The Blood of Olympus
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[OP / I fase de liderança] O que seria do céu com um limite?

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Mensagem por Dionísio em Seg Ago 26, 2019 11:28 am


Até onde vai a ambição do homem?
Éter estava em busca de uma nova descoberta primordial quando sua presença havia sido dirigida para o antro do caos ocorrido numa das Américas. Sua pertinente função de manter o ar purificado precisava - mais do que nunca - de uma ação imediata, além de toda a sua atenção. Aquilo, no entanto, não era o único gesto em necessidade. Os naturais daquela geografia haviam perdido a esperança de vida, de oxigênio, de um convívio benevolente antes das queimadas. O patrono dos celestiais precisava de uma ajuda com mediações espirituais, racionais. Por este motivo, reuniu cada seguidor em seu templo e em silêncio equiparou cada um ali dentro num teste mudo. — Magnólia, encaminha-te até nossa fonte de conhecimento e banha-te nos mares da língua portuguesa. Esteja pronta para uma missão rumo ao desequilíbrio com o propósito de restaurá-lo aos teus modos. O resto de vocês permanece em nosso palácio, enviando preces e boas vibrações. Partimos em dois dias. — Como um coral de anjos reunidos para o hallelujah, o deus ditou o breve monólogo e teve sua presença diluída em poeira cósmica dourada e branca.  

Enquanto isso, na Amazônia, o céu parecia ter imposto um limite. Para eles, os dias de sol estavam completamente extintos.


Objetivo da missão:
• O objetivo principal é restaurar a fé dos nativos, reeducando seus sentimentos;
• A narração deve começar a partir do momento em que todos os celestiais foram requisitados por Éter, desenvolvendo um pouco dos dois dias em que passou aprendendo uma nova língua;
• O semideus em questão deverá se atentar ao ambiente. Enquanto age, Éter estará purificando o ar de algum modo. Tente narrar como viu isso acontecer enquanto cumpre sua missão;
• Não tente maximizar detalhes sem importância, como a cor preta da terra ou a expressão dolosa dos que vivem nas redondezas. Faça o possível para focar na sua missão, que é trazer de volta a esperança. Ajude a replantar em outras zonas ainda em condições de aragem, motive, os guie;
Instruções e Regras:
Local: Amazônia;
• Esta missão não contém risco de morte;
• Você está num ambiente fúnebre, com áreas arbóreas devastadas, solo mortificado tal como a vida dentro dos residentes da localidade. Se infiltre como uma voluntária e faça o possível para trazer de volta a vontade de viver;
• O uso de habilidades é permitido;
• Template com cores berrantes ou apagadas demais serão ignorados. Tamanho mínimo para a fonte é Arial 12;
• Dúvidas devem ser enviadas via MP;
• Tratando-se de um teste de liderança, apenas administradores são capazes de ministrar uma recompensa além de ganhar passe livre para a segunda fase;
• Poderes, habilidades e itens - além da FPA - sempre em spoilers, caso utilize algum deles;
• Boa sorte.

método de avaliação da missão escreveu:• Gramática e Ortografia;
• Coesão e Coerência;
• Criatividade;
• Desenvolvimento.

Missão para Magnólia D'if e sua primeira fase do teste de liderança para o grupo dos Celestiais de Éter. Qualquer postagem adicional além da dela será ignorada e excluída. Com prazo de postagem de 30 dias, à meia noite de 26/09 se estabelece o prazo final.





"Watch out, u might just go under, better think twice. Your train of thought will be altered, so if u must faulter, be wise. Your mind is in disturbia. "
Dionísio
Dionísio
Deuses Estagiários
Deuses Estagiários

Localização : Casa Grande

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Mensagem por Magnólia D'if em Seg Set 16, 2019 11:13 pm

Esperança
"Don't wanna wake up one day wishing that we've done more."
O chamado havia chegado para todos os celestiais.

