The Blood of Olympus
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Mensagem por Osten B. Griffin em Qua Out 02, 2019 8:48 pm

Tópico destinado às postagens de CCFY do player Osten Bleecker Griffin.

ϟ

Pai:
Zeus
Legado: Phobos
Grupo: Ceifadores


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Osten B. Griffin
Líder dos Ceifadores
Líder dos Ceifadores

Idade : 24

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Mensagem por Osten B. Griffin em Qui Out 03, 2019 2:04 pm



Mom? Sorry!
I was born of the womb of a poisonous man, beaten and broken and chased from the land, but I rise up above it, high up above it and see, i was hung from a tree made of tongues of the weak. ♪♫♪
O barulho que as gotas faziam ecoava pelo templo e isso deixava o local misterioso o suficiente para me causar palpitações. O batimento descompensado misturava-se com minha respiração ofegante e isso fazia com que eu lembrasse das razões que me deixavam afastado dali. Entretanto, a gruta era o único lugar que não deixava que eu surtasse.

Sem ter onde descansar, sentei-me no chão do templo de Thanatos, ficando de frente para o monumento do deus de quase três metros de altura. Era feito de mármore cinzento e seu corpo lembrava o de um anjo, diferente dos panos que o cobriam. Respirei fundo e encarei o colosso, como se esperasse por uma resposta.

De repente, uma voz fria cortou o vento e atingiu meus ouvidos, fazendo com que meus pelos eriçassem de forma esquisita. — Não tem nada melhor para fazer? - A pergunta feita pela deidade não foi respondida, simplesmente porque entendi sua ironia. — Eu posso ajudar... - Ele falou como um chefe que não gosta de ver o funcionário parado.

— Eu agradeceria. - Respondi. — Não aguento mais remoer minhas lembranças.

— Uma alma conseguiu fugir do submundo e agora ela ronda uma residência em Phoenix, no estado do Arizona. - A frase do deus atingiu meu peito e fez com que meu coração acelerasse um pouco mais. — Você precisa mandá-la de volta ao seu devido lugar, poderia fazer isso? - Era engraçado como a morte ditava suas ordens, soava como se eu pudesse escolher.

A cidade que ele ousava em me designar foi a mesma que vi minha mãe desencarnar, fazendo sua alma viajar ao mundo dos mortos. Confesso que, no primeiro momento, senti medo de voltar lá, mas sabia que era necessário.

— Farei isso o mais rápido possível.

— Vou aguardar, mas devo dizer-lhe que não posso evitar que seu passado venha à tona. - Sua voz ficou mais séria e eu o encarei de forma mais atenta, como se algo que ele estava prestes a dizer fosse muito importante, por isso levantei de onde estava. — Aliás, precisamos conversar quando você voltar... - ele pausou brevemente — se voltar.

Fingindo que não ouvi as últimas palavras, reverenciei a divindade que me deixava desconsertado e aferi os pertences que estavam pelo corpo. Abri uma fenda desiluminada que rasgou o ar e, antes que eu entrasse na mesma, o deus encerrou o diálogo. — Parece que você tem muitas coisas para resolver com seu passado, não é mesmo? - Caminhou até a fenda criada e tocou-a, mudando a rota da mesma. — Não me agradeça, apenas faça o que deve ser feito!

Eu não entendi, mas também não ousei em perguntar do que ele falava. Entrei na fenda e deixei para trás a gruta onde os ceifadores viviam.


Nunca imaginei que fosse me arrepender tanto de ter aceito uma missão do deus da morte, mas assim que vi a cabana feita de madeira meus olhos lacrimejaram e senti o coração apertar, como se alguém o segurasse com força. Era um local abandonado, mas o balanço feito de pneu ainda se impulsionava com a força do vento, mostrando que o tempo não mudara nada por ali.

Caminhei lentamente até a árvore onde o brinquedo estava amarrado e aferi se a corda permanecia resistente, notando uma resposta positiva para a dúvida. Respirar nunca foi tão difícil, principalmente quando ouvi a voz que me cortou o coração. — Quem é você e o que quer aqui? - Não mudara nada desde sua morte. O tom agressivo e firme que eu herdara me fez soltar um sorriso em meio ao nervosismo.

A capa que cobria meu corpo também escondia meu rosto, mas mesmo que eu estivesse sem ela, era impossível que a filha de Phobos me reconhecesse de costas. Demorei alguns segundos para virar-me na direção da alma que tremeluzia, mas fiz isso sem deixar que meu rosto corado aparecesse diante da luz lunar. — Você continua a mesma - falei gaguejando enquanto retirava o capuz que cobria minha cabeça — mãe.

O semblante na face da mulher modificou e pude perceber que seus olhos se encheram de lágrimas, estas que rolaram em seguida. Ao ver seu pranto, não consegui controlar e ambos corremos (no caso dela, flutuou) para nos abraçar. Chorei como se fosse uma criança e ela, como uma mãe, me amparou e acariciou meus cabelos.

— Você cresceu tanto, meu filho - disse ela limpando os pontos de luz que caíam de seus olhos — e está tão bonito.

Eu não acreditava no que meus olhos enxergavam, principalmente porque esquecera o real motivo de estar ali. — Foi tão difícil viver sem você, mãe, mas aprendi a me defender para que sua morte não fosse em vão.. - Disse tentando conter as lágrimas que escorriam sem controle.

— Meu garoto, eu sempre soube que você seria esse rapaz corajoso e que me enxeria de orgulho. - Disse ela com um sorriso nos lábios. — E o acampamento, continua lindo?

— Sim, a colina está cada vez mais linda e cheia de adolescentes. - Meus olhos brilhavam como lamparinas e as lágrimas davam um toque especial. — Fico lá a maior parte do tempo.

— Aé? - Disse risonha. — E o que faz aqui?

Sabe quando você está feliz e uma onda de tristeza te atinge de forma brusca e que te faz perder o sorriso, o brilho nos olhos e todas as coisas alegres que ronda os pensamentos? Como se tudo o que está vivendo acabasse de supetão e te deixasse inerte sem nenhum sentido? Foi exatamente o que aconteceu comigo naquele momento, este que me fez lembrar da razão que fez eu viajar até ali.

Por instantes eu me odiei e baixei os olhos até a grama alta que crescera ao redor da minha antiga morada. Minha mãe aguardava a resposta e eu sabia que ela esperaria o tempo que fosse necessário, principalmente depois de notar minha expressão.

— O que aconteceu? Você mudou de repente.

Com meu rosto triste, encarei a mulher fantasmagórica e tomei coragem de falar. — Estou numa missão e você, porque está aqui?

Ela estava séria, como se estivesse lendo meus pensamentos e emoções. — Eu fui mal jugada por Ecoas, Minos e Radamante e quando encontrei uma brecha, fugi dos campos Asfódelo.

— Mal julgada?

— Sim, eu merecia os Elísio, mas eles acharam que minha vida como semideusa não foi o suficiente para conquistar. - Seus olhos haviam mudado, como se minha dúvida sobre ela fosse um incômodo. Ela franziu o cenho. — Que missão é essa que Quíron te mandou?

Um nó se formou em minha garganta e eu não consegui falar por alguns instantes. Minha mente trabalhava na tentativa de formular uma resposta, mas um dos meus defeitos era não saber mentir. — Não foi Quíron.

Minha mãe parecia entender do que eu estava falando, mas queria ouvir da minha boca. — E quem foi?

— Thanatos! - Eu odiava ter bom caráter e isso era graças a minha mãe, pois ela sempre ensinou que a sinceridade era a melhor qualidade de ter, no meu caso era um defeito.

Ela deu um passo para trás e me encarou com sua expressão decepcionada. — Você está aqui para me levar de volta, não é mesmo?

Quem cala consente.

— Você não é o meu filho! - Gritou a mulher, fazendo com que meus pelos eriçassem mais ainda. — O meu Osten faria de tudo para estar ao meu lado.

— Eu não sabia que era você, mãe

— Mentira! - Gritou mais alto. — Você é igual ao seu pai, só usa as pessoas e descarta!

Meu choro engasgou e meus olhos apenas expulsaram as poucas lágrimas que haviam se formado neles. Tentei tragar ar para os pulmões, mas ele entrou como veneno, queimando e rasgando as vias respiratórias.

— Eu dei um jeito de fugir daquele inferno para ficar ao seu lado, Osten, mas você simplesmente me diz que está aqui para me mandar de volta. - Ela chorava. — O meu erro foi ter te amado demais, tenho certeza que foi isso. - Ela virou de costas enquanto aumentava seu pranto.

Minha mente estava confusa e parecia que entraria em colapso a qualquer momento. Coloquei as mãos nas têmporas em busca de um auxílio, mas nada adiantava, tanto que minha cabeça começou a doer e em segundos parecia que ela iria explodir.

Tentei me acalmar e caminhei ao encontro do corpo espectral, tocando-lhe os braços com as palmas. — Eu juro que não sabia, eu só vim executar um trabalho.

