altitudes mais elevadas. Podendo permanecer por mais tempo no céu. Seu controle também melhorou.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Já pode se erguer até 2 metros do chão.

²Nome do poder: Ossos de Aço
Descrição: A herança biológica dos filhos de Ares/Marte é perfeita, naturalmente preparada para suportar as árduas batalhas de uma prole do deus da guerra.  O semideus consegue revestir os ossos com uma pequena camada de metal reforçado e indestrutível, impedindo que sua estrutura óssea seja rompida, ou quebrada, podendo suportar ataques diretos com mais facilidade, sem romper seus ossos.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

²Nome do poder: Pele de Bronze
Descrição: A pele do filho de Ares/Marte ganha um brilho dourado, ficando tão resistente quanto bronze, o que o permite ficar protegidos contra ataques perfurantes, e de efeitos como sangramento;
Gasto de Mp: 20 HP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

³Nome do poder: Invocação de Armas I
Descrição: Permite ao semideus conseguir invocar armas em campo, mas nesse nível, com um limite considerável. O semideus de Ares/Marte só consegue invocar adagas ou facas, e no máximo duas armas por evento, luta ou missão – sendo ambidestro pode lutar com ambas sem qualquer problema – essas armas são feitas de bronze celestial, e somem ao final da luta.
Gasto de Mp: 15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

⁴Nome do poder: Bolas de Energia
Descrição: O semideus consegue acumular sobre a ponta dos dedos, cinco esferas de energia pequena, e atira-las contra o inimigo como se fossem balas – só que mais rápidas – que ao baterem contra o corpo do inimigo, deixando a sensação de dormência no local atingido, e o membro ou parte do corpo formigando de uma forma irritante, o deixando mais lento, e atordoado durante um turno inteiro.
Gasto de Mp: 5 MP por esfera de energia
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 7 HP por esfera que atingir o corpo, totalizando 35 HP
Extra: Nenhum

⁵Nome do poder: Atração I
Descrição: Esse é um poder que deve ser combinado com o poder “sensação” da lista de passivos. Ao sentir uma arma em campo de batalha – perdida, lendária, escondida, ou etc -  o semideus conseguira atraia-la para si, como um imã, a arma simplesmente vira até as suas mãos. Nesse nível, só consegue atrair armas como facas, espadas, machados (menores), até você. Esse poder não permite atrair as armas de outro semideus até você, apenas as armas que estiverem perdidas em campo. Ex: Um legionário morreu em um lago, e sua arma ficou perdida para sempre, você pode convocar essa arma para você, o mesmo acontece na terra, ou com armas presas e perdidas a séculos. Além de poder senti-las, também será capaz de atrai-las.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao player conseguir armas perdidas em batalha, campo, ou até mesmo armas lendárias esquecidas a séculos, e maneja-las.
Dano: Nenhum

⁶Nome do poder: Duplo Alcance
Descrição: Ao estar suja de sangue e nas mãos do filho de Ares/Marte, uma de suas armas é coberta por uma aura vermelha, que duplicará seu alcance (Uma espada de 40 centímetros passaria a "ter" 80 centímetros, e etc). A arma em si não é alongada, apenas a aura que a reflete com tamanho maior, de modo que ao acabar o efeito e a aura sumir, a arma volta a ter seu tamanho normal. Cada ativação é válida apenas para uma arma, e o efeito perdura durante duas rodadas.
Gasto de Mp: 15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O efeito dura duas rodadas, depois precisa gastar +15 MP pra ativá-lo de novo. 10 de dano extra.
Dano: Nenhum

⁷Nome do poder: Guerreiros Derrotados
Descrição: Assim como mostrado na série, os filhos de Ares/Marte ao erguerem uma de suas armas em direção ao alto, conseguem - com um grito em grego/latim cujo significado seja "Levantem e lutem" - invocar da terra cinco guerreiros esqueletos, que estarão equipados com uma lança, uma espada e um escudo, todos feitos de bronze celestial. Cada guerreiro possuirá 100 HP, e obedecerão apenas aos comandos proclamados pela prole do deus da guerra.
Gasto de Mp: 25 MP por guerreiro invocado.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Conseguem tirar até 5 HP por golpe que acertarem com suas armas.

⁸Nome do poder: Parentesco I
Descrição: Assim como águias, as unhas do semideus tornam-se quase impossíveis de quebrar, afiadas e grandes (até 5 cm), podendo arranhar e ferir semideuses, mesmo que superficialmente.
Gasto de Mp: - 5 de MP por turno que estiver ativa.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: - 25 de HP.
Extra: Nenhum.

