The Blood of Olympus
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Mensagem por Natsuki Yamamura em Seg Ago 19, 2019 5:38 pm



☾ sayonara
moon town ☾

Espaço destinado à postagem da trama pessoal de Natsuki, em busca de suas memórias. Em sua maior parte as postagens se darão contando com flashbacks de seu passado.

Kono machi wa sukoshi hayai dake. Dokoka de mata aeru yo! Tsuki ga kirei desu ne? Uruoshiki kimi no namida ga. Wasurenagusa o uragaeshita. Urei no juudo yoru ga subete. Ubaisatte yuku. Sayonara o koete ~








yamamura
☾ todo dia vai ser pra sempre um recomeço ☼


Natsuki Yamamura
Natsuki Yamamura
Caçadoras de Ártemis
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Idade : 17

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Mensagem por Natsuki Yamamura em Ter Set 24, 2019 3:47 pm




undo


Tooku tooku omoi hatenaku
Futari ga mujaki ni waratteta
Ano koro ni modoreru nara

Depois de uma reunião entre os rastreadores do Acampamento, Natsuki foi designada para resgatar uma criança em Nova York, o que não era de todo mal.

Ou era o que a filha de Apolo pensava antes de ser largada bem no meio da Times Square, e olhar para os lados desesperada. Como encontraria um pequeno semideus ali no meio de tanta gente, tantas crianças que passavam correndo, agarradas às mãos de seus pais, suas mães. Ela começou a caminhar em direção à Broadway. Natsuki, saia daqui! A Voz era imperativa, mas a japonesa não lhe deu atenção e seguiu em frente. Mas seu corpo foi enfraquecendo à medida que ela andava.

Sua mente apagava, sua visão escurecia. Saia daqui, Natsuki… Agora era apenas um sussurro, mas ela continuava seguindo. Vamos embora, Yama-chan… Onegai… O tom era suplicante, quase choroso. O mal estar seguia, seu corpo tremia, ela sequer sabia o que estava acontecendo mas não conseguia parar de seguir em frente. Queria ver até onde ia. Olhava para as pessoas ao seu redor, em busca de ajuda. Mas quem ajudaria uma garota de camiseta laranja, que portava um arco de 1,50m? Yama-chan… Mas ao mesmo tempo que a Voz falava, ela viu uma garota sendo imprensada na parede por um rapaz, mais alto que ela. A moça tentava se soltar, incomodada com a situação.

A japonesa quis correr para ajudá-la, mas caiu. Caiu e não viu mais nada.



Konagona ni kudaketa
Garasu saiku no you na
Omoide no kakera wo atsumeteru

Watashi o kaihō shite¹, Koji-sama. — Pediu Kin, sua voz embargada num choro que ela era incapaz de controlar, mesmo no meio da Avenida.

A pequena Natsuki fora jogada contra a parede, junto com sua mãe. A criança bateu a cabeça com força e somente a mão de sua mãe segurando a sua com força a impediu de cair no chão. O choro se instaurou. Era difícil impedir que uma criança de onze anos chorasse após se machucar, mas as lágrimas de Natsuki apenas irritavam Koji ainda mais.

Faça essa unzari² calar a boca! – Exclamou ele alto. Sua voz era imperativa, alta e assustadora para a menina que ao ouví-lo falar chorou ainda mais. Além de dor, havia desespero escorrendo de seu rosto. — Você quer apanhar igual a sua mãe, não é onshizaru no shōjo³?

Negando veementemente com a cabeça, Natsuki tentava se esconder atrás da mãe. Sua cabeça doía, as pernas nada mais eram que duas varas finas, trêmulas. Seu corpo pesava tanto que era difícil de sustentar. Kin também puxava a filha para mais perto de si.

Não toque nela, Koji – Agora a voz da mulher era feroz. Não se importava que o marido a batesse, mas nunca, jamais deixaria que ele encostasse um dedo sequer em sua filha. — Não se atreva a levantar essa sua mão nojenta para ela.