— Mentiroso! - Ela se desvencilhou dos meus braços e virou-se em minha direção mantendo o contato visual. — Eu morri para te proteger e o pior de tudo é que esse não foi meu maior erro. - Ela estava transtornada. — Eu pequei em ter acreditado que você faria o mesmo que eu fiz por sua vida!

Seus olhos ganharam uma tonalidade diferente e eu pude perceber o ódio que circundavam eles. De repente, uma dor agonizante atingiu minha cabeça com mais força, esta que me fez ajoelhar. A voz grosseira da mulher entrou na minha cabeça e me fazia lembrar das frases dolorosas que acabara de ouvir.

Você não é o meu filho!

Você é igual ao seu pai, só usa as pessoas e descarta!

Eu pequei em ter acreditado que você faria o mesmo que eu fiz por sua vida!

Era difícil saber o que doía mais, as palavras que se repetiam em minha mente ou a dor alucinante que minha mãe provocava em meu cérebro. Porém, o pior não era a dor e sim o medo que ela aplicava junto dela. Minhas mãos tremiam, assim como minhas pernas que não suportaram o peso do corpo e continuavam me deixando de joelhos sem me permitir levantar.

— Quem te ensinou a ser egoísta, Osten? - Disse ela enquanto mantínhamos o contato visual — Porque eu sei que não foi eu!

Meu corpo estava como um fantoche, pois eu não conseguia me mover de tanto medo, mas graças aos reflexos dele aquilo foi passando. As pálpebras, depois de um tempo abertas, ficaram irritadiças o suficiente para me fazer piscar e lubrificar meus olhos, quebrando assim o contato que fazia minha mãe continuar a tortura.

Tombei para a esquerda, mas consegui pôr a mão na frente da cabeça, evitando que batesse com ela bruscamente. Meu corpo estava completamente arrepiado e eu mal conseguia respirar. A dor alojada na cabeça foi dissipando e em alguns minutos ela já não existia. O medo deu lugar à tristeza e logo depois comecei a chorar.

Vivi dez anos com minha mãe e ela nunca agira daquela forma comigo. Levei boas palmadas, mas ela nunca usou seus poderes semidivinos em mim. — Eu não fui o único que mudei, mãe! - Disse tentando ficar de pé. — Você não é a mesma mulher que me colocava para dormir!

— Eu fiquei anos no Asfódelo, Osten, você não sabe o que passei !

— Eu vivi essa mesma merda e não foi no mundo dos mortos, mas sim no dos vivos! - Meus gritos ecoavam pelo vale que se estendia, mas eu não me importava, pois minha raiva estava tomando conta do meu corpo, algo que acontecia normalmente todas as noites. — Eu comi o pão que o diabo amaçou! Vivi como um mendigo a maior parte do tempo e quando acreditei que ia desencarnar, a morte me auxiliou e me manteve de pé.

— A morte não foi tão generosa comigo, Osten! - Retrucou ela.

— Talvez porque você não fosse digna! - Meus dentes estavam cerrados de tanto ódio.

— Você não sabe o que está dizendo! - Gritou com os olhos cheios de lágrimas. — Você não sabe...

— Eu só sei que - pausei minha fala enquanto conseguia me colocar de pé decentemente — já deveria ter terminado meu trabalho!

Minha destra girou rapidamente no sentido horário duas vezes e Julgadora ganhou sua forma original, mostrando como era majestosa e bela. Os olhos da fantasma me encararam com certo medo e os meus revidaram com determinação.

Senti que minha aura se tornou mais fria do que o normal e que meu corpo emitia algo que não agradava a mulher. Minha tristeza não era mais uma coisa que pesava naquele momento, mas minha determinação era. Caminhei lentamente até minha mãe e notei que ela se mantinha parada no lugar e com uma expressão de medo. Exatamente, filhos de Phobos também sentem medo.

— Por favor, meu filho - ela tentou apenar ao sentimentalismo, mas minha segunda personalidade estava aflorada demais para ouvir — eu voltei para ficar com você.

Coloquei minha canhota em seu ombro e encarei seus olhos profundamente. — Você não pertence mais a este mundo... - Falei antes de enterrar a lâmina da foice na região abdominal da mulher, fazendo com que uma fenda para o submundo fosse criada e que as almas presas nela puxassem o corpo espectral de minha mãe de volta ao lugar onde deveria ter ficado.


A viajem de volta foi muito mais embaraçadora, pois precisei me despedir da casa onde vivi minha infância para voltas à gruta onde estava o meu futuro. Contudo, só voltei depois que a chuva chegou ao lugar onde eu me encontrava, assim, para evitar que pegasse uma gripe, abri uma fenda e esta me levou direto para o templo de Thanatos.

— Demorou! - Disse o deus saindo das sombras que haviam atrás de sua estátua. — Está com os olhos vermelhos. Chorou?

— Você sabia que era ela! - Cuspi as palavras com os olhos marejados. — Por que não me falou?

— Se eu dissesse, você não iria.

— Eu merecia saber!

— Não, você queria saber e merecer é algo totalmente diferente. - Ele foi mais ríspido. — Sua mãe fugiu dos campos porque acreditava que merecia coisa melhor, mas era tudo achismo, pois você sentiu na pele do que ela era capaz.

— Eu não estava pronto! - meus olhos encaravam o chão.

— Não tem nenhuma preparação para isso, Osten. - Explicou o deus. — E esta noite você provou o que eu mais desejava saber.

— O que?

— Que eu tenho seguidores leais.

Meu rosto corou e eu senti a pele arder de um jeito que há muito tempo não sentia. — Não sei se sou...

— Você deixou de lado o amor da sua mãe para seguir firme na caminha que jurou trilhar ao meu lado. - Ele caminhou até meu encontro e pousou sua mão em meu ombro. — Se isso não é ser leal, eu não sei o que é.

— Eu deixei minha raiva falar mais alto.

— Eu nunca disse que você era perfeito. - Retrucou a divindade. — Ninguém é perfeito. Aliás, eu mesmo já me deixei enganar por Sísifo e acabei preso.

Meus olhos estavam grudados no chão, mas meus ouvidos estavam atentos em cada palavra que a morte proferia.

— Você, sendo um de meus discípulos, não deixou que as palavras venenosas da sua mãe te deixassem levar pela emoção e isso fez com que sua missão se completasse. - O deus fez um gesto que fez com que eu olhasse para ele. — É por isso que eu tenho um pedido a lhe fazer.

— Pedido? - Questionei.

— Sim, um pedido.

— O que desejas, senhor?

— Eu peço que você seja o meu braço direito, Osten.

— Como assim, senhor?

— Os ceifadores precisam de um líder e eu não consigo pensar em ninguém melhor do que você, um homem que eu possa confiar.

— Mas senhor, há outros tão mais fortes.

— Eu não preciso de força, mas de confiança.

Os olhos do deus me encaravam e eu sentia que ele aguardava uma resposta.

— Tudo bem, eu aceito.

Itens:
• Julgadora [Uma bonita e grandiosa foice toda feita de material negro enquanto sua lâmina, prateada, dizem ser feita de adamantino. É uma arma pesada nas mãos de qualquer outro semideus que ouse empunhar a arma mas tende a se tornar leve nas mãos dos ceifadores afinal, a foice sempre foi uma das marcas registradas de seu mestre. | Efeitos mecânicos: Se torna um bracelete quando não está sendo utilizada. Para ativar a arma, gire o pulso duas vezes em sentido horário para que o cabo comece a se desprender de seu pulso e cresça até se tornar a arma que é. | Cortes realizados por esta arma recuperam o HP de seu portador em 10% do dano causado.| Resistência Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Nível 3. | Lendária |Presente de reclamação dos Ceifadores de Thânatos]

• Akatsuki [Uma capa negra com uma nuvem escarlate nas costas. Possuí capuz e cobre o corpo do usuário dos joelhos à cabeça. Por ser feita de um tecido mágico, não causa problemas na movimentação do usuário. | Efeito de ligação: A capa foi encantada para sempre voltar ao dono, agindo como a capa do Dr. Estranho.| Efeito 1: A capa neutraliza 70% dos ataques físicos dirigidos aos locais onde ela está cobrindo. | Efeito 2: Camufla-se a praticamente qualquer ambiente, adquirindo as variações de cor necessárias para prover um disfarce. | Efeito 3: Tem efeitos regenerativos. Caso rasgue, fure ou sofra algum dano, o tecido se regenera em até dois turnos, mas deixa de funcionar corretamente enquanto estiver danificado. | Tecido mágico | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Criado e encantado por Adélia]
Passivos:
ZEUS