Poderes Passivos Utilizados (Ares/Júpiter):

Nome do poder: Respiração
Descrição: Os filhos de Zeus/Júpiter não são afetados por grandes altitudes, e assim como os filhos de Poseidon respiram embaixo da água, eles respiram sobre o ar – literalmente – podendo chegar a altitudes elevadas sem ser prejudicado pela pressão do ar, ter sua respiração afetada. Eles respiram naturalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Consegue respirar normal em grandes altitudes
Dano: Nenhum

Nome do poder: Ouro Imperial
Descrição: O ouro imperial é o material perfeito para Zeus/Júpiter, o olimpo é feito de ouro, suas armas são feitas de ouro, e se duvidarmos, Zeus/Júpiter reluz em ouro. Com isso, os filhos de Zeus/Júpiter ganham um bônus de batalha ao lutarem com armas feitas de ouro imperial, pois tem facilidade em lidar com elas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Quando o semideus lutar com armas feitas de ouro imperial ganha +10% de força
Dano: 5% de dano a mais se o adversário for acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Seguido
Descrição: Naturalmente a prole de Zeus/Júpiter possui uma aura de líder que faz com que os campistas e demais semideuses aliados os sigam naturalmente, esperando ordens e afins. No entanto, vale ressaltar que, dificilmente campistas de nível superior ou com grande força mental sejam afetados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Pericia com Espadas I
Descrição: Os filhos de Zeus/Júpiter são excelentes esgrimistas, e eles aprendem a manejar uma espada com uma tremenda facilidade. Mesmo sem nunca ter pego essa arma, conseguira usa-la para estocar e se defender, mas nesse nível ainda comete erros, e dificilmente acerta pontos críticos em seu adversário, também pode acabar sendo desarmado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: + 15% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.



Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com Machados I
Descrição: Filhos de Ares/Marte têm certa facilidade em trabalhar com armas violentas e o machado sempre foi visto como algo macabro. Sua força sempre foi superior, portanto, nas mãos desses semideuses essa arma se torna ainda mais letal. Mesmo sem nunca ter empunhado um machado, sentirá certa facilidade em manejá-lo, mesmo que ainda cometa alguns erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de chance de acerto no manuseio de machados.
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Força I
Descrição: A força é, sem dúvida alguma, a principal arma de um guerreiro, que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares/Marte ou de sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de suportar mais peso que os demais campistas, bem como causar danos maiores em seus golpes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de dano se o ataque do semideus atingir o adversário.

Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, obrigando-o a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares/Marte sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula sequer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Seus golpes desarmados dão 20 de dano base.

Nível 5
Nome do poder: Mãos trocadas
Descrição: Graças à natural facilidade no manuseio de armas, as proles do deus da guerra conseguem manusear com extrema perícia duas armas ao mesmo tempo, sendo ambidestros por natureza. Seus golpes são potentes independente de com qual mão esteja segurando a arma, além de conseguir utilizar armamentos pesados de duas mãos utilizando apenas uma, como espadas montantes, machados de guerra, lanças e etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirá manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Sexto Sentido
Descrição: Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares/Marte sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (como sons) esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão, durante um único turno, pressentir o inimigo se aproximando, podendo saber de onde o ataque virá, e se preparar para ele.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com lâminas I
Descrição: O semideus filho de Ares/Marte tem certa facilidade em lidar com laminas, por hora, apenas aquelas de curto alcance, facas, espadas curtas, ou adagas, em suas mãos essas armas parecem se encaixar perfeitamente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de chance de acerto no manuseio de lâminas.
Dano: +5% de dano se o adversário for atingido pelo semideus.

Nome do poder: Velocidade Atlética
Descrição: Um bom combatente sempre está preparado fisicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra levam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15% de chance de conseguir se esquivar, pular, e saltar em uma luta com inimigos mais fracos, ou mais lentos.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Ignorando a dor I
Descrição: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares/Marte possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou um dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus. (cortes leves, e feridas pequenas)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Continuará lutando normalmente desde que os ferimentos sejam de grau baixo, como cortes superficiais, queimaduras de grau baixo ou hematomas.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Sanguinário
Descrição: Ares/Marte ama ver o sangue de seus inimigos jorrando de seus corpos, sendo esse um inevitável atrativo das guerras. Ao ser tocado pelo sangue de um inimigo, ou por algum fluído vital que se assemelhe ao sangue (Ents - seiva, deuses - icor e etc), o filho de Ares/Marte recupera parte de sua energia e força, ficando com ainda com mais vontade de ferir inimigos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +10 HP e +10 HP
Dano: Nenhum
Extra: Pode ser utilizado uma vez a cada 3 turnos.

