The Blood of Olympus
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{ghost whisperer — beauty queen} trama pessoal

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Mensagem por Andromeda Chiamaka em Sab Set 21, 2019 10:21 pm


everyone knows that I'm dying to feel fine
but the lense in my brain always tells me twisted lies

{the afterlife}


O Mundo Inferior era sombrio, escuro e deprimente. Suas rochas pareciam sugar toda felicidade das almas que vagavam por ali, solitárias e perdidas, cumprindo com suas penitências sem possibilidade de mudança. Gritos daqueles que sofriam punição eterna ecoavam pelo reino e sons estridentes e incompreensíveis assombravam os desavisados a todo instante.

Mas em meio a todo aquele sofrimento, havia um canto do Submundo cercado por muros e muito menor que qualquer uma das áreas destinadas aos mortos, onde tudo era o mais perfeito oposto daquela escuridão. As cores eram vibrantes e variadas, animais saltavam de um lado para o outro e o som dos risos ocultava os lamentos que vinham do exterior.

Catherine Burkhardt se encontrava lá, nos Campos Elísios, a morada dos bons e justos. Em suas vestes douradas, que pareciam flutuar ao seu redor enquanto dançava junto com outros moradores ao redor de uma fogueira e um sorriso relaxado no seu belíssimo rosto, parecia ainda mais jovem do que era. Ainda assim, quem lhe visse lamentaria a morte de uma mulher tão jovem e tão bela. Mas quando se era prole semidivina, bem, Thanatos sempre parecia ter pressa em buscá-los.

Era uma filha de Afrodite, uma das favoritas que a deusa tivera, que se encontrara com a morte muito antes do que imaginara, mas do jeito que previra: sacrificou-se por quem amava. Deu sua vida para salvar o mundo. E por seus esforços em vida, por todos os perigos que enfrentara e derrotara pelo bem maior e em nome do Olimpo, fora recompensada com o paraíso. Um alívio, claro, pois depois de todo mal que vira e de tudo que fizera para sobreviver, temeu o destino de sua alma por grande parte de sua vida adulta.

No entanto, nem mesmo a morte lhe trazia sossego. Pois embora estivesse satisfeita em passar a eternidade ali, aproveitando todas as dádivas que os Elísios podiam lhe fornecer, algo lhe incomodava. Uma sensação quase esquecida, praticamente acabada, de falha. De ausência. Somente quando se concentrava bastante podia identificar que se sentia incompleta.

O tempo era um conceito complexo de se capturar uma vez morto, mas Catherine sabia que demorou muito, talvez anos, para finalmente decidir fazer algo a respeito. E tão cedo chegou a essa conclusão, recebeu uma visita.

A princesa do Mundo Inferior. Senhora dos fantasmas. Melinoe.

“Posso sentir tua inquietude, Catherine”, dissera a deusa, sua expressão serena e sua pele tão pálida que parecia ser translúcida. A voz era doce, baixa como um sussurro e estranhamente acalentadora. “Anseias pela vida mortal. Sentes falta da batalha. E de teus velhos amigos. Queres encontrá-los.”

A filha de Afrodite fechara os olhos, tomada pela tranquilidade da deusa e se não focasse na aura que ela emanava, poderia iludir-se ao imaginar que quem estava ali era Psiquê, sua antiga senhora, presença constante e reconfortante em sua vida mortal.

“Sim”, murmurara em resposta, a palavra ecoando em sua consciência, renovando sua alma e pesando em seu peito de uma forma que depois de seu período morta, causa estranhamento.

“Posso ajudá-la. Mas não será fácil. Nada será como antes. Não possuirás as memórias desta vida. Encontrarás um mundo mudado quando retornar aos vivos”, explicava a deusa, e a semideusa simplesmente assentia em consentimento. “Mais que isso, uma vez renascida, tu não pertencerás mais à Afrodite.” Aquilo fez com que Catherine abrisse os olhos, algo que imitava surpresa em seu olhar, mas não passava de pura curiosidade. “Serás minha. Apenas minha.”

