The Blood of Olympus

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Mensagem por Theo Berthelotii em Sex Out 04, 2019 3:52 pm

Tópico destinado as missões fixas do evento de Halloween. As missões podem desenvolver a trama pessoal da personagem de alguma forma, mas não é algo obrigatório.



A sua Escuridão não é sua Inimiga, assim como a Luz nem sempre é sua Salvação.
Berthelotii, Theo
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Mensagem por Theo Berthelotii em Sab Out 05, 2019 12:43 pm

Eu já visitei muitos lugares, mas com certeza um Castelo não foi um deles. Eu sempre me imaginei como parte da Corte Real de algum Reino. Invejava as Princesas das histórias, com seus vestidos deslumbrantes e seus Príncipes Encantados. Meu pai e minha tia me davam alguns presentes que lembravam a vida de confortos de uma Princesa como: uma penteadeira que tinha adornos de coroas e até vestidos que usava no dia das bruxas para ir caçar doces com suas amigas. Talvez fosse por todas as boas lembranças que eu amava esse feriado. Enfim, dessa vez ele estava lá realmente, em um castelo de verdade... Mal podia acreditar nisso, e logicamente eu não ia ficar ali só imaginando o que tinha nesse castelo.

Comecei a seguir pelos corredores, um pouco apreensivo admito, não sei se era um traço de ser filho da Rainha do Submundo, mas eu nunca tive medo de fantasmas ou coisas do tipo. Havia alguns outros semideuses por ali, alguns bebendo, alguns se pegando, outros apenas conversando, mas eu não estava ali para reparar no assunto. Seguindo por alguns corredores nos andares térreos eu me deparei com uma pequena escada de pedra bruta que fazia uma espiral seguida até o andar acima de mim. Pelo tamanho que a escada apresentava, imaginei ser uma escada de serviço, onde os empregados do castelo desciam para a seus quartos, ou para a lavanderia ou até mesmo para a cozinha.

Decidi seguir para o andar de cima, e me deparei com um corredor extenso, com diversas portas e salas. Haviam armaduras espalhadas por toda a extensão do corredor, como se houvesse guardas protegendo algo, ou alguém importante. Se tinha alguém ali eu tinha que saber, então sem pensar duas vezes, comecei a andar pelo meio do corredor, pronto pra ativar meu sabre caso fosse preciso. Mas mesmo apreensivo eu continuava a caminhar devagar e a olhar cada detalhe. E quanto mais eu me afastava mais eu começava a ficar paranoico. Sons ecoavam pelo corredor, formas apareciam e desapareciam nas sombras e nas janelas das salas vazias. Aquilo começava a ficar estranho demais, até pra mim.



Explorando O Castelo
Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Adendo:
Equipamentos:
Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]
Poderes:
Passivos:
Ativos:


A sua Escuridão não é sua Inimiga, assim como a Luz nem sempre é sua Salvação.
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Mensagem por Tessa S. Henz em Sab Out 05, 2019 10:31 pm


Theo

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 10%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 15%

Recompensa obtida: 712 XP –  1.125 dracmas – 1 osso
Comentários:
Theo, a verdade é que sua missão se mostrou bem confusa. Principalmente na troca do primeiro para o segundo parágrafo. Em um primeiro momento, você se refere a si mesmo como gênero feminino, para no segundo parágrafo mudar completamente. Por esse motivo ocorreram os descontos em sua missão. Tente-se ater a isso em suas próximas missões.


