The Blood of Olympus

[MF] Frieryat Börh Hoffmann

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Mensagem por Maisie De Noir em Qua Nov 06, 2019 12:28 am


Frieryat

Valores máximos que podem ser obtidos:


Máximo de recompensa a ser obtida: 4.000 XP + 4.000 Dracmas + 8 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 4.000 XP + 4.000 Dracmas + 8 ossos

Comentários:
Gostei de ter de fato ajudado em resolver o problema e não só se apoiar no seu NPC. Parabéns.

Atualizado por Hades.
Magnólia recebe 200 xp/dracmas + 2 ossos.


LOVE
Maisie De Noir
Maisie De Noir
Líder dos Celestiais
Idade : 21
Localização : Palácio Celestial

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Mensagem por Andromeda Chiamaka em Qui Nov 07, 2019 12:24 am

i walked with you once upon a dream
that look in your eyes is so familiar, a gleam

O ceifador de Almas
O antigo carrasco do castelo também foi executado ali e seu espírito tornou-se um vingador. Alguns semideuses já desapareceram e durante uma exploração, você os encontrou desacordado nas masmorras, acontece que ao tentar soltá-los você acabou atraindo o espírito que o nocauteou e o prendeu também. Agora você precisa se soltar e soltar os outros antes que seja tarde demais, mas cuidado, o carrasco pode estar por perto sempre.
Requisito – Mínimo nível 10.
Recompensa até: 3.000 XP – 5.000 dracmas – 4 osso

A nuca da semideusa doía.

Foi a primeira sensação que teve enquanto recuperava sua consciência. O que era estranho, pois costumava dormir completamente imóvel em uma posição ergonomicamente confortável. Depois, percebeu que não estava deitada: estava sentada num piso frio de pedra, com os braços torcidos para trás e amarrados juntos pelo pulso.

Não moveu um músculo sequer, porém abriu os olhos, observando o cômodo que estava sem mexer a cabeça. Era a masmorra. Lembrava-se de ter passado por aquele andar ao explorar o castelo, mas na ocasião o lugar estava vazio e inabitado. Agora, podia ver outros dois semideuses presos às firmes barras de ferro das grades que fechavam as celas escuras.

Subitamente, Andy se lembrou de como viera parar naquela situação.

Continuara suas tentativas de evitar a festa ao se aventurar pelos corredores e cômodos misteriosos do castelo quando ouviu um rumor através de fantasmas de que semideuses haviam desaparecido. Um espírito vingador, eles murmuravam, mas nada diziam sobre seu paradeiro ou a respeito dos jovens raptados. Um impulso heróico a motivou a buscá-los. Afinal, se quem causava aquele problema era um fantasma, o resolveria num piscar de olhos e estaria longe dos outros campistas antes que eles pudessem agradecê-la.

Havia notado a presença do espírito um segundo mais tarde e, com um golpe bem encaixado, tinha desmaiado, sem ter ao menos visto o rosto de seu atacante.

Agora, parecia ser a única prisioneira consciente. Ou pelo menos pensando lucidamente. Os outros dois jovens estavam ensanguentados e emitiam baixos gemidos de dor. Pareciam ter sofrido algum tipo de tortura nas mãos do espírito, o que irritou ainda mais a filha de Melinoe.

Viu o fantasma antes mesmo que ele desistisse de tentar permanecer camuflado, com sua forma enorme e aparência velha. Uma enorme lança repousava aos seus pés. Espírito vingador encontrado. Lançou um olhar duro que deixava claro sua reprovação.

“Mas o que você pensa que está fazendo?!” Repreendeu a descendente de Afrodite, sua voz baixa e ameaçadora, e algo em sua aura deve ter alertado o espírito de que ela deveria ser levada a sério, pois ele arregalou os olhos.

No entanto, antes que pudessem fazer qualquer coisa, a negra ouviu ruídos vindos no lado de fora do cômodo. Passos estavam cada vez mais próximos e, então, o barulho de uma porta pesada sendo aberta.

Andy estreitou os olhos e aguardou, com a mandíbula trincada e uma postura elegante que destoava com sua atual situação. Não demonstrava qualquer sinal de medo, pois, depois de sua infância no Mundo Inferior, aquilo não era nada.

Quem apareceu foi uma jovem mulher, de curtos cabelos rosas e uma figura bastante atraente. Suas feições eram gentis, porém estavam endurecidas em concentração, como uma perfeita heroína ao resgate. Exalava uma aura de poder obscura, mas que era familiar para a semideusa. Olhar para a recém-chegada a fazia pensar nos deuses ctônicos que conhecia desde muito nova. Era como encontrar um pedaço de casa há quilômetros de seu ponto de origem.

Com uma olhada, viu que a semideusa atraía o olhar do fantasma e o encarava de igual para igual. Não teve dúvidas que ela tinha tudo sob controle. Não que Andy precisasse de ajuda, tinha certeza que conseguiria resolver aquilo tudo com muita rapidez. Mas não negaria que a visão da jovem empunhando sua foice, exibindo uma autoridade adquirida através da experiência com os mortos, era extremamente agradável.

Concentrou-se em suas mãos e nos poderes de Melinoe que faziam parte de seu corpo. Em questão de segundos, sentiu seus membros perderem temporariamente sua composição material, tornando-se intangíveis. As cordas, que antes apertavam os pulsos dela dolorosamente, caíram no chão, completamente inofensivas. Agora que havia se libertado, faria o mesmo pelos outros semideuses.

Eles não estavam longe de si, muito pelo contrário. Quase se tocavam. E o ceifador havia colocado a descendente de Afrodite exatamente entre os outros prisioneiros. Nem tinha se dado o trabalho de revistá-la para furtar sua adaga.

Foi com sua lâmina que Andy soltou os semideuses. Enquanto a outra semideusa lidava com o fantasma, ela utilizou de sua flexibilidade para esticar-se e, movendo-se discretamente, cortar as amarras que continuam os jovens campistas.

Quando retornou sua atenção para o espírito e a semideusa ctônica, um portal para o Mundo Inferior estava aberto e, instantaneamente, a filha de Melinoe reconheceu a outra como uma das servas de Thanatos.  Um leve sorriso surgiu no canto de seus lábios e, no instante que o espírito tentou reagir, entrou em ação.

