The Blood of Olympus
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Nova York

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Re: Nova York

Mensagem por Arya Doprav em Qui Set 15, 2016 4:04 pm



Strange Day
- Você calou esse lamuriante. – Pronunciou a outra, sem de imediato responder à pergunta da morena. Parecia mais focada no que acabara de presenciar. – Também é uma semideusa. – Arya deslizou as pupilas pela silhueta a sua frente, estava nitidamente fraca, provavelmente machucada. A confirmação das suspeitas viera quando a voz do espírito ecoou, passando a receber a atenção da jovem filha do Mar. O corpo saíra da posição de ataque, mas não de alerta. Doprav não hesitaria em liquidar qualquer um daqueles que estavam ao seu redor, principalmente porque aquele fantasma lhe intrigava, não deveria estar ali. Porém, Thanatos não havia lhe mandado buscar aquele espírito, talvez fosse melhor se contentar com as doze almas que acabara de ceifar, ao menos por hora.
- Sou... Yulia... – O esforço para falar foi nítido e o suficiente para derrubar a garota de cabelos platinados. A ceifadora ponderou se deveria ou não se envolver naquilo.
- Você sabe que pode ajudá-la. – Falou o fantasma, quase que como um pedido.
- Não sou designada para salvar vidas. Apenas para retirá-las. – Afirmou a morena, indiferente.
- Ela pode lhe ser útil. – Insistiu.
- Qualquer pessoa pode me ser útil. Depende da situação. – Rebateu a ceifadora, observando o corpo cuja respiração se tornava rarefeita. – Tu poderias ser mais persuasivo, já que estás há tanto tempo neste mundo. – Provocou a filha de Poseidon.
- Foi atacada por um Escorpião Vermelho do Submundo, na lateral da barriga. – O espírito parecia não desistir. – Você irá salvá-la. Assim como um dia alguém lhe salvou, ceifadora.
- Salvar não é a palavra que eu usaria. – Respondeu antes de acocar-se próximo ao corpo imóvel. O lobo rosnou, aproximando-se. Encarou-o com os olhos enegrecidos, gerando duas bolas brancas e atirando contra o animal, não lhe causariam mal algum, apenas o faria dormir. Retornou a atenção para Yulia, dando de ombros, não tinha nada a perder fazendo aquilo e como já havia acabado o serviço, resolvera ajudar.
Segurou a bainha da camiseta dela, arrastando-a poucos centímetros, apenas o suficiente para expor o ferimento. O sangue coagulado misturado com impurezas deixava o ferimento pior do que realmente era. Acima da cabeça da morena começaram a surgir alguns litros de água. Arya movimentou parte dela, fazendo uma limpeza no local machucado. Observou novamente a lesão, era funda e provavelmente havia envolvido veneno.
Uma fina camada de água esverdeada envolveu as mãos da prole do Mar. Logo as palmas pressionavam o abdome de Yulia, aquilo geraria desconforto na garota, porém ajudaria bastante a curá-la. Do solo brotaram dois tipos de ervas, uma mais clara e outra mais escura. Doprav arrancou três folhas da mais escura e colocou sobre o ferimento, imediatamente elas grudaram na pele pálida. Esperaria a outra abri os olhos para então falar:
- Tu vais mastigar essas duas. – Entregaria as folhas mais claras. – Elas retirarão o resto das toxinas. E vais beber desta água. – Um grande copo feito de sombras estaria cheio de água para Yulia ingerir.  

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Re: Nova York

Mensagem por Lilya Schäfer em Qui Set 15, 2016 5:51 pm


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branda respiração de Yulia fazia algumas poucas folhas secas se mexerem no solo úmido por baixo das copas frondosas das árvores. Aos poucos ela abriu os olhos e se encontrava na mesma posição de quando caíra, mas o seu abdome já não doía mais, então, com um pouco de força que não possuía, se virou de barriga para cima, observando as falhas no teto natural, por onde o sol penetrava.

- Tu vais mastigar essas duas. – Os olhos verdes da filha de Melinoe perscrutaram os azuis da garota que lhe entregava as ervas estranhas. – Elas retirarão o resto das toxinas. E vais beber desta água.

Com a mão trêmula, Yulia pegou o copo negro que antes era segurado pela pálida ceifadora e a sua textura era estranha, mas não desconfortável. Após analisar um pouco reparou que era feito de um material inconsistente, mas que, naquele momento estava sendo moldado para ficar daquela forma.

