The Blood of Olympus
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[MF's] Daphine Summers

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Mensagem por Daphine Summers em Qua Out 02, 2019 12:08 am

Missões Fixas



Tópico destinado as missões fixas de Daphine Summers e aqueles que resolverem interagir com ela.


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Mensagem por Daphine Summers em Qui Out 03, 2019 12:20 pm

Explorando o castelo



Explorando o castelo
Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Curiosidade poderia ser a perdição de um semideus. O problema de Daphine Summers, era exatamente esse. Ela não conseguia evitar a vontade de seguir seus instintos recém descobertos. Era inteligente, mas ainda assim, tinha um longo caminho para aprender a distinguir, o que deveria ou não ser feito em um ambiente que não conhecia.

Juntando os lábios um ao outro, a semideusa passou pela porta aberta. Esperava por guardas, mas na falta deles, não recuou. Naquele momento, pouca coisa poderia faze-la recuar. Suas mãos passaram pelas paredes, sentindo a estrutura, ao passo que seus olhos avaliavam a construção. Poucos poderiam dizer com sucesso que haviam estado em um lugar tão luxuoso quanto aquele.

A filha de Ares não vivera no luxo, mas sabia reconhece-lo com perfeição. O estilo gótico, tendia a despertar sentimentos sombrios. Não sabia se pela data, ou pelas superstições, mas o arrepio que subiu por seu braço, foi tão real quanto o apagar das luzes no corredor. Soltando uma respiração pesada, Daphine virou no corredor a sua esquerda.

Luzes bruxuleantes saiam por entre as portas fechadas, sons estranhos fazendo com que o medo começasse a querer ultrapassar a curiosidade. Ela começava a pensar, que deveria ter permanecido na festa, como todos os outros. Respirando profundamente, passou a subir os degraus da escada com um cuidado excessivo.

-Deveria ter tantos deles aqui?- o sussurro fantasmagórico fez com que a semideusa levasse a mão aos lábios, dando um passo atrás.

-  Você está reclamando por que? Não vê que teremos diversão triplicada?
- questionou uma outra voz.

-Tem alguém por perto, conseguem sentir?- uma terceira voz se fez presente fazendo com que Daphine tomasse uma decisão precipitada.

Com toda a agilidade que possuía, a semideusa passou a descer a escada, correndo como nunca antes, e como não sabia ter a capacidade de correr. Mas nem toda sua rapidez poderia modificar o que ocorreria minutos mais tarde. Seu corpo foi jogado dentro de um dos quartos, sua cabeça batendo na parede e a escuridão, se transformando na única coisa ao seu redor. Daphine Summers desmaiara pela primeira vez em sua curta existência.


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Mensagem por Cam Hatman em Sab Out 05, 2019 9:32 pm

Halloween
O castelo do medo
“Com tudo ao nosso redor mudando tão rapidamente, não machuca ter algumas coisas do passado.”


O gotejar incessante das gotas de água escorrendo pelas paredes eram o único ruído além do grito das almas naquela sala. Nem mesmo minha respiração se fazia audível diante da presença do rei dos mortos. Eu estava de joelhos, bem a sua frente, com a cabeça baixa e os ombros relaxados diante da postura de Thanatos, que me presenteara com uma nova missão.

A Escócia era o palco da vez. Um castelo tinha sido ricamente decorado para abraçar deuses, semideuses e criaturas durante uma noite festiva, onde a dança rolaria solta e os pudores seriam deixados de lado por longas horas. Acontece, que a atividade também estava sendo alvo de fantasmas, almas encarnadas e espíritos presos a terra. E eu, seria o responsável por caçá-los.

Thanatos tinha me passado as instruções pessoalmente, e as minhas costas outros também se ajoelhavam para ouvi-las. Partiríamos todos, e em breve.

— Mas antes... — A voz do deus se tornou mais cautelosa, fazendo meus ombros endurecerem. — Descobriu a resposta para isso? — Sombras gélidas tocaram a máscara em meu rosto, fazendo uma careta involuntária aparecer.

— Sim... — Eu tinha pensado sobre aquilo durante os dois dias que se decorreram a festa e por pura cautela não respondera o enigma em voz alta até aquele momento. Ele ainda ecoava em minha mente, brindava em meus sonhos e me causava agonia pela fantasia que permanecia firmemente grudada a minha pele.