É, Kin? E o que vai fazer, hein? O que vai fazer se eu encostar nessa ladrazinha barata? Você não pode fazer nada.

O tom de voz do homem era ao mesmo tempo sarcástico e ameaçador. Ele falava alto, mas as pessoas em Nova York não tinham tempo para se importar com as outras, muito menos se fossem estrangeiros ali nos Estados Unidos. Natsuki não se lembrava da vida no Japão, era muito nova quando o deixou, mas lembrava da paz de sua avó e tudo que queria era o colo daquela senhora de novo.

Koji continuava ameaçando as duas, e sua apertava o pulso de Kin tão forte que a mão dela estava vermelha, ao passo que o resto do braço perdia a cor. O homem estava conseguindo prender a circulação do sangue da mãe de Natsuki, e a pequena não sabia o que fazer além de chorar. Se sentia inútil por não conseguir ajudar a mãe.

Está me machucando, anata⁴… – Ouvir a mãe chamar seu padrasto daquela forma foi como um soco no estômago de Natsuki, seu choro agora era desesperado e doeu em alguém que passava por aqui.

Uma pessoa se aproximou, dizendo a Koji que soltasse a mulher, ou chamaria a polícia. O japonês riu com escárnio e mandou o segundo homem sair dali, ou acabaria apanhando também. A sucessão de cenas seguintes era um horror do qual Natsuki, no futuro, gostaria de esquecer. E tendo esquecido estava em busca de lembrar.

Koji finalmente soltou o pulso de Kin, mas apenas para poder dar um soco no rosto do rapaz que tentava ajudar a ela, e a criança. Os dois homens compraram aquela briga e Natsuki apenas chorava. Sua mãe tentou apartar os dois, mas Koji a empurrou com força, fazendo-a cair no chão com o impacto. Kin tinha lágrimas escorrendo pelo seu rosto, muito embora seu choro fosse contido, ao contrário do choro da pequena filha de Apolo.

Koji-sama, vamos para casa – chamava ela, em meio as lagrimas. — Vamos para casa, meu amor. Onegai.

Pela segunda vez, Kin tentou se aproximar dos dois que continuavam a trocar socos e mais socos. A boca e o nariz de Koji sangravam, assim como uma ferida havia sido aberta na testa do outro homem. As pessoas ao redor paravam para ver, mas nenhuma se dispunha a ajudar. Kin foi empurrada pela segunda vez. Mais forte, mais longe e mais perigoso. Batendo a cabeça com força na mesma parede onde estava sendo presa minutos atrás, o encontro com o concreto a fez desmaiar.



Daiji na mono wa itsu datte
Nakushite kara kizuku yo
Kimi ga inai sekai wa
Maru de jigusoo pazuru

MAMA!

Os olhos da filha de Apolo ainda estavam fechados, mas seu rosto estava banhado em lágrimas. Ouvia burburinhos ao seu redor, mas não queria ver o mundo naquele momento. Em sua mente, ainda de maneira muito nítida, estava a imagem de sua mãe. O rosto choroso da mulher que tanto amava, e de quem até aquele momento não conseguia se lembrar.

Era disso que estava tentando de proteger, Yama-chan. "Você não pode me proteger da minha história", queria dizer a japonesa, mas tinha medo que, se falasse, sua mãe escapasse pelos seus dedos uma segunda vez, e ela não queria que aquilo acontecesse. Tudo nela doía pela lembrança, seu corpo inteiro e também seu coração. Contudo era como se algo houvesse sido preenchido lá dentro. Agora ela tinha um nome, um rosto. Alguém de quem lembrar e para se agarrar nos momentos de fraqueza.

Sentiu uma mão em seu rosto. Um toque suave, quente como o Sol.

Okāsan…



Eien ni kaketa mama mikansei
Dare ni mo kimi no kawari nante
Nareru hazu wa nai kara

Não chore mais, minha criança. – Dizia Kin, sua mão era leve sobre a bochecha da filha. Seu toque era carinhoso, tinha na palma de sua mão todo o amor do mundo para tocar no rosto da menina. — Já passou, a mamãe já está bem.