Com dificuldade, se apoiou nos cotovelos e se sentou, sentindo a cabeça rodar de leve. Buscou as folhas e as levou à boca, prendendo-as entre os dentes. Ela sabia que não oferecia risco algum àquela garota, tampouco ela tinha um motivo para ceifar-lhe a vida com uma tramoia daquelas. Só podia estar ali para ajudar.

- Obrigada. – Com um pouco de tremedeira, trouxe o copo aos lábios e bebericou sem pressa. – Yulia Yermakova. – Tratou de terminar o conteúdo do copo e, quando o fez, ele se desfez como fumaça. – Sou filha de Melinoe e você, é filha de quem?

“Ela é ceifadora de Tânatos.”

A semideusa franziu o cenho com aquela informação. Fazia sentido ela ter conseguido calar o lamuriante e, no processo, ter assustado todas as formas de vida ao redor. Yulia umedeceu os lábios ressecados de desidratação e puxou o ar para falar.

- Por que... me salvou? – Ela, então, lançou um último olhar para o espírito que a acompanhava. – Pelo jeito, estou em débito com você.

Ela ainda tinha muitas perguntas a fazer sobre Tânatos, o submundo, as muitas camadas espirituais e os cantos imundos que as almas corrompidas se escondiam, mas deixaria aquilo pera outra hora. Sabia que em todo o canto da terra alguém morria e precisava ser ceifado, mas não custaria tentar.

- Podemos conversar em algum outro lugar?




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Re: Nova York

Mensagem por Arya Doprav em Qui Set 15, 2016 7:02 pm



Strange Day
A ceifadora ficou analisando as expressões e ações da outra. Ainda estava nitidamente fraca, porém com mais energia, pelo menos o suficiente para conseguir erguer o corpo. Yulia agradeceu e ao falar seu sobrenome despertou o breve interesse de Arya. Tudo indicava que a jovem também era russa, talvez ela também fosse... Não, Doprav deteve os pensamentos. Teria lembrado daquelas feições, muito peculiar para ser esquecida.
Enquanto a outra falava, Arya se lembrava de sua terra natal, não que ela tivesse algum tipo de afeto radical pelo país, apenas passara por muitas situações que transformaram sua essência e seu modo de agir. Resumindo: produziram aquilo que conhecemos como Arya Doprav. Mesmo absorta em seu próprio consciente, a prole de Poseidon escutava tudo que a garota de cabelos platinados falava, ouvia o espírito e buscava por alguma movimentação estranha no cemitério. A mente de uma assassina nunca trabalha sem uma análise geral.
- Sou filha de Poseidon. – Respondeu, retornando seu foco principal para Yermakova. – Como o nazista aí disse, trabalho com Thanatos. – Falou de forma indiferente, ajustando novamente a foice na diagonal das costas. Puxou um casaco de couro negro da mochila e jogou por cima para esconder a arma. – Não estou cobrando nada pela ajuda. Nem precisa lembrar-se dela. – Falou, erguendo o corpo.  A filha de Melinoe já parecia apta para se virar sozinha, aliás, agora Arya entendia o porquê daquele espírito acompanhando Yulia.
Doprav se preparava para partir, pois já tinha feito mais do que sua obrigação, quando a voz da garota tornou a ecoar. – Podemos conversar em algum outro lugar? – A sobrancelha da morena fora arqueada e uma faísca de surpresa lhe atingiu. E se aquilo fosse uma armadilha? Ela sendo uma russa... Talvez uma nova linhagem de assassinos. Provavelmente não era nada disso, mas Arya exagerava na precaução. Mas a garota estava fraca demais para tentar algo. Doprav suspirou, precisava saber qual o interesse da outra.
- Okay. Tu desejas ir pra onde? – Indagou, curiosa.  

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Re: Nova York

Mensagem por Lilya Schäfer em Sab Set 17, 2016 6:02 pm


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quilo que se passava na cabeça da filha de Melinoe podia não ser bem interpretado por qualquer pessoa, mas no fundo de seu âmago a semideusa sabia que tinha algum sentido. Por ser uma filha da Rainha dos Funerais, Yulia tinha afinidade com aquela área do viver e poderia se dar muito bem.

- Aqui... – A semideusa pálida se levantou e bateu com as mãos nas ancas, se livrando da sujeira do solo, e, antes de sair dali, notou Siff e foi até ela, se acocando ao seu lado para descobrir se ainda respirava. – O que fez com ela?