“Pare neste instante. Você não machucará mais ninguém, vingador”, declarou e sua voz ecoou com poder, o comando sendo acatado de imediato. Enquanto falava, Andy ergueu-se do chão, olhando para o fantasma com um descaso real conquistado após anos assistindo sua mãe dominar seus espíritos. “Seu tempo no plano mortal está acabado. Vá embora.”

Não houve qualquer resistência. Como se toda luta tivesse deixado sua alma, o espírito simplesmente assentiu com a cabeça, antes de se virar na direção do portal e seguir até Caronte, que o aguardava do outro lado.

E, então, o portal se fechou, levando com ele o fantasma. Por alguma razão, o olhar da filha de Melinoe não deixou a ceifadora. Ao contrário, estava tão concentrada nela, tentando desvendar o que se passava em sua mente que quase se esqueceu de que não estavam sozinhas.

Foi Andy quem quebrou o silêncio.

“Eu tinha tudo sob controle.” Anunciou inesperadamente, porém seu tom era delicado, quase agradecido.

Seus lábios se curvaram num meio sorriso ao ouvir o que a outra disse em resposta. Deu nos ombros de leve, sentindo-se cada vez mais cativada pela desconhecida semideusa, repentinamente tentada a flertar com ela.

“Suponho que esteja certa. Você certamente sabia o que estava fazendo.” E a cada passo que ela dava em sua direção, Andy sentia o impulso de encerrar a distância entre elas. Seu rosto começava a esquentar. “E você pode me chamar de Andy.”

A proximidade entre as duas começava a se tornar imprópria, porém a descendente de Afrodite não conseguiu encontrar dentro de si razões para impedi-la. Seus olhos agora lutavam para permanecer nas orbes claras de Frie, pois os lábios que se curvavam e se moviam eram simplesmente atraentes demais para passarem despercebidos.

“O prazer é todo meu, Frie”, retorquiu, sua voz quase um sussurro.

Não soube dizer quem cruzou a distância primeiro. Simplesmente sentiu os lábios da outra tocarem os seus e, energetica e excitadamente, retribuiu o beijo. Suas mãos encontraram o rosto da ceifadora, segurando-o com delicadeza enquanto aprofundava a conexão.

Sentia-se aquecida, talvez até demais, quase controlada por uma força além de seu poder. Seu coração batia tão forte que não se surpreenderia se a outra, de alguma forma, também o escutasse. Sentiu uma mão pousar em sua cintura e a outra ir para seu rosto e seu corpo vibrou, como se ela não passasse de um instrumento musical e o hábil toque de Frie fosse capaz de extrair a mais bela sinfonia.

Não sabia, exatamente, até onde iriam. Porém foi um alto gemido de dor, provindo de um dos semideuses no chão, que sobressaltou Andy o suficiente para que se afastasse ligeiramente da outra jovem.

O rosto da descendente de Afrodite queimava e não só de vergonha. Pigarreou, um tanto desconfortável pela interrupção — por ter se esquecido dos prisioneiros feridos, na verdade — e, uma vez que Frie se afastou de vez, não soube muito bem o que fazer com seus braços. Moveu-os de um lado para o outro, antes de simplesmente cruzá-los sob seu peito e abordar os outros prisioneiros.

Ouviu o que a ceifadora falou e, em outras circunstâncias, o jeito desengonçado que ela falou seria engraçado. Naquele momento, sentia-se tão desajustada quanto ela.

“Acho que… bem, deve ser a escolha apropriada… provavelmente.” E uma simples afirmação se tornou num balbuciar incerto.

Ao ver a outra entrar em ação, tratou de fazer o mesmo. Segurou o segundo semideuses pelo tronco com um braço, enquanto segurava o antebraço dele, que apoiava-se em seus ombros. Erguer-lo, em seu atual estado de dormência, foi mais fácil do que imaginou. Uma vez que os quatro se encontravam de pé — dois deles de maneira duvidosa — tornou a olhar para Frie, sentindo as borboletas de seu estômago se revirarem ao ver quão adorável ela era, a olhando daquela forma.

Retribuiu o sorriso com timidez, lutando para controlá-lo e não deixá-lo se alargar demais. Não fez um bom trabalho.

“Eu adoraria isso”, retrucou baixinho, desviando o olhar para que ela não visse quão feliz ficou com a ideia.

Deixou que a ceifadora liderasse o caminho e se a negra passou a maior parte do trajeto com os olhos cravados na semideusa a sua frente, certamente não poderia ser julgada.

Equipamento:
Adaga Envenenada [Uma adaga de aparência comum, feita de um metal, exceto pelo veneno que há em sua lâmina | Efeito 1: Ao cortar a pele de semideuses e/ou monstros o veneno entra com contato com a corrente sanguínea, espelhando o veneno que irá durar três turnos, retirando 5 de HP a cada turno. | Metal comum | Sem espaço para gemas | Sigma | Status: 100% sem danos | Comum | Desconhecido]

Poderes:
Melinoe:
Nível 6
Nome do poder: Agilidade I
Descrição: São naturalmente mais ágeis do que boa parte dos campistas, e sua flexibilidade é impressionante, o que permite que eles consigam se esquivar mais facilmente, passar por buracos de um jeito que outros não conseguem, se soltar de cordas, e escapar de armadilhas com mais facilidade. Também permite que sejam esquivos, e em batalha, mais rápidos que outros campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de velocidade, agilidade, e flexibilidade.
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Melinoe não tem problema quando se trata da escuridão, e sua visão fica ainda mais apurada durante a noite. Não serão afetados pela escuridão e enxergarão perfeitamente bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar normalmente no escuro, tão bem quanto no claro. Contudo, escuridão magica ainda poderá afeta-lo.
Dano: Nenhum

Nível 13
Nome do poder: Aura Fantasma I
Descrição: Com o cair da noite, o filho de Melinoe consegue estabelecer uma espécie de ligação entre seu corpo e o mundo inferior. Isso faz com que se sinta mais forte, mais rápido, fazendo com que sua capacidade de luta em campo, se amplifique.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força e velocidade durante a noite.
Dano: +5% de dano em golpes e poderes ativos.