Nível 9
Nome do poder: Respeito
Descrição: Por onde quer que vá o filho de Zeus/Júpiter será respeitado, seu pai é o senhor do Olimpo, o que o torna quase um príncipe na terra. Isso faz com que de certa forma o semideus empunha respeito, podendo chegar a ser temido pelos demais campistas, ou invejado. Entretanto tal poder dificilmente irá funcionar com individuos de nível elevado ou força mental forte.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Pode fazer um inimigo hesitar durante o primeiro turno, evitando atacar diretamente.
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Respiração
Descrição: O filho de Zeus/Júpiter é mais resistente que a maioria dos campistas, e dificilmente fica cansado em batalha, podendo aguentar treinamentos mais árduos, e batalhas mais longas sem necessidade de parar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de resistência em batalha
Dano: Nenhum

CEIFADORES

Nível1
Nome do poder: Aparência da Morte
Descrição: O seguidor da morte tende a ter a pele muito clara, semelhante a um corpo gelado, além disso sua pele é extremamente fria, exatamente como a de um morto.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Silenciosos
Descrição: Assim como a morte nem sempre anuncia sua chegada, os membros desse grupo secundário podem escolher abafar seus sons. Podendo assim passarem despercebidos, ou então não denunciar sua aproximação.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de furtividade. +80% de chance de passar despercebido ou executar um ataque surpresa.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Beleza Estonteante
Descrição: Os seguidores da morte possuem uma beleza diferente da comum. Não apelam para a vulgaridade ou atração sexual, são belos de maneira angelical e quase divina. Dessa forma, conseguem distrair outras pessoas apenas por estarem em algum lugar, servindo de distração ou apenas para ajudar em algo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 7
Nome do poder: Detectar Mentiras
Descrição: Por Thanatos já ter sido tapeado algumas vezes no passado, o deus abençoou seus servos para que não mais cometessem os mesmos erros que ele. Dessa forma, um ceifador sempre é capaz de dizer quando alguém está mentindo para ele, entretanto, precisa estar focado naquela pessoa para tal.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Visualizar Fantasmas
Descrição: Ceifadores de Thanatos/Leto conseguem visualizar almas penadas que vagam pelo mundo dos vivos, sendo capazes de se comunicarem com elas. Eles são capazes também de entender o que sentem, podendo ajudá-las a seguirem seu caminho e partirem desta para uma melhor (ou média... ou pior, sabe-se lá o que ela aprontou em vida)
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 15
Nome do poder: Aura da Morte I
Descrição: Muitos temem os ceifeiros de Thanatos/Leto por naturalmente exalam uma aura de morte que causa arrepios nos oponentes, os fazendo hesitar antes de atacar.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Faz seus oponentes perderem uma ação de turno para se encorajarem antes de qualquer coisa.
Dano: Nenhum.
Extra: Só pode ser usado uma vez por tópico/missão

Nível 34
Nome do poder: Resistência à Intimidação II
Descrição: Imparciais e quase inabaláveis mentalmente, os ceifadores são menos propensos a serem intimidados por qualquer tipo de aura ou poder. Nesse nível, suas barreiras mentais
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 30% de resistência contra magias, auras e poderes de intimidação/abalo mental.
Dano: Nenhum.

Nível 39
Nome do poder: Visão Perfeita
Descrição: Nada pode se esconder da morte, o que a permite que ela veja tudo. O ceifador aprende a ter essa característica, passando a enxergar perfeitamente mesmo as adversidades, impedindo que seu alvo escape. Assim, poderão ver no escuro e reduz a chance de perder o alvo mesmo que algo esteja atrapalhando sua visão.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Poderes oculares não funcionam com ceifadores.
Dano: Nenhum.

Nível 40
Nome do poder: Perícia com Foices IV
Descrição: Sendo a foice o instrumento característico da morte, os seguidores desta possuem maior facilidade a aptidão no manuseio da arma em questão. O objeto em suas mãos é manobrado de maneira mais fácil e precisa, tanto ofensiva quanto defensivamente. Aqui, o ceifador enfim chegou próximo a perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 90% de assertividade no uso da foice.
Dano: +70% de dano ao ser acertado pela foice de um ceifador.

Nome do poder: Ferir Almas
Descrição: Ceifadores de Thanatos/Leto além de ver fantasmas, são um dos poucos que conseguem tocar e, consequentemente, ferir um ser fantasmagórico. Danos são aplicados a fantasma e criaturas similares como se fossem vivos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 43
Nome do poder: Atributos do Ceifador III
Descrição: Os ceifadores são conhecidos por sua incrível agilidade e esquiva. Nesse último nível o ceifador alcançou a primazia de suas habilidades físicas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de agilidade e esquiva.
Dano: Nenhum.

Nível 45
Nome do poder: Visão Noturna IV
Descrição: Acostumados com a escuridão, os ceifadores possuem facilidade em enxergar em meio a esta. Entretanto, nesse nível, sua visão alcança até 80 metros à sua frente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 48
Nome do poder: Besta Noturna III
Descrição: Nível final da habilidade, onde finalmente os ceifadores chegam ao ápice de seu poder noturno, tendo sua força consideravelmente aumentada, além de resistir melhor à ataques físicos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 40% em força e 15% em resistência a golpes físicos.
Dano: Nenhum.

Nível 53
Nome do poder: Cura Sombria IV
Descrição: Ao entrar em contato com as sombras (é necessário um ambiente escuro, como um quarto durante a noite etc) automaticamente os ceifadores sentem-se melhor, passando ter o corpo curado. Porém em tal nível é impossível curar ferimentos grandes ou cortes profundos. É necessário ressaltar que sombras criadas pelo próprio semideus não irão curá-lo. Só pode ser usada a cada 3 turnos;
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Recupera 100 de HP e MP.
Dano: Nenhum.

PHOBOS

Nível 1
Nome do poder: Taste the Fear I
Descrição: Os filhos de Phobos conseguem saber quando um inimigo está com medo. No entanto, tal habilidade só parece funcionar – em tal nível – em inimigos de nível inferior.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Imunidade parcial I
Descrição: A prole de tal Deus possui uma facilidade em lidar com o próprio medo, entretanto isso não significa que o mesmo é imune ou nunca será atingido pelo mesmo. Apenas sabe como manter tal sentimento controlado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Defesa mental I
Descrição: Phobos é conhecido por seus terríveis truques mentais. De maneira que, a prole de tal Deus será mais resistente aos efeitos de ilusões. Entretanto, vale ressaltar que ilusões criadas por inimigos de mesmo nível ou superior irão atingi-lo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Sentimentalismo
Descrição: Sendo filho de Ares e de Afrodite, Phobos é capaz de compreender sentimentos. Dessa forma, seus filhos poderão identificar sentimentos de amor e/ou ódio com facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Ativos:
CEIFADORES

Nível 31
Nome do poder: Fendas Interdimensionais.
Descrição: Os ceifadores precisam ceifar almas em tempos diferentes e locais diferentes, por conta disso são capazes de abrir fendas interdimensionais que os permitem viajar a longas distancias em questão de segundos.
Gasto de Mp: 50 MP por viagem.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum
Extra: Não permite levar ninguém com ele.

Nível 45
Nome do poder: Aura do Espanto II
Descrição: Como emissário da morte, o ceifador consegue ativar uma aura mortífera que assusta e intimida todos ao seu redor, sem distinção. Mesmo que seus oponentes não saibam sua localização, ainda sentem os efeitos. Funciona até mesmo com criaturas poderosas, ainda que não contra semideuses mais forte que o ceifador.
Gasto de Mp: 60 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: - 20% assertividade alheia.
Dano: Nenhum.
Extra: Pode-se controlar a aura para afetar apenas inimigos, mas, nesse caso, terá de concentrá-la apenas em 2.


minhas falas | meus pensamentos | outras falas
Bora beber?



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Líder dos Ceifadores
Líder dos Ceifadores

Idade : 24

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{CCFY} Osten B. Griffin Empty Re: {CCFY} Osten B. Griffin

Mensagem por Hades em Sex Out 04, 2019 5:25 pm

Osten



Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 15.000 XP e dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 15.000 XP e dracmas + liderança dos Ceifadores

Comentários:
Apesar de eu ter flagrado um errinho aqui e outro ali, não foi nada comprometedor. Particularmente, gostei do enredo e achei bem interessante como a coisa toda foi se desenrolando e como Osten manteve-se firme em seu objetivo.

Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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{CCFY} Osten B. Griffin Empty Re: {CCFY} Osten B. Griffin

Mensagem por Osten B. Griffin em Seg Out 28, 2019 4:16 pm

Black Skull

Ceifadores de Thanatos não têm hora para dormir, principalmente quando está na ativa, o que era meu caso depois que me tornei líder do grupo. Não só o deus dos mortos, mas também algumas almas perdidas que vagam pelo mundo mortal me interceptavam para lamentar do que estavam passando, como se eu pudesse fazer com que eles voltassem. A questão de tudo, é que eu resolvera tirar uma soneca e um dos melhores lugares era na gruta onde os ceifadores viviam, pois ninguém me interromperia. Pelo menos foi o que eu imaginei antes de me deitar.

