The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

[MF] Magnólia D'if

Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Magnólia D'if em Seg Set 30, 2019 6:42 pm

Missões Fixas
Área reservada para as postagens das missões do evento "Halloween". Magnólia está acompanhada de Faery, sua raposa de Arcádia.



Magnólia D'if
Magnólia D'if
Líder dos Celestiais
Líder dos Celestiais

Idade : 20
Localização : Palácio Celestial

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Magnólia D'if em Dom Out 06, 2019 1:07 pm

Halloween
"você simplesmente pode ficar parado ai vendo as coisas acontecerem ou pode tomar coragem e fazer com que aconteçam do seu jeito."
A curiosidade pode ser uma coisa boa que leva as pessoas a procurarem mais sobre algo, mas ao mesmo tempo pode ser capaz de causar grandes problemas. Magnólia tinha esse pensamento em mente conforme caminhava sem rumo pelo labirinto cuja entrada não era aconselhável. Foi exatamente os avisos — não muito convincentes — que contribuíram para a aventura da semideusa.

Após tantas curvas e encruzilhadas encontradas, a celestial nem mesmo sabia como voltar pelo mesmo caminho feito, restando apenas seguir em frente. Faery parecia muito mais animada em explorar o local, correndo sempre à frente da ruiva, mas sempre se mantendo a vista. Mag não queria admitir, porém gostava daquele lugar.

Mesmo sendo construído para fazer com que as pessoas se perdessem, o labirinto possuía suas belezas. As paredes dos corredores ora eram lisas ora com imperfeições faziam a mente da jovem viajar imaginando se não fosse algum tipo de indício de que estava na direção certa. Um detalhe em uma esquina, uma mancha no chão que lembrava uma seta ou até mesmo uma ou outra decoração de halloween se destacava por entre a névoa que cobria parcialmente o lugar.

— Encontrou algo interessante, Fae? — perguntou a semideusa contendo uma risada.

A raposa de Arcádia estava a alguns metros à frente olhando para o chão fixamente. Suas patas pareciam querer cavar a terra, mas apenas tirava pequenos grãos que se desprendiam onde as suas garras arrastavam. Intrigada com a reação da raposinha, a semideusa se aproximou olhando para o chão, mas isso não a preparou para o que aconteceu.

Assim que chegou perto o suficiente da Myst, a celestial sentiu o chão sob os seus pés ceder. Em uma reação natural, a garota abraçou sua mascote para protegê-la quando ela pulou na sua direção. Graças aos seus poderes, a queda foi amortecida pelo ar evitando que a celestial se ferisse, porém a altitude não era o seu maior problema.

A poeira e terra ainda caíam ao redor da dupla quando um movimento chamou a atenção da semideusa. Em um canto menos iluminado pela pouca luz que passava pelo buraco, algumas criaturas se rastejavam e ao olhar melhor Magnólia percebeu serem cobras ostentando uma posição de defesa.

Magnólia arregalou os olhos para a quantidade das criaturas que, apesar de pequenas, pareciam ainda estar se adaptando ao ambiente. Cegas e surdas, a celestial não se moveu tentando evitar que produzisse qualquer tipo de estímulo para os animais irem até ela. Olhando em volta, a garota procurou por uma rota de fuga, mas não teve tempo para olhar com tanta certeza o buraco que tinha caído, pois uma das cobras avançou na sua direção quando um último pedaço de terra que antes era o chão que pisava se soltou do labirinto acima da sua cabeça.

O ambiente em que estava lhe permitiu correr pouco antes de notar que as paredes na verdade eram o corpo de uma cobra ainda maior. Olhando para trás, a semideusa viu as demais cobrar se juntando à primeira. Uma única opção que a celestial encontrou naquele momento de desespero foi voltar por onde chegou.

A garota concentrou-se em suas costas sentindo suas asas surgirem e com o formigamento conhecido, a jovem forçou elas a erguê-la do chão e levando para longe do perigo. Felizmente as cobras não possuíam asas para a seguir e Magn pôde voltar para o labirinto ao qual não queria mais explorar. Talvez o castelo fosse menos perigoso.

— Vamos, Faery, vamos sair daqui — disse para a raposa silenciosa que se mantinha em silêncio no seu colo.


O labirinto
Você achou que era sim seguro entrar no labirinto, mesmo contra tudo que Quíron e o senhor D. disseram, acontece que você acabou pisando em uma parte oca e a terra cedeu, te jogando diretamente para sabe lá deuses onde. Como se tudo isso não fosse ruim o suficiente, há uma enorme cobra ao dormindo ao seu redor e ela tem filhotes que estão acordados e muitíssimo afim de te usar como refeição. Ops.
Requisito – Mínimo nível 10.
Recompensas até: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos


☀:
FPA:
Passivos:


Eos


Nome do poder: Bênção Lunar
Descrição: Mesmo durante a noite o corpo da prole de Eos/Aurora continua a emitir um leve brilho - como a luz da lua -  isso se deve ao fato de que Selene/Luna é irmã da deusa do amanhecer.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Essa aura luminosa permite que mesmo durante a noite a cria de Eos/Aurora tenha uma boa visão.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Pontualidade III
Descrição: Ataques que lhe exijam sincronia definitivamente não são um problema, pois agora você é mais “pontual” do que nunca.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.