Nível 17
Nome do poder: Pavor
Descrição: O semideus tem uma aura natural, e fantasmagórica ao redor do seu corpo, que causa calafrios e medo em seus oponentes. Por onde passa tende a instigar o medo, o cheiro da morte, sua presença por si só, já faz com que seus inimigos hesitem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Causa confusão e medo em seu oponente, fazendo com que hesitem durante o primeiro turno, lhe dando a chance para atacar com mais voracidade.
Dano: Nenhum

Nível 23
Nome do poder: Inteligência
Descrição: Os filhos de Melinoe são mais inteligentes que a maioria dos campistas, perceptivos, e que aprendem muito rápido. Não é nada comparado a um filho de Athena, mas chega perto. Isso permite que identifiquem coisas mais facilmente, resolvam mais mistérios e descubram problemas que os outros não conseguem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de percepção em batalha, sendo capaz de descobrir pontos críticos. +25% de chance de suas estratégias funcionarem conforme o esperado.
Dano: Nenhum

Nível 23
Nome do poder: Voz do Poder
Descrição: Os filhos de Melinoe conseguem carregar a voz com uma aura poderosa, fantasmagórica, que fara com que, quando falar com um fantasma, esse lhe obedeça sem questionar. Podendo faze-lo lhe dar informações, ou ceder a você, fazendo coisas por você enquanto esse poder estiver ativo.
Gasto de Mp: 10 MP (por turno ativo).
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Os fantasmas farão tudo que pedir, podem atacar, te defender, ou falar coisas, passar informações. Contudo, esse poder precisa permanecer ativo, e a voz não deve soar hesitante, ou dá a eles brechas para fugir e escapar.
Afrodite:




Andromeda Cath Chiamaka
YOU KNOW THAT I'D JUST DIE TO MAKE YOU PROUD
Andromeda Chiamaka
Andromeda Chiamaka
Filhos de Melinoe
Idade : 20
Localização : Underworld

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Mensagem por Frieryat Börh Hoffmann em Qui Nov 07, 2019 12:25 am

arco-íris mágico mortal

O que vamos fazer hoje, Pinky??
Ih Cérebro, sinceramente nem eu sei...
Depois de voltar para o bar com Jonas, a ceifadora sentia que precisava de um pouco de ar. Ainda não havia se recuperado totalmente de toda a situação com Koda e Magnólia, e a menor lembrança daquilo fazia seu corpo inteiro arder em chamas. Ela observou seus mascotes ainda brincando com a Myst da celestial e preferiu deixá-los daquela maneira, pois todos pareciam felizes e satisfeitos. Cutucando o filho de Apolo com o indicador, sussurrou para ele que iria respirar um pouco e dar uma volta, o rapaz apenas assentiu dizendo que vigiaria os animais.

O castelo era enorme, e ainda havia muito a ser explorado, mesmo que ela tivesse andado tanto durante a caça aos doces. E também, por que não encher a cabeça de algumas coisas para tentar aliviar os pensamentos em relação a outras? Parecia uma boa saída.

Afastando-se do salão, ela passou a caminhar pelos corredores prestando atenção nos sons, nos móveis, nas cores e texturas de cada ambiente. E não demorou a encontrar uma escada de pedra que, até onde ela conseguia enxergar parecia não ter fim. Por que não? Pensou ela, colocando o pé direito no primeiro degrau. Era um longo caminho, e ela estava bastante curiosa para saber onde dariam todas aquelas pedras.

E o caminho era longo de verdade. Subindo sem parar, começava a parecer que a filha de Hécate não chegaria a lugar nenhum, mas ainda lhe restava algum fôlego. O castelo era realmente alto, mas até aquele momento ela não tinha a menor noção do quanto e ainda falta. A luminosidade começava a ficar cada vez mais precária, o intervalo entre as velas da parede aumentando a cada cinco ou seis degraus. Para sua sorte a escuridão nunca lhe fora um grande problema.

Ela começava a pensar em dar meia volta e explorar outra coisa, outro cômodo. Algo menos trabalhoso. Mas foi só pensar nisso que finalmente chegou ao último degrau, deparando-se com uma grande porta de madeira, cheia de detalhes em metal escuro como ferro estígio. Tinha quase certeza de que a porta seria pesada demais para ela, mas não se deixou vencer pelo próprio pensamento, nem custou a tentar tirar a prova de sua imaginação. Acabou se surpreendendo ao ver que a porta estava aberta, mas ainda assim era pesada. Foi necessário um tanto de esforço a mais para conseguir empurrá-la e enfim abrir um novo cômodo.

Ver a situação foi bem fácil até. A sala era um pouco mais iluminada do que do lado de fora. Havia um fantasma na sala, que podia ser o fantasma de um velho brutamontes, e três semideuses presos numa cela. Amarrados, feridos e dois deles desacordados. Ela procurou alarmada pelos olhos da semideusa desperta, que tinha os braços amarrados atrás do próprio corpo. Seus olhos eram ferinos, e também sedutores. Não pareciam assustados, por isso a ceifadora se acalmou um pouco. Até a postura dela lhe dava um ar altivo de sensualidade. Mas ainda havia o que fazer. Precisava livrá-los dali.

A ceifadora soltou um pigarro, fazendo o fantasma finalmente virar para ela. Era um fantasma meio burro, talvez. Mas ainda parecia um brutamontes. Ao vê-lo levantar uma foice espectral, entendeu que se tratava de um ceifador. Morto. Mas ainda um ceifador. Ela revirou os olhos rapidamente, mas tudo bem, era o trabalho dela lidar com as almas presas no mundo mortal. Estendendo a destra, girou o punho duas vezes ativando a Julgadora, que surgiu majestosa em sua mão. Agora estavam agindo de igual para igual.

— Só pode haver uma foice nesta sala. – Proferiu o fantasma, sua voz espectral preenchendo o ambiente como um eco.

Foi preciso reprimir a risada ácida que quis sair pela sua boca, e apenas jogou a foice para a mão esquerda, balançando-a um pouco ao segurá-la. Olhou para a semideusa presa que parecia tranquila diante da situação. Certamente acostumada com situações submundanas. A ceifadora direcionou-lhe um sorriso contido, suave, e voltou o olhar para o espírito ceifador.

Então será a minha – respondeu ela simplesmente, apoiando a foice no chão, e pendurando o peso do próprio corpo na arma, inclinando-se. O fantasma grunhiu. — É que na verdade é bem simples, sabe companheiro? Eu estou viva. Você não.

Não era como se ele não soubesse que estava morto, mas era exatamente como se ele não aceitasse aquela situação. Mais um grunhido, como se fosse um animal.

