The Blood of Olympus
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The Killer G - CCFY de trama pessoal

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Mensagem por Izzy Voichoski Gregoriev em Sab Ago 17, 2019 10:07 pm

The Killer G
Os sorrisos mais doces guardam os segredos mais sombrios...


Aquele sentimento que dominava o corpo da criança precisava ser alimentado constantemente, como um vício, uma droga, uma necessidade...

Todos diziam que era errado, mas ela jamais se conteve.

Isabella Grigoriev nunca foi uma criança normal. Ela não convivia bem com colegas, era constantemente repreendida por professores e seus “amigos” tendiam a se afastar. Chamavam-na se bizarra e assustadora e não compreendiam seu desejo pelo medo, mas ela que se alimentava dele via-o como uma necessidade.

Ela aprontava com os colegas, pregava peças pesadas demais para uma menina de sua idade e gostava de assustar seus professores por amar o sentimento de adrenalina. Ela podia sentir... podia sentir o arrepio tomando conta de seus corpos, o coração batendo acelerado e o medo crescendo em suas veias, criando pânico, travando suas respirações a deixando faminta por mais.

Literalmente uma necessidade.

Aos dez anos de idade pegaram-na assassinando gatinhos pela rua, aos 14 ela foi parar na penitenciária de menores indiciada por ter tentado afogar uma menor. Ela não tinha culpa, sua irmã mais nova era tremendamente irritante e aos seis anos conseguia ser mimada demais, Isabella precisava lhe ensinar uma lição.

Aos 17 ela não conseguiu resistir mais. A sociedade insistia em repreendê-la por seus atos, mas a necessidade de saciar seu desejo pelo medo presente no corpo de suas vítimas era muito maior do que ela. Assim a garota acabou se tornando uma espécie de assassina conhecida na Rússia.

Suas vítimas – a maioria delas – não eram pessoas boas. Cafetões menores, bandidos de rua, estupradores e ladrões. Ela tinha moral e sabia selecionar suas vítimas. Sua parte favorita? A que eles imploravam por suas vidas antes dela cortar suas gargantas, deixando um “z” desenhado ao contrário para que não identificassem o símbolo invertido, sua marca.

Até que chegou um momento em que ela estava tão famosa que entrou para o livro negro do governo, tornando-se uma das assassinas mais perigosas da Rússia e com isso, foi obrigada a escapar.

Era noite de sexta feira quando o velho homem apareceu com a oferta. Ela tinha acabado de completar 18 anos, já estava com os passaportes prontos e o dinheiro coletado das vítimas que fizera ao longo dos anos caçando pela Rússia. Ele surgiu do nada com um novo proposito, prometendo a ela revelar o passado por trás de seu abandono e explicar sua sede pelo medo e pelo sangue.

A oferta era tentadora, ela não foi capaz de negar.

Dois dias depois ela embarcou para New York com um endereço que não existia, algo que descobriu assim que desembarcou na grande cidade, pegou o taxi e foi por ele abandonada em uma rua deserta qualquer.

Uma fazenda de morangos, era por isso que buscava um pouco antes de chegar no acampamento e descobrir que sua vida era muito pior do que ela pensava.

...

Acampamento meio sangue, 2019.

Eu estava sufocando, minhas palmas coçavam e meu coração continuava martelando e insistindo que eu precisava de mais, que não era suficiente e que eu não seria capaz de me conter nem mesmo ali.

Eu tinha descoberto tudo, mas isso não ajudara a conter meus distúrbios e minhas vontades, muito pelo contrário. Agora que conhecia e conseguia trabalhar com minhas habilidades eu tinha ficado muito melhor e sabia como podia jogar sujo.

E eu queria, queria jogar muito sujo.

Como filha de uma divindade com domínios sobre pânico, fobia, medo e terror eu acabei desenvolvendo certos distúrbios ainda na infância. A falta de controle sobre meus poderes e a crescente insistência de contenção acabou reprimindo o DNA divino por tempo demais. Isso mexeu com a minha cabeça e acabou criando essa necessidade de sangue, medo e morte.

Tentei trabalhar com ela e descontar em treinamentos, mas eu não tinha empatia e não compreendia a maioria dos semideuses por mais que os observasse e isso, mesclada vontade incontrolável dentro de mim apenas serviu para me deixar com mais fome.

Eu precisa matar.

Ao longo dos meses no acampamento estudei todas as minhas possíveis vítimas, descobri rastros, pistas, comportamentos e situações inusitadas para as crianças que viviam ali. E assim, acabei escolhendo a primeira.

Ninguém sentiria falta dela, sua irmã já tinha se matado e sua vontade de viver era pequena, eu podia sentir isso, mesmo que não fosse capaz de vivenciar seus medos. Infelizmente para mim a garota parecia que não perderia mais nada e era justamente isso que me incomodava nela. Foi assim que decidi o veredito e em uma noite qualquer resolvi agir para poder lhe matar.

