The Blood of Olympus
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[CCFY] Among The Living

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Mensagem por Phoenix Holm Sundström em Qui Out 03, 2019 10:40 pm

CCFY - Among The Living

— De que se trata?: - CCFY's pertencentes a história do personagem e sua relação com Hera/Juno.



Última edição por Phoenix Holm Sundström em Dom Out 06, 2019 12:12 am, editado 2 vez(es)


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[CCFY] Among The Living  Empty Re: [CCFY] Among The Living

Mensagem por Phoenix Holm Sundström em Sex Out 04, 2019 1:43 am

Maybe...I like it I’m twenty five. When I’m not a kid or an adult When I’m just me I shine the brightest
Phoenix largou o machado e espada ao chão momentos depois de derrotar o Duplo de maneira brutal. Ao menos, a forma que ele havia encontrado de matar a criatura havia sido completamente violenta e também não condizente com a imagem de pessoa doce, amorosa e completamente inocente que ele tinha. O sangue que ele havia derramado embora fosse de uma criatura havia afetado a mente dele de uma forma que o mesmo não entenderia o motivo do qual havia feito aquilo e daquela maneira. Era realmente aquilo que ele era ou aparentava ser? Completamente que não. O questionamento ficara no ar inúmeros minutos na medida em que o moreno se pôs de joelhos em frente aos restos mortais do Duplo. Naquela altura, ele ainda estava na floresta na missão em que protegia o semideus que assumiria o seu lugar nos argonautas.

No momento em que a parte de Belona – a deusa da guerra – havia incorporado completamente no semideus ele notara que precisava de alguma maneira, se afastar do rastro sangrento que ele ainda deixaria caso seguisse naquele caminho e também do seu passado, tornando-se uma nova pessoa. Ele não queria ferir outros semideuses novamente e seria incapaz de lutar contra monstros de qualquer natureza apenas pelo ocorrido em questão, algo que era de extrema dificuldade para que ele entendesse no momento. Como seguir em frente num caminho que a deusa da batalha se infiltrava livremente em suas ações? O rapaz de olhos azuis não queria seguir no mesmo, não mais pelo menos. Aquilo era o suficiente para que ele certificasse de que sair dos argonautas seria o melhor para si e que ele poderia dar o melhor de si e salvar muitas outras vidas como curandeiro, além da imortalidade que também almejava como conversado com uma amiga recém conhecida anteriormente.

Parado e de joelhos, ele encontrava-se ainda em choque pela brutalidade em que havia matado a sua imagem oposta. As trevas interiores ainda seguiam completamente dentro de si e isso era o que mais o chocava naquele instante, ele não sabia como agir de imediato e nem mais para frente. O semideus que Phoenix guardava no momento em que o Duplo aparecera e chacoalhara o rapaz dos olhos azuis na esperança que ele voltasse a si depois de incontáveis minutos a frente da criatura morta. – D-desculpa. – O filho de Belona levou as mãos até os olhos, secando o excesso de suor ou choro – como preferir entender – que encontrava-se descendo pela superfície de seu rosto. A sequência no caminho da floresta seria então retomada a partir dali com Phoenix revivendo inúmeras vezes em sua cabeça a cena da decapitação. Os braços moviam-se em direção oposta e ambas as lâminas faziam o corte retirando por completo a cabeça da criatura em questão.