The Beauty and the beast
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Mensagem por Poseidon em Dom Out 06, 2019 8:02 am

Atualizado!
Tessa recebe 200XP + 200 Dracmas + 2 Ossos pela avaliação
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Mensagem por Theo Berthelotii em Seg Nov 04, 2019 1:29 pm

- AGORA FUDEU MESMO! - Eu gritava andando de um lado pro outro, não tendo pra onde ir, já que eu estava preso em uma sala do castelo, que parecia ser um quarto de proteção para a Realeza no caso de uma invasão ao castelo. Eu acabei parando lá enquanto tentava achar uma forma de voltar pra festa. Era óbvio que eu estava perdido mas eu não espera por isso. - EU JURO QUE VOU MATAR O FILHO DA PUTA QUE FEZ ISSO! - Eu esbraveja dando tapas na porta, e ouvia algumas risadinhas do lado de fora. A droga da maçaneta caiu com o impacto que a porta tinha feito ao fechar e acabou sumindo pelo quarto. A má iluminação do lugar não me ajudava em nada - "As janelas" - Eu pensei, e... nada, todas eram gradeadas e com pouco espaço. Não daria pra sair por ali.

- Pensa Theo, pensa! - Eu falava comigo saem entender essa situação direito, eu estava apenas procurando um escada e acabei achando uma encrenca com alguma coisa... Bem a minha cara! Dei uma pequena olhada em volta, na procura de alguma coisa que me ajudasse a enxergar a trinca da porta, ou onde pudesse ter uma chave pra abrir aquela maldita porta! Fui em direção a uma das cômodas da sala e comecei a vasculhar as gavetas, mas não adiantou muito, já que eu não estava enxergando direito. Dei uma olhada em volta, tentando me acostumar com a pouca iluminação do ambiente, e notei um espelho de uma penteadeira que estava num canto bem menos iluminado do quarto.

Segui na direção do mesmo e então eu comecei a tentar puxar a cômoda e então... Ela desmontou e caiu, inclusive o espelho que se quebrou. Eu fiquei ali parado por alguns segundos, observando em pura raiva o que tinha acabado de acontecer, tudo que consegui soltar foi um suspiro. Peguei o espelho rachado enquanto praguejava e evitava olhar meu reflexo, era uma velha superstição da minha família. Eu o apoiei entre o pé de uma das beliches e a parede, voltando a luz da janela para a porta na tentativa de iluminar o suficiente para que eu pudesse usar a ponta da minha faca para abrir a fechadura.

Enquanto eu tentava arrombar a fechadura eu sussurrava algumas palavras em grego, como se fosse um pequeno encantamento. Depois de alguns minutos, tentativas falhas e estresse, ouvi um leve estalo na porta, indicando que eu havia aberto ela, dei de cara com um sátiro completamente aterrorizado que tremia enquanto segurava seu bastão e deu um balido ao me ver saindo da porta do quarto. Me dirigi a ele e perguntei - Ei, tu viu quem me trancou aqui dentro? - ele negou diversas vezes com a cabeça, enquanto e olhava de cima a baixo, parecendo procurar algum sinal inumano em mim. Eu odiava quando faziam isso e gritei com o mesmo - Perdeu alguma coisa em mim? - que quase deixou o bastão cair com o susto, e novamente negou com a cabeça. Eu lhe dei um sorrisinho debochado e revirei os olhos, e então lhe disse num tom de ordem - Vamos, eu vou ACABAR com a raça de quem ou do que me trancou ali.



Trancafiado
Alguém acidentalmente te trancou em um quarto do castelo, você não sabe quem foi e, para piorar tudo, a maçaneta quebrou. Agora você tem que usar toda sua inteligência e sagacidade para abrir a porta. Sinceramente, não sei se você consegue.
Requisito – Mínimo nível 2.
Recompensas até: 1.500 XP – 1.500 Dracmas – 3 ossos.

ADENDOS:
EQUIPAMENTOS:
Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]
PODERES:
PASSIVOS:
ATIVOS:


A sua Escuridão não é sua Inimiga, assim como a Luz nem sempre é sua Salvação.
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Mensagem por Tessa S. Henz em Ter Nov 05, 2019 10:29 am


Theo

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 1500 XP – 1.500 dracmas – 3 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 25%

Recompensa obtida: 1.350 XP –  1.350 dracmas – 3 ossos
Comentários:
Theo, pude ver uma grande melhora em sua narração. Parabéns. Tome cuidado apenas com falta de palavras ou palavras escritas de maneira errada que podem prejudicar a compreensão do texto.