Ao saber que a criatura mitológica ficaria bem, ela se levantou e deixou Siff ao relento, caminhando de forma lenta pela relva selvagem até entrar na propriedade do cemitério, sentindo as gramíneas curtas se dobrarem sobre o seu peso.

A caminhada não durou 10 minutos, até que chegaram em um mausoléu de uma rica família da região, com um sinuoso “R” entalhado na porta de bronze. O espírito se curvou sobre os ombros de Yulia e sussurrou algo em seu ouvido, mas a semideusa pareceu não se importar, segurando o fino cadeado com os dedos compridos e finos.

- Eu sei, eu me lembro da combinação. – Comentou e, após girar todos os quatro círculos faceados por 10 números, ele se abriu e, com um pouco de esforço, Yulia empurrou a pesada porta.

Ambas as semideusas entraram ali e a semideusa de cabelos prateados manteve a porta encostada. Ali dentro, podiam ver uma pilha de papelões que Yermakova vinha usando de catre deste sua saída do acampamento. Um túmulo de cada lado do pequeno aposento e, entre estes dois sarcófagos, que chegavam à altura de suas cinturas, uma estátua de um anjo da morte. Um ceifador. Tânatos.

- Acho que todas as escolhas que fiz até hoje me levaram a isso. – Divagou a garota, sem desviar os olhos da escuridão que o capuz da estátua emanava. – Eu quero ser uma ceifadora, assim como você.




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Re: Nova York

Mensagem por Arya Doprav em Qui Set 22, 2016 4:08 pm



Strange Day
Doprav seguiu sem resistência a outra, os olhos com um tom a mais de curiosidade divagavam pela paisagem ao redor. A mente estava absorta em não formular hipóteses, o mais sensato era aguardar que chegassem aonde a prole de Melinoe desejava. Provavelmente isso explicaria muita coisa. A brisa serpenteava pelo corpo de Arya e aquela claridade apenas realçava sua palidez, destacando duas enormes írises azuladas. As quais fitaram o mausoléu que agora jazia a sua frente. Observou a outra destravar a entrada e empurrar com certa dificuldade a porta. A prole de Poseidon seguiu Yermakova. Suas pupilas passearam cautelosas pelo local abafado, era nítido que aquele passara a ser o "lar" da garota de cabelos platinados. As palavras de Yulia ecoaram pelo local, produzindo um som diferente. A ceifadora mantinha-se inerte, focando a estátua de Thanatos.    
- Eu não esperava por isso. - Afirmou, quebrando o silêncio que se instalara minutos atrás. Optar pela vida de ceifador não é uma escolha simples, afinal você está lidando com vidas. É um mergulho sem volta na escuridão. - Tem certeza? - Indagou, pousando o olhar sobre ela. - Você retirará vidas. - Explicou. - Depois que for ordenado, você não poderá mudar. - A garota retirou a foice da diagonal das costas, pousando-a sobre as duas mãos. Seus olhos percorreram meticulosamente do cabo a ponta da lâmina. - Isso exige frieza e bastante treinamento. Por isso somos tão poucos. A maioria dos semideuses se deixa levar pelas emoções. Nós, ceifadores, devemos dosá-las ao máximo.  

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Re: Nova York

Mensagem por Hela A. Deverich em Qua Out 25, 2017 7:56 pm

your the only one who can make me pray 'cause your love is holy

Hela estava esperando pelo momento certo para se encontrar com Pipper. Os humanos ainda não havia se recuperado do susto e por isso as ruas e parques continuavam desertos àquela hora da noite.

Para ser exata, eram duas da madrugada, Hela estava escondida sob uma árvore, havia mandado o dragão para trazer a namorada e o corvo para dar o recado de que a levariam até ela. Estava cansada, um tanto exausta, mas havia um lugar naquela cidade de prédios que ela sempre poderia ir. Seu antigo trabalho.

É claro, não desejava levar Pipper naquele ambiente. Mas poderiam conseguir tomar um banho, comer alguma coisa e descansar. O melhor de tudo é que estariam em segurança. Hela, a cada dia que passava, se dava conta de havia muitas coisas que ela escondia da jovem com quem namorava. Não achava certo, mas tampouco conseguia se concentrar em contar tudo.

Sempre temia o que a outra pensaria de si, mas parando para pensar, alguém como Pipper seria capaz de sentir nojo ou desprezo?