Magnólia estava na central dos seguidores de Éter quando este a convocou através de sua mente dizendo o local e o horário do encontro. O teor da mensagem, entretanto, deixava claro que não era direcionado apenas a si. Erguendo-se da cama em que estivera deitada nas últimas horas apenas perdida em pensamentos, a semideusa se preparou para a reunião que teria com seu patrono e os demais aliados.  

O templo localizado na área externa do Palácio Celestial estava sendo palco de uma reunião cuja pauta era ainda desconhecida para os semideuses. Face à divindade primordial que escolhera seguir, Magnólia sentia certo nervosismo percorrer seu corpo conforme o silêncio que recaía sobre todos os presentes se estendia por mais um minuto. Além dela encontravam-se presente outros três. A filha do amanhecer não os conhecia, mas sabia que todos também foram convocados assim como ela. Não havia outra explicação, afinal chegaram juntos ao mesmo lugar e ali permaneceram diante da presença poderosa que os unia.

Magnólia. — Ouvir seu nome sair da boca da divindade fez com que a jovem erguesse a cabeça até então abaixada em respeito.  — Encaminha-te até nossa fonte de conhecimento e banha-te nos mares da língua portuguesa. Esteja pronta para uma missão rumo ao desequilíbrio com o propósito de restaurá-lo aos teus modos. O resto de vocês permanece em nosso palácio, enviando preces e boas vibrações. Partimos em dois dias.

Diante de seus olhos, seu patrono desmanchou-se em pequenas partículas brancas e douradas, deixando o peso de suas palavras caírem sobre a semideusa. A celestial não sabia o que esperar, entretanto possuía uma tarefa e não pouparia esforços para cumpri-la. Após as palavras de seu patrono terem se perdido no vento suave que soprava pelo templo de orações, Magnólia pôs-se em movimento assim como os outros celestiais. Diferente deles, seu tempo corria tão rápido quanto seus pensamentos.

A primeira ideia da semideusa para concluir a preparação da viagem que faria em quarenta e oito horas foi buscar em seu quarto algum livro que a ajudasse com o problema linguístico. O quarto número sete era o último do Palácio Celestial e totalmente dedicado a Raziel, conhecido como anjo do conhecimento.

Havia os mais variados tipos de livros deixados como presente para o que escolhesse aquele dormitório e Magnólia não hesitou em sua decisão. Não era a mais sábia ou inteligente, porém sempre se esforçou para aprender tudo o que para si era desconhecido. Dessa vez não seria diferente, porém após uma busca rápida pelas lombares muito bem organizadas que decoravam as estantes acopladas às paredes do cômodo como uma biblioteca particular Magnólia percebeu que o que precisava era mais específico do que apenas literatura latina.

Recentemente havia estado na cidade acoplada ao acampamento romano e lá ficou sabendo da Universidade de Nova Roma. Por ser uma área de ensino, deduziu que alguém poderia ajuda-la. Sem perder tempo, a jovem deixou a ilha flutuante com destino à instituição de ensino voltada totalmente para semideuses.

Magnólia deixou que a gravidade a puxasse para baixo, controlando a descida com suas asas. Conforme sentia o vento a sua volta, a jovem se preparava para a busca que teria que fazer. Talvez não fosse tão difícil encontrar uma pessoa disposta a compartilhar consigo algum conhecimento da língua portuguesa; seu maior desafio seria o pouco tempo para aprender tanta coisa.

Ainda era dia quando sobrevoou São Francisco, ajustando sua rota para a morada dos legionários. O acampamento romano não era mais tão desconhecido para si e a biblioteca sempre foi o primeiro lugar que ia graças ao portal que havia lá, por isso ao pisar no solo seus passos a guiaram até o local, onde buscou ajuda do bibliotecário que estava trabalhando no momento. Poucas palavras foram trocadas para que a garota estivesse agora nos corredores da Universidade rumo a uma das salas de aula.