— E qual seria? — Imagens se formaram em minha mente. Lembranças dolorosas de um passado distorcido, sorrisos de mulheres encantadoras, noites de amor, de prazer.... gracejos sobre a família. Minha mãe...

Estremeci novamente, recordando a frase que me fizera ter certeza da resposta na noite anterior.

“Quando mato, meu processo é vagaroso”.

— Amor — Ergui o olhar, sentindo a onda de energia ao meu redor ser expelida do meu corpo, fazendo o ar arder com um cheiro agoniante e doce. — A resposta é amor — A máscara caiu do meu rosto, revelando meus olhos azulados e penetrantes enquanto o sorriso discreto da morte cobria a face do anjo a minha frente.

...

Meus olhos demoraram a se ajustar ao novo ambiente. Nosso pequeno grupo partira assim que Thanatos no liberou, com roupas limpas sobre o corpo e novas fantasias para se misturar a multidão. Eu tinha escolhido preto, um terno simples, uma nova máscara cobrindo metade do rosto, asas de anjo para representar a morte.

Estava tudo escuro no salão, exceto pelas luzes coloridas que piscavam do globo bem ao meu meio. Corpos se amontoavam sobre a pista, esfregando-se uns aos outros em meio a dança. Um bar repleto de bebidas estava disponível mais ao campo e era possível vislumbrar pequenos assentos pelos cantos. Ignorei todos eles, subindo as escadas para poder explorar o ambiente em outros andares e conseguir pistas daquilo que eu procurava.

Almas e espectros. Eu estava ali por eles, não pela festa que rolava solta, trazendo sorrisos em um ambiente devasso e desprovido de preocupação. Meus passos eram lentos, meus olhos captavam todo e qualquer sinal de movimento, procurando detalhes sobre as paredes do corredor.

Portas fechadas, poucos barulhos aparentes naquela parte do castelo abraçado pela noite. Mesmo assim continuei a andar. Abri e fechei várias portas, encontrei quartos comuns, quartos estranhos, várias salas e unidades desconhecidas, bem como aposentos fechados. Virei o corredor, subi mais um lance de escadas e cruzei mais alguns cômodos, buscando por tudo que pudesse me ajudar.

Até perceber que o castelo estava vivo, repleto de magia. O cheiro era o mesmo que outrora preenchia meu corpo, doce, cítrico e enjoativo ao mesmo tempo. Estava por todos os lados, camuflando-se discretamente pelo bolor nas paredes e a poeira no chão. Pessoas caminhavam a minha volta, espíritos dançavam pelo castelo, gritos e gargalhadas ecoavam por todos os lados, confundindo meus sentidos e abusando de minha mente.

Sorri para mim mesmo, virando mais um corredor e chegando a um ponto onde as coisas começaram a ficar estranhas. Ouvi alguém gritar em um dos quartos e propositalmente evitei minha entrada. No próximo, pude vislumbrar um farfalhar de correntes e alguém fantasiado de vampiro brincando com uma vítima sobre a cama. Sangue pingava sobre o tapete em frente ao aposento, o que me obrigou a seguir mais em frente, explorar mais.

A próxima porta estava estranhamente silenciosa e foi justamente isso que me fez arriscar mais. Meus dedos se fecharam sobre a maçaneta e eu empurrei a porta com cuidado, colocando a cabeça para dentro para espirar o cômodo. O que vi fez um sorriso maior crescer em meus lábios, um sorriso lento, preguiçoso, malicioso diante da garota que um dia ousara me desafiar. E que agora estava ali, amordaçada e presa, precisando de ajuda.

— Olá, Daphine.
Explorando o castelo
Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Instrução:

Aproveitei a postagem para retirar a missão abaixo. Se possível remover ela da minha FPA [url=bloodolympus.org/t5120-fpa-cam-hatman#103320] (link)[/url]

• Sexta-feira Treze [ Apolo conseguiu completar sua festa, mas Hécate não fico satisfeita em, apenas, encantar o caminho até o pavilhão do refeitório, por isso ela decidiu que todos aqueles festeiros que ousaram em comparecer deveriam pagar pelo erro que cometeram em atrapalha seu ritual. Todos os semideuses que foram na festa, foram atingidos pela maldição de Hécate, esta que consistia em permanecer com a fantasia que haviam colocado. Nenhum poder relacionado a moda funcionaria para arrancar a fantasia e, nem mesmo eles, conseguiriam tirar a roupa. A única maneira de acabar com a maldição é fazer uma postagem em qualquer lugar do acampamento dizendo como resolveu o enigma. Enigma: Há quem me procure a vida inteira, sem jamais me encontrar. E aqueles que beijo, as vêm com os pés ingratos me esmagar. As vezes parece que favoreço a inteligência e a graça, mas abençoo os que arriscam com audácia. Suave e doce minha égide costuma ser, mas se desprezado, me torno uma fera difícil de abater. Pois embora cada um de meus golpes seja poderoso, quando mato, meu processo é vagaroso. O que sou eu? (Postagem: 0/1)