“Os argonautas são ligados ao combate, ao amor e a fidelidade... Mas eu não posso continuar seguindo esse caminho sabendo que posso ferir outras pessoas, outras vidas... Eu tenho que fazer alguma coisa para que eu me livre desse fardo que eu já não consigo mais carregar.” – Ele pensava consigo de maneira premeditada, porém raciocinava. Aos últimos dias, havia encontrado com Frieryat no Roma Café onde comentara sobre o desejo de tornar-se curandeiro por não se sentir bem inserido no grupo de Hera/Juno. Paralelamente, a deusa sabia que o rapaz não encontrava-se completamente inseguro e tentava uma reconciliação sempre que possível. Mas Phoenix não reagia e muitas vezes acabava indo aos prantos no dormitório por temer que o pior pudesse ocorrer caso ele abandonasse a deusa. “Ela sabe que eu não me encontro bem nesse grupo. Eu já servi uma missão e talvez, meu único propósito havia sido eu levar esse semideus até ela.” – Vamos... – O então argonauta disse levantando-se após pegar seu machado e espada, temendo a aparição de um outro monstro. Naquela ocasião ele se sentia imensamente fragilizado mas seguira o caminho com passos lentos e completamente medidos, era visível que ele estava bem afetado com o que havia feito e ele se sentia completamente nervoso e tenso. O semideus que estava consigo notara a perturbação mas poupara tempo para que pudessem conversar longe de onde havia ocorrido a morte brutal da criatura.

Ambos seguiram o caminho livremente pela floresta traçando o caminho que fariam para a Ilha de Argos. Naquela ocasião eles não estavam completamente longe e teriam que viajar de qualquer forma.

[...]

– Tem certeza que não quer conversar sobre o que aconteceu? – O semideus que Phoenix protegia tentou quebrar o gelo mediante a viagem em direção a Hera/Juno.

– Eu não tenho certeza se você vai entender... – Phoenix respondera levemente apreensivo e soltara um longo suspiro como se estivesse precisando respirar e aliviar a tensão que até o momento, não havia passado.

– Poderia pelo menos tentar... Sabe... Mesmo eu sendo filho de Hefesto, posso tentar ajudar. – Ele enfim dizia o seu parentesco para o menino de olhos claros que esboçara um sorriso forçado e que cruzou os braços ao ouvir aquilo.

– Eu não quero mais lutar, eu não quero mais ferir ninguém ou qualquer outra criatura... Depois de conhecer o meu lado obscuro naquela floresta, eu tenho pensado em querer distância de mim mesmo. Por agora, só quero que Hera/Juno entenda o meu lado. – O respirar fundo do garoto em questão era algo que se repetira. De longe dava para notar que ele ainda tremia em resposta ao que havia acontecido. Talvez estivesse com um grande trauma que o afastaria por completo de lutas por tempo indeterminado. Não poderia seguir como argonauta naquela ocasião mas aceitaria tarefas que não envolvessem qualquer tipo de conflito, sendo ele armado ou não apenas para que a deusa aceitasse a saída e substituição pelo semideus filho de Hefesto.

– Eu entendo... Eu também não sou nem um pouco fã de combates e por isso, vivo nas forjas... Mas ainda assim, tenho grande vontade de seguir Hera/Juno e ser argonauta, assim como você é... E eu fico imensamente feliz por vocês terem pensado justamente em mim nessa ocasião. – O loiro respondera prontamente, deixando um sorriso – dessa vez sincero – surgir no rosto do moreno em questão.

– Não tenho menor dúvida de que estou falando com um semideus completamente digno daquilo que está sendo lhe oferecido. – Phoenix alegrou-se ao falar aquilo, talvez a substituição fizesse bem aos dois lados de da mesma moeda. Hera/Juno ganharia um ótimo seguir e Phoenix teria um tempo afastado e experenciando outras coisas para que pudesse lidar melhor com o seu trauma.

O trauma pode até mesmo parecer sem sentido mas Phoenix sabia a principal causa. Acostumado por diversos anos a matar impiedosamente monstro por monstro, ferir pessoas treino por treino, ele não se sentia mais à vontade no combate e queria afastar-se de qualquer maneira de qualquer fonte primária de risco que envolvesse a luta. Ele agora estava querendo experienciar um outro lado, o lado da segunda chance, o lado da cura através da fé por Asclépio/Esculápio.