Os olhos castanhos da negra se fixaram na morena e por longos segundos, não reagiu. Procurava por algo no olhar da deusa, buscava alguma resposta dentro de si mesma. Uma parte dela não queria deixar os Campos Elísios, pois temia o sofrimento mundano. Mas outra parecia vibrar com a perspectiva, alegrava-se com os perigos que enfrentaria e as conquistas que ganharia. E acima de suas emoções, sua razão focou na Ilha dos Abençoados, destinada àqueles que 3 vezes alcançaram os Elísios.

E então, sorriu.

“Então faça-me sua.”

{the broken childhood}


Em sua primeira década de vida, Andy conheceu nada além do palácio de Hades, nas profundezas do Submundo. Estudava os mais distintos assuntos com sua mãe, passeava pelos jardins de pedras preciosas junto à Perséfone, treinava combate enfrentando bestas e criaturas sombrias sob o olhar de Hades. Fantasmas e espíritos eram sua companhia e, através deles, vislumbrava o que era a vida no mundo mortal.

Só soube o que era a luz do sol quando completou 13 anos e, como presente de aniversário, recebeu permissão de deixar o Mundo Inferior. Ao retornar, com os olhos doloridos pelas luzes que a cercavam e a cabeça pesada com a quantidade de informações que absorvera no curto período em que esteve sobre a terra, questionou sua mãe a respeito de sua estadia prolongada no mundo dos mortos.

A resposta que recebeu não revelou quase nada e jamais escapou de sua memória.

“Aqui posso mantê-la a salvo. O mundo é cruel e doloroso, minha querida. Enquanto você estiver no Submundo, estará sob minha proteção”, dissera Melinoe e embora seu rosto carregasse a mesma expressão de inalcançável serenidade, seu tom era duro e firme.

“Mas não sou uma deusa. Sou mortal. Vou envelhecer e morrer. Você quer me prender aqui até o fio de minha vida seja cortado?” Retrucou Andy, exibindo os primeiros sinais de rebeldia adolescente – fase que durou apenas alguns meses, pois, por consequência de sua criação, sempre tivera um amadurecimento precoce em relação a outras crianças.

Havia um brilho estranho nos olhos da senhora dos fantasmas quando seu olhar encontrou o de sua filha. Como se estivesse penetrando todas as barreiras, encontrando a parte de Andy que se sentia deslocada, que ansiava por algo diferente. A sensação de incômodo que a acompanhava por tanto tempo que por vezes esquecia de sua existência.

“Você pertence a mim”, respondeu a imortal. Era uma frase que a negra já ouvira antes, que soava como um desafio a alguma força desconhecida que parecia cercar a semideusa. “Você permanecerá ao meu lado até eu diga o contrário.”

Melinoe manteve sua palavra.

Por mais 6 anos, Andy continuou no Mundo Inferior, consideravelmente mais miserável que antes. Todas as tentativas e pedidos que fizera para conhecer o mundo mortal falharam. Estava prestes a desistir de vez e simplesmente aceitar que jamais deixaria o Submundo quando entreouviu uma conversa entre sua mãe e sua avó.

“... nem mesmo eu aceitei tal destino...”
“... ela é minha, não deixarei...”
“... pro Acampamento, então...”
“... ficar aqui, senão Afrodite...”
“... alcançará ela de qualquer jeito, isso não vai adiantar para sempre!...”
“... só devo desistir e deixar meu esforço ser em vão?!”
“... acredite nela. Acredite em sua devoção...”

Não entendeu grande parte do que elas discutiam, mas compreendeu que era sobre ela. Reconheceu na voz de Perséfone a compaixão que via no olhar da deusa enquanto caminhavam juntas entre as árvores de seu jardim. A pena de quem um dia já fora sentenciada ao mesmo destino.

Meses depois, recebeu uma mala com itens pessoais, dinheiro mortal e uma despedida fria e distante de Melinoe, que parecia extremamente contrariada em estar fazendo aquilo.

“Você sairá pela entrada mais utilizada pelos mortais, em Los Angeles. Siga para Long Island, até o Acampamento Meio-Sangue. Tente não voltar para cá morta”.

{the bittersweet taste of freedom}


Andy precisou de um dia para concluir que a vida no mundo mortal era mais infernal que qualquer punição criada por Hades.

