The Blood of Olympus
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[MF] Tessa S. Henz

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Mensagem por Tessa S. Henz em Sab Out 05, 2019 12:28 am

Missões Fixas de Halloween



Tessa Samantha Clarissa Henz
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Mensagem por Tessa S. Henz em Sab Out 05, 2019 2:12 am



A volta ao manicômio abandonado
Se me perguntassem como eu havia ido parar ali, eu responderia com as mais sinceras palavras, que não fazia absolutamente nenhuma ideia. Uma porta comum que havia me sido informada, pertencer a um dos muitos banheiros espalhados pelo castelo, na verdade me levara a um local completamente diferente do que eu imaginara. Tendo passado por aquele tipo de situação, vezes o suficiente para ter uma ideia de quem nem tudo que reluzia era ouro, eu não deveria me surpreender.

Mas, eu me surpreendia de qualquer forma. O vento gelado tocou minha face, um sinal do que estava por vir. O choque perpassou meu corpo, mais rápido do que eu gostaria de admitir. Eu já havia estado em um local como aquele antes, minha mente por pouco não se transformando em pura loucura. E a pior parte, era que eu aceitara aquela situação de bom grado. Phobos havia sido meu guia, mas nem longe, um bom guia.

Certamente, eu havia servido a sua intenção original. Perder para uma de minhas irmãs, nunca antes tivera um gosto tão amargo. Mas, eu sobrevivera, e era muito mais do que alguns poderiam esperar de mim. Virando meu corpo em direção a porta, tentei abri-la usando o máximo de força que me era permitida. A maçaneta se quebrou em minhas mãos, no entanto a porta não se abriu.

Aparentemente eu estava presa ali, até que houvesse feito o que quer que esperavam que eu fizesse. Soltando um suspiro, dei o primeiro passo em direção ao corredor silencioso. Se houvesse outro ser vivente ali, provavelmente se escondia em algumas das muitas salas que aquele local deveria ter. O primeiro vislumbre da placa, foi como tiro no peito.

A palavra em alemão parecendo tão cruel, quanto havia sido anos antes. Manicômio. Também havia sido em alemão daquela vez. Mantive o ritmo, após abrir a porta. A poeira excessiva, indicando que muito tempo se passara desde que uma presença humana se fizera presente. A porta esverdeada era a única em todo o corredor, eu sabia que deveria passar por ela, não havia outra opção. A similaridade da situação me causava arrepios.

-Você esteve aqui antes. Uma vez deveria ser suficiente, sempre é- o sussurro infantil vez com que eu desse um passo atrás. A garotinha de cabelos castanhos e olhos claros, deu um passo em minha direção, seus lábios se entreabrindo em um sorriso, conforme sua cabeça girava em seu pescoço. -Você não deveria ter medo de mim, sou só uma garotinha- murmurou inocentemente, piscando seus olhos antes de dar uma gargalhada.

-Não se preocupe, dessa vez, você não terá que me enfrentar- ao dizer isso, o fantasma tocou meu braço, e eu já não estava mais ao seu redor. A nova sala possuía tanques. Dois tanques de água, um corpo preso em cada um deles. Me aproximando com cuidado, parei em frente aos corpos, minhas mãos sendo levadas aos lábios de maneira automática.

Minha irmã gêmea e sua esposa eram as vitimas da vez. Daquela vez, apenas Manu fora a vítima dos planos maléficos de Phobos. Em meio ao desespero que me tomou, não esperei que uma solução caísse em minhas mãos. Eu não poderia permitir que minha irmã e o amor de sua vida morressem diante de mim. A água, não só deveria, como me responderia caso eu pedisse.

Me concentrando, foquei meus olhos na água. Um leve gesto de mãos, deveria ter feito com que a pressão da água destruísse o tanque, independente do material em que ele fosse feito. Mas o sucesso, nem de longe foi alcançado. -Não, eu vou conseguir!- anunciei transformando meu anel, na espada que era minha companheira fiel.