Mas ela não sabia, também, a história de Pipper e talvez - só talvez - ela pudesse entender bem melhor do que Hela imaginava. Havia coisas sobre si que apenas ela sabia. Achava aquilo detestável demais para falar.

Quando o dragão pousou, trazendo em suas costas a namorada, Hela apenas fez um gesto suave, como se pedisse para ambos esperarem. — Preciso te contar algumas coisas, iremos ao… meu antigo local de trabalho. — disse baixo, se segurando no dragão com uma mão, enquanto a outra apenas estava pousada suavemente na cintura da namorada.

Aliás… o fato de eu ter sido beijada por um monstro conta como traição? — ela não conseguia ver o rosto da menina ao ouvir a pergunta, mas precisou respirar fundo e esconder o rosto no cabelo de Pipper quando o dragão começou a sobrevoar os prédios em direção ao, de certo modo, familiar endereço.

[...]

O dragão pousou, fazendo mais barulho do que Hela gostaria. A menina então desceu das costas da criatura aliviada, só para dar de cara com o chefe parado à porta tendo a arma apontada para o grande dragão de corpo estrelado.

Tem vaga pra mais um degenerado aí dentro? — ela sorriu, travessa e se virou para ajudar a namorada, dispensando os próprios mascotes para acharem um lugar seguro para dormir.

Entraram no local, estava com pouco movimento, as luzes vermelhas acesas enquanto as dançarinas tinham holofotes em si. — Não vou perguntar a idade dela. — disse o homem, olhando para Pipper. — É melhor para você não saber. Teria que chamar a polícia. — segurou na mão da mesma, suspirando de forma pesada.
O homem apenas assentiu, apontando para a porta prateada embaixo da escada. — Você sabe o caminho… — Hela assentiu, agradecendo ao homem antes de caminhar devagar, sempre mantendo Pipper protegida em sua frente, por entre as mesas.

Passou para dentro da porta, guiando a mesma pelo corredor estreito e escuro até a área ventilada e com vista para o céu, ela pegou a chave do antigo quarto que era seu - ainda era mantido vago - e colocou uma mão no ombro da mais nova. — Olha… sei que vai querer saber a história daqui… mas eu preciso que confie em mim nesse momento, tá bem?

Abriu a porta, entrando no local com a mesma e ligou a luz. — Se quiser banhar enquanto eu arrumo tudo… — deu de ombros. — Eu tenho algumas mudas na minha mochila, posso te emprestar pra dormir enquanto a sua seca. — mexeu no criado mudo, pegando lençóis limpos.

Aquilo era constrangedor demais para que ela ficasse só parada olhando Pipper. Sendo assim, o melhor era começar a mudar a roupa de cama e tirar o excesso de poeira.
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Re: Nova York

Mensagem por Eloy em Ter Out 31, 2017 10:59 am



Embora meus sentidos ainda estivessem deturpados, conseguia perceber que pouco a pouco recobrava a posse de meu corpo, minha musculatura relaxava, já havia uma razão se instaurando em mim e não apenas um instinto animalesco. No céu, as correntes de ar que rondavam os céus da cidade de Nova York eram gélidas, e me abraçavam garantindo uma eficiência maior em meu voo, desabotoei toda minha camisa branca fazendo com que o frio dos ares percorresse minha pele pálida, a tentativa era que surtisse um efeito de choque térmico, talvez isso contribuísse para apaziguar meu ânimo, era aquilo que eu estava precisando, um baque, um choque de realidade.

Minha visão turva agora focava em todo o panorama da cidade que nunca dorme, os carros ainda cortavam as ruas com extremas velocidade em um movimento frenético de luzes e sons, suspirei enquanto relentava o bater de minhas asas, uma pequena mancha cinzenta se condensou frente em meus lábios, quando senti algo agarrar meu pulso, ou melhor dizendo alguém, era nítida a presença do Victor, sua voz chamando pelo meu nome apenas a confirmou. Me voltei ficando face a face com a prole de Eros, meu pai, meu sorriso era apático meus olhos analisavam cada expressão de seu rosto tentando evidenciar se eram verídicas ou não; alguns questionamentos me tomaram, pelo menos desta vez eles eram um bom sinal, a besta não me dava o luxo de premeditar minhas ações, indagar meus desejos e pulsões.

