The Blood of Olympus
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Mensagem por Andromeda Chiamaka em Qui Out 03, 2019 3:14 pm

Missões Fixas
Área reservada para as postagens das missões fixas do evento "Halloween" de Andromeda Chiamaka, filha de Melinoe e legado de Afrodite.
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Mensagem por Andromeda Chiamaka em Qui Out 03, 2019 5:09 pm

i walked with you once upon a dream
that look in your eyes is so familiar, a gleam

Explorando o castelo
Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Para alguém que nascera e crescera no Submundo, Andy considerava sua curiosidade em relação ao mundo mortal e suas nuances não só aceitável como esperada. Por quase duas décadas, a filha de Melinoe não conhecera nada além da terra escura e infértil do Mundo Inferior. Agora, livre para caminhar sob a luz do sol, não sabia muito bem por onde começar suas explorações.

Foi esse desejo de conhecer e de se aventurar, que a trouxeram até aquele castelo. Afinal, o feriado que estavam ali para comemorar – Halloween – não carregava significado algum para ela. Sequer sabia de sua existência até poucos dias atrás, assim como duvidava ser capaz de nomear muitas outras celebrações americanas. Em algum lugar dos arredores, sabia que havia uma festa do feriado acontecendo. Pouco interesse tinha em participar. Explorar aquele castelo parecia muito mais tentador do que a ideia de ir para um local com música ensurdecedora em seus ouvidos e jovens embriagados a cercando por todos os lados.

A primeira coisa que pensou sobre o castelo era como o local a fazia pensar em sua casa. Provavelmente por conta do Halloween, o espaço era mais sombrio do que qualquer lugar mortal que visitara naqueles últimos meses. Um silêncio que beirava o desconforto preenchia todos os cômodos, interrompido ocasionalmente por sons de outros aventureiros ou pelo rangido de móveis e portas e janelas pelo sopro dos ventos. A iluminação do castelo também estava anormalmente reduzida e, embora conseguisse enxergar com perfeição, depois de um tempo habitando em ambientes cujas luzes elétricas não deixavam espaço para nem mesmo as mais singelas sombras aparecessem nos cantos das salas, retornar para um lugar naturalmente escuro causou certa estranheza.

Andy caminhava serenamente pelos corredores, com uma expressão de leve desinteresse no rosto. Vez ou outra algo capturava seu olhar e ela parava, levando seu tempo em admirar alguma pintura ou escultura que adornava as passagens e portais. O castelo não era tão impressionante quanto o Palácio de Hades ou até mesmo assustador, porém sentia-se compelida em explorá-lo. Movia-se silenciosamente, com uma postura impecável e embora seus passos fossem ágeis, havia um ar de letargia e frieza ao seu redor. Quem a visse, certamente pensaria nos fantasmas que a mãe da semideusa dominava.

Não tinha como saber o que a aguardava naqueles cômodos e esconderijos. Quase desejava para que alguma coisa acontecesse. Tédio era uma sensação que Andy abominava.

Equipamento:
Ice and Fire [Adagas gêmeas, feitas de bronze celestial. As lâminas possuem 30cm de cumprimento e são mais afinadas na ponta, facilitando o ato de perfuração. As adagas possuem efeitos únicos e elementais | Efeito 1: Uma das adagas possui runas e escritos antigos que confere o poder do elemento fogo. Assim, ao atingir alguém, também poderá causar queimaduras intensas a depender da eficácia do ataque; Efeito 2: A outra adaga também possui escritos e runas em sua lâmina, o que lhe confere um encantamento do elemento gelo. Ao atingir alguém com essa adaga, provocará um leve resfriamento do local ou até mesmo o congelamento a depender da eficácia do golpe. Também poderá provocar lentidão pelos músculos estarem frios | Bronze Celestial | Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem dano | Mágica | Dano base: +10 de dano pelos encantamentos elementais | Comprado no Pandevie Magie]
Poderes:
Melinoe:
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Melinoe não tem problema quando se trata da escuridão, e sua visão fica ainda mais apurada durante a noite. Não serão afetados pela escuridão e enxergarão perfeitamente bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar normalmente no escuro, tão bem quanto no claro. Contudo, escuridão magica ainda poderá afeta-lo.
Dano: Nenhum
Afrodite:


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Mensagem por Andromeda Chiamaka em Sex Out 04, 2019 4:08 pm

i walked with you once upon a dream
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Xadrez com um morto
Você só queria dar uma espiadinha no cômodo, mas acabou sendo abordado por um fantasma que decidiu que só lhe deixaria sair dali se você ganhasse dele em uma partida de xadrez, do contrário você ficaria ali com ele. Para sempre. Ah, ia me esquecendo, nem tente fugir porque as armaduras vazias na porta não estão tão vazias assim.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 2.500 XP – 2.500 dracmas – 2 ossos

Em seu passeio pelo castelo, uma porta despertou sua atenção. Não havia nada de especial em sua aparência, nenhuma característica que a destacasse das outras. Era alta, feita de madeira envelhecida, num modelo inspirado pelo medieval. Na luz plácida do corredor, os adornos de metais e as barras metálicas que uniam as toras de madeira refletiam discretamente, quase brilhando. Duas armaduras estavam paradas, em cada lateral, estáticas e sem vida.