Com um short preto cheio de diamantes coloridos eu adormeci assim que deitei, cobrindo apenas as pernas com um lençol acinzentado. Meu troco estava desprovido de roupas e isso era ótimo, pois era muito calorento, assim não ficava com calor. Entretanto, alguma coisa me dizia para aprender a dormir com mais roupa que o comum.

Não sei quanto tempo eu dormi, mas podia jurar que nem conseguira pregar os olhos. Sonolento, pisquei algumas vezes e logo vi a silhueta masculina que estava de pé aos pés da cama. Por alguns segundos acreditei que fosse minha mente pregando alguma peça de mal gosto, mas assim que passei as mãos nos olhos, pude ver que o que eu via era verdade.

— Senhor?!

A gruta, que já era fria, tornou-se um iceberg, mas fingi que estava tudo bem e que não estava com frio. Sentei-me sobre a cama de forma que deixasse minhas pernas cruzadas. Movi a mão direita, convidando o deus a sentar-se junto no móvel, algo que um bom anfitrião sempre faz, mas Thanatos recusou. — Serei breve. - Uma leve pausa foi dada antes que ele continuasse. — Nico Di Angelo desapareceu e Hades está preocupado com ele - Foi uma explicação rápida, mas pude entender onde ele queria chegar. — Porém, sua espada ficou no lugar e foi a única coisa que Hades conseguiu recuperar.

A coloração pálida de sua pele era bonita de observar, principalmente quando ele usava sua capa negra e esfarrapada, atual vestimenta dele. A capa mostrava parte de seu peitoral num decote em forma de V, dando a entender que ele estava apenas de cueca debaixo da mesma, ou completamente nu. Eu nunca descobriria, mas era algo interessante para se imaginar.

— E onde eu entro na história? - Questionei.

— Como você sabe, os deuses não podem interferir na vida dos filhos, então ele precisa que você encontre o garoto e o salve.

— O mundo mortal é enorme, como vou saber onde e quem pegou Nico?

— Essa é uma das partes mais arriscadas. - Ele pausou. — Você vai ter que conversar diretamente com o rei do submundo.

— Quer dizer, então, que eu vou ter que ir visitá-lo em seu palácio. - Um sorriso irônico surgiu em minha face, mas eu sabia que não poderia recusar um pedido do rei que mandava e desmandava em Thanatos, o deus a quem era leal, isto é, se a morte era leal ao rei do inferno, eu também deveria ser. — Tudo bem, senhor, eu vou farei.

— Lembre-se de levar dinheiro. - Informou o deus. — O lugar para onde vai é bem caro.

Me coloquei de pé em frente ao deus da morte e o reverenciei baixando a cabeça. Ele assentiu e desapareceu da mesma forma que chegou, numa nuvem de sombras que o engoliu completamente, levando a friagem junto com ele. Olhei para meu baú onde guardava alguns itens e, me enchendo de coragem, abri o objeto e me preparei para a missão, colocando tudo o que eu pudesse precisar dentro de uma mochila e prendendo-a às costas. Agora era só iniciar a viagem.

Antes de partir da gruta, tratei de escolher cada item que iria me acompanhar naquela missão. Em meu punho esquerdo deixei meu bracelete, item herdado de Thanatos. Adornei meu anelar direito com uma argola prateada que, encrustado em sua superfície, havia uma pedra vermelha como sangue. Em meu pescoço jazia um lindo colar de ouro imperial, este que ostentava um pingente em forma de dracma. E, por fim, escondi meu corpo sob uma capa negra com uma nuvem vermelha nas costas.

Na mochila eu coloquei alimentos e uma garrafa de água. Coloquei um par de escamas que havia ganhado na festa do Apolo, poderia utilizá-las se alguma coisa desse errado, então me precavi.

Pronto para partir, abri uma fenda para o submundo e me coloquei para dentro dela.


Meu objetivo era ter aparecido exatamente no palácio de Hades, mas a fenda fez questão de não me obedecer e tive que desembarcar no Caronte, ficando frente a frente com o barqueiro que carregava as almas até seus julgamentos. Havia uma fila, mas todos que estavam ali apenas vagavam sem um rumo, como se não soubessem o que estava acontecendo, então não perdi tempo e fiz questão de entrar na frente de um velho que xingava por não ter dinheiro para fazer a travessia.

— Caronte?! - Chamei. — Preciso chegar ao palácio de Hades.

— Vivos não são bem-vindos aqui!

Um breve sorriso se fez em meus lábios. — E os meus amiguinhos são? - Tirei do bolso um saco de dracmas e, se Caronte tivesse olhos nos buracos onde deveriam ficar as orbes, com certeza teriam se iluminado.

— Se eu o levar, não poderá voltar para cá!

— Eu me viro! - Respondi sem saber o que faria para sair dali.

— Então suba logo e não me faça perder tempo! - Disse a entidade e eu acatei, subindo no barco que cabia apenas eu e o barqueiro. Sentei-me e apenas senti o barco dar o primeiro solavanco, este que fez ele se mover nas águas do Estige.

Eu nunca, em dezenove anos e meio, andei de barco e a primeira vez tinha mesmo que ser no de Caronte? Era um tanto irônico um filho de Zeus andando de barco em direção ao palácio de Hades. De certa forma, era como se ambos os tios estivessem felizes em ver o sobrinho entrando nas filas cheias de almas. Chacoalhei a cabeça em negativa, precisava tirar os pensamentos malucos dos pensamentos se quisesse encontrar meu tio com a sanidade sadia.

Caronte não disse uma palavra, mas sua cabeça estava apontada em minha direção e isso me deixava inquieto, mesmo para mim que era o braço direito da própria morte. Visando fingir que não estava preocupado com o barqueiro, encarei as águas escuras e profundas que levavam o barco na direção do castelo do senhor do submundo.

Senti meu peito palpitar algumas vezes e isso se fez graças aos uivos que ouvi, fazendo com que eu percebesse que me aproximava do Cérbero, a mascote de Hades que guardava seu palácio. Virei o corpo e pude enxergar as filas repletas de almas, estas que deveriam estar ali por anos. Respirar era uma dificuldade, mas isso era devido ao nervosismo que corroía minhas entranhas.

— Para um ceifador, você é muito medroso.

— Não sou medroso! - Repreendi o barqueiro. — Só não estou acostumado com tudo isso.

— Pois se acostume, porque depois de entrar aqui, não tem como sair. - E com esse incentivo, Caronte me deixou em terra firme, mostrando-me o lugar que deveria seguir se quisesse encontrar o rei do lugar.

Meus olhos encontraram o grande cachorro que cuidava da entrada do palácio e isso me fez organizar os pensamentos, focando em uma maneira de chegar ao deus do submundo sem perder tempo com suas mascotes e com isso não me refiro apenas ao Cérbero, mas também com as fúrias que voavam por ali. Pensando em ser discreto, me tornei invisível e deixei que minhas asas negras escapulissem para fora das minhas costas.

Sem dificuldades, voei por cima do cão infernal de três cabeças e, também, não fui encontrado pelas fúrias, um ótimo acontecimento.

Assim que cheguei à entrada do castelo, tornei-me visível e fiz as asas voltarem para o local onde estavam guardadas. Entrei pela grande porta que estava aberta e dei de cara com dois cães infernais que também montavam a guarda do lugar.

Abri um portal com o auxílio da tatuagem no dorso de minha mão e puxei a lança que estava pronta para iniciar um embate. Os cães estavam raivosos, mas algo estava prendendo-os, evitando que me atacassem. — Qual é, fedorentos, por que estão assim? - Perguntei, mas a única resposta que tive foi um calafrio na espinha. Um homem com vestes negras, assim como seus cabelos e olhos, adentrou no local e me recebeu com uma expressão de surpresa.

— Eles não vão te atacar, a menos que eu peça. - Explicou o deus.

A presença de Hades causava arrepios mais intensos que os causados pela morte, mas isso não me fez hesitar em demonstrar respeito. — Senhor, Thanatos me informou que Nico desapareceu. - Me ajoelhei, mostrando respeito ao senhor da morte. — Como posso ajudar seu filho?

— Meu filho é um metido. - Bradou o rei do inferno. — Mas entre, vamos conversar num lugar mais tranquilo. - Disse logo depois que uma alma gritou que não deveria ir para os campos de punição.

Passei pelos cães e eles não se moveram, ficando intactos nos lugares enquanto os olhos me seguiam e desejavam minha carne como almoço, afinal, era eu que estava invadindo o espaço deles.

Com passos calmos, Hades e eu chegamos na sala do trono, onde ele sentou-se no mesmo e me encarou. Coloquei-me próximo dele e, então, começamos nossa conversa. O deus explicou que numa cidadezinha dos EUA algo estava acontecendo e, quando falou o nome, lembrei de algo que Noah havia me informado antes de sua morte. Indianópolis sofrera ataques nas últimas semanas, mas algo muito maior que monstrinhos estava fluindo pela cidade.