Atualizado por Hades, Tessa recebe os bônus de 200 de xp e 2 ossos.


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Mensagem por Theo Berthelotii em Dom Nov 17, 2019 8:06 pm

Eu juro que eu ainda vou MATAR alguém nesse Castelo, porque... Puta que o pariu! A praga do sátiro que estava comigo se perdeu de mim. Mas tudo bem, eu estava sozinho desde o início mesmo. Não ia fazer diferença. Mas confesso que a presença dele, por mais inútil que fosse me deixava mais confortável por ter com quem conversar. Eu sempre odiei ficar sozinho, em qualquer lugar ou situação... bom, quase todas! Eu preferia ser mal tratado do que esquecido, abandonado... Deixado pra trás.
De repente, uma voz atrás de mim vibrou por todo o corredor em que eu andava, perdido em meus pensamentos, me arrancando do meu transe e me dando de volta a sensação do frio na espinha e do arrepio na nuca visível do meu cabelo, dizendo:

- Carmen? É você?

Parecia a voz deu um homem jovem, na casa dos 30 anos, mas não a voz de um ser humano. Ela soava distorcida... fantasmagórica até.
Eu estava totalmente paralisado, nenhuma parte do meu corpo se mexia e tudo estava tremendo. Eu não entendia porque, nunca fui de ter medo de fantasmas, anjos ou demônios. Mas ter aquela sensação em primeira mão era outra história. Continuamos naquele silêncio por alguns segundos, até o tal fantasma falar de novo comigo, dessa vez se aproximando alguns passos:

- Carmen, me perdoa, por favor?!

Ele parecia frustado sem receber nenhuma resposta minha, mas eu não sabia o que dizer, eu não era essa Carmen. Eu estava cada vez mais nervoso, e comecei a transpirar. Eu nunca recebi nenhum treino pra falar com uma alma penada, ainda mais quando o que a prendia era um amor passado. Mas eu tinha que falar alguma coisa, eu tinha que... agir. Eu me virei de vez para o jovem homem, que tinha uma aparência mais jovem do que eu imaginava.
Ele tinha um brilho azul e era quase completamente transparente dando pra ver apenas um pouco de suas feições. Ele parecia surpreso, ou melhor dizendo admirado me olhando tentando se aproximar novamente, me obrigando a dar alguns passos pra trás, me fazendo dizer com o medo aparente na voz:

- Não se aproxime!

Ele me olhou ainda mais confuso, ele parecia magoado com minha reação. Ele parecia estar a um ponto de chorar mais respirou fundo e deu um passo pra trás, abaixou a cabeça e me olhou de novo dessa vez com uma expressão ainda mais melancólica, mas quando ia falar alguma coisa, eu o interrompi e disse apressadamente, quase atropelando a fala:

- Eu não sou a Carmen!

Ele me olhou totalmente chocado, e depois de alguns segundos começou a rir, a risada se tornou uma gargalhada profunda e logo um suspiro.
Ele parecia não entender o que eu queria lhe dizer, era como se ele esperasse que eu disse que era brincadeira, que eu estava zoando com a cara dele ou algo do tipo, mas eu não o fiz. Sua cara de divertimento se desfez, dando lugar a uma expressão de desgosto e raiva. E ele então me disse:

- Para de brincadeira Carmen, não é hora pra isso.

- Já disse eu não sou a Carmen! - Eu retruquei ainda num tom pacífico, mas com medo.

- Então... onde está... a... Carmen? - Ele parecia sentir dores na cabeça a cada parada na frase, e me perguntou - Quem é... você?

- Me chamo Theo - Eu disse forçando um tom firme na voz.

- Theo? É um nome curioso pra uma donzela - Ele dizia com um tom de certeza na voz, e continuou - Ainda mais uma que cheira tão bem a flores.

- E-eu não... sou uma... d-donzela - eu gaguejava enquanto me sentia constrangido pelo elogio - Mas... obrigado! Sabe... pelo elogio

- Não és uma donzela? - Ele parecia constrangido e somente complementou - Me desculpe! Realmente tens traços muito femininos, então deduzi...