A deusa sabia sim a respeito de seu desejo de sair do grupo por não se sentir seguro ou bem inserido no mesmo. Mas, talvez, não lidaria muito bem com a ideia de ele migrar para um outro deus e talvez lhe amaldiçoasse pelo menos por alguns momentos, mas não para sempre e definitivamente ou de maneira marcante. Certamente ele pediria a deusa para que não o fizesse, pois havia sofrido um grande impacto pelo trauma anteriormente citado e explicado, naquela altura mediante a viagem ele pouco se movia, então não valia a pena mencionar o seu gestual já que ele encontrava-se completamente frio e sem nenhuma empolgação em qualquer movimento que fizera. Nervoso, o semideus de olhos azuis fechou os olhos e tentou dormir, em vão, pois não conseguira.

A viagem seguira tranquilamente e levado por um grande sentimento de Empatia, o semideus filho de Hefesto optara por compartilhar experiências de forjas com o semideus filho da guerra na esperança que ele pudesse influenciar de alguma forma Phoenix a investir em outros modos de distrair a cabeça e até mesmo ter a forja como um de seus hobbies, não só forjando como também fazendo o pedido de itens para a forja do mesmo semideus com quem conversava até que ele pudesse cair no sono ou desistisse da ideia de dormir. Ao menos, o moreno de olhos azuis encantava-se ao ouvir as ideias de itens como relógios e anéis, sendo o último a sua principal paixão desde que conhecera os diversos tipos de metais disponíveis no meio semidivino.

[...]

A missão de levar o semideus em questão para a Ilha de Argos para encontrar com Hera/Juno havia sido completa e Phoenix sentia-se amplamente nervoso pois seria o próximo a conversar com a deusa a respeito de sua permanência no grupo. Pediria de qualquer forma para que ela não o amaldiçoasse rudemente e de maneira voraz, como ela costumava a fazer com quem traísse sua confiança. Mas, não custava dizer que aquilo não era uma traição visto que ele oferecera em troca de sua permanência, outro semideus para que preenchesse o vazio deixado pelo moreno e que seria inúmeras vezes superior a ele que estava lidando com o recente acontecimento com o Duplo. Para ele, restava aguardar.

No momento em que fora chamado pela deusa, Phoenix estremecera e sentira-se completamente sem rumo pela primeira vez na vida. O semideus que ele havia trazido havia conversado com a mesma e adentrara o grupo. Restava ao semideus e a deusa que falassem a respeito de sua continuação ou não naquele grupo, visto que ele precisava de alguma forma, recuperar-se fisicamente e mentalmente do ocorrido.

– É medo que eu sinto e vejo em você, semideus? – A deusa pronunciara-se na presença absoluta dos dois que se encontravam sozinhos.

– Não teria como eu não me sentir pior... – Phoenix pronunciara-se completamente passivo e com uma grande culpa na fala. Realmente não estava sendo o melhor de si mesmo naquela ocasião e estava tudo bem, ele não precisava ser cem por cento sempre. Acostumado a bater sempre, era a primeira vez em que ele se encontrava completamente inseguro e indefeso, como se de fato estivesse nas mãos de um monstro. Pensar naquilo só o traria mais dor e sofrimento, então ele pensou em abstrair-se e focar no som da voz da deusa, procurando os detalhes de tom, leveza e graciosidade que a mesma possuía.

– Não precisaremos repetir a nossa conversa anterior e sei que não é necessário que você se explique para mim. O que acontecera consigo chegara em meus ouvidos assim que ocorrera. – A voz era completamente clara e precisa e já deixava o moreno estremecendo em ódio puro, mas por si. Ser incapaz de lidar com os demônios interiores? Ele ainda não era. Em vinte anos, ele jamais esperaria que iria se abalar o suficiente com o encontro com sua face oposta. – Ao ver que seria incapaz de continuar do grupo, você cumpriu com sua palavra e me trouxe um semideus que considerava a sua altura. E, de certa forma, deu o seu melhor e passou por aquilo para que me trouxesse o filho de Hefesto. – Naquela hora, Phoenix era incapaz de olhar em direção a deusa. Encontrava-se plenamente cabisbaixo e deveras incomodado consigo mesmo.

