The Blood of Olympus
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Mensagem por Phoenix Holm Sundström em Qua Out 02, 2019 12:32 am

Maybe...I like it I’m twenty five. When I’m not a kid or an adult When I’m just me I shine the brightest
A missão que me fora atribuída era completamente simples. Para que eu concretizasse a minha saída do grupo dos argonautas, eu precisava encontrar outra pessoa digna do título de argonauta para que esse entrasse o meu lugar e somente depois, Hera/Juno conversaria com o semideus em questão. De início, Hera não havia concordado com a minha saída repentina, porém completamente cabível na minha cabeça. Eu esperava que ela me entendesse de certa forma pois não me sentia bem inserido no grupo que estava. Talvez o melhor para todos realmente fosse a minha saída e eu pensava com grande pesar que poderia receber alguma maldição relacionada a sentir ciúmes ou outras sensações que eram geradas no desconforto de um relacionamento sério ou até mesmo um relacionamento comum.

Eu caminhava tranquilamente pela floresta onde encontraria o semideus. Pelo menos tinha a localização exata do mesmo e não enfrentaria maiores problemas no percurso, ao menos era o que eu pensava na minha cabeça. Eu encontrava-me bastante alegre por estar tendo ao menos uma última missão como argonauta. Contente, eu seguia o meu caminho com a espada e o machado em cada uma das mãos, a espada na direita e o machado na esquerda como de costume.

“Não era o suficiente para que um monstro aparecesse ali” – Era o que eu mais pensava, pois o cheiro do sangue de dois semideuses no mesmo ambiente poderia atrair monstros de qualquer local que poderiam nos atacar quando assim desejassem. Meus pensamentos ecoavam pelo ambiente na forma que eu também percebia o vento passar sobre meu rosto com moderada intensidade, levando consigo alguns fios de cabelo que haviam se soltado do meu couro cabeludo. Naquela hipótese eu estava preparado para qualquer coisa. Eu tinha calma e estava completamente atento aos sons que o ambiente proporcionava para além do vendaval que passava na distância em que eu estava naquela ocasião. Ao fim do trajeto, conseguiria contato com o semideus que era um forte candidato a me substituir.

– Oh céus... – Eu dizia olhando a frente e a sombra ia se desfazendo graças a incidência dos raios de luz e tudo o que eu podia ver era eu mesmo. Mas pera aí... Como assim eu mesmo? O que era aquilo? O que poderia ser? Eu não tinha menor ideia e prontamente dei passos para frente e a imagem espelhada me seguiu e fazíamos tudo em perfeita sincronia. O modo de andar era idêntico ao meu, o olhar, jeito e feição. Eu tinha pouco conhecimento no campo semidivino mas aquilo não era natural. Nós erguemos a mão na mesma hora e tocamos uma na outra de maneira homogênea e encaramos um ao outro com um soquinho, minha mão encontrava-se com a espada com o punho cerrado. Diferente de mim, a imagem não se encontrava armada. – O que é você? – Eu perguntei rapidamente levando os olhos para os lados numa séria expressão de dúvida misturada com um pouquinho de desespero.

Naquela hora eu fui bruscamente interrompido por um empurrão de enorme força que me fizera rolar alguns metros em meio a grama do ambiente e eu respirava fundo ficando levemente enfurecido com aquilo. Eu aproveitei o pouco tempo que permaneci afastado da minha imagem para tentar raciocinar o que era aquilo de fato. Minha cabeça procurava sentido no que eu via e tudo o que vinha na minha mente eram as palavras de Hunter, um filho de Zeus e meu amigo. “Se você encontrar consigo mesmo num ambiente inseguro, tenha certeza de que é um Duplo que não vai dar a mínima pra você e que vai fazer de tudo para te derrubar e te matar e continuar a sua chacina.” – Aquelas palavras eram sábias e agora eu tinha certeza que aquilo em minha frente que utilizava minha imagem era um Duplo.

Hunter havia confrontado um Duplo momentos antes de ser reclamado por Zeus naquilo que poderia até mesmo ser considerado como um ato heroico, pois um Duplo não era derrotado com facilidade visto que ele era completamente o oposto de nossa pessoa. O oposto? Hum... Já sei absolutamente aquilo que eu tenho que me fazer para livrar dessa criatura... Ela copia absolutamente tudo mas não minhas armas – até onde eu sei – e possivelmente, tem a mesma estrutura de porte físico e outras características que eu. Mesmo assim, era o suficiente para que eu me sentisse levemente intimidado pelo outro que estava presente.