— Você não estará viva por muito tempo… – Cuspiu ele, aproximando-se da ceifadora com rapidez e tentando acertá-la com sua foice. E ela sabia que seria um golpe efetivo se não desviasse, então o fez, livrando-se da arma do outro.
Oh não… – e ela se permitiu rir para ele. — Não. É. Não precisa se preocupar com isso. Tenho certeza que lorde Thanatos viria pessoalmente me buscar, ou mandaria pelo menos algum de meus colegas para fazê-lo caso fosse minha hora. Mas a sua hora, – disse ela, cortando o ar e abrindo o portal de Caronte. Seria bem rápido acabar com aquilo. — A sua hora já passou faz tempo.

Olhou de soslaio para a semideusa presa, sentindo-se aliviada de ver que ela havia conseguido se soltar, e ajudava os outros semideuses que ainda estavam inconscientes, gemendo de dor.

Te apresento ao meu amigo Caronte – o barqueiro a olhou de olhos semicerrados ao ouví-la. — Caronte, veja que beleza, acho que esse vai direto para os Campos da Punição.
— Não vou não – quis refutar o fantasma, voltando a tentar atacar a semideusa, mas seu ataque foi interrompido no meio do caminho.

Voltando a olhar para a semideusa acordada, Frieryat ouviu as palavras saírem da boca dela quase como se fosse uma melodia. Era uma voz firme, mas ainda assim doce, como se tivesse o intuito de atrair pessoas para ela falando sobre qualquer coisa. A ceifadora, e também o barqueiro, prestavam atenção em cada palavra que a outra falava. Assentindo ao final da frase ela, a rosada indicou o portal que abriu com as duas mãos, como se quisesse mostrar ao espírito o caminho a seguir.

O fantasma do carrasco obedeceu sem hesitar e seguiu com Caronte, o portal se fechou, deixando na sala duas semideusas se encarado, e dois desacordados. Frieryat queria encontrar palavras para falar com ela, mas estas pareciam lhe faltar aos montes naquele momento. Não como se estivesse sob efeito de algum poder, mas simplesmente porque a outra era bela demais para deixar de ser vista, ou para que a ceifadora se atrevesse a quebrar o ar com qualquer palavra que fosse.

Então a própria detentora da beleza irresistível falou, deixando suas palavras pairarem no ar. A ceifadora sorriu para ela de forma suave, acenando levemente com a cabeça.

Tenho certeza que sim – respondeu, dando um passo em direção à ela. Quase podia identificar seu sotaque alemão afetado em suas palavras. — Mas um pouco de ajuda não faz mal a ninguém. – Outro passo. — Aliás, me chamo Frieryat. Mas pode me chamar de Frie.

E então ela parou. A foice virou novamente um bracelete em seu pulso direito. Mais um aceno de cabeça por parte da ceifadora, que sustentou o olhar da outra. Frieryat voltou a andar em direção à semideusa, diminuindo cada vez mais a distância entre elas. O que quer que houvesse naquele castelo, ela certamente ainda não havia decidido se para o bem ou para o mal, a deixava mais propensa a flertar sem limites. Só os deuses sabiam o que havia acontecido no salão. Menos de um passo as separavam quando ela voltou a parar.

É um prazer conhecê-la, Andy. – Disse sorrindo, enfatizando o nome da semideusa no final de sua frase.

Num ímpeto de coragem – ou talvez loucura – ela estendeu a mão para Andy, esperando que a outra a segurasse, mas antes que a filha de Hécate pudesse ter qualquer outra reação, seus lábios encontraram os da semideusa à sua frente. Se foi ela ou Andy, Frieryat já não saberia dizer, mas os lábios frios que tocavam um no outro faziam pequenas ondas elétricas percorrerem seu corpo inteiro. Seu rosto ardia. O toque das mãos de Andy também eram frios, mas a ceifadora não a repeliu. Pelo contrário, levou uma de suas próprias mãos para o rosto da semideusa, enquanto a outra mão encontrava sua cintura.

O que quer que estivesse acontecendo ali, não estava mais sob o controle dela exatamente, mas também não era como se outra pessoa a obrigasse a fazer aquilo. Foram escolhas impulsivas talvez, mas totalmente feitas por ela, e aceitas por Andy. Não podia ser errado. E o contato era suficiente para ela sentisse algo quase queimando dentro de si, uma chama que só aquecia e não machucava.

Parecia difícil separar seus corpos, mas um gemido alto vindo de trás das duas fez a ceifadora acordar de seu quase transe. Um dos semideuses parecia estar recobrando a consciência, e aquilo fez com que Frieryat finalmente fosse capaz de se afastar de Andy. Ela precisou piscar algumas vezes e soltou um outro pigarro, limpando um nada em sua garganta.

A ceifadora tinha certeza de que seu rosto estava quase da cor de seu cabelo naquele momento, mas também não havia muito mais tempo para que ela resolvesse aquela questão. Da forma mais delicada que pode, afastou-se ainda mais de Andy, andando em direção aos semideuses que acordavam, abaixando-se ao lado deles.

Hm… É… – ela buscava palavras, mas elas não vinham. Sequer sabia o que fazer. — Precisamos… Levá-los daqui? – A frase toda saiu de sua boca sem muita certeza, transformando-se em uma pergunta no final.

Ela olhava meio abobalhada para Andy, mas esperava que a semideusa não notasse. Foi preciso um punhado de força de vontade para parecer séria novamente, e assentindo, pegou o braço de um dos semideuses, apoiando-o sobre seus ombros. O que eu faço com 1m54cm de tamanhas bobajadas? Perguntou-se ela, tentando esquecer o quão podia estar parecendo boba para Andy, que era tão elegante. Seu braço passou pela cintura do corpo do outro, e sua mão livre firmava o braço dele ao redor dela. Tomou impulso e elevou seu corpo junto ao dele. Era preciso coragem para encarar Andy novamente, mas ela o fez e antes de começar a andar, conseguiu direcionar mais um sorriso à semideusa.

Espero te encontrar mais vezes, Andy. – Disse ela, seguindo em frente, esperando que a outra viesse atrás dela com o segundo meio humano semiconsciente para que buscassem ajuda de curandeiros ou filhos de Apolo.