A porta estava entreaberta, porém o cômodo estava em completa escuridão. Andy não ouvia nenhum som provindo do interior e, enquanto se aproximava da entrada, observou que parecia que ninguém visitava a sala há muito tempo. A transição do corredor mal iluminado para o que parecia ser um quarto de hóspedes sem qualquer fonte de luz ocorreu sem qualquer perda para a visão da semideusa, que continuava a enxergar com perfeição. Uma camada considerável de poeira cobria todos os móveis e piso e o cheiro pungente de mofo penetrava suas narinas.

Tanto a mobília como a decoração era seca e sem graça, a ausência de qualquer decoração pessoal tão evidente quanto o abandono do quarto.

Exceto por um item.

Numa mesinha à esquerda da cama, com duas cadeiras opostas uma a outra, estava disposto um tabuleiro de xadrez. Instintivamente, Andy aproximou-se do objeto, franzindo levemente a testa. Ao contrário do resto do quarto, o tabuleiro estava limpo e intocado pelo tempo, parado no meio de uma partida. Era antigo, feito de madeira nobre extremamente bem polida. As cores, tanto do tabuleiro quanto das peças, no entanto, estavam desbotadas, um indicativo que de foram bastante usados.

A negra sentiu a presença de um espírito segundos antes de ouvir uma voz vinda de algum lugar próximo atrás de si.

“Nunca pude terminar essa partida”, a voz era masculina, velha e carregava um tipo de eco que a descendente de Afrodite associava a fantasmas. “Morto antes que pudesse acabar por parada cardíaca”.

Andy não se virou, seu olhar fixo no tabuleiro. Sua expressão não exibiu qualquer reação com a chegada da aparição, muito pelo contrário. Sua postura era completamente despreocupada, quase como se o esperasse.

“Preto ou branco?” Questionou a semideusa, analisando a maneira que as peças estavam posicionadas.

“Branco.”

Xadrez era um dos poucos jogos mortais que Melinoe demonstrou interesse nas quase duas décadas em que Andy habitou o Mundo Inferior. Ansiosa para satisfazer sua mãe e encontrar algo em comum para que pudesse cativá-la a passar mais tempo em sua companhia, a semideusa havia aprendido a jogar – não exatamente a gostar – e a prática a tornara excepcionalmente talentosa.

Por isso, acreditava-se apta a examinar o andamento daquela partida e concluir, sem dúvidas, que as pretas teriam saído vitoriosas no final daquele jogo.

“Pelo menos você morreu antes de perder”, comentou Andy com um tom factual que beirava o monótono.

O fantasma, por alguma razão, tomou grande ofensa com as palavras da negra. Num piscar de olhos, flutuou para o lado da mesa, bem a frente da filha de Melinoe. Era a figura de um homem velho, de vestes elegantes e rugas que marcavam sua avançada. Imaginou que, um dia, ele tinha sido um jovem atraente. Certamente fora um homem de dinheiro e alta educação.

Esta última ele pareceu ter esquecido em sua raiva pela insinuação de derrota.

“Como você ousa?! Saiba que eu era um exímio jogador! Invicto por anos! Decerto o tolo do Lasker não conseguiria me derrotar!” Brandiu o espírito, seu rosto contorcendo-se de raiva.

Andy o observou imóvel, com uma expressão melhor descrita como desinteresse. Aparentemente, o fantasma queria uma reação e pareceu ficar ainda mais alterado pela neutralidade que encontrou.

“Se você presume tão boa, eu a desafio! Derrote-me ou pereça nesse quarto até o fim de seus dias!” Para efeitos dramáticos, a porta do cômodo se fechou com uma ressonante batida.

A descendente de Afrodite apenas piscou. Estava achando a situação inusitada até divertida. O canto de seu lábio se curvou delicadamente e a semideusa assentiu com a cabeça para o espírito.

“Okay”, respondeu e, então, sentou-se atrás das peças pretas. Colocando os cotovelos na mesa, apoiou a cabeça nos dedos entrelaçados. Quando ergueu seu olhar para o fantasma, viu uma expressão de surpresa em seu rosto. “Suponho que seja minha vez?”

