The Blood of Olympus
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D&R - Vincent V. Valentine

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Mensagem por Vincent V. Valentine em Ter Ago 27, 2019 9:59 pm

Vincent V. Valentine
GRUPO SECUNDÁRIO: -x-.

APELIDO: Vince.

IDADE: 22.

NACIONALIDADE: Americano.

ASCENDÊNCIA: Apolo.

ORIENTAÇÃO SEXUAL: Hétero

PHOTOPLAYER: Tom Ellis.


Dados
Descrição Física: O jovem possui cabelos curtos, de tom negro assim como seus olhos. Sua pele clara lhe destaca entre seus irmãos, por ser um dos filhos de Apolo e o mesmo ter uma tonalidade de pele mais bronzeada. Seus 75 Kg são bem distribuídos em seus 1,70 de altura, tendo músculos muito bem definidos.

Descrição Psicológica: Como sempre, um menino muito bem educado, gentil e um pouco bem humorado. Possui um pouco de dificuldade em se socializar logo de inicio, pois sua introversão dificulta um pouco, mas isso não quer dizer que com o tempo não se torne um pouco mais amigável. Dono de uma serenidade fora do comum, quase sempre se mantem com uma expressão calma. Leva as coisas muito a sério, pois aprendeu as responsabilidades da vida com sua mãe. Há também seu lado um pouco mais irritado, sim ele também se irrita, embora seja com coisas mais sérias. Isso o afeta de forma que age agressivamente contra quem lhe irritou, mas apenas caso não consiga sair de perto ou não consiga se acalmar.


História

O clima estava ameno, com o sol se erguendo por trás das montanhas ao longe, clareando pouco a pouco o interior da minha barraca de acampamento. Me sentia ligado a natureza, me sentia energizado com a luz solar e o seu calor me tranquilizava. Era uma bela manhã de domingo, estava deitado dentro do meu saco de dormir tentando esquecer o que havia acontecido a poucos dias atrás.

Minha mãe tinha acabado de falecer, ela tinha uma doença terminal que a levou ao seu fim. Meu pai? Bem, nunca apareceu, embora minha mãe sempre falasse do quanto ele era bonito. Também dizia que eu não era parecido com ele, já que eu era moreno e ele loiro. Certamente puxei a matriarca da família.

Foi doloroso, ver a morte de quem eu tanto amava. Um pouco antes da sua morte ela me fizera um ultimo pedido, o de seguir até aquela floresta e me conectar com a natureza. Não estranhei, acampar era uma das coisas que eu tanto gostava de fazer, mas sempre em locais mais próximos. Aquela floresta, por outro lado, ficava afastado da minha moradia, o que me deixou um tanto inquieto com o pedido da minha progenitora. Ainda sim, lá estava eu, fazendo os desejos da minha criadora.

Acabava de me levantar, saindo de dentro da barraca e assim alongando cada músculo do meu corpo. Sentia-me renovado após o sono, havia algo de diferente naquele local. Uma energia serena e calorosa me agradava.

[...]

Haviam se passado algumas minutos desde o meu despertar. Procurava por um riacho em meio aquele amontoado de árvores, afim de encher meu cantil. Estava tudo bem até então, levava comigo o jarro com as cinzas de minha mãe, para que ela também fizesse parte daquela pequena aventura a seu pedido.

Não levava muito tempo, logo sentia o cheiro de terra molhada e seguia em sua direção. Não demorei a chegar, avistei o pequeno riacho ao me aproximar mais do cheiro, vendo a água cristalina me convidar a pegá-la.

Primeiro molhei meu rosto, senti o líquido gélido tocar minha pele e me refrescar, e depois enchi minha garrafa. Decidi por permanecer um pouco mais por ali, escutando o som da água descendo riacho abaixo por ora. Queria me acalmar, me ligar com o ambiente naquele instante.

[...]

Um barulho bastante alto me chamou a atenção, me fez virar em sua direção afim de avistar o que estava por ali, mas não pude ver nada. Ele aumentava a medida que o responsável por ele se aproximava, me fazendo levantar do chão. Era algo grande, bem grande, dada a altura do som que fazia ao se aproximar.

Minha respiração se aprofundou, queria me acalmar pensando que não era nada demais, mas não consegui. Logo algumas árvores caíram, gerando um estrondo que até mesmo assustou os pássaros, os fazendo voar para longe.