É preciso muito audácia para enfrentarmos os nossos inimigos, mas igual audácia para defendermos os nossos amigos.
Cam Hatman
Cam Hatman
Ceifadores de Thanatos/Leto
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Mensagem por Tessa S. Henz em Dom Out 06, 2019 12:08 am


Cam

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 950 XP –  1.500 dracmas – 1 osso

Comentário:
Cam, gostei bastante da sua missão. Você conseguiu casar perfeitamente a atividade pedida na MF, com a quebra de sua maldição. Sua avaliação foi dada, mas apenas um deus pode definir se a maldição foi ou não retirada, beijos de amor e luz  [MF's] Daphine Summers 1632104961


Tessa Samantha Clarissa Henz
It's no rigth, but is okay!


Tessa S. Henz
Tessa S. Henz
Líder de Poseidon
Líder de Poseidon


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Mensagem por Poseidon em Dom Out 06, 2019 8:17 am

Atualizado, maldição retirada da FPA de Cam.
Tessa recebe 200XP + 200 Dracmas + 2 Ossos pela avaliação
Poseidon
Poseidon
Deuses Olimpianos
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Mensagem por Becka Klasfox La'Fontaine em Seg Out 07, 2019 7:34 pm


Daphine

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 950 XP –  1.500 dracmas – 1 osso

Comentário:
Nunca vi alguém bater a cabeça com tanto estilo quando você na sua MF, estou impressionada.
Atualizado por Minerva.
Becka recebe 200 xp e dracmas + 1 osso


Becka Klasfox La'Fontaine
Quer ser feliz? Seja louco, sorria sempre mesmo sem motivo..
Becka Klasfox La'Fontaine
Becka Klasfox La'Fontaine
Pretores
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Idade : 24
Localização : Camp Jupiter

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Mensagem por Daphine Summers em Sab Out 12, 2019 9:22 am

Um sátiro inconveniente



Um sátiro/fauno engraçadinho
Um sátiro/fauno resolveu que seria uma boa ideia causar tumulto na festa, por isso, começou a roubar bebidas enquanto seus donos estavam distraídos, dar em cima das semideusas e ficar balançando seu bastão no ar enquanto esbravejava. Você, cansado daquela situação toda, resolveu ir falar com o sátiro em uma tentativa de acalmar os ânimos antes que as coisas tomassem um rumo mais agressivo. Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 2.500XP – 3.000 dracmas – 3 Ossos

Daphine Summers adorava festas. Desde aquelas pequenas, que não passavam de um jantar bem organizado, até as grandes, como aquela ofertada pelos deuses. O som alto, as pessoas, a movimentação. Tudo chamava sua atenção, fazendo com que um sorriso tomasse conta de seus lábios. Ela se divertia não só observando a interação entre os demais semideuses, como movendo seu corpo na pista de dança lotada.

Seus lábios, entretanto, se fecharam em uma linha fina ao observar o sátiro que parecia não saber se divertir sem causar desconforto ao seu redor. A filha de Ares, tentou manter seus movimentos, se contagiar com a batida da música alta, mas nada parecia reter sua atenção, não quando viu o rapaz meio homem, meio bode passando suas mãos sob o ombro de uma semideusa.

A moça já ouvira falar por vezes demais, o significado de masculinidade tóxica e tinha certeza de que aquele sátiro, bêbado se integraria perfeitamente naquela definição. Por mais alguns minutos buscou se manter alheia ao que ele fazia. Tinha noção que entregar-se aos seus instintos poderia ser uma coisa boa, mas se deixar levar por sua raiva, seria algo destrutivo.

Levantou sua cabeça, seus olhos se encontrando com o da nova garota a ser perturbada. Os olhos verdes pediam ajuda de forma silenciosa. E aquela, era deixa que Daphine precisava para agir. Dando as costas para a pista de dança, caminhou rapidamente em direção a moça, sua cabeça erguida indicando que ela estava mais que preparada para o embate que se aproximava.