Pelo horário, as aulas logo acabariam o que daria a Magnólia a chance de conseguir encontrar a pessoa indicada pelo responsável da biblioteca. A jovem não podia negar, estava nervosa sobre esse aprendizado. Cada minuto que passava parada era agonizante. Fazia sentir-se como se estivesse procrastinando. O sinal tocou anunciando o fim das aulas e como um movimento ensaiado todas as portas se abriram para uma enxurrada de alunos. A celestial desesperou-se ao ver tantas pessoas se movendo rápido sem que conseguisse distinguir bem elas. Felizmente este sentimento não se manteve, pois um pouco mais a frente reconheceu em um dos semideuses as características que procurava.

— Enzo! Enzo Valentin! — A filha do amanhecer ergueu a mão tentando chamar a atenção do garoto alto de óculos que procurava em volta quem o chamava. — Aqui! Oh, olá. Tem um tempo livre?

— Oi. Quem é você? — O semideus parecia desconfiado ao estreitar os olhos avaliando a desconhecida.

— Me chamo Magnólia. Você é brasileiro, não é? — Enzo acenou hesitante concordando recebendo um sorriso aliviado da ruiva em resposta. — Desculpe por chegar assim, mas Martin, da biblioteca, me falou sobre você. Eu preciso muito de uma ajuda para aprender português. Éter me deu apenas dois dias para aprender e eu vou ser sincera, não faço ideia de como fazer isso. Pensei que talvez você, por ter ela como língua materna, poderia me ajudar.

— E o que eu ganho em troca?

— Podemos fazer uma troca equivalente. — Sugeriu a ruiva ao erguer uma sobrancelha para o estudante de letras. — Tenho um ótimo conhecimento em línguas mortas.




Enzo Valentin se mostrou ser um professor bem paciente. Naquele dia o universitário focou em ensinar palavras e frases básicas para entender o que o seu povo falaria. Claro que teriam coisas que ela não saberia, mas com sorte encontraria alguém que falasse minimamente o inglês e assim não seria uma missão totalmente impossível.

As horas se passaram com exercícios mistos entre escrita e fala, onde ambos os semideuses faziam com que as palavras fluíssem cada vez mais fáceis na língua da celestial. O brasileiro possuía um sotaque engraçado onde por vezes parecia chiar em algumas palavras, arrancando algumas risadas de Magnólia. Seu tempo com o outro semideus se esgotou, mas havia algumas folhas com várias frases que deveriam ser praticadas.

No dia seguinte o encontraria novamente para ver o avanço na língua e seria acrescentada mais dificuldade do que simples palavras e apresentações comumente reconhecidas por ser o ponto inicial de se aprender uma língua nova. Devido aos esforços da filha de Eos e sua constante prática aproveitando-se do quarto que a pretora havia lhe disponibilizado na loja que trabalhava, no segundo dia a jovem já conseguia acompanhar algumas falas do estrangeiro, que a todo o momento corrigia caso sua pronuncia estivesse errada.

No amanhecer do terceiro dia, Magnólia estava pronta para os desejos de seu patrono.




Viajar para fora do seu país para atender aos desejos dos deuses já era esperado, mas estar tão longe de casa ainda era um tanto assustador e desafiador para Magnólia. A viagem para o Brasil foi rápida graças a Éter, porém seu tempo com o deus acabou antes mesmo que a mudança significativa de ambientes fosse processada pela semideusa. Uma hora estava em seu quarto no segundo andar da Fantastic Beasts em Nova Roma e no segundo seguinte a celestial se via no que um dia poderia ser chamado de floresta.

O calor a atingiu com força, assim como a visão escurecida do céu que deveria brilhar em azul límpido. Descendo o olhar do alto, a semideusa se viu no meio de cinzas e destruição. O chão negro sobre o qual pisava erguia o resultado de pouca umidade no ar e vegetação seca. Mais a frente, a semideusa podia ver um foco de incêndio cujas proporções passavam o imaginável.