Éter


Nome do poder: Olhos celestiais
Descrição: Sempre ao usarem os poderes, os olhos dos celestiais ganham uma tonalidade mais celeste e brilhante. Poderes de luz os olhos ficam dourados; poderes ligados as estrelas e ao ar ficam azulados ou esverdeados; poderes ligados as bênçãos os olhos ficam vermelhos. Ao usar os demais poderes, as íris ficam em tonalidade prateada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Asas
Descrição: Os celestiais são reconhecidos principalmente pelas suas asas. Majestosas e belas, as asas são geralmente brancas em sua totalidade, mas ainda há alguns seguidores de Éter que possuem detalhes nas extremidades de suas penas. São como asas de anjos, nunca assumindo a tonalidade negra. Cada celestial pode descrever suas asas, porém uma vez feito não poderá muda-lo. As asas crescem a partir dos ossos das costas, por isso, muito cuidado com as camisas, elas consequentemente ganham dois rasgos nas costas sempre que permitem o alongamento das asas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Precisão
Descrição: É a capacidade que permite ao semideus ter grande foco e atenção aos detalhes, de forma que sempre que realize uma mesma tarefa mais de uma vez o faça com perfeição. Eles aprendem com muita facilidade, e isso permite que dominem armas, resolvem enigmas e descubram alguma coisa de maneira mais rápida e precisa.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: +30% de percepção e inteligência. +20% de descobrir algo. Pode pedir ao narrador uma única pista ao resolver um enigma ou uma charada.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Atributos melhorados II
Descrição: O celestial agora está mais evoluído. A experiência em batalhas melhorou ainda mais as suas condições físicas. O semideus seguidor de Éter torna-se ainda mais veloz e esquiva-se com mais facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de velocidade e esquiva.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Paraquedas
Descrição: O celestial ao cair, graças a sua relação com o céu e o ar, não irá se ferir ou machucar. Mesmo se a queda for de uma grande altura, antes de colidir com o chão o semideus será protegido pelo ar que amortecerá o impacto.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Sentidos Aguçados
Descrição: Os sentidos dos celestiais ao chegarem nesse nível se tornam mais aguçados e apurados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de melhoria nos cinco sentidos.
Dano: Nenhum
Ativos:


Éter



Nome do poder: Voo I
Descrição: O seguidor do deus primordial do ar superior possui asas (habilidade passiva), mas para voar é necessário certo esforço e vontade. Nesse nível, o celestial consegue atingir grandes alturas graças a sua capacidade de respirar em locais de atmosfera rarefeita. Entretanto, ainda não possui grande velocidade ou mobilidade, é um voo relativamente lento.
Gasto de MP: 10
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Apenas você é capaz de voar, carregando uma pessoa o semideus conseguirá apenas flutuar no máximo um metro de distância do chão. (caso seja alguém dotado com passivas de força essa observação se torna nula).




Magnólia D'if
Magnólia D'if
Líder dos Celestiais
Líder dos Celestiais

Idade : 20
Localização : Palácio Celestial

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Osten B. Griffin em Ter Out 08, 2019 1:37 pm


Magnólia

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP — 5.000 dracmas — 5 ossos.
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 4650 XP – 4650 dracmas – 4 osso

Comentário:
Magnólia, eu gosto da forma que você prende o leitor, é como se nem você estivesse esperando que sua personagem saia viva da situação e eu gosto bastante disso. É legal ver os personagens se ferrando um pouco. Contudo, não posso deixar de pontuar algumas coisas que vi em seu post. Você dá mais vasão aos acontecimentos que ocorrem antes do principal objetivo da missão, isto é, você tem uma introdução detalhadíssima e maravilhosa de ler, mas não faz o mesmo quando está narrando o o principal da missão: O encontro com as serpentes. Magnólia simplesmente abriu asas e voou. Também percebi que você não coloca crase em algumas frases onde ela se faz necessária.

Demais, sua missão foi ótima de ler, parabéns!
Atualizado por Minerva.
Osten recebe 200xp e dracmas + 1 osso.



• SON OF ZEUS •
• REAPER LEADER •
• DISTURBED •
Osten B. Griffin
Osten B. Griffin
Líder dos Ceifadores
Líder dos Ceifadores


Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Magnólia D'if em Qua Out 09, 2019 1:20 am

Halloween
"você simplesmente pode ficar parado ai vendo as coisas acontecerem ou pode tomar coragem e fazer com que aconteçam do seu jeito."
A festa acontecia no grande salão do castelo escolhido para ser a sede de toda aquela comemoração. Localizado em um ponto turístico da Escócia, um pais até então nunca visitado, o castelo despertava a curiosidade da celestial para os mistérios que ele poderia esconder. Faery parecia concordar com a ideia de explorar o local, pois assim que Magnólia se afastou da festa, a raposa deixou seu companheiro de brincadeiras — o Shadow de sua amiga bruxa — para a acompanhar pelos corredores silenciosos.

O burburinho de vozes ficava para trás a cada passo dado para o interior do castelo. O corredor pelo qual seguia ostentava um ar de pesado que combinava com a data festiva, além de instigar a semideusa a continuar a seguir em frente. Quanto mais caminhava, mais ia descobrindo: desde portas trancadas a mais corredores sem saída. Alguns eram decorados com quadros em que a pintura parecia se mexer quando os olhava pelo canto de olho, outros possuíam detalhes interessantes nos batentes das portas e janelas que remetiam a criaturas mitológicas.

Faery farejava e vez ou outra parava com as orelhas erguidas, alerta, porém logo voltava a fazer sua própria exploração pelos rodapés. Em alguns momentos a raposa parava na frente de uma porta fechada e arranhava sua madeira até que a celestial a abrisse para ela entrar e só se sentia satisfeita quando andava por todo o cômodo. Em momentos como esses quartos, dois escritórios e uma sacada foram encontrados e explorados. Apesar de grande potencial, estes lugares não mostraram possuir nada de interessante que fizesse a dupla permanecer mais do que poucos minutos neles.