A partida continuou em silêncio, embora vez ou outra o fantasma soltasse alguma exclamação – na maior parte das vezes sobre xadrez, porém, vez ou outra, falava sobre sua vida quando ainda estava vivo – como consequência, acreditava Andy, dos anos de solidão.

A negra nunca era a primeira a falar, porém sempre que o espírito assim fazia, o instigava a continuar falando com algumas frases enigmáticas. Era uma tática um tanto patética de distração, era verdade, porém ela recompensava ao jogar de uma forma que aparentava ser descuidada, cometendo alguns “erros” como armadilha para o fantasma.

Funcionou. Talvez a desatenção fosse consequência de estar morto ou simplesmente anseio por companhia e desejo de falar com alguém que o ouvia e respondia as suas palavras. Ou quem sabe o fantasma simplesmente não era tão bom em xadrez quanto ele achava.

Havia apenas um único problema: Andy começara a simpatizar com ele.

Pelas histórias que ele contou sobre sua vida na terra dos mortais, era um homem solitário, embora tivesse filhos e netos. Era recluso, saía de casa apenas para cumprir suas tarefas essenciais. Aposentado, reunia-se uma vez ao mês com alguns antigos colegas para conversar sobre a superação do alcoolismo. Uma vez por semana, ia até a praça jogar xadrez com desconhecidos. Nunca passava muito tempo longe dos familiares, mas sentia a ausência deles agudamente. Pelo que entendeu, tudo o que ele queria era ter companhia. Viajara até aquele castelo – na época algum tipo de hotel ou coisa semelhante – para passar uma semana com outros jogadores de xadrez idosos. Morrera no meio de seu primeiro jogo ali.

Depois de tanto se gabar para a descendente de Afrodite, com o que concluiu ser orgulho de suas conquistas, não arrogância, ela sentia-se mal em derrotá-lo uma última vez. Seria como chutar um cachorro dormindo na rua. A situação dele já não era boa para começar, não tinha razão para piorá-la.

Então, de sua tática de fingir estar perdendo, Andy passou a intencionalmente perder, a todo tempo mantendo sua postura e expressão cuidadosamente neutras. O jogo alongou-se por mais tempo do que ela esperava e, quando perdeu, soltou um som de falso desapontamento com o resultado.

“Parece que estava errada”, resmungou a semideusa, pois embora tivesse deliberadamente entregado o jogo para o velho fantasma, admitir derrota era algo desconfortável.

Desviando os olhos do tabuleiro para olhar para o espírito, a filha de Melinoe antecipou louvores e comentários se vangloriando. O que encontrou foi uma expressão de inesperada vulnerabilidade e um olhar conhecedor.

Havia sido descoberta. Inexplicavelmente, sentiu seu rosto aquecer em vergonha. Como se desejasse poupá-la do constrangimento, ele não falou sobre sua vitória.

“Você não me disse seu nome”, declarou o fantasma. Ele não sorria, porém havia uma suavidade em suas rugas que a fez pensar que se sorrisse, teria um rosto bastante agradável.

A semideusa deu nos ombros, como se gesticulasse que isso não era realmente importante. Ainda assim, sob o olhar dele, decidiu respondeu.

“Andromeda.”

O espírito assentiu, antes de esticar-se e retorquir.

“E o meu é Peter”, antes que Andy pudesse responder, ele acrescentou: “Você me lembra da minha neta mais velha.”

A semideusa não soube muito bem o que responder àquilo. A única experiência com avós que tivera era com Hades e Perséfone. Mesmo nos melhores dos humores, os dois imortais não eram exatamente acolhedores e afetivos, não como os humanos.

Ao invés disso, simplesmente pigarreou e disse:

“Gostaria de uma revanche, se você estiver disposto.”

Dessa vez, o fantasma sorriu quase imperceptivelmente. Ela estava certa sobre ele ter um rosto agradável.

O tabuleiro foi reorganizado. Andy continuou com as peças pretas.

Atrás dela, a porta mais uma vez permanecia entreaberta.

Equipamento:
Ice and Fire [Adagas gêmeas, feitas de bronze celestial. As lâminas possuem 30cm de cumprimento e são mais afinadas na ponta, facilitando o ato de perfuração. As adagas possuem efeitos únicos e elementais | Efeito 1: Uma das adagas possui runas e escritos antigos que confere o poder do elemento fogo. Assim, ao atingir alguém, também poderá causar queimaduras intensas a depender da eficácia do ataque; Efeito 2: A outra adaga também possui escritos e runas em sua lâmina, o que lhe confere um encantamento do elemento gelo. Ao atingir alguém com essa adaga, provocará um leve resfriamento do local ou até mesmo o congelamento a depender da eficácia do golpe. Também poderá provocar lentidão pelos músculos estarem frios | Bronze Celestial | Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem dano | Mágica | Dano base: +10 de dano pelos encantamentos elementais | Comprado no Pandevie Magie]
Poderes:
Melinoe:
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Melinoe não tem problema quando se trata da escuridão, e sua visão fica ainda mais apurada durante a noite. Não serão afetados pela escuridão e enxergarão perfeitamente bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar normalmente no escuro, tão bem quanto no claro. Contudo, escuridão magica ainda poderá afeta-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Médium
Descrição: Os filhos de Melinoe podem ver fantasmas, mesmo quando estes estão tentando se esconder, ou ficar invisíveis, esses não escapam dos olhos da prole da deusa dos fantasmas. Isso também permite a eles que conversem e se comuniquem com fantasmas com certa facilidade, podendo entende-los, e conseguir que falem com eles.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através de fantasmas.
Dano: Nenhum
Afrodite:
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