Missão:
O ceifador de Almas
O antigo carrasco do castelo também foi executado ali e seu espírito tornou-se um vingador. Alguns semideuses já desapareceram e durante uma exploração, você os encontrou desacordado nas masmorras, acontece que ao tentar soltá-los você acabou atraindo o espírito que o nocauteou e o prendeu também. Agora você precisa se soltar e soltar os outros antes que seja tarde demais, mas cuidado, o carrasco pode estar por perto sempre.
Requisito – Mínimo nível 10.
Recompensa até: 3.000 XP – 5.000 dracmas – 4 ossos


Informações:
1. FPA linkada no perfil;
2. Jonas é um NPC da trama de Frieryat, filho de Apolo e legado de Melinoe.
Poderes:
Passivos:

Hécate


Ceifadores de Thanatos
Nome do poder: Aparência da Morte
Descrição: O seguidor da morte tende a ter a pele muito clara, semelhante a um corpo gelado, além disso sua pele é extremamente fria, exatamente como a de um morto.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Silenciosos
Descrição: Assim como a morte nem sempre anuncia sua chegada, os membros desse grupo secundário podem escolher abafar seus sons. Podendo assim passarem despercebidos, ou então não denunciar sua aproximação.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de furtividade. +80% de chance de passar despercebido ou executar um ataque surpresa.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Beleza Estonteante
Descrição: Os seguidores da morte possuem uma beleza diferente da comum. Não apelam para a vulgaridade ou atração sexual, são belos de maneira angelical e quase divina. Dessa forma, conseguem distrair outras pessoas apenas por estarem em algum lugar, servindo de distração ou apenas para ajudar em algo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Visualizar Fantasmas
Descrição: Ceifadores de Thanatos/Leto conseguem visualizar almas penadas que vagam pelo mundo dos vivos, sendo capazes de se comunicarem com elas. Eles são capazes também de entender o que sentem, podendo ajudá-las a seguirem seu caminho e partirem desta para uma melhor (ou média... ou pior, sabe-se lá o que ela aprontou em vida)
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.


Legado de Íris
Ativos:

Hécate


Ceifadores de Thanatos


Legado de Íris
Habilidades Adquiridas:
Mascotes:
Rhysand:
Poderes:
Itens:
Wëdir:
Poderes:
Itens:
Armas:
• Julgadora [Uma bonita e grandiosa foice toda feita de material negro enquanto sua lâmina, prateada, dizem ser feita de adamantino. É uma arma pesada nas mãos de qualquer outro semideus que ouse empunhar a arma mas tende a se tornar leve nas mãos dos ceifadores afinal, a foice sempre foi uma das marcas registradas de seu mestre. | Efeitos mecânicos: Se torna um bracelete quando não está sendo utilizada. Para ativar a arma, gire o pulso duas vezes em sentido horário para que o cabo comece a se desprender de seu pulso e cresça até se tornar a arma que é. | Cortes realizados por esta arma recuperam o HP de seu portador em 10% do dano causado.| Resistência Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Nível 3. | Lendária |Presente de reclamação dos Ceifadores de Thânatos].








frieryat
† the wizardry rainbow of death †
† arcadia's defensor †


Frieryat Börh Hoffmann
Frieryat Börh Hoffmann
Ceifadores de Thanatos
Idade : 21
Localização : Se não me engano, você teria aula hoje. De fato, chegamos a nos encontrar. Posteriormente, os alunos (e muitos) te procuraram.

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Mensagem por Osten B. Griffin em Qui Nov 07, 2019 9:55 pm


Frieryat e Andromeda

Valores máximos que podem ser obtidos:


Máximo de recompensa a ser obtida: 3.000 XP + 5.000 Dracmas + 4 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 3.000 XP + 5.000 Dracmas + 4 ossos

Comentários:
Vocês me surpreenderam muito, meninas e eu adorei ler os posts interligados que criaram. Parabéns.
Atualizadas por Hades. Osten recebe 200 xp e dracmas + 2 ossos.


• SON OF ZEUS •
• REAPER LEADER •
• DISTURBED •
Osten B. Griffin
Osten B. Griffin
Líder dos Ceifadores
Idade : 24

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Mensagem por Frieryat Börh Hoffmann em Qua Nov 13, 2019 2:54 pm

arco-íris mágico mortal

O que vamos fazer hoje, Pinky??
Ih Cérebro, sinceramente nem eu sei...
O último acontecido havia sido… Instigante. E de tirar o fôlego, quase literalmente. E para quem precisava respirar, Frieryat estava se saindo bem em fazer exatamente o contrário, por isso, ao invés de encontrar Jonas e os mascotes no salão, ela preferiu sair um pouco do castelo e respirar ar puro. Andy era… diferente. Pare de pensar nisso! Reclamou consigo e seguiu andando. Não que quisesse realmente não pensar na garota, mas queria ao menos entender todas as sensações que ela havia causado em seu corpo. Colocar os pensamentos em ordem.

Enquanto caminhava pelos jardins, observou as grandes paredes que se emaranhavam ali do lado de fora. Ponderou sobre adentrar, pensando nos últimos labirintos que havia percorrido. Labirintos nunca eram boa ideia, mas a cabeça da rosada não estava exatamente centrada em produzir boas ideias naquele momento, por isso seus questionamentos quanto à entrar ou não ali foram sanados pelos seus próprios pés, que se mexiam praticamente por conta própria. Entre uma esquina e outra, à esquerda, depois à esquerda, em seguida à direita e à esquerda mais uma vez. Não tardou até ela perceber que estava perdida.

Nada novo sob a lua, hein Frieryat? – Resmungou sozinha, enquanto dobrava em mais uma esquina do labirinto.

Frieryat não entendeu muito bem quando caiu, mas seus olhos não demoraram a se adaptar à penumbra do buraco que ela abrira ali no chão. Ouviu o sibilar baixo de pequenas cobras, e as enxergou quase imediatamente. Era como se pudesse ouvir seus pensamentos. Fome. Essa parece uma boa refeição. Aquilo definitivamente podia não acabar muito bem.

Esperem aí, eu não vim para ser refeição de ninguém – disse ela, quase sibilando também. As cobrinhas pararam.

Ela nos entende? Sibilavam elas, entreolhando-se no chão. Estavam tão surpresas quanto a própria ceifadora, mas a rosada preferiu tirar alguma vantagem daquilo.

Entendo, e garanto a vocês que não seria uma boa refeição… – começou ela, calculando bem suas próximas palavras. — Eu tenho gosto de morte…

Eca, pensavam as cobras. Mamãe, temos uma moribunda aqui.

Mamãe? – Só então foi que a ceifadora conseguiu visualizar o grande basilisco que dormia ali. Mas agora já não dormia tanto.