Golpeei o tanque onde o corpo de Manu se encontrava vezes o suficiente para que o suor passasse a escorrer por meu rosto. Eu me negava a desistir. Eu precisava salvar minha irmã. Continuei o golpe por vezes sem conta, até o estalo aconteceu. -Isso não é real- murmurei para mim mesma dando um passo para trás, a espada caindo ao chão. -Manu teria conseguido se soltar, a água é tão dela quanto é minha- disse antes de ter o cenário trocado rapidamente.

A porta a minha frente era azul, os tanques antes com os corpos de meus familiares se encontravam vazios. Passei a mão pelo rosto limpando o suor, me recuperando antes de seguir em direção ao que me esperava por trás daquela porta. Passei os olhos pela mão onde a espada se transformara em anel rapidamente e soltando o ar, coloquei as duas mãos sob a maçaneta, girando-a com cuidado.

-Tessa!- a voz era familiar, a face ainda mais. Desde os cabelos, até as vestes. Não havia como discutir. Aquela era Arya Doprav. -Você não deveria estar aqui. Ninguém nem sabe onde você está agora- murmurei incrédula. -Você nunca foi boa o suficiente sabe? Eu e Paul sempre falávamos sobre isso. Tessa, a gêmea mais nova e irritante da Manu. Ela concordava com a gente- falou Arya poucos segundos antes de olhar para suas unhas.

-Era natural que nos te vencêssemos certo?
- continuou me dando um sorriso. -Se Phobos não tivesse te levado de volta, Tessa Samantha Clarissa Henz teria morrido naquele dia. Mas novamente, quem teria sentido sua falta?- anunciou Arya puxando sua espada. A espada que de alguma forma, era a marca de que ela havia estado naquele manicômio tanto quanto eu.

-Eu ganhei daquela vez, nada mais justo que eu ganhe novamente hoje. Não é, irmãzinha?- o ataque veio rápido. Conseguir interceptar o primeiro golpe, fizera toda a diferença. Nossos corpos se moviam em uma luta implacável. Arya era tão veloz quanto em minha lembrança. Mas, eu já não era a mesma garota daquela época.

Um segundo golpe veio em minha direção, meu desvio não foi rápido o suficiente a ponto de acertar meu braço esquerdo. O sangue começando a escorrer segundos depois. Dei um passo a frente, minha espada indo em direção a seu braço esquerdo. Nossa luta continuava em ataques e defesas, até que meus pés trabalharam a meu favor, ligeiramente dei uma rasteira em Arya vendo-a cair ao chão. Minha espada foi de encontro a seu pescoço.

-Você nunca seria capaz de finalizar isso. Um monstro? Com certeza. Mas você não ariscaria a matar um inocente. Esse é o seu erro- murmurou em zombaria, o sorriso em seu rosto. -Mas eu sei que você não é ela. Se fosse, teria me matado com muito mais facilidade- o sorriso de cinismo deixou seus lábios quando minha espada afundou em seu coração, a imagem se dissipando como um holograma.

E então a estrela estava ali, a porta esbranquiçada demonstrando que a minha jornada deveria ser continuada. Envolvi a maçaneta sem presa. Girei-a, esperando por meu próximo desafio, mas ao contrario do que eu esperava, eu estava novamente no castelo. -Pelas barbas de Poseidon, o que diabos foi isso?- murmurei olhando para o meu braço esquerdo, a ferida que havia ali, tinha desaparecido, como se jamais houvesse ocorrido, atestando o que no fundo eu sabia. Tudo aquilo não havia passado de uma ilusão.

Cômodos malucos
O castelo é um tanto mais complexo do que aparenta. Algumas portas podem te levar para lugares aleatórios como manicômios abandonados, igrejas caindo aos pedaços, outros castelos ainda mais tenebrosos e vários lugares que já foram esquecidos pelos homens. Sem querer, você foi para um destes lugares e ao tentar retornar descobriu que a porta não te levava de volta. Agora precisa enfrentar os perigos do lugar desconhecido e encontrar um meio de retornar para o lugar de onde veio.
Requisito – Mínimo nível 8.
Recompensas até: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.