A dupla permaneceu nesse ritmo até que os minutos se transformaram em hora e o sobrenatural finalmente começou a dar indícios de que aquele não era um castelo comum.  


Explorando o castelo
Você é bem curioso e decidiu que queria saber mais sobre o lugar que estava e, por isso, decidiu dar uma voltinha por aí. Tome cuidado com o que vai encontrar porque, se eu fosse você, estaria de olhos bem abertos.
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensa até: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso



Magnólia D'if
Magnólia D'if
Líder dos Celestiais
Líder dos Celestiais

Idade : 20
Localização : Palácio Celestial

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Minerva em Qui Out 10, 2019 6:10 pm


Magnólia

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 950 XP – 1.500 dracmas – 1 osso

Comentário:
Magnólia,
Sua missão foi muito boa, apesar de curta.
50 xp + 1 nível de lealdade para a mascote.
Minerva
Minerva
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Magnólia D'if em Sex Out 11, 2019 2:49 pm

Halloween
"você simplesmente pode ficar parado ai vendo as coisas acontecerem ou pode tomar coragem e fazer com que aconteçam do seu jeito."
O arranhar das patas de Faery na madeira era o pedido sem palavras da raposa para que a semideusa abrisse a porta para que elas entrassem. Magnólia havia percebido que a Myst gostava de explorar os lugares e sempre encontrava algo interessante nos cômodos que atraíam sua atenção. Com um giro da maçaneta, a porta de madeira escura deixou de ser um empecilho para a dupla.

O novo cômodo se revelou um escritório com aspecto antigo com uma grande mesa de mogno decorando o centro dele e uma imponente poltrona que mais parecia um trono atrás dela. O lugar parecia ser mais escuro do que realmente era por causa da escolha de cor, onde o preto predominava na mobília. Nas laterais estantes abarrotadas de livros eram a única coisa que poderia ser chamada de decoração, mas o que chamou mesmo atenção da semideusa foi a janela que ocupava toda a parede atrás da poltrona.

A celestial adentrou ainda mais no cômodo acompanhada pela mascote que ganhou a dianteira e agilmente subiu até aquela peça de mogno, cheirando os objetos que tinham ali. Quando Magnólia chegou ao meio do escritório a porta se fechou atrás dela e uma risada preencheu todo o aposento. Em uma reação automática a jovem virou-se para a maçaneta tentando girá-la, mas a única coisa que conseguiu foi fazê-la se soltar da madeira terminando de prender-se naquela sala.    

— Droga, estamos presas! — exclamou para a raposa que nem mesmo se moveu.

Olhando em volta, Magnólia buscou por algo que a pudesse ajudar a se livrar daquela situação. Não era uma pessoa versada em ladinagem para conseguir com um grampo de cabelo ou algo do tipo então aquilo não era nem mesmo uma opção.

— Ei, o que você tem aí?

Faery encontrou alguma coisa na mesa e agora dava batidinhas com a pata no que parecia ser uma escultura de dragão. Ao chegar até a mascote e observar melhor o que era aquilo e constatou surpresa se tratar de um suporte para um abridor de cartas em formato de espada. O objeto inteiro era muito bonito em um tom esverdeado enquanto a pequena lâmina possuía um tem prata e o que parecia ser um rubi no punho.

Tirando o abridor do seu suporte, uma ideia surgiu na mente da celestial. Voltando para a porta, a garota usou a ponta fina para desaparafusar a dobradiça que a mantinha no batente. Foi preciso alguns minutos para finalmente todos os parafusos estivessem fora e com um empurrão a porta caiu no corredor, inútil.

— Vamos sair desse lugar, Fae — chamou a semideusa que foi prontamente seguida pela mascote. — Ótima achado o abridor de cartas.


Trancafiado
Alguém acidentalmente te trancou em um quarto do castelo, você não sabe quem foi e, para piorar tudo, a maçaneta quebrou. Agora você tem que usar toda sua inteligência e sagacidade para abrir a porta. Sinceramente, não sei se você consegue.
Requisito – Mínimo nível 2.
Recompensas até: 1.500 XP – 1.500 Dracmas – 3 ossos.



Magnólia D'if
Magnólia D'if
Líder dos Celestiais
Líder dos Celestiais

Idade : 20
Localização : Palácio Celestial

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Macária em Sex Out 11, 2019 4:16 pm


Magnólia

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 1.500 XP – 1.500 Dracmas – 3 ossos.
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 1.500 XP – 1.500 Dracmas – 3 ossos.

Comentário:
Magnólia,
Uma boa escrita, foi o que pude ver. Gostei de vê-la resolver o problema sem magia ou força bruta. Meus parabéns!
50 xp + 1 nível de lealdade para a mascote.



this a good death
money and diamonds can't save your soul

Macária
Macária
Deuses Menores
Deuses Menores

Localização : Em qualquer lugar

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Magnólia D'if em Qui Out 17, 2019 8:35 pm

Halloween
"você simplesmente pode ficar parado ai vendo as coisas acontecerem ou pode tomar coragem e fazer com que aconteçam do seu jeito."
Em algum momento durante a exploração do castelo, a celestial deixou de prestar atenção nos corredores e simplesmente caminhou. Faery parecia ter se cansado também, pois simplesmente acompanhava a semideusa em silêncio. A mente da garota rodava com lembranças do seu passado graças à aura do local. Sentia falta das coisas e das pessoas que um dia conheceu, da posição que exercia no acampamento antes de o deixar para viver sua vida antes da intercessão dos deuses a trazer de volta para esse mundo.