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Mensagem por Minerva em Sex Out 04, 2019 8:33 pm


Andromeda

Valores máximos que podem ser obtidos

Missão fixa - Explorando o Castelo

Máximo de recompensa a ser obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Valores máximos que podem ser obtidos

Missão fixa - Explorando o Castelo

Máximo de recompensa a ser obtida: 2.500 XP – 2.500 dracmas – 2 ossos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 2.500 XP – 2.500 dracmas – 2 ossos

Comentários:
Andromeda,
Suas missões cumpriram com os requisitos e você escreve bem. Não percebi erros e creia que mereça a aval máxima de ambas.
Minerva
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Deuses Olimpianos
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Mensagem por Andromeda Chiamaka em Sab Out 05, 2019 2:27 pm

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Trancafiado
Alguém acidentalmente te trancou em um quarto do castelo, você não sabe quem foi e, para piorar tudo, a maçaneta quebrou. Agora você tem que usar toda sua inteligência e sagacidade para abrir a porta. Sinceramente, não sei se você consegue.
Requisito – Mínimo nível 2.
Recompensas até: 1.500 XP – 1.500 Dracmas – 3 ossos.

Em sua exploração pelo castelo, Andy descobriu que havia 3 andares no subsolo. O último era uma masmorra, onde, segundo uma placa indicativa, prisioneiros eram mantidos em cativo até que as autoridades pudessem retirá-los da área. O segundo era repleto de portas trancadas com cômodos misteriosos que a filha de Melinoe não sentiu nenhum desejo em invadir – pelo menos por enquanto. Já o primeiro, para sua fascinação, guardava um enorme salão de troféus.

Embora o lugar não exibisse sinais claros de descaso, pois estava relativamente limpo e havia um método distinto de organização aos diversos prêmios, Andy duvidava que era um espaço muito visitado. Não havia nem mesmo uma indicação na porta sobre os tesouros que a sala escondia.

Essa conclusão não tinha qualquer consequência para a semideusa, muito pelo contrário; tornava a descoberta ainda mais interessante.

Com um passo lento e postura serena, assemelhando-se imensamente com os fantasmas que sua mãe controlava, a descendente de Afrodite caminhou vagarosamente pelo cômodo, examinando cada troféu, medalha e condecoração que via em exibição nas múltiplas estantes de vidro e prateleiras de nobre madeira. Não havia iluminação na área, porém a escuridão trazia nenhuma perda para sua visão.

Viu medalhas de pescaria. Troféus de jardinagem e de flores. Placas metálicas de congratulações por esforços na guerra. Símbolos de condecorações por esforços durante as guerras. Premiações por posições de destaque nos mais diversos esportes – em especial esgrima e críquete. As paredes e o chão de pedra eram decorados com espólios de caçadas. Reconheceu ursos, lobos e até mesmo um leão. Pássaros empalhados se empertigavam de seus suportes, parecendo tão ameaçadores ou dóceis quanto eram em vida.

Passou mais tempo explorando aquela sala do que passara na maior parte dos outros cômodos que encontrara, admirando cada uma daquelas conquistas. Muitas vezes, não fazia ideia do que era, precisamente, a atividade premiada. Lembrava de menções a essas coisas nos livros que lera, de comentários e explicações confusas dadas por fantasmas. Afinal, crescera no Mundo Inferior e somente há alguns meses tivera verdadeiro acesso ao mundo mortal. Era tão ignorante a respeito da cultura deles quanto os mortais desconheciam sobre o pós-morte. Porém, permitiu que sua imaginação fantasiasse sobre o que aqueles nomes significavam. Como coisas como críquete e jardinagem eram executadas e julgadas por sua performance.

Depois do que pareceu horas de minuciosa investigação, decidiu partir para outros territórios. Refez seus passos até a entrada da sala, no mesmo passo despreocupado de antes. Reparou que a porta estava fechada e, mesmo sem ter memória de tê-la encostado depois de entrar no salão de troféus, não suspeitou de nada. Quando tentou girar a maçaneta para sair e, ao invés do o arrastar do ferro sendo erguido e a madeira liberada, ouviu um clique seco do puxador se quebrando, aí sim começou a ficar desconfiada.