Nome do poder: Arma em Punho
Descrição: As proles de Ares/Marte aprendem desde cedo a importância de suas armas, não as deixando ou arriscando perde-las, não importa o que aconteça. Dificilmente vão poder tirar uma arma das mãos de um filho de Ares/Marte durante o combate, estes vão segurar suas armas com força e elas apenas irão poder serem removidas caso o semideus não esteja as segurando, ou caso morra.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O semideus que tiver um nível inferior ou igual ao do filho de Ares/Marte não poderá desarmá-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Regeneração I
Descrição: Os filhos de Ares/Marte ao estarem em combate podem recuperar parte de seu HP e MP, mas para isso precisam matar seus inimigos. Isso funciona da seguinte maneira, para cada soldado, monstro, semideus ou inimigo derrubado em batalha pelo semideus (derrotado, não precisa estar morto) parte do HP e MP são restaurados e transferidos, ou seja, o HP e MP do inimigo vem para você. Ele perde, mas você ganha não somente a batalha, como também mais poder mais energia, ficando mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A cada inimigo derrotado em batalha +30 HP e 30 MP são restaurados em sua barra de status.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Percepção estratégica
Descrição: Para vencer um combate, não é preciso apenas possuir a maior força, os melhores golpes e as principais vantagens, também é necessário saber utilizar as desvantagens e fraquezas dos adversários, fazendo com que eles percam para si mesmo. Ao olharem atentamente para o corpo de um oponente, os olhos do filho de Ares/Marte conseguem notar quais são as principais fraquezas do sujeito, quais os melhores pontos a se golpear e o que pode fazer para vencê-lo. As informações são dadas pelo narrador, cabendo á prole do deus da guerra as utilizarem da melhor forma possível. (só pode ser usado por uma vez em cada batalha)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode pedir ao narrador que aponte dois pontos fracos no corpo do inimigo, mas cabe a você conseguir acertá-los.
Dano: Nenhum


Nome do poder: Pericia com Machados II
Descrição: Você andou treinando, e desenvolveu sua habilidade com machados ainda mais, agora seus movimentos se tornaram bastante impressionantes, e você descobriu que o machado além de ser uma lâmina para corte de curto alcance, também pode ser lançado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de chance de acerto no manuseio de machados.
Dano: +20% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Força II
Descrição: Os filhos de Ares/Marte ficam ainda mais fortes conforme desenvolvem seu treinamento, sua força sempre foi superior aos demais campistas, mas isso se torna um destaque muito vantajoso conforme ele se desenvolve, cresce e treina.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força
Dano: +10% de Dano se o ataque do semideus atingir.





#Treinamento #Fortalecimento #NOPAIN #NOGAIN

Ares, god of the bloody war!


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August Damon Wolfstorm
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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Seg Out 14, 2019 8:13 pm

Missão Realizada:

O labirinto
Você achou que era sim seguro entrar no labirinto, mesmo contra tudo que Quíron e o senhor D. disseram, acontece que você acabou pisando em uma parte oca e a terra cedeu, te jogando diretamente para sabe lá deuses onde. Como se tudo isso não fosse ruim o suficiente, há uma enorme cobra ao dormindo ao seu redor e ela tem filhotes que estão acordados e muitíssimo afim de te usar como refeição. Ops.
Requisito – Mínimo nível 10.
Recompensas até: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos


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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Ter Out 15, 2019 11:16 pm


Everyone wants to be a swordsman!
But no one wants to pay the price;


A
ntes de voltar para a festa eu precisava encontrar um banheiro, qualquer lugar que me permitisse lavar o rosto e tirar o sangue da fantasia. Segui com calma entre as pessoas até encontrar onde pudesse enxaguar as manchas na minha roupa. Dei uma olhada geral no meu estado, até que não estava tão mal mesmo depois de lutar contra duas criaturas poderosas. Passei cinco minutos me deixando mais apresentável, arrumando o cabelo, o rosto, tudo. Por sorte a minha vestimenta era completamente preta, deixando os estragos mais ignoráveis, aproveitei e limpei as feridas superficiais, alguns arranhões e cortes pequenos. - Talvez isso realmente funcionasse para combater o crime. - Disse, com um sorriso de escárnio no rosto. A fantasia era realmente confortável e flexível.