Não julgava os envolvidos que a deixaram em um coma mágico, até mesmo agradecia a sua mãe por tê-la mantido viva para reencontrar o grande amor da sua vida. Mas mesmo que tivesse o mentalista de volta para si, ainda havia um vazio no seu peito. Novas amizades apareceram e aqueceram seu coração, mas não era a mesma coisa.

Um grunhido baixo da Myst trouxe a atenção de Magnólia de volta para a realidade. Ao olhar em volta, percebeu que estava bem longe da festa, afinal o silêncio era absoluto, impossível de existir tão próximo de onde estava antes de começar a divagar. Com o cenho franzido, a jovem olhou para o corredor de onde viera e nele havia uma outra pessoa parada.

De início a celestial imaginou ser um dos fantasmas do castelo pela forma que ficou imóvel por tanto tempo, mas então percebeu em pequenos detalhes como a pele levemente corada e o peito que subia e descia com a respiração. Aliviada, a jovem sorriu um pouco envergonhada por encará-la por tanto tempo em silêncio.

— Olá! — disse acenando para a negra. — Você sabe onde fica a saída? Eu estou um pouco perdida.

O silêncio se instalou novamente e nesse meio tempo, Faery se mantinha colada às pernas da celestial de forma protetora, atenta a todos os movimentos da desconhecida. Subitamente a garota se virou de costas avisando que deveria segui-la. A atitude foi estranha, mas com um dar de ombros, começou a caminhar mais atrás da morena.

Nenhuma palavra foi dita entre as duas por todo o caminho que trilharam até encontrarem uma porta dupla de madeira maciça e ferro. Magnólia podia não se lembrar do caminho que havia feito, mas tinha certeza que em momento algum viu aquela porta. E ela era a única porta visível a alguns minutos.

— Eu acho que não é aqui — comentou rindo de nervoso olhando para a madeira escura quando a outra comentou sobre nunca ter visto essa porta antes. — Vamos voltar?

“Talvez seja um atalho.” A resposta da garota pareceu sem sentido assim que chegou aos ouvidos da celestial, porém ela não parecia estar mentindo ou omitindo algo para a atrair para uma armadilha. Dando de ombros a ruiva se adiantou pondo as mãos de cada lado divisão da porta.

— Só vamos descobrir se entrarmos.

As portas não ofereceram resistência. Com a pressão que a celestial empregou na madeira ouviu um estalo e as portas se abriram para que a dupla pudesse passar.

O cômodo não aparentava perigo algum. A primeira coisa que Magnólia percebeu foram as almofadas de diversos tamanhos jogados pelo chão iluminado por velas de diversos tamanhos e aparente nenhum padrão que jogavam sombras pelo chão de mármore negro e polido. A pouca luz mantinha o lugar em uma penumbra misteriosa que fazia os pelos da ruiva se arrepiarem, como se esperando por algo.

A celestial deu mais alguns passos para dentro do cômodo buscando uma outra saída, mas seus olhos não encontraram nada além de paredes tão escuras quanto o chão que pareciam sugar a pouca iluminação do local. Aquele lugar a deixava estranha e quanto mais tempo ficava procurando por uma saída que aparentemente não existia, sua mente parecia ficar mais leve e a semideusa culpou os incensos acesos.

— A porta sumiu — ouviu a garota falar.

— Como assim sumiu?! — perguntou incrédula se virando na direção que vieram, comprovando as palavras da outra. A negra se encontrava parada no meio de um portal com a mesma proporção da porta. — E agora?

Magnólia sabia que era uma pergunta estúpida assim que saiu pelos seus lábios. Era óbvio que precisavam encontrar outra saída e ficar parada não ajudaria. A celestial aproximou-se da parede mais próxima a tocando procurando alguma fresta que poderia ser uma passagem secreta, já que lugares antigos eram recheados de todo tipo de mistério como aqueles.

De súbito suas pernas fraquejaram quase a derrubando, mas conseguiu se apoiar. O cheiro do incenso a envolvia tirando suas forças e a deixando febril. A roupa que usava cobria todo seu corpo e a estava deixando sufocada. Todas as sensações que sentia a deixavam confusa e receosa. Sua respiração começou a ficar ofegante e tudo o que sentia era o doce aroma do local.

— Ei… — Queria chamar a garota pelo nome, mas não sabia qual era. — Não estou me sentindo bem.

Sem forças, a celestial caiu sobre as almofadas, sentindo a textura suave contra o tecido fino da sua fantasia. A voz da outra semideusa chegou aos seus ouvidos, porém não entendia suas palavras. A observou se aproximar e abaixar-se ao seu lado.

Assim que a negra estava próxima de si, Magnólia a puxou pela nuca juntando seus lábios. No dia seguinte se arrependeria — ou não — contudo naquele momento ela era exatamente o que precisava. O fogo em seu corpo se transformou em arrepios de antecipação quando a outra a correspondeu, deitando sobre o seu corpo quando a trouxe ainda mais perto.

A pressão entre suas pernas tirava toda sua sanidade, a deixando totalmente entregue com o desejo a fazendo entregar-se às sensações que a outra a provocava. Tudo a estava deixando louca, necessitada. Suas mãos subiram para os ombros da negra tentando abaixar as alças da sua blusa. Precisava sentir pele contra pele ou morreria.                  

Seus pulmões reclamaram, exigindo o ar a forçando a quebrar o beijo, tombando a cabeça para trás entregue deixando um gemido manhoso deixar seus lábios querendo mais do que o toque que estava recebendo. Queria seus dedos dentro de si.