Andy continuou a encarar a porta pelos próximos trinta segundos, a maçaneta firme em sua mão direita, completamente imóvel. Analisava o tempo que permanecera no salão, tentando se recordar de algum sinal de que mais alguém estivera na sala ou de ter ouvido algum som enquanto essa pegadinha – ou armadilha – tivera sido posta em prática. Para seu desprazer, não conseguiu lembrar de nada. Os tesouros daquele cômodo haviam efetiva e tragicamente a distraído.

Mesmo sabendo que seria uma vã tentativa, a descendente de Afrodite tentou forçar a porta a se abrir, empurrando-a com seu ombro. Tentou por algum tempo, mas quando nenhum resultado veio disto, desistiu. Se ela fosse completamente honesta, não estava tão preocupada assim com a situação. Estava mais irritada pela pegadinha do que qualquer outra coisa. Ainda assim, não o bastante para perder sua calma.

Com a testa levemente franzida em concentração, Andy pensou no que poderia fazer. A sala não tinha janelas, então escapar por essa rota não era uma opção. Não havia visto nenhuma outra porta enquanto examinava a sala, então ou aquela era a única entrada ou havia passagens secretas escondidas pelo cômodo. Buscar por estas últimas levaria muito tempo, coisa que ela não estava disposta a desperdiçar em uma simples hipótese. O único jeito, ou assim ela acredita, ela descobrir uma forma de fazer a porta se abrir ou quebrá-la.

Não tinha forças o bastante para destruir uma madeira antiga e resistente como aquela e, pelo que tinha observado na fechadura dela, seria desnecessário realizar um feito desses. O modelo era antigo, quase medieval, em que duas barras de ferro – uma no interior e outra no exterior – eram colocadas em seus respectivos encaixes, efetivamente fechando a porta. A maçaneta, por falta de uma palavra melhor, era quase como uma alavanca. Ao ser puxada, erguia as barras o bastante para que pudesse abri-la. Quando havia quebrado, não deixara nem mesmo a possibilidade encaixar outro metal para realizar o trabalho em seu lugar. O puxador se quebrara na base e emperrara, não permitindo que Andy empurrasse o puxador externo para fora e tentasse com uma alternativa.

Lembrou-se, então, das vezes que já vira Melinoe levitar objetos, de conduzi-los para onde desejasse. Perguntou-se se também conseguiria fazer a mesma coisa, em menor escala. Abaixou-se, até que seu olhar estivesse alinhado com a fechadura e estreitou os olhos. Se a negra conseguisse mover as barras para cima, a porta poderia ser aberta. Conseguia visualizar uma parte da tranca externa pela fresta da porta e, focando nos metais, apontou dois dedos com sua mão esquerda para a fechadura e tentou movê-los.

De primeira, nada aconteceu. Porém, Andy persistiu, forçando sua mente e fazer aquela ação. Em sua cabeça, imaginava as barras subindo, o som que o metal faria com a ação, o estalo que a madeira faria quando estivesse livre de sua contenção. Quando viu o metal vibrar e, gradualmente, começar a se erguer, quase perdeu a concentração. Seu plano estava dando certo!

Os seus dedos acompanhavam o movimento de subida das barras que, embora não fossem tão pesadas ou robustas, exigiam mais esforço mental do que a filha da senhora dos fantasmas previra. Supôs que, com o tempo, a ação seria mais fácil. Naquele momento, no entanto, sentia uma fina camada de suor se acumular na altura de suas sobrancelhas.

E, então, as barras se ergueram acima do encaixe. Apressadamente, a negra puxou a porta, quase perdendo seu equilíbrio no processo. Só bastou ela ter aberto um centímetro para o controle que tinha nas barras acabar e elas caírem ruidosamente contra a madeira.

Sentia-se satisfeita demais consigo mesma para se importar com isso. E o melhor de tudo, agora estava livre. Só faltava descobrir quem estava por trás da brincadeira.