Já passava do horário de recolher e as Harpias já vagavam pelo acampamento, então eu sabia que precisava ser rápida ao me esgueirar por entre os chalés e seguir para a cabana a minha esquerda, bem próxima aos meus aposentos.

Os ruídos da noite preenchiam meus ouvidos, eu evitava fazer ruídos enquanto me aproximava da porta e me esgueirava para o lado de dentro, sabendo que ela estaria sozinha. Não estávamos no verão e a maioria dos campistas não passavam o ano no meio sangue, vinham apenas para as férias, o que deixava os chalés relativamente vazios naquela época do ano.

Ou seja, era o momento perfeito.

Inspirei profundamente a aura sombria do quarto e deixei que meus olhos vagassem até o corpo adormecido sobre a cama. Tão serena e sem saber o que estava prestes a enfrentar...

Sorri sozinha, ansiosa e com o coração martelando de ansiedade perante a situação.

Dei dois passos em direção a ela e mais dois ao perceber que a garota não se movia. Eu estava sendo cuidadosa, mas ainda corria o risco dela acordar e se isso acontecesse tornaria todo aquele jogo ainda mais excitante.  

“Liv...”

A voz sussurrou na penumbra do quarto, me fazendo congelar no lugar com um arrepio subindo pela espinha. Era uma voz suave, um tom ameno de tristeza que fez meu coração disparar ainda mais e meu cenho se franzir em confusão. Eu não entendia, não compreendia o sentimento de pena e ansiedade que me tomava.

“Liv volte pra mim”.

Ela estava sonhando. Percebi tarde demais. A garota sobre a cama estava sonhando, mas sobre que ou quem eu não entendia.

Um suspiro alto, longo e sofrido preencheu o ambiente, meu coração disparou mais e aquiesceu dentro do peito me fazendo fechar e abrir as mãos de maneira inquieta enquanto aquela vontade insana de sangue e morte desapareciam. Mas o que era aquilo? Que diabos estava acontecendo comigo?

Frustrada corri as mãos pelos cabelos e recuei alguns passos. A vontade tinha passado e o comichão em minhas mãos desaparecera junto com ela, o que só podia significar uma coisa. Que embora eu quisesse matar, que embora fizesse isso sem pena e sentisse vontade constante de alimentar eu meu vicio eu não conseguiria fazer isso com aquela garota.

Porque assim como eu ela era uma vítima e minha mente e coração gritavam que era inocente.

Então eu saí dali, deixei o chalé e a escuridão para trás e em seguida, também deixei o acampamento.

...

Eu não me enquadrava a cidade dos deuses, mas pior que ela somente o refúgio criado para seus filhos que se intitulavam heróis. Eu não me encaixava entre eles, nunca seria boa o suficiente e nunca teria o mesmo altruísmo. Eu queria mais e isso eles não podiam me dar.

Então me aventurei sozinha pelo mundo, fugi daquele lugar na calada da noite para tentar uma vida melhor na cidade, que descobri ser mais perigosa do que parecia.

New York não era uma cidade qualquer, era o centro de toda magia presente nos olimpianos. O Empire era seu palácio e a cidade estava dominada por monstros, deuses e semideuses escondidos. Viver a espreita não era uma opção e embora eu não fosse filha de um dos grandes eu ainda possuía aura divina, ainda era uma presa a ser caçada.

Assim sendo passei a dormi com um dos olhos abertos e uma faca embaixo do travesseiro, sem nunca de fato descansar. Os monstros estavam por toda parte e me encontravam constantemente, me obrigando a travar batalhas indesejadas e que em nada serviam ao meu propósito. Com o tempo passei a aprender e ler mais sobre eles, usando a biblioteca central como um refúgio de conhecimento e as academias que invadia como base para um treinamento melhor.

Eu estava constantemente sozinha e embora esse pensamento sombrio possa parecer confuso, isso de maneira alguma me incomodava.

Era quinta feira a noite e a cidade das luzes estava estranhamente aconchegante. O ar de veraneio adentrava a janela do meu pequeno aposento, me permitindo sentir a brisa morna roçar em meu rosto. A cidade tinha cheiro de fumaça e café fresco, mas ao mesmo tempo fedia a bebida, cigarro e poluição. Uma mistura agradável para quem via a diferença no povo. Existiam todos os tipos de pessoas perambulando por aquela cidade, turistas curiosos, pobres, ricos, crianças desabrigadas, mendigos disfarçados brincando de deuses, assassinos, cafetões, prostitutas...

inocentes.