Um rosnado alto e um lampejo claro foi tudo o que Magnólia viu antes do grito de surpresa da negra quando caiu para trás com uma raposa de Arcádia sobre seu dorso desnudo. A aparição de Faery foi uma surpresa que quebrou o clima e clareou a mente da celestial por tempo o suficiente para perceber o que acabara de fazer.

Com o rosto tingido de vermelho pela vergonha, a ruiva retirou sua mascote de cima da outra com um pedido de desculpas, precisando de certa força para mantê-la em seu colo. Quando a criatura se acalmou, ergueu os olhos para a desconhecida, com um sorriso sem jeito para ela. Quando as orbes âmbares desceram até seus seios, o calor voltou a subir pelo seu corpo, a fazendo dar um passo em sua direção.

Novamente, Faery a tirou do que quer que era aquela sensação que a fazia querer demais a negra. Ao se remexer nos braços da celestial, suas garras a arranharam com vergões vermelhos que ardiam, mas não machucaram de fato. Livre no chão, a raposa correu até umas almofadas as tirando com as patas e começou a arranhar o chão como fazia quando encontrava algo.

— Ela encontrou algo — avisou se aproximando da Myst, tirando os lençóis de perto revelando um alçapão de madeira escura. — Um alçapão!

Sem esperar por ajuda, a celestial agarrou a alça e a puxou, mas infelizmente sua força não era o suficiente para abrir. Com a ajuda da negra, porém, foi possível liberar a saída quando a madeira gemeu e com um baque abriu no seu limite. Abaixo era possível ver a festa por uma sacada que estava exatamente abaixo.

Faery pulou no colo da dona novamente e se aninhou esperando que a jovem as descesse. Sem esperar pela outra, Magnólia pulou pelo buraco abrindo suas asas quando uma lufada de ar amorteceu sua queda, a permitindo cair em pé e olhar para cima a tempo de ver a negra flutuar até o seu lado.

— Ao que parece, realmente era um atalho — tentou brincar, evitando a olhar por causa da vergonha. — Obrigada por tudo. — Ia se afastar quando percebeu que nem mesmo havia se apresentado. — Me chamo Magnólia. Espero nos encontrar em outras circunstâncias.

Quando já estava se distanciando, ouviu o nome da negra e um sorriso surgiu em seus lábios. Havia sido uma aventura interessante.  

 
Cômodos malucos
O castelo é um tanto mais complexo do que aparenta. Algumas portas podem te levar para lugares aleatórios como manicômios abandonados, igrejas caindo aos pedaços, outros castelos ainda mais tenebrosos e vários lugares que já foram esquecidos pelos homens. Sem querer, você foi para um destes lugares e ao tentar retornar descobriu que a porta não te levava de volta. Agora precisa enfrentar os perigos do lugar desconhecido e encontrar um meio de retornar para o lugar de onde veio.
Requisito – Mínimo nível 8.
Recompensas até: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.
   
☀:
Passivos:

Eos


Nome do poder: Bênção Lunar
Descrição: Mesmo durante a noite o corpo da prole de Eos/Aurora continua a emitir um leve brilho - como a luz da lua -  isso se deve ao fato de que Selene/Luna é irmã da deusa do amanhecer.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Essa aura luminosa permite que mesmo durante a noite a cria de Eos/Aurora tenha uma boa visão.
Dano: Nenhum.

Éter


Nome do poder: Detectar intenções
Descrição: A intuição do celestial é bastante apurada. Ele saberá reconhecer quando está sendo enganado ou quando alguém está sendo sincero. Durante o combate, ele sentirá o desejo de atacar do outro, podendo ficar em alerta e diminuir as chances de ser pego em um ataque surpresa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Precisão
Descrição: É a capacidade que permite ao semideus ter grande foco e atenção aos detalhes, de forma que sempre que realize uma mesma tarefa mais de uma vez o faça com perfeição. Eles aprendem com muita facilidade, e isso permite que dominem armas, resolvem enigmas e descubram alguma coisa de maneira mais rápida e precisa.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: +30% de percepção e inteligência. +20% de descobrir algo. Pode pedir ao narrador uma única pista ao resolver um enigma ou uma charada.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Paraquedas
Descrição: O celestial ao cair, graças a sua relação com o céu e o ar, não irá se ferir ou machucar. Mesmo se a queda for de uma grande altura, antes de colidir com o chão o semideus será protegido pelo ar que amortecerá o impacto.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Sentidos Aguçados
Descrição: Os sentidos dos celestiais ao chegarem nesse nível se tornam mais aguçados e apurados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de melhoria nos cinco sentidos.
Dano: Nenhum
Mascote:
Nome da habilidade: Sexto Sentido
Descrição: Myst é um ser extremamente sensorial, desenvolvendo uma conexão maior entre os mundos físico, espiritual e mágico. Dessa forma, ela é capaz de sentir as vibrações emanadas nesses planos, aumentando sua percepção.
Tipo: Passivo.
Dano: Nenhum.
Bônus: É capaz de perceber qualquer presença dentro de uma área de raio igual ao dobro de seu nível em metros.
Extra: +30% de percepção.
     



Magnólia D'if
Magnólia D'if
Líder dos Celestiais
Líder dos Celestiais

Idade : 20
Localização : Palácio Celestial

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Andromeda Chiamaka em Qui Out 17, 2019 8:53 pm

the anticipation, you know it's like hmm
wait for it, wait for the build up and then let's do it again

Cômodos malucos
O castelo é um tanto mais complexo do que aparenta. Algumas portas podem te levar para lugares aleatórios como manicômios abandonados, igrejas caindo aos pedaços, outros castelos ainda mais tenebrosos e vários lugares que já foram esquecidos pelos homens. Sem querer, você foi para um destes lugares e ao tentar retornar descobriu que a porta não te levava de volta. Agora precisa enfrentar os perigos do lugar desconhecido e encontrar um meio de retornar para o lugar de onde veio.
Requisito – Mínimo nível 8.
Recompensas até: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.