Tudo era barulhento, iluminado demais e lotado de pessoas. Saiba da existência dos diferentes os métodos de transporte utilizado pelos humanos, mas nada tinha preparado a semideusa para lidar pessoalmente com aqueles automóveis. Eram muito rápidos, muito esquisitos. Não paravam quando viam uma jovem garota atravessando a rua, ao invés disso simplesmente emitiam um som estridente que a sobressaltava.

Não dormiu bem aquela primeira noite, nem a seguinte. Saiba o básico para não passar necessidade. Tinha mapas da cidade e do país, uma carteira cheia de dinheiro e conhecimento rudimentar de como sobreviver em sociedade, cortesia dos livros que devorara na gigantesca biblioteca do palácio e o que ouvira dos fantasmas. Era desconfiada o suficiente para não ser roubada com facilidade.

Não ousou deixar a cidade naqueles primeiros dias. Dormia num hotel barato próximo do letreiro de Hollywood, comia e bebia num restaurante 24h da área (as diversas opções de comidas e bebidas foram uma verdadeira revelação para a semideusa, que até então vivia de uma dieta orgânica regrada e fixa com alimentos levados até o Submundo exclusivamente para seu consumo). Passava a maior parte do tempo em seu quarto, analisando os mapas para descobrir como diabos chegaria em New York e assistindo com grande fascinação as imagens que passavam num aparelho elétrico retangular que se chamava televisão.

No final, foi um dos programas de televisão que a deu a solução tão almejada: viagem de avião. Aparentemente, bastava Andy ir até algum aeroporto, pedir uma passagem para Long Island e embarcar em um tipo de carro voador que a levaria até o outro lado do país.

Demorou outros dois dias para realizar o checkout e partir para o aeroporto. Encontrou em seu destino um dos lugares mais surreais de sua curta estadia na terra dos vivos: era como se todas as tecnologias que vira estivessem reunidas num só lugar. Escadas rolantes, placas informativas de LED, instruções dadas por alto-falantes. Havia pessoas para todo lado, lojas de diversos itens em todos os cantos. Era uma overdose de informação, o epítome do mundo moderno.

Andy precisou reunir todo seu autocontrole para conter seu nervosismo e continuar naquele local, para agir como se pertencesse aquele espaço e não como uma criança perdida e ignorante.

Comprar a passagem para New York foi mais fácil do que imaginara. Graças aos documentos que recebera ao deixar o Mundo Inferior, possuía uma identidade falsa e uma história quase convincente que poderia oferecer aos mortais que fossem muito insistentes em iniciar uma conversa. Se ela era peculiarmente igual aos livros de Anne of Green Gables, bem, juraria que era apenas uma coincidência.

O problema veio na hora de encontrar o local de embarque. Eram tantos portões e saguões de espera, inúmeras sinalizações apontando para diversas direções, que Andy estava prestes a ter um colapso nervoso.

Sentiu uma mão tocar gentilmente seu antebraço. Para sua própria surpresa, não se assustou.

“Você parece estar perdida, querida.” Disse uma delicada e levemente rouca voz feminina, um sorriso claro em seu tom.

Andy virou-se e, por alguns segundos, não foi capaz de emitir som algum.

Diante de si estava uma das mulheres mais lindas que já viu em sua vida. Era alta, com curtos cabelos escuros crespos modelados em sua cabeça. Sua pele negra parecia reluzir, completamente imaculada. As roupas, que em outra pessoa poderia ser simples, pareciam emoldurar suas curvas de maneira que beirava a perfeição.

“Não consigo encontrar aonde devo embarcar no avião de minha passagem.” Explicou, por fim, quando o silêncio começava a ficar estranho.

A mulher sorriu, exibindo dentes perfeitamente alinhados e brancos e indicou com a cabeça o caminho à direita.

“Embarques são no segundo andar”, declarou a desconhecida, antes de completar: “Siga-me. Te levarei até lá.”

Sem esperar pela confirmação da semideusa, ela virou-se e se afastou. Andy permaneceu imóvel por um tempo, confusa e pensando se seguir aquela mulher era uma boa ideia. Mas, estranhamente, sentia-se segura na presença dela. Uma aura a cercava. Algo divino.