Chamas lambiam árvores e qualquer outra vegetação que ali crescia lançando aos céus uma espessa camada de fumaça que se juntava ao que inicialmente poderia ser considerado nuvens de tempestade. Aquele seria o trabalho de seu patrono. O seu, entretanto, era mais delicado; envolvia as pessoas que moravam ali perto. Lutar fisicamente seria “fácil”, era treinada para enfrentar perigos que colocariam sua vida em risco, mas trazer a esperança de volta a tantas pessoas era um desafio.

Deixando as chamas e destruição para trás, a semideusa caminhou com passos rápidos até as primeiras construções visíveis. As moradias humildes e a vastidão de terra não afetada praticamente gritavam à celestial que ela estava em uma área rural e, por esse motivo, mais simples. Não era preciso grande atenção para notar no rosto de algumas poucas pessoas o quanto toda aquela situação as afetava.

Por um momento Magnólia hesitou. A jovem precisava pensar em uma abordagem para ganhar a confiança daqueles trabalhadores e então, finalmente, animá-los. Era uma estranha naquele lugar, precisava ser cuidadosa, paciente para com os outros. A decisão não demorou a ser tomada antes de finalmente dar os passos que faltava para encontrar-se com o primeiro mortal que já a encarava desconfiado.




A primeira semana foi a mais difícil.

De fato, a paciência se mostrou uma grande aliada na sua missão. Sua presença não foi aceita por todos. Alguns pensavam que ela estava ali apenas para arrancar informações deles ou suborná-los a não denunciar os crimes que os madeireiros cometiam; outros a acusaram de ser uma agente do governo americano que queria apenas a riqueza natural deles. Com essas pessoas, a celestial se mostrou compreensiva, ouvindo-os mais que os outros, mesmo que as acusações não possuíssem base, afinal atacar também era um jeito de se proteger.

Contudo houve também pessoas que se mostraram mais abertas às suas investidas. As crianças, principalmente, a viam de forma curiosa e sempre adoravam quando ela contava histórias sobre lendas e heróis. Os responsáveis observavam de perto, atentos a todos os movimentos da semideusa, vigilantes para com suas proles. De certa forma, com eles tudo parecia mais fácil. Os sorrisos infantis contagiavam até os mais rígidos pais. Talvez no fundo agradeciam por um pouco de alegria no meio de tanta desgraça.

Na segunda semana a jovem foi chamada para um almoço por uma senhora cujo rosto enrugado denunciava sua idade. Dona Maria, sua anfitriã, aprovou o trabalho que ela estava fazendo com as crianças e a convidou para a igreja no domingo, onde ocorreria uma festa de algum santo que a semideusa não conhecia, porém uma ideia surgiu em sua mente.

Aquele povo se provou ser muito religioso e por possuir uma vertente angelical assim como os demais dos seguidores de Éter, talvez pudesse abusar um pouco disso. A fé, como aquela velha senhora havia lhe dito, ilumina os coração e faz as pessoas pensarem positivo mesmo quando parece não existir nada de bom. E era exatamente isso que a celestial precisava que eles pensassem.

Com isso em mente, Magnólia então começou a frequentar a igreja da cidade e dedicou-se  o máximo que podia às atividades que envolviam os mais necessitados, pois neles as suas palavras teriam mais poder. Era lastimável ver a situação de alguns moradores de rua quando lhes entregava comida de madrugada, porém sempre tirava alguns minutos para ouvi-los contar sua história e dar-lhes palavras de conforto e esperança.

Esperança. O sentimento brilhava nos olhos das pessoas quando o sol apareceu depois de semanas escondido pela fumaça negra da destruição. O céu aos poucos tinha ganhado uma cor clara, porém aquela era a primeira vez que a grande estrela dourada vencia aquela barreira natural que havia deixado o município às escuras.