Já perdera a conta de quantos corredores e cômodos visitara enquanto explorava o castelo. Ainda assim, a expedição silenciosa e solitária estava sendo bastante agradável para Andy. Não sabia ao certo se as coisas que vira ali poderiam conter real conhecimento do mundo mortal, porém aqueles pequenos objetos, as demonstrações de glórias e honras e as placas indicativas sobre as pessoas que moravam naquele lugar antes de virar um ponto turístico a entreteram com sucesso.

Podia afirmar, no entanto, que estava longe de ter decifrado os caminhos daquele território. Decerto, o castelo não era tão complexo quanto o labirinto. Podia se guiar por quadros e adornos, ambos em ampla fartura pelos corredores. Porém, o castelo era maior do que aparentava quando visto de fora e, para a mente despreocupada e ligeiramente ociosa da filha de Melinoe, a dificuldade e a aventura compensavam o fato de, na maior parte das vezes, não ter ideia de onde estava.

Foi em uma dessas curvas bruscas, que encontrou uma companhia inesperada. E, pelo menos naquele momento, ainda viva, para sua surpresa. Uma humana e um animal. Encarou a estranha por um tempo longo o bastante para se tornar incômodo, antes de dizer, em um tom mais alto do que o corredor silencioso pedia.

“Hello.”

“Você sabe onde fica a saída? Eu estou um pouco perdida”, disse a outra jovem. Era bonita. Pequena, ruiva e com um ar de bondade quase acolhedor. Ela estava vestida como um daqueles seres alados celestiais dos quadros Renascentistas. Uma mistura dos que supostamente eram do mal e os do bem. Andy não entendeu o que aquilo significava.

Ouvindo a pergunta e, consequentemente, antecipando a interação social que se inserira por acidente, a filha de Melinoe franziu a testa. Não respondeu por um tempo, enquanto pensava em qual lado deveria seguir para guiá-la até a saída. Havia passado pelo hall principal uma hora atrás então, supôs, bastaria retroceder em seus próprios passos.

Virou-se bruscamente e começou a andar na direção que viera, soltando um “Por aqui!” por cima de seus ombros, sem nem ao menos parar para checar se ela e o estranho cão a seguia. Continuaram em completo silêncio, por longos minutos, e a cada passo que dava Andy tinha 65% de certeza que estava indo pelo caminho certo.

Então, depois de passar um longo corredor sem ver nenhuma porta até finalmente alcançarem uma alta e intimidante porta dupla feita de uma madeira rica e ferro, a descendente de Afrodite concluiu, com 100% de convicção, que não fazia ideia de onde estava.

“Nunca vi essa porta”, declarou, subitamente, completando o pensamento em voz alta como se sua companheira estivesse, ironicamente, acompanhando a conversa que tivera consigo mesma. Ouviu a dúvida que ela mesma sentia expressa na fala da outra. Franziu ainda mais a testa, estreitando os olhos enquanto analisava a porta. Já havia encontrado caminhos mais peculiares pelo castelo e, por alguma razão, arquitetos gostavam de criar passagens secretas e caminhos alternativos para seus destinos. Estupidamente, comentou: “Talvez seja algum tipo de atalho.”

Não era um atalho. Infelizmente, Andy não sabia disso naquele instante. O arrependimento, no entanto, não demoraria a chegar uma vez que a cruzasse. E, admitiria apenas para si mesma, a situação havia sido cativante demais para considerar, no geral, como uma experiência horrorosa.

“Só vamos descobrir se entrarmos”, foi a resposta da outra garota.

Andy não era uma pessoa que confiava em estranhos, porém, naquela situação, não viu nenhuma razão em particular para suspeitar de intenções maliciosas por parte da ruiva. Era destemida, sabia disso, atendo-se a uma visão mais calculista do que emocional. E, como até não encontrara nada naquele lugar que fosse realmente perigoso, seguiu a desconhecida para o cômodo sem qualquer hesitação.

As portas se abriram sem ruído algum, o que causou certo estranhamento na semideusa. Mas, até que registrasse o porquê daquilo a incomodar - afinal, portas velhas deviam ranger - já tinha passado da entrada atrás da ruiva.

De início, não havia nada realmente marcante no local, exceto por sua decoração exótica. Em comparação com os adornos e mobília quase medievais dos lugares que explorara no castelo, aquele ambiente oriental que lembrava o arábico era um verdadeiro choque. O piso parecia ser feito de mármore e grande parte de sua superfície estava coberta por lençóis e almofadas de variados tamanhos e tecidos. Haviam velas espalhadas por todo cômodo, o que fez a filha de Melinoe concluir que o local devia estar escuro e que as velas eram a fonte primária de iluminação. Um leve tintilar metálico a fez olhar ao redor em busca de sua origem. Percebeu, então, que haviam múltiplos incensos estrategicamente organizados para que todo o salão pudesse ser perfumado.

Uma leve brisa, cujo ponto de entrada Andy não foi capaz de descobrir, acariciava sua pele. Se não fosse acostumada com os ventos frios do Mundo Inferior, talvez se sobressaltasse com ela. Todo aquele espaço causava grande desconforto na semideusa, despertava sensações físicas que ela não sabia definir com precisão.