Quão bom ele era nos ares ao ponto de ter conseguido me alcançar? Afinal voar é algo que eu faço desde sempre... O mais importante, por que ele havia me seguido? Ele poderia se machucar gravemente se a fera ainda estivesse sobre a minha pele, além disso, semideuses em sua maioria não costumam validar as emoções alheias, apenas as suas; melhores, mais fortes, mais habilidosos, mais bonitos. Tão narcisistas quanto seus pais.

Permiti que meu meio-irmão falasse, não interrompi um momento sequer, no entanto me arrependi amargamente ao ouvir ele pronunciar a combinação “Você é mais do que isto, é um deus.”, sim, um deus insensível, egocêntrico, interesseiro... Um deus não ama, ele deseja, ele se apaixona e toma para si o que quer, isso que é uma divindade, ela altera todo plano por um pensamento supérfluo e ali estava Victor Phendragon afirmando com todas as palavras, que eu sou mais... afinal sou um deus.

Respirei fundo mais uma vez e novamente o vapor de água condensou-se no ar. – Estou bem. – Proferi seguido por um sorriso singelo e cativante, o sorriso transmitia sinceridade. Arrastei o rapaz até o topo do prédio mais alto e mais próximo de onde estávamos sobrevoando, devido ao ocorrido uma semana atrás, chamar atenção dos mortais seria a última coisa que eu queria naquele momento. Sentamos no ponto mais alto do Rockefeller Tower.  – Falávamos sobre o nosso pai, certo? – minhas asas contraíram ao ponto de sumirem em minhas costas. – Ele não me enche, na verdade ele me lembra você e a maioria dos nosso irmãos; a questão é que eu não entendo a forma dele amar, mamãe o ama e é fiel e demonstra com carinho, com afeto, papai ele não se segura é como uma criança sem limites que sucumbe a qualquer romance e trai visando muito o corpo, no entanto é extremamente protetor, cuidadoso e carinhoso, mamãe fala que é só outra forma de amar e ela o respeita, no entanto ainda sim é confuso para mim... Se bem que tudo nesse mundo é muito conflitante, os deuses me geram questionamentos, os semideuses e mortais também. Na maior parte do tempo vivo perdido em meus pensamentos, as vezes sinto inveja da Sadie, a cabeçuda tem todas as respostas do mundo ali, já eu trago todos as perguntas possíveis.

Apertei o ombro do meu meio-irmão de forma suave – Obrigado por ter vindo atrás de mim. E não se preocupa, não fique enciumado, papai olha por todos os filhos dele mesmo que você nem perceba e esteja se sentindo desprezado. Ele deve estar olhando por nós provavelmente neste momento e cuidando da gente na medida do possível... – lhe dei um breve beijo na bochecha como um gesto de gratidão e então tentei descansar mais um pouco, não que eu precisasse daquele descanso, mas a calmaria daquele lugar e a possibilidade de admirar a estrelas me convidava a ficar mais um pouco.


We're just strangers
Just let me know.


Dá pra viver mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau é só não permitir que a maldade do mundo te pareça normal pra não perder a magia de acreditar na felicidade real e entender que ela mora no caminho e não no final. Dava para ser herói no mesmo dia em que escolhia ser vilão ao ver a ingenuidade e a inocência cantando no tom.
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Re: Nova York

Mensagem por Elijah Lane em Qui Nov 02, 2017 9:46 pm





Centuries are what it meant to me a cemetery where I marry the sea stranger things could never change my mind i've got to take it on the other side.

Scarlet starlet and it's in my bed, a candidate for my soul mate bled, push the trigger and pull the thread. I've got to take it on the otherside.
let me drink your poison

A lua estava vívida e alcançava seu ápice no céu, daquela noite de Halloween, meu corpo se mantinha desleixado enquanto se apoiava em uma parede de tijolo aparente, qualquer; a única certeza que eu tinha era de estar em Manhattan e nem era tanta assim, em que rua, ou encruzilhada, essa parte eu deixo com minha mãe... Tinha meu sentidos entorpecidos pelo álcool. Deslizei meu corpo até me sentar de vez na calçada, a última garrafa do pacote que eu havia roubado mais cedo da conveniência do posto, era banhada com a esguia luz de uma lanterna de abóbora e me atraia com seu reflexo verde característico da marca, Heineken.  Minha boca salivou quando toquei no vidro ainda gelado, em momentos como aquele Jay ponderaria dizendo que eu estava passando dos limites, pena que meu irmãozinho já não me fazia companhia há tempos, e aquela palavra, limites, nunca foi algo expresso em meu vocabulário, destampei a cerveja e a entornei em minha boca, goles rápidos, tão ligeiros para que assim eu pudesse esquecer a dor, melhor dizendo saudade, se é que esse sentimento realmente existia em mim, acho que o cabe bem aqui se chama inveja.  