Depois de um tempo constrangedor, o fantasma me disse:

- Sabe... Onde está Carmen? - E me olhou, ainda embaraçado com o engano.

- Eu tenho uma ideia... - Apontei pro pés, quase inexistentes do mesmo, que só então se deu conta - Pode achá-la do outro lado.

- Não... A Carmen também...? Ela... Morreu? - Ela parecia chocado, afinal, acabara de ter noção de sua morte

- Eu... não sei - Minha voz soava compadecedora e suave - Mas, você só saberá se se permitir. Vocês se amavam?

- E como! - O fantasma disse de imediato

- Então, independente do que tenha feito a ela, sei que ela te perdoará. Agora você tem que se livrar dessa culpa, ou jamais a vera de novo - Eu dizia aquilo com tanta propriedade que até eu me surpreendia.

- T-tem razão! Eu quero vê-la, mas... - ele parecia cada vez mais confuso e com dor.

- Me peça as desculpas! - eu lhe disse tão rapidamente, que acabou soando como uma ordem.

- O-o que? -ele me olhou totalmente confuso

- Eu sou parecido com ela? A Carmen?

- É sim! - ele me respondeu sem pestanejar

- Então, eu vou ser a Carmen! Fale o que você iria dizer em seu pedido de desculpas a ela!

- Então... tá bom - Ele disse e respirou fundo para então continuar - Carmen Eglúz, meu amor dessa e de outras vidas. Me perdoe por deixá-la... E-eu... Estava sendo seguido e não queria coloca-la em perigo. Então eu a abandonei aqui, aos cuidados de minha irmã... - Ele respirou fundo de novo, tentando conter as lágrimas ectoplásmicas em vão - Foi a coisa mais difícil que pude fazer, mas... Eu voltei , eu estou aqui agora e vou ficar pra sempre... Nem que eu tenha que mover montanhas para permanecer aqui - Ele havia chegado perto o suficiente pra eu sentir arrepios em todo meu corpo. Ele colocou uma mão em minha nuca e outra em minha cintura, me provocando ainda mais calafrios na espinha, e então continuou - Me perdoa?

Eu estava totalmente aos prantos, e nem sabia o porque de chorar tanto, mas sempre tive um fraco por romances, então disse:

- E-Eu... eu te perdoo!
O fantasma então começou a brilhar, como se a Lua cheia recebendo os raios do Sol e tudo que pude ouvir foi um "Obrigado!" antes do mesmo brilhar ainda mais intensamente e sumir completamente na minha frente. Me deixando novamente sozinho naquele pequeno corredor embaixo da luz da Lua que atravessava a janela. Depois de secar meus olhos, voltei a andar e procurar a saída daquele Castelo, que já não me parecia tão assustador agora.



A travessia
Há criaturas que não estão felizes com a própria morte e por isso acabam presas no plano terreno, sem nunca passar pelo julgamento para saber qual o destino de sua alma. Você encontrou um destes fantasmas e agora tem que argumentar com ele para que ele cruze ao reino dos mortos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensas até: 3.000 XP – 3.000 Dracmas –  3 ossos

Adendos:
Equipamentos:
Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]
Poderes:
Passivos:
Ativos:


A sua Escuridão não é sua Inimiga, assim como a Luz nem sempre é sua Salvação.
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Mensagem por Hemera em Qui Nov 21, 2019 1:25 pm


Theo

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 3.000 XP – 3.000 Dracmas –  3 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 13%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 2.790 XP – 2.790 Dracmas –  3 ossos
Comentários:
Separe melhor os parágrafos e use o travessão (—) em vez do traço (-) nas falas. Precisa melhorar um pouco o uso da vírgula e tomar cuidado com algumas palavras que escreveu errado, como um "mais" no lugar de "mas". Com isso seus textos ficarão ainda melhores.

Atualizado por Macária.
Hemera
Hemera
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