Armas e Poderes:

Invisible Heart- uma espada dilapidada em ferro estígio,  ao tocar na pele de um semideus faz com que veneno paralisante adentre sua pele. Além é claro das feridas normais. Em descanso, o objeto se transforma em um fino anel, com três pequenos tridentes. Ao toque do tridentes do meio, o corpo da semideusa se torna total e completamente invisível, tanto para monstros quanto para demais semideuses, o cheiro e o caminhar são camuflados pelos sons e cheiros do local aonde o semideus se encontra. Ao tocar os três tridentes, o anel se transforma na espada.

Nome da Bênção: Controle Mental
Descrição: A semideusa foi abençoada com a capacidade de ter um excelente controle mental, sendo assim, ela é quase imune a ataques mentais e ilusões, além de poder causar leve confusão em um oponente, podendo fazer com que ele perca uma ação ao plantar um falso pensamento em sua mente.
Gasto de MP: 70 MP para confundir os outros. Não há gasto para se proteger.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +60% de resistência a ilusões e ataques mentais.
Dano: 25 HP.
Extra: Use com moderação, pois mexer com a mente de outros pode ser um grande esforço para você.
 



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Mensagem por Tessa S. Henz em Sab Out 05, 2019 10:50 am



Um quarto do século XVIII
Na saída do acampamento meio-sangue, eu não traçara grandes planos para aquela noite. Eu viera com Samuel, e com ele permaneceria durante o restante da festa, até o momento em que minha paciência para o ambiente social fosse drenado. O impulso de sair pelo corredor, havia sido o grande causador de todos os meus problemas posteriores.

Em parte, por que eu não fazia absolutamente nenhuma ideia do que encontraria, e em outra parte porque eu de fato, não estava preparada para o que encontrara. Visualizar uma porta aberta, foi uma surpresa agradável, em se considerando todas as portas fechadas pelas quais eu passara. Adentrei o lugar e me deixei explorá-lo com cuidado.  

O antigo quarto parecia bem cuidado, os móveis pertencentes ao século XVIII em boa conservação. O barulho de uma porta se fechando, fez com que eu me virasse em direção a porta pela qual havia adentrado o lugar. -Nem pensar!- anunciei correndo em direção a abertura. Forçando a maçaneta, eu buscava conseguir abri-la.

A falta de êxito, não foi tão grande quanto a frustração de estar presa em um quarto no qual eu nem se quer deveria ter entrado. -Já que é assim, vamos explorar- anunciei, passando meus olhos pelo quarto. A cama de colunas foi minha primeira parada, o colchão parecia tão confortável quanto teria sido na época que o verdadeiro dono o ocupava. A colcha pesada, possuía uma cor bordo, que misturando com o branco, deixava o quarto ainda mais aconchegante.

A penteadeira, possuindo apenas um restolho de pó de arroz e um grande espelho, indicavam que o quarto pertencera a uma mulher. Talvez a uma esposa,ou a uma amante. Pelo luxo, eu diria que a primeira esposa. A caixinha de joias, ainda cheia foi a grande causadora de interferências.

O grampo dourado chamou minha atenção de forma automática. Um belo adereço de cabelo, que poderia ser usado de uma maneira completamente diferente de seu intuito original. Envolvi o grampo com a minha mão, testando sua flexibilidade. Mole como o esperado. Abrindo o grampo, o modifiquei da forma como havia aprendido com tia Tassia.

Ela não me explicara a razão, por estar me ensinando algo que parecera tão estranho a princípio, e eu não questionara suas motivações. Eu sabia, que como semideusa, eu poderia encontrar muitas coisas estranhas, uma habilidade não deveria ser desprezada, por mais tola que pudesse parecer. Movimentando o grampo na fechadura, levei mais tempo do que esperava para conseguir alcançar meu objetivo.