A filha de Melinoe já vira divindades o suficiente para identificar uma.

Quase perdia a mulher de vista quando decidiu segui-la, praticamente gritando consigo mesma mentalmente por sua imprudência. Sentia-se compelida pela imortal, seja lá quem ela fosse, e sua curiosidade, no momento, superava sua autopreservação.

A mulher, por sua vez, nem mesmo alterou o passo quando Andy a alcançou. Ao contrário, começou a falar como se estivessem caminhando lado a lado aquele tempo todo e simplesmente continuasse a conversa.

“Deve estar sendo uma verdadeira aventura estar sozinha no meio dos mortais. Especialmente depois de tanto tempo debaixo da terra.”

As palavras da divindade fizeram o sangue de Andy gelar. Era tudo específico demais para ser uma mera coincidência. E a forma como ela falava, natural e casual, não fez muito para acalmar os nervos da semideusa. Antes que pudesse responder, ela continuou:

“Qual é o portão, querida?”

A mudança de assunto tão brusca fez Andy, mais uma vez, ficar sem palavras. A negra não pareceu se importar com isso, simplesmente sorriu e gesticulou para que a jovem mostrasse a passagem.

Com relutância, Andy virou o documento para que ela pudesse olhar. Recebeu um aceno em resposta.

“Portão E. Por aqui”, e prosseguiu na caminhada, seus passos confiantes e quase inaudíveis.

Enquanto andavam, Andy encontrou sua voz – e sua coragem.

“Você parece saber muito de mim enquanto nem mesmo me disse seu nome.” Seu tom era conscientemente neutro, mas havia uma nota de desafio em suas palavras. Via nas placas indicativas que, de fato, se aproximavam do portão E, porém sua desconfiança não desaparecera, ainda que a atração inegável que sentira pela desconhecida permanecesse forte.

Uma leve e melodiosa risada escapou os lábios da divindade, que agora tinha uma expressão de divertimento no rosto.

“Eu sei mais do que você imagina. Talvez mais do que você mesma sabe sobre você. Mas, tem razão. É um pouco injusto de minha parte.” A voz dela era provocativa, mesmo enquanto concedia razão a semideusa e Andy sentiu-se levemente irritada por isso. “Vamos dizer que sou uma parente muito próxima sua. Alguns diriam até mesmo que você faz parte de meus legados.”

Aquilo confundiu Andy mais do que qualquer coisa. Era bastante familiar com o lado materno de sua família divina, porém nunca ouvira nada sobre seu pai. Ou mãe, quem saberia dizer. Esse era um dos poucos assuntos que Melinoe proibira que fosse questionado ou discutido. E essa era a primeira vez que sequer cogitava ter algum outro parentesco divino. Queria duvidar do que ouvia, negar a declaração, porém, dentro de si, sabia que a mulher não mentia.

Pararam de andar e, ao olhar para cima, Andy viu que haviam chegado ao portão E. A desconhecida a olhava com algo que beirava afeto e, peculiarmente, possessividade.

“Você ainda não me disse seu nome.” Insistiu Andy, soando juvenil até mesmo para seus ouvidos.

Mais uma vez, não recebeu uma resposta satisfatória.

“E você não parece ser uma Laura Andrews.” Retorquiu a divindade, erguendo uma sobrancelha em curiosidade.

Andy fez uma careta ao ouvir o nome e o tom que ele era dito. Melinoe havia permitido que ela escolhesse os nomes que ficariam em seus documentos mortais e, numa tentativa de irritar a imortal, dissera esse nome. A maneira que sua mãe havia revirado os olhos era quase suficiente para fazer a escolha valer a pena.

“Também não gosto dele”, confessou a semideusa, dando nos ombros levemente. “Mas não é como se eu tivesse um sobrenome materno para registrar no cartório.”

O sorriso da negra se alargou ao ouvir aquilo. Seus olhos brilharam com algo que parecia ser malícia.

“Você gosta do nome que sua mãe lhe deu?” Andy deu nos ombros outra vez, simplesmente para não dar o braço a torcer. “Então, como meu legado, permita-me lhe dar um sobrenome.”