A palavra brilhou a minha frente e fez meu peito encher com de ansiedade. Minhas mãos formigaram e o gosto de sangue pinicou minha língua, me fazendo recuar e ficar ereta sobre a cama. Vestindo preto eu conseguiria me disfarçar bem durante a noite. Não precisaria de máscaras, apenas encobriria meus cabelos e deixaria a maquiagem forte o suficiente para não parecer tão adorável como no decorrer do dia. Eu era um espectro a perambular pela noite em busca de vítimas.

Vítimas que machucavam inocentes.

Eu não era capaz de matar qualquer pessoa, mas conseguia fazer estrago naqueles que julgava culpados em minha mente e bem, era dia de caçar.

Eu precisava alimentar aquela vontade obscura dentro de mim, precisava do sangue escorrendo por meus dedos enquanto provocava marcas de dor e agonia em outra pessoa.

Pessoas ruins!

Era isso que minha mente gritava toda vez que eu os encurralava contra a parede. Eles não mereciam nada assim como eu, mas eu era piedosa o suficiente para livrar o mundo de pessoas como eles e quem sabe isso deveria valer de algo no reino dos mortos durante meu julgamento.

Não.... eu não tinha medo de morrer.

Suspirando peguei a lâmina sobre a cabeceira da cama e me atirei de encontro a janela, saltando para o beco esquerdo que encobria um dos prédios de classe baixa localizado no Brooklyn.

Me esgueirei pelas ruas de maneira rápida enquanto puxava o capuz da jaqueta para cima da cabeça, encobrindo meu rosto. Eu trombava em desconhecidos, mas não conseguia parar, estava em busca de um ponto específico em um bordel qualquer da cidade, onde tinha descoberto atividades ilícitas provocadas por um cafetão de índole medíocre. Ele não apenas negociava mulheres, mas também as sequestrava para obrigá-las a vender o corpo em troca da vida e bem... isso era baixo até mesmo para mim.

Eu iria pará-lo, e seria naquela noite.

Virei a esquina onde a casa noturna se encontrava e logo de cara pude vislumbrar a destruição da rua causada por pessoas. Drogas e bebidas rolavam solta, pessoas se esfregavam por entre as paredes de concreto que preenchiam as vielas e a música alta podia ser ouvida ao longe.

Uma careta nasceu em meu rosto, desviei de vários corpos para me infiltrar na fila da boate de strip, onde a segurança era reforçada e a fila para entrar aumentava ainda mais.

Indiferente aguardei bons minutos por entre aquelas pessoas, até chegar minha vez de pagar para adentrar o lugar e poder me misturar como devia.

A adrenalina rolava solta. O cheiro de suor e bebida preenchia o ar e me fazia sentir um tanto enojada. Caminhei depressa pelos emaranhados dos corpos sobre a pista em busca dos corredores de acesso que me levariam a um local mais privado, que percebi estarem muito bem guardadas por humanos idiotas que protegiam o local.

O que de fato não era um problema.

Meu poder e influência causava medo e transtorno, e com um simples olhar eu poderia afastá-los das portas e ir de encontro ao rei para dar o xeque mate, como em um jogo de xadrez.

Eu não queria perder tempo e tão pouco queria ser notada, por isso apenas estendi a aura que naturalmente rodeava meu corpo e os deixei cegos para situação. Criando um desespero breve para poder passar pelos humanos e invadir o corredor dos fundos. A cegueira era temporária, mas me fez ganhar tempo suficiente para alcançar as portas onde mais três guardas se prostraram.

Foi o tempo de um deles gritar algo como:

“Ei você não pode entrar aqui”.

Meu olhar encontrou o dele e um sorriso malicioso e sádico se abriu em meus lábios enquanto a nevoa cobria tudo ao meu redor, me deixando oculta sobre as sombras enquanto sussurros e medo tomavam conta do ambiente. Inquieta a ansiosa me movi de forma discreta por entre eles e abri a porta dos fundos, deixando-os condenados aos sentimentos de desespero para ir de encontro ao seu líder, seu chefe.

Humanos eram previsíveis e muito fáceis de manipular, não eram como monstros e para uma criatura como eu, notoriamente avançada naquele tipo de arte tornavam-se quase indefesos.

— Eu estava esperando por você.

— Não achei que seria tão fácil, seus guardas são previsíveis e tolos — Retruquei.

Hale estava de costas para mim em sua poltrona de couro e se virou lentamente ao ouvir minha voz. Nesse momento pude ver a pistola em suas mãos, engatilhada e pronta para executar um disparo certeiro.

Sorri com isso.

— E você é igualzinho a eles.

— Achou mesmo que eu não sabia que você iria me caçar? Depois de ter matado dois dos meus subordinados em outros clubes e assassinado outros tantos que buscavam por minhas prostitutas? Tolinha, eu sempre estive te esperando — Ele se levantou, o polegar roçando sobre a arma enquanto eu continuava parada, completamente indiferente e entediada com a situação. — Eu ouvi histórias sobre você, me pergunto quantas delas são verdade.