As fendas dos olhos do monstro a encontraram, e ele sibilou, mas não era como se Frieryat realmente a entendesse. Mas que merda…, pensou a ceifadora ativando a foice em seu braço. As pequenas cobras até podiam ser boazinhas, mas o basilisco certamente não seria. Ainda mais se pensasse que a filha de Hécate queria machucar seus filhotes.

E parece que foi exatamente o que o monstro pensou, e a culpa era toda de Frieryat por ter ativado a Julgadora antes do basilisco dar o primeiro passo. Mas ela também não podia simplesmente se deixar ser atacada.

A cauda do monstro veio primeiro, fazendo a ceifadora ter que dar um grande pulo para trás, a fim de livrar do ataque. Rapidamente ela atirou sua foice, em direção ao corpo esguio do animal enorme. Ela precisava ser rápida para se livrar daquilo. Não queria matar o monstro, mas também não queria morrer. Então só precisava deixá-lo o mais lento possível por tempo suficiente, e ela sabia o feitiço exato para aquilo. Enquanto sua arma percorria o trajeto no ar, ela sacou a varinha do colar, e apontou-a para a criatura, conjurando o feitiço:

Desidia! – E sua arma voltou para sua mão.

Ela não esperou mais. Quando percebeu que os movimentos do basilisco estavam devagar o suficiente, abriu suas asas, tomando impulso e batendo-as para sair dali pelo mesmo buraco por onde entrara. Nota mental: não entrar em labirintos. Nunca mais.


Missão:
O labirinto
Você achou que era sim seguro entrar no labirinto, mesmo contra tudo que Quíron e o senhor D. disseram, acontece que você acabou pisando em uma parte oca e a terra cedeu, te jogando diretamente para sabe lá deuses onde. Como se tudo isso não fosse ruim o suficiente, há uma enorme cobra ao dormindo ao seu redor e ela tem filhotes que estão acordados e muitíssimo afim de te usar como refeição. Ops.
Requisito – Mínimo nível 10.
Recompensas até: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos

Informações:
1. FPA linkada no perfil;
Poderes:
Passivos:

Hécate
Nível 5
Nome do poder: Língua de Cobra
Descrição: O semideus possui certa afinidade com cobras, e eles o respeitam. Ele consegue se comunicar e entender o que as serpentes falam, mas não podem dar ordens, apenas conseguir informações.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem extrair conhecimento ou informações ao falar com esses animais.
Dano: Nenhum

Ceifadores de Thanatos
Nível 49
Nome do poder: Voo noturno II
Descrição: Ao usarem das asas para voar durante a noite, quando o ceifador encontra mais força, o cansaço durante o voo é anulado, permitindo que o ceifador realize longas viagens sem ser afetado pela fadiga.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Legado de Íris

Ativos:

Hécate
Nível 31
Feitiço: Desidia
Descrição: O inimigo se torna lento e preguiçoso por dois turnos, lhe dando tempo para escapar, se curar ou atacar.
Gasto de Mp: - 40 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Apenas verbal.

Ceifadores de Thanatos
Nível 8
Nome do poder: Arremesso de Foice
Descrição: Uma habilidade especial que permite ao ceifador lançar sua foice, que irá girar e atingir seu alvo, retornando para sua mão ao fim do movimento.
Gasto de Mp: 15 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: 10% de dano extra.
Extra: Se a força do inimigo for maior do que a determinação do ceifador, a foice pode ser segurada pelo adversário.


Legado de Íris
[
Habilidades Adquiridas:
Armas:
• Julgadora [Uma bonita e grandiosa foice toda feita de material negro enquanto sua lâmina, prateada, dizem ser feita de adamantino. É uma arma pesada nas mãos de qualquer outro semideus que ouse empunhar a arma mas tende a se tornar leve nas mãos dos ceifadores afinal, a foice sempre foi uma das marcas registradas de seu mestre. | Efeitos mecânicos: Se torna um bracelete quando não está sendo utilizada. Para ativar a arma, gire o pulso duas vezes em sentido horário para que o cabo comece a se desprender de seu pulso e cresça até se tornar a arma que é. | Cortes realizados por esta arma recuperam o HP de seu portador em 10% do dano causado.| Resistência Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Nível 3. | Lendária |Presente de reclamação dos Ceifadores de Thânatos]
• Varinha HP [Uma varinha de 12 ¾cm de comprimento. Feito de Corda de Coração de Dragão. Feito de sicômoro e arambarium é um ótimo item para qualquer praticante de magia. | Efeito de transformação: Pode virar um pingente em uma versão menor da própria varinha | Efeito 1: Aumenta em +30% as chances de sucesso ao lançar um feitiço, auxiliando quando o inimigo for aparentemente mais forte. Esse efeito também diminui o gasto de energia ao usar feitiços em 25%. | Madeira Reforçada e Arambarium | Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]








frieryat
† the wizardry rainbow of death †
† arcadia's defensor †


Frieryat Börh Hoffmann
Frieryat Börh Hoffmann
Ceifadores de Thanatos
Idade : 21
Localização : Se não me engano, você teria aula hoje. De fato, chegamos a nos encontrar. Posteriormente, os alunos (e muitos) te procuraram.

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[MF] Frieryat Börh Hoffmann - Página 2 Empty Re: [MF] Frieryat Börh Hoffmann

Mensagem por Hemera em Qua Nov 13, 2019 6:13 pm


Frieryat


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 5 ossos

Spoiler:
Ótima uso do feitiço para lhe dar tempo para fugir. Parabéns!

Atualizado por Macária.

Hemera
Hemera
Deuses Menores
Localização : Tártaro

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[MF] Frieryat Börh Hoffmann - Página 2 Empty Re: [MF] Frieryat Börh Hoffmann

Mensagem por Frieryat Börh Hoffmann em Qui Nov 14, 2019 5:38 pm

arco-íris mágico mortal

O que vamos fazer hoje, Pinky??
Ih Cérebro, sinceramente nem eu sei...
Eram tantos acontecimentos naquela festa, naquele castelo, que Frieryat sequer conseguia decidir se era pior estar dentro ou fora dele. Bom… Pelo menos dentro tinha mais pessoas com quem ela podia sentar e interagir, mas ao olhar para o salão ela não tinha certeza de que estava muito afim de socializar com as pessoas. Tendo a certeza de que seus animais estavam sendo bem cuidados por Jonas, ela decidiu que o que realmente precisava era uma cama para deitar e relaxar o corpo e a mente.