Veja bem, eu sou do tipo colecionador, não se engane com um sentimentalismo barato, apenas não suporto a ideia de alguém possuir algo e eu também não o ter. Ver todas aquelas crianças fantasiadas ostentando suas mães e pais enquanto passeiam de casa em casa pedindo doce. Ah! Aquilo era frustrante demais pra mim. Se eu quisesse poderia acabar com tudo aquilo, imagina se de repente todos vissem uma daquelas casas em chamas... De qualquer forma não valeria a pena, não mesmo, beber é melhor.

Voltei minha atenção na Heineken de duzentos e cinquenta ml, findando com toda a bebida joguei por fim o frasco no chão de forma abrupta vendo ele se desfazer em vários cacos luminosos – Mais... - Ofeguei, respirei fundo e levantei, minha visão estava turva, meu corpo pesado, contudo nada que me impedisse de ir ao fast-food, aberto vinte e quatro horas, situado na calçada paralela a que eu estava, àquela hora o estabelecimento se encontrava vazio, apenas com seu patético atendente. Ao atravessar a rua minha visão era voltada para o asfalto, o capuz de meu casaco cobria o topo de minha cabeça vindo até meados de meus olhos, o que não impedia a minha visão; levei minha mão ao bolso que portava a carteira em busca de algum dólar. Vazia. Esperei alguns minutos fora da loja, o que fazer? Bem, em resumo, tinha de fazer qualquer coisa menos ficar sem a bebida.

Elevei meu indicador direito e gesticulei alguns círculos no ar, foi então que a névoa começou a ficar mais espessa em volta da cabeça do anfitrião - único presente - do estabelecimento, aquele momento seus olhos viam as luzes piscarem freneticamente, vultos passarem pelo topo de sua cabeça e se eu tivesse sorte, sangue sendo expelido pelas paredes, no entanto aquilo ia além de minha capacidade; seus gritos logo tomaram conta do restaurante, o mortal estava preso em minha ilusão, escondi minha presença na névoa para que as câmera também não me flagrassem e finalmente entrei na loja, burlei o balcão do caixa, me apossei de um engradado de cervejas e de algumas cédulas presentes na registradora, as moedas que ficassem com ele não me ocuparia com migalhas.


Antes de sair certifiquei que o susto seria completo, então sussurrei próximo ao atendente com uma voz cênica – Gostosuras ou travessuras... – o pobre homem se jogou no chão em posição fetal, segurei o riso que vinha como causa da situação e saí dali, não demorou para a ilusão se desfazer e pessoas chegarem ao auxílio do rapaz, que provavelmente jamais iria encarar o dia das bruxas como algo divertido novamente. Sentei no mesmo ponto de origem e tratei de beber a nova demanda desta vez da marca Brooklyn Scorcher.


 

the | best | trickster


Adendos:
Libertando sua bruxa interior – Aproveitando as máscaras e fantasias de Halloween, você pode se disfarçar e aprontar todas! Use disso para fazer algumas travessuras perigosas como por exemplo pichar a estátua de Términus ou por laxante na bebida de Quíron, esconder um gnomo no banheiro de um chalé ou pintar as caras dos filhos de Morfeu e Hipnos que decidiram tirar o dia para tirar pequenos – longos - cochilos. A sua missão, é não ser pego enquanto apronta essas travessuras.
Requisito: Inexistente.
Recompensas: 1.000 XP + 1.000 Dracmas. Doce: Doce Roleta. Travessura: Se for pego durante suas travessuras, um Gnomo irá perseguir e morder você durante sua próxima postagem.

Obs.: Como meu personagem não pertence a nenhum acampamento, por hora, não pude fazer nenhuma "travessura" lá dentro, no entanto fiz o que se pede, não fui pego ao aprontar.