-Você não consegue ver que a está incomodando? – questionou puxando o braço do sátiro.

-Não precisa ter ciúmes gatinha, tem o suficiente de mim, pra vocês dois- disse o sátiro dando um passo na direção de Daphine, suas mãos colocadas em seu ombro.

-Se não tirar sua mão daí agora, vai perder ela- rosnou a moça fechando sua expressão.

-Ui, gatinha raivosa. Adoro mulheres selvagens- anunciou o sátiro roubando a bebida das mãos de um semideus que passava.

-Algum problema por aqui?- questionou o rapaz, virando-se e encarando a pequena rodinha.

O rapaz era bonito. Seus cabelos castanhos, entravam em contraste com seus olhos azuis, sua postura indicando que ele estava mais do que pronto para entrar em ação. Daphine odiava que pensassem que ela era uma donzela em apuros, sabia lidar com seus próprios problemas, não queria ajuda e foi isso que a levou, a dar um passo para trás, afastando seu corpo do sátiro.

-Nada que não possamos lidar- rosnou a moça não deixando brechas para um argumento.

A garota de olhos verdes, no entanto, parecia ter uma opinião diferente da sua. Como se sua vida dependesse disso, correu em direção ao rapaz, escondendo seu corpo atrás do dele. O bufo que se retirou dos lábios de Daphine era audível ao pequeno grupo. Odiava as mulheres que se faziam de fracas, quando não o eram.

-Você precisa se acalmar sátiro. Ninguém gosta de quem é inconveniente
- as palavras de Daphine saíram em um sopro.

Um café foi entregue nas mãos do sátiro, fazendo com que Daphine franzisse seu cenho. Ela não possuía nenhuma ideia, de como aquela bebida havia ido parar ali. Até que ela viu as pessoas que haviam se aglomerado ao redor deles. Suas bochechas coraram ao ver quanta atenção a situação havia chamado. O rapaz do qual ela ainda não sabia o nome, envolveu o sátiro em seus braços, após vê-lo findar a bebida, levando-o para longe. A situação havia se findado, antes mesmo que ela tivesse a oportunidade de perceber.


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Mensagem por Daphine Summers em Sab Out 12, 2019 10:38 am

O fantasma fora de lugar


A travessia
Há criaturas que não estão felizes com a própria morte e por isso acabam presas no plano terreno, sem nunca passar pelo julgamento para saber qual o destino de sua alma. Você encontrou um destes fantasmas e agora tem que argumentar com ele para que ele cruze ao reino dos mortos. Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensas até: 3.000 XP – 3.000 Dracmas –  3 ossos

Semideuses sem experiência, tendiam a se colocar em situações de risco, com mais facilidade. Aquele definitivamente havia sido o problema da filha de Ares. De alguma forma, ela se perdera quando saíra em busca do rapaz, que levara o sátiro inconveniente. Não era tão difícil descobrir como ela havia se perdido, não conhecia o lugar e aquilo interferira em sua movimentação pelo castelo.

Virara no corredor, tentando fazer o retorno. O arrependimento se colocando em sua face segundos mais tarde. A cada corredor em que virava, parecia se perder ainda mais. Continuou caminhando, esperando ter mais sorte conforme avançasse. Como estava obviamente fora de seu ambiente, optou por prestar atenção nos detalhes a sua volta.

Qualquer pequena mudança poderia identificar se estava ou não, andando em círculos. Como uma tentativa de aliviar a tensão, Daphine passou a cantarolar uma de suas canções favoritas. Memories, da banda americana Maroon 5. Sua voz não estava entre as top 3 do acampamento, mas era decente o suficiente para ela não ter vergonha de cantar em um karaokê.

-Eu também gostava de cantar- a voz não parecia mais que um sussurro, fazendo com que Daphine parasse onde estava.

Seus olhos se moveram pelo corredor, procurando pela pessoa que pronunciara as palavras. O choque foi quase instantâneo ao ver o fantasma. Sabia da existência deles, mas verdade fosse dita, não obtinha nenhuma vontade de encontra-los. Pelo menos não tão cedo.

-Hum.. sem querer ofender nem nada... mas não era pra você estar, sei lá, no mundo inferior?- questionou confusa, mantendo-se em seu lugar.

-Sim. Mas não tenho certeza se vou gostar daquilo que vou encontrar por lá. O pós vida, sempre foi um grande segredo
- anunciou a moça, seus cabelos castanhos deixando ainda mais parecida com o que era de fato, um fantasma.