Enganava-se quem pensava que era fácil conseguir abrir a porta daquela forma. Exigia talento e paciência, duas coisas que eu obtinha o suficiente para finalizar a atividade com sucesso. O clique que indicava que a maçaneta poderia ser girada foi ouvida, fazendo com que um sorriso se entreabrisse em meus lábios. Passei os olhos mais uma vez pelo quarto, antes de dar as costas a ele, abrindo a porta e passando pelo portal. Alguém me trancara ali, por qual razão, eu não tinha nenhuma ideia.

Trancafiado
Alguém acidentalmente te trancou em um quarto do castelo, você não sabe quem foi e, para piorar tudo, a maçaneta quebrou. Agora você tem que usar toda sua inteligência e sagacidade para abrir a porta. Sinceramente, não sei se você consegue.
Requisito – Mínimo nível 2.
Recompensas até: 1.500 XP – 1.500 Dracmas – 3 ossos.
 



Tessa Samantha Clarissa Henz
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Mensagem por Anfitrite em Sab Out 05, 2019 4:16 pm


Cassandra
Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 1.500 XP – 1.500 dracmas – 3 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 6.000 XP – 6.000 dracmas – 6 ossos


Missão 2
Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 1.500 XP – 1.500 dracmas – 3 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 1.500 XP – 1.500 dracmas – 3 ossos


HP: 790/790
MP: 720/790


Anfitrite
Anfitrite
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Deuses Menores
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Mensagem por Tessa S. Henz em Sab Out 05, 2019 5:56 pm



A fantasminha camarada
Eu mal conseguira dar alguns passos em direção a festa, quando meu corpo foi novamente empurrado para o lugar do qual eu recém saíra. Um vento forte foi o responsável por me jogar na cama. Minha força parecendo inútil diante da força que me jogara ali. -Esse era o meu lugar- a voz parecia triste, a figura sentada sob o banquinho em frente a penteadeira ainda mais infeliz.

Meus olhos passaram por seu corpo, um vestido de época tomava lugar, a coloração azul marinho e a falta de adornos indicando o meio luto. As mulheres tinham regras sociais muito mais rigorosas naquele século, do que no nosso. O meio luto desaparecera com os anos, mas era fácil distingui-lo em roupas de pinturas e livros de história geral.

-Eu era a dama da casa. As joias, os livros, as flores. Tudo aqui me pertencia- murmurou olhando para mim através do espelho. Um leve sorriso se pós em seus lábios, por um breve instante, tudo que eu conseguia ver era a beleza que imanava de seus poros. Ela não deveria ter mais que vinte anos.

-Mas tudo mudou. Assim como água para vinho, meu vinho foi transformado em vinagre. Meu marido sendo levado de mim, a casa ocupada por usurpadores. Eu me neguei, não poderia permitir- murmurou se virando em minha direção. Me sentando na cama, ajeitei minha postura. Ela não parecia querer que eu dissesse o que deveria ter feito, seu intuito provavelmente era desabafar. Por quantos anos ela ficara presa ali, não poderia ser definido ao certo.

-Minha esperança veio, quando meu filho deu seu primeiro sopro de vida. Mas eles o levaram também. Se a criança vivesse, eles não viveriam. Perdi-o assim como o ganhei- sussurrou caminhando em minha direção, seu rosto parando bem em frente ao meu. -Eles vieram me buscar, as vozes. Mas eu não podia ir, não enquanto eles vivessem nessa casa- falou colocando sua mão em meu rosto, o gélido toque fazendo com que meus pelos se eriçassem.

Eu estava de frente a um fantasma. Uma mulher atormentada pela dor, a perda provavelmente a levando a loucura. O desejo de vingança sendo o responsável por impedi-la de fazer a passagem para o mundo inferior. Um dos ceifadores de Thanatos provavelmente faria um trabalho melhor que o meu, mas eu conseguia compreender de forma parcial o motivo de eu ter chamado sua atenção.