Saí do banheiro e fui em direção a festa. Eu estava precisando de uma bebida, mas não aquele suco que eles estavam oferecendo. Precisava de algo forte, um trago amargo, infelizmente não havia nada ali para me deixar mais leve. Toda a minha bebida alcoólica havia acabado quando eu incendiei o jardim mais cedo aquele dia.  Já tinha ido em muitas festas, comemorações, aniversários, mas nada tão conturbado quanto aquilo. Sorri de canto e continuei indo em direção a movimentação. Peguei uma bebida mesmo não sendo algo que eu faria normalmente e comecei a relaxar, tentando esquecer os problemas, tentando não arranjar mais nenhum. “Esvazie a mente e relaxe”, pensei por um instante e realmente funcionou.

Estava na terceira dança quando uma mulher se aproximou, não consegui ver seu rosto pois estava coberto por uma máscara, mas suas curvas e seus cabelos loiros me lembravam da Sasha, com toda certeza não era ela, eu não sabia se ela tinha vindo ou não, mas a mulher estava observando a mais tempo do que uma pessoa conhecida faria. Ela não sabia quem eu era e eu definitivamente nunca tinha visto a desconhecida na minha vida. Sorri para ela. - Quer dançar? - Perguntei educadamente, mesmo com sua fantasia cobrindo todo seu rosto eu podia ver um pouco dos seus lábios, ela formou um sorriso.

- Claro. - Respondeu de forma simples e se aproximou. “Uma mulher de poucas palavras”, anotei mentalmente. Estávamos na metade da música, uma canção agitada e um pouco sexy. A loira estava quente, provavelmente estava dançando a noite toda. Ela prestes a falar alguma coisa foi interrompida: - Você… - Começou a falar, mas foi atrapalhada por um barulho próximo. Bebidas caindo no chão e vidro estilhaçando. Olhei na direção da mesa e todos estavam abrindo espaço para dois brigões. Me afastei da garota e andei até lá.

O chão estava uma desgraça. Bebidas e vidro para todos os lados, as pessoas estava começando a se aglomerar e a situação precisava ser controlada. Olhei ao redor e ninguém estava disposto a fazer nada. Os dois brigões eu reconheci, Adam e Steve, dois jovens do chalé de Dionísio. Se não me engano tinham por volta dos dezessete anos e estavam completamente embriagados, definitivamente tinham levado mais bebidas que eu para aquela festa.

Adam socou a cara do irmão e fez ele cair no chão. Steve se levantou rapidamente e quebrou uma garrafa da mesa de bebidas, nessa hora todos exclamaram em surpresa, briga entre irmão era uma coisa e fratricídio era outra completamente diferente. - Acabou a brincadeira, crianças. - Disse com uma mão na frente do corpo, o tom de sarcasmo fez os dois se virarem para mim. - Abaixe isso Steve e façam as pazes como bons garotos. - Disse sem um pingo de paciência. Steve parou de apontar a garrafa para o irmão e se virou para mim. Adam fez o mesmo, com fúria em seu rosto. - Certo rapazes, vocês precisam se acalmar. - Disse, lançando um olhar feroz e autoritário.

Os dois eram bem parecidos e tinham um metro e setenta de altura. Ambos loiros com uma cor intensa no olhar, na luz da festa o âmbar de seus olhos pareciam com lanternas apontando em minha direção. Os dois tinham um tipo físico comum e vestiam fantasias completamente diferentes. Um estava fantasiado de diabo e outro de anjo, pareciam prontos para dar sugestões estúpidas no meu ouvido e falar aquilo que eu deveria ou não fazer. Apesar de terem características bem semelhantes, os dois meninos não eram gêmeos idênticos.

- Ou…? - Perguntou Adam, fazendo o irmão olhar para ele com um sorriso perverso. Seus rostos tinham expressões verdadeiras, mas seus olhos estavam completamente vazios, eu sabia dizer pois já tinha visto muitas caras raivosas durante a minha vida, e aquele não era um olhar de quem estava perdendo o controle, aquilo era algum tipo de controle mental. Dei um sorriso amarelo para o rapaz e ele deu um passo à frente. Ergui minha outra mão para ele, deixando claro que estava em uma posição defensiva, eu devia tentar controlar a situação, na verdade nem deveria ter me metido naquela confusão, eles eram responsabilidade do Quíron e do diretor Dionísio. Nenhum dos dois estava por perto.