— Nico desconfiou do que acontecia e acabou sendo capturado por um irmão.

— Como assim, senhor?

— Assim como seu pai e Poseidon, eu tive alguns erros e um deles foi me relacionar com outras criaturas quando Perséfone não está comigo.

— Aliás, onde ela está?

— Aff, garoto, foca no que realmente importa! - Repreendeu. — Num desses relacionamentos eu engravidei alguém que não deveria e fui obrigado a prender o fruto dessa relação no Tártaro.

Tudo fazia mais sentido depois de saber sobre a história "romântica" do rei, mas me mantive quieto e atento ao que ele falava.

— A questão é que ele fugiu e está nessa cidade por alguma razão. - Hades ganhou uma expressão mais preocupada. — Nico desapareceu por lá e a única coisa que me faz lembrar dele é a espada que lhe dei.

— Eu o encontrarei! - Prometi. — Eu o trarei de volta para o senhor!

— E será bem recompensado, por isso. Odeio que dever favores. - Disse antes de invocar dois crânios de um cadáver de coloração extremamente escura. — Pegue-as! Elas vão te ajudar a sair daqui.

Peguei ambos os objetos e, como ele havia me informado, joguei um deles na parede e uma grande mancha sombria flutuou pelo lugar, desaparecendo somente depois que eu adentrei nela, viajando para a cidade que o deus do mundo inferior me dissera, a famosa Indianópolis.


A troca de temperatura fez meu corpo ter um choque térmico, mas graças aos deuses não tive problemas maiores. A noite estava fria, mas bastante iluminada, isso devido a lua cheia que brilhava no céu.

Aos poucos meu corpo foi se acostumando com a temperatura local e, em seguida, iniciei minha procura pela cidade que dormia.

Passava das quatro horas da manhã quando precisei me sentar num banco de praça para descansar. A promessa feita para o deus do submundo latejava em meus pensamentos, fazendo com que a procura por Nico fosse mais incansável. Eu havia procurado em toda parte: Em arranha-céus, em ruelas, parques e, até mesmo, no subúrbio, mas nada me fazia encontrar o semideus desaparecido.

Até passou por minha cabeça a hipótese do filho de Hades estar morto, mas meu coração palpitava e indicava que ele permanecia vivo, um sentimento que todos os ceifadores sentiam. Ninguém morria sem que a gente soubesse.

De repente, uma fantasma cortou minha visão, andando sem rumo pelo parque, como se fosse algo normal. Ela cantava uma música que atraiu meus ouvidos, tanto que eu nem ousei em mandá-la de volta para o seu lugar.

Cemitério é praça linda,
mas ninguém quer passear.
Cemitério é praça linda,
mas ninguém quer passear.
Lá tem 7 catacumbas,
a Padilha mora lá

— Moça! - Chamei, interrompendo-a. — Tem algum cemitério por aqui?

— Tem sim, toda cidade tem, moço.

— Desculpe, mas nunca ouvi essa música.

— Foi eu quem a escreveu.

— E quem é essa Padilha?

Com um sorriso no rosto, a morena colocou os cabelos para trás da orelha e respondeu: — Sou eu.

— Prazer, sou Osten! - Cumprimentou. — Pode me levar lá?

— Olha, eu posso, mas não tenho coragem de entrar lá novamente.

— Não?! Por quê?

— Tem alguém muito ruim lá e ninguém consegue tirá-lo de lá. - Falou. — Ouvi dizer que ele tem um convidado.

A informação atingiu meu cérebro de um jeito incomum, fazendo com que meu peto acelerasse. — Um convidado... - Pensei e logo pedi para que ela me levasse até o cemitério, mas isso sem me conformar por não ter pensado num cemitério antes.

— Eu só vou até aqui! - Informou Padilha ao estacionar no lugar. Encanto caminhamos, contei a ela sobre Nico e o que eu estava fazendo na cidade. Criamos um certo vínculo e a última frase dela me fez sorrir com simpatia para ela. — Boa sorte! Espero que consiga ajudá-lo!

Nem foi preciso entrar no cemitério para sentir a energia que ele emitia. Uma aura densa e bastante pesada rodeava o lugar, assim como uma fumaça negra rodeava a entrada. Sem pensar duas vezes, entrei no lugar e dei de cara com algumas sepulturas abertas, o que que preocupou um pouco. Mortos devem ficar mortos e um sinal como aquele não agradava nenhum semideus ligado à morte. De repente, um homem coberto por uma camada escura de energia apareceu há alguns metros de distância, encarando-me de forma maníaca.

— Então Hades mandou um heroizinho para o filhinho dele... - A gargalhada dele era como a de um louco em um manicômio, mas isso não foi o que me preocupou. Um par de esqueletos traziam, de arrasto, Nico Di Angelo.

— Nico?! - Chamei, mas ele não ouviu, por isso tentei ir na direção dele.

— Auto lá, ceifador, você não vai a lugar nenhum. - Entrou na minha frente e puxou uma espada improvisada feita de um material enferrujado. — O que os deuses fizeram por você? Me diz, garoto! - Ele estava enraivecido e eu não tinha como descordar dele.

— O que você quer com ele? - Perguntei sem responder o que ele havia questionado.

— O que foi que lhe disseram?

— Que ele é seu irmão! - Quebrando a brincadeira de perguntas sem respostas, falei o que a deidade do mundo inferior havia me dito.

— Então o pai envergonhado contou sobre o filho problemático. - Comentou ironicamente. — Ele me trancou no Tártaro sem me dar uma chance de ver esse mundo.

— E pelo jeito ele estava certo em fazer isso, não é mesmo? - Retruquei. — Olha o que você fez. - Minhas mãos apontavam para as covas abertas. — Você está violando os corpos de pessoas que deveriam estar descansando.

— Eu só fiz isso porque ele tentou fugir de mim. - Disse ao se referir ao semideus desacordado.

— E o que você quer com ele?

— Me alimentar, é claro.

— Como assim?

— Diferente dos monstros que os deuses aprisionam no Tártaro, eu não me alimento de carne, mas sim da energia dos heróis. - Ele sorria como um louco. — É isso que me mantei forte e vivo.

Com minha energia, fiz a fumaça ao redor da caveira tatuada no dorso da minha mão direita rodar algumas vezes e, em seguida, um portal se abriu, revelando minha lança de ouro imperial. Contudo, eu sabia que a criatura a minha frente era do mundo inferior, por isso tratei de usar um material mais perigoso para combatê-lo. Mudei a forma de Spark para uma linda foice, também negra, feita de ferro estígio.

— Que refeição agressiva. - Riu o homem ao mostrar sua verdadeira forma.

Um construto sólido de energia maligna que tinha, aproximadamente, dois metros de altura e um e meio de largura, formando-se quase um gigante defeituoso. Seu corpo era coberto por uma camada grosseira de energia das trevas e isso emitia uma aura densa que me fazia querer fugir.

De repente, o monstro se moveu e avançou em minha direção, erguendo a espada improvisada para me acertar. Sem perder tempo, coloquei a foice afrente do meu corpo e defendi o movimento do inimigo. Agindo rápido, a criatura girou ao redor de si mesmo e aplicou um chute em meu abdômen, fazendo com que eu perdesse o ar e caísse de joelhos.

Ele tentou desferir um corte no meu pescoço, mas uma camada de energia ganhou forma de osso ao redor de minha cabeça e peitoral. Um sorriso brotou em mim e, logo depois, uma gargalhada. — Você tá ferrado, cara! - O exoesqueleto desapareceu e meu corpo começou a se transformar, ficando muito semelhante ao monstro, só que mais aterrorizante, pois minha sombra e eu estávamos nos fundindo.

Eu adorava me fundir às sombras, principalmente quando lutava, pois me sentia mais vivo que nunca e, também, poderia liberar o monstro que habitava em mim. É, eu sei que isso era algo da minha cabeça, mas era muito bom ter mais braços e ficar com mais vantagens.

Peguei a foice com uma das mãos e revesti sua lâmina com energia sombria, fazendo com que a mesma ganhasse um fio mais fino e que causaria um dano de corte muito maior, podendo ferir a parte interna da criatura. Levantei e encarei o maldito. Ele sorria como um maluco, mas isso não me faria recuar.

Sem esperar mais para manter aquele embate, avancei e projetei um corte rápido e preciso na direção de seu ombro, visando um ataque diagonal que lhe acertaria o peito e parte do abdômen. Todavia a criatura colocou sua lâmina improvisada na frente no exato momento que ele seria atingido. Foi aí que descobri que os filhos de Hades eram ótimos esgrimistas.