Equipamento:
Ice and Fire [Adagas gêmeas, feitas de bronze celestial. As lâminas possuem 30cm de cumprimento e são mais afinadas na ponta, facilitando o ato de perfuração. As adagas possuem efeitos únicos e elementais | Efeito 1: Uma das adagas possui runas e escritos antigos que confere o poder do elemento fogo. Assim, ao atingir alguém, também poderá causar queimaduras intensas a depender da eficácia do ataque; Efeito 2: A outra adaga também possui escritos e runas em sua lâmina, o que lhe confere um encantamento do elemento gelo. Ao atingir alguém com essa adaga, provocará um leve resfriamento do local ou até mesmo o congelamento a depender da eficácia do golpe. Também poderá provocar lentidão pelos músculos estarem frios | Bronze Celestial | Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem dano | Mágica | Dano base: +10 de dano pelos encantamentos elementais | Comprado no Pandevie Magie]
Poderes:
Melinoe:
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Melinoe não tem problema quando se trata da escuridão, e sua visão fica ainda mais apurada durante a noite. Não serão afetados pela escuridão e enxergarão perfeitamente bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar normalmente no escuro, tão bem quanto no claro. Contudo, escuridão magica ainda poderá afeta-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Telecinese I
Descrição: São capazes de fazer pequenos objetos levitarem, como pedras, canetas, papel, folha, galhos menores, e outras coisas semelhantes, e atirarem estes contra seus inimigos. Não que isso seja útil em batalha, mas também serve para criar ambientes de horror, e causar medo.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode haver dano se o objeto for lançado e atingir o inimigo, mas é pequeno, e fica a critério do narrador.
Afrodite:


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Idade : 21
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Mensagem por Tessa S. Henz em Sab Out 05, 2019 10:58 pm


Andromeda

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 1.500 XP – 1.500 dracmas – 3 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 1.500 XP –  1.500 dracmas – 3 ossos


HP: 240/240
MP: 230/240

Comentários:
Uma missão muito bem desenvolvida, meus parabéns.


Tessa Samantha Clarissa Henz
It's no rigth, but is okay!


Tessa S. Henz
Tessa S. Henz
Líder de Poseidon
Líder de Poseidon


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Mensagem por Poseidon em Dom Out 06, 2019 8:06 am

Atualizado!
Tessa recebe 200XP + 200 Dracmas + 2 Ossos pela avaliação
Poseidon
Poseidon
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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Mensagem por Andromeda Chiamaka em Sex Out 18, 2019 11:37 am

i walked with you once upon a dream
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A travessia
Há criaturas que não estão felizes com a própria morte e por isso acabam presas no plano terreno, sem nunca passar pelo julgamento para saber qual o destino de sua alma. Você encontrou um destes fantasmas e agora tem que argumentar com ele para que ele cruze ao reino dos mortos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensas até: 3.000 XP – 3.000 Dracmas – 3 ossos

Uma das alas do castelo, na torre norte, estava destinada a quartos temporários para os semideuses que embarcaram naquela viagem. Andy dividia um cômodo com outras três semideusas e, embora estivessem ali para passar no mínimo alguns dias, as acomodações improvisadas causavam imenso desconforto à semideusa.

Não era acostumada a dividir espaço com outros seres vivos. Crescera no Submundo, cercada por deuses praticamente ausentes e onipresentes, com fantasmas para todos os lados e, em alguns dias da semana, gritos das almas eternamente punidas como plano de fundo. O chalé de Melinoe não era um dos mais cheios, o que permitia um pouco de privacidade. Ali essa não era uma opção.

Por isso, a descendente de Afrodite decidira passar o máximo de tempo possível se aventurando pelo castelo e arredores, em especial durante a noite, quando as outras três companheiras de quarto dormiam. Agora, se aproximava do meio dia e, supondo que era seguro retornar para passar algumas horas dormindo completamente sozinha, ela se arrastava torre acima.

Andy estava cansada de tanto andar e sua cabeça doía por trás dos olhos pelos pensamentos constantes e da enxurrada de informações que recebera ao analisar os cômodos em sua última exploração. Suas tranças estavam presas em um coque bagunçado, apenas para livrar seu pescoço do peso do cabelo e, tinha certeza, ao juntar sua palidez natural com as olheiras e seu jeito desleixado de andar, poderia facilmente passar como um dos muitos espíritos que caminhavam pelos corredores daquele castelo.

Essa era uma das razões para estar gostando tanto daquela viagem de campo, embora odiasse compartilhar um quarto, tivesse sido pendurada pelo tornozelo pelo menos seis vezes num labirinto e passado uma hora presa num antigo templo de orgia de Bilqis. As pedras das paredes e do piso somadas aos incontáveis fantasmas que transitavam o local faziam seu peito se aquecer pela familiaridade e seu coração se apertar de saudade de sua casa, o Palácio de Hades no Mundo Inferior. Chegava a ser irônico: depois de anos tentando sair de lá e conhecer o mundo mortal, pelo menos uma vez ao dia desejava voltar.

Enquanto pensava, ia caminhando até seus aposentos. Estava distraída, praticamente arrastando os pés, ansiando por uma cama confortável para descansar. Subiu escadas, cruzou corredores e, quando finalmente alcançou seu destino, constatou com uma distante sensação de satisfação que não havia ninguém ali.