Estava atento, e foi nesse instante que me deparei com o que vinha em minha direção. Era alto, musculoso, e tinha o que parecia ser apenas um olho. Não conseguia acreditar, ou na verdade não queria. Tudo parecia ser obra da minha mente, parecia que ainda estava dormindo. Pensei que poderia ser isso, mas logo percebi que era tudo real.

Um pedaço de tronco veio em minha direção, lançado pela monstruosidade que pelo que parecia queria me atacar. Apenas tive o reflexo de me jogar para o lado, buscando me esquivar.

Levantei-me logo em seguida, mas não consegui me mexer depois disso, não nos primeiros segundos. ”Vamos, se meche. Se meche caralho, ou você vai morrer A adrenalina corria pelas minhas veias, mas meus músculos não queriam escutar. Precisei obrigá-los, falando comigo mesmo mentalmente para correr.

O segundo ataque veio, e foi dessa forma que mais uma vez me movi. O salto foi ágil, me surpreendia já que eu não fazia muito esse tipo de coisa. Naquele momento comecei a correr, e me esquivar das árvores que vinham pela frente.

O estrondo vinha logo atrás de mim, seguido de um urro que ecoou pela floresta. — Não adianta correr garoto, você será o prato do dia. Era a voz da criatura que me seguia. Não virei para olhar, não até escutar um estrondo ainda mais alto e uma voz feminina gritar.  — Garoto continue correndo, siga em frente e você encontrará uma colina, eu irei te encontrar por lá, não pare eu cuido deste ciclope. Seu tom era confiante, me levou a crer que eu podia confiar em sua palavra.

[...]

Meu fôlego não estava em seu auge, havia corrido mais do que estava acostumado, e bastante assustado com o que tinha acabado de presenciar. Logo a presença da garota voltou a aparecer, vindo em minha direção enquanto dava um pequeno sorriso. Eu não fazia ideia do que ela estava rindo, mas tentei me recompor para conseguir conversar.

— Oi, eu sou Vincent, o que aconteceu lá atrás? Eu precisava de respostas, ou certamente teria um colapso nervoso ali mesmo. Ela então se aproximou, estendeu sua destra em minha direção e me cumprimentou.  — Eu sou Mirabel, estava caçando na floresta quando escutei o grito daquele gigante. Pelo que percebo, ele estava te seguindo. Eu não sabia muito bem o motivo daquilo, mas parecia que a menina a minha frente desconfiava de algo.

Minhas forças estavam no limite, me levando a cair sentado no gramado em meio aquela colina. Era uma bela vista, ainda mais com uma presença ainda mais bela do que a própria paisagem do local. Ela então se aproximou, sentando ao meu lado enquanto me explicava de forma rápida, para que partíssemos logo dali.  — Aquilo lá atrás era um ciclope, um gigante de um olho só. Se ele estava atrás de você, isso quer dizer que você também é um semideus. Ela parou, deixando meu cérebro processar aquelas informações.

Levou alguns minutos, até eu conseguir respirar calmamente e falar com ela. — Semideus, como assim? A menina olhou para mim, se levantando do chão e puxando meu braço enquanto falava.  — Quer dizer que somos filhos de um humano com uma divindade, mas isso a gente fala mais quando chegarmos ao acampamento. Agora venha comigo.

Andamos por mais alguns minutos, até enfim me deparar com um grandioso acampamento em meio a floresta. Conseguia ver uma quantidade considerável de chalés espalhados pelo local, e uma boa quantidade de pessoas andando de um lado para o outro, enquanto Mirabel me levava pela mão.



Última edição por Vincent V. Valentine em Qua Ago 28, 2019 4:18 pm, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Vincent V. Valentine em Ter Ago 27, 2019 10:14 pm

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RPs
Vôlei na Praia:
[RP] Praia dos Fogos: Local onde o jovem Vince conheceu segundo dos seus irmãos, a bela Natsuki. Além dela o filho de Apolo também conheceu Arthur, Liz, Magnólia e Rodrik, outros quatro campistas que decidiram se juntar na praia para jogar uma partida de vôlei. Infelizmente a partida terminou com um pequeno acidente, onde Rod recebeu uma bolada na cara após Liz taca-la com muita força.

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