Decidiu desbravar o corredor de portas que, pelo que ela lembrava, ficava logo ali perto. Talvez até pudesse usar o quarto onde havia ficado presa mais cedo, antes de todo o resto acontecer. Era uma boa opção, o difícil era lembrar exatamente qual era a porta que daria naquele quarto específico, de decoração vitoriana. A ceifadora vagou um pouco pelo corredor, tocando cada porta como se quisesse sentir alguma coisa, mas nada vinha. Intuição não a levaria a nenhum lugar específico, e ela precisava arriscar. Abriu a porta seguinte de olhos fechados, adentrando o cômodo sem saber onde estava indo.

Abrir os olhos lhe trouxe um alívio imediato por ver uma grande cama no centro do ambiente, mas decerto que havia algo errado ali. Não parecia o quarto de um castelo antigo, nem mesmo de um castelo moderno. Sequer parecia o quarto de uma casa comum. Parecia um…

Quarto de motel?! – Admirou-se ela, olhando para cima e encontrando o teto espelhado.

Havia alguma coisa muito errada por ali. Por que a porta de um castelo daria num quarto de motel? Não fazia o menor sentido, e ela não queria ficar ali. Deu meia volta no seu eixo, virando as costas para a grande cama circular do quarto e segurando a maçaneta da porta. Virou-a uma, duas, três vezes até se conformar de que a porta estava trancada e ela sozinha.

Patefacio! – murmurou ela para a fechadura, e assim conseguiu destrancar a porta.

Fácil demais para se cantar vitória antes do tempo. Fácil demais mesmo. A porta aberta dava, não para o corredor de portas do castelo, mas para um outro corredor de portas, que pertencia ao motel. Apesar do ambiente, Frieryat não ouvia nada. Era como se o local estivesse abandonado, e só então ela percebeu as ruínas. Paredes destruídas, escombros, portas partidas ao meio. Era um motel abandonado. E ela quase podia as almas esquecidas ali.

Caminhou até a porta danificada mais próxima, abrindo-a com certa dificuldade.

Não se tem mais privacidade aqui?! – Exclamou uma voz masculina e oca, fazendo a ceifadora levantar o olhar para dentro do quarto.

Havia um casal espectral sem roupas sobre a cama. Frieryat sentiu o rosto esquentar e engasgou uma risada nervosa, que saiu em forma de tosse.

Você não tem vergonha não, menina?
Desculpa, senhor, não tive intenção. – Disse ela, colocando a mão sobre a boca.
Dá pra nos dar licença? Estamos meio ocupados aqui. – Respondeu uma segunda voz masculina, e ela então se deu conta de que era o fantasma de outro homem.
Oh, amigos… – Ela começou, mordendo o dedão pensativa. Seria ela a pessoa a dar aquela notícia? — Vocês, sei lá, sabem que morreram, né?

Os dois a olharam horrorizados. Quem era ela para ousar dizer aquilo? E ainda mais em voz alta. Continuaram olhando feio para a semideusa, que desviou o olhar dos dois, observando as paredes pela metade atrás deles.

Pelos deuses… Vejam as paredes! Vocês realmente não perceberam que morreram aqui? – Ela ficou sem resposta. — Gente!...
Saia daqui! – Esbravejaram os dois ao mesmo tempo, e a ceifadora levantou as mãos frente ao peito em sinal de rendição.

Depois ela voltaria ali para encaminhar aqueles dois, quando eles terminassem o que quer que estivesse fazendo. Por que essas coisas só acontessem comigo? Perguntou-se, saindo do quarto e voltando a caminhar pelo corredor do motel. A cena era de total destruição, e Frieryat adoraria descobrir o que havia acontecido ali.

Enquanto desbravava o local, encontrou alguns fantasmas que aceitaram de bom grado seguir o caminho da morte. Era estranho que tantas almas havia ficado ali, esquecidas. Somente um fantasma lhe contou que alguém, até agora desconhecido, havia explodido o local por causa de ciúme. A ceifadora revirou os olhos ao ouvir aquilo e decidiu, por conta própria, que investigaria a situação, até descobrir o responsável por aquilo assim que voltasse para a Gruta.

Mas logo ela descobriria que não seria necessário sair do motel abandonado para descobrir o responsável pela destruição daquele prédio. Encontrou o fantasma de um homem, que podia ter sido um crossfiteiro em vida, cada braço do tamanho de um elefante, choramingando atrás do balcão da recepção do motel. Ela se apoiou no móvel sólido, impulsionando o corpo para cima e ficando quase pendurada ali.

Por que você está chorando? – Questionou calmamente à alma triste.
É culpa minha… É tudo culpa minha… – repetia o fantasma baixinho, sua voz oca tremia.

Ué…, pensou consigo olhando curiosa para o fantasma chorão. A culpa era dele? Ele também morreu ali? Mas não tinham explodido o prédio? Frieryat encheu os pulmões de ar antes de perguntar:

Como assim a culpa é sua?
Fui eu… Fui eu que causei a morte das pessoas. – Contou ele, levantando a cabeça para olhar de quem vinha a perguntar. — Quem é você? Por que consegue me ver? – Pelo menos ele tinha a consciência de que estava morto.
Quem eu sou não importa agora – respondeu ela, sua voz calma e suave. — O que você fez, já que a culpa é sua?
Fui que eu explodi o prédio – explicou ele, ficando de pé. Frieryat se soltou do balcão, voltando para o chão. O fantasma chorão e assassino tinha mais do que o dobro de seu tamanho. — Eu descobri que minha mulher estava me traindo, então decidi colocar um fim à essa traição! – Contou, cerrando os punhos espectrais ao lado do corpo. Havia mágoa, raiva e tristeza em sua voz.
Quer dizer que além de corno, você era burro? – A pergunta escapuliu da boca da ceifadora sem que ela tivesse tempo de pensar, o que acabou deixando-a em maus lençóis. Precisou desviar de um soco para não ser a ceifadora que apanhava de fantasmas. — Desculpe, desculpe. Não foi minha intenção. Mas realmente não foi inteligente se explodir junto com o motel…

Para ela não fazia o menor sentido, parecia que ele queria mesmo se matar. Quer dizer… Havia formas mais fáceis de fazer aquilo, que não envolviam matar todas as pessoas que não tinham culpa dele ser corno. Ele nem devia querer matar ninguém por ser corno. Surpreendendo-a, o fantasma concordou, baixando a cabeça.