Nome do poder: Nevoa I
Descrição: O semideus tem certo controle sobre a nevoa que povoa e esconde o mundo mitológico do reino dos humanos, e pode inclusive usa-la para criar ilusões, ou deixar humanos e monstros cegos de sua presença. No entanto, com esse nível, só consegue mudar pequenas coisas, como fazer um coqueiro parecer uma laranjeira, ou um cachorro pequeno parecer algo grande. Também consegue encobrir seu rastro e cheiro dos monstros, mas isso só dura dois turnos, e ele não consegue criar esses disfarces para outro amigo ou semideus, apenas para si mesmo.
Gasto de Mp: 15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A magia dura apenas dois turnos nesse nível.


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Re: Nova York

Mensagem por Deimos em Sex Nov 03, 2017 1:05 am


Elijah Lane


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 1000 XP    
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%
100% = 50%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 20%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 10%


RECOMPENSAS: 500 XP +500 dracmas + Travessura. 
Se for pego durante suas travessuras, um Gnomo irá perseguir e morder você durante sua próxima postagem.

STATUS:

HP:  100/100
MP: 85/100

Comentários:

Bom, os comentários não ficarão ao embargo da escrita. Ela é até tranquila e bastante interessante de lermos, mas ao aspecto principal que acasala com ela, que infelizmente trouxe essa “quebra” dentro do texto foi o desenvolvimento e a maneira como abordou essa missão.

Como retratou antes da avaliação o motivo do personagem não ser adepto a participar do acampamento mais as concepções dele, seria de fato complicado optar por uma pegadinha assim como podemos dizer? Criativa? Mas também não seria motivo o suficiente para que o texto estivesse escasso da parte principal como solicitado. Sendo um semideus - mesmo que ainda level 1 -, poderia ter elaborado melhor e até mesmo abusado de ideias para que pontuasse uma nota maior e evoluísse com mais facilidade. Isso também acredito que seja pela pressa em concluir a missão então, um conselho meu caro; Tenha paciência, com ela conseguirá muitos recursos para a escrita.

Tirando apenas a precariedade, tudo ao meu ver parece estar nos “conformes”.


Atualizado por Baco.


Última edição por Deimos em Sex Nov 03, 2017 4:01 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Nova York

Mensagem por Isaac Dähl Bouwknech em Sex Nov 03, 2017 12:56 pm

his eye color isn’t black 

Do not do nightmares. 
We're helpless because of the alarm.

Isaac Dähl Bouwknech novamente parado na tão conturbada Nova Iorque. Desta vez, nada mais e nada menos seria feito. Após salvar dois semideuses e uma — espécie — de semideusa, ele ganhou mais credibilidade dentro do acampamento tornando-se até mesmo o liderante do próprio chalé. Se não houvesse antipatia a respeito de seu próprio pai, diria até mesmo que estava bastante felicitado com o ideal da missão. Olhando as luzes que se propagavam nos imensos outdoors emplacados no topo dos prédios, observava que havia pessoas curiosas naquela entrada de noite. Muitas cujas quais fingiam ser coisas que ele vinha combatendo há anos como semideus. Os monstros deveriam ser criaturas tão temidas que chegaria ser uma ofensa vesti-las em qualquer ocasião que seja, assim pensava. 

Para todos os fins e propósitos, a prole de Morfeu deslocou o primeiro pé assim que foi possível enxergar o farol se abrir dando entrada na emersão de pessoas para atravessar uma rua. Observando diversos carros amarelos com placas que não sabia reconhecer, o mesmo espichou um comentário incerto sobre a localização da tal festividade. Pisando na calçada oposta da rua que seguia, um odor tomou conta de suas narinas instruindo um caminho curvo e tão preciso quanto de um GPS. Quem o dera conhecer essa preciosidade da vida moderna. Sem mais delongas, Isaac impôs autonomia própria no final do curso alcançando finalmente uma multidão sorridente e soberba de detalhes afrodisíacos e desconhecidos. Com uma rápida vistoriada, o liderante começou a vagar entre os convidados de braços cruzados tentando achar algum movimento suspeito que o colocasse de prontidão.

Nem necessitou cinco minutos para que assistisse uma barbaridade acontecer a plenos olhos nus. 