Aquela que era a minha imagem oposta partiu para o confronto direto comigo e ela também tinha grande maestria no combate não armado. Eu tinha grande dificuldade em tentar esquivar dos golpes e tentava de tudo para que não saísse completamente ferido ou desestabilizado após receber um dos golpes. Eu respirava fundo após levar alguns socos gratuitos que poderiam ter sido defendidos se eu não ficasse subestimando a criatura em questão. Me bastava pensar numa maneira que eu pudesse enfrentar aquele Duplo e tirá-lo do meu caminho. Eu me sentia aflito e completamente desamparado, talvez não poderia me sentir pior. – Rodrik teria nojo de você. – A criatura disparava para mim e automaticamente eu semicerrei os olhos. – Você não sabe quem ele é! – Disparei em direção a criatura. – Ele é completamente a melhor pessoa que já existiu e eu não tenho duvida alguma quanto a isso! – Eu gritava agressivamente, estava ficando cada vez mais irritado e tentando evitar o combate corporal.

O clima na floresta era completamente frio e as palavras da criatura em questão me abalavam completamente. Aquela missão proposta por Hera havia sido algum modo de me avisar do que poderia vir a seguir caso eu saísse da linha proposta por ela. Talvez, encontrar o Duplo em questão antes do semideus fosse a minha maldição e eu teria um novo inimigo que seria o meu próprio reflexo. – Eu não quero ficar conversando com você. Eu tenho noção do que você é e tenho certeza que tudo o que existe no seu coração são trevas e escuridão. – Eu dizia sentado ao chão, esperando que pudesse me recompor dos socos de imensa força.

– Rodrik merece o seu lado negro e somente ele interessa, é o seu verdadeiro eu, sua essência. – A lábia da criatura era inegável mas eu não cedia facilmente. Estávamos completamente no mesmo nível e eu sabia a minhas próprias limitações, o suficiente para que eu soubesse em partes aquilo que eu poderia fazer para me livrar do Duplo em questão. – Você está errado. – Esfreguei o rosto com o punho da espada cerrado para limpar o rosto e lentamente fui me levantando. – Você é a parte que deve morrer. – Eu prontamente disparei ao combate e esperei um movimento em falso que eu certamente faria e cortei a primeira mão do duplo com um preciso fatiar do machado em questão. O gemido de dor era o suficiente para que eu me sentisse inebriado por uma sensação gloriosa de prazer. – Grite, infeliz. – Levantei a mão da espada de Ferro Estige e então, cortei a outra mão da criatura que agora pouco poderia fazer. – Últimas palavras, impostor? – Perguntei e sorri e assim que eu notei os lábios se abrirem, uma voz conhecia ecoou em minha cabeça. “Deveria acertar a cabeça, é a principal fraqueza de um duplo. Já que o cérebro é considerado um órgão vital, cortá-la é sempre uma boa opção.” – As dicas de Hunter eram completamente cabíveis e me deixavam completamente ciente do que tinha que fazer.

A criatura soltou apenas uma única letra e eu imediatamente cortei a sua cabeça com a lâmina do machado mais a lâmina da espada em direções opostas, jorrando uma grande quantidade de sangue e pondo um fim no impostor de olhos azuis. Ele nem mesmo tinha sido capaz de utilizar o seu portal para que trocasse de lugar comigo e me prendesse em outra dimensão, algo que seria completamente problemático. – Já vai tarde. – Dei um sorriso completamente sádico, era a primeira vez que eu me portava daquela maneira. Também, nunca haviam testado minha paciência ao máximo envolvendo as pessoas que eu mais amava na minha vida. – Isso foi pelo Rodrik... Agora, apodreça em paz. – O sangue nas lâminas eram outra coisa impagáveis e que me faziam sentir plenamente feliz – por causa de Belona – mas não poderia continuar com o sangue nas mesmas. Rapidamente limpei na crosta de uma árvore e então prossegui o meu caminho. Encontrando com o semideus em questão e lhe explicando passo a passo cada coisa que Hera promovia.

[...]

– Então... Rainha Hera... Eu posso... Ir? Creio que o Duplo tenha sido o suficiente para me mostrar que eu ainda possuo trevas dentro de mim. – Eu comentei ajoelhado na frente da rainhas com o elmo real em mãos. Se aceita a minha redenção ao grupo, eu o entregaria para ela. – Peço que não me amaldiçoe pois sofri um grande baque na procura do semideus ao encontrar o Duplo... Ele me mostrou que, mesmo que seja um lado completamente oculto meu, que ainda sou capaz de cometer as maiores loucuras da minha vida graças ao meu sangue divino de Belona. Nunca senti tanta vontade de matar algo ou alguém como naquele dia. Não posso continuar no grupo sendo infeliz e espero que entenda isso. Eu tenho um novo propósito. – Eu olhava a deusa com muita atenção.