– Eu dei o meu melhor para que trouxesse sim o filho de Hefesto. Mas no decorrer da missão, como já lhe informado, eu tive uma grande revelação. Revelação pela qual eu não posso descrever com palavras concretas e de fato é muito recente para que eu consiga. Mas cumpri a missão e não estou nem um pouco arrependido de poder opinar a respeito de outro semideus para que o mesmo sirva-lhe fielmente. – As palavras que o moreno utilizava para a deusa eram completamente formais e sua fala estremecida revelava o seu desconforto interno. – Mesmo que eu não pertença mais ao grupo, eu continuarei sendo seu fiel servo e seguidor de seus ensinamentos. São valiosíssimos para mim e de extrema importância e eu não posso deixá-los de lado. – O filho de Belona mordeu os lábios na tentativa de controlar a fúria interior provocada pelo seu eu oposto.

A dor era incessante e ele sentia a rispidez de cada palavra do Duplo que não havia sido o primeiro. Antes que se tenha envolvido com o segundo, ele havia encontrado com um outro que também tentara o matar da mesma forma que aquele do ocorrido com o semideus de Hefesto. As palavras do mesmo não haviam o atingido naquela ocasião mas de segunda vez, elas haviam sido duras. O segundo contato havia sido o pior. Phoenix não havia contado tudo o que tinha ocorrido mediante ao combate curto. – De qualquer forma, desejaria que tivesse cumprido a missão e tivesse dado a minha vida em troca para não ter que passar por essa situação... – Incômodo, seu tom de voz inseguro ecoava pelo palacete de ouro.

– São palavras extremamente pesadas vindo de uma pessoa dão doce como você, semideus. – Hera/Juno comentara a situação. O rumo que ela atribuiria a Phoenix ainda era desconhecido naquela situação e o que eles haviam conversado também. O semideus ainda desejava que a fúria da deusa – embora não notada – não fosse o suficiente para que ela lhe jogasse uma maldição extrema. – Venha, temos muito o que conversar. Creio que a oportunidade de um novo diálogo não ocorrerá tão cedo. – O semideus olhava em direção a deusa com um notório olhar de submissão, o que era de se esperar de alguém como ele que era acostumado a receber ordens e quase nunca a mandar. Aflito, ele levantou-se e foi em direção a deusa com o Elmo Real em mãos e argumentara a respeito de sua saída na intenção de não cair numa maldição tremenda. Phoenix não aceitaria ser chamado de traidor ou infiel, pois até o último momento ele havia sido completamente complacente com e para a deusa, cumprindo a missão de levar o novo argonauta em direção a ela e também propondo de embarcar rumo a mais uma missão se fosse necessário. Aquilo apenas para que evitasse um mal entendido por parte da deusa.

Mesmo assim, em paralelo, seu desejo de se tornar líder – não importando onde, de que, como e motivo – ainda permanecia intacto. Entre os vivos, era essa a sua principal ambição. A ocorrência do evento de Halloween seria propícia para o semideus se retratar com Hera/Juno para que saísse intacto e sem sofrer com a fúria além do normal dela.

Não sabia dessas informações? Existe muita coisa que você ainda, leitor, não sabe! Temos o primeiro Duplo, a história com Hera/Juno, a permanência no grupo de Phoenix e muito mais, sanarei todas as suas dúvidas que podem estar ainda pendentes. Para saber mais, fica aí e aguarde a continuação dessa história que ainda tem muito mais.