-Então, você tá com medo? – perguntou dando um passo em direção a moça.

Daphine não tinha certeza se era seguro. Nas histórias, os fantasmas sempre eram pessoas deixadas para trás devido a um rancor. Menos Gasparzinho, o fantasma camarada. Mas, sua mãe fora enfática demais ao desiludi-la a respeito da personalidade fantasmagórica.

-Você não teria? – questionou mexendo nas rosas que haviam em suas mãos.

-Bom, é uma pergunta complicada. Por exemplo, que graça tem ficar vivendo aqui? É como se você tivesse parado tudo em um único lugar- explicou Daphine encostando suas costas na parede.

-E se eu for pros campos de punição? – questionou o fantasma encarando Daphine.

-Ainda assim e se você não for? Dois pesos e duas medidas, você só vai saber quando tiver coragem de ir pra lá
- anunciou Daphine piscando seus olhos.

Conhecia pouco sobre a realidade do mundo inferior. Nunca havia estado lá e esperava não ter de se encontrar com Hades, em um futuro próximo. Mas, se a semideusa estivesse no lugar daquele fantasma, provavelmente teria ido para o mundo inferior, aceitado sua punição ou benção e se sentido em paz.

-A não ser que você tenha alguém que te faça querer permanecer aqui- continuou Dapine, tentando descobrir o que parecia incomodar sua parceira de corredor.

-Eu tinha pessoas. Meus pais, meus irmãos. Mas a linguagem foi finalizada a pouco tempo, estou tão só, quanto os quartos mal limpos desse castelo- murmurou o fantasma parecendo soltar um suspiro.

-E então? Quem sabe sua família não está lá, a sua espera?- incentivou Daphine dando um sorriso.

Ainda não se sentia completamente confortável na presença do fantasma, mas se sentia bem o suficiente para compreender que se quisesse mata-la, já o teria feito. A semideusa não era nenhum exemplo de força e resistência. Disso sim, ela tinha certeza. Não importava, que seu pai divino você o deus da guerra. Ela não se sentia nem um pouco mais forte por conta disso.

-Sabe de uma coisa? Você tem razão. Estou a tempo demais aqui, todos se foram, devo ir também. Obrigada garota dos olhos céu- anunciou antes de desaparecer.

Daphine piscou os olhos algumas vezes, tentando ter certeza de que não havia alucinado. A situação fora tão fora de sua caixinha, que ela ainda tentava entender o que havia acontecido, quando o rapaz se interpôs em sua frente. Ele já não estava mais com o sátiro, o que indicava que provavelmente o havia deixado em algum lugar seguro.

-Perdida?- questionou indicando o corredor a sua frente.

A filha de Ares não queria ser a donzela em perigo. Mas, aparentemente ela se colocara em uma situação em que no mínimo, era a Branca de Neve perdida na floresta, antes de encontrar a casa dos sete anões e conseguir abrigo. Assentiu em consentimento e passou a seguir o rapaz para fora dali.

-Alias, sou Hector. Prazer em conhece-la
- anunciou dando um sorriso discreto em direção a semideusa ao seu lado.

-Daphine. Daphine Summers- disse, ignorando o sorriso enquanto continuava a seguir o rapaz. Summers só queria voltar para a festa.


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Mensagem por Anfitrite em Sab Out 12, 2019 11:48 am


Daphine

Valores máximos que podem ser obtidos


MF 1
Máximo de recompensa a ser obtida: 2.500XP – 2.500 dracmas – 3 ossos e 3.000 XP – 3.000 Dracmas – 3 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

MF 1
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 2.500XP – 2.500 dracmas – 3 ossos

MF 2
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 3.000 XP – 3.000 Dracmas – 3 ossos
Atualizado.


Anfitrite
Anfitrite
Anfitrite
Deuses Menores
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Mensagem por Daphine Summers em Sab Out 12, 2019 3:17 pm

Uma peça para dois



Uma peça para dois
Tem um poltergeist engraçadinho na varanda e ele decidiu que seria muito divertido trancar semideuses lá até que eles o entretenha e façam sua vontade. Acontece que a criatura quer que vocês encenem Romeu e Julieta. Sua missão é entreter o poltergeist com a cena romântica, e você e seu parceiro vão ser os protagonistas! Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensas até: 3.000 XP – 3.000 Dracmas –  4 ossos.