– Por favor, não me amaldiçoe... – Pedia praticamente aos prantos para que não chorasse, pois realmente havia sido afetado por longos dias após o acontecimento com o Duplo em questão. Ergui o Elmo Real em direção a ela para que o entregasse e dei um último beijo antes que ele fosse passado para outra pessoa. – Eu sou muito grato por tudo que aprendi com você e levarei essa experiência pra toda a minha vida. Mas, tenho outros planos depois do que aconteceu... – Falar sobre aquilo não seria fácil. – O que me diz? Qual a minha pena final? Por favor que só dure semanas ou meses, mas não eternamente... – A minha fala encontrava-se levemente chorosa, não gostaria de ter que enfrentar uma maldição pesada. No máximo, algo relacionado com ciúmes possessivo ou inveja, mas nada que durasse pro resto da minha vida.

Para mim, bastava esperar a resposta da deusa.


Peço por meio dessa CCFY minha retirada do grupo dos Argonautas.
Por favor acrescentar na atualização a retirada do Elmo Real de minhas armas/itens.

Itens levados:
• Ragnarök [Uma espada de Ferro Estígio com 70 centímetros de comprimento e que se encaixa perfeitamente na mão do semideus, afeiçoa-se apenas ao primeiro que a empunha e impede que um desconhecido a empunhe. | Efeito: O primeiro golpe desferido - e acertado - pelo semideus permitira que esse recupere 5% do MP e HP total. Necessário 2 turnos de espera para utilizar novamente. | Efeito de ligação: Sempre retornará ao dono após ser arremessada ou posta ao chão. | Ferro Estige | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem dano | Comum |  Fim de semana: Sexta feira 13]
Poderes Utilizados:
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Perícia com Espadas III
Descrição: A espada tornou-se uma extensão do corpo da prole de Belona, o semideus a conhece e sabe manusear como nenhum outro meio-sangue. A arma torna-se letal em suas mãos e há motivos para que os seus inimigos o temam quando está empunhando tal arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 70% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: +40% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.


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Phoenix Holm Sundström
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Curandeiros de Asclépio
Curandeiros de Asclépio

Idade : 20
Localização : Acampamento Júpiter - Nova Roma

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Mensagem por Hefesto em Qui Out 03, 2019 10:07 pm


Modelo de Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 6.000XP e 6.000 Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 35%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 15


RECOMPENSAS: 4.200 XP e 4.200 Dracmas

Comentários:

Por ser uma missão visando a saída do grupo dos Argonautas, devo dizer que fiquei decepcionado com o que li. Em sua pressa de abandonar um grupo ao qual você entrou com considerável esforço e entrar em outro grupo em igual velocidade, sua CCFY se transformou em uma tentativa rápida demais de fazer tudo.

Você tinha encontrado uma tarefa que, se bem desenvolvida, teria sido o suficiente para ocasionar sua saída sem maiores problemas. Contudo, além do desenvolvimento ter sido quase pífio, ao final de seu texto você chegou a implorar para não receber uma maldição. Hera não é uma deusa bondosa e complacente. Ela te aceitou entre seus protegidos e, depois de mal ter tido tempo de se mostrar, você a renegou. Pode ter tido seus motivos, principalmente apresentados por você ao final do texto, mas eles foram apresentados de forma rasa, sem grande aprofundamento. Sem dizer em toda uma parte que você ignorou completamente em sua CCFY: a busca pelo seu "substituto". Ela foi apenas mencionada, e não se sabe o que aconteceu para isso.

Com isso, você receberá duas maldições de Hera. A primeira, como o próprio sistema de grupos já diz, você sentirá, por dois meses em off, ciúmes e sentimentos possessivos além do normal. A segunda maldição, porém, será um pouco mais severa. Deixo registrado que você deve postar o campo de habilidades adquiridas em sua FPA. No momento, suas maldições ficarão em seu registro divino.

Nome da maldição: Fúria de Hera
Descrição: Por ter saído dos Argonautas, por dois meses em off (A começar pelo dia 03 de outubro de 2019), Phoenix irá sentir ciúme e possessividade muito mais facilmente, mesmo que isso não faça parte da personalidade dele. Poderes que sirvam para atenuar esse estado não terão efeito.

Nome da Maldição: Infidelidade
Descrição: Hera/Juno não é uma deusa bondosa. Após aceitar Phoenix em seu grupo para, pouco tempo depois, ter sido abandonada por ele, a deusa foi tomada por um sentimento de vingança. Com isso, ela rogou uma maldição no semideus, que o marcou de várias formas. Em suas costas, a palavra άπιστος (Infiel em grego), será tatuada com tinta vermelha. Enquanto o semideus não se redimir com a deusa, ele estará impedido de entrar em outros grupos extras, por qualquer meio possível. Qualquer tentativa feita enquanto a maldição está em andamento será automaticamente reprovada e, se mais de três tentativas forem feitas sob essa condição, pontos serão descontados da barra de conduta. Para perder a maldição, Phoenix deverá realizar duas tarefas para Hera/Juno, em CCFY e com rendimento de 90%.



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