Estavam na porta de um prédio, Kin havia se abaixado para ficar na mesma altura da pequena filha de Apolo. A visão de Natsuki estava embaçada pelas lágrimas, mas identificou o sorriso de sua mãe direcionado para ela. Seus dentes eram tão brancos que podiam cegar, e a forma como os lábios abertos os mostravam era diferente. Era mais bonito que os outros sorrisos. A pequena Yamamura não teve outra opção senão sorrir de volta para a mulher, enroscando seus braços ao redor do pescoço da maior. Se fosse preciso explicar o porquê ela não conseguiria, mas a forma como temia pela vida da mãe era verdadeira e machucava no mais profundo de coração. Era como se até mesmo seus ossos doessem, só de pensar que sua mãe sofria.

A filha de Apolo nunca havia deixado de sofrer junto com sua mãe. Era como se sentisse, na pele, tudo que a mais velha sentia no coração. A ligação que tinha com Kin era algo que ela jamais poderia explicar.

Dou ka dou ka jikan wo tomete
Kimi no omokage wo kono mune ni kizande kure
Moshi mo moshi mo yurusareru nara
Subete wo gisei ni shite mo ii
Ano egao wo mou ichido

O apartamento onde entravam era velho, e arrepios percorriam o corpo da pequena Natsuki o tempo inteiro. Era dominada pelo medo. Medo que alguém aparecesse.

Koji…

Ela apertou forte a mão da mãe, que entendeu de imediato a preocupação da criança, e sentou-se com ela à mesa velha da cozinha.

Não se preocupe, watashi no taiyō – sua voz era doce, suave e sincera. Seus dedos percorrem a cabelo longo e fino de Natsuki sem dificuldade alguma, e ainda havia um sorriso estampado no seu rosto. — Koji não aparecerá por hora. – O tom de sua voz era tranquilizador, mas Natsuki não conseguia sorrir de volta, não agora que podia ver com clareza os olhos marejados da própria mãe.

E então ela voltou a chorar, e sobre a mesa, jogou o próprio corpo contra o da mãe, machucando um joelho no processo e chorando ainda mais de dor. A mão de Kin em seu cabelo continuou afagando-a, enquanto a outra envolveu a criança para acalentá-la.

Oh, Nat-chan. Pare com isso. Você é o meu Sol. Eu nunca vi o Sol chorar.



Genjitsu to iu kusari ni
Boku tachi wa tsunagarete
Yume miru koto sae mo kanawazu ni
Sore demo sagashite tsuzuketeru
Yami wo terasu hikari wo

Okāsan, taiyō wa naku.5 – Sussurrou ela, finalmente abrindo os olhos para observar quem era a pessoa que tocava seu rosto de maneira tão maternal.

Foi surpreendida ao perceber que era um adolescente e então, como se fosse um faro adquirido por ter se tornado uma rastreadora, ela soube imediatamente que se tratava de um semideus. Tentando não fazer movimentos bruscos para não assustar o rapazinho, ela apenas se forçou a direcionar-lhe um sorriso tranquilo, muito embora sua mente e seu coração estivessem vivendo uma confusão.

Você está bem? Está falando línguas estranhas. – Perguntou a criança, seus olhos grandes e curiosos muito concentrados no rosto de Natsuki eram penetrantes e quase hipnotizantes. Quem era aquela criança?

Sō sō! Estou bem, eu acho. Estava falando em japonês, me desculpe. – Respondeu ela um pouco sem jeito, tentando se levantar. As pessoas ao redor a observavam e cochichavam, e ela sequer tinha noção de quanto tempo havia passado desacordada. — Onde estão seus pais? Quero agradecê-los por ter me dado um herói. – Disse, piscando apenas um olho para o garoto.

Logo uma jovem mulher se posicionou atrás do garoto, seus olhos verdes assustados, contrastando com o tom moreno de sua pele. Em um pulo, a semideusa se levantou, aproximando-se da mulher devagar, tomou as mãos dela nas suas e suspirou, sussurrando para que apenas ela a escutasse.