Ele tentou levar a mão em meu pescoço, mas transformei o mesmo em névoa sombria e ele não conseguiu pegar nada que fosse intangível. Me afastei poucos metros, buscando um ângulo perfeito. Mirei minha foice no infeliz e depois a lancei, mas ele fez a mesma coisa que eu, como se estivesse copiando meus movimentos. A foice atravessou seu corpo como se fosse fumaça, até que acertou um esqueleto que prendia Nico Di Angelo. A criatura de osso desmontou-se por completo e, de relance, pude ver que Nico balançou a cabeça.

O construto de sombras ficou tangível novamente e, aproveitando meu momento desarmado, caminhou até meu encontro. Girei o pulso que carregava Julgadora e a mesma apareceu em minha mão. Tentei atacar, mas o monstro era forte e apanhou a foice antes que ela o atingisse. — Quem está ferrado? - Ironizou o infeliz no momento em que jogou a arma herdada de Thanatos para longe.

A mão livre do maldito agarrou meu pescoço e tive a má sorte de presenciar o que ele fez a seguir. — Não estou com fome agora, mas preciso fazer isso logo! - Ele apertou com mais força e não consegui manter minha sombra fundida ao meu corpo.

Respirar não era o problema, mas a dor na traqueia era. Arfei algumas vezes até que ele expulsou a carapaça de sombras que lhe cobria, mostrando-me sua verdadeira forma. Uma criatura horrenda com metade dos dentes faltando, seu rosto era deformado, como se fosse atingido por chamas. Os olhos esbranquiçados pioravam ainda mais a situação. Ele suspirou profundamente e depois tragou ar com força, sugando mais do que apenas o ar.

Como uma sanguessuga, o monstrengo foi sugando minha energia e eu podia senti-la se esvaindo através dos meus lábios. Tentei gritar, mas nada saía além daquilo que ele sugava. Me debati algumas vezes e ele, por alguns minutos cessou a sucção. Consegui respirar novamente por um curto tempo e foi este mesmo tempo que vi algo que me deixou mais feliz. Nico estava livre dos esqueletos e conseguira fazer isso de um jeito que ninguém viu, nem ouviu.

Senti as pernas bambearem e caí de joelhos. O maldito gargalhou e permaneceu em sua forma horrorosa. Me pegou pelo pescoço novamente e se aprontou para sugar. Todavia, antes que continuasse e me levasse à morte, Di Angelo pegou a foice que destruíra o primeiro esqueleto e, com sua lâmina, atravessou a cabeça do meio-irmão, levando-o ao Tártaro antes que conseguisse saber o que lhe atingiu por trás.

Tombei ofegante, levando a canhota rapidamente até meu bolso, local onde se encontrava duas Docenetas coloridas com sabores de frutas. Joguei uma ao herói e a outra comi, renovando nossas energias.

— Nico, seu pai quer vê-lo, poderia nos levar até ele? - Questionei logo após ele ingerir o doce que lhe fez recuperar a vida e a energia que o monstro havia sugado. Relutante, o semideus concordou. Apontamos para a sombra de uma cova e nos atiramos nela de mãos dadas, viajando até o reino de Hades em questão de segundos.

Confesso que fiquei um pouco nauseado quando aterrissei no piso polido do palácio do deus do Submundo, mas respirei fundo e não vomitei. Nico, acostumado, não sentiu nada, apenas ficou parado olhando para o pai. Evitei de falar ou manter o contato no primeiro momento, mas sabia que precisava deixá-los a sós.

— Senhor? - Me curvei ao deus enquanto ele voltava o seu olhar na minha direção. — Se minha presença não se faz mais necessária, peço que deixe-me ir. - Disse ainda com a cabeça baixa.

— Levante! - Ordenou ele e eu o fiz, erguendo a cabeça em sua direção. — Você me foi muito útil e eu posso precisar dos seus serviços mais uma vez, sobrinho. - Me senti parte da família dele quando me chamou de sobrinho e algo dentro de mim dizia que aquela não seria minha primeira vez ali. — Ainda tem o que lhe dei? - Perguntou e eu rapidamente tirei o crânio do bolso, mantendo-o na palma da mão. — Muito bem, aproxime-se!

Caminhei lentamente até o encontro do deus e entreguei o objeto em sua destra. Ele fez com que uma energia densa rodopiasse ao redor do osso e, sem que eu pudesse evitar, Hades aplicou a magia em meu abdômen, fazendo com que o local queimasse de um jeito quase descomunal. Um grito meu ecoou pelo palácio inteiro, até que a queimação foi amenizando e se tornou apenas um latejar que não durou muito. Levantei a camiseta chamuscada e dei de cara com uma tatuagem nova, uma caveira idêntica à que me fizera viajar nas sombras anteriormente.

— Vamos lá, quero ver como você se sai. - Disse o filho do deu antes mesmo de eu saber do que se tratava. Minha expressão confusa se instalou em minha face e ele riu. — Corra na direção daquela sombra na parede e pule nela - explicou — mas lembre-se de mentalizar o acampamento.

Sem entender muito bem o que ele estava falando, resolvi fazer o que ele falara. Mentalizei a colina e corri na direção da parede. Na metade do caminho eu me senti um idiota. — E se eu me machucar? - Pensei, mas mesmo assim saltei, mergulhando na escuridão sem fim até que caí na relva macia da colina, dando de cara com a lua iluminada.

Tudo havia se acabado, inclusive minha energia. Fui até meu chalé e adormeci, sem sonhos, pesadelos ou qualquer outra interrupção.

Recompensa Almejada:
• Black Skull [Uma tatuagem de uma caveira negra foi gravada no abdômen do semideus, logo abaixo do seu peitoral. | Efeito: Por ter prestado um serviço ao deus do submundo, Osten agora tem a capacidade de utilizar a viagem nas sombras, mas de modo muito mais potente. Sua viagem não possui restrições de localidade, podendo ir até mesmo para o Submundo, se assim desejar. O custo de cada viagem varia de 30 a 80MP, dependendo da distância. Pode levar pessoas com ela, mas cada pessoa a mais deverá estar tocando no semideus e o custo adicional de MP será de 20.]
Itens:
• Pulseira de perícia avançada [Pulseira de platina que se ajusta perfeitamente ao pulso do usuário, então é fácil de equipar-se com ela, se for danificada, ou destruída, perde totalmente o efeito, ou seja, é preciso estar em uso, no pulso, para que o efeito continue a ser efetivo para o semideus, do contrário, ele perde o bônus da perícia completamente. Só funciona através da pulseira | Aumenta a perícia com Foices em +50%, provocando um dano de +30% | Platina| Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Loja Especial do BO]

• Julgadora [Uma bonita e grandiosa foice toda feita de material negro enquanto sua lâmina, prateada, dizem ser feita de adamantino. É uma arma pesada nas mãos de qualquer outro semideus que ouse empunhar a arma mas tende a se tornar leve nas mãos dos ceifadores afinal, a foice sempre foi uma das marcas registradas de seu mestre. | Efeitos mecânicos: Se torna um bracelete quando não está sendo utilizada. Para ativar a arma, gire o pulso duas vezes em sentido horário para que o cabo comece a se desprender de seu pulso e cresça até se tornar a arma que é. | Cortes realizados por esta arma recuperam o HP de seu portador em 10% do dano causado.| Resistência Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Nível 3. | Lendária |Presente de reclamação dos Ceifadores de Thânatos]

• Akatsuki [Uma capa negra com uma nuvem escarlate nas costas. Possuí capuz e cobre o corpo do usuário dos joelhos à cabeça. Por ser feita de um tecido mágico, não causa problemas na movimentação do usuário. | Efeito de ligação: A capa foi encantada para sempre voltar ao dono, agindo como a capa do Dr. Estranho.| Efeito 1: A capa neutraliza 70% dos ataques físicos dirigidos aos locais onde ela está cobrindo. | Efeito 2: Camufla-se a praticamente qualquer ambiente, adquirindo as variações de cor necessárias para prover um disfarce. | Efeito 3: Tem efeitos regenerativos. Caso rasgue, fure ou sofra algum dano, o tecido se regenera em até dois turnos, mas deixa de funcionar corretamente enquanto estiver danificado. | Tecido mágico | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Criado e encantado por Adélia]

• Spark [ Lança negra de dois gumes com 2 metros de cumprimento. É isenta de detalhes para garantir a descrição de seu portador, algo que faz com que seus inimigos subestimem o poder da lâmina, já que de aparência ela não apresenta nada especial. | Efeito de ligação: Retorna ao dono depois de um turno.| Efeito 1: Ao desejo de seu dono, a arma é capaz de modificar sua forma física, podendo virar uma espada, faca, foice ou qualquer outro item de ataque. Além de mudar a forma, é capaz de modificar o material que é feita para qualquer outro existente. | Efeito 2: Envenenada, a lança provoca dor e faz com que o golpeado por ela perca 60 de HP por dois turnos. | Efeito 3: Graças a poção elétrica, a lança tem 50% de imunidade ao elemento, podendo repeli-lo uma vez por missão, MvP ou evento. A arma também tornou-se eletrizada, dando choque naqueles que forem feridos por ela, deixando a região acertada paralisada por um turno. | Ouro Imperial | Bônus de Forja: +15% de dano. FPA e lendário +60 de dano. Bônus Lendário: + 30 de dano à arma. | 3 espaços para gemas | Lendário | Status: 100% Sem danos| Forjado por Avery & encantado por Adélia]