O ciclope estava entre um grupo de adolescentes. Todos saudosos com seus rostos enfeitados de acnes e maquiagens de copos pesados nas mãos levantando-as para o ar em uma dança sincronizada em meio a baderna. O filho dos sonhos então suspendeu uma das sobrancelhas e foi tentar se aproximar, sendo arrastado grande parte das vezes pela maré de humanos festivos e pelas cotoveladas que ocasionalmente acertavam seu tronco. Na chegada, olhou rapidamente o único olho presente no eixo central da face do monstro demonstrando aquilo que persistia em sua cabeça. Má vontade, má vontade e má vontade. Ele precisou estar por diante do monstro para que o assistisse se afastar dos seres urbanos para adentrar o possível beco que usou para acessar a metrópole. Isaac foi atrás, seguindo seu encalço, até perceber uma explosão e um vermelho se propagar como luz moldando sua silhueta bem diante da parede. Os olhos cor anil arregalaram-se olhando suspeitosamente para trás, onde assistiu os risos colocarem em risco as próprias vidas de todos ali. O maior executou um giro de calcanhar e ouviu até mesmo o monstro que acompanhava recluso, rir da imagem.

A grossa fumaça assumiu um odor mais nocivo enquanto ele se aproximava da saída do beco reparando que da longa cortina negra, saiam duas harpias livremente animadas para a direção do céu. Zac manteve uma expressão de incredulidade e frieza enquanto os outros, eles mortais sem parentesco divino, ostentavam algum tipo de admiração ao que apelidaram ser efeitos cinematográficos. Com o guinchar alto e agudo, os humanos finalmente caíram em si que não tratavam-se de coisas produzidas pelo homem. São realmente criaturas. Criaturas horrendas. 

Finalmente, o tão esperado desespero havia chegado.

Com a correria dos civis, Isaac intercedeu um gesto de alarme aos monstros retirando dos bolsos três lâminas encorpadas. Com movimentos bruscos, mas faceiros de seu corpo, atirou as miras para próximo das asas das duas harpias deixando-as com o voo quebranto por um tempo.Quando foi trocar a próxima lâmina, percebeu que restava apenas uma. Uma, para atingir duas harpias? Impossível naquele intervalo em que estavam.  

As opções eram pequenas e o tempo estava sendo curto. Precisava ir embora daquele lugar o mais rápido  possível desta maneira optando por lançar o último armamento ao ar. Quando este girou e atingiu a espécie selvagem, ela caiu contra o chão sangrando sem tardar tentativas de recuperação. O corte limpo inferia rapidamente em um sangramento corriqueiro que traria graves consequências caso desafiado. Somando os passos com mais pressa, Isaac tomou ambos os pés da harpia e passou arrastá-la no chão para depois reunir junto ao Ciclope que tapava os dois ouvidos prevenindo uma perda auditiva grande com o berro certeiro da última inimiga. Virando-se para confrontar a última, o semideus abriu em processo uma árdua caminhada esta que posicionou seus calcanhares para o impulso de um segundo salto ao ser permitindo que as penas brancas e longas de suas asas ganhem demonstração. 

O robusto revestimento dos nervos físicos do galês conseguiram atingir sua capacidade, quando deslocou o ponteiro esquerdo do braço e arrematou um soco contra a última harpia que segurava possessivamente seus ombros a fim de penetrar as unhas na carne humana. Isaac procurou se mover de todas as maneiras possíveis impossibilitando um ataque até que alcançou as duas mãos na circunferência do pescoço do monstro impondo força e pressão assistindo os olhos alheios revirarem e a fraqueza finalmente ser atingida. Ambos caíram no chão levando um momento para que o semideus fechasse as asas e agarrasse a palma da mão pelo couro cabeludo do monstro  o trazendo consigo. Bastou usar a mão livre para a arrastar a outra e assim desse andamento. O ciclope parecia estar atingido com os efeitos das batidas eletrônicas da música logo não sendo o pior dos problemas. O seguimento foi tranquilo e mal precisou de curandeiros para auxiliarem os fujões. Isaac sempre dizia; Não confie no mundo dos humanos.

Poderes ativos:

Nome do Poder: Asas II
Descrição: Suas asas cresceram e ficaram mais fortes, logo, você também ficou. Agora consegue sustentar o próprio peso pelas asas e voar livremente, mas isso não o torna mais rápido ou mais forte. Apenas te permite voar e alcançar grandes altitudes sem qualquer dificuldade.
Gasto de MP: 30 MP
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Arma:

Shuriken’s: Três lâminas de mão afiadas feitas de bronze celestial. Se assemelham a uma estrela de quatro pontas e são de fácil lançamento, por serem muito afiadas quando acertam o alvo podem ter uma perfuração mais limpa, o que permite ao corte ser mais profundo.

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Isaac Dähl Bouwknech
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