Sabe de onde venho, não sabe? – E a mulher assentiu, seus olhos agora tristes e voltados para o filho. — Ele precisa ficar seguro, e não há melhor lugar para isso do que no Acampamento.

Parecia haver dúvida no olhar da mãe, mas ela assentiu, puxando o garoto para perto dela.

Lembra tudo aquilo que conversamos? Que um dia teria que ir para longe de mim, para que pudesse ficar seguro. – O garoto assentiu, mas seu rosto estava confuso, não entendia o que estava se passando ali. — Precisa ir, filho. Ela vai te acompanhar.

Posso ser sua amiga – disse a japonesa, de maneira sincera. Desde o primeiro toque, não havia sentido ameaça da parte dele. Não tinha medo, assim como de seus irmãos e talvez no fundo ela já soubesse quem ele era. — Posso te explicar tudo no caminho.

E se eu não quiser ir? – A voz dele não era rebelde, não tinha raiva.

Então terá que aprender a se virar sozinho diante de perigos os quais você não vai acreditar que existem até ver com seus próprios olhos. Estará mais suscetível à presença de criaturas que você não gostaria de encontrar fora dos seus livros de história.

Não foi preciso mais do que aquelas palavras e então o garoto assentiu, abraçando a mãe com força. Estava preparado para ir. Natsuki meneou a cabeça em direção a mulher, em forma de agradecimento por ela tê-lo preparado para aquele momento. Segurou pela mão o adolescente ao seu lado, lembrando-se de que ela também ainda não havia chegado na idade adulta. Era tão adolescente quanto ele.

Te contarei tudo no caminho. Teremos bastante tempo para conversar. – Disse ela e correu, puxando o garoto consigo, para longe daquela Avenida de memórias ruins. E sua Voz não falara mais nada.

Tooku tooku omoi hatenaku
Futari ga mujaki ni waratteta ano koro e
Dou ka dou ka jikan wo tomete
Kimi no omokage wo kono mune ni kizande kure
Moshi mo moshi mo yurusareru nara
Subete wo gisei ni shite mo ii
Ano egao wo mou ichido

Mou ichido

Informações:
A música que acompanha a postagem se chama Undo, faz parte da soundtrack do anime Fullmetal Alchemist.
Traduções de algumas falas e expressões:
1. Me solte.
2. Pirralha nojenta.
3. Menininha ingrata.
4. Querido.
5. Mamãe, o sol chora sim.
FPA:
Poderes:

Passivos
Apolo
Nível 8
Nome do poder: Persuasão
Descrição: Apolo/Febo é um deus naturalmente bonito, e o chame do deus é passado para os filhos com uma precisão impressionante. Persuasão é o poder que permite ao semideus – através de palavras e gestos – conquistar as pessoas com mais facilidade, isso faz com que elas queiram ceder a você, ou sintam uma imensa vontade de te ajudar, mesmo sem saber exatamente o porquê. Basta um sorriso, um olhar, e as palavras certas, você é certamente um conquistador nato, e as pessoas acabam gostando de você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de chance de conseguir alguma informação
Dano: Nenhum
Habilidades adquiridas:
Armas:
• Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. | Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
• 月 [Uma kunai de ferro estígio, no total possuí 35cm de comprimento e se encaixa perfeitamente na mão de quem a segura. Na ponta de seu cabo, no lugar do furo há uma lua minguante vazada, que tem a mesma finalidade. | Efeito: Sua lâmina é envolta em uma fina camada de energia natural que absorve 2% a mais de MP do inimigo. | Efeito de ligação: Sempre retorna para a mão de sua dona após arremessada. | Ferro Estige | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem dano | Comum |  Fim de semana: Sexta feira 13]










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Mensagem por Letus em Ter Set 24, 2019 7:26 pm


Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 2.000 xp e 2.000 dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 2.000 de Xp + 2.000 Dracmas

Atualizado por Hefesto
Letus
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Deuses Estagiários
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