• Dark Angel [Um anel prateado com um rubi escarlate encrustado na parte de cima. Quanto está ativo, a pedra emite um brilho no mesmo tom que possui. | Efeito 1: Aumenta a força dos poderes relacionados a medo, intensificando o efeito deles, em 30%. | Efeito 2: Diminui 20% do gasto de MP dos poderes relacionado as sombras| Ferro Estígio | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Fim de semana: Sexta feira 13]

• Drac [Um colar feito inteiramente de ouro imperial com um pingente de duas faces que lembra bastante um dracma. De um lado há as siglas do acampamento que faz parte e na outra face possui o nome do dono.| Efeito 1: Ele esconde em 75% a presença semidivina do usuário, permitindo que ele passe despercebido por monstros e use até mesmo tecnologia mais avançada. Monstros superiores e mais poderosos ainda conseguem reconhecer o usuário do colar como um semideus, mesmo que leve um tempo para distinguir a aura. | Efeito 2: Este colar aumenta o dano de ataques físicos e com armas em 35%, além de aumentar a probabilidade de este acertar o oponente em 30%. | Efeito 3: Sacrificando 50 pontos de MP, o colar abre um portal para qualquer lugar que o semideus deseja ir, por dois turnos, dando tempo para levar consigo até duas pessoas. | Efeito de ligação: Caso o semideus perca o adorno, após um turno ela retorna para o mesmo.| Ouro Imperial | Sem espaço para gemas | Beta| 100% sem danos | Mágico | Encantado por Adélia]
Consumíveis Utilizados:
• Doceneta | É um tipo de caneta feita de plástico com um líquido colorido dentro. Seus sabores variam de chocolate, baunilha para frutas diversas de acordo com os gostos e peculiaridades de cada semideus. |Efeito 1: Recupera 100% do HP e do MP do semideus. | Uso único, some ao ser usada | Fim de semana: Sexta feira 13] [x2]
Passivos:
ZEUS
Nível 12
Nome do poder: Respiração
Descrição: O filho de Zeus/Júpiter é mais resistente que a maioria dos campistas, e dificilmente fica cansado em batalha, podendo aguentar treinamentos mais árduos, e batalhas mais longas sem necessidade de parar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de resistência em batalha
Dano: Nenhum

Nível 45
Nome do poder: Velocidade III
Descrição: Você aprendeu que a velocidade pode ser uma grande aliada em campo de batalha, e com isso treinou ainda mais arduamente, agora ficou mais rápido, esquiva-se com facilidade, e domina a luta ao seu favor. É difícil combater seu herói desse jeito.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de velocidade
Dano: Nenhum

Nível 47
Nome do poder: Força II
Descrição: O semideus treinou e evoluiu ainda mais e agora consegue carregar ainda mais peso, levantar coisas mais pesadas e efetuar lançamentos com uma facilidade tremenda. Conforme se desenvolveu, ficou ainda mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de força
Dano: +20% de Dano se o ataque do semideus atingir.

PHOBOS
Nível 2
Nome do poder: Imunidade parcial I
Descrição: A prole de tal Deus possui uma facilidade em lidar com o próprio medo, entretanto isso não significa que o mesmo é imune ou nunca será atingido pelo mesmo. Apenas sabe como manter tal sentimento controlado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Defesa mental I
Descrição: Phobos é conhecido por seus terríveis truques mentais. De maneira que, a prole de tal Deus será mais resistente aos efeitos de ilusões. Entretanto, vale ressaltar que ilusões criadas por inimigos de mesmo nível ou superior irão atingi-lo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

CEIFADORES
Nível 1
Nome do poder: Aparência da Morte
Descrição: O seguidor da morte tende a ter a pele muito clara, semelhante a um corpo gelado, além disso sua pele é extremamente fria, exatamente como a de um morto.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Silenciosos
Descrição: Assim como a morte nem sempre anuncia sua chegada, os membros desse grupo secundário podem escolher abafar seus sons. Podendo assim passarem despercebidos, ou então não denunciar sua aproximação.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de furtividade. +80% de chance de passar despercebido ou executar um ataque surpresa.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Beleza Estonteante
Descrição: Os seguidores da morte possuem uma beleza diferente da comum. Não apelam para a vulgaridade ou atração sexual, são belos de maneira angelical e quase divina. Dessa forma, conseguem distrair outras pessoas apenas por estarem em algum lugar, servindo de distração ou apenas para ajudar em algo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 26
Nome do poder: Besta Noturna II
Descrição: Nesse nível, a noite proporciona melhores habilidades de combate, tanto ofensiva quando defensivamente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 30% em esquivas e 10% em assertividade de seus golpes.
Dano: Nenhum.

Nível 39
Nome do poder: Visão Perfeita
Descrição: Nada pode se esconder da morte, o que a permite que ela veja tudo. O ceifador aprende a ter essa característica, passando a enxergar perfeitamente mesmo as adversidades, impedindo que seu alvo escape. Assim, poderão ver no escuro e reduz a chance de perder o alvo mesmo que algo esteja atrapalhando sua visão.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Poderes oculares não funcionam com ceifadores.
Dano: Nenhum.

Nível 43
Nome do poder: Atributos do Ceifador III
Descrição: Os ceifadores são conhecidos por sua incrível agilidade e esquiva. Nesse último nível o ceifador alcançou a primazia de suas habilidades físicas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de agilidade e esquiva.
Dano: Nenhum.

Nível 45
Nome do poder: Visão Noturna IV
Descrição: Acostumados com a escuridão, os ceifadores possuem facilidade em enxergar em meio a esta. Entretanto, nesse nível, sua visão alcança até 80 metros à sua frente.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 48
Nome do poder: Besta Noturna III
Descrição: Nível final da habilidade, onde finalmente os ceifadores chegam ao ápice de seu poder noturno, tendo sua força consideravelmente aumentada, além de resistir melhor à ataques físicos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 40% em força e 15% em resistência a golpes físicos.
Dano: Nenhum.

Nível 52
Nome do poder: O Sabor da Morte II
Descrição: Quando os seguidores da morte estão próximos da mesma, se sentem mais fortes pela afinidade e adrenalina aumentada. Dessa forma, quanto menos vida tiverem, mais fortes serão.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Para cada 100 HP que perderem, seus poderes ativos darão mais dano (10%);
Dano: Para cada 100 HP que perderem, seus golpes físicos darão mais dano (10%).
Extra: Nenhum.

Nível 53
Nome do poder: Cura Sombria IV
Descrição: Ao entrar em contato com as sombras (é necessário um ambiente escuro, como um quarto durante a noite etc) automaticamente os ceifadores sentem-se melhor, passando ter o corpo curado. Porém em tal nível é impossível curar ferimentos grandes ou cortes profundos. É necessário ressaltar que sombras criadas pelo próprio semideus não irão curá-lo. Só pode ser usada a cada 3 turnos;
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Recupera 100 de HP e MP.
Dano: Nenhum.

Nível 40
Nome do poder: Perícia com Foices IV
Descrição: Sendo a foice o instrumento característico da morte, os seguidores desta possuem maior facilidade a aptidão no manuseio da arma em questão. O objeto em suas mãos é manobrado de maneira mais fácil e precisa, tanto ofensiva quanto defensivamente. Aqui, o ceifador enfim chegou próximo a perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 90% de assertividade no uso da foice.
Dano: +70% de dano ao ser acertado pela foice de um ceifador.
Ativos:
Nível 8
Nome do poder: Arremesso de Foice
Descrição: Uma habilidade especial que permite ao ceifador lançar sua foice, que irá girar e atingir seu alvo, retornando para sua mão ao fim do movimento.
Gasto de Mp: 15 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: 10% de dano extra.
Extra: Se a força do inimigo for maior do que a determinação do ceifador, a foice pode ser segurada pelo adversário.

Nível 25
Nome do poder: Corpo de Sombras I
Descrição: Graças a esse poder, o membro deste grupo pode transformar uma parte de seu corpo em sombras, de maneira a não ser atingido por algum golpe, ou passar através de algo sólido. Por ainda ser inexperiente, ele perde um pouco de vitalidade nesse nível.
Gasto de Mp: 30.
Gasto de Hp: 15.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Só pode ser usado uma vez a cada três turnos; se a parte transformada voltar à sua forma normal em meio a algo, ela será perdida, portanto é necessário cuidado em seu uso.