- Ou eu vou mostrar para vocês que meu punho bate mais forte que a ressaca. - Ameacei, perdendo a paciência com os filhos de Dionísio. Um pequeno coro na multidão exclamou, aumentando a tensão. Steve foi o primeiro a se movimentar, já que eu estava mais perto dele. O rapaz tentou um ataque horizontal para acertar meu estômago e eu me esquivei para trás, antes que ele pudesse fazer outro movimento puxei o seu colarinho e soquei sua face, com os punhos em uma coloração vermelho sangue¹. Aquela não era a decisão correta, mas eu não iria conseguir nada com diálogo, se eles estivessem sendo controlados mentalmente eu poderia libertá-los deixando-os inconscientes, se não, estavam possuídos e eu precisaria convencer os rapazes a serem deixados em paz.

Steve largou a garrafa e caiu desacordado. - Irmão! - Exclamou com raiva o outro garoto, Adam veio com tudo para cima de mim e com as mãos nuas acertou meu rosto. Dei dois passos para a esquerda com o impacto da porrada. - Vou matar você, idiota! - Exclamou Adam e me deus mais um soco. Desta vez eu estava preparado, meu corpo enrijeceu e eu aguentei o tranco, o rapaz não era mais forte que um simples mortal, então não foi muito complicado. Ele deu outro golpe com raiva, uma pontada de dor no meu rosto foi facilmente ignorada. As pessoas ficaram exclamando a cada golpe.

- Isso é tudo, Adam? - Perguntei, o garoto grunhiu e socou outra vez, desta vez eu segurei seu punho com força, torci levemente seu braço e ele tentou se afastar. Antes que ele pudesse dar um passo para trás eu acertei um golpe no seu rosto. A cabeçada foi tão forte que algumas pessoas exclamaram um “aí” relativamente alto. Segurei o garoto desacordado, impedindo que ele desabasse no chão e puxei-o em direção ao meu ombro, ele devia pesar uns oitenta quilos, nada demais para mim. Fui até o Steve e puxei o garoto para meu outro ombro.

Estava preparado para levar eles para um lugar afastado e tentar resolver a situação quando uma voz feminina exclamou no meio das pessoas: - Quanta coragem, batendo em dois garotos bêbados. - Alguém falou, não consegui identificar a pessoa entre os outros, mas sua voz era desconhecida para mim. Levantei o dedo do meio na direção da voz e rolei os olhos com sarcasmo.

- Certo, pois conversar com dois irmãos bêbados querendo se matar era mesmo a solução. - Explanei com ironia e sai dali antes que eu arranjasse briga com mais alguém. Caminhei com animação em direção a floresta, procurando um lugar calmo e tranquilo, precisei caminhar por uns quinze minutos, muitas pessoas estavam me olhando estranho, querendo saber que diabos eu estava fazendo com os dois, mas ninguém me dirigiu a palavra. Finalmente encontrei uma clareira onde depositei os dois garotos e esperei até que eles acordassem.

Enquanto esperava os dois recuperarem a consciência tirei o colar de alabarda do pescoço e finquei a arma no chão em seu tamanho natural. Caso os bonitinhos tentassem escapar acertaria o calcanhar com a parte chata da arma. Depois de mais alguns minutos eles começaram a se recuperar, primeiro Steve e depois Adam, mas os dois acordaram por completo quase que juntos. - Bom dia, raios de sol. - Disse com um sorriso maldoso. Os dois me olharam com raiva e um sorriso de escárnio, ainda estavam sendo controlados, ou seja estavam possuídos por fantasmas.  - Muito bem bonitões, eu sei que vocês tomaram os corpos destes dois garotos. - Disse sem rodeios e gerei um pouco de divertimento nas feições alheias.

- Tomamos sim, você deveria ter visto a cara da deusa quando ficou sabendo que ninguém queria chamar ela para dançar. - Disse Adam, mostrando um sorriso amarelo que me deu uma pitada de raiva.

- Como assim? - Perguntei com certa surpresa, Steve soltou uma risada perante minha ignorância e rolou os olhos. Aqueles não eram o Steve e Adam originais, eram os espíritos que estavam tomando seus corpos.