-Sua dor deve ter sido imensurável. Perder seu amor, e então sua criança. Você não desejaria encontra-los?- questionei da maneira mais doce que meu tom de voz permitiria. -E eu poderia?- seu questionamento demonstrava o quão em dúvida ela se encontrava. -Claro. A passagem é sempre o primeiro ato para o julgamento final. O que te prende aqui? – murmurei buscando evitar seu olhar machucado.

Seu sofrimento era palpável demais, eu não sabia se era uma coisa que eu estaria preparada para vivenciar. -Você se refere ao reino dos mortos? Um mito apenas isso- anunciou se afastando, como se eu a houvesse queimado perdendo sua confiança de uma vez por todas. -Esse lugar é uma representação do seu sofrimento. As joias, a cama, até mesmo o quarto de vestir. Sua ama não vira para ajuda-la. A solidão não é uma maldição?- questionei dando um passo em sua direção.

-Solidão? Quando eles se foram, havia paz. A mulher que tentara levar minhas joias, o homem que tentara me fazer aceita-lo em matrimônio- disse, parecendo se lembrar perfeitamente daqueles que a haviam feito sofrer. Sua mente pouco lúcida parecia aceitar suas verdades, mas seus olhos, eles demonstravam algo diferente. No fundo, habitar o castelo por tanto tempo, era exaustivo.

Ela queria partir, mas algo a impedia. -Como posso ajuda-la? O que a faria partir, encontra-los e se ver livre de suas amarras?- questionei colocando o máximo de sinceridade em meu tom de voz. -Você me ajudaria? Ficaria com ele? – perguntou, juntando suas mãos as minhas.

-Ele? – questionei olhando-a com desconfiança. -Aqui, você entendera quando precisar- um medalhão foi entregue em minhas mãos, a feição da moça parecendo adquirir certo alivio. -Eu não podia partir, sem passar essa responsabilidade adiante, minha obrigação passa a ser sua, eu Amelia Beckermann passo a responsabilidade de guardiã adiante, obrigada, muito obrigada- murmurou antes de sumir, como uma sombra.

A sensação de ter sido enganada, tomou conta de meu corpo muito antes de eu compreender exatamente o que havia acontecido. Coloquei o medalhão em cima da penteadeira e virei as costas. Eu tinha feito minha parte, conseguira fazê-la atravessar a passagem. Não iria assumir uma responsabilidade que não era minha. Mas, aparentemente, era tarde demais. A palavra em vermelho sangue apareceu em meu pulso, o medalhão se fechando em meu pescoço. Guardiã. Os deuses haviam me dado um presente desagradável, mais uma vez.

A travessia
Há criaturas que não estão felizes com a própria morte e por isso acabam presas no plano terreno, sem nunca passar pelo julgamento para saber qual o destino de sua alma. Você encontrou um destes fantasmas e agora tem que argumentar com ele para que ele cruze ao reino dos mortos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensas até: 3.000 XP – 3.000 Dracmas – 3 ossos

Poderes utilizados:
Nome do Poder: Inteligência Linguística
Descrição: Quem possui a inteligência linguística bem desenvolvida, possui um domínio e gosto especial pelos idiomas, pelas palavras e desejo de explorá-los. Esta habilidade dá a vantagem de usar as palavras com maestria e expressar-se com sagacidade para obter o que deseja.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% em inteligência, +20% de persuasão.
Dano: Nenhum
 




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Mensagem por Hela A. Deverich em Qua Out 16, 2019 8:01 pm

Tessa

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 3.000 XP – 3.000 Dracmas – 3 ossoss
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 19%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 2.970 XP – 2.970 Dracmas – 3 ossos
Comentário:
Sua escrita é muito boa, mas eu sinto que em determinados momentos você as coloca em lugares que não é necessário já que, de modo automático, soa estranho pensar em uma pequena pausa naquele momento do período. Ademais, não tenho o que pontuar, seu texto foi muito bom.

Atualizado por Hefesto.
Hela recebe 200XP e Dracmas + 2 Ossos.


Power is a dangerous game
Hela A. Deverich
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Imortais
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Idade : 21
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