Informações:
• Tentativa formal para aliviar, retirar, reduzir a maldição sofrida na missão CCFY anterior.
Tarefa da Missão: Levar o semideus em segurança em direção a Hera/Juno. A seguinte parte terá relação com a festa de Halloween.
Se atingir 90% (o que eu realmente espero pois me matei fazendo isso, atualizar meu perfil para que liste apenas uma CCFY restante pra me livrar dessa coisa de maldição. E se for possível, por favor reduzir essa porcentagem ou o número de postagens que eu considerei bem abusivos visto que meus textos não costumam passar de maneira fácil pela administração e não é de hoje. Aproveito para fazer o comentário abaixo sobre a maldição em outro spoiler
Reclamação sobre a maldição recebida:
! - Abro o parenteses aqui mediante a avaliação e a CCFY também pra salientar que Hera é sim uma deusa vingativa, mas não o suficiente pra que enviasse uma maldição desse calibre a qual me foi atribuída. Já reclamei pra staff e aparentemente não irei ser respondido pela minha segunda reclamação. Phoenix não enganou Hera que nem Zeus a traiu diversas vezes. Sendo assim, considero completamente injusta a gravidade dessa maldição e peço reconsideração a respeito dela aqui pra deixar registrado EM POSTAGEM a minha discordância em relação a ela. Meu personagem foi honesto em todos os momentos e a deusa em questão viu o acontecimento sofrido, não seria justo continuar com essa maldição nessas circunstâncias.

Aqui, um comentário que também acho completamente plausível. https://i.imgur.com/SglsWrI.png
Comentário sobre a imagem acima: Ir atrás de outra pessoa para me substituir foi um ato de pura e extrema lealdade a deusa. Não tolero ter sido declarado como infiel como foi feito nessa maldição.
Deixo aqui também salientada a minha reclamação não respondida por MP em formato de pastebin: https://pastebin.com/RP5wULp0


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Mensagem por Minerva em Qui Out 10, 2019 5:51 pm


Phoenix

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 6.000 xp e dracmas
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 10%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 5.400 xp e dracmas

Comentário:
Phoenix,
Eu não tenho o que pontuar quanto a seu enredo e criatividade desta vez, apenas sobre sua ortografia. Eu corrigi sua missão e encontrei vários e vários erros dos quais eu postarei algumas imagens com os comentários que fui fazendo ao longo da minha avaliação: (1); (2); (3) e (4).

Quanto a sua reclamação, eu serei bem sucinta: não ganhamos nada, absolutamente nada, perseguindo um player. Isso não seria nem mesmo divertido já que gera reclamações. Para nós, é muito mais fácil dar uma avaliação de 100% porque esse tipo de avaliação não gera reclamações. Se nós pegamos no pé e apontamos erros ou parecemos duros demais, é porque estamos querendo que vocês evoluam. Tirem essa ideia de que ganhamos algo ou nos divertimos marcando players para puní-los. Alguns têm mais dificuldades que outros e por isso são mais cobrados. Se você acha que todos os seus textos têm dificuldade de passar pela staff, comece a atentar-se aos conselhos que damos. Sua maldição não será reduzida e nem mesmo modificada. Você cumpriu uma das tarefas, com muito esforço pelo que disse, e isso foi reconhecido. Cumpra a outra e estará livre para seguir sua vida. Está no caminho certo e creio que o segredo para sua boa escrita seja a calma. Não tente escrever mil textos ao dia, ao invés disso, tentar fazer um ou dois textos mais bem estruturados e desenvolvidos. Sua maldição foi analisada por três deuses diferentes que acharam ela cabível à sua missão oficial para saída do grupo, dito isto, espero que esteja tudo claro.
Minerva
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[CCFY] Among The Living  Empty Re: [CCFY] Among The Living

Mensagem por Phoenix Holm Sundström em Seg Out 21, 2019 9:11 am

Maybe...I like it I’m twenty five. When I’m not a kid or an adult When I’m just me I shine the brightest
Phoenix havia de fato terminado ambas as missões dadas por Hera/Juno. Eram duas muito simples: levar até ela o semideus que assumiria seu lugar nos argonautas e a segunda protegê-lo a todo custo para que ocorressem maiores problemas. O garoto de olhos azuis estava enfim livre para que pudesse escolher um novo rumo para a sua vida depois do acontecimento traumático com o Duplo que havia feito o jovem hesitar em ferir alguém ou qualquer outra pessoa dentro e fora do acampamento. Ele não queria mais aquela vida para si embora seu parentesco com Belona sobressaísse na maioria das vezes. Ao menos, a maldição recebida se fora e ele era agora visto como uma pessoa extremamente leal e que era incapacitada de voltar ao mundo das lutas e combates com monstros e pessoas de diversas naturezas. Phoenix torcia também para que se desse bem na nova área escolhida a dedo por ele, o grupo de curandeiros de Asclépio/Esculápio.