- Você não sabia? Melione nos enviou, disse que deveríamos fazer uma bagunça na festa, já que ninguém queria chamar ela pra dançar. - Disse o fantasma possuindo Steve, eu trinquei os dentes com raiva. Deuses podiam ser mais orgulhosos e egoístas que humanos.

Olhei para os dois com certa irritação. - Bem, vocês já cumpriram o papel, podiam ir embora agora. - Avisei com seriedade. Eles estavam dando risada da minha cara. - Além, por que diabos uma deusa iria se importar se não foi chamada para dançar? - Conclui com certo receio de qual seria a resposta.

Depois que eles pararam de rir Steve voltou a responder. - Ah meus deuses, vocês não entende nada de ser um ser divino, imortal e poderoso, não é mesmo? - Perguntou.

Cerrei os dentes com raiva e peguei Alabarda de supetão, descendo um golpe poderoso na árvore em que ambos estavam encostados. Eu não resolveria o problema matando os pobres garotos, na verdade pretendia utilizá-los como barganha, mas a raiva em mim era genuína. - Eu pareço entender de deuses? Desembucha. -

- Ahn… Certo. - Disse Adam um pouco nervoso. - Então, basicamente ela ficou brava pois ninguém a convidou para dançar, mesmo sabendo que se alguém tentasse tomaria um fora. Isso deixou a deusa infeliz com a comemoração. - Falou ele finalmente, me encarando um pouco mais sério que seu irmão, sem perceber eu estava emanando mais raiva que o normal.

- Muito bem seus idiotas. - Comecei e dei um belo sorriso falso. - Eu não entendendo nada de deusas e seu comportamento, mas eu entendo de negociação, na verdade eu diria que sou muito bom nisso. - Falei suavizando o meu tom, Steve quem ficou sério dessa vez, eu estava capturando a atenção do fantasma. Eles conseguiam ver a situação em que estavam enrascados, eles estavam sentados e eu de pé, se eles fizessem movimentos bruscos eu atacaria. Até que tinham razão em pelo menos me escutar.

- Muito bem, qual sua proposta filho de Ares? - Steve perguntou com um sorriso feliz. A menção ao nome do meu pai me deixou irritado. - Se sua barganha for boa como diz, chegaremos em um acordo. - Ele falou, mostrando que ambos estavam dispostos a escutar.

- Bem, eu suponho que apesar de gostarem de causar, vocês também não gostam de serem feitos de escravos pela deusa, certo? - Disse com um tom quase simpático, eles assentiram prestando atenção nas minhas palavras. - Muito bem, considerando que vocês fizeram um estrago e tanto na festa, eu acho que podiam simplesmente deixar estes garotos e irem diretamente para o descanso eterno. - Falei com um sorriso amarelo, sabendo qual seria a resposta deles.

- Acha que somos idiotas? Esse é pior acordo que eu já ouvi na minha morte. Você devia voltar para a escola de barganha. - Disse com Adam enquanto o irmão dava risada. Eu me agachei para encarar os dois fantasmas que estavam me olhando. - Vai ter que fazer mais que cara feia para nós convencer. - Finalizou o fantasma através do semideus.

- Ah, é mesmo? - Perguntei, agora quem estava rindo era eu. - Que pena, achei que minha sugestão era boa o suficiente. - Disse e virei as costas, puxando a arma fincada no tronco e andando para ir embora, os fantasmas pareciam surpresos que eu tinha desistido tão fácil. - Ah sim, eu esqueci de mencionar que estes eram filhos de Dionísio. O deus do vinho que supervisiona esta festa. - Continuei com mais maldade agora. Os fantasmas franziram o cenho. - Sim, além disso eu acho que ele não ficaria muito feliz em saber que vocês dois usaram os filhos dele para fazer uma bagunça. Eu sou o único que sabe quem mandou vocês, então todos ficarão achando que dois beberrões fizeram um show na festa. Vai repercutir bastante. - Continuei com um tom descontraído, demonstrando que não me importava.

Steve deu um sorriso fraco entre a carranca que chamava de rosto. - Mas… - Falou ele, sugerindo que eu tinha uma outra sugestão.

- Mas isso fará com que o deus fique enfurecido e certamente algum ceifador virá buscá-los. Além disso tem a danação eterna quando suas almas forem resgatadas. - Disse dando de ombros. - Eu talvez não entenda de deusas, mas eu entendo de dor e sofrimento. Dizem que os campos da danação eterna não são confortáveis. - Um sorriso de maldade brotando.