Seguir Hector pelos corredores não era bem a ideia que Daphine tinha da forma como deixaria de estar perdida. O semideus não era tão falante como a semideusa esperava, o que deixava o clima entre eles leve o suficiente, para que o caminho não se transformasse em uma caminhada de constrangimento.

-Não tinha ideia de que havia me afastado tanto da festa- anunciou a semideusa franzindo seu cenho.

-Os corredores daqui enganam- explicou Hector, parando por um segundo seus olhos focados na varanda.

-Algum problema?
- questionou Daphine dando um passo em direção ao rapaz.

-Essa varanda. As portas não estavam abertas quando passei por aqui da última vez
- anunciou Hector caminhando em direção a varanda.

-Tem certeza de que estamos no caminho certo?- questionou Daphine seguindo o rapaz.

A semideusa mal havia dado um passo dentro da varanda, quando com um estrondo as portas se fecharam. Hector tentou forçar a porta para que ela se abrisse, ao passo em que Daphine observava seus arredores. A noite nunca antes estivera tão bonita. A gargalhada estrondosa, foi a responsável por tira-la de seus devaneios.

-Vocês sempre caem nessa- anunciou a voz masculina.

Em uma reação automática, a filha de Ares levou a mão ao bolso em busca de sua faca. Não era tão habilidosa, mas saberia pelo menos se defender o suficiente para conseguir atrasar o que quer que fosse aquilo, a que a voz pertencia.

-Poltergeist – sussurrou Hector se afastando da porta e empurrando Daphine para trás de si.

Revirando seus olhos, Daphine deu um passo para o lado. Odiava ficar presa onde quer que fosse, ainda mais quando um monstro parecia ter tirado o dia para fazer uma brincadeira consigo. Ficava ainda mais insatisfeita pela tentativa de Hector em protegê-la.

-Não façam tentativas vãs. Pra saírem daqui, terão que encenar- o poltergeist parecia se divertir com o descontentamento dos dois semideus.

-Encenar o que? – questionou Hector.

-Romeu e Julieta. A peça mais glamorosa de Shakespeare. Tenho certeza que vocês se darão bem. Mas, se não o fizeram sempre poderão encenar de novo e de novo, até que eu me sinta satisfeito- anunciou fazendo sinal para que os dois jovens dessem início a apresentação.

Engolindo em seco, Daphine virou seu rosto para Hector. Ela não sabia atuar, nunca nem se quer pegara a peça de Romeu e Julieta para ler. Conhecia Sonhos de uma noite de verão, mas o romance trágico de Julieta e Romeu, nunca havia prendido sua atenção. Para ela, o amor deveria ser descomplicado, doce. Nada de todas aquelas complicações.

-Eu não conheço essa peça- sussurrou Daphine fazendo com que Hector arqueasse sua sobrancelha.

-Eu conheço. A cena mais famosa é a da varanda. Você só precisara dizer, “Romeu, Romeu, ondes estás Romeu, meu amor”, eu dou conta do resto- murmurou Hector, afastando-se um pouco da semideusa.

Soltando o ar que prendera entre os lábios, a filha de Ares se preparou para dizer as palavras que Hector dissera que ela deveria dizer. Não era tão difícil, a princípio, pensava que até poderia fazer um bom trabalho, caso não passasse daquilo. Não se via como alguém com talento suficiente para o teatro.

-Romeu, Romeu! Onde estás Romeu, meu amor?- anunciou buscando inserir sua voz a tensão dramática que Hector fizera parecer que a cena exigia.

-Julieta, meu amor! – Hector deu inicio ao seu monólogo, fazendo com que Daphine tentasse manter sua expressão o mais apaixonada possível.

Encenaram a cena da melhor forma possível, o polteirgeist, prestando atenção em cada um dos movimentos realizados pelos semideuses. Não parecia ao todo satisfeito mas, em alguns momentos era visível o encantamento que sentia pela entrega de Hector.

-Por você, menina teriam que encenar mais trinta vezes. Mas, por conta desse rapaz, vou deixar vocês irem. Você deveria tentar carreira no teatro, seria muito bom- anunciou apontando para Hector, antes das portas se abrirem.

-Você salvou a gente ali, obrigada- agradeceu Daphine suspirando aliviada.

-As vezes, só as vezes, não tem problema aceitar ajuda- implicou Hector, fazendo com que Daphine revirasse seus olhos, conforme os dois voltavam a seguir pelo corredor.


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