Pelo menos não alguém vivo.

Um fantasma estava ali, flutuando de um lado para o outro em visível estado de agitação. Era uma figura feminina, de meia idade. Usava roupas elegantes, o que indicava que era uma mulher de riquezas quando viva. Parecia tão imersa em sua própria conturbação que nem mesmo notou a recém-chegada. Emitia uma aura que a fez concluir que morrera a muito pouco tempo.

A filha de Melinoe, por sua vez, estava completamente indiferente a intrusão do fantasma em seu plano quase perfeito. Simplesmente suspirou, caminhando até a cama que escolhera – a mais próxima da porta, para que sua fuga dali pudesse ser rápida e eficaz – e sentou-se pesadamente no delicioso colchão.

Quando o espírito finalmente encarou a semideusa, Andy já estava se desfazendo de seus sapatos para deitar-se.

“O que você está fazendo?” Questionou o espectro feminino, com uma voz formal e arrogante de uma pessoa acostumada a dar ordens. Ainda assim, havia um certo desespero em seu tom que deixou a negra intrigada.

“Indo dormir, obviamente.” Retorquiu a descendente de Afrodite, o rosto expressando completa casualidade e o tom neutro beirando o tédio. “O que você está fazendo?”

Recebeu um som de escárnio como resposta, enquanto a fantasma recomeçava sua flutuação nervosa.

Andy rolou os olhos, murmurando um “Rude...”, deitando-se de costas na cama e colocando as mãos embaixo de sua cabeça. Fechou os olhos, aproveitando o momento para respirar fundo em relaxamento. Podia sentir seus músculos tensionando e relaxando, e mexeu-se um pouco, buscando uma posição mais confortável.

“Você realmente vai dormir?!” A indignação na voz ecoante do espectro seria o suficiente para fazer uma pessoa mais sorridente gargalhar. A única reação que Andy esboçou foi um arquear das sobrancelhas.

“Tenho aproximadamente 6 horas antes que alguém apareça para ocupar esse quarto, então, sim, essa é minha intenção.” Respondeu a semideusa sem nem abrir os olhos.

A fantasma deve ter se movido para perto, pois a voz irritada dela estava bem mais próxima quando tornou a falar.

“Claro, vá dormir! Não deixe que uma alma perturbada como eu atrapalhe suas preciosas horas de sono! Afinal, tenho apenas toda eternidade para sofrer!”

Andy achava que aquele espírito estava muito perto do melodrama para seu gosto, ainda mais para um ser que estava, literalmente, incomodando-a sem qualquer convite prévio. Fez questão de deixar sua impaciência clara em seu tom.

“Foi você quem invadiu meu quarto, não o contrário.” Resmungou, a última parte da frase uma mistura quase incompreensível de sons ao bocejar profundamente.

O espírito não disse nada em resposta além de um alto bufar de desprazer. Como a filha de Melinoe continuou a ignorá-la, eventualmente um silêncio agradável tomou conta do quarto, o suficiente para que ela conseguisse sentir sua mente caindo no limbo do mundo dos sonhos. Já havia se esquecido do fantasma ou, talvez, imaginava que tivesse ido embora para atazanar outra pessoa.

Por isso, quando sua cama sacudiu com o impacto do que parecia ser um chute violento, Andy praticamente saltou da cama, abrindo os olhos em susto. A expressão naquele rosto feminino morto era de pura satisfação e, em resposta, a negra lançou seu olhar mais assustador e intimidador.

“O que você quer?!” Dessa vez, a dureza de sua voz alcançou o espírito. Provavelmente pela primeira vez, ele pareceu perceber que a mortal com quem conversava possuía algum tipo de domínio sobre os mortos que outros semideuses não teriam.

Embora a figura tivesse se encolhido e recuado levemente, seu tom continuava arrogante.

“Eu queria não estar morta! Eu odeio estar morta! Trabalhei minha vida inteira para conquistar meu lugar na revista e agora, quando finalmente consegui tudo o que sonhei, morri por causa de um motorista idiota que não prestou atenção na curva na montanha!”

Se Andy não estivesse tão cansada e irritada pelas interrupções, poderia simpatizar com ela. Ao invés disso, simplesmente revirou os olhos, exausta por ter que lidar com mais um fantasma insatisfeito por ter morrido antes do que achava ser seu tempo.

“Não posso fazer nada por você! Uma vez morta, acabou. É isto. O que você espera que eu faça?” Retrucou a descendente de Afrodite, sua voz assumindo um tom de exasperação que era bastante destoante de sua personalidade impassível de sempre.

O espírito pareceu perdido ao ouvir a pergunta, como se ela mesma não soubesse o que fazer. Por alguma razão, a expressão dela acalmou a semideusa. Morte e a vida após a morte era algo que a negra estava acostumada. Crescera no Mundo Inferior. Para humanos, aqueles conceitos era algo distante e incompreensível, até o momento que se encontravam nessa situação.