Nível 33
Nome do poder: Invisibilidade II
Descrição: Assim como revelado nos livros, depois que Ares liberta Thanatos de Sisyphus, o deus da morte decide não mais abordar as almas diretamente, ao contrário, ele prefere as ceifar invisível. Dessa forma, seus ceifadores podem optar pelo mesmo tipo de abordagem, ainda que de maneira limitada. Não sendo filho do deus, eles podem contar apenas com as sombras para os camuflar em meio a elas. Nesse nível já conseguem lutar mesmo invisíveis.
Gasto de Mp: 20 por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Só funciona durante a noite, ou em locais muito escuros.

Nível 48
Nome do poder: Fendas do Submundo II
Descrição: Tendo a necessidade de se locomover com mais facilidade para realizar suas tarefas, os membros desse grupo conseguem criar fendas para o levar até o submundo, não importando onde estejam. Nesse nível, pode ser usada como uma ação de defesa/escape rápido, fechando-se para aqueles que estiverem muito longe, ou forem lentos demais, para lhe alcançar.
Gasto de Mp: 180 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Pode ser utilizado apenas uma vez por missão/evento.

Nível 50
Nome do poder: Corpo de Sombras II
Descrição: Graças a esse poder, o membro deste grupo pode transformar até metade de seu corpo em sombras, de maneira a não ser atingido por algum golpe, ou passar através de algo sólido.
Gasto de Mp: 45.
Gasto de Hp: 15.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Só pode ser usado uma vez a cada dois turnos; se a parte transformada voltar à sua forma normal em meio a algo, ela será perdida, portanto é necessário cuidado em seu uso

Nível 51
Nome do poder: Asas da Morte II
Descrição: O servo de Thanatos/Leto é conhecido por ter belas asas negras, permitindo que este abençoe seus seguidores a terem algo similar. Elas nasceram dos ossos das costas, consequentemente rasgando roupas caso esteja usando algo. Invocar as asas não consome a energia, mas voar sim. Nesse nível, a mobilidade e a velocidade são melhoradas, permitindo que o ceifador atinja a velocidade de 40km/h em uma linha reta. Agora é capaz de carregar até uma pessoa.
Gasto de Mp: 15 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Para ceifadores com mais de três pontos de força na FPA, é anulada a dificuldade em carregar alguém.

Nível 53
Nome do poder: Exoesqueleto espectral II
Descrição: O ceifador de Thanatos/Leto consegue produzir um exoesqueleto espectral, servindo como uma defesa externa para defender o corpo. Terá o aspecto de ossos cobrindo o corpo com um leve brilho que denuncia a proteção extra. Nesse nível, conseguem produzir o exoesqueleto para metade do corpo.
Gasto de Mp: 60MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% de defesa a ataques físicos e elementais.
Dano: 25 caso a parte protegida atinja o inimigo.
Extra: Dura apenas dois turnos, precisando ativar novamente para sustentar.

Nível 70
Nome do poder: Ferida Mortal III
Descrição: Utilizando a energia sombria para deixar suas lâminas mais afiadas, seu próximo golpe irá cortar/perfurar mais fundo, ignorando resistências naturais e bônus que não de armaduras ou itens.
Gasto de Mp: 90.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: +60% de dano da arma.
Extra: Nenhum.
Monstro enfrentado:

Tenebris


A mãe deste monstro é incerta e quase impossível de saber, a menos que Hades informe. Em uma das viagens de Perséfone ao mundo dos vivos, Hades sentiu-se solitário o suficiente para ter um affair com uma mulher (ou coisa) que deu origem ao monstro em questão. Todavia, é possível notar que ele não herdou a beleza do pai, pois a criatura é horrenda e sem um pingo de bondade, tendo grande ódio dos deuses e de semideuses (principalmente seus meio-irmãos). Tenebris é um ótimo esgrimista, assim como é muito bom quando está cercado com o elemento que rege, podendo ser um grande problema aos desavisados. Contudo, tende a ser muito egocêntrico, sendo esse um dos seus maiores defeitos, pois ele sempre acha que é o melhor, mesmo indo e vindo do Tártaro diversas vezes.
Rank: Lendário
Elemento Regente: Elemental trevas
Status Base: 4.000 HP/MP | Aumento de 30 HP/MP por nível
Nível mínimo para sobreviver: 50

PODERES PASSIVOS


Nome da habilidade: Fortalecimento
Descrição: Por ter no sangue a herança sanguínea vinda de um deus relacionado as trevas, este monstro possui total imunidade contra este elemento, assim como se fortalece em locais onde a escuridão está instalada.
Dano Base: Nenhum
Bônus: Não sofre com poderes relacionado as trevas, isto é, reduz o dano do elemento em 100%. Aumento de 50% em sua força quando estiver sob a noite ou em local escuro.

Nome da habilidade: Carapaça trevosa
Descrição: Por ser extremamente horrível, a criatura optou por se esconder por detrás de uma carapaça feita de sombras.
Dano Base: Nenhum.
Bônus: Reduz 50% de danos físicos, mágicos (exceto ramo de luz) e mentais enquanto estivar sobre a carapaça.

Nome da habilidade: Esgrimista
Descrição: Como qualquer outro filho de Hades, este monstro é um exímio esgrimista, sabendo utilizar muito bem uma espada.
Dano Base: 50% de dano no uso de espadas
Bônus: 100% de perícia com espadas.

Nome da habilidade: Visão noturna
Descrição: Tenebris enxerga tão bem no escuro, quanto no claro. A escuridão por magia ainda é capaz de afetar ele, mas a escuridão natural, como apagar a luz, ou entrar em uma caverna sem qualquer claridade não irá afetar o filho do deus dos mortos.
Dano Base: Nenhum
Bônus: Nenhum

PODERES ATIVOS


Nome da habilidade: Coveiro amaldiçoado
Descrição: Por ser uma criatura ligada, de certa forma, ao deus do submundo, Tenebris pode invocar esqueletos, armados, que surgem de fendas criadas no chão.
Gasto de MP: 50 de MP por esqueleto.
Dano: Cada esqueleto causa 50 de dano, mas pode aumentar o dano dependendo da arma que possuir.
Bônus: No máximo 3 esqueletos por turno.

Nome da habilidade: Umbracinese
Descrição: Habilidade que permite Tenebris manipular as sombras da forma que desejar, seja torná-a sólida, extraí-la (ou implantá-la) em algum local. Consegue formar esferas do tamanho de bolas de futebol.
Gasto de MP: 60 por esfera / 100 por extração ou implantação / 100 para solidificar
Dano: Variado, depende da forma que for utilizada.
Bônus: Elemento luz não dissipa as sombras deste monstro.

Nome da habilidade: Transformação em Sombra
Descrição: Tenebris consegue transformar partes do corpo em sombras, ficando com a aparência desfocada, semelhante a fumaça negra flutuante. Pode transformar alguns membros ou, se for seu desejo, o corpo inteiro.
Gasto de MP: 20 de MP por membro / 150 de MP para o corpo inteiro.
Dano: Nenhum
Bônus: Pode ficar intangível por 2 turnos, mas precisa de outros 2 turnos para usar o poder novamente.

Nome da habilidade: Faminto
Descrição: Diferente dos demais monstros, Tenebris não se alimenta da carne dos semideuses, mas sim de sua energia (MP). Ele remove a carapaça, mostrando a sua verdadeira forma, e, estrando próximo da vítima, age como uma sanguessuga, extraindo a MP do envolvido.
Gasto de MP: Nenhum
Dano: - 30% da MP total da vítima
Bônus: Usar mais de duas vezes numa mesma pessoa pode levar à morte.

༺༻


• SON OF ZEUS •
• REAPER LEADER •
• DISTURBED •
Osten B. Griffin
Osten B. Griffin
Líder dos Ceifadores
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Idade : 24

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{CCFY} Osten B. Griffin Empty Re: {CCFY} Osten B. Griffin

Mensagem por Hades em Qua Out 30, 2019 8:32 pm

Osten


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP, 4.000 dracmas e 10 ossos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 49%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 4.850 XP e 3.880 dracmas + 10 ossos

Comentários:
Em alguns pontos eu percebi algumas quebras de narração e erros de digitação, por isso descontei alguns pontos. Em geral a narrativa foi ótima, porém algumas mudanças na tatuagem precisam ser feitas.

Sugestão:
• Black Skull [Uma tatuagem de uma caveira negra foi gravada no abdômen do semideus, logo abaixo do seu peitoral. | Efeito: Por ter prestado um serviço ao deus do submundo, Osten agora tem a capacidade de utilizar a viagem nas sombras. Apesar da viagem das sombras do rapaz não possuir restrições de localização humana, locais como submundo, olimpo, locais protegidos, serão impossíveis de penetrar diante da viagem das sombras. Ao fazer uso excessivo do poder o semideus começará a desaparecer em uma velocidade mais rápida do que um filho de Hades que abuse de tal poder. O custo de cada viagem varia de 50 a 120MP, dependendo da distância. Pode levar pessoas com ela, mas cada pessoa a mais deverá estar tocando no semideus e o custo adicional de MP será de 35.]

Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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