- Certo, certo. - Respondeu Adam, olhando desconfortável para mim. - Vamos deixar esses garotos em paz e em troca você avisa Dionísio que fomos apenas peões no jogo da deusa em questão, que acha? - Perguntou ele com uma ideia realmente interessante. Eu continuei com o olhar de deboche, esperando que eles melhorassem essa ideia. - Ahn… Ahn… - Gaguejou o fantasma.

- Melhor ainda, nós mesmos vamos explicar essa situação para Dionísio e pedir desculpas para ele. Assim ele terá piedade de nós. - O irmão falou animado, eu ergui as sobrancelhas esperando um último detalhe. - E vamos explicar isso na festa, como tudo aconteceu, para não restarem dúvidas que os filhos dele não tem nada haver com isso e depois vamos direto para os Estúdios Morto ao Chegar! Prometo que deixaremos esses corpos! - Comprometeu ele por fim e eu me estiquei satisfeito com a situação.

- Está vendo? Não foi complicado, agora façam isso e desapareçam antes que eu mude de ideia. - Avisei, demonstrando estar confiante. - AGORA! - Gritei com os dois e eles saíram dos corpos de Adam e Steve, indo com uma forma humana e fantasmagórica em direção da festa. - Muito bem. -

Os dois filhos de Dionísio começaram a despertar da possessão. - Deuses, que dor de cabeça. - Falou Adam, eu ajudei os dois garotos a se levantarem e assenti com a cabeça.

- Vai passar, tomem umas aspirinas e expliquem sua versão para o pai de vocês. - Disse, pegando minhas coisas e andando em direção a festa, definitivamente tinha desistido de ter paz. Os rapazes me agradeceram pela ajuda e me acompanharam de volta da festa, onde fizeram questão de ir até o deus dos vinhedos para explicar a situação na visão deles.

Fantasia:
[MF] August Damon Wolfstorm IMG_2232

Armas utilizadas:

• Alabarda [É como uma lança-machado. A lâmina na ponta é muito boa para impactos, e o outro lado bom para parar investidas. A haste é feita de um tipo de madeira resistente e encantado para tal, e a lâmina e pontas são feitas de ouro imperial. Exige força e treinamento para ser utilizada com maestria. | Efeito 1: Tal arma pode passar a ter o peso nulo, durante dois turnos, caso seja utilizada em batalha, porém pode durar mais tempo caso seja usada fora de batalha. | Efeito 2: A alabarda é capaz de encolher, ficando do tamanho de um pequeno pingente, ainda conservando a sua forma, mas apenas diminuída. | Ouro Imperial e Madeira. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

Observações:

Essa missão era mais focada em dialogo e essas coisas, mas queria colocar umas cenas de ação mesmo assim. ME PERDOE -q

Poderes Utilizados:


Poderes Ativos Utilizados (Ares/Júpiter):

Nome do poder:  Punhos de ferro
Descrição: Ao concentrarem suas forças nos punhos, os filhos de Ares/Marte conseguem fazer com que uma aura avermelhada circunde suas mãos fechadas, sendo capazes de desferirem socos com a força de um martelo feito de ferro. O efeito possui duração de duas rodadas, sendo que também protege a mão do semideus, não deixando que a mesma se machuque.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP

Nome do poder: Intimidação
Descrição: A prole de Zeus/Júpiter possui um olhar penetrante e, quando enfurecido, os olhos da prole tornam-se – aparentemente – elétricos avisando a inimigos que um golpe logo irá ocorrer. E, quando isso ocorre, o próximo golpe do semideus causa +10 de dano.
Gasto de Mp: -10 de MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10 de dano.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Poderes Passivos Utilizados (Ares/Júpiter):

Nome do poder: Seguido
Descrição: Naturalmente a prole de Zeus/Júpiter possui uma aura de líder que faz com que os campistas e demais semideuses aliados os sigam naturalmente, esperando ordens e afins. No entanto, vale ressaltar que, dificilmente campistas de nível superior ou com grande força mental sejam afetados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.


Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, obrigando-o a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares/Marte sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula sequer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Seus golpes desarmados dão 20 de dano base.