Por isso, respirou fundo, sentando-se na cama para encarar a fantasma com seriedade.

“Imagino que você deve estar se sentindo confusa e perdida. Você morreu subitamente e está insatisfeita. Você queria viver. Posso entender. Mas não há nada que você possa fazer para reverter sua situação”, começou a falar a filha de Melinoe, tentando passar serenidade e conforto com suas palavras. Não costumava a dizer muito de uma só vez, porém sentia que aquela mulher precisaria daquilo para poder deixá-la em paz. “Tudo o que você pode fazer é aceitar o que aconteceu e seguir em frente. Para o Submundo. Para a vida após a morte.”

Ela pareceu extremamente ofendida com a ideia.

“Mas eu não quero ir para lá! Eu quero continuar aqui! Esse é o meu mundo!”

“Para fazer o quê? Ser ignorada e passar o resto de sua existência em solidão? Para aterrorizar crianças e tornar casas más assombradas?” Insistiu a semideusa.

Mais uma vez, a fantasma não soube o que dizer. Andy imaginou que não havia pensado muito bem no que ela queria além de estar de volta a terra dos vivos. Sentindo seu sono lentamente se esvair, decidiu que era hora de tomar medidas mais desesperadoras.

“Vamos fazer um acordo. Se você for até o Submundo, procure por minha mãe, Melinoe. Diga que eu a mandei até ela. Torne-se um de seus fantasmas especiais. Atenda às vontades dela e, eu garanto, receberá recompensas inimagináveis.”

Aquilo pareceu chamar a atenção do espírito.

“Que tipo de recompensas?” Havia uma nota de curiosidade em sua voz, embora sua expressão tentasse parecer desinteressada.

“Minha mãe é a senhora dos fantasmas. Mais ninguém poderá satisfazer seus desejos como ela”, respondeu a semideusa.

A fantasma ponderou por um longo tempo e Andy estava quase convencida de que não seria capaz de se livrar dela. Contentava-se em saber que não dormiria naquela tarde e seria forçada a passar a noite cercada por outras três pessoas, torcendo para que sua exaustão fosse tanta que caísse no sono sem demora.

Mas aí, viu a mulher assentir, embora seu olhar demonstrasse insegurança.

“Como eu faço isso? Ir ao Submundo?” Questionou o espírito e a descendente sorriu levemente.

Aproximou-se dela, arrastando-se por cima da cama até que a fantasma estivesse ao alcance de suas mãos. Retirou de seus bolsos um dracma e o entregou para o espírito. E então, tocou em seus braços com suas palmas. Era uma sensação diferente, tocar um ser incorpóreo. Havia uma qualidade gélida em sua textura quase inexistente, quase como tocar água muito gelada. Concentrou-se no espírito, sentindo-se estranhamente revigorada.

“Só feche os olhos e aceite sua morte. Let it go”, instruiu Andy, lançando um último sorriso para o espírito.

Dez minutos depois, em completa solidão, a negra dormia profundamente e, lá no Mundo Inferior, Melinoe ganhara mais um espião.

Equipamento:

Poderes:
Melinoe:
Nome do poder: Informação
Descrição: A morte é uma passagem obrigatória para tornar-se um fantasma, de maneira que, a prole de Melinoe consegue identificar quando um indivíduo está perto da morte, assim como se um fantasma faleceu recentemente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Médium
Descrição: Os filhos de Melinoe podem ver fantasmas, mesmo quando estes estão tentando se esconder, ou ficar invisíveis, esses não escapam dos olhos da prole da deusa dos fantasmas. Isso também permite a eles que conversem e se comuniquem com fantasmas com certa facilidade, podendo entende-los, e conseguir que falem com eles.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através de fantasmas.
Dano: Nenhum

puramente interpretativo Nome do poder: Toque dos Mortos I
Descrição: Você pode tocar um espirito em campo, ou fantasma – desde que esse não tenha sido convocado por você – e sugar tal energia para dentro do seu corpo, fazendo com que suas feridas se fechem, e parte de sua energia seja restaurada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 10 MP e 10 HP
Dano: Nenhum
Afrodite:


Andromeda Chiamaka
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Filhos de Melinoe
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Mensagem por Magnólia D'if em Sex Out 18, 2019 11:57 am


Andromeda

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 3.000 XP – 3.000 Dracmas – 3 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 3.000 XP – 3.000 Dracmas – 3 ossos

Comentários:
Missão muito bem escrita. Parabéns!

Atualizado por Macária.
MAgnólia recebe 200 xp e dracmas + 2 ossos



Magnólia D'if
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