Aquele presente de seu patrono pareceu acender a fé fervorosa em muitas pessoas que falavam sobre aquele ser um milagre de Deus. Se era aquilo que as pessoas queriam acreditar, não havia porque Magnólia desmentir. Pelo contrário, a jovem sorria e concordava com todos que se aproximavam de si para comentar sobre o sol que brilhava acima de suas cabeças.

Por fim, conforme andava pelas ruas da cidade, a celestial percebia a mudança nas expressões que outrora traziam o medo e cansaço, agora ostentarem sorrisos. O movimento nas ruas até parecia ter aumentado, como se as pessoas estivessem bem mais dispostas a sair de suas casas. Um sentimento de orgulho e alívio inundava o peito da filha do amanhecer ao ver o resultado do seu esforço.

Na manhã seguinte, Magnólia levantou cedo para aproveitar o amanhecer. Era o seu momento com sua mãe. Lembrava-se que ela mesma por vezes precisou manter a esperança consigo e a recompensa era satisfatória. O amanhecer representava este sentimento, afinal era a certeza que o sol sempre se ergueria por mais escura que fosse a noite.    

Sem mais motivos para permanecer na cidade, a celestial caminhou pela terra negra até o local que Éter havia lhe deixado a quase um mês atrás. Fechando seus olhos, a semideusa respirou fundo o ar puro o soltando pela boca enquanto se concentrava. Levando seus pensamentos ao seu patrono,a jovem pôs-se a elaborar uma prece.

— Senhor, meu trabalho acabou. A fé daqueles que mais precisavam foi renovada e agora seus sentimentos não estão mais infestados de negatividade. Sua dádiva lhes conferiu a força de vontade necessária para lutarem novamente suas próprias batalhas cotidianas. Estou pronta para voltar.

O som de um galho se quebrando atrás de si chamou a atenção da semideusa a fazendo virar-se e se deparar com uma garotinha de no máximo nove anos. Magnólia se recordava dela e seus característicos cachos castanhos presos em marias-chiquinhas. Milena a olhava com os olhos arregalados, como se não pudesse acreditar no que via.

A filha do amanhecer sabia que ela via o brilho suave que banhava sua pele graças aos primeiros raios de sol do dia. Sentindo a presença de seu patrono a envolver, Magn decidiu dar um último presente para a garota.

— Não se esqueça de ter fé, pequena — disse com um sorriso abrindo suas asas: a visão de um anjo.  — Sempre estaremos de olho em vocês.

☀:
FPA:
Passivos:


Eos


Nome do poder: Bela Alvorada I
Descrição: Os filhos de Eos/Aurora se assemelham a anjos – no quesito beleza – durante as primeiras horas do dia. Eles parecem emitir um leve brilho dourado em contato com a luz do sol nascente o que pode causar certa hesitação diante de uma batalha.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nunca será a primeira opção de ataque do inimigo.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Orvalho e Luz Solar I
Descrição: A deusa do amanhecer carrega consigo uma jarra de orvalho, que ela dispensa pela manhã. O orvalho nada mais é que a umidade que se estabelece durante a noite – sereno –. Por isso, ao ter contato com uma tênue e suave luz solar ou com o orvalho matinal, os filhos de tal deusa recuperam vitalidade e energia.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10 de HP e +10 de MP.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Amanhecer Acolhedor
Descrição: A presença do filho de Eos/Aurora é capaz de trazer uma sensação de conforto e calma para seus aliados graças a aura que os cerca.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Pode dar aos aliados num raio de 20 metros um novo ânimo para lutar.
Dano: Nenhum.