— Todas, possivelmente — Respondi sem me deixar abalar, algo que fez o homem franzir o cenho e nossos olhos se encontrarem.

Primeiro erro.

Meus dedos coçaram e a expectativa cresceu em meu peito. Minha boca se encheu de água e meus olhos nublaram diante do desejo. Eu sabia que não conseguiria esperar.

E ele sentiu isso, sentiu tão intensamente que paralisou enquanto me olhava, deixando que o medo o preenchesse e invadisse seu coração. Algo que fez minha língua pinicar e um sorriso sádico preencher meus lábios.

Me movi rapidamente e como uma predadora pronta para atacar sua presa encurtei o espaço entre nós. Ele reagiu nesse momento, ergueu a pistola de encontro a minha cabeça e me permitiu deslizar graciosamente para o lado antes de puxar a faca e fincá-la em seu pulso, o fazendo largar a arma.

Meus olhos ficaram fixos nos dele mais uma vez, deixei que meu poder expandisse para o dele e ampliei seu medo, o deixando tonto e o fazendo cair de joelhos no chão. Nesse momento meus dedos se fecharam sobre o cabo de minha lâmina e a faca fina foi certeira de encontro ao seu pescoço e deslizou delicadamente por entre ele até formar que eu tanto gostava.

O “z” cortado ao meio.

Seus olhos se abriram, minha lâmina se afundou em sua garganta e seu corpo caiu inocente em meus pés, sujando minhas botas de sangue. Enojada dei as costas para ele e caminhei até os fundos do escritório, onde uma janela serviria como uma perfeita rota de fuga para escapar, sabendo que ninguém viria atrás de mim aquela noite.

Afinal por entre a cidade das luzes, mais um monstro adormecia e eu sabia que um dia ele iria me encontrar.

Como todos os outros que um dia eu matara.

Poderes usados:

Nível 2
Nome do poder: Medo
Descrição: Ao olhar nos olhos do inimigo, o semideus filho de Phobos/Timmos consegue fazer com que seu oponente sinta uma pontada de medo, podendo inclusive faze-lo hesitar antes de atacar o semideus, no turno em que for ativo, o oponente do filho do deus do medo, se sentira amedrontado a ponto de ser incapaz de atacar.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Dura apenas um turno e se o contato visual for quebrado/rompido o poder perde o efeito.
Dano: 5 HP
Extra: Faz o usuário evitar atacar o filho de Phobos/Timmor durante o turno em que o poder estiver ativo.


Nível 13
Nome do poder: Ablepsifobia
Descrição: Ablepsifobia, é o medo de ficar cego. O filho de Phobos/Timmor, consegue induzir esse medo em seu inimigo, e ao injeta-lo – primeiro turno ativo – poderá fazer, com que no turno após esse – segundo turno ativo – o inimigo fique cego, ou ache que está cego, não será real, só coisa da mente, mas o pânico que se insta-la na mente do oponente, o impedira de ver.
Gasto de Mp: 15 por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP
Extra: O inimigo fica cego durante um turno, dando chance ao filho de Phobos de atacar.

Nível 17
Nome do poder: Nebulofobia
Descrição: O filho de Phobos/Timmor, pode instalar o medo de nevoa sobre seus oponentes em campo (Até 3), e então cria uma nevoa densa no local, os impedindo de ver durante um curto período de tempo. A ilusão não afeta o filho de Phobos/Timmor, mas lhe da uma boa brecha para atacar seus oponentes.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A nevoa dura dois turnos, e deixa os inimigos com a visão debilitada (com a nevoa tremulando ao redor), hesitantes, e temerosos.




● Izzy Voichoski Gregoriev●
Com grandes poderes nascem grandes idiotas.
Izzy Voichoski Gregoriev
Izzy Voichoski Gregoriev
Filhos de Phobos/Timmos
Filhos de Phobos/Timmos

Localização : Em algum lugar

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Mensagem por Letus em Ter Ago 20, 2019 8:22 pm


Izzy Voichoski Gregoriev


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 8000 xp e dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 8000 de Xp + Dracmas

Comentários:
Senhorita, eu fiquei absolutamente preso em sua postagem. O seu prólogo narrando a personalidade da personagem, a parte do suspense em que por hora se pensou que ela realmente mataria a colega. Até finalmente chegar no momento em que ela libera sua feição mais assustadora. Devo admitir que dentre os filhos de Fobos que avaliei até aqui, você é sem sombras de dúvidas a que mais concentra a essência deles. Não tem nada a acrescentar, parabéns!!

Atualizado
Letus
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Deuses Estagiários
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