Tem razão. Não foi lá muito inteligente, mas eu estava com raiva, sabe? Ninguém pensa muito bem com raiva.

E ela sabia que ele tinha razão em partes. Bateu os dedos sobre a superfície do balcão onde há pouco estava pendurada, e olhou para ele e depois para a foice transformada em bracelete no seu braço. Ela podia ajudá-lo, ele só talvez não fosse gostar muito.

Não pensa mesmo, mas por que ainda está aqui? Por que não foi para o mundo dos mortos?
Acha mesmo que eu teria descanso eterno? – Sua voz oca agora tinha um leve tom de deboche.
Eu não disse isso… Só que não faz sentido ficar vagando pelo motel que você destruiu. Vai fazer alguma coisa da vida.
Acho que nem o inferno me aceita…
O inferno aceita todo mundo, isso eu te garanto. – Ela girou a destra, ativando a Julgadora e abriu um sorriso para o fantasma. — Frieryat Börh Hoffmann, ao seu dispôr. Ceifadora de Tânatos, pronta pra te mandar pro outro lado. – O homem que estava em defensiva, se mostrou surpreso ao ver o portal que se abriu no nada quando Frieyat cortou o ar com sua foice.
Isso é o mundo dos mortos? – Perguntou ele confuso.
Não, mas é o caminho pra lá. Boa viagem.

O fantasma hesitou um pouco, olhando para o portal duvidoso, como quem não sabia se devia acreditar na garota ou não. Relutantemente, ele se aproximou, olhando fixamente para a ceifadora.

Você já morreu… O que pode ser pior do que isso? – Questionou ela, apontando para Caronte.

O fantasma por fim deu de ombros e quase se jogou no portal, indo direto até o barqueiro. A imagem dos dois se fechou diante dos olhos dela, que olhou para a porta de saída. Era tentador ver onde ela daria, mas havia o primeiro casal, que ela não havia mandado de volta ainda e por isso, decidiu fazer o caminho contrário, voltando para o quarto onde eles se encontravam. A ceifadora entrou sem pedir licença, com a foice debaixo do braço e as mãos batendo palmas fortes.

Vamos gente, acabou a brincadeira. Hora de partir! – Disse ela, cortando pegando a arma com a destra e cortando o ar para abrir o portal do barqueiro. Os homens olhavam para ela incrédula. — Não me olhem assim não. Vocês vão ter tempo suficiente de fazer o que quiserem lá pelos domínios do Submundo. Façam boa viagem.

Indo até a cama, ela pegou os dois fantasmas nus pelas mãos, seus corpos espectrais brilhando e o misto de confusão e incredulidade estampado em seus rostos. Levou ambos até o barqueiro, dando um tchauzinho antes de desaparecerem na sua frente. Correu toda a extensão do motel até a recepção, onde a porta da frente se encontrava. Em que cidade no mundo será que aquele motel se localizava? Bom, ela só saberia quando finalmente saísse dali.

Abriu a porta dupla como quem abre os portões da liberdade, esperando que um Sol forte iluminasse tudo lá fora. Tudo que encontrou foi o corredor de quartos do castelo. De pedras e mal iluminado. Cheio de portas que levavam à quartos… De castelo ou de motel.

Acho que vou ficar bem longe daqui por enquanto… – Sussurrou ela para si mesma, voltando para o salão principal, onde a festa ainda acontecia.

Quantos anos duraria aquela noite?[/color][/color]


Missão:
Cômodos malucos
O castelo é um tanto mais complexo do que aparenta. Algumas portas podem te levar para lugares aleatórios como manicômios abandonados, igrejas caindo aos pedaços, outros castelos ainda mais tenebrosos e vários lugares que já foram esquecidos pelos homens. Sem querer, você foi para um destes lugares e ao tentar retornar descobriu que a porta não te levava de volta. Agora precisa enfrentar os perigos do lugar desconhecido e encontrar um meio de retornar para o lugar de onde veio.
Requisito – Mínimo nível 8.
Recompensas até: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos.

Informações:
1. FPA linkada no perfil;
Poderes:
Passivos:
Hécate


Ceifadores de Thanatos

Legado de Íris

Ativos:
Hécate
Nível 9
Feitiço: Patefacio
Descrição: Usado para destrancar quaisquer fechaduras.
Gasto de Mp: - 30 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Apenas verbal.

Ceifadores de Thanatos

Legado de Íris
[
Habilidades Adquiridas:
Mascotes:
Rhysand:
Poderes:
Itens:
Wëdir:
Poderes:
Itens:
Armas:
• Julgadora [Uma bonita e grandiosa foice toda feita de material negro enquanto sua lâmina, prateada, dizem ser feita de adamantino. É uma arma pesada nas mãos de qualquer outro semideus que ouse empunhar a arma mas tende a se tornar leve nas mãos dos ceifadores afinal, a foice sempre foi uma das marcas registradas de seu mestre. | Efeitos mecânicos: Se torna um bracelete quando não está sendo utilizada. Para ativar a arma, gire o pulso duas vezes em sentido horário para que o cabo comece a se desprender de seu pulso e cresça até se tornar a arma que é. | Cortes realizados por esta arma recuperam o HP de seu portador em 10% do dano causado.| Resistência Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Nível 3. | Lendária |Presente de reclamação dos Ceifadores de Thânatos].









frieryat
† the wizardry rainbow of death †
† arcadia's defensor †


Frieryat Börh Hoffmann
Frieryat Börh Hoffmann
Ceifadores de Thanatos
Idade : 21
Localização : Se não me engano, você teria aula hoje. De fato, chegamos a nos encontrar. Posteriormente, os alunos (e muitos) te procuraram.

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[MF] Frieryat Börh Hoffmann - Página 2 Empty Re: [MF] Frieryat Börh Hoffmann

Mensagem por Osten B. Griffin em Qui Nov 14, 2019 8:18 pm


Frieryat


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 6.000 XP – 6.000 Dracmas – 6 ossos

Spoiler:
Eu não me canso de ler suas postagens, menina, eu tenho orgulho de ter uma ceifadora assim. Arrasou!

Atualizado por Hefesto
Osten recebe 200Xp e Dracmas + 2 ossos



• SON OF ZEUS •
• REAPER LEADER •
• DISTURBED •
Osten B. Griffin
Osten B. Griffin
Líder dos Ceifadores
Idade : 24

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