Mas o que o tornaria diferente dos demais? A pergunta parecia completamente cabível naquele momento e ele não hesitaria em responder da forma mais sincera simples possível: Uma pessoa que feriu muitas pode também ser capaz de curar o dobro para suprir a falta de empatia pelo o outro e também seria completamente essencial num ambiente onde combates eram super frequentes e deixavam os semideuses nas mais diversas situações - sendo elas de risco ou não - com uma sensação de amargor e dor. Empatia que Phoenix começara a praticar em seu dia-a-dia, tornando-se uma pessoa completamente diferente da que era antes do acontecimento com a criatura nas florestas onde ele fazia a proteção de seu objetivo. Contudo, o garoto concluiu que não lutaria a menos que fosse extremamente necessário.

Nos últimos dias, o garoto revirava por completo todos os livros de medicina, querendo muito ser um grande curandeiro e que tivesse o nome reconhecido para além dos amigos que poderiam sempre voltar de um combate que tivera uma situação difícil. Ainda que fosse complicado para ele ver pessoas feridas, ele extasiava-se ao vê-las então curadas e livres de seus problemas, doenças ou amarguras. Phoenix tinha um grande dom de lábia e era completamente sociável, nem tudo que acontecera com o Duplo tinha o deixado tão traumatizado para que ele desistisse até mesmo do contato social com outras pessoas. Pelo contrário, o acontecimento fizera com que o moreno começasse a conversar ainda mais sobre seus problemas com seus irmãos, notando que eles mesmo que não tivessem passado por aquilo possuíam uma vivência diferente para compartilhar.

Sentado e inquieto dentro da quinta Coorte, Phoenix lia mais alguns livros sobre medicina e notava coisas comuns entre eles e os curandeiros. Pessoas não poderiam ser curadas por um médico que sofresse internamente, eles precisavam passar certeza e confiança do que estavam fazendo. Saber disso foi o suficiente para que ele respirasse fundo para reviver a cena da morte do Duplo com ainda mais intensidade. “Aquele não era eu de fato” – Fazia o comentário em um pensamento alto, gostava de conversar consigo mesmo sozinho, considerava a conversa consigo mesmo uma grande dádiva que ajudava a pessoa a reconhecer os seus próprios problemas e fraquezas, assim como também no período noturno, faziam surgir inúmeras ideias que pudessem ser praticadas nos dias seguintes. Com o livro aberto, ele começou a andar pelo alojamento da Coorte indo e voltando com pequenos passos suaves e gentis para que não fizesse barulho para quem estivesse dormindo naquela manhã. Eram seis horas e as pessoas começariam a acordar um pouco mais tarde do que Phoenix que já estava vidrado em seus livros de medicina novos.

Fechou o livro e deixou o mesmo de lado para que pudesse repensar algumas coisas, ele realmente havia precisado de um tempo depois de Hera/Juno ter ficado raivosa consigo, mas mesmo que não concordasse com o que tivesse ocorrido, ele entendia que poderia superar da melhor maneira possível e com um grande sorriso dentro no rosto. Ter saído dos argonautas agora fazia Phoenix uma pessoa extremamente feliz e sem nenhum pingo de vontade de retornar para os combates. Talvez ele fosse o suporte perfeito para que outro desse o dano em seu lugar, mas também não impediria o moreno de lutar. Sua força e espada eram extremamente sobre-humanas para que caíssem em desuso