A filha de Melinoe abriu a boca para retrucar – e provavelmente negar – quando uma voz pelos alto-falantes anunciou o embarque de seu voo, momentaneamente a distraindo.

Podia ver as pessoas, a alguns metros à frente, se dirigindo a uma saída. Quando voltou sua atenção para a mulher, ela tinha uma moeda de ouro em mãos. Um dracma. Sem aviso, o jogou na direção de Andy, que quase não o capturou rápido o bastante.

“Quando chegar em New York, diga Stêthi, ô hárma diabolês e jogue esse dracma no chão. As Irmãs Cinzentas a levarão até o Acampamento Meio-Sangue e, com sorte, você chegará até lá inteira.” A semideusa ouviu tudo um pouco surpresa, porém absorveu suas palavras.

Sua confusão aumentava a cada ação da divindade.

“Porque você está me ajudando?”

A negra simplesmente sorriu.

“Você vai perder seu voo.”

Ela não estava mentindo. Faltavam poucos minutos para que seu avião saísse e Andy não desejava ter que passar por tudo aquilo novamente.

Apressou-se em avançar na direção da segurança, de costas, os olhos ainda focados na mulher.

“Você ainda não me disse seu nome.” Tentou uma última vez, querendo obter pelo menos uma evidência daquele estranho encontro.

Os lábios da divindade se curvaram e sua expressão suavizou-se. O coração de Andy se contraiu em seu peito. Ela reconhecia aquele sentimento, mas estava acostumada a vê-lo, de maneira bem mais discreta, em Melinoe.

Parecia amor.

“Afrodite”, respondeu, enfim, abaixando a cabeça em um aceno de cumprimento. Os olhos da filha de Melinoe a encararam, arregalados em surpresa. Quando a deusa voltou a falar, seu tom era firme e, se investigado com muita atenção, soava como um apelo. “Lembre-se de mim.”

Andy não se achou capaz de oferecer nenhuma réplica que fosse apropriada. Simplesmente concentrou-se em passar pela segurança e, ao olhar para trás, a deusa do amor e da beleza havia desaparecido.

Somente no momento de embarcar no avião, ao conferir sua cadeira na passagem, viu que seu nome fora alterado – assim como em todos os documentos mortais que possuía.

No lugar que antes lia-se Laura Andrews, nome mortal que dera para si mesma, estava seu nome de nascença. O que Melinoe dera e usava por todos esses anos. Andromeda.

E, antes dele, escrito em letras maiúsculas, estava seu novo sobrenome. Chiamaka.

”Andromeda Chiamaka”, testou em voz alta a semideusa, uma vez que estava devidamente acomodada em seu assento. Involuntariamente, sorriu.

Andy gostava do som de seu novo nome.

{the arrogance of immortal beings}


Meses depois, Andy descobriu que seu sobrenome, em suas origens africanas, significava god is beauty.  Não teve nenhuma dúvida sobre a escolha ter sido intencional. Afrodite a havia marcado como sua.

Observações:
Estou voltando ao fórum e esta é a introdução da trama de minha personagem. Utilizei alguns dos elementos da ficha de reclamação, porém busquei atualizá-la com minhas novas ideias. Essa postagem é uma Trama pessoal comum, com o objetivo de estabelecer a nova história da personagem e realizar sua mudança de nome on-game e upar um pouco, porque xp é sempre bom.
Andromeda Chiamaka
Andromeda Chiamaka
Filhos de Melinoe
Filhos de Melinoe

Idade : 19
Localização : Underworld

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{ghost whisperer — beauty queen} trama pessoal Empty Re: {ghost whisperer — beauty queen} trama pessoal

Mensagem por Letus em Ter Set 24, 2019 7:18 pm


Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 500 xp e 500 dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 500 de Xp + 500 Dracmas

Comentários:
Me chamou bastante a atenção a sua trama. Senti o nível de dificuldade, embora não houve nenhum grande plot de batalha. Continue assim!

PS- Houve um erro por minha parte na avaliação principal, onde eu não li que era um pedido comum. Caso tenha lido o primeiro aval, está corrigido, caso não, não precisa se importar mais.
Atualizado por Hefesto
Letus
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Deuses Estagiários
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