Éter


Nome do poder: Respiração Avantajada
Descrição: Os celestiais conseguem atingir grandes altitudes sem sofrer com o ar rarefeito, respirando normalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Asas
Descrição: Os celestiais são reconhecidos principalmente pelas suas asas. Majestosas e belas, as asas são geralmente brancas em sua totalidade, mas ainda há alguns seguidores de Éter que possuem detalhes nas extremidades de suas penas. São como asas de anjos, nunca assumindo a tonalidade negra. Cada celestial pode descrever suas asas, porém uma vez feito não poderá muda-lo. As asas crescem a partir dos ossos das costas, por isso, muito cuidado com as camisas, elas consequentemente ganham dois rasgos nas costas sempre que permitem o alongamento das asas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Precisão
Descrição: É a capacidade que permite ao semideus ter grande foco e atenção aos detalhes, de forma que sempre que realize uma mesma tarefa mais de uma vez o faça com perfeição. Eles aprendem com muita facilidade, e isso permite que dominem armas, resolvem enigmas e descubram alguma coisa de maneira mais rápida e precisa.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: +30% de percepção e inteligência. +20% de descobrir algo. Pode pedir ao narrador uma única pista ao resolver um enigma ou uma charada.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Cura em altitude II
Descrição: Ao estar a pelo menos 5m de distância do chão, o céu e o ar começa a favorecer a saúde do celestial. As feridas começam a se fechar e o corpo a recuperar-se dos danos recebidos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40 de HP e MP.
Dano: Nenhum
Extra: Só pode ser usado novamente depois de 3 rodadas.
Ativos:

Éter


Nome do poder: Voo I
Descrição: O seguidor do deus primordial do ar superior possui asas (habilidade passiva), mas para voar é necessário certo esforço e vontade. Nesse nível, o celestial consegue atingir grandes alturas graças a sua capacidade de respirar em locais de atmosfera rarefeita. Entretanto, ainda não possui grande velocidade ou mobilidade, é um voo relativamente lento.
Gasto de MP: 10
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Apenas você é capaz de voar, carregando uma pessoa o semideus conseguirá apenas flutuar no máximo um metro de distância do chão. (caso seja alguém dotado com passivas de força essa observação se torna nula).




Magnólia D'if
Magnólia D'if
Líder dos Celestiais
Líder dos Celestiais

Idade : 20
Localização : Palácio Celestial

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Mensagem por Hefesto em Sex Set 20, 2019 11:17 pm


Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 4.000 XP    

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%


Realidade de postagem + Ações realizadas: 43%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 15%
Criatividade + inteligência: 18%


RECOMPENSAS: 1.520 XP + 1.520 dracmas (3.040 XP e dracmas, porém reduzidos pela metade) + Permissão para realizar a segunda etapa do teste de liderança



Comentários:

Senhorita D'if, devo dizer que gostei muito de como você conduziu sua missão. Contudo, tenho alguns pontos a comentar, e espero que meus comentários a ajudem a cada vez mais aprimorar sua escrita.

Em seu texto, pude observar, por várias vezes, falta de acentuação em algumas palavras, além de também sentir falta de algumas vírgulas, que dariam uma fluidez melhor ao seu texto.

Quanto ao conteúdo em si, entendi o seu raciocínio para aprender a língua portuguesa. Tenho ciência de que não é fácil aprender uma língua nova em poucos dias, porém gostaria de ter visto seus erros e acertos de forma mais detalhada. A mesma coisa aconteceu com a viagem para o Brasil. As vezes, uma palavra poderia fazer a diferença.

Passando para o conteúdo da missão em si, admito que esperava ver um pouco mais de detalhamento em suas atividades. Sei que, se fosse para realmente explorar tudo o que Magnólia fez para aquelas pessoas, sua missão teria mais de um post. Contudo alguns detalhes sempre se fazem importantes. Pode ser difícil encontrar o equilíbrio necessário entre "pouca descrição" e "descrição demais", mas, uma vez encontrado, ele facilitará e muito sua vida.

No mais, sua personagem parece se preocupar com o próximo, fazendo o que pode para trazer bem-estar a todos. Por isso, você tem permissão para realizar a segunda parte do teste de liderança. Se tiver qualquer dúvida sobre a avaliação, não hesite em enviar uma MP.

Atualizado


Hefesto
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Deuses Olimpianos
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