A descendente de Afrodite girou onde estava para encarar a porta, determinada a dar um basta naquela expedição e saírem de lá. Notou, com crescente horror, que a porta não só havia se fechado sozinha enquanto as duas semideusas se distraíam com o novo cenário como pareciam nunca ter existido. Em seu lugar, estava um enorme portal de madeira, exatamente como as portas eram, tendo como única diferença o fato de não possuir qualquer abertura.

“A porta sumiu”, anunciou a negra, sua voz estranhamente calma e objetiva ao declarar que, pelo menos até encontrarem outra alternativa, estavam trancadas numa sala desconhecida com decoração estrangeira.

A exclamação da outra a fez dar um leve salto de surpresa pela intensidade, porém disfarçou o ato mudando a distribuição de peso de suas pernas. Com um leve rolar de olhos, virou para dar uma resposta que, provavelmente, soaria bastante rude e óbvia, quando seu olhar caiu sobre a ruiva e as palavras ficaram presas em sua garganta.

Ela estava envolta por algum tipo de brilho que parecia ser natural de seu corpo. Enquanto ela se movia, parecia cintilar, como uma miragem. Sentiu a parte inferior de seu ventre se contrair quase dolorosamente, mas sua expressão continuou impassível. Como não tinha reparado quão encantadora a outra campista era?

Tentou dizer que deveriam buscar uma saída alternativa, porém não conseguiu. Ao invés disso, se viu murmurando:

“Por que esse lugar ficou tão quente de repente?”

As roupas aquecidas que usara para se proteger do ar gélido que cercava o castelo começavam a perturbá-la. Ainda sentia a brisa nas partes descobertas de seu corpo, o que fazia a ideia de sentí-la contra seu corpo inteiro cada vez mais tentadora. Instintivamente, aproximou-se da ruiva e enquanto se movia, tão silenciosa e ágil como um fantasma, se desfez de seu casaco. Embora sentisse sua pele arder, ao chegar mais perto da outra jovem, sentiu um súbito desejo de desvendar como seria ter o calor que emana de seu corpo pressionado contra o seu. O pensamento a fez vibrar com algo muito semelhante a desejo.

Essa conclusão foi o bastante para que a descendente de Afrodite se libertasse de seu estupor. Desejo? A jovem ruiva era, inegavelmente, atraente, mas o que estava sentindo ia além do que pura atração. Algo de muito errado estava acontecendo. Observou, sem mover-se, a sala que estava. Sua cabeça parecia martelar com um conhecimento que não sabia bem como expressar. Embora nunca tivesse visto aquele lugar, reconhecia alguma coisa. Sua atenção caiu nos incensos e a sensação de que deveria saber de algo duplicou. Percebeu que um leve aroma adocicado penetrava suas narinas, provindos da fumaça que lentamente subia pelo ar.

“Tem alguma magia aqui. Provavelmente relacionada a libido”, alertou Andy, ligeiramente ofegante, em resposta ao que a outra campista dissera. Seu corpo ardia, porém sua mente estava estranhamente limpa, como se resistisse os efeitos do local.

O cheiro das especiarias ativou algo em sua cabeça e ela sentiu que estava prestes a solucionar aquele mistério quando se distraiu com a sua companheira. A ruiva havia caído no chão, deitada sobre as almofadas como uma princesa. Ignorando a maneira que seu coração disparou ao ver a cena, aproximou-se dela, para checar se estava bem.

A descendente de Afrodite só teve tempo de se inclinar na direção da jovem fantasiada, antes que uma mão a segurasse pela nuca e a puxasse para um beijo intenso. Esqueceu-se de tudo o que estava pensando. Só conseguiu focar nos lábios macios que se moviam contra os seus com ferocidade, na latente luxúria que envolvia seu corpo. Mal percebeu quando caiu por cima da garota, uma perna entre as coxas da semideusa e seus dorsos prensados um contra o outro, enquanto segurava seu peso com os cotovelos no chão. Não era tão experienciada em relações íntimas carnais, porém seu corpo parecia saber exatamente o que fazer. Pressionava a coxa contra o centro da ruiva, movendo-se num passo frenético, enquanto suas línguas batalhavam pelo domínio.

Mãos puxavam sua blusa e, sem raciocinar, Andy afastou-se o bastante para que o tecido pudesse ser arrastado para baixo, se acumulando em sua cintura e deixando seu tronco completamente desnudo exposto. Ela não havia colocado um sutiã quando saíra mais cedo. Quando a semideusa tombou a cabeça para trás, os lábios da negra já estavam em seu pescoço, beijando, chupando e adorando toda pele que estava ao seu alcance.

Um rosnado foi o único aviso que a filha de Melinoe teve antes do híbrido de cão e raposa esquisito - que havia perdido de vista por tanto tempo que esquecera estar ali - saltar em cima dela, a forçando para o lado e efetivamente as separando. Sua indignação desapareceu instantaneamente, pois, assim que fora afastada da ruiva, sua mente clareou e sua pele ardeu em vergonha. Aquilo não era real. Era tudo efeito do quarto. E só estava piorando. Precisavam sair dali naquele momento.

Virou para dizer justamente isso quando, ao olhar para a semideusa arfante deitada ali, naquele espaço, com incensos e velas ao seu redor, a resposta que procurava surgiu na sua mente. Nem mesmo ouviu as desculpas da outra ou notou que continuava sem camisa.

“Bilqis! Esse é o templo de Bilqis!” Exclamou de repente, surpresa com sua própria descoberta.

O cão-gato, ao saltar dos braços de sua dona, correu até um ponto e afastou as almofadas, arranhando o chão com vigor. Andy franziu a testa para o comportamento e ergueu-se. Murmurou pedidos sem sentido de desculpas ao perceber o estado que estava, apressando-se para ajeitar sua blusa antes de se aproximar do animal quase que ao mesmo tempo que a ruiva.