Nome do poder: Sexto Sentido
Descrição: Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares/Marte sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (como sons) esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão, durante um único turno, pressentir o inimigo se aproximando, podendo saber de onde o ataque virá, e se preparar para ele.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Velocidade Atlética
Descrição: Um bom combatente sempre está preparado fisicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra levam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15% de chance de conseguir se esquivar, pular, e saltar em uma luta com inimigos mais fracos, ou mais lentos.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Ignorando a dor I
Descrição: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares/Marte possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou um dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus. (cortes leves, e feridas pequenas)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Continuará lutando normalmente desde que os ferimentos sejam de grau baixo, como cortes superficiais, queimaduras de grau baixo ou hematomas.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Sanguinário
Descrição: Ares/Marte ama ver o sangue de seus inimigos jorrando de seus corpos, sendo esse um inevitável atrativo das guerras. Ao ser tocado pelo sangue de um inimigo, ou por algum fluído vital que se assemelhe ao sangue (Ents - seiva, deuses - icor e etc), o filho de Ares/Marte recupera parte de sua energia e força, ficando com ainda com mais vontade de ferir inimigos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +10 HP e +10 HP
Dano: Nenhum
Extra: Pode ser utilizado uma vez a cada 3 turnos.

Nome do poder: Força II
Descrição: Os filhos de Ares/Marte ficam ainda mais fortes conforme desenvolvem seu treinamento, sua força sempre foi superior aos demais campistas, mas isso se torna um destaque muito vantajoso conforme ele se desenvolve, cresce e treina.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força
Dano: +10% de Dano se o ataque do semideus atingir.





#Treinamento #Fortalecimento #NOPAIN #NOGAIN

Ares, god of the bloody war!


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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Ter Out 15, 2019 11:28 pm

Missão Realizada:

Fantasmas à solta
Melinoe é um tanto ranzinza não ficou feliz com a comemoração dos semideuses. Alguns dos campistas começaram a se comportar de maneira esquisita e estão tentando seriamente começar uma grande briga no salão principal, tudo isso porque esses bonitinhos ingeriram bebidas alcoólicas contrabandeadas e tornaram-se vulneráveis ao controle dos fantasmas. Você foi designado para tentar ajudar a resolver o problema, banindo os fantasmas de volta para o lugar ao qual pertencem.
Requisito: Mínimo nível 10
Recompensas até: 4.000 XP + 4.000 Dracmas + 8 ossos


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Mensagem por Becka Klasfox La'Fontaine em Qua Out 16, 2019 6:54 pm


August

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 4.000 XP + 4.000 Dracmas + 8 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 17%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 25%

Recompensa obtida: 3.280 XP e dracmas – 8 osso

Comentário:
Gus vou começar com algumas observações básicas ok!? Ok. Então, no seu pedido você colocou que a missão que tinha realizado era a do labirinto, comecei a ler sua missão pensando se tratar deste e fiquei confusa ao terminar a postagem e perceber que era outra completamente diferente, pois o link de direcionamento levava a outra missão. Só descobri a missão ao ver o post abaixo, que acabou clareando meus pensamentos. Peço mais atenção quanto a isso pois quase descontei toda a narrativa sem necessidade, imagina que confusão séria?! Segundamente... (essa palavra existe? q). Tente balancear melhor as cores em sua postagem, vermelho é uma cor deveras marcante para quem usa óculos como eu e acaba afetando sim a leitura/avaliação. Por último, mas não menos importante (rá!). Eu encontrei alguns erros de ortografia, palavras trocadas e etc que geraram um pequeno desconto. Também senti falta da explicação de possessão dos personagens que você colocou no enredo e da descrição dos detalhes de como descobriu a clareira por exemplo. Esses pontos deixaram parte da postagem incoerente, gerando um pequeno desconto. No mais tudo bem e parabéns, espero que leve as dicas em consideração e continue se divertindo.

E por fim, agora que percebi que tem três MF nesse tópico. (SOS)

Atualizado por Hefesto
Becka recebe 200Xp e Dracmas + 2 ossos



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Mensagem por Hela A. Deverich em Qua Out 16, 2019 8:55 pm

August

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos

Comentário:
Você tem muita criatividade e sua narrativa é bem agradável. Gostei de como realizou a missão e da coerência de fatos. Exceto pela parte em que a cobra grita de dor. Isso não parece totalmente coerente, tente se atentar aos pequenos fatos, embora eu não vá lhe descontar dessa vez.


Atualizado por Hefesto
Hela recebe 200Xp e Dracmas + 2 ossos


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