Agora o seu principal objetivo era tornar-se curandeiro para que pudesse trazer uma casa e aconchego para aqueles que haviam sofrido em batalhas ou até mesmo em doenças completamente intensas. O senso de empatia de Phoenix havia subido o suficiente para que ele tomasse ações refletidas por seus pensamentos que ele jamais havia pensado antes. Ele queria ser a primeira opção de alguém quando outra pessoa se ferisse, queria mostrar seus conhecimentos na área de medicina depois de longos dias estudando e pondo em prática não só a botânica como a microbiologia, áreas que os curandeiros tinham grande acesso e manipulavam com maestria. Além disso, a área de anatomia havia sido outra que chamara sua atenção por completo e ele gostaria de aumentar o conhecimento em todas as áreas anteriores para que pudesse ser o melhor curandeiro na ativa dentro de sua função. Ele estava amando cada detalhe do conhecimento recebido e esperava que pudesse ser notado pelos deuses. Tanto grego quanto romano, não fazia distinção entre eles afinal o seu propósito era exatamente o mesmo: Curar e tirar a pessoa de uma situação difícil enfrentava por uma batalha ou uma tentativa de uma coisa ainda pior.

Phoenix tinha um grande desejo para além do anterior, possuir uma enfermaria no Acampamento Meio-Sangue para que ficasse mais próximo dos semideuses gregos. Não mais confuso a respeito sobre a entrada nesse novo grupo, vestiu uma calça jeans azul, amarrou os tênis, colocou uma camiseta branca ligeiramente apertada sobre o seu tronco. Agora iria atrás de como conseguiria conversar com os deuses da saúde e se eles seriam capaz de o aceitar depois do ocorrido com Hera/Juno. Mas, como a deusa havia superado também, seria difícil que os outros dois deuses o vissem de maneira errada. Não menos contente e confiante para o novo caminho que ia seguir, Phoenix abandonou o alojamento para que pudesse conversar com um dos deuses em questão para a entrada no grupo ou ter a informação de como chegar até eles por meio das diversas enfermarias do acampamento. Depois de muitos dias abalado pelo que havia passado, agora ele se encontrava completamente alegre e com um ânimo completamente diferente.

Informações Adicionais:
Como citado no post acima, eu só precisava de mais uma postagem para me livrar da maldição então peço que a mesma seja retirada do meu Perfil de RPG.


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[CCFY] Among The Living  Empty Re: [CCFY] Among The Living

Mensagem por Anfitrite em Qua Out 23, 2019 9:28 pm


Phoenix

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 6.000 xp e dracmas
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 30%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 5%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 20%

Recompensa obtida: 3.300 xp e dracmas

Comentário:
Phoenix,
Phoenix. Acredito que fui uma das poucas deusas que não te avaliei com frequência nas últimas semanas e me pediram para fazê-lo para não gerar nenhuma injusta. A fim de adentrar em sua realidade reli suas últimas missões para entender essa e ciente do seu pedido e da maldição, vim ler seu post com carinho e cuidado. Tentei me ater as suas últimas reclamações para ter certeza de que não estaria sendo injusta e realmente queria poder ajudar mais, mas meu jovem... você não se ajuda!

O proposito da sua missão era pagar um favor a Hera para se livrar da maldição, mas você já começou sua historia afirmando que estava livre, quando claramente ainda devia algo a deusa do casamento. A partir disso seu enredo passa a explicar apenas a forma com seu personagem desenvolveu empatia e o desejo de fazer parte dos curandeiros, criando uma metáfora de adoração a outro deus, o que foge totalmente da proposta original que você mesmo incitou no inicio da postagem, que devia ter pago e não fez. Por conta disso sua maldição persiste, a coerência baixou grandemente e a parte da sua criatividade simplesmente ficou de lado, pois pesquisas e necessidades não compõem seu projeto e digo isso como alguém que realmente quer ajudar você. Além disso, percebi que você escreveu o texto sem prestar muita atenção, logo na terceira linha você fez uma frase que deveria ter um sentido positivo e acabou sendo negativo por uma única palavra faltante no meio. Encontrei inúmeros erros de digitação, conjugação e frases incompletas, o que me leva a crer que seu texto foi feito de qualquer jeito e com raiva. Meu jovem, não vá por esse caminho, você tem talento e pode melhorar, basta querer.


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