Um alçapão. A saída que procuravam, mas, inevitavelmente, se distraíram demais para insistir na busca. A garota tentou abrir sozinha, porém não conseguiu. Sem pensar, a negra foi para o seu lado e, juntas, tentaram outra vez. A portinha de madeira antiga era pesada e suas dobraduras metálicas rangeram pelo movimento depois de anos de desuso. Porém conseguiram. Com um baque, a porta bateu contra o mármore negro.

Pelo buraco, conseguia ver uma sacada a alguns metros. Ao lado dela, estava a festa. Não era exatamente para onde desejava ir, porém qualquer coisa era melhor do que continuar naquele local. Era como se tivessem passado por um portal para outra dimensão e, agora, usavam uma saída de escape para o mais próximo de uma orgia que podiam em sua realidade.

A ruiva simplesmente pulou pela abertura e, sem ter muita escolha, a descendente de Afrodite a seguiu. O ar que a atingia enquanto caía pareceu limpar o perfume que a envolvia, limpando por inteiro sua mente, porém deixando em seu corpo as evidências do que quase fizera. Antes que pudesse chegar no piso de pedra e machucar-se com a queda, concentrou seus poderes no seu próprio peso. Num suave estalo, sentiu seu corpo levitar, flutuando a quase um metro do chão e, efetivamente, amparando sua queda. A outra campista flutuava ao seu lado.

Quando voltou à terra firme, Andy sentia-se constrangida demais para olhar para o rosto da outra. O que havia feito passara dos limites. Não estava exatamente no controle, porém poderia ter lutado e resistido com mais convicção.

Ouviu a piada que a ruiva tentou fazer, mas não conseguiu rir em resposta. Ao invés disso, lançou um sorriso forçado que pareceu mais uma careta de desconforto do que outra coisa. Agora que retornara ao castelo, sentiu frio. Distantemente, lembrou-se de que deixara seu casaco no templo. Quando a ruiva se despediu e começou a se afastar, cão-gato ao seu lado, a filha de Melinoe se forçou a dizer alguma coisa - qualquer coisa - para dar adeus a semideusa.

“Andy!” Foi o que escapou em seu desespero, soando mais como um chamado do que um cumprimento. Não ergueu o olhar para ver a reação dela. Cruzou os braços ao redor de seu dorso e, afastando-se da varanda, tentou sair daquela festa sem ser notada, torcendo para que o ardor de vergonha em seu rosto não fosse visível.

Equipamento:
Poderes:
Melinoe:
Nome do poder: Agilidade I
Descrição: São naturalmente mais ágeis do que boa parte dos campistas, e sua flexibilidade é impressionante, o que permite que eles consigam se esquivar mais facilmente, passar por buracos de um jeito que outros não conseguem, se soltar de cordas, e escapar de armadilhas com mais facilidade. Também permite que sejam esquivos, e em batalha, mais rápidos que outros campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de velocidade, agilidade, e flexibilidade.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Melinoe não tem problema quando se trata da escuridão, e sua visão fica ainda mais apurada durante a noite. Não serão afetados pela escuridão e enxergarão perfeitamente bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar normalmente no escuro, tão bem quanto no claro. Contudo, escuridão magica ainda poderá afeta-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Levitação I
Descrição: Os filhos de Melinoe, assim como fantasmas, conseguem levitar do chão, deixando seu corpo sobrevoando parte do campo, mas nesse nível, não conseguem fazer muito, apenas levantar parte do corpo, levitando em campo, e sem conseguir sair do lugar.
Gasto de Mp: 5 MP (por turno ativo).
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue levitar até no máximo, 2 metros do chão.
Afrodite:
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Resistência
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus, é um sedutor nato, que conhece a magia por trás do charme, e da sedução. Isso faz com que se tornem invulneráveis a poderes envolvendo a beleza do oponente e magias com amor, essas não atingem o seu personagem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderes relacionados a enganação do coração, charme, sedução e beleza não surtem efeito na prole da deusa do amor.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Detecção.
Descrição: Como filho de Afrodite/Vênus o semideus consegue detectar os sinais de charme/poções do amor em outros indivíduos, assim como ilusões relacionadas ao amor. Lembrando que ele não terá acesso as memorias do semideus/criatura/monstro atingido, apenas saberá se o mesmo foi atingido por algum poder de tal natureza.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Símbolos
Descrição: Como prole de Afrodite/Vênus o semideus consegue identificar qualquer símbolo ligado ao amor e seus derivados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Andromeda Chiamaka
Andromeda Chiamaka
Filhos de Melinoe
Filhos de Melinoe

Idade : 21
Localização : Underworld

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Seel C. García em Sex Out 18, 2019 12:36 am


Mag e Andy

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida por ambas: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.
50 xp para a mascote.

Comentário:
Gurias, vocês escreveram de uma forma que me prendeu e, especialmente a Andy, me fez sentir cera agonia no decorrer da missão, mas eu gostei muito. Vocês foram ótimas e muito inteligentes, parabéns!


Atualizado por Hades
Seel recebe 400Xp e Dracmas + 4 Ossos



Seel García
if i could make amends with all my shadows, i'd bow my head and welcome them. but i feel it burning, like when the winter wind stops my breathing; are you really gonna love me when i'm gone? i fear you won't, i fear you don't.
Seel C. García
Seel C. García
Centurião da IV Coorte
Centurião da IV Coorte

Idade : 18

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF] Magnólia D'if Empty Re: [MF] Magnólia D'if

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum